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Inocentados, pastores da Fount Church renunciam e retornam à Austrália

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Josh Kelsey e sua esposa, Georgie, fundadores da Fount Church em Nova York, renunciaram ao cargo de pastores líderes e retornaram permanentemente à Austrália. A decisão vem após uma investigação independente que os inocentou de alegações de fraude.

Contexto da renúncia

A Fount Church, que se destaca por seu trabalho na evangelização e no apoio a comunidades locais, foi fundada por Josh e Georgie Kelsey em Nova York. Nos últimos meses, a igreja enfrentou um período de turbulência devido a alegações de fraude que surgiram em relação à gestão financeira da congregação. A investigação realizada por uma entidade independente não encontrou evidências que comprovassem as acusações, levando à absolvição do casal.

O que aconteceu

A decisão de renunciar foi anunciada oficialmente por Josh Kelsey, que expressou sua gratidão a todos os membros da igreja e à comunidade em geral. “Foi uma jornada incrível, e sou eternamente grato por todos que fizeram parte disso”, disse Kelsey em um comunicado. O casal decidiu retornar à Austrália, onde pretendem se dedicar a novos projetos e à família.

Reações da comunidade

A notícia da renúncia foi recebida com sentimentos mistos entre os membros da Fount Church. Muitos expressaram apoio ao casal, reconhecendo o impacto positivo que tiveram na vida da igreja e na comunidade. Outros, no entanto, manifestaram preocupação sobre o futuro da congregação sem a liderança de seus fundadores.

“Estamos tristes com a saída deles, mas sabemos que Deus tem um plano para a Fount Church”, comentou um membro ativo da congregação. A igreja, que já enfrentou desafios antes, agora se vê em um momento de transição e busca por novos líderes que possam continuar a missão de evangelização e apoio à comunidade.

O que esperar para o futuro da Fount Church

Com a saída de Josh e Georgie Kelsey, a Fount Church deve passar por um período de adaptação. A liderança atual da igreja está se reunindo para discutir os próximos passos e como garantir que a visão e os valores da congregação continuem a ser seguidos.

Enquanto isso, a comunidade cristã em Nova York e em outras partes do mundo observa atentamente essa transição, orando para que a Fount Church continue a ser um farol de esperança e fé em meio aos desafios.



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CMN regulamenta renegociação de dívidas rurais; veja quem pode aderir

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A renegociação de dívidas rurais poderá sair do papel. Em reunião extraordinária, o Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou a nova linha de crédito criada para permitir que produtores e cooperativas rurais refinanciem débitos do setor agropecuário em até 10 anos.

A resolução aprovada nesta quinta-feira (23) estabelece quem poderá acessar o financiamento, os limites de crédito, as taxas de juros e os prazos para pagamento.

A regulamentação dá execução à Medida Provisória nº 1.376 , publicada em 15 de julho, que integra o pacote anunciado pelo governo federal para aliviar o endividamento de produtores afetados por perdas provocadas por eventos climáticos e pela queda nos preços agrícolas entre 2019 e 2025.

Na prática, a nova linha permitirá que o produtor contrate um novo financiamento para quitar ou reorganizar dívidas antigas, substituindo débitos mais difíceis de pagar por um empréstimo com prazo maior e juros reduzidos.

Quem pode participar

A linha de crédito é destinada a agricultores familiares atendidos pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), voltado a pequenos produtores; aos beneficiários do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), criado para financiar médios produtores; além dos demais produtores rurais e cooperativas de produção agropecuária.

Para participar, será necessário comprovar perdas em pelo menos duas safras entre 2019 e 2025, com redução mínima de 30% da renda bruta esperada da atividade financiada.

Segundo o governo, a medida busca atender produtores que acumularam dificuldades financeiras após sucessivos prejuízos causados por secas, enchentes e oscilações no mercado agrícola.

Como funciona

Em vez de quitar a dívida com recursos próprios, o produtor poderá contratar um novo financiamento para liquidar ou amortizar operações de crédito rural já existentes.

Poderão ser incluídas operações de custeio, comercialização, industrialização e investimento, desde que atendam aos critérios estabelecidos na resolução.

Também poderão ser contempladas Cédulas de Produto Rural (CPRs), um dos principais instrumentos de financiamento utilizados pelo agronegócio.

Limites de crédito

Os valores máximos variam conforme o porte do produtor.

Na regra geral, os limites são de:

  •  até R$ 400 mil para agricultores do Pronaf;
  •  até R$ 2 milhões para produtores enquadrados no Pronamp;
  •  até R$ 4 milhões para os demais produtores rurais.

Juros menores

As taxas de juros também variam conforme o perfil do beneficiário.

Na regra geral, serão de:

  • 6% ao ano para operações do Pronaf;
  • 9% ao ano para produtores do Pronamp;
  • 12% ao ano para os demais produtores.

O prazo para pagamento será de até oito anos.

Nos dois primeiros anos, o produtor pagará apenas os juros da operação. A amortização do valor principal começará somente após esse período de carência.

Benefício ampliado

A resolução prevê condições ainda mais favoráveis para produtores que sofreram perdas mais severas.

Terão direito às regras especiais aqueles que registraram perdas em três ou mais safras entre 2019 e 2025, com redução mínima de 40% da renda bruta esperada.

Nesses casos, os limites de financiamento aumentam para:

  • até R$ 500 mil no Pronaf;
  • até R$ 2,5 milhões no Pronamp;
  • até R$ 8 milhões para os demais produtores.

As taxas de juros também caem:

  • 5% ao ano no Pronaf;
  • 8% ao ano no Pronamp;
  • 11% ao ano para os demais produtores.

Além disso, o prazo para pagamento sobe para até dez anos, mantendo dois anos antes do início da amortização do principal.

Quais dívidas entram

A nova linha poderá ser usada para renegociar diferentes modalidades de crédito rural.

Entre elas estão operações de custeio, comercialização, industrialização e investimento contratadas até o fim de 2025, desde que atendam aos critérios definidos pelo CMN.

Também poderão ser incluídas operações que já tenham sido renegociadas anteriormente ou que estejam inadimplentes dentro do período previsto na regulamentação.

Prazo de adesão

Os produtores interessados poderão contratar a nova linha de crédito até 12 de novembro.

Caso o valor das dívidas ultrapasse os limites estabelecidos pelo programa, os bancos poderão financiar o excedente com recursos próprios ou provenientes de fontes como a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) e a Poupança Rural.

Nesse caso, os juros serão livremente negociados entre a instituição financeira e o produtor.

Contexto

A regulamentação foi publicada pouco mais de uma semana após o acordo firmado entre o governo federal, o Congresso Nacional e representantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Segundo o Ministério da Fazenda, a medida poderá beneficiar produtores com cerca de R$ 100 bilhões em dívidas rurais, oferecendo condições para reorganizar o endividamento sem exigir pagamento de entrada e preservando o acesso ao crédito para as próximas safras.

Além da renegociação, o pacote prevê a criação de um fundo garantidor para ampliar o financiamento rural e mecanismos para facilitar a concessão de novos empréstimos ao setor agropecuário.



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Casca enrugada do ovo pode ser sinal de estresse nas galinhas; veja por que isso acontece

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A produção de um ovo leva, em média, 25 horas. O processo começa com a liberação da gema pelo ovário. Em seguida, ela percorre o oviduto, onde é formada a clara, até chegar ao útero, onde permanece por cerca de 18 horas para a formação da casca de cálcio.



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Qual celular tem a maior duração de bateria? g1 testou 6 modelos com carga para mais de um dia

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Celular mais fino, mas com mais bateria? Como assim?
A duração da bateria é um dos principais motivos para escolher um celular novo.
O consumidor tem a esperança de que o aparelho saia da tomada pela manhã com a carga cheia e chegue até a noite sem precisar ativar a economia de energia.
Para ajudar nessa busca, o Guia de Compras testou seis modelos com alta capacidade de bateria. Os aparelhos avaliados duram o dia inteiro e mais um pouco.
O critério para escolha dos celulares foi terem capacidade de 6.500 mAh ou mais e utilizarem tecnologia de silício-carbono nas baterias.
A capacidade energética significa quanto de energia a bateria fornece por quanto tempo. Ela é medida em miliampere-hora (mAh).
Para comparação, a bateria do iPhone 17 tem capacidade de 3.692 mAH. A de um Samsung Galaxy S26 Ultra, 5.000 mAh.
Diferentemente da tradicional tecnologia de íons de lítio usada na maioria dos celulares, a de silício-carbono permite armazenar mais energia em um formato mais compacto.
Os aparelhos testados foram:
Huawei Nova 15 Max: modelo da categoria dos intermediários, tem capacidade de 8.500 mAh, a maior da avaliação (mas não é a que dura mais). Custava R$ 3.000 em julho.
Jovi V70: também dos intermediários, é um celular da faixa dos R$ 3.000 com capacidade de 7.000 mAh. Teve a maior duração do teste.
Moto Edge 70 Pro: com 6.500 mAh de capacidade, é um smartphone mais caro (R$ 4.000) e com recursos mais avançados. Tem um dos carregadores mais rápidos (90W).
Oppo A6 Pro: mais barato da avaliação (R$ 2.800), tem bateria de 7.000 mAh.
Realme 16 Pro+: com 7.000 mAh de capacidade, entra na categoria dos mais caros (R$ 4.500).
Redmi Note 15 Pro: O celular da Xiaomi também é um modelo mais avançado e caro (R$ 4.500), com 6.580 mAh de capacidade.
Na fila superior: Huawei, Jovi e Motorola. Na inferior: Oppo, Realme e Redmi/Xiaomi
Henrique Martin/g1
Todos os modelos do teste também contam com o recurso de recarga rápida, que permite adicionar mais horas de uso ao aparelho em poucos minutos, segundo as fabricantes.
Veja o resultado a seguir e, ao final, como eles foram feitos.
Infográfico mostra os resultados dos testes de bateria com os 6 celulares com sistema Android realizado pelo Guia de Compras do g1
Alberto Correa/g1
Como foram feitos os testes
O Guia de Compras solicitou aos fabricantes celulares com as maiores capacidades de bateria disponíveis com 6.500 mAh ou mais.
Apple e Samsung não tinham modelos com baterias de alta capacidade ou tecnologia de silício-carbono quando as marcas enviaram os produtos por empréstimo.
A avaliação da bateria foi feita utilizando o aplicativo PC Mark, da UL Laboratories, que simula tarefas cotidianas dos smartphones, como processamento de imagens, edição de textos, duração de bateria e navegação na web, entre outros.
O teste foi repetido por três vezes:
Com a tela dos smartphones calibradas para 70% de brilho
Com a tela dos celulares com 50% de brilho
Com a tela com o brilho automático ativado, com o teste em luz ambiente durante o dia.
A taxa de atualização das telas foi deixada no modo padrão dos fabricantes nos três cenários.
A taxa de atualização mostra quantas vezes a tela “pisca” por segundo, gerando imagens mais fluidas e ajudando no desempenho de games mais pesados. Quanto mais rápida, ela também ajuda a consumir mais energia.
A bateria foi carregada a 100% e os testes rodaram por horas até chegar ao final da carga. Ao atingir 20% ou menos de carga, o teste é interrompido de forma automática e mostra o quanto aquele smartphone pode ter de duração de bateria, em horas/minutos.
O resultado é uma estimativa de quanto aquela bateria pode durar longe da tomada. Na prática, o número da realidade pode ser distinto, já que não usamos o telefone de forma intensiva o tempo todo.
Além disso, cada fabricante calibra o sistema operacional Android para durar o máximo possível do seu modo.
Por isso, a bateria de 7.000 mAh do Jovi V70 e do Realme 16 Pro+, por exemplo, consegue durar mais do que a do Huawei Nova 15 Max, de 8.500 mAh.
Veja a seguir onde encontrar os aparelhos. No meio de junho, nas lojas on-line pesquisadas, o Huawei Nova 15 Max e o Realme 16 Pro+ não estavam disponíveis.
Jovi V70
Moto Edge 70 Pro
Oppo A6 Pro
Xiaomi Redmi Note 15 Pro
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Brasil registra 1.571 feminicídios em 2025

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O Brasil enfrenta uma crise alarmante com o registro de 1.571 feminicídios em 2025, o que representa uma média de quatro mortes por dia. Este cenário desafiador clama por uma resposta da Igreja, que deve se posicionar contra a violência e em defesa da vida.

Contexto da Violência de Gênero

Os dados divulgados no Novo Anuário da Segurança revelam a gravidade da situação da violência contra a mulher no Brasil. O feminicídio, que se refere ao assassinato de mulheres em razão de seu gênero, tem se tornado uma questão urgente que demanda atenção e ação efetiva da sociedade. A Igreja, como um pilar moral e ético, é chamada a ser uma voz ativa nessa luta.

O que aconteceu

Com uma média de quatro feminicídios por dia, os números são um reflexo de uma cultura que ainda permite a violência de gênero. Pastores e líderes cristãos têm se manifestado sobre a necessidade de a Igreja não apenas denunciar esses abusos, mas também proteger as vítimas e promover o valor da vida. A mensagem do Evangelho, que preza pela dignidade humana, deve ser um farol em meio a essa escuridão.

Reações da Comunidade Cristã

Em resposta aos dados alarmantes, muitos líderes cristãos têm enfatizado a importância de se criar um ambiente seguro para as mulheres dentro das comunidades de fé. Eles ressaltam que a Igreja deve ser um espaço de acolhimento e proteção, onde as vítimas possam encontrar apoio e recursos para se reerguer.

Um pastor local, que preferiu não ser identificado, afirmou: “É nosso dever como cristãos lutar contra a violência e proteger aqueles que não têm voz. Devemos ser a luz que brilha na escuridão, mostrando amor e compaixão para com todos, especialmente os vulneráveis.”

O que esperar

À medida que a sociedade se mobiliza para enfrentar essa crise, espera-se que a Igreja também se una em um esforço coletivo para combater o feminicídio. Iniciativas de conscientização, programas de apoio às vítimas e campanhas de prevenção são algumas das formas pelas quais as comunidades cristãs podem se envolver ativamente.

Além disso, a Igreja pode desempenhar um papel fundamental na educação sobre a igualdade de gênero e na promoção de relacionamentos saudáveis, baseados no respeito e na dignidade. O chamado é para que todos se unam em oração e ação, buscando a transformação social e a proteção das vidas das mulheres em nosso país.



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Estados Unidos isentam 471 produtos de nova tarifa de 12,5%

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Os Estados Unidos divulgaram uma lista com 471 produtos brasileiros que ficarão isentos da nova sobretaxa de 12,5% imposta sob a alegação de falhas no combate ao trabalho forçado. Entre os itens poupados da medida estão café, petróleo, gás natural, fertilizantes, madeira, suco de laranja e derivados de açaí.

A relação foi publicada nesta quinta-feira (23) pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) e reúne exceções distribuídas em 20 grandes categorias de produtos.

A nova tarifa entra em vigor na madrugada desta sexta-feira (24) e, para os produtos que não foram incluídos na lista de exceções, será somada à sobretaxa de 25% aplicada pelos EUA desde quarta-feira (22), elevando a tributação total para 37,5% em parte das exportações brasileiras.

O que ficou de fora

A lista de exceções contempla produtos considerados estratégicos para o comércio entre Brasil e Estados Unidos e também insumos utilizados pela indústria americana.

Entre os principais itens isentos estão:

  • café;
  • petróleo e derivados;
  • gás natural;
  • fertilizantes;
  • madeira e produtos de madeira;
  • suco de laranja;
  • derivados de açaí;
  • defensivos agrícolas;
  • couros e peles;
  • ferro-gusa;
  • resíduos e sucata de alumínio;
  • equipamentos para fabricação de semicondutores;
  • determinados medicamentos e ingredientes farmacêuticos;
  • obras de arte, antiguidades e itens de coleção.

Também ficaram de fora diversos insumos industriais, minerais, resíduos metálicos e produtos utilizados pelas cadeias de tecnologia e farmacêutica.

Como funciona

A nova sobretaxa foi anunciada após uma investigação conduzida pelo governo estadunidense com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos.

Segundo o USTR, o Brasil integra o grupo de países que, na avaliação americana, não adotam mecanismos suficientes para impedir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado.

Apesar disso, o governo dos EUA decidiu excluir centenas de produtos da medida.

Segundo o órgão, as isenções consideram fatores como a importância de determinados insumos para a economia americana, compromissos comerciais já existentes e características específicas de alguns mercados.

Tarifa acumulada

Os produtos brasileiros que não aparecem na lista de exceções passarão a enfrentar uma sobretaxa adicional de 12,5%.

Como a medida será aplicada de forma cumulativa à tarifa de 25% que entrou em vigor nesta semana, parte das exportações brasileiras poderá pagar 37,5% para entrar no mercado estadunidense.

A nova alíquota, na prática, substitui a tarifa global temporária de 10% aplicada desde fevereiro deste ano.

Exceções internacionais

Além das isenções por produto, os Estados Unidos também criaram regras diferenciadas para alguns parceiros comerciais.

Países e blocos como Argentina, Bangladesh, Camboja, Equador, El Salvador, União Europeia, Guatemala, Indonésia, Jordânia, Malásia, Suíça, Taiwan e Reino Unido tiveram tratamento específico em razão de acordos comerciais ou de mecanismos considerados mais robustos de combate ao trabalho forçado.

Para parte das importações de vestuário e têxteis provenientes de Bangladesh, Camboja, Indonésia e Malásia, por exemplo, foi criado um sistema de cotas que permite a entrada sem a tarifa da Seção 301, desde que as empresas utilizem algodão e outros insumos produzidos nos Estados Unidos.



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Tarifaço de Trump: veja a cronologia e como ficam as novas tarifas para o Brasil

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Milhares de itens, porém, ficam isentos das cobranças. Entre eles estão produtos importantes para a economia americana, como petróleo, café e carne bovina. Por outro lado, setores como os de calçados, máquinas, equipamentos e peças passam a enfrentar a tarifa máxima de 37,5%.



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Jovens cristãos preferem IA a pastores para discutir fé

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Um número crescente de jovens cristãos, especialmente aqueles na faixa dos 20 a 30 anos, está optando por interagir com inteligência artificial (IA) para discutir questões sobre a fé e a vida, em vez de buscar orientação de pastores ou líderes da igreja. Essa tendência tem gerado preocupações entre líderes religiosos sobre o impacto na espiritualidade e no relacionamento com a comunidade.

O que está acontecendo?

De acordo com um artigo publicado no Christian Daily, muitos jovens estão levando suas perguntas sobre as Escrituras, lutas espirituais e decisões de vida para plataformas de IA antes de se dirigirem a um pastor ou ancião da igreja. Essa mudança de comportamento reflete uma nova dinâmica na forma como a juventude se relaciona com a espiritualidade e a busca por respostas.

Contexto da situação

A crescente dependência da tecnologia e da IA tem sido um tema de debate em diversas esferas da sociedade, e a igreja não está imune a essa transformação. Enquanto a tecnologia pode oferecer respostas rápidas e acessíveis, líderes religiosos alertam que isso pode criar uma desconexão entre os jovens e a comunidade de fé. A interação com um pastor, por exemplo, não é apenas sobre obter respostas, mas também envolve apoio emocional e espiritual, algo que a IA não pode proporcionar.

Reações de líderes religiosos

Pastores e líderes de igrejas expressam preocupação com essa tendência. Eles afirmam que a busca por respostas em IA pode levar a uma compreensão superficial da fé.

“A interação humana é essencial para o crescimento espiritual.”

O que esperar no futuro?

À medida que a tecnologia avança, é provável que a relação entre jovens cristãos e a IA continue a evoluir. Líderes religiosos estão sendo desafiados a encontrar maneiras de integrar a tecnologia em suas práticas, sem perder de vista a importância da comunidade e do relacionamento pessoal. Algumas igrejas já estão experimentando plataformas digitais que combinam a interação humana com a tecnologia, buscando um equilíbrio que possa atender às necessidades da nova geração.



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Subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina pode ser prorrogado

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O agravamento da guerra no Oriente Médio fez o governo prorrogar o subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina. Em vigor desde 25 de maio, o benefício acabaria no sábado (25) e foi estendido por 30 dias a partir de domingo (26).

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, assinou nesta quinta-feira (23) à noite a portaria com a extensão do subsídio, criado para reduzir os impactos do conflito guerra no Oriente Médio sobre os preços dos combustíveis no Brasil. 

O subsídio de R$ 1,12 por litro do diesel continua em vigor. No último dia 16, o Congresso Nacional prorrogou, por 60 dias, a Medida Provisória 1.363, que instituiu a subvenção.

O que é o subsídio?

Chamado oficialmente de subvenção econômica, o subsídio é um incentivo pago pelo governo aos produtores e importadores de combustíveis para reduzir o impacto da alta dos preços internacionais sobre o consumidor.

Na prática, o governo cobre parte do custo da gasolina, permitindo que o aumento nas refinarias ou no mercado internacional chegue de forma mais branda aos postos.

O pagamento é feito diretamente aos produtores e importadores por meio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Por que o governo quer prorrogar?

A principal razão é a nova disparada do preço do petróleo no mercado internacional.

Depois de um período de queda em junho, o barril do petróleo tipo Brent voltou a ultrapassar US$ 100 nesta semana, pressionado pela retomada dos conflitos no Oriente Médio.

Segundo o Ministério da Fazenda, esse cenário levou a equipe econômica a reavaliar o fim do benefício.

Em nota enviada à Agência Brasil, mais cedo, a pasta já havia informado que estava em discussão “possível ato para viabilizar sua prorrogação, sem, ainda, decisão certa sobre prazo e valor”, acrescentando que a medida dependeria de novas avaliações.

Guerra influencia

O governo havia sinalizado que poderia encerrar o subsídio da gasolina neste mês após o anúncio de um acordo preliminar de paz entre Estados Unidos e Irã, em junho, que reduziu temporariamente o preço do petróleo.

No entanto, a retomada das tensões mudou o cenário.

No início de julho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o acordo com o Irã havia fracassado e afirmou que não pretendia retomar as negociações. A escalada do conflito voltou a pressionar o mercado internacional de petróleo.

Além disso, ataques a petroleiros no Mar Vermelho e os riscos para a navegação na região elevaram as preocupações sobre a oferta mundial da commodity.

Impacto no Brasil

O petróleo é a principal matéria-prima utilizada na produção de gasolina, diesel e querosene de aviação.

Quando o barril sobe no mercado internacional, o custo dos combustíveis também tende a aumentar, pressionando a inflação e elevando despesas com transporte de passageiros e de cargas.

Foi justamente para reduzir esse impacto que o governo criou as subvenções temporárias aos combustíveis.

Poucos dias após o lançamento do subsídio da gasolina, por exemplo, a Petrobras elevou em R$ 0,48 por litro o preço da gasolina A vendida às distribuidoras. Com a ajuda do governo, o reajuste efetivo foi reduzido para cerca de R$ 0,04 por litro.

Diesel continua

O subsídio ao diesel permanece garantido. A medida provisória que instituiu o benefício de R$ 1,12 por litro foi prorrogada por mais 60 dias.

Pela regra, ao fim de cada período de dois meses, o ministro da Fazenda poderá manter, alterar ou encerrar a subvenção, desde que comunique previamente os beneficiários com pelo menos 15 dias de antecedência.

Outro subsídio para o diesel, de R$ 0,35, foi revogado em 1º de julho, após dois meses em vigor. Na ocasião, o barril do petróleo estava em torno de US$ 70, o que levou a equipe econômica a retirar o benefício.

Outras medidas

Além dos subsídios, o governo também adotou ações para reduzir os efeitos da alta do petróleo sobre os preços internos.

Na semana passada, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) autorizou o aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina para 32%, medida válida inicialmente por 180 dias.

A expectativa do governo é que o maior uso de biocombustível ajude a reduzir a dependência da gasolina derivada do petróleo e contribua para conter novos aumentos nos preços ao consumidor.



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Imposto de Renda 2026: Receita abre consulta ao 3º lote de restituição nesta sexta; veja como fazer

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A página oferece orientações e os canais de prestação do serviço, permitindo uma consulta simplificada ou completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Caso identifique alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificá-la, corrigindo as informações.



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