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Imposto de Renda 2026: Receita abre consulta ao 3º lote de restituição nesta sexta; veja como fazer

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A página oferece orientações e os canais de prestação do serviço, permitindo uma consulta simplificada ou completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Caso identifique alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificá-la, corrigindo as informações.



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Bastidores do aceno de Flávio a Michelle em vídeo

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Em um gesto de reconciliação, o senador Flávio Bolsonaro publicou um vídeo nesta quinta-feira, 23 de julho, fazendo um aceno à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A ação foi fruto de uma articulação política liderada por Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL.

Contexto da articulação

Nos últimos dias, o cenário político brasileiro tem se intensificado, especialmente com a aproximação das eleições. Valdemar Costa Neto se reuniu com Flávio Bolsonaro em Brasília, onde discutiram estratégias para a pré-campanha. A reunião durou quase quatro horas e abordou diversos temas, incluindo a importância de fortalecer laços com o eleitorado feminino, que, segundo pesquisas recentes, pode estar se inclinando em direção ao atual governo.

O que aconteceu no vídeo

No vídeo, Flávio Bolsonaro expressa seu desejo de contar com o apoio de Michelle em sua campanha, ressaltando a importância da união familiar e política. A iniciativa busca não apenas reatar laços, mas também conquistar a simpatia do eleitorado que se identifica com a figura de Michelle.

Valdemar Costa Neto, em declarações, enfatizou que “Michelle quer um gesto dele”, referindo-se ao apoio que a ex-primeira-dama poderia oferecer ao senador. Essa estratégia é vista como crucial, especialmente em um momento em que as pesquisas indicam uma possível perda de votos entre as mulheres para o atual governo.

Reações e expectativas

A publicação do vídeo gerou reações diversas nas redes sociais. Muitos apoiadores de Flávio celebraram a iniciativa, enquanto críticos questionaram a sinceridade do gesto. A expectativa agora é como essa movimentação irá impactar a pré-campanha e se realmente conseguirá reverter a tendência de votos que favorece o atual governo.

Além disso, a articulação entre Flávio e Michelle pode ser vista como uma tentativa de fortalecer a imagem da família Bolsonaro, que tem enfrentado desafios em sua popularidade nos últimos anos. A união e a presença de Michelle na campanha podem trazer um novo ânimo e engajamento entre os eleitores que valorizam a figura da mulher na política.

O que esperar do futuro

Com as eleições se aproximando, a movimentação política tende a se intensificar. A relação entre Flávio e Michelle, agora reatada publicamente, pode ser um fator decisivo na construção de uma narrativa que ressoe com o público. Observadores políticos e eleitores estarão atentos às próximas ações da família Bolsonaro e como elas poderão influenciar o cenário eleitoral.

Enquanto isso, a comunidade cristã, que tem um papel significativo no eleitorado, observa com interesse as movimentações políticas, especialmente em um momento em que a fé e a moralidade são temas centrais nas discussões eleitorais. A união da família Bolsonaro pode ser vista como um reflexo de valores familiares que muitos cristãos apreciam.



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Pilotos da Voepass não relatavam falhas nas aeronaves, diz Cenipa

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Falhas no sistema, alertas ignorados, revisões mecânicas insuficientes e uma cultura organizacional de não reportar falhas em voos anteriores estão entre as causas da queda da aeronave PS-VPB, da Voepass, em 2024.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) concluiu as investigações e divulgou os resultados nesta quinta-feira (23).

No dia 9 de agosto de 2024, o turboélice da marca francesa ATR, da empresa Voepass, caiu em Vinhedo, município vizinho de Campinas, no interior de São Paulo, vindo de Cascavel, no Paraná. A aeronave seguia para Guarulhos (SP). Foram 62 mortos no acidente, sendo 4 deles tripulantes.

Na ocasião, um representante da empresa afirmou que a aeronave havia passado por manutenção de rotina antes do voo e não apresentava nenhum problema técnico. As investigações, no entanto, mostraram “várias fragilidades nas atividades de manutenção”.

O Cenipa analisou os últimos voos anteriores da mesma aeronave com tripulações diferentes. Em todos eles, realizados entre cidades do estado de São Paulo, houve detecção de gelo e falha no sistema que retira esse gelo das partes do avião. Porém, não houve relato dessas falhas no registro de bordo.

“Três tripulações diferentes realizando normalização de desvio [de procedimento]. Fizemos uma análise mais ampla e notamos que outras tripulações também faziam isso, o que demonstra uma cultura organizacional”, afirmou o Investigador-Encarregado do Cenipa, Tenente-Coronel Fróes.

As investigações também mostraram que as manutenções nas aeronaves da empresa não cumpriam requisitos necessários de segurança. Mecânicos entrevistados afirmaram que havia troca de componentes em falha entre aeronaves. Pegavam componentes em falha de uma aeronave, instalavam em outra e liberavam para voo.

Cultura organizacional

O Cenipa concluiu também que havia uma cultura dentro da empresa de normalizar os desvios nas aeronaves. Pilotos e copilotos, inclusive aqueles envolvidos no acidente, recebiam alertas do sistema e desligavam os alertas, percebiam falhas nos sistemas de correção, mas não reportavam essas falhas.

“O que podemos afirmar é que essa ocorrência foi um acidente com peso elevadíssimo da parte da cultura organizacional. Foram 19 fatores contribuintes, mas a cultura organizacional foi muito presente”, disse o Brigadeiro do Ar Avellar, chefe do Cenipa.

Alerta de gelo

Durante o voo de Cascavel para Guarulhos, o sistema da aeronave alertou para o acúmulo de gelo várias vezes. O sistema também avisou, por oito vezes, que a velocidade da aeronave estava caindo em virtude do peso do gelo na fuselagem.

O sistema de degelo da aeronave chegou a ser acionado, mas apresentou falha e, por isso, foi desligado pelos pilotos. Não houve mudança no plano de voo em virtude dessas falhas.

O procedimento correto, de acordo com o Cenipa, é reiniciar o sistema. Caso haja uma segunda falha, o sistema tem que ser desligado e a aeronave levada a voar em níveis mais baixos, onde as temperaturas são menos extremas. Esse procedimento, no entanto, não foi adotado.

Além das falhas no sistema, a aeronave não poderia ter voado naquele momento por um problema nos limpadores de para-brisa. Essa pane limitava a aeronave a voar apenas quando não estivesse chovendo e não houvesse previsão de chuva por uma hora antes da decolagem e uma hora após o pouso.

O Cenipa analisou 15 mil voos da Voepass para entender possíveis padrões. Desses 15 mil, 1.674 voos tiveram algum tipo de alerta de degradação de performance. Um desses voos teve perda de controle em algum momento. O Cenipa, no entanto, nunca foi informado desse episódio, algo que deveria ter ocorrido.

Componente humano

Durante o voo, piloto e copiloto falavam sobre os alertas dados no painel. Depois de pouco mais de uma hora de voo, o copiloto aviou o piloto que havia esquecido de ligar o sistema de degelo, mesmo depois dos alertas. Minutos antes da queda, o copiloto comentou que havia “bastante gelo” na aeronave. Em outros momentos, antes desse ponto, o sistema de degelo já havia apresentado falha.

Próximo do destino, quando a aeronave passou a emitir vários alertas, como de excesso de gelo e de queda na velocidade em virtude do peso excessivo provocado por esse gelo, os pilotos passaram a lidar com várias questões ao mesmo tempo, como o procedimento de descida e os problemas com o gelo. Além disso, conversavam com a torre de comando sobre autorização para pouso.

“O cérebro não consegue gerenciar aquelas informações em excesso. Isso pode ter comprometido a reação deles aos alertas”, disse Fróes.

A demora em obter a liberação para pouso, o acúmulo de gelo, as falhas no sistema e a reação tardia dos pilotos aos problemas contribuíram para a perda gradual de controle. O ATR-72 212A da Voepass acabou entrando em rotação em parafuso, colidindo contra o solo.

Acesse aqui o relatório completo do Cenipa. 




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Governo Trump aplica tarifaço a Brasil e mais 59 países; veja lista

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Nesse último caso, o objetivo do governo é ampliar o apoio a empresas afetadas pela guerra no Oriente Médio. O conflito, que envolve os EUA, o Irã, Israel e outros países da região, provocou o fechamento parcial do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas comerciais do mundo, por onde passa cerca de 20% do comércio global de petróleo.



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Moraes manda prender investigada por atos de 8 de janeiro

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a prisão preventiva de Taís Simone Prado Leal, uma técnica agrícola de Petrolina (PE), investigada por sua participação nos atos de 8 de janeiro em Brasília. A decisão foi tomada após a acusada descumprir medidas cautelares, incluindo a instalação de uma tornozeleira eletrônica.

Contexto dos atos de 8 de janeiro

Os eventos de 8 de janeiro de 2023, que resultaram em invasões e depredações nas sedes dos Três Poderes em Brasília, geraram uma série de investigações e repercussões políticas no Brasil. Esses atos foram amplamente condenados pela sociedade, incluindo líderes religiosos e comunidades cristãs, que enfatizam a importância da paz e do respeito às instituições.

O que aconteceu com Taís Simone Prado Leal

Segundo informações da Secretaria de Administração Penitenciária de Pernambuco, Taís não foi localizada para cumprir a determinação do STF de instalar o equipamento de monitoramento eletrônico. Além disso, ela não compareceu ao juízo responsável pelo seu caso, o que levou à decisão de prisão preventiva.

A prisão preventiva é uma medida cautelar que visa garantir a ordem pública e a aplicação da lei, especialmente em casos onde há risco de fuga ou de obstrução da justiça. A ação de Moraes reflete a gravidade dos atos praticados em janeiro e a necessidade de responsabilização dos envolvidos.

Reações à decisão

A decisão de Moraes gerou diversas reações, tanto no meio político quanto entre a população. Enquanto alguns apoiam a medida como uma forma de garantir a justiça e a ordem, outros criticam a abordagem, argumentando que é necessário um diálogo mais amplo sobre a situação política do país.

Entre os cristãos, a expectativa é de que a justiça seja feita de maneira justa e equilibrada, sem que haja perseguições políticas. A comunidade evangélica tem se posicionado em favor da paz e da reconciliação, buscando sempre promover o amor e a compreensão entre os cidadãos.

O que esperar a partir de agora

Com a prisão preventiva de Taís, espera-se que as investigações sobre os atos de 8 de janeiro avancem, levando à responsabilização de todos os envolvidos. A sociedade civil, incluindo os cristãos, deve continuar acompanhando de perto os desdobramentos desse caso, sempre em busca de justiça e verdade.

Além disso, é crucial que os cidadãos se mantenham informados sobre a situação política do país e participem ativamente do debate democrático, sempre com o objetivo de promover a paz e a unidade.



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Ministro chama tarifa dos EUA de “indevida” e promete reação

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O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, classificou como “indevida” a nova tarifa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros e afirmou que a medida se baseia em argumentos que “não são reais”.

Segundo ele, o governo brasileiro buscará reverter a decisão por meio de negociações, mas não descarta adotar medidas de reciprocidade.

A nova sobretaxa foi anunciada nesta quinta-feira (23) pelo governo estadunidense sob a justificativa de que o Brasil não adota mecanismos suficientes para impedir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado.

A alíquota entra em vigor nesta sexta-feira (24) e, para parte das exportações brasileiras, será somada à tarifa de 25% que começou a valer nesta semana.

Brasil contesta

Márcio Elias Rosa afirmou que o Brasil possui uma política consolidada de combate ao trabalho escravo e rejeitou as justificativas apresentadas pelos Estados Unidos.

“O Brasil tem compromissos históricos com o combate ao trabalho forçado, com a prevenção, o controle, a fiscalização e o acolhimento das vítimas. O Brasil é signatário de todos os instrumentos da Organização Internacional do Trabalho. Não abona nem apoia essa prática e, mais do que isso, tem compromisso com os direitos humanos e com o trabalho digno”, declarou o ministro em entrevista coletiva esta noite.

Para o ministro, a nova tarifa foi construída sobre uma premissa equivocada.

“É uma tarifa indevida, baseada em fatos que não são reais”, acrescentou.

Setores afetados

Apesar de uma extensa lista de produtos isentos das novas tarifas, o ministro afirmou que diversos setores da indústria brasileira serão atingidos pela cobrança acumulada de 37,5%.

“Lamentavelmente, muitos setores estarão sujeitos à dupla tributação, à dupla taxação, como é o caso, por exemplo, de calçados, máquinas, equipamentos, peças, componentes, confecções e produtos químicos que não sejam farmacêuticos. Para esses, infelizmente, a tarifa passa a ser de 37,5%”, destacou.

Segundo o MDIC, produtos como carne bovina, café, suco de laranja e frutas permanecem fora tanto da tarifa de 25% quanto da nova sobretaxa de 12,5%.

Ao todo, cerca de 2 mil produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos ficaram isentos das duas medidas.

O MDIC informou que ainda não existe ainda uma lista completa dos produtos que sofrerão dupla tarifação. Segundo a pasta, o governo continuará nos próximos dias a fazer o levantamento de todos os itens afetados simultaneamente pelas sobretaxas de 25% e de 12,5%.

Negociação primeiro

O ministro afirmou que o governo brasileiro continuará priorizando o diálogo com Washington para tentar reverter as tarifas.

Ao mesmo tempo, ressaltou que o país não abrirá mão dos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade Econômica, sancionada neste ano para permitir resposta a medidas comerciais consideradas injustificadas.

“O Brasil não pode renunciar à possibilidade de usar o instrumento da reciprocidade. Seria abrir mão de um direito que protege a economia brasileira e os interesses do Brasil”, disse.

Segundo ele, a adoção de eventuais medidas dependerá da evolução das negociações.

“O momento e a forma de fazê-lo é que o tempo vai determinar. É óbvio que o interesse primário é negociar. É óbvio que o objetivo é evitar e afastar essas tarifas, porque elas são extremamente injustas e muito danosas”, afirmou.

Próximos passos

De acordo com Márcio Elias Rosa, a prioridade do governo neste momento é apoiar os setores mais afetados pelas tarifas, ampliar a busca por novos mercados e preparar a estratégia jurídica e diplomática do Brasil.

O ministro informou que o governo pretende retomar as conversas com as autoridades americanas no próximo mês, após concluir o levantamento dos impactos da nova medida sobre as exportações brasileiras.

Enquanto isso, empresas atingidas poderão contar com recursos do programa Brasil Soberano, que disponibilizou R$ 18,5 bilhões em crédito para capital de giro, investimentos, inovação e abertura de novos mercados.



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Tarifaço de Trump: veja os principais itens isentos da nova tarifa de até 12,5% sobre trabalho forçado

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Nesse último caso, o objetivo do governo é ampliar o apoio a empresas afetadas pela guerra no Oriente Médio. O conflito, que envolve os EUA, o Irã, Israel e outros países da região, provocou o fechamento parcial do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas comerciais do mundo, por onde passa cerca de 20% do comércio global de petróleo.



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Projeto traduz Bíblia para língua de sinais no Peru avança

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A Sociedade Bíblica Peruana está avançando em um projeto inovador que visa traduzir a Bíblia para a língua de sinais peruana. Até o momento, 66 histórias bíblicas já estão disponíveis, permitindo que a mensagem do Evangelho alcance a comunidade surda do país.

Contexto do projeto

A tradução da Bíblia para a língua de sinais é uma iniciativa que começou em 2018, com o objetivo de tornar a Palavra de Deus acessível a todos os habitantes do Peru. Segundo Norma Sandoval, diretora de Traduções e Projetos Holísticos da Sociedade Bíblica Peruana, o projeto é uma resposta ao chamado de evangelização e inclusão. “Queremos que todos possam ter acesso à mensagem de Deus, independentemente de suas limitações”, afirmou.

O que aconteceu

O projeto reúne tradutores surdos e especialistas em estudos bíblicos, que trabalham juntos para garantir que a tradução não apenas transmita as palavras, mas também o contexto e a cosmovisão dos textos bíblicos. Héc tor Aranda, intérprete de língua de sinais, destacou a importância de ter um conhecimento especializado para realizar essa tradução: “A tradução bíblica é um trabalho muito particular, que exige um entendimento profundo das Escrituras e de suas nuances”.

Reações e impacto

A disponibilização das 66 histórias bíblicas em língua de sinais já está acessível gratuitamente no canal de YouTube da Sociedade Bíblica Peruana. Norma Sandoval mencionou que as pessoas podem encontrar esse conteúdo buscando por “Bíblia em língua de sinais peruana”. Essa iniciativa é um passo significativo para a inclusão e evangelização, permitindo que a comunidade surda se conecte com a mensagem cristã de forma mais direta e compreensível.

O testemunho de Héc tor Aranda sobre seu trabalho com a comunidade surda reflete a satisfação e a importância desse projeto: “Trabalhar com as pessoas surdas é um projeto de vida e a verdade é que tenho muita satisfação em poder ter conhecido esta comunidade”.

O que esperar

Com a continuidade desse projeto, espera-se que mais histórias e passagens bíblicas sejam traduzidas, ampliando ainda mais o alcance do Evangelho. A Sociedade Bíblica Peruana está comprometida em continuar esse trabalho, visando sempre a inclusão e a acessibilidade para todos, conforme o ensinamento de Jesus em Mateus 28:19, que nos comissiona a ir e fazer discípulos de todas as nações.



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Juíza suspende perícia em celular apreendido em cela de Jairinho

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A 2ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou pedido da defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, para anular a decisão que autorizou a quebra do sigilo dos dados do celular dele, que foi apreendido na cela do presídio onde cumpre pena.

No entanto, a juíza Elizabeth Machado Louro determinou a suspensão dos efeitos da decisão até o julgamento do habeas corpus apresentado pela defesa. Com isso, a juíza ordenou que o Ministério Público interrompa qualquer providência para a perícia do aparelho.

“Ante o exposto, indefiro o pedido de reconsideração/anulação da decisão. Por outro lado, verificando que a questão interligada à competência do juízo já é objeto de habeas corpus impetrado pela defesa, tenho por bem deferir o pedido subsidiário da defesa, para suspender os efeitos da decisão até o julgamento”, escreveu na decisão.

A apreensão é para verificar se Jairinho tentou interferir no andamento do processo. 

Condenação

Em junho deste ano, o Conselho de Sentença do 2º Tribunal do Júri do Rio condenou Dr. Jairinho a 43 anos, nove meses e 20 dias de prisão pela morte do menino Henry Borel Medeiros, ocorrida em 8 março de 2021. Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe da criança, teve seu crime desclassificado para homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e recebeu o perdão judicial.

A professora Monique Medeiros teve o crime desclassificado de homicídio doloso (com intenção de matar) para homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e recebeu o perdão judicial. Ela foi condenada a um ano e quatro meses de prisão pelo crime de omissão em relação à tortura sofrida pelo filho. Como Monique já havia cumprido tempo de prisão preventiva, a pena dela foi considerada encerrada.

O julgamento durou 11 dias e é considerado o mais longo da história do Judiciário fluminense.

 



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Tarifaço: ministro diz que tarifa de 12,5% é ‘indevida’ e baseada em fatos que não são reais

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“Mas nós temos, lamentavelmente, muitos setores que estarão sujeitos à dupla tributação, à dupla taxação, como é o caso, por exemplo, de calçados, máquinas, equipamentos, peças, componentes, confecções e produtos químicos que não sejam farmacêuticos. Para esses, infelizmente, a tarifa passa a ser de 37,5%.”



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