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Tarifaço: ministro diz que tarifa de 12,5% é ‘indevida’ e baseada em fatos que não são reais

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“Mas nós temos, lamentavelmente, muitos setores que estarão sujeitos à dupla tributação, à dupla taxação, como é o caso, por exemplo, de calçados, máquinas, equipamentos, peças, componentes, confecções e produtos químicos que não sejam farmacêuticos. Para esses, infelizmente, a tarifa passa a ser de 37,5%.”



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STF autoriza investigação sobre R$ 61 milhões para filme de Bolsonaro

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O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a Polícia Federal (PF) a investigar repasses de R$ 61 milhões feitos pelo empresário Daniel Vorcaro para a produção do filme Dark Horse, que retrata a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi tomada em 23 de julho de 2026, atendendo a um pedido da PF e com a recomendação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Contexto da investigação

A investigação foi motivada por um pedido do deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), que levantou suspeitas sobre a legalidade dos recursos utilizados na produção do filme. O parlamentar solicitou que as autoridades apurassem se houve irregularidades nos repasses e se parte do valor financiou a estadia do ex-deputado Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.

Os repasses, que totalizam cerca de R$ 61 milhões, foram transferidos pelo empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master. A suspeita central envolve o senador Flávio Bolsonaro, que teria buscado apoio financeiro para o filme junto a Vorcaro. A situação se complicou com a divulgação de áudios que mostram conversas entre o senador e o empresário sobre os repasses e o cronograma de gravações do longa-metragem.

O que aconteceu?

A autorização do STF para a abertura do inquérito foi concedida pelo ministro André Mendonça, que já está à frente de outras investigações relacionadas a Vorcaro e ao Banco Master. A PF agora terá a responsabilidade de conduzir as investigações, ouvir testemunhas e coletar provas, sempre sob a supervisão do ministro relator.

O Ministério Público Federal (MPF), representado pela PGR, acompanhará todas as etapas do processo, analisando os relatórios policiais para decidir se oferece denúncia, pede arquivamento ou requer novas investigações.

Reações ao caso

Em resposta às acusações, Flávio Bolsonaro negou qualquer irregularidade, afirmando que nunca prometeu ou combinou contrapartidas em troca dos repasses. Ele declarou: “Jamais prometi ou combinei contrapartidas e vantagens indevidas em troca das transferências”. Essa defesa busca afastar as suspeitas que pairam sobre a origem dos recursos destinados ao filme.

A situação gerou um debate acalorado nas redes sociais e entre os analistas políticos, que veem a investigação como uma tentativa de esclarecer possíveis irregularidades no financiamento de obras culturais que envolvem figuras públicas. A questão da transparência no uso de recursos públicos e privados para produções audiovisuais tem sido um tema recorrente na política brasileira, especialmente em tempos de polarização.

O que esperar das investigações?

Com a investigação em andamento, a expectativa é que novas informações surjam nos próximos dias. A PF deverá trabalhar rapidamente para apurar os fatos e trazer clareza à sociedade sobre a legalidade dos repasses. O acompanhamento do MPF será fundamental para garantir que todas as etapas do processo sejam conduzidas de forma justa e transparente.

Além disso, a repercussão do caso pode impactar a imagem de figuras políticas envolvidas e trazer à tona discussões sobre a ética no financiamento de produções culturais. A sociedade aguarda ansiosamente por desdobramentos que possam esclarecer as dúvidas levantadas e garantir a responsabilidade no uso de recursos para o entretenimento.



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STJ libera retomada de cobrança de dívidas do Grupo Manguinhos

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) deferiu parcialmente o pedido feito pela Procuradoria Geral do Estado (PGE-RJ) e suspendeu a decisão que impedia o cancelamento do parcelamento tributário e o prosseguimento das execuções fiscais contra empresas do Grupo Manguinhos, proprietário da antiga Refinaria de Manguinhos, atual Refit. A suspensão permanecerá válida até o julgamento pelo órgão colegiado do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).

Na decisão, o presidente do STJ, ministro Herman Benjamin, reconheceu que a manutenção da liminar representava grave lesão à economia pública, ao impedir a cobrança de créditos tributários de elevado valor e comprometer a recuperação de receitas estaduais. O ministro também destacou “o risco concreto de prejuízo ao Estado diante das constrições patrimoniais promovidas por outros entes federativos, que poderiam dificultar a satisfação dos créditos do Rio de Janeiro”.

O magistrado escreveu, na decisão, que o agravo interno interposto pelo estado sequer havia sido apreciado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro em razão do afastamento do desembargador relator pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), diante de indícios de favorecimento ao mesmo grupo econômico beneficiado pela decisão questionada.



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Mega-Sena, concurso 3035: confira os números sorteados

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A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.



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Advogado nega que Bolsonaro tenha atendido ligação de Frota

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Na manhã desta quinta-feira, 23 de julho de 2026, o advogado Paulo Cunha Bueno, que defende Jair Bolsonaro, se manifestou sobre uma polêmica envolvendo uma ligação do ex-deputado federal Alexandre Frota ao ex-presidente. Segundo o advogado, Bolsonaro não atendeu a chamada, que foi apresentada como se fosse uma conversa entre os dois durante uma entrevista ao vivo.

O que aconteceu

Durante uma transmissão ao vivo, Alexandre Frota fez uma chamada para Jair Bolsonaro, que foi interpretada por alguns veículos de imprensa como uma tentativa de contato direto. No entanto, o advogado de Bolsonaro, Paulo Cunha Bueno, esclareceu que a ligação não foi atendida pelo ex-presidente. Ele afirmou que a voz que atendeu e disse apenas “alô” não era de Bolsonaro, mas sim de outra pessoa, o que gerou confusão entre os espectadores.

Reação do advogado

Cunha Bueno descreveu a insinuação de que Bolsonaro teria atendido a ligação como “maldosa” e “teatral”. Em sua declaração, publicada nas redes sociais, ele enfatizou que o episódio não deveria ter ganhado a repercussão que teve, considerando a relação conturbada entre Bolsonaro e Frota, que já foi um apoiador do ex-presidente, mas que posteriormente se distanciou.

O advogado também destacou que a tentativa de criar um alarde em torno da situação é desnecessária e não reflete a verdade dos fatos. “É importante que as informações sejam tratadas com responsabilidade, especialmente em um momento em que a política está tão polarizada”, disse.

Contexto da relação entre Bolsonaro e Frota

A relação entre Jair Bolsonaro e Alexandre Frota é marcada por altos e baixos. Frota, que foi um dos apoiadores mais fervorosos do ex-presidente durante sua campanha, acabou se distanciando e criticando algumas de suas posturas e decisões políticas. Essa mudança de postura de Frota gerou diversas polêmicas e discussões, tanto nas redes sociais quanto na mídia tradicional.

O episódio da ligação se insere em um contexto mais amplo de disputas políticas e rivalidades que têm sido comuns nos últimos anos, especialmente entre figuras públicas que já foram aliadas, mas que agora se encontram em lados opostos do espectro político.

O que esperar a seguir

Com a repercussão do caso, é provável que novas discussões surjam nas redes sociais e na mídia sobre a relação entre Bolsonaro e Frota. A polarização política no Brasil continua a ser um tema quente, e episódios como esse tendem a gerar mais debates e divisões entre os apoiadores de ambos os lados.

Além disso, a postura do advogado Paulo Cunha Bueno pode indicar uma defesa mais agressiva de Bolsonaro em relação a ataques e insinuações que possam surgir no futuro. A forma como essa situação será abordada pode influenciar a percepção pública sobre a imagem de Bolsonaro e sua equipe jurídica.



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PF investiga furto de computadores e carros da Receita Federal no Rio

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A Polícia Federal promoveu nesta quinta-feira (23) a Operação Backdoor com a finalidade de apurar esquema de desvio de bens pertencentes à Receita Federal, na zona portuária do Rio.

As investigações começaram a partir de denúncias encaminhada pela Receita Federal, que apontou indícios do furto de cerca de 300 computadores e cinco geladeiras pertencentes ao patrimônio da instituição, avaliados em cerca de R$ 350 mil, além do desaparecimento de veículos do pátio do órgão.


Rio de Janeiro – 23/07/2026 PF deflagra operação contra desvio de bens da Receita Federal. Foto Polícia Federal
Rio de Janeiro – 23/07/2026 PF deflagra operação contra desvio de bens da Receita Federal. Foto Polícia Federal

Operação Backdoor apura desvio de bens avaliados em R$ 350 mil Polícia Federal

A ação apura ainda a eventual destinação desses bens a terceiros mediante uso de termos de doação fraudulentos.

De acordo com as investigações, os bens teriam sido furtados por meio de um esquema que contaria com o envolvimento de um servidor público cedido à Receita Federal e de integrantes de uma organização social.

Nas ações de hoje, policiais federais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão nos bairros de Brás de Pina, Senador Camará e Guaratiba, no município do Rio de Janeiro, e no bairro Encruzo da Enseada, em Angra dos Reis, na Costa Verde fluminense.

O nome da operação faz referência à expressão em inglês “Backdoor” (“porta dos fundos”), em alusão ao modo como a maior parte dos bens era retirada por uma saída localizada aos fundos do edifício da Receita Federal.




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Tarifa dos EUA de 12,5%: Durigan diz que Trump retomou taxa ‘na marra’

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Nesta fase, os EUA estabeleceram duas alíquotas. Países que, na avaliação do governo americano, adotaram medidas para proibir a importação de bens produzidos com trabalho forçado pagarão 10%. Já aqueles considerados insuficientes nesse combate, caso do Brasil, estarão sujeitos à taxa de 12,5%.



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Aliados acreditam que vídeo de Flávio para Michelle trará paz

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Aliados de Flávio acreditam que um vídeo enviado para Michelle pode ser o passo decisivo para restaurar a paz entre eles. A situação, que gerou tensões, agora parece estar se encaminhando para uma resolução.

Contexto da situação

A relação entre Flávio e Michelle tem sido marcada por desavenças nos últimos meses. As divergências políticas e pessoais levantaram preocupações entre os aliados, que temem que a falta de harmonia possa impactar a mobilização e o apoio em projetos futuros. Diante disso, a decisão de Flávio de enviar um vídeo pessoal a Michelle foi vista como uma tentativa de reconciliação.

O que aconteceu

Segundo informações, o vídeo contém mensagens de apoio e um pedido de união, enfatizando a importância de trabalharem juntos em prol de objetivos comuns. Aliados de Flávio expressaram otimismo em relação ao conteúdo do vídeo, acreditando que ele pode ser um divisor de águas na relação entre os dois.

Reações dos aliados

Os apoiadores de Flávio comentaram que a iniciativa demonstra um compromisso com a unidade e a harmonia.

O que esperar

Com a expectativa de que o vídeo traga um novo ânimo à relação, muitos aliados estão ansiosos para ver como essa reconciliação poderá influenciar as próximas ações políticas. A esperança é de que, com a paz restabelecida, Flávio e Michelle possam trabalhar juntos em iniciativas que promovam o bem comum.



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EUA impõem nova tarifa de 12,5% a produtos brasileiros

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Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (23) a aplicação de uma nova sobretaxa de 12,5% sobre produtos brasileiros, sob a alegação de que o Brasil não adota mecanismos eficazes para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. A medida entra em vigor na madrugada desta sexta-feira (24).

A nova tarifa substitui a taxa global temporária de 10% aplicada desde fevereiro e se soma à sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros, em vigor desde o último dia 22. Com isso, parte das exportações do Brasil para o mercado estadunidense poderá enfrentar tributação de até 37,5%.

A decisão foi tomada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) após investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.

Motivação

Segundo o governo estadunidense, o Brasil integra o grupo de 54 países que não proíbem nem fiscalizam de forma efetiva a entrada de produtos fabricados com trabalho forçado em seus mercados internos.

Na avaliação do USTR, essa falha cria uma vantagem competitiva indevida, ao permitir a circulação de mercadorias produzidas a custos menores.

O representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, afirmou que a prática prejudica empresas e trabalhadores estadunidenses.

“A falha de nossos parceiros comerciais em lidar com a importação de bens feitos com trabalho forçado é inaceitável. Isso força os trabalhadores americanos a competir em um campo desigual”, destacou Greer em comunicado.

Produtos 

O relatório afirma que, entre 2021 e 2025, o Brasil importou produtos associados ao trabalho forçado em cinco segmentos:

  1. alumínio;
  2. algodão;
  3. eletrônicos;
  4. baterias de lítio;
  5. tabaco.

Segundo o USTR, esses produtos poderiam entrar no mercado brasileiro com preços artificialmente reduzidos e, posteriormente, influenciar a competitividade das exportações nacionais.

O documento também menciona que, embora o Brasil participe de acordos internacionais de combate ao trabalho escravo e mantenha a chamada Lista Suja do Trabalho Escravo, o país não detém, na avaliação dos Estados Unidos, mecanismos considerados suficientes para impedir a importação desses bens.

Países

A investigação alcançou 60 parceiros comerciais dos Estados Unidos.

Além do Brasil, outros 53 países receberam a sobretaxa de 12,5%, entre eles China, Argentina, Austrália, Japão, Índia, Reino Unido e África do Sul.

Canadá, México, Equador, Indonésia, Paquistão e a União Europeia foram enquadrados em outra categoria e terão tarifa adicional de 10%, por já manterem mecanismos legais de controle, embora considerados insuficientes pelos EUA.

Tarifa 

A nova medida se soma à tarifa de 25% aplicada nesta semana sobre parte das exportações brasileiras, resultado de outra investigação conduzida pelo USTR.

Nesse processo, o governo estadunidense acusou o Brasil de adotar práticas comerciais consideradas desleais, citando questões como acesso ao mercado de etanol, propriedade intelectual, combate à corrupção, desmatamento ilegal e políticas comerciais preferenciais.

Com a nova decisão, empresas brasileiras poderão enfrentar uma carga tarifária total de até 37,5% em parte das exportações destinadas aos Estados Unidos.

As novas tarifas anunciadas nesta quinta substituem a taxa global de 10% anunciada por Trump em fevereiro deste ano. Na ocasião, a Suprema Corte dos Estados Unidos havia derrubado as “tarifas recíprocas” impostas pelo presidente estadunidense no ano passado.

Reação brasileira

Em nota, o governo brasileiro criticou a nova tarifa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos e classificou a medida como “arbitrária” e “injustificada”. Segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), o Brasil apresentou ao governo norte-americano informações sobre sua legislação e os mecanismos de fiscalização para impedir a importação de produtos associados ao trabalho forçado, além de destacar o reconhecimento internacional do país no combate ao trabalho escravo.

O texto também informa que o governo pretende recorrer aos mecanismos previstos na Lei de Reciprocidade e levar o caso ao sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC).

O governo brasileiro já havia contestado as conclusões da investigação. Em manifestação anterior, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que eventuais sanções seriam desproporcionais e defendeu que o país mantém legislação e acordos internacionais voltados ao combate ao trabalho forçado.

Segundo o chanceler, o Brasil dispõe de mecanismos de fiscalização e cooperação internacional para impedir a circulação de produtos produzidos em condições análogas à escravidão.

Enquanto avalia uma resposta diplomática, o governo mantém medidas de apoio às empresas exportadoras afetadas pelas tarifas americanas por meio do Plano Brasil Soberano, que prevê linhas de crédito e incentivo à abertura de novos mercados.



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Brasil rechaça decisão dos EUA em impor tarifa sobre trabalho forçado e volta a falar em reciprocidade

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🔎A Lei de Reciprocidade é um mecanismo que permite a um país aplicar a outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que sofreu por parte dela. Na prática, se um governo estrangeiro impõe sanções ou barreiras unilaterais “injustas”, o Brasil usa a norma para reagir na mesma moeda, adotando restrições equivalentes para reequilibrar as relações e proteger a economia.



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