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O Mercosul falhou. É hora de acabar com ele

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Em 1991, a ideia de que os países sul-americanos poderiam criar um acordo de livre comércio era revolucionária. O século XX foi marcado pelo protecionismo e políticas econômicas fracassadas em toda a região. Mas em um contexto global de liberalização, Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai criaram o Mercosul (abreviação de Mercado común del sur ou “Mercado Comum do Sul”) com o objetivo de estabelecer uma zona de tarifa zero cujos membros se integrariam gradualmente à economia global juntos. Todos tinham grandes esperanças. Mais de trinta anos depois, porém, muitos estão decepcionados.

O que deu errado com o Mercosul? Em poucas palavras, ele não conseguiu integrar seus membros ao comércio global. Na verdade, em vez de ajudar seus membros a abrir suas economias, o bloco permaneceu uma união aduaneira bastante fechada. Após décadas de existência, a taxa média da Tarifa Externa Comum do Mercosul ainda está relativamente alta, 11,5%, com tarifas que podem chegar a 35%. Em média, as tarifas do Mercosul são duas vezes maiores que as do Chile e até quatro vezes maiores do que as dos EUA e da União Europeia.

O fracasso do Mercosul em marchar em direção ao livre comércio global é a razão pela qual o governo do Uruguai ameaçou deixá-lo no ano passado, e por que a Argentina agora também está considerando sair. A menos que os membros possam assinar acordos de livre comércio com outros países sem restrições, eles dizem, seus países estão em melhor situação saindo do que ficando. Recentemente, o presidente argentino Javier Milei declarou que o Mercosul “acabou se tornando uma prisão” para seus membros.

Amarras

O Brasil é o país que mais tem a perder no caso de uma fratura do Mercosul. Juntamente com uma combinação de livre comércio intrazona e tarifas comuns, o tamanho da economia brasileira fez com que sua indústria manufatureira desfrutasse de privilégios artificiais dentro do Mercosul em comparação com o resto do mundo. O resultado é que os não brasileiros têm que importar carros brasileiros relativamente caros, por exemplo, quando poderiam estar comprando veículos mais baratos de qualquer outro lugar do mundo. O que foi vendido como um passo em direção ao comércio mais livre na superfície acabou se tornando um comércio bastante restrito.

O Mercosul tentou expandir o tamanho de seu bloco de livre comércio, mas falhou nisso também, e não está claro se isso beneficiaria seus consumidores. Em seus 33 anos de existência, o Mercosul incorporou apenas Bolívia e Venezuela, mas esta última está atualmente suspensa. Após 25 anos de negociações, os sul-americanos finalmente chegaram a um acordo com a União Europeia para estabelecer o livre comércio entre ambas as zonas. Mas os principais participantes, como França e Itália, expressaram sua oposição ao acordo, o que lança sérias dúvidas sobre sua ratificação. E mesmo que todos os parlamentos do Mercosul e dos países da UE ratifiquem o acordo, o período de implementação levaria mais de uma década.

Como instituição, o Mercosul não conseguiu emular a UE, para o bem ou para o mal. Nenhuma moeda comum única foi adotada, apesar dos planos de Brasil e Argentina. Isso, à luz da experiência europeia, é provavelmente positivo, pois sua existência tornaria a hegemonia brasileira ainda mais óbvia e intolerável. Mas o Mercosul também falhou em se estabelecer como uma zona de livre circulação em termos de pessoas, já que os controles de fronteira ainda estão presentes. Ao longo das décadas, vários acordos com o objetivo de facilitar a circulação de pessoas dentro do Mercosul foram assinados e estão pendentes de implementação ou ratificação.

Enquanto os membros do Mercosul reclamam que o bloco se tornou um espartilho, o vizinho Chile assinou mais de 30 acordos de livre comércio nos últimos 30 anos. A relação comércio/PIB chilena é de mais de 75%, o que ajudou decisivamente o país a fazer um avanço econômico nas últimas décadas, não pode ser igualada por nenhuma das economias do Mercosul, particularmente as maiores: o comércio como uma parcela do PIB está abaixo de 40% para o Brasil e a Argentina.

Burocracia

Enquanto isso, o Mercosul também mantém estruturas burocráticas bizarras como o Parlasul, um parlamento que não promulga nenhuma lei, mas apenas recomendações. Os membros do Parlasul são eleitos pelos eleitores em todos os países e são legalmente equivalentes aos representantes federais, com o custo correspondente de elegê-los e mantê-los.

Por causa da opacidade com que funciona, muitos políticos “fugiram” de seus países para o Parlasul, onde podem desfrutar dos benefícios de estar no Congresso sem serem membros reais de um. A crescente pressão pública forçou países como a Argentina a interromper todos os pagamentos aos “legisladores” do Parlasul, mas a questão central ainda está presente: para alguns, parece que o Mercosul é um fim em si mesmo.

Os sul-americanos que buscam crescimento e prosperidade devem reconhecer que o Mercosul falhou e não trará livre comércio para a região. Economias abertas se saem muito melhor do que as fechadas em termos de PIB, mas os cidadãos do Mercosul estão sendo privados do melhor padrão de vida que isso implica. Mais comércio é sempre, em qualquer momento, melhor.

Pode ser a hora de países como Argentina e Uruguai seguirem o conselho de Milton Friedman de “mover-se para o livre comércio unilateralmente” no contexto de negociações fracassadas de reduções tarifárias, mesmo que outros países se oponham ou não retribuam. O Mercosul deveria eliminar a gaiola em que seus membros estavam, mas, em vez disso, apenas tornou a gaiola um pouco maior. O Mercosul não funcionou. É hora de acabar com isso.

Marcos Falcone possui mestrado em Ciências Sociais pela Universidade de Chicago e bacharelado em Ciência Política pela Universidade Torcuato di Tella.

noticia por : Gazeta do Povo

TCE-MT lamenta falecimento do conselheiro aposentado José Ferreira de Freitas

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Sob liderança do conselheiro-presidente, Sérgio Ricardo, o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) tem buscado colocar o estado em um caminho mais equilibrado com justiça social e econômica. Com um trabalho focado na redução das desigualdades regionais, lançou, por exemplo, a auditoria especial sobre os incentivos fiscais concedidos pelo Governo à iniciativa privada e aprovou a criação de uma Central de Compras Coletivas que favorece as pequenas prefeituras.

Anunciada em maio deste ano, durante o Seminário “O Impacto das Moratórias da Soja e da Carne nas Desigualdades Regionais”, a auditoria avalia a renúncia fiscal do estado, que hoje corresponde a maior parcela do orçamento, equivalente à soma dos valores destinados a setores como saúde, educação e segurança.

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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A auditoria que avalia a renúncia fiscal do estado foi anunciada em maio, durante o Seminário “O Impacto das Moratórias da Soja e da Carne nas Desigualdades Regionais”.

“Neste ano, foram destinados mais de R$ 14 bilhões em incentivos pelo Estado, então queremos saber o que as empresas incentivadas estão devolvendo ao cidadão. Com base nisso, poderemos propor ações para reduzirmos as desigualdades, porque nós temos vários estados dentro de Mato Grosso, com municípios riquíssimos e outros muito pobres, que estão perdendo gente. Essa realidade só vai mudar quando conseguirmos dar oportunidade para as pessoas onde elas vivem”, apontou Sérgio Ricardo. 

Relator do processo, que ainda está em andamento, o conselheiro Antonio Joaquim reforçou que o trabalho não questiona a importância ou a necessidade dos incentivos. “Nós reconhecemos a importância dessa política para o estado. O que queremos é lançar luz sobre o tema e saber sobre a conveniência da continuidade dos incentivos. Ou seja, o que estamos debatendo é a canalização desses valores, mas quem decide as políticas públicas a serem executadas com eles é o Governo.”

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
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Ao longo do ano, a fiscalização foi fortalecida por estratégias conjuntas.

Ao longo do ano, a fiscalização foi fortalecida por estratégias conjuntas. Desde o início do trabalho, a parceria com entidades como a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), a Associação de Criadores (Acrimat), a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-MT) e a Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), por exemplo, vem subsidiando os levantamentos a partir da troca de informações entre as equipes técnicas. 

Em outubro, a cooperação ganhou reforço técnico-científico com a contratação da Fundação Getulio Vargas (FGV) para a realização de um diagnóstico sobre os impactos das renúncias fiscais. Referência no Brasil e na América Latina em estudos sobre administração pública, a instituição estuda a questão há anos e aponta que o fenômeno dos incentivos fiscais existe em mais de 90 países, onde os governos gastam mais de 5% do Produto Interno Bruno (PIB) com esta estratégia. 

Mais justiça nas compras públicas

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
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Instalação da mesa técnica para debater a Central de Compras Coletivas Municipais.

Paralelamente, em outra frente de combate às desigualdades, a aprovação da Central de Compras Municipais em mesa técnica concluída em setembro vai equalizar as condições de aquisição entre pequenas e grandes prefeituras. Proposta pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) por meio do Ministério Público de Contas (MPC), a ferramenta pode reduzir o preço de contratações em até 60%, já que aumenta a competitividade das propostas apresentadas pelas empresas nos processos licitatórios.

Em um estado onde 106 dos 142 municípios têm menos de 20 mil habitantes, a Central representa acesso a produtos e serviços nas áreas de educação, saúde e infraestrutura para quase um milhão de pessoas. “Ao permitir que pequenas prefeituras, que muitas vezes têm dificuldades para realizar aquisições, participem de licitações coletivas, garantimos que todos tenham acesso a melhores condições de compra, produtos de qualidade e preços mais justos,” ressaltou Sérgio Ricardo.

Agora, a implantação e gestão da Central está a cargo do Consórcio Intermunicipal Mato-grossense, conforme estabelecido pela Comissão Permanente de Normas, Jurisprudência e Consensualismo (CPNJur) na aprovação da mesa técnica. A adesão das prefeituras e formalização do grupo aconteceram em novembro, antes do prazo determinado, durante evento do TCE-MT que reuniu prefeitos de todo o estado. Com isso, a primeira compra coletiva deve ser efetivada no meio do ano de 2025.

Para o presidente da CPNJur, conselheiro Valter Albano, o trabalho trouxe a melhor solução para as prefeituras. “Nossa prioridade foi o livre arbítrio, a liberdade do município que poderá lançar mão do instrumento para realizar suas necessidades com mais celeridade e mais competitividade. É livre a iniciativa de se agregar ao consórcio e de apresentar sua necessidade quando isso for possível. Agora, a partir do exercício dessa liberdade, o Tribunal vai fiscalizar.”

Conforme o procurador-geral de Contas, Alisson Carvalho de Alencar, o modelo agregará poder de compra aos municípios, que conseguirão preços melhores nas licitações, mais qualidade na entrega de bens e serviços, bem como cumprimento das garantias e dos prazos por parte dos fornecedores. “Foi uma construção inovadora, que gerará uma economia de escala para Mato Grosso e para as compras públicas de todos os municípios que aderirem ao consórcio. A central irá fortalecer os municípios.”

Compromisso da gestão

Crédito: Foto: Tony Ribeiro/TCE-MT
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Conselheiro-presidente, Sérgio Ricardo, em abertura do TCE em Movimento realizado em Araguainha.

Logo no início de seu mandato, em janeiro, o presidente já havia conclamado a classe política, setor produtivo e sociedade civil a promoverem um pacto pelo desenvolvimento dos municípios do estado, durante edição do TCE em Movimento realizada em Araguainha. Em fevereiro, Sérgio Ricardo anunciou a criação de um fórum interinstitucional com a Câmara Setorial Temática de Apoio ao Empreendedorismo e às Micro e Pequenas Empresas da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

No mês seguinte, o presidente foi a Brasília, onde firmou parceria com o Tribunal de Contas da União (TCU) para que a governança pública fosse implementada em Mato Grosso como instrumento de combate às desigualdades. Em março, o ministro Augusto Nardes, criador da Rede Governança Brasil (RGB), esteve no TCE-MT para tratar sobre o tema. “Com o apoio do governo, nós podemos transformar Mato Grosso e pensar Mato Grosso para 2030 e 2040”, declarou o ministro à época.

O fomento ao empreendedorismo e à industrialização seguiram em foco e, no mês de abril, foram abordados em seminário apoiado pelo Tribunal que capacitou prefeitos, secretários, gestores de convênios, empreendedores e entidades de apoio às micro e pequenas empresas. Na ocasião, medidas para ampliar o acesso ao crédito foram anunciadas pelo ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Márcio França.

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Presidente se reuniu com ministro Augusto Nardes, em Brasília, para que a governança pública fosse implementada em MT.

No caminho para esta transformação, a interlocução com o agronegócio também foi fundamental. O próprio seminário que debateu os impactos das moratórias da soja e da carne nas desigualdades regionais teve em vista os efeitos destes acordos sobre as regiões mais pobres da Amazônia Legal Mato-grossense.

A ação respondeu a um pedido protocolado em abril por 127 Câmaras Municipais, que apontam o aprofundamento da pobreza em diversas localidades, e foi reconhecida pela Aprosoja-MT, que destacou a importância do órgão na aprovação da Lei 12.709/2024, que restringe a concessão de benefícios fiscais a empresas que aderirem ao acordo. 

Em agradecimento encaminhado ao TCE-MT, a Aprosoja reafirmou que a norma representa um marco fundamental para a agropecuária, simbolizando o fim de um ciclo de dependência de acordos externos que limitaram injustamente a liberdade de produção e prejudicaram inúmeras famílias nos últimos anos.

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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Sérgio Ricardo se reuniu com o desembargador do TJMT Orlando Perri e com o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, para iniciar um novo debate sobre a industrialização do estado.

Em junho, Sérgio Ricardo se reuniu com o desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) Orlando Perri e com o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, para iniciar um novo debate sobre a industrialização do estado. Na mesa, a proposta de criação de um polo têxtil a partir da utilização de mão de obra do sistema prisional. A estratégia que busca fortalecer a economia ao mesmo tempo em que promove a ressocialização foi tema de outras reuniões no segundo semestre.

Pela liderança nestas ações, Sérgio Ricardo também integrará o Fórum Mato-grossense de Desenvolvimento Regional da ALMT. Criado em novembro, o grupo passa a atuar em 2025, quando grande parte do trabalho iniciado agora também será efetivada. “No próximo ano, continuaremos atuando para que as políticas públicas alcancem a todos os cidadãos, independentemente de sua localidade, levando acesso a recursos e oportunidades. Este é o legado que queremos construir”, concluiu o presidente do TCE-MT.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT 
E-mail: [email protected]
Flickr: clique aqui

Fonte: TCE MT – MT

FONTE : MatoGrossoNews

Quer trocar de igreja? Pastor ensina o passo a passo correto

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É muito comum que cristãos evangélicos se sintam insatisfeitos com a congregação onde são membros por inúmeros motivos. Diante disso, o pastor Renato Vargens ensinou um passo a passo ético para trocar de igreja.

Os motivos que podem levar um cristão a trocar de igreja podem envolver horários dos cultos incompatíveis com a rotina de trabalho, distância entre a residência e o templo, pregações vazias e sem alicerce bíblico, ou mesmo atritos que, embora perdoados, comprometem a boa convivência.

Olhando para a realidade, Vargens afirmou que a maneira correta de um cristão se mudar para outra congregação envolve um passo a passo que evitará polêmicas, desgaste e mau testemunho.

“Como sair de uma igreja de forma correta?”, questionou Vargens. Veja o passo a passo em seis tópicos compartilhado pelo pastor no X:

1º – Ore;
2º – Converse com o pastor;
3º – Ouça conselhos de pessoas sábias;
4º – Não se precipite;
5ª – Reflita à luz da Palavra de Deus;
6º – Tome a decisão.

FONTE : Gospel Mais

Chris Brown faz shows em São Paulo; veja o que levar e como chegar ao estádio

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Dono dos hits “Under the Influence”, “Loyal” e “No Guidance”, o americano Chris Brown desembarca no Brasil após passagens pelos Estados Unidos, pelo Canadá e pela Europa com a turnê “11:11″–que divulgou o seu 11º álbum de estúdio, lançado em 2023.

Em São Paulo, o cantor sobe ao palco do Allianz Parque, na região oeste da cidade, neste sábado (21) e domingo (22). Por aqui, traz uma proposta diferente do que vinha apresentando em suas performances: o setlist paulistano incluirá os maiores sucessos de sua discografia desde a sua estreia com o álbum “2005, divulgado no mesmo ano.

A seguir, veja dicas de como se preparar para os shows na cidade, incluindo como chegar e ir embora e como se proteger da chuva.

Ainda dá para comprar ingressos?

Há poucos ingressos disponíveis na plataforma Ticketmaster. Quem ainda não garantiu a entrada pode escolher entre bilhetes na pista premium (R$ 790) e cadeira inferior (R$ 580) ou optar pelos camarotes.

Camarotes

  • Backstage Mirante: fica atrás do palco, mas dá acesso à pista premium. Oferece open bar e food e salão de beleza. Após o término das apresentações, no sábado, há shows de MC Livinho, MC Daniel, MC Davi e Kayblack e, no domingo, festinha com drinques e duração de duas horas (R$ 2.590)
  • Fanzone: serve água, refrigerante, suco, cerveja e uísque à vontade, além de snacks, canapés, pães e pastas. Conta com barbearia, serviço de maquiagem e estúdio de tatuagem (cobrado à parte) e também dá acesso à pista premium (R$ 1.700)

Lounge

  • Champions Club: não tem visão para o palco, mas dá acesso à pista premium. O espaço possui 100 lugares e oferece open bar, com espumante, cerveja, refrigerante, suco e água, além de open food, com entrada, prato principal, sobremesa (R$ 2.500)

Como chegar ao estádio?

Fãs que optarem pelo transporte público podem descer na estação Palmeiras/Barra Funda, que fica a cerca de dez minutos de caminhada do Allianz Parque. Ali, passam a linha 3-Vermelha do metrô, além dos trens das linhas 7-Rubi e 8-Diamante da CPTM. Também existe um terminal de ônibus.

Outra opção é checar o site da SPTrans para saber se é atendido por uma das linhas que chegam aos arredores do estádio e quais terão alterações em seus trajetos.

Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), as ruas Palestra Itália (entre a praça Marrey Júnior e avenida Pompeia); Caraíbas e Diana (entre ruas Venâncio Aires e Palestra Itália) poderão ter seus acessos bloqueados a partir das 10h. Mais informações estão disponíveis no site da companhia.

Onde estacionar?

É possível deixar o veículo estacionado no estádio (entrada pela rua Padre Antônio Tomás, 72), com capacidade para 1.500 carros, a partir de R$ 150, ou na Casa das Caldeiras (rua José Benedito Boneli s/n°), por R$ 120. As reservas podem ser feitas pelo site da Estapar ou pelo aplicativo Zul+.

Também é possível escolher entre os shoppings da região, como o Bourbon (rua Palestra Itália, 500) e o West Plaza (avenida Francisco Matarazzo, s/n°).


A que horas os portões serão abertos?

Chris Brown sobe ao palco às 20h45 em ambos os dias. Os portões, por sua vez, abrem às 15h, mas alguns fãs costumam chegar antes. Somente portadores dos ingressos Hot Seat e Early Entry têm direito ao acesso antecipado, que acontece às 12h30.

A divisão de entradas no estádio fica assim:

  • Portão A (r. Palestra Itália): pista, cadeira inferior, cadeirante inferior e cadeira superior
  • Portão B (av. Francisco Matarazzo): pista premium, cadeirante e cadeira superior
  • Portão C (r. Padre Antônio Tomás): Hot Seats, cadeira inferior e cadeirante inferior
  • Portão C1 (r. Padre Antônio Tomás): Early Entry e camarotes
  • Portão D (r. Padre Antônio Tomás): cadeira inferior

No Allianz Parque, o público passará por inspeções e revistas corporais. Na sequência, basta apresentar o ingresso, o comprovante de meia-entrada (se aplicável) e um documento com foto.

Quais são os itens proibidos?

  • Garrafas térmicas feitas de vidro, aço inoxidável, metal, plástico ou qualquer tipo de objeto rígido que possa causar ferimentos
  • Garrafas plásticas de água mineral (autorizada desde que a tampa seja retirada)
  • Alimentos ou bebidas adquiridas fora do evento
  • Bebidas alcoólicas
  • Drogas ilegais, substâncias tóxicas ou produtos compartilhados com outros por razões médicas
  • Materiais destinados à fabricação de bombas ou que possam causar incêndio
  • Pistolas de água
  • Fogos de artifício e sinalizadores de qualquer tipo, tamanho ou espécie
  • Rolo de papel, livros, jornais, revistas, panfletos e materiais promocionais de qualquer tipo
  • Bandeiras e banners com hastes e cartazes de qualquer tipo
  • Guarda-chuvas
  • Potes de plástico
  • Roupas ou acessórios com partes afiadas ou de vidro que possam ferir
  • Correntes, algemas, soqueiras
  • Bastão de selfie
  • Cornetas de ar
  • Armas de fogo, armas não letais ou armas brancas de qualquer tipo.
  • Instrumentos musicais
  • Bolsas maiores que uma mochila normal (30 cm)
  • Cadeiras ou bancos
  • Bandeiras e cartazes políticos
  • Câmeras profissionais ou câmeras de vídeo com lentes
  • Pulseiras, credenciais, removíveis
  • Distintivos de qualquer tipo e aplicabilidade
  • GoPro (ou similar)

    Tablets
  • Capacetes de motocicleta ou similares
  • Skateboards, bicicletas, scooters (eletrônicas, elétricas ou não).
  • Apontadores laser
  • Walkie-talkies e drones
  • Outros objetos que possam causar riscos ou danos sujeitos à análise da produção, segurança ou representantes da polícia
  • Animais (exceto cães-guia)

O que é permitido levar?

  • Alimentos industrializados e com a embalagem lacrada originalmente, como salgadinhos e bolachas. Se houver necessidade de alguma alimentação especial, deverá ser fornecido pelo solicitante laudo ou prescrição médica
  • Frutas ou verduras: apenas cortadas e devidamente acondicionadas em embalagens de plástico, como zip locks
  • Medicamentos: somente com receita médica
  • Garrada de água: é permitida a entrada de uma garrafa de água sem tampa, no material plástico flexível e transparente de até 600ml. Segundo a organização, haverá pontos de hidratação disponíveis nas barricadas e acessos do local

E se chover?

A melhor opção para evitar se molhar é levar capas de chuva ou comprá-las em frente ao estádio, já que guarda-chuvas são barrados na entrada de grandes eventos. Mas preste atenção: nos arredores da arena, o preço costuma ser salgado.

Botas ou galochas também são sugestões para escapar dos alagamentos nas vias ao redor e dentro do estádio, além de zip locks plásticos e bolsas impermeáveis para proteger documentos, dinheiro, ingressos e celulares. Não se esqueça de levar um casaco.

Chris Brown – Greatest Hits

Allianz Parque – av. Francisco Matarazzo, 1.705, Água Branca, região oeste. Sáb. (21) e dom. (22), às 20h45. A partir de R$ 480 em Ticketmaster

noticia por : UOL

Polícia prende bando por fraude em concurso público de Câmara Municipal

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DO REPÓRTERMT

A Polícia Civil deflagrou, nesta sexta-feira (20.12), a operação Aletheia, para cumprimento de 34 mandados judiciais de combate aos crimes de corrupção passiva e fraudes em licitação, relacionadas à realização de um concurso público na Câmara Municipal de Vereadores de General Carneiro.

A operação coordenada pela Delegacia de Polícia de General Carneiro, cumpriu 34 mandados judiciais nos municípios de Barra do Garças, General Carneiro, Lambari do Oeste, Rio Branco, Cáceres e Cuiabá.

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Os locais alvos dos mandados judiciais são a residência dos investigados, na dependência da empresa investigada e na sede da Câmara Municipal de General Carneiro.

Foram cumpridos 5 mandados de prisão preventiva, 5 mandados de busca e apreensão, 5 ordens de quebras de sigilo bancário, 5 de sequestros em contas bancárias, 5 de quebras de sigilo fiscal; 5 de quebras de sigilos telefônicos; além de outras medidas cautelares como suspensões de atividades de empresas, de atos de convocação, nomeações e posse de candidatos no concurso.

Irregularidades

As diligências iniciaram após denúncia encaminhada pela Polícia Federal de Barra do Garças, que indicava indícios de favorecimento no concurso público nº 01/2024 da Câmara de Vereados de General Carneiro.

O certame, conduzido por uma empresa contratada sem licitação, teria sido manipulado para beneficiar candidatos com vínculos pessoais e políticos com membros da casa legislativa municipal.

Conforme apurado pela Delegacia de General Carneiro, a empresa responsável pela organização do concurso, exercia a atividade de engenharia civil, e não está relacionada à realização de concursos públicos, sendo contratada por dispensa de licitação pelo valor de R$ 32 mil.

As investigações apontam que dois candidatos aprovados em cargos de destaque possuem vínculos diretos com a gestão do órgão. Um deles é o atual secretário municipal, e o outro é tesoureiro da casa legislativa.

Condutas

Os envolvidos realizaram encontros e reunião com os representantes da empresa contratada, para planejarem como seria feito para beneficiar servidores já empregados na câmara em troca de apoio político.

De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Pablo Borges Rigo, na ocasião a homologação do concurso gerou repercussão diante das supostas irregularidades, bem como foram identificados conflitos de interesse envolvendo a presidente da comissão do concurso e um dos candidatos aprovados, o que reforçou os indícios de fraude.

“As investigações apontaram que as empresas simularam uma concorrência na licitação do concurso público de General Carneiro, quando na verdade elas pertencem ao mesmo grupo econômico e criminoso que atuam com o mesmo modus operandi em outros municípios de Mato Grosso, causando prejuízos milionários ao erário”, destacou o delegado.

A Delegacia de Polícia de General Carneiro continua com as investigações para identificar outros possíveis envolvidos.

Nome da operação

Aletheia significa “verdade” em grego, simbolizando o desvendamento de fraudes e revelação da justiça.

FONTE : ReporterMT

A vida dupla de Dominique Pelicot: quem é o homem que dopou e estuprou a esposa, Gisèle Pelicot

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O ex-marido Gisèle Pelicot — que foi condenado a 20 anos de prisão e está sendo investigado por outros ataques — tem uma personalidade dividida, segundo um psiquiatra. No entanto, ele tem apenas “um sistema operacional”, que controla seus impulsos cruéis e privados e seu comportamento público, de acordo com o especialista.

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Fonte: G1

Comissão Mista de Combate à Violência contra a Mulher aprova relatório

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A Comissão de Combate à Violência contra a Mulher do Congresso Nacional (CMCVM) apresentou na quarta-feira (18) o relatório sobre suas atividades durante os dois anos de existência. O documento aprovado aponta os principais temas tratados e recomendações para políticas públicas.

A reunião foi conduzida pela senadora Augusta Brito (PT-CE), presidente da comissão. Ela apontou dificuldades na reinstalação da comissão, que ocorreu apenas em setembro de 2023 (o colegiado estava parado desde 2020), e na inclusão de emendas da comissão no Orçamento público. 

— Nós aprovamos R$ 2,5 bilhões em emendas para as ações destinadas às mulheres […], mas, infelizmente, ficou nesses R$ 5 milhões [incluídos na Lei Orçamentária Anual de 2023]. Talvez não teria nada, então valeu o trabalho, ninguém pode também dizer que foi em vão. Eu queria muito que não fosse necessário a gente ter uma comissão específica para tratar do caso de violência contra mulheres, mas a gente vai percebendo como isso ainda vai ser necessário. A violência contra nós, mulheres, não é justa e a gente tem que sempre estar na luta, dia e noite — disse.

Em 2023, a CMCVM realizou duas audiências públicas e aprovou sete requerimentos referentes a debates, pedidos de informações, planos de trabalho e diligências externas. Em 2024, foram 10 debates realizados e 12 requerimentos. O relatório foi elaborado pela deputada Camila Jara (PT-MS).

Violência política

Um dos temas recorrentes tratados na comissão foi a violência nos espaços de poder, debatido em audiências públicas tanto em 2023 quanto em 2024. As parlamentares se debruçaram sobre a atuação da Procuradoria Especial da Mulher no Poder Legislativo, órgão que, entre outras ações, estimula a ação política das mulheres. No Senado, a procuradora é a senadora Zenaide Maia (PSD-RN).

Neste sentido, uma das recomendações do relatório é priorizar o financiamento de candidaturas femininas e programas de formação de lideranças. O objetivo é promover a inclusão de mulheres negras e indígenas em espaços de poder, combatendo estereótipos e barreiras institucionais. 

Outra sugestão do documento é garantir a inclusão de mulheres negras e indígenas no ambiente acadêmico com medidas como bolsas, moradia e assistência psicológica.

Criminalidade

O colegiado possui parceria com o Observatório da Mulher Contra a Violência e com instituições de pesquisa como o DataSenado, que promovem relatórios e pesquisas estatísticas sobre a violência contra as mulheres. 

A primeira reunião de 2024, por exemplo, divulgou  e debateu os resultados da 10ª edição da “Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher”, do DataSenado. O estudo constatou que menos de um quarto das brasileiras (24%) afirmam conhecer muito sobre a Lei Maria da Penha.

Entre as recomendações finais para políticas públicas está a ampliação de centros de atendimento em regiões vulneráveis e o fortalecimento das parcerias com grupos que processam e divulgam dados sobre violência contra a mulher. 

Também é o caso de criar novas campanhas educativas, como o Projeto Banco Vermelho, que distribui bancos nessa cor pela cidade como forma de alertar contra o feminicídio. O projeto, discutido na comissão, se transformou na Lei 14.942, de 2024.

O número de feminicídios em 2023 aumentou, chegando a 1.467 vítimas, maior resultado desde a criação da Lei 13.104, de 2015, que criminaliza esse tipo de violência. Os dados são de 2024, divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, organização sem fins lucrativos que utiliza informações oficiais de órgãos de segurança pública.

Saúde

A saúde da mulher foi outro assunto trabalhado pelas parlamentares, com discussões na penúltima reunião de 2024 sobre 10 ações de políticas públicas para saúde mental de meninas e mulheres, cartilha do Instituto Cactus.

O relatório também atribui à CMCVM parte da mobilização para a sessão especial no Senado em comemoração ao Outubro Rosa, que é o mês de conscientização sobre o câncer de mama. A sessão ocorreu no dia 21 de outubro de 2024.

Outras recomendações

As outras recomendações para políticas públicas dispostas no relatório são:

  • desenvolver políticas efetivas que abordem a violência de gênero e raça, “reconhecendo que as opressões são estruturais e ancoradas no capitalismo”;
  • oferecer treinamentos para profissionais da justiça e segurança pública com foco no racismo estrutural e na perspectiva de gênero;
  • desenvolver programas sobre gênero e masculinidades nas escolas para desconstrução de estereótipos;
  • implementar políticas específicas de prevenção, investigação eficiente e punição exemplar;
  • integrar os poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e a sociedade civil em políticas coordenadas e eficazes.

O colegiado

A CMCVM reúne parlamentares do Senado e da Câmara, com 12 titulares e 12 suplentes de cada Casa Legislativa. A comissão foi criada para apresentar propostas para a consolidação da Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, promover debates com a sociedade, colher informações e fazer intercâmbio com entidades internacionais pertinentes com o tema.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

FONTE : MatoGrossoNews

Evangélica, Cláudia Leitte é atacada por exaltar a Jesus em música, em vez de Iemanjá

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Como o GospelMais já destacou a respeito do significado de perseguição religiosa sistêmica, no Brasil essa realidade não é diferente, podendo ser um exemplo recente disso uma denúncia apresentada ao Ministério Público da Bahia contra a cantora Cláudia Leite, acusada de “racismo religioso”.

Conceito subjetivo que permite múltiplas interpretações, o “racismo religioso”, acusação que agora foi lançada contra Claudinha, também foi apontado contra pastores que pregaram contra as doutrinas das religiões de matriz afro, como o candomblé.

Mas, no caso de Cláudia Leite, esta acusação feita pela Iyalorixá Jaciara Ribeiro e pelo Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-Brasileiras (Idafro), foi por simplesmente substituir uma referência à Iemanjá por Yeshua, nome de Jesus, na música “Caranguejo”, cantada pela artista.

A letra original da música diz: “Joga flores no mar. Saudando a rainha Iemanjá”. Por ser evangélica, algo que já foi declarado publicamente nos veículos de imprensa, Claudinha passou a cantar assim: “Joga flores. Canto meu rei Yeshua”.

Por mais que a alteração da letra reflita a crença da própria cantora, algo devidamente amparado por sua liberdade religiosa e também artística, a artista está sendo acusada de “apropriação” e “racismo”, não apenas pelos acusadores já citados acima, como também pelo secretário de Cultura e Turismo de Salvador, Pedro Tourinho.

“Quando um artista que se diz parte desse movimento, saúda o povo negro e a cultura, reverencia a percussão e musicalidade, faz sucesso e ganha dinheiro com isso, mas, de repente, escolhe reescrever a história e retirar o nome de Orixás das músicas, não se engane: o nome disso é racismo”, disse Tourinho, segundo a CNN Brasil.

O que o secretário de Cultura parece ter ignorado, contudo, foi que no passado, quando iniciou a sua carreira, Cláudia Leite ainda não havia se convertido ao Evangelho de Jesus Cristo. Em 2023 ela falou sobre isso no programa Faustão na Band, declarando o seguinte:

“Eu sou cristã, sou crente, crente mesmo. Fui batizada nas águas em 2012, estou passando por um processo de transformação […]. Eu descobri que não é assim… Da noite para o dia você se tornou uma belíssima e brilhante criatura […]. A minha escolha de ser cristã foi de dentro para fora. Eu queria muito Jesus.”

Reação

Apesar das acusações contra Claudinha, quem resolveu sair em defesa da cantora foi o também cantor Carlinhos Brown, amigo da artista e adepto das religiões de matriz africana.

Ao destacar a fala de Carlinhos, o G1 lembrou também que Cláudia Leite canta “Caranguejo” com a alteração da letra, substituindo Iemanjá por Jesus, desde 2014, refletindo justamente o período da sua mudança de vida religiosa.

“O Guetho é uma casa laica. Todas as pessoas têm direito a ter suas manifestações. (…) [A atitude de Claudia] É uma coisa que eu não queria estar falando porque é polêmica, e eu tenho uma espiritualidade muito acentuada. Mas eu posso te garantir que Claudia Leitte não é uma pessoa racista”, disse Carlinhos.

Até o fechamento dessa matéria, Cláudia Leite não emitiu nenhum comunicado oficial a respeito das acusações.

FONTE : Gospel Mais

CNJ suspende bônus de fim de ano de R$ 10 mil por pessoa no Tribunal de Justiça de Mato Grosso

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APARECIDO CARMO

DO REPÓRTERMT

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) suspendeu, nessa quinta-feira (19), o pagamento do auxílio-alimentação de mais de R$ 10 mil que havia sido concedido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) a todos os magistrados e servidores do Poder Judiciário estadual. A decisão é do corregedor Mauro Campbell Marques.

O valor foi proposto pela presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva, que conclui seu mandato no próximo dia 31 de dezembro. No ano passado, o mesmo benefício custou aos cofres públicos R$ 6,9 mil por pessoa.

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O caso está sob sigilo, mas ao portal G1, o CNJ explicou que o ministro considerou que o “bônus de fim de ano” descaracteriza a finalidade original da verba. Além de pedir mais informações à corte mato-grossense, o ministro Campbell Marques ressaltou a necessidade de uma análise mais detalhada do caso.

LEIA MAIS – CNJ abre investigação sobre bônus de R$ 10 mil para juízes e servidores do TJ

Por conta da polêmica, o CNJ apura se outros tribunais de justiça do país adotaram medidas semelhantes para o fim de ano e pretende cobrar explicações, caso venham a ser confirmados os pagamentos de benefícios.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso tem 275 juízes e, dessa forma, apenas com a categoria o impacto aos cofres públicos seria de mais de R$ 2,7 milhões. Além disso, há cerca de 5 mil servidores, entre concursados e comissionados.

Mato Grosso é o segundo estado que mais gasta com seus magistrados, conforme relatório do CNJ com base nos dados disponibilizados em 2023. Por mês, cada juiz custa R$ 116 mil, deixando a corte atrás apenas do TJ de Mato Grosso do Sul, onde o gasto é de R$ 120,3 mil.

Esses valores incluem, além dos salários, despesas como benefícios, encargos sociais, previdência, imposto de renda, diárias, passagens e indenizações, além de outros valores relativos à atuação judicial.

FONTE : ReporterMT

Menina de 7 anos é morta em ataque com faca em escola na Croácia

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Cinco crianças e dois adultos foram levados ao hospital com ferimentos. De acordo com o ministério da saúde, a professora sofreu lesões e corre risco de morte.

Uma das crianças atacadas, uma menina de 7 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu. A informação foi confirmada pela ministra da saúde, Irena Hristic, ao site Nova TV.

“Estamos horrorizados,” declarou o primeiro-ministro Andrej Plenkovic aos jornalistas. A declaração reflete a comoção causada pelo ataque na comunidade local.

Ataques escolares são raros na Croácia. Em maio do ano passado, um adolescente na Sérvia, país vizinho, atirou dentro de uma escola em Belgrado, matando nove colegas e um guarda escolar.

*Com informações da Reuters

noticia por : UOL