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Relato de mulher arrependida por transição de gênero serve de alerta para jovens

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Manifestante relata sua experiência durante julgamento sobre proibição de tratamentos de transição de gênero para menores nos EUA. Prisha Mosley, 26 anos, descreveu seu arrependimento por ter agido de maneira apressada.

Prisha, que iniciou sua transição de gênero na adolescência e posteriormente decidiu destransicionar, compartilhou seu relato sobre os efeitos físicos e emocionais que enfrenta até hoje.

Ela foi diagnosticada com disforia de gênero aos 15 anos. Após o diagnóstico, iniciou o uso de bloqueadores hormonais e, aos 16, recebeu Depo-Provera para suspender sua menstruação. Aos 17, começou a tomar testosterona, cujos efeitos descreveu como “quase imediatos e permanentes”.

Aos 18 anos, passou por uma mastectomia dupla irreversível, conhecida como “top surgery”. Ela afirma que o procedimento foi realizado sem orientações claras sobre os riscos: “Eu não fui avisada do que poderia acontecer”, disse.

Hoje, ela relata perda de sensibilidade no peito e dificuldades para amamentar o filho, nascido há seis meses. Segundo Prisha, a reconstrução dos mamilos realizada durante a cirurgia comprometeu a saída do leite materno.

Reflexões sobre o passado

Prisha contou que sua transição começou após interações com ativistas de disforia de gênero em fóruns online, enquanto enfrentava depressão, ansiedade e anorexia. Ao procurar ajuda médica, foi rapidamente diagnosticada como transgênero e iniciou tratamentos hormonais: “Eles disseram: ‘Seu corpo está errado. Vamos lhe dar remédios para isso’”, relatou.

Hoje, ela questiona o papel dos profissionais de saúde: “Eu realmente pensei que meus médicos eram meus salvadores, mas agora vejo os danos que essas decisões causaram à minha saúde”.

Processo de destransição

Prisha iniciou sua destransição aos 24 anos, influenciada pelo relacionamento com seu atual parceiro e a convivência com a filha dele, que a chamava de “mamãe”. Esse vínculo a levou a reconsiderar sua identidade de gênero.

“Ela me disse a verdade, e foi assim que eu saí disso”, admitiu. Atualmente, Prisha lida com problemas de saúde crônicos e precisa de suplementação hormonal para estabilizar os níveis de estrogênio e progesterona.

Apesar disso, acredita que sua história pode ser um alerta: “Eu fiz parte do experimento. O experimento é um fracasso catastrófico”.

Agora uma ativista contra tratamentos de redesignação de gênero em menores, Prisha busca conscientizar pais e médicos sobre os riscos: “Ninguém tem o direito de machucar uma criança. Continuarei defendendo a verdade, o amor e a ciência para proteger nossas crianças”.

Seu relato traz à tona as complexas implicações médicas e emocionais dessas intervenções e alimenta o debate nacional sobre o tema, em análise pela Suprema Corte dos Estados Unidos, de acordo com informações do The Telegraph.

FONTE : Gospel Mais

Emanuel, irmão, assessor e ex-secretário se tornam réus por furar fila da vacina contra covid

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APARECIDO CARMO

DO REPÓRTERMT

A Turma de Câmaras Criminais Reunidas aceitou, por unanimidade, a denúncia oferecida pelo Ministério Público contra o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), e mais três pessoas por um suposto esquema para furar a fila da vacina de covid-19 durante o período da pandemia, quando não havia, doses o suficiente para imunizar toda a população.

Além de Emanuel, se tornaram réus o irmão dele, Marco Polo de Freitas Pinheiro, conhecido como Popó Pinheiro; o ex-chefe de gabinete Antonio Monreal Neto; e o ex-secretário-adjunto Gilmar de Souza Cardoso.

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LEIA MAIS – MP denuncia Emanuel e aponta esquema de “fura-fila” durante vacinação da covid-19

A denúncia é a mesma que motivou o afastamento de Emanuel Pinheiro do cargo de prefeito em março deste ano. Na peça, o MP pede que todos os citados percam seus cargos públicos por associação criminosa, utilização indevida de serviços públicos por 62 vezes e inserção de dados falsos em sistema de informações por 62 vezes.

De acordo com a denúncia, o prefeito, o irmão e os dois servidores, “de forma livre e consciente” se associaram com o objetivo de “violar a ordem de vacinação durante o período da pandemia causada pela covid-19, atendendo interesses próprios e de terceiros”.

Segundo o MP, a organização criminosa tinha dois núcleos de atuação: um político e um operacional, ambos estando subordinados ao prefeito da Capital.

Conforme a denúncia, o grupo burlava o sistema informatizado de cadastro e liberação de vacinas, subvertendo a ordem de prioridade e, inclusive, escolhendo qual seria a marca do imunizante, a fim de atender interesses próprios e de terceiros.

LEIA MAIS – Emanuel é afastado da Prefeitura de Cuiabá por esquema de corrupção na Saúde

Em seu voto, o desembargador Gilberto Giraldelli, relator da matéria, destacou que o ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF) negou pedidos dos agora réus para que o processo fosse remetido para aquela corte por entender que a mera menção a autoridades de foro não é suficiente para que o caso fosse encaminhado para o Supremo.

Também negou o pedido de quase todos os citados para que fosse concedida a absolvição sumária por não ter ficado comprovada a violação da ordem de prioridades.

“Pelo exposto, recebo a denúncia que imputa ao Prefeito de Cuiabá/MT, senhor Emanuel Pinheiro; ao irmão deste, senhor Marco Polo de Freitas Pinheiro, e aos servidores públicos Gilmar de Souza Cardoso e Antônio Monreal Neto”, conclui o voto, que foi acompanhado por todos os demais desembargadores.

FONTE : ReporterMT

Luigi Mangione, assassino de CEO de seguradora, concorda com transferência para Nova York

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Mangione foi preso na Pensilvânia e estava detido no estado. Espera-se que ele seja transferido para Nova York, onde ocorreu o crime, ainda nesta quinta-feira (19). Luigi Mangione deixando o tribunal na Pensilvânia após audiência
AP Photo/Gene J. Puskar, Pool
Luigi Mangione, acusado de ser o assassino do CEO da seguradora de saúde UnitedHealth, Brian Thompson, concordou em ser transferido para Nova York em uma audiência nesta quinta-feira (19).
O suspeito desistiu de sua contestação legal contra sua extradição para a cidade. Agora, espera-se que ele seja enviado da Pensilvânia – onde foi preso – ainda nesta quinta para enfrentar as acusações: uma de homicídio de primeiro grau e duas de homicídio de segundo grau, uma das quais descreve o assassinato como um ato de “terrorismo”.
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Mangione compareceu a duas audiências na Pensilvânia esta manhã. Uma para responder à acusação de porte de arma no estado e a segunda sobre o pedido de extradição.
Segundo a agência de notícias Associated Press, Luigi Mangione fez um acordo com o promotor e concordou em ser transferido após a defesa lhe entregar o relatório investigativo de 20 páginas do Departamento de Polícia de Altoona.
Na terça, Mangione foi formalmente acusado por homicídio doloso nesta terça-feira (17).
“Esse tipo de violência armada premeditada e direcionada não pode e não será tolerada”, disse o promotor distrital de Manhattan, Alvin Bragg, em uma declaração anunciando a acusação.
Thompson foi morto a tiros no dia 4 de dezembro, em frente a um hotel de luxo de Nova York. Cinco dias depois, Mangione foi detido em uma cidade da Pensilvânia, a cerca de 400 km do local do crime, enquanto estava em uma unidade do McDonald’s.
Mangione, 26, era egresso de uma universidade prestigiada nos EUA, a Penn State, e sofria de dores crônicas nas costas que afetavam sua vida diária, de acordo com amigos e postagens nas redes sociais, embora não esteja claro se sua saúde pessoal desempenhou um papel no tiroteio.
A UnitedHealth afirmou que Mangione não era cliente da empresa.
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Quem é Luigi Mangione
Polícia divulga ‘mugshot’ de Luigi Mangione, em 10 de dezembro de 2024
Altoona Police Department
Luigi Mangione tem 26 anos e nasceu no estado de Maryland. Segundo a imprensa norte-americana, durante a adolescência, ele foi um dos melhores alunos da turma e estudou em um colégio de elite de Baltimore.
Mais tarde, Mangione entrou na Penn State University, onde cursou ciência da computação, com foco em inteligência artificial. A instituição está entre as melhores universidades particulares dos Estados Unidos.
Em suas redes sociais, Mangione mostrava apreço pelo manifesto de Ted Kaczynski (1942-2023), o “Unabomber”, um dos mais famosos serial-killers dos EUA. Ele também criticava, pelas redes sociais, o uso de smartphones por crianças.
Segundo a polícia, o último registro de Mangione apontava que ele estava morando em Honolulu, no Havaí. Amigos e pessoas que trabalharam com ele o definiram como “um cara legal” e revelaram que ficaram chocados com o crime.
Mangione também nasceu em uma família rica, que controla um império imobiliário e empresarial. Entre as propriedades dos “Mangiones” estão country clubs, casas de repouso, estações de rádio, campos de golfe, hotéis, resorts e uma fundação.
Identidade falsa, arma e manifesto
Segundo a polícia, Mangione foi preso com uma identidade falsa. O documento foi o mesmo usado pelo atirador para fazer check-in em um hostel de Nova York antes de Brian Thompson ser assassinado.
Além disso, os policiais encontraram com suspeito uma pistola com características semelhantes às da usada no crime. A polícia informou que acredita que a arma foi produzida em partes, a partir de uma impressora 3D.
O aspecto físico de Mangione também é muito semelhante ao do atirador que foi flagrado nas imagens de câmeras de segurança no dia em que Thompson foi morto.
Os policiais afirmam ter encontrado com Mangione um documento escrito à mão. O manifesto tinha cerca de três páginas e expressava a raiva do suspeito contra as empresas de seguro de saúde. Segundo a Associated Press, ele descreveu essas organizações como “parasitárias”.
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Fonte: G1

Comissão aprova possibilidade de exame psicológico admissional conforme a natureza do emprego

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O Senado deve votar nesta quinta-feira (19) o projeto que estabelece novos limites para os gastos públicos em caso de déficit primário. A proposta, aprovada pela Câmara dos Deputados ontem, integra o pacote de medidas do governo para cortar despesas e alcançar a meta fiscal a partir de 2025. O texto já está na pauta do Plenário e tem como relator o líder do governo no Senado, senador Jaques Wagner (PT-BA). 

Na Câmara, os deputados fizeram alterações no Projeto de Lei Complementar (PLP) 210/2024, do líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE). No substitutivo que chega ao Senado, fica limitado o contingenciamento e o bloqueio de emendas parlamentares àquelas não impositivas (R$ 11,5 bilhões de emendas de comissão), ficando fora do contingenciamento e do bloqueio as emendas individuais (R$ 24,67 bilhões) e de bancada (R$ 14,68 bilhões), um total de R$ 39,35 bilhões. O texto encaminhado pelo governo Lula estabelecia regra de contingenciamento e bloqueio de qualquer emenda parlamentar.

O pacote de corte de gastos é composto por três matérias: o projeto de lei complementar (PLP 210/2024), uma proposta de emenda à Constituição (PEC 45/2024) e o projeto de lei ordinária (PL 4.614/2024). As duas últimas ainda aguardam votação na Câmara dos Deputados para que os senadores comecem a deliberar.

Limite de 15%

O (PLP) 210/2024, aprovado na quarta, retoma proposta que não virou lei no projeto sobre emendas parlamentares (Lei Complementar 210, de 2024), determinando que serão aplicados às emendas não impositivas o contingenciamento e o bloqueio até a mesma proporção aplicada às demais despesas discricionárias.

Essa lei surgiu depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter cobrado maior transparência na execução de emendas, mas o bloqueio ficou de fora. Agora, no entanto, apesar de voltar o bloqueio, tanto ele quanto o contingenciamento serão limitados a 15% das dotações de emendas de comissão (não impositivas). A Lei Complementar 210/2024 não estabelece limite para o contingenciamento e não faz distinção entre as impositivas e não impositivas.

O bloqueio de recursos é realizado para cumprir o limite de despesas estabelecido pelo arcabouço fiscal e pode implicar o cancelamento da despesa se o resultado fiscal pretendido não for alcançado.

Por sua vez, o contingenciamento é realizado para cumprir a meta anual de resultado primário. Nessa caso, há mais chance de a despesa vir a ser executada até o fim do ano.

Limite a incentivos tributários

O texto ainda estabelece que quando ocorrer déficit primário, entendido pela união das contas do Tesouro Nacional, da Previdência Social e do Banco Central, no ano seguinte em que ele for apurado, a União não poderá publicar lei concedendo, ampliando ou prorrogando incentivo tributário até conseguir superávit primário em algum exercício seguinte. A regra valerá a partir de 2025.

Quando alcançado o superávit, o Orçamento do ano posterior não terá mais a trava, que será repetida a cada vez que o governo não conseguir fechar as contas pelo menos quando não houver déficit ou com superávit.

Da mesma forma, será proibida a concessão de aumento nas despesas de pessoal e seus encargos, mas somente até 2030. Se houver déficit, tanto o projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) quanto a próprio Orçamento não poderão apresentar crescimento anual real maior que 0,6% em relação ao montante do ano anterior, exceto os valores concedidos por causa de sentença judicial.

Essa trava das despesas de pessoal valerá para cada um dos poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e também para o Ministério Público da União, a Defensoria Pública da União, o Conselho Nacional do Ministério Público, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Tribunal de Contas da União (TCU).

Seguridade

O projeto estabelece que o crescimento anual das despesas com a criação ou prorrogação de benefícios da Seguridade Social, como aposentadorias e auxílio-doença, deverá seguir as regras do arcabouço fiscal. Essas despesas poderão crescer, no máximo, 2,5% acima da inflação medida pelo IPCA.

Os benefícios pagos pelo INSS são corrigidos pelo INPC, enquanto o salário mínimo, base para benefícios equivalentes ao seu valor, tem um reajuste real que considera a variação do PIB de dois anos anteriores. Porém, como o limite de crescimento se aplica apenas à criação ou prorrogação de novos benefícios, existe a possibilidade de que concessões sejam represadas caso o teto estabelecido seja atingido, o que pode dificultar a ampliação de benefícios sociais.

A aplicação do arcabouço fiscal a esse tipo de despesa obrigatória não se limita ao teto de crescimento de 2,5% ao ano. A Lei Complementar 200, de 2023, que estabeleceu o novo arcabouço fiscal, determina o aumento da despesa primária está vinculado à variação real da receita primária:

  • Se o governo alcançar a meta de resultado primário de dois anos antes, o crescimento permitido será de até 70% dessa variação.
  • Caso a meta não seja cumprida, o limite cai para 50%.

Dessa forma, a criação ou prorrogação de benefícios do INSS precisará respeitar esses limites adicionais, que serão revisados anualmente, condicionando ainda mais o aumento dessas despesas.

Crédito compensado

O substitutivo da Câmara ao PLP 210/2024 também retirou o dispositivo que limitaria a compensação, pelas empresas, de créditos apurados com tributos federais. Recentemente, o Congresso Nacional aprovou a Lei 14.873, de 2024, de teor semelhante. A novidade no projeto era a diferenciação do limite por tipo de crédito, que não existe na portaria da Receita Federal sobre o tema.

Desde 2021, o governo federal tem sido obrigado a compensar créditos tributários de PIS/Cofins por causa da chamada “tese do século”. Em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), as empresas ganharam o direito de retirar o ICMS (tributo estadual) da base de cálculo dessas contribuições. A estimativa do governo é de créditos a pagar aos contribuintes em torno de R$ 1 trilhão em cinco anos, relativos ao passivo em disputa desde 2017.

Redução de despesas

O projeto também visa evitar o aumento de gastos com pessoal e incentivos tributários se as chamadas despesas discricionárias tiverem redução nominal de um ano para outro.

Despesas discricionárias são as que o governo tem poder de decidir não executar e que são passíveis de bloqueio ou contingenciamento, como investimentos, compra de equipamentos, insumos, execução de serviços (passaportes, por exemplo), pagamento de bolsas de pesquisa.

O valor total dessa categoria de despesa caiu de R$ 188,1 bilhões em termos reais em 2016 para apenas R$ 133,5 bilhões em 2021.

Assim, a partir do projeto de Lei Orçamentária de 2027, que é elaborado em 2026, se as despesas discricionárias de 2025 tiverem execução menor que as de 2024, em 2027 não poderá ser publicada lei que conceda, amplie ou prorrogue incentivo ou benefício de natureza tributária.

Da mesma forma, o Orçamento de 2027 não poderá conter crescimento anual real de despesa de pessoal e encargos acima de 0,6%, excluídos os valores concedidos por sentença judicial.

Essas restrições serão usadas até o ano em que as despesas discricionárias totais voltem a ter crescimento nominal em relação ao ano anterior. Se voltar a ter déficit, elas são aplicadas novamente.

Dinheiro de fundos

Além disso, o texto define que por seis anos, entre 2025 e 2030, se houver superávit financeiro em fundos listados pelo PLP 210/2024, em vez da sobra ser alocada em favor do próprio fundo no ano seguinte, ela poderá ser usada livremente pelo governo, como por exemplo para ser direcionada às despesas discricionárias. 

Cinco fundos terão o superávit usado para pagar a dívida:

  • Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD);
  • Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito (Funset);
  • Fundo do Exército;
  • Fundo Aeronáutico; e
  • Fundo Naval.

Três fundos previstos no texto original foram retirado do substitutivo:  Fundo Nacional Antidrogas (Funad), Fundo da Marinha Mercante (FMM) e Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC).

Seguro obrigatório 

Os deputados ainda incluiram no texto a revogação da Lei Complementar 207/2024, de maio deste ano, que recriou o seguro obrigatório de veículos automotores (SPVAT, antigo DPVAT). A retirada foi fruto de uma negociação para unificação em torno da matéria. 

Salário Mínimo

A segunda matéria do pacote de corte de gastos, que aguarda votação dos deputados, é o PL 4.614/2024, também proposto pelo deputado José Guimarães (PT-CE). Essa matéria tramita em regime de urgência no Plenário da Câmara. O texto submete a correção do salário mínimo às regras do novo arcabouço fiscal (Lei Complementar 200, de 2023). Com isso, o salário mínimo continuaria a ter um ganho acima da inflação, mas limitado a um intervalo entre 0,6% e 2,5%.

De acordo com o projeto, a limitação valeria até 2030. Com a medida, o Poder Executivo espera reduzir despesas públicas atreladas ao salário mínimo, como as relacionadas aos benefícios previdenciários, ao seguro-desemprego e ao abono salarial.

O PL 4.614/2024 também prevê uma série de outras medidas para a contenção de despesas. 

  • Cadastro biométrico obrigatório para manutenção, renovação e concessão de benefícios da Seguridade Social.
  • Atualização cadastral em 24 meses para benefícios que usam o CadÚnico;
  • Despesas com o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) limitadas à disponibilidade orçamentária.
  • Ajuste no conceito de família para a apuração da renda e acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC). Pela regra atual, o benefício é concedido a famílias com renda de até um quarto de salário mínimo por pessoa. O PL 4.614/2024 inclui na conta a remuneração de cônjuge, pais, irmãos, filhos e menores tutelados. Exceto o cônjuge, os demais nem precisam viver junto com o requerente para entrar na apuração da renda — desde que contribuam para a subsistência do beneficiário.
  • Ainda sobre o BPC, o projeto veda a dedução de rendas não previstas em lei e revoga a dedução de outros benefícios recebidos por membro da família.
  • Para a concessão administrativa ou judicial do BPC, o projeto exige o registro do código da Classificação Internacional de Doenças (CID) para a pessoa com deficiência.
  • Não podem ter acesso ao BPC pessoas com bens e direitos acima do limite de isenção da declaração anual (R$ 800 mil).
  • No Bolsa Família, o Poder Executivo deve fixar um índice máximo de lares compostos por apenas uma pessoa.
  • O crescimento anual das despesas com o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) fica limitado ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Abono salarial

O terceiro ponto do pacote de corte de gastos é uma proposta de emenda à Constituição: a PEC 45/2024, também apresentada pelo Poder Executivo. Entre outras medidas, esse texto prevê uma restrição gradual ao abono salarial de um salário mínimo, pago aos trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos.

A matéria aguarda votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Mas, segundo o presidente da Casa, Arthur Lira, o governo pediu a retirada de pauta dessa matéria porque não tinha votos suficientes para aprovar a admissibilidade do texto. De acordo com Lira, a PEC 45/2024 deve ser apensada a outra proposta que esteja pronta para votação em Plenário.

Pela regra em vigor, o abono salarial é pago a quem recebeu até dois salários mínimos mensais no ano anterior — o equivalente a R$ 2.640. Segundo a PEC 45/2024, a partir de 2026 o valor passa a ser corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e deixa de incorporar ganhos reais do salário mínimo. A regra dever ser mantida até que o salário de acesso ao abono chegue a um salário mínimo e meio, o que deve ocorrer em 2035.

A PEC 45/2024 prevê outras medidas para a restrição de despesas: 

  • Exceções ao teto salarial do servidor público devem ser reguladas por lei complementar.
  • Concessão, ampliação e prorrogação de incentivos fiscais também passam a depender de lei complementar.
  • Ficam vedadas deduções não previstas em lei para comprovação de renda para acesso ao Benefício da Prestação Continuada (BPC).
  • Até 20% da complementação da União para o Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb) podem ser direcionados para o fomento à manutenção de matrículas em tempo integral.
  • A Desvinculação das Receitas da União (DRU), mecanismo que flexibiliza a execução orçamentária, será prorrogada até 2032.
  • Até 2032, a vinculação de receitas a despesas não pode resultar em crescimento superior ao total das despesas primárias.
  • O Poder Executivo pode limitar subsídios e benefícios financeiros durante a execução orçamentária.

Com a Agência Câmara 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

FONTE : MatoGrossoNews

Financiador de ataques à Israel, Irã condena 12 cristãos por serem ‘contra o islã’

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Considerado o principal financiador de grupos extremistas responsáveis por atacar Israel, como o Hamas e o Hezbollah, o Irã também tem implementado uma rígida política de repressão aos cristãos que vivem na teocracia islâmica fundamentalista.

Não por acaso, o país ocupa atualmente a 9ª posição na lista mundial de perseguição religiosa da organização Portas Abertas, sendo uma das dez nações mais perigosas para os seguidores de Jesus Cristo.

Como parte da sua política de repressão, as prisões e acusações falsas ocorrem com frequência no país. Foi o que aconteceu, por exemplo, com 12 cristãos presos injustamente, acusados de “propagação de religiões que estão em conflito e contra o islã” e “colaboração com governos estrangeiros”.

Assim como em todo regime autoritário, os seguidores de Cristo não tiveram suas defesas respeitadas, pois foram detidos no final de 2023 e só agora estão sendo julgados pelo Irã.

“Além disso, de acordo com a organização Middle East Concern, as autoridades alegaram que eles participaram de treinamento cristão no exterior e que professavam a fé cristã”, diz a Portas Abertas, justificando a inclusão da República Islâmica em sua lista mundial de perseguição religiosa, onde também figuram nações como China e Coreia do Norte.

Perseguição recorrente

A prisão dos 12 cristãos é só um dentre os vários exemplos de perseguição aos seguidores de Cristo. Jahangir Kaskak, Morteza Malamiri e Gholam Nimvari, três dos detidos neste grupo, por exemplo, já foram presos outras vezes pelos mesmos motivos.

A Portas Abertas pede para que as igrejas orem em favor dos perseguidos no regime iraniano, a fim de que Deus intervenha em favor dos que vivem em sofrimento no Irã, que apesar de profundamente enfraquecido em sua luta contra Israel, continua oprimindo as minorias em seu território.

“Com frequência, cristãos são condenados a longas sentenças de prisão como a citada na notícia. Eles precisam de apoio para lutar na justiça por sua liberdade religiosa”, conclui a organização.

FONTE : Gospel Mais

Jader Almeida faz 20 anos de design com peças que unem a funcionalidade à poesia

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Uma cadeira serve para sentar, mas este prosaico item do cotidiano também pode deixar sua função de lado para ser exibido como uma escultura. É assim que Jader Almeida, respeitado designer de móveis que completa agora 20 anos de atuação, se refere à cadeira “Clad”, uma de suas criações-xodó.

“Não é apenas a função primária, e sim a função poética, do deleite”, ele diz, ao manusear a peça de madeira de formas fluidas e arredondadas, com um encosto tipo bojo que torna o ato de sentar confortável. O desenho, prestes a completar uma década no mercado, garantiu a Almeida o prêmio alemão iF Award, um dos principais reconhecimentos mundiais no setor de design de produtos.

Ao entender suas peças como produtos a serem usados mas também, em alguns casos, como obras de arte, o catarinense se tornou um nome indispensável na conversa sobre design contemporâneo no Brasil e, aos poucos, conquista também o mercado estrangeiro. Sua marca homônima tem lojas próprias em três estados —São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina— e no Distrito Federal, além de ser comercializada em multimarcas em 20 países.

Por que seus sofás, poltronas, mesas e ambientes que desenha, seja para residências ou hotéis, são tão desejados? O segredo, ele afirma, em tom professoral, é criar peças atemporais. Embora não seja fácil definir o que é exatamente o bom design que atravessa os anos sem perder a graça, Almeida tenta.

São peças “com as proporções corretas, os materiais corretos, a fabricação exímia, o traço leve, que conecta e não obstrui —esses códigos geram atração imediata nas pessoas”. Ele fala ainda em não sucumbir à pressão de lançar novos produtos constantemente.

No seu showroom num casarão com entrada discreta no Jardim Europa, um dos bairros mais ricos de São Paulo, os ambientes em tons de cremes, marrons e pretos, banhados numa calorosa iluminação indireta, transmitem tranquilidade. A placidez se completa com a trilha sonora —a playlist toca uma faixa do disco mais calmo dos britânicos do Slowdive, um álbum de sonoridade viajante.

Almeida diz desenhar a partir do legado de designers predecessores, mas com o olhar voltado para o presente e o futuro. Alguns de seus projetos trazem traços que remetem ao mobiliário moderno brasileiro, a exemplo da linha de cadeiras, poltronas e banquetas “Bossa”, com estrutura em madeira maciça e encosto e assento de palhinha.

Mas ele não se prende ao cânone e não parece ter medo de se aventurar. Seus lustres assumem formas tão distintas quanto uma abstração geométrica de linhas retas ou um conjunto de bastões pontiagudos que lembram estalactites. “São esculturas que por acaso iluminam. A função poética das luminárias se sobrepõe à função técnica”, afirma.

Com dezenas de prêmios de design acumulados já aos 43 anos, Almeida começou no universo moveleiro ainda pré-adolescente, fazendo cursos técnicos. Depois, aos 16, foi trabalhar na fábrica de um primo, antes de estudar arquitetura e se aprofundar no design. Em 2004, passou a assinar e comercializar seus desenhos, trilhando um caminho de reconhecimento pelos pares e crescimento comercial.

Os mais de 1.200 produtos de seu portfólio atendem a um público amplo, tanto quem procura por algo mais minimalista, onde o que conta é a pureza dos materiais, quanto clientes atrás de pufes com tecidos de jacquard estampados com tigres.

Ele também investe em pequenos objetos para a casa, como aromatizadores de ambiente, velas, castiçais e porta-lápis, e acaba de lançar uma coleção de joias para comemorar os 20 anos da poltrona “Dinna”, sua primeira criação assinada. “Nós temos a necessidade do adorno enquanto seres humanos”, ele afirma, ao justificar a preocupação com a beleza nas suas criações, sejam elas para a casa ou para o corpo.

“Ninguém precisa de um brinco para sobreviver, mas precisa para se expressar. E a expressão é tão vital quanto o abrigo e o alimento.”

noticia por : UOL

PF deflagra operação contra pornografia infantil

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DO REPÓRTERMT

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (19), em Lambari D’Oeste, a quarta fase da operação Silêncio dos Inocentes, uma ação destinada a combater o armazenamento e a disseminação de imagens e vídeos contendo abuso sexual de crianças e adolescentes. Os policiais federais cumpriram um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal – Subseção de Cáceres.

O alvo da operação foi preso em flagrante depois que os agentes encontraram uma arma, 32 munições de calibre 22 e uma de fuzil.

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A operação é mais um capítulo na luta contra crimes que violam gravemente os direitos da infância e adolescência. Com ações estratégicas e uso de inteligência policial, a PF reforça seu compromisso com a identificação e responsabilização dos envolvidos na produção e circulação desse material ilícito.

As investigações foram iniciadas após denúncia de que um suspeito estaria em posse de materiais contendo abuso sexual infantojuvenil. O caso reforça a importância da participação da sociedade, com a denúncia sendo um instrumento fundamental para que as autoridades identifiquem e coíbam a circulação desse conteúdo criminoso.

Durante a operação, foram recolhidos elementos que serão analisados para aprofundar as investigações e ampliar o alcance da ação. O objetivo é identificar outros possíveis envolvidos em redes de distribuição desse tipo de material ilícito, ampliando o combate a essa prática abominável.

Mobilizando recursos humanos e tecnológicos, a PF reforça seu compromisso com a proteção de crianças e adolescentes, atuando de forma implacável para prevenir e reprimir crimes de exploração sexual no ambiente digital e fora dele, protegendo os mais vulneráveis e assegurando justiça.

FONTE : ReporterMT

Rússia acusa Ucrânia de ataque com 10 mísseis de longo alcance ocidentais e promete resposta

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A Rússia acusou a Ucrânia nesta quinta-feira (19) de ter lançado seis mísseis de longo alcance ATACMS, fabricados nos Estados Unidos, e quatro mísseis Storm Shadow, fabricados no Reino Unido, contra a região de Rostov, no sul da Rússia. Segundo nota do Ministério da Defesa russo nesta quinta-feira (19), o ataque teria ocorrido na quarta.

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Fonte: G1

Dira Paes esbanja boa forma ao posar em lago paradisíaco: ‘Garota do Fantástico’

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A atriz Dira Paes, de 55 anos, soltou sua imaginação para posar para novos cliques postados em suas redes sociais na manhã desta quinta-feira (19), esbajando toda sua boa fora.

Se refrescando em um lago paradisíaco, a atriz contou as inspirações para as poses do novo álbum de fotos: “Meio garota do Fantástico, meio Iara, meio criança”, legendou.

“Mana, tu és um sussurro poético do que existe de mais belo em nossa floresta.”, escreveu um seguidor. “Maravilhosamente Lindaaaaa “, declarou outra. Confira:

FONTE : MatoGrossoNews

No Japão, cristãos evangelizam nas universidades e resultado surpreende: ‘Nova geração’

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Conhecido por suas tradições milenares, o Japão é um país onde falar de Jesus Cristo não é tão simples, tendo em vista as crenças profundamente enraizadas em sua população. Contudo, a nova geração de jovens japoneses vem dando sinais de uma grande mudança no país.

É o que vem testemunhando os membros do grupo International Mission Board (IMB), formado para compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo em diferentes locais do mundo. No caso do Japão, essa abertura tem sido observada nas universidades.

Isso, porque, como estratégia de evangelismo, os cristãos universitários resolveram criar encontros nos campis, semelhantemente ao que conhecemos como intervalo bíblico no Brasil.

Nessas reuniões eles conversam, compartilham comidas e também jogos, tudo de forma descontraída e agradável. Os estudantes que ainda não conhecem o amor de Jesus são convidados a participar desses momentos, integrando a nova geração de japoneses que está disposta à viver o melhor de Deus.

Mudança radical

Akio foi um dos estudantes alcançados pelos encontros realizados em um dos campis em Osaka. O jovem demonstrou surpresa com o convite para participar das reuniões. “Eu experimentei paz pela primeira vez na minha vida”, disse ele, segundo o IMB.

O impacto na vida de Akio foi tão significativo que isso está sendo testemunhado por seus irmãos em Cristo, como Trey Fleming, que lidera a equipe de cristãos missionários da IMB em Osaka.

“Ele era muito reservado quando o conhecemos, mas agora ele é o cara mais animado da sala e está absorvendo tudo o que pode aprender conosco”, testemunhou Fleming.

Brason English é outro membro da equipe que evangeliza os universitários do Japão em Osaka. Para ele, não há dúvidas de que um novo tempo de fé está surgindo no país.

“Tradicionalmente, o Japão é um osso duro de roer. Mas acho que há uma nova geração no Japão que está mudando bastante”, disse ele, que concluiu: “Estamos em um momento sem precedentes de respostas ao Evangelho no Japão agora. A colheita é realmente abundante”.

FONTE : Gospel Mais