Home Blog Page 434

Após derrota na Suprema Corte, governo Trump já devolveu US$ 81 bilhões em tarifas

0

[ad_1]


O presidente dos EUA, Donald Trump, aponta o dedo durante uma reunião de gabinete na Sala do Gabinete da Casa Branca, em Washington, DC, EUA, em 27 de maio de 2026
REUTERS/Evan Vucci
Desde que a Suprema Corte dos Estados Unidos considerou ilegais as tarifas impostas por Donald Trump a parceiros comerciais do país, o governo americano passou a devolver valores arrecadados de empresas que pagaram tarifas extras sobre produtos importados desde abril de 2025, quando o tarifaço foi anunciado.
Segundo os dados do relatório de contas públicas divulgado nesta segunda-feira (13) pelo Departamento do Tesouro dos EUA, foram reembolsados cerca de US$ 81 bilhões desde outubro de 2025, início do ano fiscal americano.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
No mesmo período do ano anterior, outros reembolsos do governo somaram apenas US$ 5 bilhões. Segundo o Tesouro, o aumento agora ocorreu “quase inteiramente” por causa da decisão da Suprema Corte, com os pagamentos concentrados principalmente nos meses de maio e junho.
Em junho, inclusive, o governo arrecadou US$ 23,6 bilhões com tarifas, mas devolveu US$ 49,2 bilhões a importadores. Na prática, houve uma saída líquida de US$ 25,6 bilhões relacionada às tarifas no mês.
Segundo economistas do Penn-Wharton Budget Model, o governo Trump pode ser obrigado a devolver algo em torno de US$ 175 bilhões em tarifas.
Agora no g1
Por que as tarifas estão sendo devolvidas?
O presidente americano defendia as sobretaxas como uma forma de proteger a indústria, estimular a produção interna e ampliar a arrecadação do governo.
Em fevereiro, porém, a Suprema Corte dos EUA derrubou as chamadas “tarifas recíprocas” de 10% ou mais, aplicadas desde abril de 2025. O tribunal decidiu que Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais dos EUA.
Segundo a Corte, a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), usada por Trump para justificar o tarifaço, não permite ao presidente criar tarifas por conta própria.
Desde então, o governo foi obrigado a reembolsar as empresas importadoras que haviam pago tarifas adicionais com base na IEEPA.
No mesmo dia, Trump informou que usaria um novo instrumento legal para manter taxas contra produtos importados. Desta vez, utilizou a Seção 122 da legislação comercial dos EUA, que lhe permite impor sanções temporárias, para estabelecer uma nova tarifa de 10% com validade de 150 dias.
Exportações
Jornal Nacional/ Reprodução
Déficit dos EUA chega a US$ 1,367 trilhão no ano fiscal
A enorme devolução de tarifas ajudou a agravar o déficit orçamentário dos EUA em junho para US$ 120 bilhões. Um ano antes, o país havia tido um superávit de US$ 27 bilhões.
No acumulado do ano fiscal, iniciado em outubro, o déficit americano alcançou US$ 1,367 trilhão, alta de 2% na comparação com o mesmo período anterior.
A arrecadação total subiu 4% no período, para US$ 4,151 trilhões, mas as despesas cresceram em ritmo maior, chegando a US$ 5,518 trilhões.
Além dos reembolsos das tarifas, o pagamento de juros da dívida pública também pressionou as contas. Os gastos com juros ultrapassaram US$ 1 trilhão no período, alta de 14%.
* Com informações de Reuters e AFP

[ad_2]

Source link

Governo de SP reativa abrigo solidário para moradores de rua

0

[ad_1]

Em resposta à previsão de frio intenso na Região Metropolitana, o governo de São Paulo reativa, nesta segunda-feira, 13 de julho, um abrigo solidário para moradores de rua. A iniciativa visa oferecer proteção e acolhimento a pessoas em situação de vulnerabilidade durante a onda de frio.

Contexto da ação

A Defesa Civil do Estado de São Paulo alertou sobre a chegada de uma massa de ar frio que deve provocar uma queda acentuada das temperaturas nos próximos dias. As mínimas podem chegar a 8°C entre terça-feira, 14, e quinta-feira, 16. Diante desse cenário, a reativação do abrigo solidário é uma medida urgente para garantir a segurança e o bem-estar de quem vive nas ruas.

O que aconteceu

O abrigo estará localizado na Estação Pedro II, da Linha 3-Vermelha do Metrô, e funcionará a partir das 19h desta segunda-feira até as 8h da próxima quinta-feira. Serão disponibilizadas cerca de 140 camas e colchões adicionais para aqueles que buscam abrigo. A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) está colaborando com a ação, que é uma extensão dos esforços do governo para atender a população em situação de rua.

Reações da comunidade

A reativação do abrigo solidário é uma ação bem-vinda e necessária, especialmente em um momento em que muitas pessoas enfrentam dificuldades devido ao frio. Líderes comunitários e organizações sociais têm destacado a importância de iniciativas que promovam a dignidade e a proteção dos mais vulneráveis. A igreja, como um importante agente de transformação social, também pode se envolver em ações de apoio e acolhimento, demonstrando o amor de Cristo em ações concretas.

O que esperar nos próximos dias

Com a previsão de temperaturas mais amenas a partir de quinta-feira, espera-se que a demanda pelo abrigo diminua. No entanto, é fundamental que as autoridades continuem a monitorar a situação e a oferecer suporte às pessoas em situação de rua, que muitas vezes enfrentam desafios diários que vão além das condições climáticas. A solidariedade da comunidade e o envolvimento das igrejas são essenciais para garantir que ninguém fique para trás.

[ad_2]

Source link

Seminário na AMM debaterá impactos da Reforma Tributária na arrecadação dos municípios de MT

0

[ad_1]

A segunda etapa do Seminário de Treinamento do Comitê Gestor do IBS Regional terá início nesta quinta-feira (16), na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com o objetivo de discutir os impactos da Reforma Tributária na arrecadação e na gestão dos municípios de Mato Grosso. A capacitação segue até sexta-feira (18) e vai abordar temas relacionados à arrecadação municipal, fiscalização de tributos, ISSQN, índices do IBS e as medidas necessárias para adaptação ao novo sistema tributário.

O seminário será promovido pela AMM, em parceria com a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz/MT), Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE/MT), Receita Federal e a prefeitura de Cáceres.

A capacitação, que será realizada no formato híbrido, vai apresentar uma visão geral sobre a Reforma Tributária, os impactos na arrecadação estadual e municipal e as ações de conformidade necessárias para a implementação das novas regras.

A programação também inclui orientações sobre fiscalização, gestão e arrecadação do ISSQN, além de debates sobre os primeiros passos da gestão municipal diante da Reforma Tributária e os efeitos da falta de adequação dos municípios.

Outros temas em destaque serão as estratégias das administrações tributárias municipais para incremento do ISSQN e melhoria da participação na cota-parte do ICMS, os aspectos contábeis que influenciam os índices da Reforma Tributária, como receita referência e seguro receita.

A programação reunirá técnicos especialistas e representantes das prefeituras, fortalecendo o debate sobre os desafios da transição para o novo modelo tributário.

[ad_2]

Source link

Operação resgata 29 trabalhadores em condições análogas à escravidão

0

[ad_1]

Uma operação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) resgatou 29 trabalhadores em situação análoga à escravidão na Bahia e em Pernambuco. A ação de fiscalização foi feita em três pedreiras nas regiões dos municípios de Sento Sé (BA), Casa Nova (BA), nas proximidades de Juazeiro, e Santa Cruz (PE).

A função dos trabalhadores era extrair pedras usadas em obras de pavimentação, inclusive em serviços ligados a prefeituras da região.

A Defensoria Pública da União informou nesta segunda-feira (13) que os órgãos firmaram Termos de Ajustamento de Conduta com as empresas responsáveis. Os empregadores pagarão quase R$ 500 mil em verbas rescisórias e indenizações individuais, bem como valores R$ 30 mil e R$ 102,5 mil em danos morais coletivos.

Durante as fiscalizações, realizadas em parceria com o Ministério Público do Trabalho, a DPU e a Polícia Federal , foram identificadas condições degradantes de trabalho e de alojamento.

Os trabalhadores não tinham acesso adequado à água potável, não contavam com espaço apropriado para refeições e estavam instalados em barracões de lona, dormindo em colchões no chão. 

Além disso, os empregados não contavam com equipamentos de proteção individual e estavam expostos à situações de risco à saúde e à segurança.

“Em uma das pedreiras fiscalizadas, a equipe encontrou alimentos armazenados junto a substâncias tóxicas no alojamento. Parte dos equipamentos utilizados nas atividades também foi interditada devido ao risco oferecido aos trabalhadores”, disse a DPU.

Também foram verificados indícios de exploração mineral sem autorização do órgão regulador competente, situação que deverá ser apurada pelos órgãos responsáveis.

O trabalho em condição análoga à escravidão é caracterizado por situações como condições degradantes de trabalho, jornada exaustiva, trabalho forçado ou restrição de locomoção em razão de dívida.

Casos de trabalho análogo à escravidão podem ser denunciados de forma anônima pelo Sistema IPÊ, canal oficial do governo federal para recebimento de denúncias sobre esse tipo de violação.

[ad_2]

Source link

Juíza anula acordo entre Trump e Receita Federal dos EUA que renderia benefícios fiscais ao presidente e o acusa de manipular o judiciário

0

[ad_1]


Donald Trump
REUTERS/Jonathan Ernst
Uma juíza federal dos EUA anulou nesta segunda-feira (13) o acordo entre o presidente Donald Trump e a Receita Federal dos EUA (IRS, na sigla em inglês) que concedia a ele e suas empresas amplas proteções fiscais.
Pelo acordo firmado em maio, o IRS seria obrigado a pedir desculpas a Trump e ficaria proibido de prosseguir com auditorias e possíveis cobranças de impostos ligadas a investigações já abertas contra o presidente, familiares e empresas dele.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
A juíza distrital dos EUA em Miami Kathleen Williams acusou Trump de manipular o sistema judiciário ao processar uma agência federal sob seu próprio controle, contornando a exigência de que as partes em um processo tenham interesses conflitantes e preparando o terreno para um acordo.
Williams concluiu que Trump e a Receita Federal, que ele supervisiona como presidente, não eram verdadeiramente adversários, como exige a Constituição dos EUA em processos cíveis.
O acordo firmado entre Trump e o IRS também envolvia a criação de um fundo bilionário para reparar supostas “vítimas da instrumentalização do governo”, que críticos apontam como uma forma de o republicano canalizar fundos do governo a seus apoiadores condenados por invadir o Capitólio em 6 de janeiro de 2021.
Posteriormente, a ideia da criação do fundo foi abandonada.
Agora no g1
“Esta ação nunca teve como objetivo uma das partes buscar a resolução judicial de uma questão legal ou de uma disputa factual”, escreveu Williams.
A juíza afirmou que, em vez disso, tratava-se de uma tentativa de “dar alguma legitimidade a um acordo para conferir imunidade a pessoas e entidades ligadas ao presidente e destinar bilhões de dólares dos contribuintes americanos para reparar danos não definidos em lei”.
A ordem judicial de Williams impede que qualquer uma das partes envolvidas no caso, incluindo Trump, seus filhos adultos e sua empresa homônima, se refira ao acordo ou cite quaisquer de seus termos em futuros processos judiciais.
Sede do IRS, a Receita Federal dos EUA
Photographs in the Carol M. Highsmith Archive/Bilblioteca do Congresso dos EUA
Essa medida pode anular a parte do acordo que impede o IRS de realizar auditorias em reivindicações fiscais passadas envolvendo Trump ou suas empresas.
O procurador-geral interino, Todd Blanche, já informou ao Congresso que o plano de um fundo de quase US$ 1,8 bilhão para indenizar vítimas da “instrumentalização” e da “guerra jurídica” do governo — termos que Trump usa há tempos para descrever processos judiciais contra ele e seus aliados — não prosseguirá.
Pedido de US$ 10 bi
Trump processou o IRS em janeiro, acusando a agência de não ter feito o suficiente para impedir o vazamento de suas declarações de imposto de renda durante seu primeiro mandato e inicialmente buscando US$ 10 bilhões (R$ 51,5 bilhões, na cotação atual).
O acordo intermediado em maio entre os advogados pessoais de Trump e altos funcionários do Departamento de Justiça levou Trump a desistir do processo em troca de amplas proteções fiscais e da criação do “fundo de instrumentalização”.
O acordo foi alvo de duras críticas por parte de diversos setores, incluindo alguns parlamentares republicanos, que acusaram o governo Trump de agir em benefício próprio e de desviar dinheiro dos contribuintes para aliados políticos.
Um porta-voz da equipe jurídica de Trump não comentou diretamente a decisão do tribunal, mas reiterou as alegações de que os registros fiscais de Trump foram vazados indevidamente e afirmou que o presidente “continua responsabilizando aqueles que prejudicam a América e os americanos”.
Um porta-voz do Departamento de Justiça não respondeu de imediato a um pedido de comentário da agência Reuters.

[ad_2]

Source link

Projeto de lei em Porto Alegre visa proibir terapias de conversão

0

[ad_1]

Um projeto de lei em tramitação na Câmara Municipal de Porto Alegre busca proibir as chamadas “terapias de conversão” para pessoas homossexuais. A proposta, de autoria do vereador Giovani Culau, prevê punições para indivíduos e instituições que oferecerem tais práticas, levantando preocupações sobre a liberdade religiosa.

O que é o projeto de lei?

O projeto de lei propõe a punição administrativa para aqueles que ofereçam ou anunciem publicamente “terapia de conversão” em diversos ambientes, incluindo consultórios médicos, clínicas psicológicas e até mesmo em contextos religiosos. As infrações incluem submeter pessoas a tratamentos com o objetivo de alterar sua orientação sexual ou identidade de gênero, além de práticas coercitivas como chantagens e castigos físicos.

Preocupações sobre a liberdade religiosa

A proposta gerou um intenso debate entre os vereadores, especialmente entre aqueles que se identificam como cristãos. A vereadora Tanise Sabino, psicóloga e cristã, expressou sua preocupação em relação ao texto da lei, afirmando que ele não distingue claramente entre práticas abusivas e o aconselhamento espiritual que muitos pastores oferecem. “Ao não separar o que é prática abusiva do que é aconselhamento espiritual, o projeto abre margem para transformar ambientes religiosos em alvos de infração administrativa”, afirmou Tanise em suas redes sociais.

“O projeto abre margem para transformar ambientes religiosos em alvos de infração administrativa.”

— Tanise Sabino

Outro vereador, Hamilton Sossmeier, também levantou questões sobre a proposta, alertando que ela pode impactar diretamente a liberdade das igrejas em Porto Alegre. Ele destacou que o texto pode responsabilizar aqueles que realizam aconselhamentos relacionados à orientação sexual, mesmo que a pessoa busque esse apoio voluntariamente.

O que esperar do futuro?

As punições propostas para quem infringir a norma variam desde advertências e multas, que podem chegar a R$ 2.500, até a suspensão das atividades e a cassação do alvará de funcionamento. A tramitação do projeto ainda está em andamento, e a discussão sobre suas implicações para a liberdade religiosa e o aconselhamento pastoral continua a ser um tema quente entre os vereadores e a comunidade cristã.

É crucial que a comunidade cristã esteja atenta a essas mudanças e participe ativamente do debate, defendendo a liberdade de expressão e o direito de oferecer apoio espiritual a todos que buscam. O desdobramento dessa situação poderá influenciar não apenas Porto Alegre, mas outras cidades e estados que enfrentam questões semelhantes.

[ad_2]

Source link

Flávia Moretti reafirma compromisso com convocação de classificados da Guarda Municipal

0

[ad_1]

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, reafirmou na manhã desta segunda-feira (13), durante entrevista ao programa Tribuna, da Vila Real FM, o compromisso da administração municipal com a convocação de novas turmas do concurso público da Guarda Municipal.

Ao ser questionada sobre o tema, a prefeita destacou que a intenção da gestão é realizar novos chamamentos entre o final de 2027 e o início de 2028. Segundo ela, o cronograma dependerá da saúde financeira do município e da capacidade orçamentária da administração para ampliar o efetivo da corporação de forma responsável.

Flávia Moretti ressaltou que o fortalecimento da Guarda Municipal permanece entre as prioridades da gestão, mas enfatizou que todas as etapas serão conduzidas com planejamento e responsabilidade fiscal, respeitando os limites legais e financeiros do município.

Durante a entrevista, a prefeita também informou que autorizou o secretário municipal de Defesa Social, Inspetor GM Louriney Santos, a adotar as medidas necessárias para a prorrogação da validade do concurso público da Guarda Municipal. A iniciativa tem como objetivo garantir que os candidatos classificados permaneçam aptos para futuras convocações dentro do prazo estabelecido pela administração.

A prorrogação do certame assegura segurança jurídica ao processo e permite que novos chamamentos sejam realizados conforme a disponibilidade financeira do município, preservando o compromisso da gestão com os candidatos aprovados e com o fortalecimento da segurança pública municipal.

[ad_2]

Source link

Congresso se aproxima do recesso sem votar PEC 6×1 e PL da Misoginia

0

[ad_1]

O Congresso Nacional se aproxima do recesso parlamentar, previsto para começar neste sábado (18), sem concluir a análise da proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada de trabalho das atuais 44 para 40 horas semanais. 

Aprovada na Câmara dos Deputados, em 27 de maio, com apenas 22 votos contrários, a PEC segue travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

O senador não despachou a proposta para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e como não há sessão da comissão nesta semana, a análise da PEC deve ficar para o segundo semestre.

Misoginia

Na Câmara dos Deputados, a expectativa é para se votar o projeto de lei que criminaliza a misoginia, que é o ódio e a discriminação contra mulheres pelo fato de serem mulheres. O PL 896 de 2023 equipara a misoginia à prática do racismo.

A assessoria da relatora do projeto, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), informou à Agência Brasil que “tudo está encaminhado” para o PL entrar na pauta na quarta-feira (15).

Porém, o texto não foi incluído na previsão de votações da semana. A pauta de votações, contudo, pode sofrer alterações e a proposta pode ainda ser incluída na pauta de última hora.  

A urgência do PL que criminaliza a misoginia foi aprovada na Câmara no dia 1º de julho por 293 votos favoráveis e 158 contrários. No Senado o texto foi aprovado, por unanimidade, em março.

O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), ao reconhecer que a criminalização da misoginia divide o plenário, pediu que as bancadas recebam a relatora Tabata Amaral para construção de um “texto de consenso”.

“[Com a urgência sendo aprovada] nós vamos, ao lado das lideranças, com muita cautela, com muito respeito, construir o melhor texto possível.”, disse Motta.

A urgência ao projeto foi rejeitada pelos partidos Novo, Missão e o Partido Liberal (PL) que encaminharam contra a votação. A líder do PL Júlia Zanatta (PL-SC), argumenta que o tema não está maduro para votação. “Há várias divergências”, disse.

MP do Frete

Outro tema que pode ficar de fora da pauta do Senado desta semana é a Medida Provisória (MP) 1.343, de 2026, editada pelo governo federal e que altera a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviários de Cargas.

A MP perde a validade na quinta-feira (16). Mesmo assim, não foi incluída na pauta de votações pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A MP foi aprovada na Câmara no dia 17 de junho.

Inicialmente, o texto do governo federal busca fortalecer a fiscalização para cumprimento do pagamento do piso mínimo do frete dos caminhoneiros, além de prever a aplicação de multas de até R$ 1 milhão contra empresas que contratem motoristas autônomos por valores abaixo da tabela mínima do frete. 

Na Câmara, o texto sofreu alterações pelo relator Zé Trovão (PL-SC), que incluiu no texto uma anistia das multas dos caminhoneiros que fecharam rodovias em 2022.

Trovão ainda incluiu anistia para multas aplicadas contra quem descumpriu o pagamento do frete mínimo, instituída pela Lei 13.703, de 2018.

Câmara

A pauta de votações do plenário da Câmara na última semana antes do recesso parlamentar prevê a análise de 19 projetos, medidas provisórias e requerimento de urgência.  

Entre as MP, destacam-se as que abrem créditos extraordinários para os ministérios do Desenvolvimento Agrário; da Integração e do Desenvolvimento Regional; de Minas e Energia, e do Meio Ambiente.

Entre os projetos da pauta, estão o que autoriza a instalação de câmeras de reconhecimento facial nas estações ferroviárias e rodoviárias, no interior dos vagões das composições, em vias públicas e repartições públicas (PL 1.828, de 2023), assim como o projeto que prevê a cassação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de quem abandonar animais na rua.

Senado

No Senado, a pauta do plenário prevê a análise de medidas provisórias, entre elas a MP 1.344, de 2026 que abre crédito de R$ 10 bilhões no orçamento para subsidiar parte do preço do diesel em função da guerra no Oriente Médio.

A MP 1.342, de 2026 também foi pautada no Senado com previsão de R$ 1,3 bilhão para ações emergenciais nos municípios de Minas Gerais atingidos pelas chuvas.

[ad_2]

Source link

Calendário eleitoral: convenções partidárias são etapa decisiva

0

[ad_1]

A corrida eleitoral deste ano entra em uma etapa decisiva nas próximas semanas. Entre os dias 20 de julho e 5 de agosto, partidos e federações realizarão suas convenções partidárias. Esses encontros são fundamentais para oficializar os candidatos aos cargos eletivos e chancelar as alianças e coligações que disputarão o pleito.

É  nesse período que serão escolhidos os nomes que vão concorrer aos cargos de presidente da República, governador, senador e deputados federais, estaduais e distritais.

Depois da escolha, os candidatos ainda precisam passar por outra fase: o pedido oficial de registro na Justiça Eleitoral. Esse processo deve ser feito até o dia 15 de agosto.

A partir daí, a Justiça analisa toda a documentação e verifica se cada candidato cumpre os requisitos exigidos pela legislação. Só depois dessa checagem o nome pode ser liberado para aparecer na urna eletrônica.

No caso da disputa pela Presidência da República, é o Tribunal Superior Eleitoral que faz a análise dos registros. Já os Tribunais Regionais Eleitorais, os TREs, cuidam dos pedidos para os demais cargos estaduais e federais.

As regras também definem quantos candidatos cada partido pode lançar. Para presidente, governador ou prefeito, por exemplo, só é permitida uma candidatura por partido, federação ou coligação, sempre acompanhada de um vice.

Nas eleições para deputado e vereador, o número de candidatos pode chegar ao total de vagas em disputa, mais uma vaga extra.

Outro ponto de atenção é a chamada cota de gênero. A legislação determina que os partidos e federações tenham no mínimo 30% e no máximo 70% de candidaturas de cada gênero. Caso essa proporção não seja respeitada, o registro de toda a chapa pode ser negado.


[ad_2]

Source link

Em semana decisiva sobre novas taxas dos EUA, Lula diz não acreditar em tarifaço

0

[ad_1]


Em semana decisiva sobre novas taxas dos EUA, Lula diz não acreditar em tarifaço
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta segunda-feira (13) que “não vai ter tarifaço” ao ser questionado sobre a preocupação com um possível aumento de tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.
A fala ocorre em uma semana decisiva para a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos. A expectativa é que a Casa Branca anuncie até quarta-feira (15) se colocará em prática novas tarifas de 25% e 12,5% sobre produtos brasileiros.
A declaração foi dada ao repórter João Mota, da TV Vanguarda, na saída de um evento de lançamento de uma turbina movida a etanol, em São José dos Campos, no interior de SP (leia mais abaixo).
Lula não concedeu entrevista coletiva e respondeu apenas à pergunta durante a caminhada até a saída do local. O governo brasileiro informou que aguarda a decisão para definir uma eventual resposta a confirmação das novas tarifas.
A hipótese foi reforçada após a declaração recente do representante do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, de que os dois países ainda estão distantes de um acordo.
No entanto, negociadores brasileiros avaliam que, neste cenário, existe a possibilidade de o Departamento de Estado norte-americano incluir um anexo modificado na decisão sobre os 25%, aumentando a lista de exceções ao tarifaço, por exemplo.
O governo brasileiro também aguarda ser chamado para uma última reunião virtual até quarta-feira (15) com Jamieson Greer. A expectativa é que haja uma prévia da decisão nessa reunião.
Presidente Lula cumpriu agenda em São José dos Campos na tarde desta segunda (13).
Reprodução/TV Vanguarda
Turbina movida a etanol
A declaração foi dada durante visita ao Campus do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), em São José dos Campos (SP), onde Lula conheceu a primeira unidade brasileira de geração de energia elétrica equipada com uma turbina a gás totalmente desenvolvida no país e abastecida com etanol hidratado.
A tecnologia, criada por pesquisadores brasileiros, busca ampliar o uso do biocombustível na geração de energia e em aplicações como operações militares, regiões isoladas e sistemas de emergência.
Durante discurso no evento, Lula defendeu o fortalecimento da indústria de defesa e afirmou que o Brasil precisa investir nas Forças Armadas para garantir a soberania nacional.
O presidente também destacou que o país deve agregar valor aos minerais estratégicos, como as terras raras, e disse que quem quiser explorar esses recursos no Brasil terá de realizar o processamento no país, e não apenas exportar a matéria-prima.
Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

[ad_2]

Source link