Home Blog Page 435

Peça no Museu da Bíblia destaca a vida de oração de George Washington

0

[ad_1]

O Museu da Bíblia, em Washington, D.C., está celebrando o 250º aniversário dos Estados Unidos com uma nova peça teatral chamada “A General’s Prayer”. A produção destaca a vida de oração de George Washington e suas lutas pessoais durante os momentos mais sombrios da Revolução Americana.

Contexto histórico

A Revolução Americana, que ocorreu entre 1775 e 1783, foi um período crítico na história dos Estados Unidos. George Washington, como comandante do Exército Continental, enfrentou desafios imensos, tanto no campo de batalha quanto em sua vida pessoal. A fé desempenhou um papel crucial em sua liderança e determinação.

O que aconteceu

A peça “A General’s Prayer” é um monólogo que revela aspectos íntimos da vida de Washington, incluindo suas práticas de oração e como sua fé o sustentou em tempos de crise. A produção convida o público a refletir sobre a importância da espiritualidade e da oração em momentos de adversidade. Segundo o Museu da Bíblia, a peça busca mostrar não apenas o líder militar, mas também o homem de fé que buscava a orientação divina em suas decisões.

Reações e impacto

A estreia da peça tem gerado grande expectativa entre os visitantes do museu e a comunidade cristã. Muitos veem a obra como uma oportunidade de relembrar a importância da fé na fundação dos Estados Unidos. “É essencial reconhecer como a oração e a fé moldaram a liderança de Washington e, por consequência, a história do nosso país”, afirmou um representante do museu.

O que esperar

Com a peça em cartaz, o Museu da Bíblia espera atrair mais visitantes interessados em explorar a intersecção entre fé e história. Além disso, a produção pode inspirar discussões sobre como a oração e a espiritualidade continuam a influenciar a vida pública e privada nos dias de hoje.

A peça “A General’s Prayer” é uma oportunidade única para refletir sobre a vida de um dos fundadores dos Estados Unidos e o papel que a fé desempenhou em sua jornada. Com a crescente polarização na sociedade, a mensagem de esperança e fé se torna ainda mais relevante.

[ad_2]

Source link

Como o 'novo normal' no Estreito de Ormuz impacta o petróleo e vira pedra no sapato de Trump

0

[ad_1]


Trump diz que EUA vão controlar o Estreito de Ormuz e cobrar 20% sobre carga de embarcações
A crise no Estreito de Ormuz criou um “novo normal” para o mercado de petróleo. Ameaças militares, decisões geopolíticas e disputas pelo controle da passagem passaram a afetar preços, transporte e cadeias globais de abastecimento — mesmo sem um bloqueio completo da rota.
A região também se tornou uma importante ferramenta de pressão do Irã no conflito com os Estados Unidos e um desafio para Donald Trump, que enfrenta os efeitos econômicos da escalada às vésperas das eleições de meio de mandato, em novembro. (leia mais abaixo)
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
Nos últimos dias, ofensivas dos dois países colocaram em xeque o cessar-fogo anunciado em junho e reacenderam as preocupações sobre a segurança da navegação na região, pressionando novamente os preços do petróleo.
Nesta segunda-feira (13), o barril do tipo Brent, referência internacional do petróleo, chegou a subir mais de 9%, a US$ 83,04 o barril, após Trump anunciar que os EUA pretendem controlar o Estreito de Ormuz e cobrar 20% sobre as cargas que passarem pela rota.
🔎 O estreito liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e é uma das principais rotas de transporte de energia do mundo. Ao todo, passam por ali cerca de 20% do petróleo consumido globalmente.
Embarcações no Estreito de Ormuz , vistas de Musandam, Omã
REUTERS / Stringer
Nova dinâmica no mercado
No início da guerra, o temor era de que uma interrupção no fornecimento provocasse uma disparada do petróleo. Agora, o novo normal é o sobe e desce, com oscilações mais bruscas nas cotações mesmo sem uma interrupção efetiva da oferta.
“A principal característica desse novo cenário é a volatilidade e a incerteza”, resume Jackson Campos, especialista em comércio exterior.
“Não se trata da falta de petróleo em si, porque isso não tem acontecido. Mas a possibilidade de interrupção faz com que armadores, seguradoras e refinarias reajam de forma preventiva, elevando os custos em um ‘efeito chicote’ mesmo antes de um bloqueio de fato”, acrescenta.
Segundo Campos, o mundo passou a monitorar a rota com maior atenção. Com isso, qualquer declaração política ou ameaça envolvendo EUA e Irã pode provocar uma reação imediata nos preços, incorporando o risco geopolítico ao custo diário do frete e do seguro marítimo.
Evolução da cotação do petróleo.
Arte/g1
O economista Adriano Pires, sócio-fundador e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), afirma que o Estreito de Ormuz se tornou a principal referência para a formação dos preços do petróleo no curto e médio prazo.
Ele acrescenta que os conflitos recentes, incluindo a guerra entre Rússia e Ucrânia, mostraram uma relação cada vez mais estreita entre segurança energética, segurança alimentar e inflação.
“O novo normal vai além do Estreito de Ormuz. Existem duas áreas do mundo que estão passando por processos complicados e que levam a esse cenário”, diz.
Rússia e Oriente Médio são regiões estratégicas para a oferta global de energia e fertilizantes — com papel relevante na produção de petróleo, gás natural e insumos agrícolas.
“A briga atual é quem vai mandar no Estreito de Ormuz. Enquanto isso não for resolvido — o que acredito que irá demorar — vamos viver períodos mais tensos e menos tensos”, acrescenta.
Infográfico – Estreito de Ormuz
Arte/g1
Pedra no sapato de Trump
A volatilidade do petróleo representa um desafio adicional para Donald Trump, que tem defendido preços mais baixos de energia como forma de estimular a economia americana e conter a inflação.
Nos EUA, uma alta do barril tende a chegar rapidamente aos combustíveis, já que o governo não controla os preços da gasolina — diferentemente do que ocorre no Brasil, onde a Petrobras tem papel relevante na formação dos preços.
Para Gunter Rudzit, professor de Relações Internacionais da ESPM, o Irã identificou justamente esse ponto de vulnerabilidade dos EUA: o impacto da energia sobre a economia e o consumidor.
Ele avalia que, ao usar o Estreito de Ormuz como instrumento de pressão, Teerã atinge diretamente um tema sensível para Trump.
“O Irã ganhou a guerra justamente porque entendeu que o Estreito de Ormuz fechado faria com que o preço do petróleo e dos combustíveis subisse nos EUA. Isso afeta o eleitor, atingindo até mesmo a base ‘MAGA’ do presidente Trump”, afirma.
Os preços da gasolina já voltaram a subir nos EUA diante da nova escalada das tensões na região.
Segundo a associação automobilística AAA, a média nacional do combustível chegou a US$ 3,84 por galão em 9 de julho, alta de 5 centavos em um dia — embora ainda abaixo do pico de US$ 4,56 registrado em maio.
O movimento aumenta a preocupação da Casa Branca com a proximidade das eleições de meio de mandato (midterms), em novembro. Além de governadores, os americanos vão escolher as 435 cadeiras da Câmara e 35 do Senado. Hoje, os republicanos controlam as duas Casas do Congresso.
O que esperar à frente
Adriano Pires, do CBIE, avalia que um petróleo acima de US$ 90 por barril seria um problema político para Trump às vésperas das eleições. Por isso, o presidente americano deve tentar evitar que os preços ultrapassem esse nível para reduzir impactos sobre os combustíveis e a inflação.
“Até novembro, acho que não vai ter petróleo acima de US$ 90. Sabemos que terá eleição americana, e petróleo muito caro aumenta o preço da gasolina e dos derivados nos EUA”, afirma.
No auge da crise do petróleo causada pelas tensões no Estreito de Ormuz, entre março e abril, a commodity chegou a encostar nos US$ 120 por barril.
Do ponto de vista do mercado, o especialista em comércio exterior Jackson Campos afirma que a previsão é de adaptação a essa nova realidade.
“A tendência é o mercado se adaptar a essa nova realidade, diversificar fornecedores e buscar contratos mais flexíveis para tentar até fugir de Ormuz enquanto a situação não se estabiliza”, conclui.

[ad_2]

Source link

Cabo Daciolo questiona identidade de Lula em entrevista

0

[ad_1]

O ex-deputado federal Cabo Daciolo, pré-candidato à Presidência da República, fez uma declaração polêmica ao afirmar que não acredita que Luiz Inácio Lula da Silva seja a mesma pessoa que aparece em eventos públicos. A declaração foi feita durante uma entrevista no podcast Fala Glauber, no dia 2 de julho.

O que aconteceu

Daciolo, que é conhecido por suas posições controversas e por sua forte ligação com a fé cristã, expressou sua desconfiança em relação à identidade do presidente. Ele declarou: “Eu não acredito que esse camarada que está andando pelo Brasil todo falando que é o Lula seja o Lula”. A afirmação gerou repercussão nas redes sociais e entre os comentaristas políticos.

Contexto da declaração

A declaração de Daciolo parece estar relacionada à percepção de que Lula, aos 80 anos, mantém uma disposição física impressionante, realizando viagens e participando de eventos públicos com frequência. Essa observação gerou especulações e teorias da conspiração, que Daciolo parece ter abraçado sem apresentar evidências concretas para sustentar suas alegações.

Reações e polêmica

A fala de Cabo Daciolo provocou reações diversas. Enquanto alguns apoiadores o aplaudiram por sua coragem em questionar figuras públicas, críticos o acusaram de propagar teorias da conspiração sem fundamento. A falta de evidências concretas para suas afirmações também foi um ponto de crítica, levantando questionamentos sobre a responsabilidade de líderes políticos em suas declarações.

“Eu não acredito que esse cara seja o Lula, simples assim”.

— Cabo Daciolo

O que esperar

Com as eleições se aproximando, a retórica de Daciolo pode ser vista como uma estratégia para ganhar visibilidade e apoio entre os eleitores que compartilham de suas dúvidas e desconfianças em relação ao establishment político. No entanto, a falta de substância em suas alegações pode também resultar em um desgaste de sua imagem, especialmente entre os eleitores que buscam propostas concretas e fundamentadas.

[ad_2]

Source link

Supermercado fechado aos domingos: estudo aponta queda de faturamento

0

[ad_1]

Já em março e abril, o cenário mudou. Enquanto o faturamento dos supermercados e atacarejos no Espírito Santo caiu 1,3%, a média nacional registrou crescimento de 0,7%, segundo a Scanntech. Ou seja: mesmo com crescimento menor na média nacional, no estado capixaba houve retração no setor.

[ad_2]

Source link

A mesma IA pode ter te avaliado mal e rejeitado seu currículo em várias empresas, diz pesquisa

0

[ad_1]


Por que ninguém responde seu currículo?
Você envia currículo atrás de currículo. A resposta quase nunca chega. Quando chega, é automática, padronizada e fria: “não seguimos com sua candidatura”. A sensação é de que centenas de empresas tenham chegado, ao mesmo tempo, à mesma conclusão sobre você.
Um estudo liderado por pesquisadores da Universidade Stanford sugere uma explicação técnica para essa experiência, cada vez mais comum e já apontada pelo g1 em abril. Talvez você não esteja sendo rejeitado por várias empresas diferentes, mas, na prática, pelo mesmo sistema repetidas vezes.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A pesquisa, intitulada “Algorithmic Monocultures in Hiring”, é a mais abrangente já realizada sobre recrutamento mediado por inteligência artificial. Os pesquisadores analisaram uma base inédita de dados reais, com mais de 3,4 milhões de candidatos e cerca de 4 milhões de candidaturas avaliadas em 156 empresas de 11 setores da economia.
O volume de dados já chama atenção, mas há um detalhe ainda mais relevante: todas essas candidaturas foram avaliadas por algoritmos desenvolvidos por um mesmo fornecedor de tecnologia.
Isso permitiu observar um fenômeno que costuma passar despercebido por candidatos, empresas e até pesquisadores do mercado de trabalho. Quando muitas organizações utilizam sistemas semelhantes para selecionar profissionais, as decisões deixam de ser totalmente independentes.
🔎 Os autores chamam esse fenômeno de “monocultura algorítmica”. O conceito foi emprestado da agricultura, em que grandes áreas são ocupadas por uma única espécie de cultivo. Embora esse modelo possa trazer ganhos de eficiência, também cria vulnerabilidades, já que qualquer problema tende a se espalhar rapidamente.
Um estudo de Stanford sugere que candidatos podem estar sendo rejeitados repetidamente pela mesma lógica algorítmica, mesmo ao se inscreverem em empresas diferentes.
Pexels
Empresas diferentes decidem de forma parecida
No mercado de recrutamento e seleção, o que está sendo padronizado não é a produção, mas os critérios usados para decidir quem avança ou não em um processo seletivo.
Durante décadas, as decisões de contratação ficaram nas mãos de recrutadores, gestores e equipes com visões próprias. Mesmo diante de currículos semelhantes, era comum que chegassem a conclusões diferentes.
Com a expansão dos sistemas automatizados, parte dessa diversidade tende a desaparecer. Empresas diferentes podem acabar utilizando modelos que analisam candidatos de forma muito parecida, reproduzindo os mesmos padrões em larga escala.
Na prática, quem procura emprego pode se deparar com várias portas de entrada aparentemente independentes, mas abertas ou fechadas pela mesma lógica.
🔎 Essa possibilidade levou os pesquisadores a investigar um fenômeno chamado “rejeição sistêmica”. O termo descreve situações em que um candidato se inscreve em várias vagas e é rejeitado em todas elas. Esse tipo de experiência sempre existiu, mas o que chamou a atenção dos pesquisadores foi a frequência com que isso ocorre quando os processos seletivos são influenciados pelos mesmos sistemas.
Os dados mostram que cerca de 10% dos candidatos que se inscrevem em quatro vagas são rejeitados em todas elas. O padrão se mantém mesmo quando o número de candidaturas aumenta. Entre os candidatos que se inscrevem em 10 vagas, aproximadamente 4% acumulam 10 rejeições consecutivas.
À primeira vista, os percentuais podem parecer modestos. Do ponto de vista estatístico, porém, eles revelam um padrão importante: as rejeições se acumulam com uma frequência maior do que a esperada em decisões independentes.
Para verificar se esse comportamento poderia ser explicado apenas pelo acaso, os pesquisadores compararam os resultados com uma linha de base teórica e com evidências de estudos anteriores sobre processos de recrutamento sem centralização algorítmica.
A conclusão foi clara: as rejeições sucessivas não são apenas fruto do azar ou da coincidência. Elas refletem uma lógica de avaliação que se repete entre diferentes empresas.
Essa dinâmica ajuda a explicar outra característica cada vez mais comum nos processos seletivos. Na maioria dos casos, os algoritmos não tomam a decisão final de contratação. Eles atuam antes, como um filtro inicial que define quais candidatos avançam e quais são eliminados.
Assim, muitos profissionais podem ser eliminados antes mesmo de um recrutador analisar seus currículos. Do ponto de vista do candidato, a experiência é silenciosa: não há entrevista, contato com a empresa nem, muitas vezes, uma explicação para a rejeição.
Parte da frustração de quem busca emprego pode estar ligada justamente a essa etapa oculta do processo. O currículo é enviado, mas não chega a disputar a vaga de fato.
A chamada “monocultura algorítmica” faz com que diferentes empregadores avaliem profissionais com critérios semelhantes, reduzindo a diversidade de decisões.
Pexels
Perfis semelhantes tendem a receber respostas semelhantes
Os pesquisadores encontraram evidências de que candidatos com características semelhantes tendem a receber avaliações parecidas, mesmo quando se candidatam a empresas diferentes.
🔎 Quando um sistema considera um perfil pouco adequado, há uma chance significativa de que outros sistemas semelhantes cheguem à mesma conclusão. E vice-versa.
O ponto central é que os modelos de IA compartilham critérios semelhantes de classificação. Com isso, uma avaliação inicial, que pode ser limitada ou imperfeita, ganha peso ao ser reproduzida em diferentes processos seletivos.
Diante desse cenário, os pesquisadores testaram uma questão prática: enviar mais candidaturas ainda aumenta as chances de conseguir uma vaga?
A resposta é sim. Mas esse ganho tende a ser menor quando as decisões se repetem.
Nas simulações, um candidato precisaria se inscrever em cerca de 10 vagas para ter uma alta probabilidade de receber ao menos uma recomendação positiva em um cenário de decisões independentes.
Quando os processos são influenciados por sistemas centralizados, esse número sobe para cerca de 25 candidaturas para atingir uma probabilidade de 99,9%.
A concentração do mercado amplia os efeitos
Os resultados do estudo não dizem respeito apenas aos algoritmos. Eles também levantam questionamentos sobre a estrutura do mercado de tecnologia aplicada ao recrutamento.
Hoje, muitas empresas utilizam soluções desenvolvidas por um número relativamente pequeno de fornecedores. Alguns atendem organizações de diferentes setores e operam em grande escala.
Essa concentração amplia os efeitos da monocultura algorítmica.
Quando um único sistema influencia decisões em dezenas ou centenas de empresas, eventuais falhas deixam de ser casos isolados. O mesmo vale para limitações ou vieses incorporados aos modelos.
Por isso, os pesquisadores defendem que a concentração tecnológica merece atenção não apenas do ponto de vista concorrencial, mas também pelos impactos sobre as oportunidades profissionais.
Apesar da crescente influência da inteligência artificial nos processos seletivos, o setor ainda opera com pouca transparência, segundo os pesquisadores.
Os próprios autores destacam que estudos independentes em larga escala são raros. A principal razão é que as plataformas raramente disponibilizam seus dados para análises externas.
Isso cria obstáculos tanto para a fiscalização quanto para o avanço do conhecimento. Sem acesso às informações, torna-se mais difícil identificar falhas, medir vieses e entender como esses sistemas afetam diferentes grupos.
O desafio é especialmente relevante porque essas decisões têm impacto direto sobre o acesso ao emprego, à renda e às oportunidades de carreira.

[ad_2]

Source link

Flávio Bolsonaro recebe oração de líderes cristãos em vídeo

0

[ad_1]

Em um movimento estratégico para reconquistar o apoio da comunidade evangélica, Flávio Bolsonaro publicou um vídeo onde recebe oração de líderes cristãos. A ação ocorre em um contexto de intensificação das campanhas para as eleições presidenciais de 2026.

Contexto da campanha presidencial

As eleições presidenciais de 2026 estão se aproximando e, com elas, os candidatos estão intensificando suas estratégias para angariar apoio de diferentes segmentos da população. A comunidade evangélica, que desempenha um papel significativo no cenário político brasileiro, tem sido um foco especial para Flávio Bolsonaro, que busca recuperar a confiança dos eleitores cristãos.

O que aconteceu

No vídeo compartilhado, Flávio aparece cercado por líderes cristãos, que oram por sua campanha e por sua vida. Essa demonstração de apoio espiritual é uma tentativa clara de reforçar seus laços com a fé cristã e com a comunidade evangélica, que tem se mostrado influente nas decisões eleitorais.

Flávio enfatizou a importância da oração em sua vida e em sua trajetória política, ressaltando que a fé é um pilar fundamental para enfrentar os desafios que surgem na política. A ação foi bem recebida por alguns segmentos da comunidade, que veem a oração como um ato de compromisso e humildade.

Reações da comunidade evangélica

A repercussão do vídeo foi imediata. Muitos líderes evangélicos expressaram apoio à iniciativa, destacando a importância de ter representantes que valorizem a fé e a espiritualidade em suas vidas e decisões. No entanto, também houve críticas de alguns setores que questionam a sinceridade das intenções de Flávio, considerando que a aproximação com a fé pode ser vista como uma estratégia eleitoral.

“A oração é um ato poderoso e deve ser parte da vida de todo cristão, especialmente de quem está em posições de liderança. Agradeço a todos que têm orado por mim e pela minha família”, afirmou Flávio no vídeo.

— Flávio Bolsonaro

O que esperar para o futuro

À medida que a campanha avança, é provável que Flávio continue a buscar o apoio da comunidade evangélica, utilizando eventos religiosos e encontros com líderes cristãos como parte de sua estratégia. A interação com a fé e a espiritualidade pode ser um diferencial importante em sua candidatura, especialmente em um país onde a religião desempenha um papel crucial na vida de muitos cidadãos.

Além disso, a resposta da comunidade evangélica será fundamental para determinar o sucesso de suas iniciativas. A capacidade de Flávio de se conectar genuinamente com os valores e preocupações dos cristãos pode ser um fator decisivo nas urnas.

[ad_2]

Source link

Etanol na gasolina deve subir para 32%; veja quais carros podem sofrer

0

[ad_1]

E as consequências para o bolso podem ser pesadas. Segundo Vinicius Giungi, proprietário de Benimports e especializado na importação de componentes para carros, as peças mais procuradas normalmente são velas, bicos injetores, bombas de combustível de baixa e alta pressão, sensores do sistema de alimentação, corpo de borboleta, mangueiras e componentes de vedação.

[ad_2]

Source link

'Necromancia digital': como a IA está recriando pessoas mortas e dividindo opiniões

0

[ad_1]


Morre o ator britânico e neozelandês Sam Neill, aos 78 anos
A morte de Sam Neill, nesta segunda-feira (13), voltou a inundar a internet com imagens e vídeos criados por inteligência artificial para retratar o ator após a morte.
Conhecido por interpretar o paleontólogo Alan Grant na franquia “Jurassic Park”, o ator foi “recriado” como um fantasma entre dinossauros ou chegando aos portões do parque em meio às nuvens.
Imagem de IA cria o ator Sam Neill ao “chegar no céu” com o portão do Jurassic Park
Reprodução/ X
O mesmo aconteceu em maio, após a morte do fisiculturista Gabriel Ganley, aos 22 anos. Entre os vídeos criados por IA, um mostra sua “chegada ao céu” em uma “academia nas nuvens”.
As “homenagens” reacenderam o debate sobre a manipulação da imagem de pessoas mortas e os limites do uso da IA. O fenômeno tem um nome: “necromancia digital”.
IA cria academia no céu em homenagem da morte de Gabriel Ganley
Reprodução/ Internet
🔎 A “necromancia” é popularmente conhecida como a prática de se comunicar com os mortos ou invocar seus espíritos. A versão digital descreve o ato de manipular vozes, imagens e traços de personalidade de pessoas falecidas para gerar conteúdos produzidos com IA.
A tendência é cercada de controvérsias, pois o conteúdo feito por IA pode transformar o luto em um produto e criar “fantoches digitais” de pessoas que não podem mais se defender.
É o que explica Elaine Kasket, professora de psicologia da Universidade de Bath, no Reino Unido, e autora do livro “All the Ghosts in the Machine: The Digital Afterlife of Your Personal Data” (“Todos os fantasmas na máquina: a vida após a morte digital dos seus dados pessoais”, em tradução livre).
Não é de hoje
A grande novidade é que a criação dos avatares deixou de depender de pessoas com conhecimento técnico avançado. Hoje em dia, a criação dos chamados “grief bots”, ou “robôs de luto”, tornou-se mais comum com a popularização das ferramentas de IA.
Plataformas como ChatGPT e Claude, por exemplo, podem ser usadas para transformar os “restos digitais” — mensagens, áudios e vídeos de uma pessoa falecida — em avatares.
Esse uso indiscriminado de ferramentas para “reviver” personalidades também pode distorcer a memória dessas pessoas. Essa é a reclamação de Flávia Christina, filha de Pelé. Recentemente, ela criticou vídeos desse tipo e afirmou ficar desconfortável com imagens do pai: “não são atitudes normais dele”.
O assunto talvez chamasse menos atenção quando era usado com mais parcimônia ou quando não havia alternativa. Em Hollywood, dublês e computação gráfica foram usados para concluir as cenas do ator Paul Walker em Velozes e Furiosos 7, lançado em 2015.
No ano seguinte, a franquia Star Wars também recriou digitalmente o ator Peter Cushing em Rogue One: Uma História Star Wars.
Maria Rita e Elis Regina cantam “Como Nossos Pais” em publicidade
Divulgação/Volkswagen
No Brasil, o caso de maior repercussão ocorreu em 2023, quando a Volkswagen usou IA para criar um dueto entre a cantora Elis Regina, morta há 44 anos, e sua filha, Maria Rita. A montadora utilizou tecnologia de deepfake para recriar Elis na campanha.
Na internet, as reações se dividiram, e órgãos reguladores passaram a analisar o caso.
O Conar chegou a abrir uma investigação para apurar se a campanha violava o Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária. Além disso, um projeto do senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL) propunha estabelecer diretrizes para o uso de imagens e áudios de pessoas falecidas por meio de IA. Ambos acabaram arquivados.
Segundo Kasket, a regulamentação não avança com rapidez suficiente para reduzir os riscos do uso inadequado da IA após a morte, e figuras influentes podem se tornar alvo de interesses políticos ou comerciais.
“Qualquer pessoa pode usar restos digitais para manipular os mortos como fantoches”, afirma a professora.
Ela observa ainda que alguns governos são fortemente influenciados por empresas de tecnologia, o que pode ainda comprometer a proteção da privacidade dos cidadãos.
Como solução, a especialista defende a criação de um modelo de direitos da personalidade que se estenda além da morte física e limite legalmente o uso de restos digitais para replicação ou personificação.
Pessoalmente, Kasket já tomou precauções: “Coloquei uma cláusula de ‘não me transforme em bot’ no meu testamento, embora isso ainda não seja legalmente aplicável no Reino Unido”.
Mercado do luto
Além da vulnerabilidade de quem morreu, especialistas também apontam a exploração dos familiares. No setor conhecido como “grief tech”, ou “tecnologia do luto”, empresas passaram a criar versões virtuais de pessoas falecidas para que amigos e parentes possam interagir com esses clones digitais.
Essa prática também ganhou espaço entre pessoas comuns com a popularização dos “grief bots”, ou “robôs do luto”. Como qualquer pessoa pode criar clones digitais, também pode oferecer esse tipo de serviço a famílias enlutadas.
Foi nesse contexto que surgiram casos polêmicos. No ano passado, o jornalista Jim Acosta, ex-âncora da CNN nos Estados Unidos, entrevistou um avatar criado por inteligência artificial de Joaquin Oliver, jovem de 17 anos morto no massacre em uma escola de Parkland, na Flórida, em 2018.
“A família de Jennifer Ann Crecente pouco pôde fazer quando alguém utilizou o Character.AI para representar a jovem assassinada. Chegou-se a comentar que um autor que cria um personagem fictício tem mais controle sobre a forma como outras pessoas representam esse personagem do que os familiares de uma pessoa falecida têm sobre a imagem de seu ente querido”, disse Elaine Kasket.
A professora ressalta que o luto é uma experiência individual. Por isso, é impossível prever o efeito que uma inovação tecnológica terá sobre quem enfrenta uma perda. “O que uma pessoa experimenta como algo bem-vindo ou útil pode ser inútil ou até traumático para outra”, afirma.
A maior preocupação, segundo a especialista, é a tentativa da indústria de tecnologia de tratar o luto como um “problema” que precisa ser resolvido. Para ela, o luto não é uma patologia, mas uma parte fundamental da experiência humana.
“A ideia de ‘resolver’ experiências humanas como o luto mostra a extensão em que ele está sendo plataformizado”, explica, acrescentando que usar robôs para isso pode ser prejudicial ao processo natural de perda.

[ad_2]

Source link

Irã rejeita controle dos EUA sobre o Estreito de Ormuz

0

[ad_1]

O Irã manifestou forte oposição à recente interferência dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes para o transporte de petróleo no mundo. O governo iraniano ameaçou retaliar militarmente após declarações de Donald Trump sobre a hidrovia.

Contexto da tensão no Estreito de Ormuz

O Estreito de Ormuz é uma passagem estratégica que conecta o Golfo Pérsico ao Mar da Arábia, sendo responsável por aproximadamente 20% do petróleo mundial. A importância dessa região não se limita apenas ao comércio de petróleo, mas também envolve questões geopolíticas que afetam diretamente a segurança e a estabilidade de países vizinhos e do mundo todo.

A presença militar dos Estados Unidos na região tem sido um ponto de discórdia, especialmente entre o Irã e seus aliados. Desde a retirada dos EUA do acordo nuclear com o Irã, as relações entre os dois países se deterioraram, resultando em um aumento das tensões e em uma série de confrontos.

O que aconteceu

Recentemente, declarações de Donald Trump sobre o controle dos EUA no Estreito de Ormuz provocaram uma resposta imediata do governo iraniano. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Nasser Kanaani, afirmou que qualquer tentativa de controle por parte dos EUA seria vista como uma provocação e que o país se reservava o direito de responder militarmente.

Kanaani também destacou que o Irã não permitirá que seus interesses sejam ameaçados e que a segurança do Estreito é uma questão de soberania nacional. Essa postura reflete a determinação do Irã em manter sua influência na região e proteger suas rotas comerciais, que são vitais para sua economia.

Reações internacionais

A comunidade internacional observa com preocupação o aumento das tensões no Estreito de Ormuz. Países que dependem do petróleo transportado por essa rota estão atentos às possíveis consequências de um conflito. A liberdade de navegação é um tema sensível, especialmente para nações que dependem do fornecimento de energia.

Além disso, organizações de direitos humanos e grupos de cristãos perseguidos na região temem que um aumento das hostilidades possa resultar em mais perseguições e violação dos direitos humanos. A instabilidade na região pode impactar diretamente as missões e o trabalho de evangelização, que muitas vezes dependem de um ambiente seguro para operar.

O que esperar

Com a escalada das tensões, especialistas acreditam que o cenário pode se agravar. A possibilidade de um confronto militar direto entre o Irã e os EUA não pode ser descartada. Além disso, a resposta do Irã pode incluir ações que afetem o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, o que teria repercussões globais significativas.

Os cristãos e missionários que atuam na região devem estar cientes das mudanças no ambiente de segurança e se preparar para possíveis desafios. A oração e o apoio à igreja perseguida são fundamentais neste momento de incerteza.

[ad_2]

Source link

Brasil envia ajuda humanitária a Cuba em meio ao cerco dos EUA

0

[ad_1]

O governo brasileiro decidiu enviar 48 toneladas de leite em pó em ajuda humanitária para Cuba. O país caribenho tem sofrido com o endurecimento do bloqueio econômico e com as restrições ao abastecimento de petróleo pelos Estados Unidos (EUA), o que tem contribuído para piorar os dados socioeconômicos da ilha.

Nesta segunda-feira (13), foram enviadas 16 toneladas de leite em pó em um voo da Força Aérea Brasileira (FAB) com destino a Santiago de Cuba. O segundo voo deve deixar Porto Alegre nesta terça-feira (14) com mais 32 toneladas do alimento.

O Palácio do Planalto informou que o objetivo é “contribuir para o enfrentamento da grave situação de desabastecimento vivida pelo país”. A operação é coordenada pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE). Os dois aviões da FAB devem chegar a Cuba na quarta-feira (15).

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR) informou, em nota, que o Brasil já havia realizado doação humanitária a Cuba, em 2025, em resposta aos impactos provocados pelo Furacão Melissa.

“Novas doações de alimentos e medicamentos estão em avaliação pelo governo brasileiro”, informou a Secom, em comunicado.

Bloqueio econômico asfixia Cuba

O bloqueio econômico contra Cuba, que já dura quase 70 anos, foi endurecido pela atual administração da Casa Branca no final de 2025, a partir das restrições navais impostas à Venezuela, que, até então, era a principal fornecedora de petróleo à ilha caribenha.

Em janeiro de 2026, os EUA aumentaram o bloqueio ao ameaçar com sanções quem vender petróleo para Cuba. A nova medida levou o país a ficar três meses sem receber petróleo.

Nas últimas semanas, o Departamento de Estado dos EUA aumentou a pressão contra Cuba com novas sanções aos setores de turismo, mineração de ouro e contra a estatal do petróleo.

As medidas da Casa Branca têm contribuído para o aumento dos apagões, a elevação dos preços de produtos básicos, a redução do transporte público e da oferta da cesta básica alimentar subsidiada pelo Estado. Para moradores de Havana ouvidos pela Agência Brasil, este é o pior momento do país.

[ad_2]

Source link