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Justiça condena shopping paulista por discriminação racial

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Após a Justiça homologar um acordo firmado entre o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) e o Shopping Pátio Higienópolis, o empreendimento vai pagar R$ 1 milhão ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, como resultado de uma ação civil pública ajuizada após um episódio de racismo contra um adolescente negro dentro do shopping, em abril de 2025. 

O fato foi apurado a partir de inquérito civil conduzido pela Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude da Capital.

O adolescente e um amigo, também negro, foram discriminados por uma funcionária terceirizada, integrante da equipe de segurança do centro comercial, em um bairro nobre da cidade. 

A mulher perguntou se eles estavam pedindo dinheiro a uma outra estudante, branca. Os dois jovens à época estavam no ensino fundamental II e haviam acabado de sair de uma atividade que se propunha a debater o racismo. 

O estudante discriminado era bolsista do Colégio Equipe. Uma semana após o caso, estudantes e professores da instituição realizaram um protesto no shopping.

Além da indenização, o shopping assumiu obrigações voltadas à proteção integral a crianças e adolescentes frequentadores do local. Entre elas, está a manutenção de um núcleo social formado por dois educadores coordenados por uma assistente social, com atuação todos os dias da semana, e a determinação de que qualquer abordagem a crianças e adolescentes seja feita exclusivamente por integrantes desse núcleo, com foco no acolhimento e no encaminhamento à rede de proteção.

O acordo prevê ainda treinamento periódico dos colaboradores operacionais, ministrado por consultoria externa ao menos duas vezes por ano, inclusão de cláusula antirracista nos contratos firmados pelo empreendimento, aprimoramento do canal de denúncias, com garantia de anonimato, e divulgação dos órgãos externos de proteção; realização anual de evento aberto ao público sobre respeito à diversidade e combate ao racismo; envio de relatórios semestrais ao Ministério Público e vigência das obrigações pelo prazo de três anos.

Caso não cumpra com todos os compromissos assumidos, o Shopping Pátio Higienópolis estará sujeito a multa, com aumento em caso de reincidência. 

O montante de R$ 1 milhão deve ser aplicado em iniciativas de enfrentamento da discriminação racial e de proteção de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

Segundo o MPSP , a Justiça considerou que o acordo prevê medidas concretas para prevenir novas violações e institui mecanismos de acompanhamento e fiscalização de seu cumprimento.

“A construção deste acordo pela via do diálogo revela a maturidade institucional que se espera do Ministério Público e a robustez do valor destinado ao Fundo Municipal assegura que o compromisso se traduza em políticas públicas efetivas e permanentes de proteção à infância e à juventude”, afirmou a promotora de Justiça Florenci Cassab Milani.



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Casa Branca diz que governo fará anúncio de novas tarifas nesta quinta

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A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, informou nesta quinta-feira (24) que o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, fará um anúncio sobre novas tarifas antes do fim da vigência da taxa global de 10%, previsto para sexta-feira (25).



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Trump condiciona acordo nuclear com Arábia Saudita a Acordos de Abraão

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Nesta quinta-feira, 23 de julho de 2026, Donald Trump anunciou que o acordo nuclear com a Arábia Saudita está condicionado à adesão do país aos Acordos de Abraão. Essa declaração vem na esteira da formalização do pacto nuclear, que visa o desenvolvimento de um programa nuclear civil saudita.

Contexto dos Acordos de Abraão

Os Acordos de Abraão, firmados em 2020, têm como objetivo a normalização das relações entre Israel e diversos países árabes. Este movimento é visto por muitos como um passo significativo em direção à paz no Oriente Médio, promovendo a cooperação econômica e a estabilidade regional. No entanto, a adesão da Arábia Saudita a esses acordos é um tema delicado, uma vez que o país tem sido historicamente um defensor da causa palestina.

O que aconteceu

O anúncio de Trump ocorreu um dia após a assinatura formal do tratado nuclear entre os Estados Unidos e a Arábia Saudita, que foi assinado pelo secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, e seu homólogo saudita. O tratado permitirá que a Arábia Saudita desenvolva um programa nuclear para fins civis, o que levanta preocupações sobre a possibilidade de desvio para fins militares.

Em sua publicação nas redes sociais, Trump afirmou que o acordo “será aprovado”, mas enfatizou que sua implementação depende da adesão da Arábia Saudita aos Acordos de Abraão, que ele descreveu como “muito respeitados e bem-sucedidos”.

Reações ao anúncio

A reação à declaração de Trump foi mista. Enquanto alguns analistas veem isso como uma oportunidade para promover a paz e a normalização no Oriente Médio, outros expressaram preocupação sobre as implicações de um programa nuclear saudita e a resistência do país em assinar os Acordos de Abraão.

Autoridades israelenses também criticaram a posição da Arábia Saudita, destacando que a adesão aos Acordos de Abraão é essencial para garantir a segurança e a estabilidade na região. A resistência saudita em normalizar relações com Israel pode complicar ainda mais a dinâmica política no Oriente Médio.

O que esperar

O futuro das negociações entre os Estados Unidos, a Arábia Saudita e Israel permanece incerto. A condição imposta por Trump pode ser vista como uma estratégia para incentivar a Arábia Saudita a se alinhar mais com os interesses ocidentais e a promover a paz na região. No entanto, a resistência saudita pode levar a um impasse nas negociações.

Os cristãos e líderes religiosos que acompanham a situação no Oriente Médio devem estar atentos a esses desenvolvimentos, pois a normalização das relações entre Israel e países árabes pode ter um impacto significativo na liberdade religiosa e na segurança das comunidades cristãs na região.



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IA está presente em 6 de cada 10 órgãos públicos federais e estaduais

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A Inteligência Artificial (IA) já está presente em 59% dos órgãos federais e estaduais brasileiros, de acordo com os resultados da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC ) Governo 2025, divulgada nesta quinta-feira (23) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

O Poder Judiciário lidera a adoção da tecnologia, atingindo 94% dos órgãos em 2025, seguido pelo Ministério Público (92%), pelo Poder Legislativo (83%) e pelo Poder Executivo (55%).

Segundo o estudo, entre as diferentes esferas administrativas, o uso de IA é mais recorrente nos órgãos federais (70%) do que nos estaduais (58%). Em comparação com a IA, outras tecnologias avançadas são menos disseminadas: a Internet das Coisas (IoT) aparece em 20% dos órgãos federais e em 29% dos estaduais, enquanto o Blockchain foi citado por 25% na esfera federal e 17%, na estadual.

Esta é a sétima edição da pesquisa, conduzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

Entre os órgãos públicos que utilizam IA, a aplicação mais frequente é a automatização de processos de fluxos de trabalho, adotada por 39% das instituições (45% na esfera federal e 38%, na estadual).

Em seguida, destacam-se a mineração de texto e a análise de linguagem, utilizadas por 35% dos órgãos (46% na esfera federal e 34%, na estadual). As ferramentas de aprendizagem de máquina para predição e análise de dados aparecem na sequência, presentes em 31% dos órgãos (39% na esfera federal e 30% na estadual).

Pela primeira vez, o estudo mapeou o uso de IA nas prefeituras brasileiras e constatou que 27% delas utilizaram a tecnologia nos 12 meses anteriores à pesquisa. Os dados revelam disparidades importantes conforme o porte do município: a adoção alcança 85% nas cidades com mais de 500 mil habitantes e 81% nas capitais, enquanto nos municípios com até 10 mil habitantes o percentual é de 22%.

Esse padrão também é observado no emprego de outras tecnologias digitais que tende a ser mais elevada entre municípios de diferentes portes.

Nas administrações municipais, as aplicações de IA mais comuns também são a automatização de processos (14%) e a mineração de texto (12%). As prefeituras declararam aplicar essas tecnologias principalmente para melhorar os serviços prestados à população (17%), aprimorar as operações internas (17%), apoiar políticas públicas e atividades-fim (14%) e fiscalizar o uso de recursos públicos (10%).

De acordo com o gerente do Cetic.br | NIC.br, Alexandre Barbosa, os resultados mostram que a Inteligência Artificial já faz parte da realidade de uma parcela significativa do setor público brasileiro.

“Ao mesmo tempo, evidenciam que ampliar a capacitação dos servidores públicos é um passo fundamental para que essas tecnologias sejam incorporadas de forma cada vez mais qualificada e contribuam para a melhoria efetiva dos serviços públicos prestados à população”, explicou

Esta edição da pesquisa apresenta, pela primeira vez, um panorama mais amplo sobre o uso de Inteligência Artificial generativa (categoria de IA projetada para criar conteúdos originais — como textos, imagens, códigos e músicas — baseados em padrões identificados em vastas bases de dados) no setor público brasileiro.

Na esfera federal, 65% dos órgãos públicos têm iniciativas de utilização dessa tecnologia em processos internos, enquanto 29% utilizam em serviços prestados diretamente ao cidadão. No que diz respeito ao suporte e preparo das equipes para uso de IA generativa, 59% oferecem cursos ou treinamentos, 46% contrataram ferramentas específicas para uso nos processos de trabalho e 43% estabeleceram diretrizes ou manuais de uso para os funcionários.

“A falta de capacitação desponta como a principal barreira à adoção da IA nas organizações públicas brasileiras. Esse desafio foi apontado por 19% dos órgãos federais, 21% dos estaduais e 40% das prefeituras”, afirma o levantamento.

Nas administrações municipais, os gestores também citaram como entraves o fato de a tecnologia não ser considerada uma prioridade de governo (36%), a ausência de necessidade ou interesse (35%), dificuldades relacionadas à disponibilidade e qualidade dos dados (35%) e custos elevados (34%).

As ferramentas de mensagens instantâneas consolidaram-se como importantes canais de atendimento à população. Nas prefeituras, o atendimento para solicitação de serviços públicos via WhatsApp ou Telegram aumentou de 56% em 2023 para 64% em 2025, tornando-se o segundo canal de contato mais utilizado pelos municípios, atrás apenas do telefone convencional (83%).

Nos demais níveis de governo, 39% das organizações públicas federais e 43% das estaduais disponibilizavam recursos de envio de mensagens por dispositivos móveis em 2025.

Sobre a pesquisa

Realizada a cada dois anos desde 2013, a pesquisa TIC Governo mapeia a incorporação das tecnologias no setor público brasileiro e seu uso para a oferta de serviços públicos. Além disso, o estudo investiga a existência de iniciativas de acesso à informação e participação da sociedade nas atividades das entidades públicas por meio das tecnologias.

A coleta de dados da edição de 2025, realizada por telefone, ocorreu entre os meses de julho de 2025 e abril de 2026. Foram entrevistados 576 órgãos públicos federais e estaduais e 3.253 prefeituras.

 




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Órgão do Senado identifica 'deterioração perceptível' de 'parte relevante' das estatais federais

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A Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado Federal, avaliou nesta quinta-feira (23) que indicadores financeiros confirmam uma “deterioração perceptível” da saúde financeira de “parte relevante” das empresas estatais federais, tanto dependentes quanto não dependentes, o que eleva o risco para o Tesouro Nacional.
“Essa deterioração não é uniforme nem decorre de uma única causa, mas os dados levantados pela IFI permitem identificar padrões que merecem atenção do ponto de vista da gestão fiscal”, acrescentou o órgão, por meio do Relatório de Acompanhamento Fiscal de julho.
➡️O órgão explicou que essa piora é evidenciada por patrimônio líquido negativo, fluxo de caixa operacional deficitário e margens operacionais negativas em algumas empresas, como Codevasf, Correios, Emgepron e a Infraero.
➡️Por conta disso, a IFI avalia que há um aumento de risco fiscal para o Tesouro, seja pela possibilidade de aportes e suplementações orçamentárias às estatais dependentes, seja pela fragilização da capacidade de distribuição de dividendos pelas empresas não dependentes.
Agora no g1
No documento, a IFI explica que não pretende levantar elementos sobre a possibilidade de privatização das empresas, pois classifica esse debate como complexo, visto que envolve a análise não apenas de custos e benefícios de se manter uma determinada empresa sob controle do Estado, como também os retornos sociais que se esperam obter.
➡️No projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027, encaminhado ao Congresso Nacional em abril deste ano, o governo federal admite que as empresas estatais federais, em déficit desde 2023, continuarão no vermelho até 2030. O termo “déficit” significa que o gasto somado dessas estatais foi maior que a receita que elas conseguiram gerar no ano.
Entenda
As estatais são consideradas “dependentes” quando necessitam de recursos da União para realizar despesas de pessoal, custeio e capital, excluindo -se, neste caso, recursos provenientes de participação acionária. Ou seja, precisa de recursos do Tesouro para manter sua operação, disponibilizados em dotações no Orçamento Fiscal e da Seguridade Social. Entre as estatais dependentes, estão a Codevasf, a Conab, a EBC e a Embrapa.
As estatais “não dependentes”, públicas ou sociedades de economia mista, por sua vez, são aquelas que, em tese, não necessitam de recursos do governo para financiar despesas de pessoal, custeio e investimentos, com exceção de aportes que aumentem participação acionária. São entidades que operam com receitas próprias geradas por suas atividades operacionais. Suas despesas de investimento integram o orçamento de investimentos da União. Entre elas, estão os Correios, a Infraero, a Emgepron, a Emgea e a Dataprev.
Segundo a IFI, do Senado Federal, entre as estatais dependentes, a análise do patrimônio líquido, do fluxo de caixa operacional e do indicador de suficiência de caixa revela um grupo de empresas – notadamente Codevasf, CBTU, Embrapa, HCPA e EBSERH – cuja trajetória financeira se distancia do padrão observado nos exercícios anteriores a 2018.
“Para essas empresas, cabe reforçar que o problema não é de solvência no sentido tradicional, já que sua existência depende de subvenções do Tesouro e não de geração própria de caixa. O risco relevante reside no descompasso entre despesas e repasses, quando persistente, tende a se converter em pressão por suplementações orçamentárias ou aportes extraordinários, disputando espaço fiscal com outras políticas públicas sujeitas aos limites do RFS”, avaliou a Instituição Fiscal Independente.
Sede dos Correios em Palmas, Tocantins
Djavan Barbosa/TV Anhanguera
No grupo das estatais não dependentes, o órgão avalia que os indicadores de margem operacional, de exposição a receitas financeiras e de qualidade do lucro apontam para “fragilidades distintas”, mas “igualmente relevantes”.
“Casos como os da ECT [Correios], da Emgepron e da Infraero mostram que, mesmo sem onerar diretamente o orçamento fiscal e de seguridade social, essas empresas podem comprometer sua capacidade de distribuição de dividendos à União ou, em situações mais extremas, demandar aportes de capital, como o que a União fará na ECT em 2027, conforme previsto no contrato do empréstimo contratado pela empresa em 2025”, acrescentou a IFI.
Situação dos Correios
No caso dos Correios, cujo rombo triplicou em 2025 e atingiu R$ 8,5 bilhões, o próprio governo federal admite que a estatal pode continuar a ter um agravamento da situação econômico-financeira, seguindo tendência observada nos últimos dois anos, apesar do plano de restruturação em vigor.
“Entre as medidas do referido plano [de restruturação financeira], estão a redução de custos, com medidas de saneamento de seus planos de previdência complementar, reestruturação de planos de saúde, programas de demissão voluntária, alienação de imóveis ociosos e reajuste tarifário, dentre outras, mas a tendência é de que a empresa ainda apresente elevado prejuízo em 2026”, diz o governo, no projeto da LDO de 2027.
A estatal contratou um empréstimo de R$ 12 bilhões firmado com um consórcio de bancos em dezembro de 2025, com garantia do Tesouro Nacional. Em fevereiro, o Conselho Monetário Nacional (CMN) deu espaço para os Correios conseguirem captar um novo empréstimo com garantias da União. Pela decisão, os Correios poderão buscar mais R$ 8 bilhões em empréstimo.
Para enfrentar rombo financeiro, o governo autorizou, em maio deste ano, a estatal a vender seguros, títulos de capitalização e a atuar no mercado de telefonia. A ideia é que a empresa faça convênios com instituições financeiras para ofertar os serviços.
Para a Instituição Fiscal Independente, a piora na situação dos Correios está relacionada com:
As receitas de encomendas subiram muito no período da pandemia, tendo se acomodado a partir de 2023. As receitas de mensagem e de postagem internacional sofreram quedas importantes nos últimos quatro anos, especialmente as de postagem.
Alterações regulatórias nas compras de produtos importados (criação do programa Remessa Conforme) provocaram uma retração significativa no volume de postagens internacionais, reduzindo as receitas desse setor, que também enfrenta concorrência crescente.
Ao mesmo tempo em que registrou queda em receitas, os Correios indicaram algumas pressões de custos com pessoal e benefícios no período de 2022 a 2025. Acordos coletivos elevaram as despesas com pessoal.
Além disso, o reconhecimento de obrigações com o Postalis (fundo de pensão). pressionou as despesas financeiras em razão do pagamento de juros e atualizações monetárias do déficit equacionado.
Crescimento expressivo da despesa de precatórios e de requisições de pequeno valor (RPVs) nos últimos anos.
Outros elementos de pressão sobre as despesas da ECT nos últimos quatro anos foram: provisionamento de novas obrigações de benefício pós -emprego após a identificação da existência de subsídio cruzado entre beneficiários ativos e aposentados no Plano Correios Saúde II, além da elevação de gastos com o plano de saúde; reajustes em valores de contratos de transporte aéreo e terrestre em função de aumentos nos preços dos combustíveis; aumento no saldo de provisões devido a novas ações judiciais e revisões de risco em processos trabalhistas e cíveis; e geração de elevadas despesas com juros e multa em razão de atraso em recolhimentos de tributos e contribuições, devido à falta de liquidez.



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Cardeal Sarah critica UE por imposição de aborto e ideologia LGBT na África

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O Cardeal Robert Sarah manifestou sua indignação em relação às tentativas da União Europeia de impor a aceitação do aborto e da ideologia LGBT nos países africanos. Em suas declarações, ele destacou a importância de respeitar a soberania das nações africanas e a fé cristã que permeia suas culturas.

Contexto da polêmica

A pressão da União Europeia sobre nações africanas para adotar políticas que incluem a legalização do aborto e a aceitação da ideologia LGBT tem gerado um intenso debate. Muitos líderes religiosos e políticos africanos veem essa imposição como uma forma de colonialismo moderno, que desconsidera as tradições e os valores culturais locais. O cardeal Sarah, uma figura proeminente na Igreja Católica, tem sido um defensor vocal da preservação dos valores cristãos e da autonomia dos países africanos.

O que aconteceu

Em suas declarações recentes, o Cardeal Sarah acusou a União Europeia de usar a força do direito internacional para pressionar os países africanos a aceitarem essas mudanças. Ele argumentou que essa abordagem não apenas ignora a diversidade cultural da África, mas também ameaça a liberdade religiosa e a integridade das comunidades cristãs no continente.

Sarah afirmou que a imposição de tais ideologias é uma afronta à identidade africana e à fé cristã que é profundamente enraizada na sociedade. “A Europa não pode ditar o que devemos acreditar ou como devemos viver. A África tem sua própria história e seus próprios valores que devem ser respeitados”, declarou o cardeal.

Reações à declaração do cardeal

A declaração do Cardeal Sarah gerou reações variadas. Enquanto muitos líderes religiosos e cristãos africanos apoiaram sua posição, outros argumentaram que a aceitação de direitos humanos, incluindo os direitos LGBT, é uma questão de progresso social. Essa divisão reflete as tensões existentes entre a modernização e a preservação de valores tradicionais na sociedade africana.

Organizações de direitos humanos criticaram a posição do cardeal, afirmando que a defesa da liberdade religiosa não deve ser usada como justificativa para a negação dos direitos de minorias. No entanto, defensores da posição de Sarah enfatizam a importância de respeitar a soberania das nações e a diversidade cultural.

O que esperar no futuro

O debate sobre a imposição de políticas de aborto e ideologia LGBT na África deve continuar a ser um tema controverso. O cardeal Sarah e outros líderes religiosos prometem continuar a defender os valores cristãos e a autonomia dos países africanos frente à pressão externa.

À medida que a discussão avança, é crucial que os cristãos em todo o mundo se unam em oração, buscando a sabedoria divina para enfrentar esses desafios. A liberdade religiosa e a preservação da fé são essenciais para a missão da Igreja em todo o mundo, especialmente em regiões onde a perseguição e a pressão externa são uma realidade.



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Mortes violentas caem 8,2% no país em 2025; feminicídios aumentam 4%

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A 20ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgada nesta quinta-feira (23), mostra que o número de mortes violentas intencionais (MVI) no Brasil caiu de 20,6 casos por 100 mil habitantes em 2024, para 19,1 casos por 100 mil habitantes, em 2025 – uma diminuição de 8,2%. 

Esse é o menor patamar registrado desde 2012, quando o índice começou a ser medido. Em números absolutos, foram registradas 40.775 mortes violentas intencionais no ano passado ante 44.127 em 2024.

A categoria MVI inclui homicídio doloso, feminicídio, roubo seguidos de morte (latrocínio), lesão corporal seguida de morte, morte decorrente de intervenções policiais e morte de policiais em serviço e fora do horário de trabalho.  

Em 2025, foi a primeira vez que a categoria MVI ficou abaixo de 20 mortes por 100 mil habitantes no país. Em 2012, essa taxa era de 27,7 por 100 mil habitantes.

No último ano, registraram queda os crimes de homicídio doloso (queda de 10%), latrocínio (-17%) e lesão corporal seguida de morte (-15,2%). Os dados mostram, no entanto, que as mortes por intervenção policial e os feminicídios subiram 5,4% e 4%, respectivamente.

Apesar da queda na média nacional das MVI, sete unidades da federação tiveram alta em comparação com os dados do ano anterior: Rio Grande do Norte (19,6%), Rondônia (7,5%), Acre (6,3%), Roraima (5,8%), Distrito Federal (5,8%), Mato Grosso do Sul (4,9%) e Rio de Janeiro (2,1%).

De acordo com o relatório, os demais estados apresentaram reduções nas MVI: Amazonas (-32,5%), Rio Grande do Sul (-25,7%), Mato Grosso (-23,2%), Piauí (-15,7%), Paraná (-15,5%), Minas Gerais (-14,2%), Goiás (-12,7%), Santa Catarina (-11,1%), Bahia (-9,6%), Pernambuco (-9,3%), Espírito Santo (-8,4%). Ceará (-7,5%), Alagoas (-6,6%), Amapá (-5,9%), Paraíba (-3,9%) São Paulo (-3,9%), Pará (-3,7%), Sergipe (-3%), Tocantins (-2,2%), e Maranhão (-2,2%). 

Feminicídios

Em 2025, os registros do Anuário de Segurança Pública mostram que 44,4% das mulheres assassinadas no país foram mortas por razões de gênero – o maior percentual desde quando o feminicídio entrou para o Código Penal brasileiro, em 2015.

Em números absolutos, no último ano, 1.571 mulheres foram vítimas de feminicídio, ou 4,3 mortes por dia. O resultado representa uma taxa nacional de 1,4 vítimas por grupo de 100 mil mulheres (alta de 4% em relação a 2024).

As tentativas de feminicídio, segundo o Anuário, também continuaram a crescer em 2025. Foram 4.189 mulheres sobreviventes, um aumento de 5,9% em relação a 2024, ou seja, para cada feminicídio consumado registrado no país em 2025 houve quase três tentativas.

Segundo a publicação, considerando conjuntamente os feminicídios consumados e tentados, as regiões Centro-Oeste e Norte apresentaram as maiores taxas do país, com 9,8 e 8 vítimas por 100 mil mulheres, respectivamente.

Já as regiões Sudeste (4,2), Nordeste (4,8) e Sul (5,2) registraram menores níveis de violência letal de gênero consumada e tentada.

 



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Pivetta ganha primeiro aliado oficial; PSDB fecha apoio

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O PSDB é o primeiro partido a oficializar apoio à pré-candidatura do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Governo de Mato Grosso nas eleições deste ano. A decisão, antecipada ao Gazeta Digital, será homologada durante a convenção estadual da sigla, marcada para a próxima terça-feira (28), das 9h às 16h, em Cuiabá.

Conforme apurou a reportagem, além de confirmar a aliança com Pivetta, a convenção também vai oficializar a participação do PSDB na composição da chapa majoritária que reúne Republicanos, União Progressista e Podemos.

Apesar de integrar o grupo político, o partido não pretende indicar um nome para a vaga de vice-governador. A estratégia é manter o espaço em aberto para eventual composição, caso haja necessidade durante as negociações entre os partidos aliados.

Nos bastidores, uma das pretensões da legenda é lançar o pastor Sena como pré-candidato ao Senado. A possibilidade, no entanto, ainda depende de discussões internas e também de entendimento entre os partidos que integram a coligação, já que parte dos tucanos já assumiu compromisso de apoiar outras candidaturas ao Senado, entre elas a do governador Mauro Mendes (União), que deve disputar uma das duas vagas.

Na convenção, o PSDB também vai homologar as chapas proporcionais. A legenda fechou a nominata completa para deputado estadual, com 25 candidatos, sendo 17 homens e 8 mulheres, e terá ainda 9 candidatos à Câmara Federal, dos quais 6 homens e 3 mulheres.

A chapa estadual reúne três deputados com mandato, quatro prefeitos que exercem o segundo mandato e quatro suplentes que já passaram pela Assembleia Legislativa, além de representantes de diversas regiões do estado, como Araguaia, Norte, Oeste, Baixada Cuiabana e Sul de Mato Grosso.

A avaliação da direção partidária é de que a composição fortalece a expectativa de ampliar a bancada tucana na Assembleia Legislativa e disputar ao menos uma cadeira na Câmara dos Deputados.



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Dólar opera em alta, após novos ataques entre EUA e Irã e com alta do petróleo no radar; Ibovespa cai

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Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em alta nesta quinta-feira (23), com um avanço de 0,77% perto das 10h30, cotado a R$ 5,0899. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha queda de 0,61% no mesmo horário, aos 176.470 pontos.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ O avanço do petróleo em meio à escalada do conflito no Oriente Médio segue no centro das atenções. Com a continuidade dos ataques entre na região, a commodity voltou a ficar próxima ao patamar de US$ 100 o barril, mesmo após a afirmação de que o Omã media negociações com a Arábia Saudita, partidos iemenitas e um enviado especial da Organização das Nações Unidas (ONU).
O tráfego reduzido no Estreito de Ormuz continua a trazer temores sobre uma interrupção na oferta global de petróleo. Perto das 10h30, o barril do Brent, referência internacional, subia 5,25%, cotado a US$ 99,99. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, avançava 5,25% no mesmo horário, cotado a US$ 91,39 por barril.
▶️ O novo tarifaço do presidente americano, Donald Trump, também fica no radar. Na véspera, a nova taxa adicional de 25% sobre produtos brasileiros entrou em vigor, e a expectativa é que uma nova alíquota, entre 10% e 12,5%, seja anunciada em breve para cerca de 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil. ️O cenário aumenta a pressão sobre o governo brasileiro, que segue em conversa com os setores afetados e avalia como reagir às tarifas.
▶️ A temporada de balanços corporativos também deve mexer com as bolsas globais nesta quinta-feira (23). As ações da Alphabet recuava no pré-mercado, após a companhia elevar sua projeção de investimentos, reforçando os gastos com inteligência artificial e reacendendo preocupações sobre o elevado custo para expansão da infraestrutura do setor.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
💲Dólar

a
Acumulado da semana: -1,17%;
Acumulado do mês: -2,16%;
Acumulado do ano: -7,97%.
📈Ibovespa

Acumulado da semana: +2,21%;
Acumulado do mês: +3,21%;
Acumulado do ano: +10,19%.
Nova taxa dos EUA deve ser anunciada em breve
A tarifa adicional de 25% dos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros exportados ao país entrou em vigor ontem. A medida foi anunciada após uma investigação do governo Donald Trump concluir que o Brasil adota práticas que “oneram ou restringem” o comércio com os EUA.
As justificativas foram amplamente contestadas pelo governo brasileiro, que considera a medida uma tentativa de interferência em temas internos e considerados inegociáveis.
A expectativa, agora, é que uma nova taxa — que deve ficar entre 10% e 12,5% — seja anunciada nos próximos dias para cerca de 60 países, incluindo o Brasil. Nesse caso, a justificativa gira em torno de outra investigação dos EUA, que concluiu que essas nações adotaram práticas comerciais desleais ao não impedirem o comércio de produtos fabricados com trabalho forçado.
Na véspera, o representante do comércio americano, Jamieson Greer, voltou a afirmar que práticas de desmatamento no Brasil colocam agricultores americanos em desvantagem competitiva, justificando que os baixos padrões ambientais que existe em outros países “justificam tarifas mais altas”.
O tema já foi amplamente refutado pelo governo brasileiro. Na semana passada, o ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou que os argumentos são “absolutamente improcedentes” e “inverídicos”, reiterando que o sistema de exportação brasileiro passa por um sistema rigoroso de fiscalização e controle ambiental.
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Petróleo volta a se aproximar de US$ 100
Na véspera, o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) concluiu uma nova rodada de ataques contra alvos militares iranianos, marcando a 12ª noite consecutiva de operações. Segundo o comando, foram atingidas instalações de armazenamento de mísseis e drones, sistemas de defesa aérea, capacidades marítimas e locais de vigilância costeira.
Em comunicado, o Centcom afirmou que as ações visam reduzir a capacidade do Irã de atacar embarcações comerciais e marinheiros civis. Os EUA também disseram ter retomado um bloqueio marítimo contra o país e que mais de 50 mil militares americanos permanecem mobilizados no Oriente Médio.
Já nesta quinta-feira, a Guarda Revolucionária do Irã, braço ideológico das forças armadas do país, disse ter atacado e destruído diversos equipamentos militares americanos na Jordânia, além de ter atacado bases dos EUA no Kuwait, incluindo Arifjan e Doha.
Os aliados houthis do irã no Iêmen também disseram ter atacado dois petroleiros sauditas como parte de um bloqueio naval à Arábia Saudita, ameaçando criar um segundo ponto de estrangulamento no fornecimento global de petróleo, além do fechamento iminente do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo.
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse em um encontro diplomático no Sudeste Asiático que o preço que o Irã paga “ficará mais alto a cada noite” até que Teerã esteja pronta para um acordo de paz que aceite cumprir.
” O Irã está implorando por um acordo todos os dias. O problema com o Irã é que, toda vez que eles fecham um acordo… ou o quebram ou querem mudá-lo”, disse ele. “Então, agora eles estão pagando o preço por isso. E talvez mudem de ideia nos próximos dias, conforme continuam a sofrer grandes perdas.”
Bolsas globais
Na Europa, o dia era negativo nesta quinta-feira (23), em meio às preocupações com a inflação global diante das novas altas do petróleo.
Perto das 10h30, o índice DAX, da Alemanha, tinha queda de 1,41%, enquanto o CAC-40, da França, recuava 1,77% e o FTSE 100, do Reino Unido, caía 0,95%.
Na Ásia, as ações chinesas fecharam em alta, à medida que o ânimo do mercado com o setor de tecnologia e inteligência artificial se recuperava.
O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 0,23%, enquanto o índice composto de Xangai, o SSEC, teve alta de 0,25%.
Entre as demais bolsas da região, o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,28%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul teve uma valorização de 4,40% e o Nikkei, do Japão, teve ganhos de 0,46%.
*Com informações da agência de notícias Reuters.
China reduz investimento no Tesouro dos EUA e derruba o dólar nos mercados globais
Jornal Nacional/ Reprodução



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Líder de Burkina Faso rejeita lei da Sharia e apoia educação

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O líder do governo militar de Burkina Faso, Ibrahim Traoré, fez uma declaração importante ao rejeitar a implementação da lei da Sharia no país. Em um momento em que a liberdade religiosa é um tema delicado na região, Traoré também se comprometeu a apoiar a educação profissional para os jovens, destacando a importância de um futuro melhor para a juventude burquinense.

Contexto da situação religiosa em Burkina Faso

Burkina Faso, um país da África Ocidental, tem enfrentado desafios significativos relacionados à segurança e à liberdade religiosa. Nos últimos anos, o país tem lidado com a crescente influência de grupos extremistas que ameaçam a estabilidade e a diversidade religiosa. A rejeição da lei da Sharia por Ibrahim Traoré é vista como um passo positivo na defesa da identidade secular do país e da liberdade religiosa, valores essenciais para a convivência pacífica entre diferentes crenças.

O que aconteceu

Durante uma recente declaração pública, Ibrahim Traoré afirmou que a proposta de implementar a lei da Sharia não será aceita sob sua liderança. Ele enfatizou que o governo militar está comprometido em garantir a liberdade religiosa e a coexistência pacífica entre as diversas comunidades religiosas presentes no Burkina Faso. Essa posição é especialmente significativa em um contexto onde muitos países africanos estão enfrentando pressões para adotar legislações que favorecem práticas religiosas específicas.

Além de sua posição sobre a lei da Sharia, Traoré também anunciou iniciativas voltadas para a educação profissional dos jovens, reconhecendo a importância de fornecer oportunidades de aprendizado e desenvolvimento para a próxima geração. “A educação é a chave para um futuro melhor”, afirmou Traoré, destacando que a capacitação profissional pode ajudar a combater a pobreza e a falta de oportunidades que muitos jovens enfrentam.

Reações à declaração de Traoré

A declaração de Ibrahim Traoré foi recebida com otimismo por muitos cidadãos e líderes religiosos que veem na rejeição da lei da Sharia um sinal de respeito pela diversidade cultural e religiosa do país. Organizações de direitos humanos e grupos de defesa da liberdade religiosa também elogiaram a decisão, considerando-a um passo importante para a proteção dos direitos dos cidadãos burquinenses.

Por outro lado, alguns críticos expressaram preocupações sobre a real implementação das promessas feitas pelo governo militar. A situação de segurança ainda é instável, e muitos temem que a pressão de grupos extremistas possa levar a um retrocesso nas conquistas de liberdade religiosa e direitos humanos.

O que esperar para o futuro

A rejeição da lei da Sharia e o compromisso com a educação profissional são sinais de esperança para muitos em Burkina Faso. No entanto, a situação ainda requer vigilância e ação contínua por parte da comunidade internacional e das organizações locais. O apoio à liberdade religiosa e à educação pode ser crucial para a construção de um futuro mais pacífico e próspero.



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