
OpenAI lança Codex Micro, dispositivo de R$ 1.175 para controlar agentes de inteligência artificial
Divulgação/OpenAI
A OpenAI, dona do ChatGPT, lançou na quinta-feira (16) o Codex Micro, um teclado físico que permite comandar agentes de inteligência artificial. O dispositivo será vendido por US$ 230 (cerca de R$ 1.175).
O aparelho foi criado em parceria com a fabricante de teclados Work Louder e permite acompanhar, ao mesmo tempo, diferentes agentes de IA, programas capazes de executar tarefas por conta própria, sem precisar de novos comandos.
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O controle é feito por meio de botões e um joystick, voltado para direcionar a navegação.
Com o dispositivo, usuários podem trabalhar mais facilmente com o Codex, agente de IA da OpenAI voltado para escrever e revisar códigos de programação, analisar documentos, pesquisar informações e executar fluxos de trabalho.
Agentes de IA viram aposta das empresas, e quem domina a tecnologia pode ganhar até R$ 20
Segundo a OpenAI, o Codex Micro reúne cinco principais funções:
acompanhamento, em tempo real, do que cada agente de IA está fazendo;
teclas de atalho para executar comandos rapidamente;
joystick programável para personalizar ações frequentes;
controle do nível de raciocínio da inteligência artificial, permitindo priorizar respostas mais rápidas ou análises mais detalhadas;
conexão via Bluetooth e USB-C, com compatibilidade para computadores Mac e Windows.
O teclado tem ainda um sistema de luzes coloridas, em que cada dedicada a um agente de IA muda de cor conforme a situação da tarefa. A ideia é dispensar a necessidade de abrir a conversa para conferir o processamento.
As teclas recebem cinco cores: cinza, quando o agente está inativo; verde, quando há uma resposta disponível; azul, quando a tarefa está em processamento; laranja, quando o usuário precisa aprovar algo; e vermelho, quando há um erro.
O aparelho também acompanha um conjunto com 32 teclas extras personalizadas.
OpenAI lança Codex Micro, dispositivo de R$ 1.175 para controlar agentes de inteligência artificial
OpenAI/Divulgação
O Codex faz parte da estratégia de ampliar o uso de agentes de IA no ambiente de trabalho, de acordo com a OpenAI. Segundo a empresa, o objetivo é fazer eles rodarem tarefas mais complexas na rotina de profissionais.
A companhia disse que a criação de documentos e conteúdos (72%) é o principal uso de profissionais para agentes de IA. Em seguida, estão operações de engenharia (47%) e implementação de códigos (46%).
“Com a tecnologia do Codex integrada, o ChatGPT agora pode ir além de responder perguntas e realizar trabalho de fato na web, em dispositivos móveis e no computador”, afirmou a empresa em comunicado.
Segundo a OpenAI, o Codex já é utilizado semanalmente por cerca de 5 milhões de pessoas, número seis vezes maior do que o registrado quando o aplicativo para computadores foi lançado, em fevereiro.
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Dona do ChatGPT lança teclado de R$ 1.000 para controlar agentes de IA; veja como ele funciona
Fabrice Muamba: ex-jogador testemunha milagre e fala sobre fé
O ex-jogador de futebol Fabrice Muamba, que sofreu um ataque cardíaco durante uma partida em 2012, compartilhou seu testemunho de fé e recuperação, afirmando que Deus lhe disse: “ainda não é sua hora”.
Contexto da tragédia
Em 2012, durante um jogo da FA Cup entre o Bolton Wanderers e o Tottenham Hotspur, Fabrice Muamba desmaiou em campo após sofrer um ataque cardíaco. O incidente chocou o mundo do futebol, pois seu coração parou por 78 minutos, e ele recebeu 15 descargas elétricas para ser reanimado. A gravidade da situação fez com que muitos temessem por sua vida e saúde cerebral.
A recuperação e o testemunho de fé
Após dias em estado crítico, Muamba começou a apresentar sinais de recuperação, surpreendendo médicos e familiares. Ele relembra que, durante esse período, sentiu a presença de Deus e recebeu uma mensagem clara: “ainda não é sua hora”. Em entrevista ao Mirror, ele expressou sua incredulidade ao revisitar a experiência, afirmando: “Quase não podia acreditar. Isso realmente aconteceu? Sou eu?”.
Agora com 38 anos, Muamba reflete sobre a vida de maneira diferente. “Quase perdi tudo: minha vida. Dava muitas coisas por garantidas. Agora, não faço isso. Para mim, se trata de aproveitar a vida e cada dia ao máximo”, declarou.
Importância da educação em primeiros socorros
Além de compartilhar sua experiência, Muamba também tem se dedicado a promover a conscientização sobre a importância da reanimação cardiopulmonar (RCP) e a necessidade de desfibriladores em locais públicos. Ele acredita que esses dispositivos deveriam ser tão comuns quanto extintores de incêndio, defendendo que deveriam estar disponíveis em todos os lugares, como paradas de ônibus e escolas.
Reações e impacto na comunidade
A história de Fabrice Muamba não apenas inspirou fãs de futebol, mas também muitos cristãos ao redor do mundo. Seu testemunho é um lembrete poderoso da soberania de Deus sobre a vida e a morte. A fé que ele expressa após sua recuperação ressoa com muitos que enfrentam dificuldades e desafios em suas vidas.
“Deus me disse: ‘ainda não é sua hora’.”
— Fabrice Muamba
Seu relato tem sido compartilhado em diversas plataformas, incentivando outros a valorizarem a vida e a buscarem a Deus em momentos de crise. A mensagem de esperança e fé que ele transmite é um testemunho do poder de Deus em situações impossíveis.
O que esperar do futuro
Muamba continua a ser uma voz ativa na promoção de saúde e segurança, especialmente em relação a emergências médicas. Ele espera que sua história inspire mudanças significativas nas políticas de saúde pública, especialmente em relação à educação sobre RCP e a disponibilidade de desfibriladores.
Dólar encosta em R$ 5,10 com tarifaço e tensão global
Os mercados financeiros encerraram a quinta-feira (16) em clima de cautela. O dólar voltou a subir e fechou próximo de R$ 5,10, refletindo o fortalecimento da moeda estadunidense no exterior e os efeitos da confirmação de tarifas dos Estados Unidos sobre parte das exportações brasileiras.

A bolsa brasileira acompanhou o movimento de aversão ao risco e recuou mais de 1%, enquanto o petróleo fechou em queda, apesar da escalada das tensões no Oriente Médio.
Principais números do mercado nesta quinta (16)
- Dólar: R$ 5,098 (+0,40%);
- Bolsa: 173.825,27 pontos (- 1,24%);
- Petróleo tipo Brent US$ 84,23 (-0,85%);
- Petróleo WTI: US$ 78,95 (-0,82%).
Dólar
A valorização do dólar foi impulsionada principalmente pelo cenário externo. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira vendido a R$ 5,098, com alta de R$ 0,021 (+0,4%).
Na máxima do dia, por volta das 14h15, chegou a R$ 5,11, mas desacelerou nas horas finais de negociação. Apesar da alta desta quinta, a divisa cai 7,12% em 2026.
Dados da economia estadunidense mostraram um mercado de trabalho resiliente e consumo ainda aquecido, fortalecendo a expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos e favorecendo a moeda americana frente às divisas de países emergentes.
Os pedidos semanais de auxílio-desemprego somaram 208 mil, abaixo da expectativa de 217 mil. As vendas no varejo cresceram 0,2% em junho, conforme o esperado.
No mercado doméstico, investidores também repercutiram a confirmação da tarifa de 25% sobre parte dos produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos. Apesar de a lista de exceções ter sido mais ampla que a prevista, a medida aumentou a cautela em relação aos efeitos sobre alguns segmentos da economia e sobre o fluxo cambial.
Bolsa
A bolsa brasileira acompanhou o movimento negativo observado em Wall Street e ampliou as perdas registradas na sessão anterior. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 173.825,27 pontos, com queda de 1,24%.
Com perda acumulada de 2,27% na semana, o Ibovespa sobe 7,88% no ano.
Além da piora do ambiente internacional, pesaram sobre o mercado as incertezas em torno dos impactos do tarifaço americano e da eventual resposta do governo brasileiro por meio da Lei da Reciprocidade.
As ações de maior peso do índice contribuíram para a queda do Ibovespa. Os papéis da Petrobras, os mais negociados na bolsa brasileira, recuaram acompanhando o petróleo. Ações de mineradoras também fecharam em baixa diante da desvalorização do minério de ferro.
Petróleo
Mesmo com o aumento das tensões no Oriente Médio, os preços internacionais do petróleo terminaram o dia em queda, após operarem com forte volatilidade.
Referência nas negociações internacionais, o petróleo do tipo Brent fechou o dia aos US$ 84,23, com recuo de 0,85%. O barril WTI, do Texas, encerrou aos US$ 78,95, com queda de 0,82%.
O mercado acompanhou novas ameaças dos houthis, no Iêmen, contra instalações petrolíferas da Arábia Saudita e a possibilidade de interrupções nas rotas marítimas do Mar Vermelho e do Estreito de Ormuz, consideradas estratégicas para o transporte global do produto.
Apesar do recuo nesta sessão, investidores continuam monitorando o risco de novas interrupções na oferta mundial de petróleo, cenário que mantém um prêmio de risco geopolítico incorporado aos preços da commodity.
*com informações da Reuters.
Documento do tarifaço menciona presidente dos EUA mais de dez vezes e governo vê digital política de Trump

EUA confirmam nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros
O governo brasileiro analisou o documento técnico do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR na sigla em inglês), responsável pela investigação e proposta do novo tarifaço, e identificou um trecho que se repete mais de dez vezes.
Logo na primeira página do documento técnico, o trecho mencionado pelo governo aparece:
“Em conformidade com a determinação específica do Presidente, o Representante Comercial está adotando medidas para impor tarifas de 25% sobre todas as importações do Brasil, com algumas exceções”, diz o resumo do documento, por exemplo.
A argumentação de que há uma “determinação específica do Presidente” Donald Trump sobre esse caso foi usada de maneira frequente nas páginas do documento.
Na avaliação do Ministério da Fazenda, isso reforça a percepção de que o processo contra o Brasil foi conduzido de forma política.
O novo tarifaço de 25% aplicado a produtos brasileiros surgiu de uma investigação aberta no ano passado, a pedido de Trump.
O processo foi iniciado por supostas “práticas comerciais desleais do Brasil que restringem o acesso de exportadores americanos ao seu mercado há décadas”.
Após a apuração, o USTR concluiu pela recomendação da sobretaxa a milhares de produtos brasileiros. Na quarta-feira (15), o governo de Trump confirmou o novo tarifaço, que passa a valer em 22 de julho.
Lula e Trump se encontraram pela na Casa Branca
Ricardo Stuckert / PR
Outros países
O Ministério da Fazenda fez uma análise de outros documentos técnicos, semelhantes ao da conclusão do processo contra o Brasil, divulgado ontem.
A comparação preliminar mostrou que em outros casos não houve menção a determinações do presidente norte-americano, como em:
investigações sobre impostos digitais, contra a França, Índia, Turquia, Áustria, Itália, Espanha, Reino Unido, entre outros;
investigação sobre direitos trabalhistas e humanos, contra a Nicarágua (direitos trabalhistas e humanos).
Já em processos contra a China, expressões semelhantes apareceram, como “orientação do presidente”.
Isso envolveu casos que levaram a tarifas aplicadas pelos EUA, como as tranches tarifárias de 2018–2019, e uma investigação de 2025 sobre cumprimento de um acordo comercial com os Estados Unidos.
O USTR pode abrir investigações por conta própria. Então, para o Ministério da Fazenda, colocar esse “carimbo” de que é uma determinação da Casa Branca reforça que a questão não é técnica, pois o canal de resolução seria político-presidencial.
A pasta avalia também que o uso frequente desta expressão no documento pode servir até para proteger técnicos de eventuais questionamentos administrativos – comuns no serviço público para investigar condutas de servidores técnicos.
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Lições teológicas aprendidas com sorvete: reflexões de J.John
Em um artigo recente, J.John nos convida a refletir sobre lições teológicas que podem ser extraídas de algo tão simples como o sorvete. Ele destaca como essa iguaria nos lembra da efemeridade da vida e da importância da gratidão.
O que o sorvete nos ensina sobre a vida
O sorvete, em sua essência, é um símbolo de alegria e prazer, mas também é efêmero. J.John utiliza essa metáfora para nos lembrar que muitas coisas na vida não são permanentes. Assim como o sorvete derrete sob o calor, as experiências e momentos que vivemos também são temporários. Essa reflexão nos leva a valorizar cada instante e a ser gratos pelas bênçãos que recebemos.
A gratidão em meio à transitoriedade
J.John enfatiza que, ao reconhecermos a brevidade da vida, somos chamados a cultivar a gratidão. A gratidão nos ajuda a focar no que realmente importa, a saber, o amor de Deus e as relações que construímos. Ele sugere que, em vez de nos lamentarmos pela passagem do tempo, devemos celebrar as pequenas alegrias, como um sorvete compartilhado com amigos e familiares.
O que esperar de nossas reflexões
Essas lições nos convidam a uma introspecção sobre como vivemos nossa fé no dia a dia. Em um mundo que muitas vezes valoriza o efêmero e o material, J.John nos lembra da importância de mantermos nossos olhos fixos nas coisas eternas. Isso nos leva a uma vida de propósito, onde cada ato de gratidão se torna um testemunho do amor de Deus.
“A gratidão nos ajuda a focar no que realmente importa, o amor de Deus e as relações que construímos.”
Reflexões finais
Portanto, ao desfrutarmos de um sorvete neste verão, que possamos lembrar das lições que ele nos traz. Que a efemeridade do sorvete nos lembre da beleza da vida e da importância de vivermos com gratidão. J.John nos inspira a olhar para as coisas simples com um novo olhar, reconhecendo que até mesmo um momento de prazer pode nos ensinar sobre a eternidade.
Setores atingidos por tarifaço dos EUA terão novo plano de socorro
O governo federal anunciou nesta quinta-feira (16) que retomará o programa de apoio aos setores empresariais atingidos pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos (EUA). Ontem, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) confirmou uma tarifa adicional de 25% em parte dos produtos brasileiros alegando supostas práticas “desleais” no comércio por parte do Brasil.

O governo brasileiro rejeita as justificativas usadas para a taxação. As novas tarifas passam a valer a partir do dia 22 de julho.
“O governo, a partir de agora, tem como prioridade atender e apoiar esses setores por essa injusta, indevida e ilegal tarifação que nos foi imposta”, afirmou o ministro Márcio Elias Rosa, titular da pasta Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), durante coletiva de imprensa, em Brasília, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin e de outros ministros, incluindo Dario Durigan, da Fazenda.
Segundo Rosa, os exportadores mais atingidos desta vez são os setores de madeira, máquinas e equipamentos elétricos, móveis e mobiliários, produtos cerâmicos, calçados e açúcar. Eles deverão contar com linha de crédito para capital de giro, investimentos e com apoio para escoamento de produtos a outros clientes e países.
Estimativas da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao MDIC, apontam um total de 2,4 mil empresas nacionais diretamente atingidas pelo tarifaço, que respondem, juntas por cerca de 18% das exportações brasileiras com destino aos EUA, o que corresponde a transações estimadas de US$ 7,4 bilhões, na comparação com números de 2024.
Prejuízo
No ano passado, esses mesmos setores já haviam reduzido para US$ 5,5 bilhões o volume total de exportações aos norte-americanos. Mais da metade da pauta de exportações do Brasil aos EUA, como carnes, café, óleos e itens de aviação, foi poupada da taxação por decisão norte-americana desta vez.
A participação dos EUA nas exportações brasileiras, que era de 12,1%, até o ano passado, caiu para 9,4% em 2026, e o governo continuará a fomentar uma política de diversificação de mercados para esses produtos, afirmou Márcio Elias Rosa.
O vice-presidente Geraldo Alckmin, ex-ministro do MDIC e um dos negociadores brasileiros com os EUA, afirmou que, a partir de agora, o governo vai estudar formas de aplicar a Lei da Reciprocidade.
Aprovada no ano passado pelo Congresso Nacional, a norma estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.
“Nós temos uma lei, a lei da reciprocidade, aprovada por unanimidade no Congresso Nacional, e o governo, no momento adequado, saberá como implementá-la”, disse Alckmin, que chamou o novo tarifaço de “injusto” e “descabido”.
Interferência externa
O ministro da Fazenda classificou a decisão dos EUA com uma interferência externa indevida.
“É inadmissível, do ponto de vista do governo, ter essa interferência externa, seja ela política, econômica, seja ela uma forma qualquer para afugentar e constranger o Brasil, as famílias brasileiras, os empresários e os trabalhadores brasileiros”, disse Dario Durigan.
Segundo o ministro, todas as alegações dos EUA são falsas e não se sustentam em dados concretos.
De acordo com Durigan, o tarifaço não afetará a estabilidade macroeconômica do país e as medidas de socorro que serão tomadas pelo governo deverão ser linhas de crédito em montantes inferiores aos do ano passado, já que a lista de exceções ao tarifaço está maior desta vez.
Pix
Entre os pontos questionados pelos norte-americanos, nas diversas rodadas de negociação desde o ano passado, está o Pix, o sistema brasileiro de transferências e pagamentos eletrônicos, criado pelo Banco Central (BC).
Durante a coletiva de imprensa, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, foi enfático ao dizer que o Pix não se sustenta como motivo para o tarifaço, e que empresas norte-americanas de cartão de crédito, que estão entre as principais do mercado, não foram diretamente afetadas.
“Seria mais ou menos como tentar dizer que, ao criar o saneamento básico, prejudicou a receita de quem tem caminhão pipa. Por mais estapafúrdio que possa parecer esse argumento, nem ele se comprovou verdade. Analisando o que aconteceu efetivamente, a partir da implementação do Pix, o mercado de cartão de crédito cresceu 150%. Quem perde espaço são os cheques e o dinheiro físico, o que é absolutamente desejável para todos”.
A investigação iniciada há um ano pelo USTR concluiu que certas práticas brasileiras são descabidas e oneram ou restringem o comércio de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores estadunidenses.
Entre as medidas citadas pelo governo norte-americano estão “práticas de comércio digital e serviços de pagamento eletrônico; tarifas preferenciais injustas; interferência anticorrupção; proteção da propriedade intelectual; acesso ao mercado de etanol; e desmatamento ilegal”.
Em outras das alegações por parte do governo dos EUA contra o Brasil, estariam o aumento do desmatamento e o comércio ilegal de madeira.
Os dois dados foram classificados de falsos e sem fundamento técnico pelo ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco. Ele lembrou, por exemplo, que a redução do desmatamento na Amazônia foi de 50% nos últimos três anos.
O tarifaço de Trump: a negociação e as taxas contra o Brasil – O Assunto #1763
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
Jean Valjean e a força da misericórdia: lições de graça
A obra “Os Miseráveis”, escrita por Victor Hugo, retrata a vida de Jean Valjean, um homem cuja vida é transformada pela misericórdia que recebe. Essa narrativa poderosa conecta a literatura aos princípios bíblicos, mostrando como a graça pode impactar a vida de um condenado.
Contexto da obra
“Os Miseráveis” é uma das mais importantes obras da literatura mundial, publicada pela primeira vez em 1862. A história se passa na França do século XIX e aborda temas como justiça, amor, redenção e, principalmente, a misericórdia. Jean Valjean, o protagonista, é um ex-prisioneiro que busca recomeçar sua vida após cumprir pena por ter roubado um pão. Sua trajetória é marcada por encontros que moldam sua nova identidade e sua compreensão sobre a graça.
A transformação de Valjean
Após ser libertado, Valjean é rejeitado pela sociedade, mas encontra um bispo que o acolhe e lhe oferece uma segunda chance. Este ato de bondade não apenas salva Valjean da miséria, mas também o inspira a mudar sua vida. Ele decide não apenas se redimir, mas também ajudar os outros, tornando-se um defensor dos oprimidos. Essa transformação é um reflexo do amor e da misericórdia que Deus oferece a todos nós.
Reações e reflexões
A história de Jean Valjean ressoa profundamente com muitos cristãos, pois ilustra a ideia de que todos são dignos de perdão e uma nova vida. O autor Victor Hugo, ao criar essa narrativa, nos convida a refletir sobre nossas próprias vidas e a maneira como tratamos os outros. A misericórdia não é apenas um ato de bondade, mas um chamado à ação para todos nós, especialmente em tempos de crise e injustiça.
Além disso, a obra nos lembra da importância da compaixão e do amor ao próximo, valores que devem ser praticados em nossas comunidades. A mensagem de que a transformação é possível através da graça é um poderoso testemunho da fé cristã.
O que esperar do legado de Valjean
O legado de Jean Valjean continua vivo em diversas adaptações da obra, incluindo filmes, musicais e peças de teatro. Cada nova versão traz à tona a relevância da misericórdia e da redenção em um mundo que muitas vezes parece carente desses valores. A história nos encoraja a ser agentes de mudança, promovendo a justiça e a compaixão em nossas próprias vidas.
Assim, a mensagem de “Os Miseráveis” transcende o tempo e o espaço, desafiando cada um de nós a viver com mais amor e misericórdia, refletindo a graça que recebemos de Deus.
PGE-RJ cobra Grupo Master por prejuízo de R$ 640 mi ao Rioprevidência
A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ) protocolou, nesta quinta-feira (16), três ações judiciais contra a Master Corretora e gestoras de fundos de investimento para apurar perdas milionárias sofridas pelo Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência).

As perdas envolvem recursos públicos da ordem de R$ 641,4 milhões aplicados em fundos administrados pelo conglomerado, atualmente em liquidação extrajudicial.
As ações concentram-se em aportes do Rioprevidência realizados em dois fundos de investimento vinculados ao Grupo Master: Revolution e Texas I FIA.
Segundo a PGE, a perda do Texas I FIA está diretamente relacionada a uma “compra coordenada” envolvendo as ações da Ambipar. A Procuradoria aponta que, entre julho e agosto de 2024, a gestora Trustee DTVM — empresa ligada à Operação “Carbono Oculto”, que apura lavagem de dinheiro — teria comprado maciçamente os papéis por meio de fundos, inflando artificialmente seu preço.
“O Rioprevidência foi vítima de uma armadilha arquitetada pela administração e pela gestão do Texas I FIA, que vendeu ao ente público quotas de um fundo lastreado em uma ação desprovida de fundamento”, afirma a petição.
O fundo chegou a ficar desenquadrado das regras da CVM em novembro de 2025, mantendo apenas 31% do patrimônio em ações, abaixo dos 67% exigidos para fundos de ações.
No caso do fundo Revolution, a PGE aponta que a Acura votou favoravelmente, em nome do fundo, alterações no regulamento de um fundo investido (FIDC Eicon) que prejudicaram diretamente os cotistas — entre eles o Rioprevidência, que detém 10,7% do fundo. As mudanças incluíram a renúncia a direitos de voto e o aumento em 48 meses do prazo de amortização do investimento.
Os valores alvos das medidas cautelares chegam a R$ 616,6 milhões, considerando o montante investido no Revolution (R$ 481,4 milhões) e a perda do Texas I FIA (R$ 135,1 milhões). A PGE pede bloqueio de ativos via Sisbajud, indisponibilidade de imóveis, veículos, ações, marcas, embarcações, aeronaves e até criptomoedas dos réus.
Qual o impacto do tarifaço de Trump no Brasil? ‘Deve ser restrito’ e mostra ‘limites do protecionismo americano’, diz economista
De Bolle – Acho que sim. Como a gente sabe, política externa e política comercial tipicamente tem pouco efeito em eleições, mas com os Bolsonaros – Flávio e Eduardo – se posicionando desde o princípio como aliados do Trump, as visitas a Washington e à Casa Branca, as conversas todas em torno de assuntos diversos, como Pix, comércio, a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas, [isso pode mudar].