Home Blog Page 365

Saeed Abedini deve devolver filha de 5 anos à mãe na Turquia

0


Um tribunal federal na Virgínia determinou que Saeed Abedini, conhecido por sua prisão na Irã por causa de sua fé, deve devolver sua filha de 5 anos à mãe, que vive na Turquia. Essa decisão ressalta a complexidade das questões de custódia envolvendo famílias com laços internacionais.

Contexto da situação

Saeed Abedini ganhou notoriedade mundial após ser preso no Irã por sua fé cristã e por seu trabalho em missões. Desde sua libertação, ele tem enfrentado desafios legais, incluindo questões de custódia de sua filha. A situação é emblemática das dificuldades que muitos cristãos perseguidos enfrentam, não apenas em termos de liberdade religiosa, mas também em questões pessoais e familiares.

O que aconteceu

O tribunal decidiu que Abedini deve retornar sua filha à mãe, que atualmente reside na Turquia. A decisão foi tomada em um contexto onde a segurança e o bem-estar da criança foram considerados prioritários. A mãe da criança expressou preocupação com a situação e a necessidade de garantir um ambiente estável para a filha.

Reações à decisão

A decisão do tribunal gerou reações diversas entre os apoiadores de Abedini e defensores da liberdade religiosa. Muitos expressaram solidariedade a ele, destacando a difícil situação que enfrentam os cristãos perseguidos. A comunidade cristã, em geral, tem acompanhado de perto o desenrolar desse caso, que representa não apenas uma questão de custódia, mas também um reflexo das lutas enfrentadas por aqueles que professam sua fé em ambientes hostis.

O que esperar a seguir

Com a decisão do tribunal, espera-se que Saeed Abedini cumpra a ordem e retorne sua filha à mãe. A situação poderá continuar a evoluir, com possíveis apelos ou novas disputas legais. A comunidade cristã e os defensores dos direitos humanos continuarão a monitorar a situação, na esperança de que a criança possa crescer em um ambiente seguro e amoroso.



Source link

Justiça articula ações contra crime organizado em combustíveis

0


O Ministério da Justiça e Segurança Pública promoveu nesta quarta-feira (15), no Rio de Janeiro, uma reunião técnica para tratar do enfrentamento ao crime organizado no mercado formal de combustíveis.

A finalidade do encontro foi estabelecer um ambiente de integração, com a definição conjunta de medidas práticas para combater a atuação do crime organizado em setores estratégicos da economia.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, afirmou que a pasta está empenhada nessa articulação, contribuindo para viabilizar os acordos e a mobilização necessária das forças policiais e de inteligência para esse enfrentamento. 

“Nosso diagnóstico é de que a evolução do crime organizado e a ampliação de sua presença no mercado formal exigem respostas articuladas entre a segurança pública, a inteligência, a fiscalização e a regulação”, afirmou. 

O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro (PGJ), Antonio Campos Moreira, destacou a gravidade do cenário atual no Rio de Janeiro e chamou atenção para o desafio da retomada do controle territorial pelo Estado. 

“O tráfico de drogas é uma atividade econômica secundária para as principais organizações criminosas. O domínio territorial permite que elas explorem toda a cadeia do comércio local, arrecadando quantias vultosas que são posteriormente lavadas em outras atividades econômicas, como no setor de combustíveis”, afirmou. 



Source link

EUA anunciam tarifa de 25% sobre produtos brasileiros; veja itens que serão afetados ou isentos

0


Além da nova tarifa, Washington manteve tarifas específicas para determinados setores com base na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962, principalmente produtos industriais, como itens de ferro e aço, alumínio, cobre, máquinas, equipamentos, autopeças e veículos.



Source link

SpaceX tenta novo voo da supernave Starship nesta quinta; veja o que esperar

0




Estágio superior da Starship antes de 12º voo de teste, em foto de 19 de maio de 2026
Reuters/Steve Nesius
A SpaceX, empresa de foguetes do bilionário Elon Musk, tentará um novo voo de teste de sua Starship, a nave mais poderosa do mundo. O lançamento está marcado para esta quinta-feira (16), às 19h45 (horário de Brasília).
Este será o 13º lançamento de uma Starship, projetada para futuras missões à Lua e Marte. Como nos outros experimentos, não haverá passageiros a bordo e o cronograma poderá ser alterado por falhas na nave e fatores climáticos, por exemplo.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O último lançamento da supernave aconteceu maio e terminou com uma queda brusca do propulsor, Super Heavy, o estágio inferior, que deveria fazer um pouso controlado no Golfo do México. Não houve relatos de feridos ou danos materiais.
A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) suspendeu os voos temporariamente até que as investigações fossem concluídas. O órgão encerrou sua análise na última segunda-feira (13) e abriu caminho para o novo teste.
Starship faz decolagem em 12ª missão de testes da SpaceX
A SpaceX informou que o que causou o incidente em maio foram problemas de acionamento em 5 de 33 motores do Super Heavy, o que fez a manobra de retorno ser interrompida antes da hora.
Os objetivos da empresa para o novo lançamento são parecidos com o teste feito em maio, quando ela estreou a terceira geração da Starship e do Super Heavy.
Na ocasião, a companhia buscava demonstrar na prática o funcionamento das novas peças da V3, como é chamada a nova geração da nave, projetada para missões de maior duração, e lançar no espaço dois satélites reais do seu serviço de internet Starlink.
Agora, a nave tentará pela primeira vez liberar 20 unidades da terceira geração de satélites da Starlink. Eles tentarão se conectar com a rede que já opera no espaço, mas deverão ser destruídos em sua reentrada na atmosfera, que acontecerá cerca de 20 minutos após deixarem a nave.
Entre as novidades estão mudanças na estrutura e no sistema do propulsor para solucionar problemas do voo anterior. A configuração de partida dos motores, por exemplo, teve ajustes para oferecer mais confiabilidade e fazer com que mudanças de direção do veículo sejam mais estáveis.
O estágio superior também recebeu alterações em seu sistema de propulsão. Apesar de ter concluído o voo anterior, a cápsula perdeu um de seus três motores logo após se separar do propulsor, o que exigiu as mudanças.
A SpaceX testará ainda o escudo térmico da Starship, proteção necessária para a nave não ser tomada por chamadas no retorno à Terra. Segundo a empresa, o foco é avançar em um projeto de reutilização rápida da nave.



Source link

Crise interna na direita: Flávio Bolsonaro enfrenta desafios

0


A direita brasileira enfrenta uma nova crise interna, e Flávio Bolsonaro se vê no centro deste turbilhão. Ruídos entre aliados e mudanças no cenário político desafiam sua estratégia para manter a unidade do grupo.

Contexto da situação

A política brasileira tem se mostrado um campo de batalhas constantes, especialmente para a direita. Nos últimos meses, a fragmentação entre os aliados de Flávio Bolsonaro, senador e figura proeminente do grupo, tem se intensificado. As tensões internas surgem em um momento em que a necessidade de coesão é crucial para enfrentar os desafios políticos e sociais que o país enfrenta.

O que aconteceu?

Segundo informações do Comunhão, a crise se acentuou com a insatisfação de alguns aliados em relação à condução de Flávio Bolsonaro. O descontentamento é alimentado por percepções de que a estratégia política não está alinhada com as expectativas de todos os membros do grupo. Essa situação gera um clima de incerteza, que pode impactar diretamente a capacidade da direita de se unir em torno de objetivos comuns.

Além disso, as mudanças no cenário político, como novas alianças e a ascensão de outros líderes, têm contribuído para a sensação de isolamento de Flávio. O desafio agora é como reverter essa situação e restaurar a confiança entre os aliados.

Reações e implicações

As reações em torno dessa crise têm sido variadas. Alguns aliados expressaram publicamente sua preocupação com a falta de diálogo e a necessidade de uma liderança mais inclusiva. Essa situação não só afeta a imagem de Flávio Bolsonaro, mas também coloca em risco a unidade da direita, o que pode ser fatal em um cenário eleitoral cada vez mais competitivo.

O que esperar?

O futuro da direita e de Flávio Bolsonaro depende de como ele irá lidar com essa crise. É crucial que ele busque restabelecer o diálogo e a confiança entre seus aliados, além de reafirmar os princípios que unem o grupo. A capacidade de Flávio de navegar por essas águas turbulentas será testada nos próximos meses, enquanto o país se prepara para novas eleições e desafios políticos.

Os cristãos e as igrejas devem estar atentos a essas movimentações, pois a política impacta diretamente a liberdade religiosa e a defesa dos valores que sustentam a fé. A unidade entre os líderes é vital para garantir que a voz da direita continue a ser ouvida e respeitada.



Source link

Crédito do FGTS para Santas Casas é prorrogado até 2030

0


O plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (15) o projeto de lei (PL) que prorroga até 2030 o prazo para a aplicação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em operações de crédito destinadas a hospitais filantrópicos e Santas Casas de Misericórdia. O PL 2.465/2026 segue para sanção da Presidência da República.

Essa linha de crédito também poderá ser utilizada por instituições sem fins lucrativos que atuam no atendimento a pessoas com deficiência e prestam serviços de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS).

A lei do FGTS permitia esse tipo de operação com juros menores até 2022, a partir de uma medida provisória de 2018, que acabou se convertendo em lei federal no ano seguinte.

Segundo o governo, no período em que vigorou a linha de crédito, o fundo bancou empréstimos de cerca de R$ 3 bilhões para 140 entidades hospitalares filantrópicas por meio de 134 operações de crédito sem destinação específica e de 122 operações de crédito para reestruturação financeira.

A prorrogação do financiamento também deverá permitir a reestruturação de dívidas das entidades com diminuição dos encargos financeiros de 18% ao ano para cerca de 12% ao ano.

De autoria do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), a proposta altera a Lei 8.036, de 1990, que regulamenta o FGTS. Antes de passar no Senado, a medida foi aprovada pela Câmara dos Deputados na semana passada.

Relator da matéria no Senado, Nelsinho Trad (PSD-MS) destacou que as Santas Casas e os hospitais filantrópicos desempenham papel estratégico no sistema de saúde, especialmente em municípios onde representam a principal ou a única estrutura hospitalar. Segundo ele, muitas dessas instituições enfrentam elevado endividamento e dificuldades financeiras, o que ameaça a continuidade de serviços essenciais.

“É evidente a relevância social, econômica e institucional da proposição, cuja pronta aprovação evitará o agravamento do quadro de endividamento do setor filantrópico de saúde e contribuirá para a continuidade assistencial de milhões de brasileiros que dependem diariamente dos serviços prestados por essas entidades”, afirmou.

*Com informações das agências Câmara e Senado.



Source link

Fiesp critica atuação do governo brasileiro em negociação do novo tarifaço

0




Fachada da sede da Fiesp, em São Paulo.
Divulgação: Fiesp/Everton Amaro
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) criticou nesta quarta-feira (15) a condução do governo brasileiro nas negociações com os Estados Unidos após o anúncio de uma nova sobretaxa sobre produtos do Brasil. Em nota, a entidade afirmou que a medida representa um duro golpe para a competitividade da indústria nacional e avaliou que a retaliação comercial poderia ter sido evitada.
Segundo a Fiesp, a decisão dos Estados Unidos é especialmente prejudicial por atingir exclusivamente o Brasil, colocando os exportadores nacionais em desvantagem diante de concorrentes internacionais.
A entidade também atribuiu parte do deterioramento do cenário comercial a uma condução que classificou como marcada por “ruídos diplomáticos desnecessários, críticas personalistas e desalinhamento político com Washington”.
Para a federação, o episódio enfraqueceu uma relação bilateral construída ao longo de mais de dois séculos entre os dois países. A entidade defendeu que uma abordagem mais técnica e pragmática poderia ter evitado o agravamento das tensões comerciais.
“O mercado norte-americano é o principal destino de produtos brasileiros de alto valor agregado. Esse novo ‘pedágio’ imposto às exportações se soma à crônica realidade enfrentada pelas nossas empresas, que convivem com alta carga tributária e com as taxas de juros reais mais elevadas do mundo, entre outros desafios”, afirmou o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.
Agora no g1
A federação informou ainda que continuará atuando junto a parceiros nos Estados Unidos para buscar a reversão ou a mitigação das tarifas, com a ampliação da lista de produtos isentos. (Leia a nota na íntegra abaixo)
CNI diz que tarifa agrava perdas e ameaça exportações
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) também reagiu ao anúncio da nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e afirmou que a medida amplia as dificuldades já enfrentadas pelas empresas exportadoras.
Em nota divulgada nesta quarta, a entidade avaliou que a sobretaxa agrava um cenário que já vinha pressionando as vendas brasileiras aos Estados Unidos e aumenta a insegurança para companhias dos dois países.
Segundo a CNI, os efeitos das tarifas adotadas pelos Estados Unidos desde 2025 já são percebidos no comércio bilateral. De acordo com a entidade, as exportações brasileiras para o mercado americano recuaram 13% no período, o equivalente a US$ 2,6 bilhões. A queda foi puxada principalmente pela redução das vendas de bens industriais, incluindo produtos siderúrgicos, derivados de petróleo e pasta química de madeira.
“Os efeitos do aumento de tarifas dos Estados Unidos estão sendo cada vez mais sentidos pela indústria brasileira: 20 dos 27 estados reduziram suas exportações ao mercado norte-americano no primeiro semestre. Diante do anúncio de hoje, o cenário tende a piorar, corroendo ainda mais a competitividade da indústria brasileira. Não podemos poupar esforços para reverter essa lógica e retomar a relação que Brasil e Estados Unidos construíram”, afirmou o presidente da CNI, Ricardo Alban.
A confederação informou ainda que 20 dos 27 estados brasileiros registraram queda nas exportações para os Estados Unidos no primeiro semestre de 2026, na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Entre os principais estados exportadores, Minas Gerais (-18,9%), Espírito Santo (-19,2%), Rio Grande do Sul (-22,6%), Santa Catarina (-32,9%) e Paraná (-32,9%) apresentaram retrações significativas, segundo os dados da entidade.
Apesar da redução das vendas, os Estados Unidos permaneceram como o principal destino das exportações da indústria de transformação brasileira no período.
FIEMG vê risco de perda de competitividade
A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) também manifestou preocupação com a decisão americana. Em nota, a entidade avaliou que a tarifa adicional de 25% amplia os custos de acesso ao mercado dos Estados Unidos e ameaça a competitividade dos produtos brasileiros.
Segundo a FIEMG, o impacto efetivo dependerá da lista de produtos atingidos, da classificação tarifária de cada mercadoria e do tratamento concedido a concorrentes de outros países. A federação alertou ainda para possíveis efeitos como substituição de fornecedores brasileiros, redução de margens de lucro e renegociação de contratos comerciais.
“A tarifa de 25% altera de forma expressiva as condições de acesso dos produtos brasileiros ao mercado americano. Será fundamental garantir clareza sobre os produtos atingidos, os prazos de implementação da medida e o tratamento dos contratos em andamento, reduzindo as incertezas para as empresas exportadoras”, afirmou Verônica Winter, coordenadora de Facilitação de Negócios Internacionais do Centro Internacional de Negócios da FIEMG.
A entidade defendeu o reforço das negociações entre Brasil e Estados Unidos e pediu regras claras para contratos já firmados, cargas em trânsito e para a implementação das novas tarifas, de forma a evitar uma perda prolongada de competitividade da indústria nacional. (Leia a nota na íntegra abaixo)
Leias as notas na íntegra:
Fiesp
“A Fiesp lamenta, com profunda preocupação, a aplicação de uma nova sobretaxa às exportações de produtos brasileiros ao mercado norte-americano. A decisão é especialmente prejudicial por se limitar de forma unilateral ao Brasil, o que reduz significativamente a competitividade do país perante concorrentes globais
Em um momento de extrema sensibilidade econômica mundial, a opção do governo brasileiro por ruídos diplomáticos desnecessários, críticas personalistas, discursos eleitorais e desalinhamento político com Washington acabou por minar vínculos construídos ao longo de mais de 200 anos de cooperação bilateral.
A retaliação comercial poderia ter sido evitada com uma condução técnica e pragmática, como buscou a Fiesp durante as audiências públicas nos EUA e outras oportunidades no último ano.
“O mercado norte-americano é o principal destino de produtos brasileiros de alto valor agregado. Esse novo ‘pedágio’ imposto às exportações se soma à crônica realidade enfrentada pelas nossas empresas, que convivem com alta carga tributária e com as taxas de juros reais mais elevadas do mundo, entre outros desafios”, diz Paulo Skaf, presidente da Fiesp.
A Fiesp reafirma seu compromisso com a diplomacia empresarial e seguirá trabalhando de forma construtiva junto a parceiros nos EUA para que as tarifas sejam revertidas ou parcialmente mitigadas na ampliação da lista de isenções.”
FIEMG
“FIEMG critica tarifa de 25% dos EUA e alerta para perda de competitividade da indústria brasileira
Medida amplia custos de acesso ao mercado norte-americano e ameaça a competitividade dos produtos brasileiros
A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) avalia com grande preocupação a decisão do governo dos Estados Unidos, anunciada nesta quarta-feira (15), de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros.
A medida cria uma diferença relevante em relação a fornecedores de outros países que disputam os mesmos compradores. O impacto efetivo dependerá dos produtos alcançados, da classificação tarifária de cada mercadoria e do tratamento concedido aos concorrentes internacionais.
Entre as possíveis consequências estão a substituição de fornecedores brasileiros, a pressão pela redução de preços e margens e a renegociação de contratos, prazos e condições comerciais.
“A tarifa de 25% altera de forma expressiva as condições de acesso dos produtos brasileiros ao mercado americano. Será fundamental garantir clareza sobre os produtos atingidos, os prazos de implementação da medida e o tratamento dos contratos em andamento, reduzindo as incertezas para as empresas exportadoras”, afirma Verônica Winter, coordenadora de Facilitação de Negócios Internacionais do Centro Internacional de Negócios da FIEMG.
A FIEMG reforça a necessidade de intensificar as negociações entre Brasil e Estados Unidos e garantir regras claras para contratos já firmados, cargas em trânsito e implementação da medida, evitando uma perda prolongada de competitividade para a indústria brasileira.”



Source link

Cinco verdades sobre problemas que todo cristão deve saber

0


Em um mundo repleto de desafios e dificuldades, a mensagem de Benny Tate traz um alicerce sólido para os cristãos enfrentarem problemas com fé e esperança. Durante sua pregação, ele destacou cinco verdades bíblicas essenciais que podem transformar a maneira como lidamos com as adversidades.

Contexto: A realidade dos problemas na vida cristã

Os problemas são uma parte inevitável da vida, e para os cristãos, isso não é diferente. A Bíblia nos ensina que enfrentar dificuldades faz parte da jornada de fé. Em Tiago 1:2-4, somos exortados a considerar como alegria o passar por várias provações, pois elas produzem perseverança. Essa perspectiva é fundamental para que possamos entender que os problemas não são apenas obstáculos, mas oportunidades de crescimento espiritual.

O que aconteceu: As cinco verdades de Benny Tate

Benny Tate, em sua mensagem, apresentou cinco verdades que todo cristão deve saber sobre os problemas:

  1. Os problemas são inevitáveis: Não podemos evitar as dificuldades, mas podemos escolher como reagir a elas.
  2. Os problemas têm um propósito: Cada desafio pode nos ensinar algo valioso e nos aproximar de Deus.
  3. Deus está conosco: Em meio às tempestades, a presença de Deus é um conforto e uma certeza de que não estamos sozinhos.
  4. Os problemas nos moldam: Eles podem nos tornar mais fortes e mais resilientes, se permitirmos que Deus trabalhe em nós.
  5. A esperança é essencial: Mesmo diante das dificuldades, devemos manter a esperança em Deus, que é a nossa âncora.

Reações: Como a mensagem impactou a comunidade

A pregação de Benny Tate ressoou profundamente entre os ouvintes, que se sentiram encorajados a enfrentar suas lutas diárias com uma nova perspectiva. Muitos compartilharam testemunhos de como essas verdades bíblicas os ajudaram a superar momentos difíceis, reforçando a importância de se apoiar na Palavra de Deus durante as crises.

“Essas verdades me lembraram que não estou sozinho nas minhas lutas. Deus está comigo, e isso me dá força para continuar”, disse um membro da congregação.

— Membro da comunidade

O que esperar: Aplicando as verdades na vida diária

Para aplicar essas verdades em nossas vidas, é fundamental desenvolver uma prática constante de oração e leitura da Bíblia. Buscar a presença de Deus em momentos de dificuldade nos permite encontrar consolo e direção. Além disso, compartilhar nossas lutas com outros irmãos na fé pode criar um ambiente de apoio e encorajamento.



Source link

Educação financeira pode ser incluída no currículo escolar

0


A inclusão da educação financeira como tema no currículo dos ensinos fundamental e médio foi aprovada nesta quarta-feira (15), no plenário do Senado Federal.

O projeto de lei, aprovado na forma de texto alternativo da senadora Teresa Leitão (PT-PE), estabelece que o tema será ensinado de forma transversal em disciplinas já existentes, como matemática, história e geografia, ao longo de toda a formação escolar.

Pela proposta, a educação financeira, que já faz parte da Base Nacional Comum Curricular desde 2017, está agora prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, tornando sua aplicação mais obrigatória. Cada escola terá autonomia para incluir o tema em seu projeto pedagógico de acordo com a sua realidade local, evitando a sobrecarga dos alunos.

A relatora ampliou o texto original para incluir também a promoção da educação fiscal, previdenciária e securitária por parte do poder público. Com isso, os alunos também vão aprender sobre a importância dos impostos para o financiamento de serviços públicos, além de entender o funcionamento da previdência social e dos seguros.

Por ter sido modificado no Senado, o texto agora voltará à Câmara para última análise.

 

*Com informações da Agência Senado.

 



Source link

Mesmo com 81,6% das famílias endividadas, CNC indica sinais de melhora no perfil das dívidas

0


Na comparação entre maio e junho, o maior avanço do endividamento ocorreu entre as famílias com renda de três a cinco salários-mínimos, cujo percentual passou de 83,1% para 83,7%. Em sentido oposto, entre aquelas com renda de cinco a dez salários-mínimos, o indicador recuou de 79,6% para 78,3%.



Source link