Home Blog Page 309

Caixa paga Bolsa Família de julho a beneficiários com NIS de final 4

0


A Caixa Econômica Federal paga nesta quinta-feira (23) a parcela de julho do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 4. Neste mês, o valor médio do benefício está em R$ 679,19.

Moradores de 175 municípios de seis estados receberam o crédito antes, na segunda (20), independentemente do número final do NIS. O pagamento unificado beneficiou localidades em situação de emergência ou em estado de calamidade pública nos seguintes estados: Amazonas (três municípios), Paraíba (31), Paraná (8), Rio Grande do Norte (120), Roraima (6) e Sergipe (7).

>>A lista dos municípios com pagamento unificado está disponível aqui

O valor mínimo do Bolsa Família corresponde a R$ 600. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais: 

  • o Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança;
  • há também um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos;
  • outro adicional, de R$ 150, é para famílias com crianças de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Regra de proteção

Além do benefício integral, há o pagamento da regra de proteção. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.

Desde junho do ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, quem entrou na regra até maio de 2025 continua a receber metade do benefício por dois anos.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Confira o calendário de pagamentos de julho

 


Brasília (DF), 20/07/2026 - Calendário do Bolsa Família em 2026. Arte/Agência Brasil
Brasília (DF), 20/07/2026 - Calendário do Bolsa Família em 2026. Arte/Agência Brasil

 



Source link

SUS: comitê de negociação de preço de medicamentos pode reduzir custos

0


O Ministério da Saúde (MS) institui, nesta quinta-feira (23), um comitê de negociação de preços para compra de medicamentos a serem incorporados no Sistema Único de Saúde (SUS).

A ideia é conseguir adquirir remédios em grande volume por um preço menor, e aproveitar o espaço no orçamento para incorporar novos medicamentos no rol do SUS.

O objetivo do ministério com a medida é aumentar as chances de incorporar ao SUS novos medicamentos de alto custo para tratar câncer ou doenças autoimunes, por exemplo.

“Estamos modernizando a forma com a qual o Ministério da Saúde faz a negociação de preços, dando regras mais claras e garantias para o ministério obter um preço melhor e mais justo, para sobrar orçamento para outros investimentos, investimentos em outras tecnologias”, explicou a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Ministério da Saúde, Fernanda De Negri.

O comitê de negociação de preços deverá ser acionado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).

A Conitec é o órgão responsável por recomendar e dar a palavra final sobre a incorporação de novos medicamentos na rede pública.

Remédios únicos

Caso um medicamento seja único no mercado, ou seja, produzido por apenas um laboratório e, por isso, não seja possível compra por licitação, o comitê poderá atuar negociando valores mais baixos. Como o SUS é um grande comprador, adquirindo R$ 31,3 bilhões por ano em vacinas, medicamentos e insumos, existe margem para negociação de preços.

O comitê também poderá atuar nos casos de um medicamento já incorporado, mas que apresentou um aumento expressivo de preço. Nesse caso, a Secretaria responsável por essa demanda no ministério é quem aciona o comitê.

Esse modelo já existe em mais de 40 países. Canadá, Inglaterra, Austrália e França, por exemplo, já fazem esse tipo de negociação. A ideia já circula há bastante tempo no Ministério da Saúde, mas só hoje recentemente se tornou uma política da pasta.

O comitê é permanente, tem caráter técnico e a expectativa do ministério é conseguir um desconto superior a 50% a partir dessa negociação por medicamentos novos ou recém-incorporados ao SUS.

 



Source link

Fila do INSS cai 74% em 2026; Lula quer zerar pedidos até setembro

0


O alívio na fila é fruto da ampliação da capacidade de processamento da instituição, segundo o governo. Isso porque, entre janeiro e maio de 2026, a quantidade de processos analisados pela autarquia teve alta de 34,7%, quando comparado com o mesmo período de 2025.



Source link

Google é multado em US$ 1 bilhão pela União Europeia e tenta evitar novas sanções

0


“Para cumprir essas exigências, estamos tendo que remover recursos de busca em tempo real que os europeus apreciam, como preços instantâneos e disponibilidade direta de hotéis, voos e restaurantes, além de desmontar proteções de segurança no Google Play”, afirmou Kent Walker, presidente de Assuntos Globais do Google, em comunicado.



Source link

IA pode ajudar cristãos a administrar finanças com propósito

0


A inteligência artificial (IA) tem se mostrado uma ferramenta valiosa para os brasileiros que desejam controlar melhor suas finanças. Com 66% da população interessada em usar essa tecnologia para economizar e investir, muitos cristãos veem na Bíblia fundamentos que orientam essa organização financeira com propósito.

O crescimento do interesse pela IA

Nos últimos anos, a tecnologia tem avançado rapidamente, e a inteligência artificial se tornou uma aliada na gestão de finanças pessoais. Segundo dados recentes, 66% dos brasileiros demonstram interesse em ferramentas de IA para ajudar no controle de gastos e na busca por investimentos mais eficazes. Essa tendência reflete uma necessidade crescente de organização financeira, especialmente em tempos de incerteza econômica.

Fundamentos bíblicos para a administração financeira

A Bíblia, fonte de sabedoria e ensinamentos para muitos cristãos, oferece princípios valiosos sobre a administração do dinheiro. Versículos como Provérbios 21:20, que diz: “Na casa do sábio há um tesouro precioso e azeite, mas o homem insensato os desperdiça”, ressaltam a importância de ser prudente e sábio com os recursos que Deus nos confia.

Além disso, em Lucas 14:28, é ensinado que é necessário calcular os custos antes de iniciar um projeto. Essa perspectiva se alinha perfeitamente com o uso da IA, que pode fornecer análises detalhadas e previsões financeiras, ajudando os cristãos a tomarem decisões mais informadas e alinhadas com seus valores.

O que aconteceu com a adoção da IA nas finanças

Com o aumento da digitalização, diversas plataformas têm surgido, oferecendo soluções de IA que auxiliam na gestão financeira. Aplicativos que ajudam a rastrear despesas, sugerir orçamentos e até mesmo indicar investimentos estão se tornando cada vez mais populares. Essa democratização da tecnologia possibilita que pessoas de diferentes classes sociais tenham acesso a ferramentas que antes eram exclusivas para especialistas.

Os cristãos, em particular, podem se beneficiar dessas inovações, utilizando-as não apenas para melhorar sua saúde financeira, mas também para direcionar seus recursos para causas que promovem o bem-estar social e a evangelização. A generosidade e o apoio a missões podem ser potencializados com uma gestão financeira mais eficiente.

Reações e perspectivas futuras

A aceitação da IA no gerenciamento financeiro tem gerado discussões entre líderes e especialistas. Muitos veem essa tecnologia como uma oportunidade de alinhar práticas financeiras com princípios cristãos. A utilização responsável da IA pode ajudar na construção de um futuro financeiro mais sustentável e ético.

À medida que mais pessoas adotam essas tecnologias, espera-se que a IA continue a evoluir, oferecendo soluções cada vez mais personalizadas e eficazes. Isso pode transformar não apenas a forma como gerenciamos nossas finanças, mas também como contribuímos para a obra do Reino de Deus.



Source link

Quando vender muito vira um problema: a história da loja de cookies que cresceu rápido demais

0




Quando vender demais vira problema: os desafios de uma loja de cookies que viralizou
Para muitos empreendedores, o maior desafio é conquistar clientes. Para Pedro Palma, dono de uma loja de cookies, o problema começou justamente quando eles apareceram — e em grande quantidade.
Antes mesmo da inauguração, o negócio já chamava atenção nas redes sociais. O empreendedor decidiu transformar a reforma do ponto comercial em uma espécie de reality, compartilhando os bastidores da obra, os imprevistos e até momentos inusitados.
A estratégia despertou a curiosidade do público e criou uma comunidade de seguidores antes da abertura das portas. O resultado foi imediato: em apenas dois dias, todo o estoque preparado para durar duas semanas havia acabado.
Loja de cookies viraliza e mostra os desafios em crescer rápido demais
Reprodução/PEGN
O sucesso, porém, trouxe um desafio que muitos pequenos empresários enfrentam quando crescem mais rápido do que conseguem se estruturar. Sem conseguir acompanhar a demanda, Pedro acumulou funções.
Produzia os cookies, limpava a cozinha, fazia compras, respondia clientes e administrava a operação. A rotina chegava a 16 horas de trabalho por dia, enquanto centenas de mensagens de consumidores permaneciam sem resposta.
A estrutura física também passou a limitar o crescimento. A produção acontece em três andares, exigindo deslocamentos constantes de ingredientes, bandejas e embalagens, reduzindo a produtividade da equipe.
Loja de cookies viraliza e mostra os desafios em crescer rápido demais
Reprodução/PEGN
Além disso, processos pouco organizados aumentavam o tempo gasto em tarefas simples, como lavar equipamentos diversas vezes ao longo do dia. Outro ponto crítico estava na gestão financeira.
O empreendedor ainda misturava despesas pessoais com as da empresa e, apesar de ter faturado R$ 110 mil no primeiro mês, admitia não saber exatamente qual havia sido o lucro do negócio — um erro comum em empresas que crescem sem controles financeiros consolidados.
Agora, o desafio deixa de ser vender cookies e passa a ser construir uma empresa. Isso inclui padronizar processos, treinar funcionários, organizar a produção e criar mecanismos para que o negócio funcione sem depender exclusivamente do fundador.
Pedro já começou essa transformação, com investimentos em novos equipamentos e na capacitação da equipe. A expectativa é que, com processos mais estruturados, a operação consiga acompanhar o crescimento sem comprometer a experiência dos clientes.
“Meu sonho é continuar, é ter força para continuar, independentemente de onde a loja de cookie for me levar”, afirma o empreendedor.
Loja de cookies viraliza e mostra os desafios de crescer rápido demais
Reprodução/PEGN
Cuki
📍 Endereço: Rua Sete de Abril 154, Loja 21 São Paulo/SP – CEP: 01043-000
📞Telefone: 11 910374167
📧 E-mail: querocuki@gmail.com
📸 Instagram: https://www.instagram.com/querocuki
🤳🏽Tik tok: https://www.tiktok.com/@querocuki
Villa San Pietro
📍 Endereço: Rua Augusta, 2542 – Jardim Paulista São Paulo/SP – CEP: 01413-100
📸 Instagram: https://www.instagram.com/popular/villa-san-pietro/



Source link

Pastores reagem a ataque de apresentadora da Fox News a jornalista cristão

0


Na última terça-feira, pastores e comentaristas cristãos expressaram sua indignação após um ataque vulgar da apresentadora da Fox News, Lisa Kennedy Montgomery, contra a jornalista cristã Megan Basham. O incidente ocorreu após Basham questionar a moralidade da barriga de aluguel para duplas homossexuais.

O que aconteceu

Megan Basham, repórter e comentarista do Daily Wire, comentou sobre a recente notícia do New York Post que anunciava que o colaborador da Fox News, Guy Benson, e seu marido haviam dado as boas-vindas a uma menina através de barriga de aluguel. Em sua crítica, Basham afirmou: “Benson é um comentarista perspicaz. Mas não há nada de conservador em criar deliberadamente crianças sem mãe”. Ela enfatizou que essa prática sugere que mães e pais não têm uma função específica nas necessidades das crianças.

Em resposta, Lisa Kennedy, conhecida apenas como Kennedy, fez uma postagem no X, onde atacou Basham de forma desrespeitosa, dizendo: “Que Deus te abençoe, Megan. Já que está nisso, aproveite e troque as pilhas do seu vibrador.” Essa resposta provocou uma onda de reações negativas, especialmente entre cristãos e conservadores, que consideraram a postura de Kennedy como um reflexo de uma atitude que vai contra os valores de seu público principal.

Reações da comunidade cristã

Após o ataque de Kennedy, diversos líderes e comentaristas cristãos se manifestaram. John Daniel Davidson, editor sênior do Federalist, questionou: “Que bando de esquisitões assustadores eles têm na Fox News. Quem fala desse jeito?” Ele ainda acrescentou que a normalização da barriga de aluguel para parceiros homossexuais é um sinal de uma moralidade distorcida.

O evangelista Justin Peters também se manifestou, afirmando: “Quando as pessoas não têm uma refutação inteligente, elas recorrem a uma linguagem vulgar e grosseira”. Outros, como J. Chase Davis, pastor principal da The Well Church, não hesitaram em criticar diretamente a postura de Kennedy, chamando-a de “pervertida”. Douglas Wilson, pastor sênior da Christ Church, também se juntou às críticas, fazendo referência ao estilo de Kennedy de se comunicar.

O que esperar

Esse incidente levanta questões importantes sobre a representação de valores cristãos na mídia e a forma como os debates sobre moralidade e família são conduzidos. A reação da comunidade cristã pode indicar um desejo crescente de defender os princípios bíblicos em um ambiente midiático que, muitas vezes, parece desconsiderar esses valores.

Além disso, a polarização em torno de temas como a barriga de aluguel e a formação de famílias homossexuais continua a ser um ponto de discórdia na sociedade. A resposta da comunidade cristã a esses ataques pode ser um indicativo de como os debates sobre a moralidade e a ética serão moldados nos próximos anos.



Source link

NR-1: o que muda para os trabalhadores após o STF suspender multas por 90 dias?

0




NR-1: veja o que muda com a nova regra sobre saúde mental no trabalho
A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender por 90 dias a aplicação de multas e outras sanções previstas na Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) relacionadas aos riscos psicossociais no ambiente de trabalho levantou dúvidas entre trabalhadores sobre possíveis mudanças na proteção à saúde mental.
A atualização da norma, que entrou em vigor em maio deste ano, ampliou a responsabilidade das empresas na prevenção de fatores como assédio moral, estresse ocupacional, excesso de jornada e sobrecarga de trabalho, que podem comprometer a saúde mental dos empregados.(veja o que muda)
Apesar da decisão, os direitos dos trabalhadores permanecem os mesmos. O STF suspendeu apenas a aplicação das penalidades administrativas previstas na atualização da NR-1, mantendo a obrigação das empresas de identificar, avaliar e prevenir fatores de risco psicossocial.
A medida é provisória, vale para empresas de todo o país e foi tomada para permitir uma tentativa de conciliação entre representantes do governo, empregadores e demais envolvidos sobre a forma de aplicação da norma.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Com isso, durante os próximos 90 dias, os auditores-fiscais do trabalho não poderão aplicar multas ou outras sanções pelo descumprimento das regras da NR-1 relacionadas aos riscos psicossociais.
Ainda assim, as empresas continuam obrigadas a identificar, avaliar e prevenir situações como excesso de carga de trabalho, pressão constante, assédio e falhas na organização do trabalho.
A suspensão das multas também não altera direitos garantidos pela Constituição Federal, pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) nem por outras normas de proteção ao trabalhador.
Isso significa que o empregado continua tendo direito a um ambiente de trabalho seguro e saudável e pode denunciar situações de assédio moral, metas abusivas, jornadas excessivas ou outras práticas que coloquem sua saúde mental em risco.
Suspensão das multas não muda dever das empresas
Embora as penalidades administrativas tenham sido suspensas temporariamente, a obrigação de prevenção continua em vigor.
Em nota, o Ministério Público do Trabalho (MPT) afirmou que a decisão tem caráter temporário e não afasta o dever das empresas de identificar, avaliar e prevenir riscos psicossociais. Segundo o órgão, a proteção à saúde mental continua garantida pela Constituição, pela CLT e por normas internacionais.
A advogada e mediadora Renata Porto Adri, pesquisadora da UNIFESP/CNPq, afirma que a suspensão das multas não representa uma pausa na responsabilidade das empresas.
Segundo ela, a decisão do STF deve ser encarada como uma oportunidade para aperfeiçoar a aplicação da norma, e não como autorização para interromper medidas de prevenção.
A especialista afirma que as empresas devem aproveitar esse período para revisar processos internos, estruturar diagnósticos, elaborar planos de ação e fortalecer iniciativas voltadas à saúde mental. Ela avalia ainda que a conciliação proposta pelo STF pode tornar a aplicação da NR-1 mais clara e previsível, sem comprometer a proteção aos trabalhadores.
Na mesma linha, a Associação Brasileira de Empresas de Saúde e Segurança no Trabalho (ABRESST) afirmou que a suspensão das multas não altera a realidade do adoecimento mental no país.
Segundo a entidade, a decisão impede apenas a aplicação de sanções administrativas durante 90 dias, mas não elimina a obrigação das empresas de prevenir riscos psicossociais nem reduz os impactos do assédio, da sobrecarga de trabalho e de outros fatores relacionados ao trabalho.
A associação defende que as empresas mantenham o mapeamento e a gestão desses riscos, argumentando que o objetivo da NR-1 é prevenir o adoecimento dos trabalhadores, e não apenas evitar multas.
O que continua valendo?
Mesmo com a decisão do STF, permanecem em vigor as seguintes obrigações:
As empresas continuam obrigadas a identificar e prevenir riscos psicossociais relacionados ao trabalho.
Trabalhadores continuam protegidos pela Constituição, pela CLT e pela legislação trabalhista.
Casos de assédio moral, excesso de jornada e outras práticas ilegais continuam sujeitos à responsabilização judicial.
Trabalhadores podem denunciar irregularidades ao Ministério Público do Trabalho, à Inspeção do Trabalho, aos sindicatos e à Justiça do Trabalho.
Empresas ainda podem responder por indenizações em caso de danos decorrentes das condições de trabalho.
O que fica suspenso?
ficam suspensas multas, autuações e outras sanções administrativas relacionadas aos dispositivos da NR-1 questionados no STF;
também ficam suspensos os efeitos das penalidades já aplicadas com base nesses dispositivos.
Ao final desse prazo, o Supremo deverá reavaliar a questão após a tentativa de conciliação entre governo, empregadores e trabalhadores.
Capa – afastamentos por saúde mental
Otávio Camargo | Arte g1
Pressão e adiamento
A decisão do STF ocorre após quase dois anos de discussões sobre a atualização da NR-1. As mudanças na norma foram anunciadas pelo Ministério do Trabalho em agosto de 2024 para incluir os riscos psicossociais entre os fatores que devem ser identificados e gerenciados pelas empresas.
Inicialmente, elas entrariam em vigor em maio de 2025, mas, após pressão de entidades empresariais e sindicatos patronais, o governo adiou a implementação por um ano. A atualização passou a valer em maio deste ano.
A atualização da NR-1 ocorre em meio ao agravamento dos problemas de saúde mental relacionados ao trabalho. Especialistas ouvidos pelo g1 consideram a medida urgente.
Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), mais de 840 mil pessoas morrem todos os anos no mundo por problemas de saúde ligados a riscos psicossociais no trabalho, como jornadas longas, assédio e insegurança no emprego.
No Brasil, o cenário também preocupa. No ano passado, o g1 revelou com exclusividade, com base em dados do Ministério da Previdência Social, que o Brasil já vivia uma crise de saúde mental, com o maior número de afastamentos por transtornos mentais em 10 anos.
Uma análise da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT) mostra que mais de duas mil profissões estão entre aquelas em que os trabalhadores precisaram se afastar do trabalho por transtornos mentais no Brasil.
⚠️ Como denunciar?
Trabalhadores que enfrentam situações relacionadas a riscos psicossociais no ambiente de trabalho, como assédio moral, sobrecarga, metas abusivas e jornadas excessivas, podem recorrer a diferentes canais para denunciar irregularidades. Entre eles estão:
Canal de Denúncias para Inspeção do Trabalho: canal online do Ministério do Trabalho para denúncias trabalhistas;
Fala.br: plataforma integrada de ouvidoria e acesso à informação da Controladoria-Geral da União;
Central Alô Trabalho: o número 158 funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h (horário de Brasília). A ligação gratuita de qualquer telefone fixo, mas chamadas por celular serão cobradas;
Superintendências Regionais do Trabalho: são responsáveis por executar, supervisionar e monitorar ações relacionadas a políticas públicas de trabalho nos estados;
Canal do Ministério Público do Trabalho: O MPT tem um canal de denúncias e atua para combater o assédio moral nas relações de trabalho;
Disque 100: Serviço gratuito e disponível 24 horas por dia, o disque 100 recebe denúncias de violações de direitos humanos, inclusive assédio moral no trabalho.
O denunciante não precisa se identificar. Quanto mais informações forem fornecidas, maiores as chances de os órgãos apurarem se houve irregularidade e adotarem as medidas cabíveis.
Brasil tem mais de 546 mil afastamentos por saúde mental em 2025 e bate recorde



Source link

Como a igreja pode se relacionar com diferentes grupos de pessoas

0


A análise apresentada pela MUDA traz uma nova perspectiva sobre como as igrejas podem se relacionar com diferentes grupos de pessoas. O estudo sugere que as comunidades de fé devem adaptar suas abordagens para atender líderes, membros e a multidão de acordo com seus níveis de compromisso e desenvolvimento na fé cristã.

Contexto da análise

A MUDA, uma organização dedicada ao fortalecimento das comunidades cristãs, lançou um relatório que busca orientar as igrejas sobre a importância de reconhecer as diferentes etapas de compromisso de seus membros. Essa análise se torna ainda mais relevante em um mundo onde as expectativas e as experiências de fé variam amplamente entre os indivíduos.

O que a análise propõe

O estudo propõe que as igrejas devem desenvolver estratégias específicas para cada grupo de pessoas dentro de suas comunidades. Por exemplo, líderes e membros mais comprometidos podem ser desafiados com responsabilidades maiores e oportunidades de liderança, enquanto aqueles que estão apenas começando sua jornada de fé podem necessitar de um acompanhamento mais próximo e acolhedor.

Além disso, a análise sugere que as igrejas devem prestar atenção à multidão, que pode incluir visitantes e novos crentes. Para esse grupo, a abordagem deve ser mais inclusiva e acessível, oferecendo um ambiente que favoreça a evangelização e a integração na vida da igreja.

Reações e implicações

As reações à análise da MUDA têm sido variadas. Muitos líderes de igrejas expressaram apoio à ideia de personalizar a abordagem pastoral, reconhecendo que isso pode levar a um maior envolvimento da congregação. Outros, no entanto, levantaram preocupações sobre a possibilidade de que essa segmentação possa criar divisões dentro da comunidade.

É fundamental que as igrejas mantenham a unidade em Cristo, mesmo ao diversificar suas abordagens. A proposta da MUDA, se implementada com sabedoria, pode ajudar a fortalecer a comunidade, promovendo um ambiente onde todos se sintam valorizados e acolhidos.

O que esperar no futuro

À medida que as igrejas consideram as recomendações da MUDA, é provável que vejamos uma transformação nas dinâmicas comunitárias. Espera-se que as congregações adotem práticas mais inclusivas e que incentivem o crescimento espiritual de todos os membros, independentemente de seu nível de compromisso.

Além disso, essa análise pode inspirar outras organizações a desenvolverem estratégias semelhantes, promovendo um movimento mais amplo de adaptação e acolhimento nas comunidades cristãs. A evangelização e o fortalecimento da fé devem ser prioridades, e adaptar as abordagens pode ser a chave para alcançar mais pessoas e impactar suas vidas positivamente.



Source link

O plano da China para se livrar da dependência do agro brasileiro (e por que isso assusta o Brasil)

0


O ritmo segue forte em 2026. De janeiro a junho, as vendas brasileiras para o mercado chinês atingiram US$ 58,322 bilhões, um crescimento de 21,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados consolidados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).



Source link