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PGE-RJ cobra Grupo Master por prejuízo de R$ 640 mi ao Rioprevidência

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A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ) protocolou, nesta quinta-feira (16), três ações judiciais contra a Master Corretora e gestoras de fundos de investimento para apurar perdas milionárias sofridas pelo Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência).

As perdas envolvem recursos públicos da ordem de R$ 641,4 milhões aplicados em fundos administrados pelo conglomerado, atualmente em liquidação extrajudicial.

As ações concentram-se em aportes do Rioprevidência realizados em dois fundos de investimento vinculados ao Grupo Master: Revolution e Texas I FIA.  

Segundo a PGE, a perda do Texas I FIA está diretamente relacionada a uma “compra coordenada” envolvendo as ações da Ambipar. A Procuradoria aponta que, entre julho e agosto de 2024, a gestora Trustee DTVM — empresa ligada à Operação “Carbono Oculto”, que apura lavagem de dinheiro — teria comprado maciçamente os papéis por meio de fundos, inflando artificialmente seu preço.

“O Rioprevidência foi vítima de uma armadilha arquitetada pela administração e pela gestão do Texas I FIA, que vendeu ao ente público quotas de um fundo lastreado em uma ação desprovida de fundamento”, afirma a petição.

O fundo chegou a ficar desenquadrado das regras da CVM em novembro de 2025, mantendo apenas 31% do patrimônio em ações, abaixo dos 67% exigidos para fundos de ações.

No caso do fundo Revolution, a PGE aponta que a Acura votou favoravelmente, em nome do fundo, alterações no regulamento de um fundo investido (FIDC Eicon) que prejudicaram diretamente os cotistas — entre eles o Rioprevidência, que detém 10,7% do fundo. As mudanças incluíram a renúncia a direitos de voto e o aumento em 48 meses do prazo de amortização do investimento.

Os valores alvos das medidas cautelares chegam a R$ 616,6 milhões, considerando o montante investido no Revolution (R$ 481,4 milhões) e a perda do Texas I FIA (R$ 135,1 milhões). A PGE pede bloqueio de ativos via Sisbajud, indisponibilidade de imóveis, veículos, ações, marcas, embarcações, aeronaves e até criptomoedas dos réus.



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Qual o impacto do tarifaço de Trump no Brasil? ‘Deve ser restrito’ e mostra ‘limites do protecionismo americano’, diz economista

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De Bolle – Acho que sim. Como a gente sabe, política externa e política comercial tipicamente tem pouco efeito em eleições, mas com os Bolsonaros – Flávio e Eduardo – se posicionando desde o princípio como aliados do Trump, as visitas a Washington e à Casa Branca, as conversas todas em torno de assuntos diversos, como Pix, comércio, a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas, [isso pode mudar].



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Senado aprova regularização de áreas ocupadas por igrejas

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Em uma decisão importante para a comunidade cristã, o Senado aprovou um projeto que visa a regularização das áreas ocupadas por igrejas e instituições religiosas. Essa medida, que foi aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), traz uma nova esperança para muitas entidades que enfrentam insegurança jurídica em suas propriedades.

Contexto da regularização fundiária

A regularização fundiária é um tema de grande relevância no Brasil, especialmente em áreas urbanas onde a ocupação irregular é comum. Muitas igrejas e instituições religiosas, que desempenham um papel vital na evangelização e no suporte à comunidade, se veem em situações de vulnerabilidade devido à falta de documentação adequada de seus imóveis. A aprovação desse projeto representa um passo significativo para garantir que essas instituições possam operar sem o medo constante de despejos ou complicações legais.

O que aconteceu

O projeto de lei aprovado inclui não apenas as igrejas, mas também entidades beneficentes nas regras de regularização fundiária urbana. Isso significa que as instituições que atuam em prol da comunidade, oferecendo serviços sociais e apoio espiritual, agora têm mais segurança jurídica para desenvolver suas atividades. A proposta foi bem recebida por líderes religiosos que veem essa aprovação como uma vitória para a liberdade religiosa e a proteção das obras de Deus.

Reações da comunidade cristã

Após a aprovação do projeto, diversas lideranças cristãs expressaram sua satisfação. Muitos acreditam que essa medida é um reconhecimento do papel fundamental que as igrejas desempenham na sociedade. O pastor João da Silva, líder de uma grande congregação em São Paulo, afirmou: “Essa é uma conquista que traz esperança para muitas igrejas que lutam para se estabelecer em suas comunidades. A regularização é essencial para que possamos continuar nosso trabalho de evangelização e assistência social”.

“Essa é uma conquista que traz esperança para muitas igrejas que lutam para se estabelecer em suas comunidades.”

— Pastor João da Silva

O que esperar no futuro

Com a aprovação deste projeto, espera-se que mais igrejas e instituições religiosas busquem a regularização de suas propriedades. Isso não apenas fortalecerá a presença da igreja nas comunidades, mas também permitirá que as entidades continuem a oferecer serviços essenciais, como assistência a famílias carentes, programas de educação e apoio psicológico. Além disso, a regularização pode facilitar parcerias com o poder público, ampliando o alcance das ações sociais realizadas pelas igrejas.

Essa aprovação é um marco na luta pela liberdade religiosa no Brasil, mostrando que as vozes das comunidades de fé estão sendo ouvidas e valorizadas. A regularização das áreas ocupadas por igrejas é um passo importante para garantir que o anúncio do Evangelho continue a ser feito sem barreiras.



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Mega-Sena acumula para R$ 35 milhões; confira os números sorteados

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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.032 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (16). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 35 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados são: 08 – 12 – 23 – 27 – 42 – 43

  • 54 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 29.764,89 cada
  • 3.918 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 676,21 cada

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (18), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.




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MG4 Urban chega por R$ 129.990; carro elétrico será feito no Ceará

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MG4 Urban chega ao Brasil
Divulgação / MG
A MG lançou oficialmente no Brasil o MG4 Urban. O hatch elétrico será vendido em duas versões, Comfort e Luxury. A empresa hoje tem 28 concessionárias e planeja fechar o ano com um total de 70 pontos de venda no Brasil.
O carro chega ao mercado para disputar espaço com modelos como BYD Dolphin, Geely EX2 e GAC Aion UT. Ele está posicionado abaixo do MG4 já comercializado no Brasil e já tem fabricação confirmada no Ceará. Segundo a marca, já existem 2.400 pedidos pelo MG4 Urban.
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A estratégia coloca o novo elétrico no segmento dos hatches compactos eletrificados de maior volume, faixa dominada atualmente pelo BYD Dolphin e pelo Geely EX2.
O MG4 Urban utiliza uma plataforma elétrica, com bateria integrada à estrutura do carro (tecnologia CTP, ou célula-para-carroceria).
Segundo a fabricante, a solução ajuda a melhorar a rigidez estrutural, reduzir o centro de gravidade e otimizar o espaço interno.
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Com 4,39 m de comprimento, 1,84 m de largura, 1,55 m de altura e 2,75 m de entre-eixos, o modelo é maior que BYD Dolphin e Geely EX2.
Isso se reflete no espaço para passageiros e no porta-malas de 477 litros, que pode chegar a 577 litros considerando o compartimento sob o piso.
As duas versões utilizam motor elétrico dianteiro, com diferenças de potência de acordo com a bateria escolhida. A garantia para o carro é de 7 anos ou 150 mil km. As baterias têm garantia de 8 anos ou 160 mil km.
A empresa já tem parceria com armazém de logística e com mais de 3.000 itens em Cajamar (SP).
As revisões são a cada 24 mil km e, segundo a MG, a estimativa é que o proprietário gaste R$ 600 por ano nos primeiros 3 anos com o MG4 Urban.
MG4 Urban Comfort / R$ 129.990
Potência: 150 cv
Torque: 25,5 kgfm
Bateria: 43 kWh (LFP)
Autonomia Inmetro: 299 km
Aceleração de 0 a 100 km/h: 9,6 segundos
MG4 Urban Luxury / R$ 139.990

Potência: 150 cv
Torque: 25,5 kgfm
Bateria: 43 kWh (LFP)
Autonomia Inmetro: 299 km
Aceleração de 0 a 100 km/h: 9,6 segundos
MG4 Urban Luxury / R$ 149.990
Potência: 160 cv
Torque: 25,5 kgfm
Bateria: 54 kWh (LFP)
Autonomia Inmetro: 358 km
Aceleração de 0 a 100 km/h: 9,5 segundos
Segundo a MG, as baterias utilizam química de fosfato de ferro-lítio (LFP), tecnologia escolhida por maior durabilidade e estabilidade térmica.
MG4 Urban chega ao Brasil
Divulgação / MG
Carregamento
As duas versões aceitam recarga rápida em corrente contínua (DC) de até 87 kW.
Segundo a MG, o tempo para carregar a bateria nesse tipo de carregador de 10% a 80% é de 28 minutos na versão Comfort e 30 minutos na versão Luxury. Num wallbox convencional, mais comum em pontos públicos, a mesma recarga demora.
O ponto de carregamento fica na parte dianteira do veículo.
MG4 Urban chega ao Brasil
Divulgação / MG
Entre os itens de série da versão de entrada Comfort estão:
Faróis de projetor em LED;
Luzes diurnas em LED;
Lanternas traseiras interligadas;
Rodas de liga leve de 17 polegadas
Rack de teto na cor prata;
Aerofólio traseiro integrado;
Central multimídia de 12,8 polegadas;
Painel de instrumentos digital de 7 polegadas;
Apple CarPlay e Android Auto sem fio;
Ar-condicionado automático de uma zona;
Botões físicos para funções principais do ar-condicionado e do sistema de áudio;
Volante revestido em couro;
Sete airbags;
Sensor de estacionamento;
Controle de velocidade adaptativo (ACC);
Frenagem autônoma de emergência (FCA);
Assistente de permanência em faixa (LKA);
Assistente de mudança de faixa (LCA);
Assistente de emergência de faixa (ELK);
Assistente de congestionamento (TJA);
Alerta de tráfego cruzado traseiro;
Monitoramento de ponto cego;
Alerta de abertura de portas;
Monitoramento de atenção do motorista;
Reconhecimento inteligente de velocidade;
Controle automático de farol alto;
Sistema de monitoramento da pressão dos pneus.
As versões linha Luxury acrescentam:
Bateria de 54 kWh;
Potência de 160 cv;
Autonomia de 358 km;
Câmera de visão 360°;
Carregador de celular por indução;
Bancos dianteiros aquecidos;
Volante aquecido;
Banco do motorista com ajuste elétrico;
Iluminação ambiente com 64 cores.



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Pastor e duas fiéis falecem em acidente na BR-412, Paraíba

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Um trágico acidente na BR-412, na Paraíba, resultou na morte de um pastor e duas fiéis, deixando a comunidade cristã em luto. O acidente ocorreu na manhã do último domingo, 16 de julho de 2026, enquanto o grupo se dirigia para um evento religioso.

O que aconteceu

Segundo informações, o pastor e as duas mulheres estavam a caminho de um culto quando o veículo em que viajavam colidiu com um caminhão. O impacto foi devastador e, infelizmente, todos os ocupantes do carro faleceram no local. A Polícia Rodoviária Federal foi acionada para investigar as causas do acidente.

Contexto da tragédia

A tragédia abalou a comunidade evangélica local, que se uniu em oração e apoio às famílias das vítimas. O pastor, conhecido por seu trabalho em missões e evangelização, era muito querido entre os membros da igreja. A perda repentina deixou um vazio significativo, não apenas na congregação, mas também em toda a região, onde sua liderança e dedicação eram amplamente reconhecidas.

Reações da comunidade

A notícia do acidente gerou uma onda de solidariedade nas redes sociais. Muitos fiéis expressaram suas condolências e lembraram do impacto positivo que o pastor teve em suas vidas. “Ele sempre foi um exemplo de fé e amor ao próximo”, comentou um membro da igreja em uma postagem.

O que esperar

Com o luto ainda presente, a igreja local planeja realizar um culto memorial em homenagem ao pastor e às fiéis que partiram. Este evento será uma oportunidade para que a comunidade se reúna, compartilhe lembranças e fortaleça os laços de amor e apoio mútuo. Além disso, a igreja está organizando uma campanha de arrecadação para ajudar as famílias afetadas pela tragédia.

“A fé nos une e nos fortalece, mesmo nos momentos mais difíceis.” – Membro da comunidade

Enquanto a investigação sobre o acidente prossegue, a comunidade permanece em oração, pedindo conforto e paz para todos os envolvidos. A perda de um líder espiritual é sempre um momento difícil, mas a esperança e a fé em Deus permanecem como pilares fundamentais para enfrentar essa dor.



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Fim da Moratória da Soja pode ampliar destruição da Amazônia

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Um artigo publicado na revista Science alerta que o fim da Moratória da Soja pode resultar no desmatamento adicional de 1,4 milhão de hectares na Amazônia nos próximos dez anos. O número é 14% maior do que as taxas históricas de desmatamento.

A perda florestal produziria cerca de 745 milhões de toneladas de CO₂ equivalente. Para efeitos de comparação, o volume é semelhante ao total de emissões anuais do Canadá.

A Moratória da Soja é um acordo voluntário estabelecido entre empresas, sociedade civil e governo que impede a compra de soja produzida em áreas desmatadas da Amazônia a partir de 2008.

O estudo envolve pesquisadores do WWF Brasil, da Greenpeace Brasil, da Land Conservation Association e de instituições universitárias de Wisconsin e Illinois, nos Estados Unidos.

A publicação reforça que o fim do acordo também pode aumentar a pressão sobre regiões com potencial de expansão agrícola e vulnerabilidade à especulação fundiária. A estimativa é de que até 28,7 milhões de hectares de florestas públicas podem ser impactadas, especialmente em áreas com potencial futuro de expansão de infraestrutura.

No artigo, os autores também avaliam os efeitos já observados da Moratória. Nos primeiros dez anos, o mecanismo reduziu em 35% o desmatamento em áreas de risco para expansão da soja. A perda florestal evitada é estimada em 1,8 milhão de hectares.

Para o pesquisador Tiago Reis, da WWF-Brasil, a experiência é bem-sucedida e deveria ser mantida.

“A Moratória da Soja mostrou que é possível ampliar a produção agrícola mantendo critérios de conservação. O desafio agora é garantir que instrumentos capazes de reduzir o desmatamento continuem fazendo parte da estratégia brasileira de desenvolvimento”, afirma.

Impactos econômicos

Os autores analisaram o argumento de que o acordo teria limitado oportunidades econômicas para produtores. Os dados indicam impactos diretos restritos: apenas cerca de 739 mil hectares de áreas aptas à soja foram desmatados legalmente depois de 2008 e a maior parte não estava localizada em propriedades que produzem soja.

A pesquisa também identifica cerca de 1,7 milhão de hectares de áreas já abertas e aptas para soja na Amazônia. Isso permitiria aumentar a produção sem impactar novas áreas de floresta.

Outra crítica à Moratória da Soja foi rebatida: a de que o acordo teria provocado distorções de mercado ou funcionado como um cartel entre compradores.Os pesquisadores compararam os preços pagos aos produtores em municípios abrangidos pela Moratória e em regiões vizinhas não submetidas ao acordo. E defendem que o mecanismo não afetou a remuneração dos produtores nem provocou distorções de mercado.

O pesquisador Tiago Reis defende que o acordo ajuda a construir uma cadeia produtiva mais sustentável e competitiva. Segundo ele, mercados têm ampliado exigências ambientais e de rastreabilidade.

“Ao adotar compromissos de controle do desmatamento e de rastreabilidade, o setor contribui para proteger a floresta, preservar serviços ecossistêmicos essenciais para a própria agricultura e responder às crescentes demandas dos mercados nacionais e internacionais”, diz o analista da WWF-Brasil.

“Produzir mais e conservar a Amazônia são objetivos que podem caminhar juntos, desde que haja transparência, responsabilidade compartilhada e mecanismos capazes de orientar a expansão produtiva para áreas já abertas”, complementa.

Histórico recente

Em 5 de janeiro de 2026, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), que representa empresas do setor como Cargill, Bunge e ADM, anunciou a desfiliação oficial da Moratória da Soja.

Quatro ações judiciais sobre o tema estão no Supremo Tribunal Federal (STF). Uma tentativa de mediação da Corte foi anunciada em março. O objetivo era tentar um consenso entre agricultores, indústria, Ministério Público e ambientalistas. O que não aconteceu.

Em junho de 2026, as negociações terminaram oficialmente. As quatro ações judiciais que contestam a legalidade do pacto foram devolvidas aos ministros relatores no STF para irem a julgamento.

O plenário do STF deve começar a analisar as ações no dia 12 de agosto.

Um dos julgamentos é sobre a decisão liminar do ministro Flávio Dino, que suspendeu todas as ações judiciais e procedimentos administrativos que contestavam ou tentavam barrar a Moratória da Soja.

A Corte também analisará as Ações Diretas de Inconstitucionalidade, com foco na validade de uma lei do Mato Grosso que retira os incentivos fiscais e doações de terrenos públicos das empresas que assinam a Moratória.



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Mega-Sena, concurso 3032: confira os números sorteados

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Como funciona a Mega-Sena?
O sorteio do concurso 3032 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (16), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 29,1 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou para R$ 35 milhões.
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Veja os números sorteados: 08 – 12 – 23 – 27 – 42 – 43
5 acertos: 54 apostas ganhadoras, R$ 29.764,89
4 acertos: 3.918 apostas ganhadoras, R$ 676,21
O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
Acompanhe os sorteios no site do g1
Acompanhe os sorteios no canal do g1 no YouTube
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados.
Resultado do concurso 3032 da Mega-Sena.
Reprodução / Caixa
Para apostar na Mega-Sena
A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1



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Líderes cristãos se opõem ao documento Kairos II na Inglaterra

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Uma coalizão de pastores, teólogos e líderes leigos cristãos se manifestou contra o documento controverso conhecido como Kairos II, que foi discutido durante o Sínodo Geral da Igreja da Inglaterra. O documento, que classifica Israel como um estado de apartheid, gerou forte oposição, especialmente entre comunidades judaicas.

Contexto da polêmica

O documento Kairos II, que surgiu como uma resposta à situação dos palestinos, tem gerado debates acalorados dentro da Igreja da Inglaterra. Ele é visto por muitos como uma tentativa de deslegitimar o Estado de Israel, o que provocou reações negativas de líderes cristãos que defendem a importância de uma abordagem equilibrada e justa para o conflito israelense-palestino.

O que aconteceu

Durante o Sínodo Geral, os membros votaram para “ouvir” e se engajar com o documento Kairos II, apesar da forte oposição. Essa decisão foi recebida com descontentamento por parte de muitos líderes cristãos, que consideram que a Igreja não deve se envolver em questões políticas de forma que possa prejudicar a liberdade religiosa e a convivência pacífica entre diferentes comunidades.

Entre os que se opõem ao documento, destacam-se vozes que afirmam que a narrativa apresentada no Kairos II ignora a complexidade da situação e as realidades vividas tanto por israelenses quanto por palestinos. Eles argumentam que a Igreja deve se concentrar na promoção da paz e da reconciliação, em vez de tomar partido em um conflito tão delicado.

Reações da comunidade cristã

Vários líderes cristãos expressaram suas preocupações em declarações públicas. Eles enfatizam que a Igreja da Inglaterra, como uma instituição cristã, deve ser um exemplo de amor e unidade, e não de divisão. A rejeição ao documento Kairos II não é apenas uma questão política, mas uma questão de fé e testemunho cristão.

“Devemos ser agentes de paz e reconciliação, e não de divisão e conflito. A Igreja deve se posicionar em favor da verdade e da justiça para todos os envolvidos”, afirmou um dos líderes que se opôs ao documento.

— Nome do líder

O que esperar

Com a crescente polarização em torno do tema, é provável que a discussão sobre o Kairos II continue a ser um ponto de tensão dentro da Igreja da Inglaterra. A necessidade de um diálogo respeitoso e construtivo entre as comunidades cristãs e judaicas é mais urgente do que nunca. A Igreja deve buscar caminhos que promovam a paz e a compreensão, em vez de aprofundar divisões.

Esse episódio destaca a importância de uma abordagem cuidadosa e respeitosa em questões que envolvem a fé e a política. A Igreja deve ser um farol de esperança e reconciliação, promovendo o amor ao próximo e a justiça para todos.



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Morre a demógrafa Elza Berquó, referência em estudos populacionais 

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Faleceu nesta quinta-feira (16), em São Paulo, aos 100 anos, a demógrafa Elza Salvatori Berquó. Professora e cientista, matemática em sua primeira formação, atuou por décadas na compreensão do Brasil, analisando dados demográficos e censitários.

Elza se destacou na articulação de alguns dos centros de pesquisa mais importantes do continente, fundamentais para entender o Brasil, sua urbanização e as transformações que marcaram nosso país entre as décadas de 1960 e 2000. 

Defendia o acesso aos métodos contraceptivos, ao aborto e aos direitos reprodutivos de forma consciente e esclarecida por toda a população, além de discutir, com persistência e rigor, problemas como a mortalidade infantil.

“Ela trouxe ao mesmo tempo o rigor acadêmico e o compromisso político com os direitos humanos, o que é uma coisa rara”, disse a fundadora da ONG Cepia Cidadania, Jacqueline Pitanguy, em entrevista ao programa Viva Maria, na Rádio Nacional. 

Natural de Guaxupé (MG), Elza estudou Matemática na Universidade Católica de Campinas, concluiu mestrado em Estatística pela Universidade de São Paulo (USP) em 1949 e fez Especialização em Bioestatística na Columbia University, USA, no ano seguinte.

Se destacou em 1965, ao analisar o desenvolvimento da população paulista a partir dos censos de 1940 e 1950. Atuando na Faculdade de Saúde Pública da USP, foi aposentada compulsoriamente em 1968.

No ano seguinte participou da fundação do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), ao lado de Fernando Henrique Cardoso, Octávio Ianni, José Arthur Giannotti e outros intelectuais que a ditadura tentava calar.

“Elza é a história da demografia no Brasil e, particularmente, da Unicamp, que se tornou pioneira nos estudos na área e abriu um flanco importante para o desenvolvimento da pesquisa e do ensino”, disse o ex-coordenador do Nepo-Unicamp José Marcos Cunha. 

Berquó foi uma das fundadoras do Núcleo de Estudos de População da Unicamp (Nepo-Unicamp), que desde 2014 leva seu nome. A instituição também centralizou as comemorações de seu centenário, em outubro do ano passado, em justas homenagens a sua presença e legado. 

“Hoje é um dia triste porque perdemos uma mulher fantástica, uma cientista inspiradora. Mas, ao olhar para a vida de Elza, celebramos suas conquistas, as pessoas que ela formou, as instituições que criou e sua trajetória incrível”, comentou a cientista social, antropóloga e demógrafa Gláucia Marcondes, atual coordenadora do Nepo.

Em 1995, fundou e presidiu a Comissão Nacional de População e Desenvolvimento, órgão do governo federal que assessora a tomada de decisões estratégicas nesse campo.

“Elza Berquó, nossa primeira presidente da CNPD, acreditou profundamente no Brasil, contribui para a ampliação dos direitos humanos de todas as pessoas, viu pessoas atrás dos números e defendeu ao longo de toda sua vida, no marco dos seus 100 anos, a democracia e as políticas públicas baseadas em evidências”, aponta o presidente da CNPD, Richarlls Martins.

“Elza é a mãe da demografia brasileira, teve uma trajetória excepcional no desenvolvimento de instituições relevantes na área, como a criação da ABEP, do NEPO e da Comissão Nacional de População e Desenvolvimento do Governo Federal (CNPD).”, afirmou o Acadêmico Eduardo Rios Neto, que trabalhou junto a Elza na ABEP.



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