Congresso dos EUA rejeita projeto dos republicanos para evitar ‘shutdown’
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A Câmara dos Deputados aprovou, em segundo turno, a PEC do corte de gastos, do Poder Executivo, que traz várias medidas para diminuir a despesa obrigatória federal. Entre elas, a redução gradativa do público-alvo do abono do PIS/Pasep, a prorrogação da Desvinculação de Receitas da União (DRU) e a proibição de vincular receitas a despesas em patamares acima dos limites do arcabouço fiscal.
Foram 348 votos a favor e 146 votos contra, em segundo turno; e 344 votos a 154 em primeiro turno. A proposta será enviada ao Senado.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/24, apensada à PEC 31/07, faz parte do esforço do governo de controlar o crescimento de despesas obrigatórias (pessoal e programas sociais, por exemplo) a fim de sobrar espaço para as despesas discricionárias (que o governo pode optar por realizar ou não).
O texto aprovado é uma emenda apresentada pelo relator, deputado Moses Rodrigues (União-CE), com o apoio da maior parte das lideranças de partidos com grandes bancadas. Moses Rodrigues afirmou que o ajuste fiscal precisa ser feito com responsabilidade para manter os projetos sociais das últimas décadas. “O arcabouço fiscal precisa de respaldo do Congresso para ter seus compromissos e, dentro de sua responsabilidade, manter a meta fiscal”, disse.
As principais mudanças feitas pela emenda do relator foram nos gastos do Fundeb e em regras para evitar os supersalários.
Abono salarial
No caso do abono anual do PIS/Pasep, atualmente têm direito a recebê-lo, no valor de um salário (R$ 1.412), os trabalhadores com carteira assinada que ganharam até dois salários mínimos mensais segundo valores de dois anos antes.
Assim, em 2025 terão direito os que ganharam até dois salários de 2023 (equivalente a R$ 2.640). O valor efetivo é proporcional ao número de meses trabalhados no ano anterior ao do recebimento.
Pelas regras de hoje, o abono é corrigido pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais ganho real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes, mesma regra do salário mínimo.
A primeira mudança feita pela PEC é vincular o valor a receber daqui para a frente a esse de 2023 (R$ 2.640), corrigido anualmente, a partir de 2026, pelo INPC apenas.
Assim, a partir de 2026, cujo ano-base de referência será 2024, o pagamento do abono atingirá menos trabalhadores porque o valor de referência será menor.
Embora mantenha a referência ao valor do salário mínimo, somente poderá receber o abono aquele que tenha ganhado 1,5 salário mínimo no ano de referência (dois anos antes do pagamento), em vez de dois salários como é hoje.
De acordo com o Projeto de Lei 4614/24 (também do pacote de corte de despesas), o salário mínimo continuará a ter aumento real, mas limitado ao piso (0,6%) e ao teto (2,5%) do arcabouço fiscal.
Fundeb
Em relação aos complementos da União para os fundos da educação básica de estados e municípios (Fundebs), o texto aprovado determina que, em 2025, 10% do total poderão ser destinados a ações de fomento à criação e à manutenção de matrículas em tempo integral na educação básica pública. Um destaque do Psol tentou derrubar a regra, mas foi rejeitado.
Esse repasse deverá levar em conta indicadores de atendimento, melhoria da qualidade e redução de desigualdades, mantida a classificação orçamentária do repasse como Fundeb.
Assim, essa parcela não será distribuída conforme critérios constitucionais de valor mínimo por aluno e melhoria de gestão e da aprendizagem.
No entanto, o texto não muda o total de repasses da União ao Fundeb (23% do alocado por estados e municípios) nem sua contagem para fins de aplicação mínima em educação.
Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Deputados aprovaram a PEC em sessão do Plenário
Com o texto inicial, que previa 20% para educação integral, a estimativa era de dispensar o Ministério da Educação de alocar cerca de R$ 42,3 bilhões nessa finalidade até 2030.
No entanto, apesar de diminuir o dinheiro do Fundeb carimbado para a escola integral, o texto prevê que, a partir de 2026, um mínimo de 4% dos recursos do Fundeb será destinado por estados e municípios à criação de matrículas em tempo integral na educação básica, conforme diretrizes pactuadas com a União.
Isso deverá ocorrer até serem atingidas as metas de educação em tempo integral estabelecidas no Plano Nacional de Educação.
Alimentação escolar
Outra forma de liberar recursos do Ministério da Educação prevista na PEC aprovada é em relação aos programas federais de alimentação escolar e de saúde na escola.
Atualmente, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) realiza repasses aos estados e municípios para pagar suplementação desses programas (Programa Nacional de Alimentação Escolar – Pnae e Programa Saúde nas Escolas).
A proposta aprovada prevê que esses programas serão financiados com contribuições sociais e, se estados e municípios quiserem complementar os recursos repassados, poderão usar o dinheiro do Fundeb. Essa finalidade não está prevista nas regras do fundo, destinado a melhorar a educação e a valorizar os profissionais (complemento de salários).
Um destaque do Psol que pretendia retirar essa regra foi rejeitado pelo Plenário. O deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ) explicou que os movimentos sociais da área de educação sempre consideraram que a alimentação é um programa suplementar da educação e, por isso, não pode ser contabilizada como manutenção e desenvolvimento do ensino. “Sem nenhum debate na sociedade, estamos mudando isso, sem entender o impacto. Qual a economia o governo fará com isso?”, questionou.
O relator da PEC, Moses Rodrigues, afirmou que a proposta não prejudica os recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar, mas apenas complementa com possibilidade de uso do Fundeb para merenda.
Para o deputado Bibo Nunes (PL-RS), no entanto, o dinheiro para merenda escolar não deveria sair da educação. “É aquela velha história do cobertor curto que o governo está fazendo”, disse.
Já o deputado Mendonça Filho (União-PE) afirmou que há uma dificuldade muito grande de estados e municípios em aplicar recursos do Fundeb. “Se uma criança está mal alimentada, ela não vai ter aprendizagem adequada.”
BPC
Após acordo com líderes do governo e da oposição anunciado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, os partidos concordaram em aprovar destaque do PL e retirar do texto a restrição de deduções para comprovar renda do interessado em receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC). O texto rejeitado restringia essas deduções apenas àquelas previstas em lei, tanto na concessão administrativa quanto na judicial.
O motivo é que regra semelhante consta também do Projeto de Lei 4614/24. Na votação desse projeto, a oposição se comprometeu a não apresentar pedido de votação em separado da regra.
A única diferença é que na PEC havia referência às concessões nas esferas administrativa e judicial, enquanto no projeto isso não está explicitado.
Supersalários
O texto inclui na Constituição que as exceções ao teto do funcionalismo público serão definidas por lei. Originalmente, o governo previa lei complementar, que precisa de quórum maior para aprovação (257 votos na Câmara e 41 no Senado).
Atualmente, o teto é igual ao subsídio de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) de R$ 44.008,52 (R$ 46.366,19 a partir de 1º de fevereiro de 2025).
Como o teto federal serve de base também para os subtetos nos estados e municípios, a lei será aplicada nacionalmente a todos os poderes e órgãos constitucionalmente autônomos.
Enquanto não publicada a lei ordinária aprovada pelo Congresso Nacional, valerão como extrateto as indenizações previstas atualmente na legislação.
Como a jurisprudência do Supremo considera que resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) têm força de lei, suas decisões sobre indenizações permitidas para magistrados, por fora do teto de gastos, continuam vigentes até uma lei futura definir de forma diferente.
DRU
Com vigência até dezembro deste ano, a DRU será prorrogada até 31 de dezembro de 2032. O mecanismo permite ao governo usar livremente 30% dos recursos vinculados a órgãos, fundos ou despesas específicas.
Além das contribuições sociais, das contribuições de intervenção no domínio econômico (Cide) e das taxas, a desvinculação alcançará ainda as receitas patrimoniais, que são aquelas obtidas pelo uso de patrimônio da União, como aluguéis, dividendos, compensações financeiras/royalties, direito real de uso e outras.
No entanto, diferente do que ocorre hoje, a DRU não atingirá o Fundo Social do pré-sal e determinadas receitas vindas da exploração do petróleo carimbadas para a educação pública e a saúde:
O texto deixa explícito que a DRU não atinge recursos que devem ser transferidos a estados e municípios por força constitucional ou legal.
Novas vinculações
Outra restrição sobre receitas vinculadas a despesas é a imposição de limites até 2032.
Qualquer criação, alteração ou prorrogação de vinculação legal ou constitucional de receitas vinculadas a despesas até essa data, inclusive aplicação mínima (como saúde e educação), não poderá resultar em crescimento anual da respectiva despesa primária superior aos limites do arcabouço fiscal (2,5% no máximo).
Incentivo tributário
Uma lei complementar futura deverá estabelecer condições e limites para concessão, ampliação ou prorrogação de incentivo ou benefício de natureza tributária.
A PEC aprovada pela Câmara também permite ao Executivo federal – a fim de cumprir o dever de executar as programações orçamentárias dentro dos limites do arcabouço fiscal – reduzir ou limitar, na elaboração e na execução das leis orçamentárias, as despesas com a concessão de subsídios, subvenções e benefícios de natureza financeira.
Isso será possível inclusive para indenizações e restituições por perdas econômicas, observado o ato jurídico perfeito.
Saiba mais sobre a tramitação de propostas de emenda à Constituição
Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli
FONTE : MatoGrossoNews
A história do nascimento de Jesus continua a ser uma fonte de inspiração para bilhões de pessoas em todo o mundo. Centralizada na mensagem de um Deus amoroso que enviou Seu Filho para redimir a humanidade, a história é composta por uma série de profecias do Natal no Antigo Testamento.
Uma das características marcantes desse relato é que as profecias bíblicas registradas séculos antes do nascimento de Cristo são abundantes. O Antigo Testamento apresenta diversas previsões que apontam para a chegada do Messias, como a profecia de Miqueias 5:2, que especifica Belém como o local do nascimento.
Essas profecias são frequentemente citadas por teólogos como evidências da soberania divina e da veracidade das Escrituras.
O tema foi explorado na série de podcasts da emissora CBN News intitulada “Jesus and the Prophecies of Christmas”. Dividida em quatro episódios, a série analisa as conexões entre as previsões do Antigo Testamento e o nascimento de Jesus, destacando como esses eventos validam a mensagem cristã.
O primeiro episódio reúne figuras como Joel Smallbone, Greg Laurie e Ray Comfort para discutir o papel central das profecias. Smallbone enfatiza a vulnerabilidade do nascimento de Jesus como um reflexo do amor divino por uma humanidade imperfeita, descrevendo o evento como “uma história incrível e real”.
Ray Comfort, conhecido apologista cristão, reforça a precisão das profecias como um testemunho da autenticidade das Escrituras: “A Palavra de Deus prevê o futuro antes que ele aconteça e estabelece [Sua] impressão digital divina em todas as Escrituras”, afirma.
Jeff Kinley, especialista em profecias, aprofunda a reflexão ao destacar o sacrifício de Deus ao entrar no mundo como criação. Ele comenta: “Ele nasceu em um mundo que Ele mesmo criou. Ele foi colocado sobre palha, presumivelmente, que foi feita por Ele”, ressaltando o amor sacrificial que permeia a narrativa da Natividade.
Para os participantes do podcast, as profecias sobre o nascimento de Jesus não apenas conectam o Antigo e o Novo Testamento, mas também reafirmam o cumprimento de um plano divino traçado desde o princípio.
A história da manjedoura, embora comovente, é apresentada como uma prova tangível das promessas de Deus, fortalecendo a fé cristã e oferecendo uma mensagem de esperança e redenção à humanidade.
FONTE : Gospel Mais

Presidente visitou o arquipélago no Oceano Índico nesta quinta-feira (19) para prestar solidariedade após passagem do ciclone Chido. ‘A ilha está devastada’, diz brasileiro que mora em Mayotte
O presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou nesta quinta-feira (19) sua intenção de reconstruir Mayotte, um arquipélago francês no oceano Índico, e prometeu a chegada de água e alimentos antes de domingo à noite, após a passagem do devastador ciclone Chido.
“Fomos capazes de reconstruir nossa catedral [de Notre Dame] em cinco anos. Seria um drama não conseguirmos reconstruir Mayotte”, disse Macron durante sua visita a esse território francês.
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Ele defendeu mudanças nas “competências” e nas “regras” para acelerar a reconstrução, assim como “reforçar a luta contra a imigração clandestina, ao mesmo tempo em que se reconstrói escolas, moradias, hospitais, etc”.
Segundo números provisórios, o ciclone Chido deixou 31 mortos e 1.373 feridos, embora as autoridades temam um balanço muito maior nesta região, a mais pobre da França.
Morador de Mayotte caminha pela capital do arquipélago, Mamoudzou,com guarda-chuva após passagem do ciclone Chido
Yves Herman/Reuters
Esse ciclone, o mais intenso a atingir Mayotte em 90 anos, registrou ventos de mais de 220 km/h no sábado (14). Cerca de um terço da população vive em habitações precárias, agora destruídas.
“Queremos que essas favelas desapareçam a longo prazo”, acrescentou o presidente.
A França declarou estado de “calamidade natural excepcional” para acelerar a aplicação de medidas de emergência, e Macron anunciou um fundo de indenização para pessoas não seguradas.
Além disso, ativou o mecanismo de proteção civil da União Europeia para reforçar os trabalhos de ajuda no arquipélago, informou o Ministério das Relações Exteriores.
Críticas à metrópole
A visita do chefe de Estado francês ocorre em meio a críticas pela falta de informações aos moradores antes da passagem do ciclone, especialmente aos migrantes de Comores em situação irregular.
“As pessoas não foram avisadas. Deveríamos ter ido a todos os lugares e explicado o que iria acontecer, mas elas não saíram por medo da polícia”, relatou uma profissional de saúde.
Macron, que rejeitou as críticas da mulher, decidiu adiar sua partida do arquipélago para sexta-feira para visitar áreas mais remotas, diante da magnitude dos danos.
“Estamos enfrentando valas comuns ao ar livre. Não há equipes de resgate. Ninguém veio recuperar os corpos enterrados”, declarou a deputada local Estelle Youssouffa.
Entre as reclamações dos moradores ao presidente estão a falta de água e alimentos, além de cortes de telefonia e eletricidade.
“Nosso objetivo é fornecer água e alimentos a todas as localidades antes de domingo à noite”, afirmou Macron durante uma reunião com políticos locais, garantindo que, para isso, usariam “lançamentos de helicópteros”.
Mayotte, situada entre Madagascar e Moçambique, tem oficialmente 320 mil habitantes, mas estima-se que haja entre 100 mil e 200 mil pessoas a mais em situação irregular vindas de Comores.
source
Fonte: G1
Faltam poucos dias para que seja dada a largada às festas de fim de ano como o Natal e o Ano Novo. E por ser tão esperado pela população, é comum que algumas pessoas queiram comemorar o período consumindo bebidas alcoólicas, mas você sabe qual delas é mais indicada e menos prejudicial a sua saúde? Segundo o nutricionista Danilo Macena (Balu Nutri), há duas escolhas ideais.
De acordo com o especialista, é melhor dar preferência ao espumante e ao vinho do que às cervejas e destilados, pois são menos prejudiciais à saúde. “Você vai ter um dano muito menor ao fígado e terá muito menos calorias do que consumir várias cerejas e vários destilados”, explicou o nutricionista.
Ou seja, não é proibido consumir bebidas alcoólicas, afinal, cada pessoa tem seu gosto, mas para aqueles que estão preocupados com a saúde ou pretendem manter a boa forma, bebidas menos calóricas são menos prejudiciais ao corpo.
Entenda:
FONTE : ReporterMT
O Banco Central anunciou que fará novos leilões extraordinários de dólares nesta sexta-feira (20), com valor total de US$ 7 bilhões.
O primeiro certame do dia será um leilão de dólares à vista, com valor máximo de US$ 3 bilhões. As propostas serão acolhidas das 9h15 às 9h20.
Na sequência, o BC vai realizar dois leilões de linha, no valor total de US$ 4 bilhões. Nessa modalidade, a autoridade monetária vende reservas internacionais no mercado à vista, mas com o compromisso de recompra em um prazo determinado.
No “leilão A”, as propostas serão acolhidas de 10h20 às 10h25 e a data de recompra será no dia 2 de julho de 2025. No “leilão B”, o BC prevê acolher propostas de 10h40 às 10h45 e estabelece 2 de outubro de 2025 como prazo para readquirir os dólares vendidos.
Serão aceitos no máximo US$ 2 bilhões para cada uma das ofertas, e as operações de venda serão liquidadas na próxima terça-feira (24).
noticia por : UOL
A Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, por 344 votos contra 154, a proposta de emenda à Constituição (PEC) do corte de gastos, do Poder Executivo, que traz várias medidas para diminuir a despesa obrigatória federal, como:
Veja como votaram os deputados
O Plenário deve analisar em seguida requerimento para dispensar o intervalo de cinco sessões para a votação em segundo turno da PEC.
A PEC 45/24 faz parte do esforço do governo de controlar o crescimento de despesas obrigatórias (pessoal, programas sociais, por exemplo) a fim de sobrar espaço para as despesas discricionárias (que o governo pode optar por realizar ou não). Para acelerar sua tramitação, a proposta está sendo analisada em conjunto com a PEC 31/07, sobre tema semelhante.
O texto aprovado é uma emenda apresentada pelo relator, deputado Moses Rodrigues (União-CE), com o apoio da maior parte das lideranças de partidos com grandes bancadas.
As principais mudanças feitas pela emenda foram nos gastos do Fundeb e nos supersalários.
Acordo
Após acordo com líderes do governo e da oposição anunciado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), os partidos concordaram em aprovar destaque do PL e retirar do texto a restrição de deduções para comprovar renda do interessado em receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC). O texto rejeitado restringia essas deduções apenas àquelas previstas em lei, tanto na concessão administrativa quanto na judicial.
O motivo é que a regra consta também do Projeto de Lei 4614/24, que será votado em seguida. Na votação do projeto, a oposição se comprometeu a não apresentar pedido de votação em separado da regra.
O outro destaque votado e rejeitado, do Psol, pretendia retirar o redirecionamento de 10% da complementação da União ao Fundeb para ações ligadas a matrículas em tempo integral. Houve 143 votos contra o texto e 349 a favor.
Novas matrículas
Moses Rodrigues afirmou que as mudanças previstas na PEC sobre o Fundeb vão ampliar as matrículas para ensino em tempo integral. “Se em 2024 tivemos investimento em novas matrículas de R$ 4 bilhões, vamos aumentar quase 40% para R$ 5,5 bilhões e em 2026 vamos ter aumento para R$ 10 bilhões”, disse. Segundo o líder do PSB, deputado Gervásio Maia (PB), o relator garantiu recursos para fortalecer a escola em tempo integral.
Para o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), o Brasil precisa do ajuste. “É preciso que todos pensemos aquilo que é melhor para a economia. O que está em jogo é o compromisso do Congresso pelo país.”
O deputado Glauber Braga (Psol-RJ) leu nota da bancada da educação do Senado criticando o relatório de Moses Rodrigues. O documento afirma que a destinação de 4% dos recursos do Fundeb para ensino integral, a partir de 2026, é “a proposta mais desastrosa de todas”. A justificativa é que recursos para pagar professores serão utilizados para custear emendas.
Porém, o relator afirmou que a mudança constitucional não obriga o uso do Fundeb para custear merenda, mas apenas permite que municípios com recursos de sobra possam usá-los para este fim. “O valor hoje por aluno é R$ 0,36, não paga nem um ovo, e R$ 0,50 para tempo integral. Estamos criando a possibilidade de o prefeito que tem recursos em seu caixa de melhorar a alimentação escolar”, disse Moses Rodrigues.
O deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), vice-líder do governo, afirmou que as propostas do Poder Executivo para o ajuste fiscal não serão suficientes para atingir o equilíbrio fiscal. Segundo ele, o problema hoje é muito maior que R$ 72 bilhões previstos pelo pacote em dois anos. “Desde dezembro de 2022 até agora tivemos crescimento da dívida de mais de 6% do PIB. Isso é mais da metade do que o Brasil precisou se endividar durante a pandemia, e sem crise”, disse.
Mais informações a seguir
Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda
Edição – Wilson Silveira
FONTE : MatoGrossoNews
O pastor John Piper reagiu a mais um episódio do seu podcast de perguntas e respostas, dessa vez abordando um tema que, embora já tenha sido alvo de inúmeros debates, vez em quando é motivo de dúvida para muitos evangélicos: a final, um cristão pode fazer tatuagem?
“O que a Bíblia diz sobre tatuagens, se é que diz alguma coisa?”, diz a pergunta feita ao pastor batista. Piper, por sua vez, se debruçou no texto de Levítico 19.28, normalmente utilizado por tradicionalistas para condenar a realização de tatuagem em cristão.
O texto bíblico diz: “Pelos mortos não ferireis a vossa carne; nem fareis marca nenhuma sobre vós. Eu sou o Senhor.” O teólogo, no entanto, explicou dois pontos essenciais sobre essa passagem.
Primeiro, trata-se de uma referência à Lei mosaica, a qual os cristãos não estão mais submetidos. Citando Romanos 7.4, Piper diz que “não estamos sob a lei como uma lista de regras que nos torna justos diante de Deus. Agora somos trazidos para um relacionamento com Cristo e nosso comportamento flui como fruto no serviço de Deus.”
Segundo, Piper também lembrou que a proibição de Deus em Levítico 19.28 se trata de uma referência à prática cerimonial, ou seja, de conotação espiritual, ritualística, que naquele contexto sinalizava a devoção religiosa dos povos pagãos aos falsos deuses.
“Naquela situação, provavelmente cortar-se pelos mortos e proibir tatuagens não era porque marcar a pele dessa forma é intrinsecamente mau, como se a pele fosse sacrossanta e não pudéssemos marcá-la com batom ou com tatuagens”, explica o pastor.
“Em vez disso, era provavelmente porque essas marcações eram um sinal de compromisso com as culturas vizinhas que não adoravam o Deus verdadeiro”, completou Piper.
Com essas primeiras observações, Piper disse que o mero ato de tatuar o corpo não caracteriza um pecado, em si, tendo em vista que no mundo atual, para os cristãos, isso possui um significado completamente diferente dos nossos antepassados e até mesmo de algumas culturas modernas.
“Então, dessas duas observações bíblicas, aqui está o que eu tiraria sobre princípios. Número um, a tatuagem em si — isto é, a marcação permanente da pele — não é intrinsecamente má. Não é a marcação da pele que está escrita na mente de Deus como, ‘isso é inviolável. Nunca faça isso’”, diz o pastor.
Piper, no entanto, ponderou que mesmo havendo um significado diferente no mundo atual, os cristãos devem enxergar a tatuagem da mesma forma que enxergam a utilização, por exemplo, de uma vestimenta ou acessórios como brincos e piercings.
Em outras palavras, da mesma forma que roupas e acessórios não carregam pecados intrínsecos, devemos saber quais usá-los, como e por quais motivos, porque assim como uma tatuagem feita por propósitos errados pode escandalizar e não refletir o caráter de Cristo, vestimentas também podem.
“Romanos 7 diz que a maneira de decidir se devemos ou não fazer algo é perguntar: Isso está dando fruto para Deus? Essa é a alternativa para estar sob a lei: estamos dando fruto para Deus? Então ao invés de querer uma lista de regras do que pode e não pode, você deve perguntar: ‘Estou fazendo isso como um resultado natural da minha nova lealdade alegre a Deus, por meio de Jesus Cristo, meu Salvador, que me comprou com seu sangue para que eu pudesse mostrar sua glória no mundo?’”, ensina o pastor.
Citando como justificativa o modo diferente como as passagens de Ezequiel 16.11-13 e Oséias 2.13 tratam o uso de adornos e vestimentas, Piper, então, reforça que a questão por trás da dúvida sobre fazer ou não tatuagem está atrelada às intenções do coração no uso dos acessórios, sejam eles penduricalhos ou pinturas.
“A mesma joia que era positiva em um texto se torna um sinal de maldade e orgulho em outro. Então, já no Antigo Testamento você tem um aviso: seguir a Deus fará a diferença no que você faz com suas roupas, seu cabelo e suas joias”, diz o pastor.
Piper, por fim, conclui dando a entender que diante dos riscos de fazer algo que desagrade a Deus por causa de propósitos errados, melhor é que o cristão não faça tatuagem. Ou, se for fazer, que faça com sinceridade os seguintes questionamentos:
“Essa tatuagem é uma expressão dessas boas obras? É uma expressão sincera de piedade? É parte de um espírito gentil e tranquilo que está descansando em Deus e está contente com a bondade de Deus para ela ou ele? Então esse é o tipo de pensamento que eu acho que um cristão responsável deveria seguir quando pensa em fazer uma tatuagem”, diz ele.
“Tendo dito tudo isso, minha conclusão é que se alguém vier até mim e me pedir meu conselho sobre se deve fazer uma tatuagem, eu vou tentar persuadi-lo a não fazer”, conclui Piper, segundo o Voltemos ao Evangelho.
FONTE : Gospel Mais
O aguardado início das obras do empreendimento Raízes SB, da incorporadora São Benedito, está marcado para janeiro, consolidando Sinop como protagonista no avanço da verticalização no interior de Mato Grosso. A placa indicativa da obra já foi instalada, apresentando o cronograma e informando que a obra é financiada pelo banco Santander, atraindo a atenção dos moradores e visitantes. Apelidada de “Gigante do Norte”, a torre promete ser um marco na arquitetura e urbanismo da região, destacando-se como a maior do Norte mato-grossense e a primeira de tamanha magnitude no município.
“A fundação do Raízes é uma das maiores já realizadas na região. Teremos estacas de concreto com 52 metros de profundidade, e aplicaremos somente na fundação aproximadamente 15 mil metros cúbicos de concreto e 350 mil quilos de aço. Em outras palavras, é o equivalente a 1.900 caminhões de concreto e 13 carretas de aço. A grandiosidade e complexidade deste empreendimento serão asseguradas pela tecnologia de ponta empregada em todas as etapas da construção, com destaque para sua robusta estrutura de fundação”, destacou Luiz Cláudio Ferreira Marinho, engenheiro-chefe da São Benedito. Esta etapa fundamental levará aproximadamente oito meses para ser concluída e garante a total segurança do edifício.
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Situado estrategicamente na interseção da Avenida das Acácias com a Avenida Figueiras, no setor Comercial da cidade, o projeto ocupa uma área total de terreno 5.005,00 m² e inclui 42 pavimentos, sendo 1 térreo e quatro sobressolos dedicados a garagens e um pavimento exclusivo para lazer e os demais são pavimentos residenciais.
A torre foi projetada para oferecer 132 apartamentos, divididos em opções que atendem a diferentes perfis de moradores. As unidades tipo variam entre 194,27m² e 197,26m², enquanto cinco apartamentos possuem 428,67m² e outros cinco têm 387,40m². O empreendimento também oferece duas coberturas duplex, que impressionam com generosos 766,46m². Todos os espaços foram cuidadosamente planejados para aliar conforto, funcionalidade e sofisticação.
A escolha do terreno, na principal região comercial de Sinop, reforça o compromisso da São Benedito com a integração entre praticidade e bem-estar dos futuros moradores. Além disso, o projeto reflete a busca por excelência em cada detalhe, consolidando o legado da incorporadora, reconhecida por empreendimentos de alto padrão e impacto no mercado imobiliário.
Para Sinop, a construção do Raízes SB é mais que um marco; é um símbolo do progresso e da capacidade da região de abraçar projetos grandiosos, que redefinem os padrões de moradia e qualidade de vida no interior de Mato Grosso.
AI: Luciana Gaviglia (65) 99253 0622
FONTE : ReporterMT

Kevin Ray Underwood, de 45 anos, estuprou e matou uma menina de 10 anos, filha de seus vizinhos. Kevin Ray Underwood, em imagem de 2008
Sue Ogrocki/pool via AP Photo
Um homem foi executado, nesta quinta-feira (19), no estado americano de Oklahoma por matar uma menina de 10 anos de idade.
Kevin Ray Underwood, de 45 anos, foi a 25ª e última pessoa a sofrer a pena capital nos Estados Unidos em 2024. Ele foi executado por injeção letal na penitenciária estadual de Oklahoma, em McAlester, informaram as autoridades prisionais em um comunicado.
O processo de execução começou às 10h04 e Underwood foi declarado morto dez minutos depois.
De acordo com o Centro de Informações sobre a Pena de Morte, 2024 foi o décimo ano consecutivo com menos de 30 execuções no país.
Estupro e assassinato
Underwood, que trabalhava em uma mercearia, foi condenado em 2006 pelo abuso sexual e assassinato de Jamie Rose Bolin, filha de seus vizinhos em Purcell, ao sul de Oklahoma City.
Bolin foi golpeada com uma tábua de corte e depois sufocada.
Na última sexta-feira (13), durante uma audiência de clemência, Underwood confessou o assassinato e expressou arrependimento. “Reconheço que, embora não queira morrer, mereço isso pelo que fiz. Gostaria de pedir desculpas à família da vítima e à minha família”, declarou.
Execução em Indiana
Na quarta-feira, o estado de Indiana realizou sua primeira execução em 15 anos. Joseph Corcoran, de 49 anos, foi condenado à morte por assassinar seu irmão e outros três homens.
O estado havia suspendido as execuções em 2009 devido à dificuldade de obter os medicamentos necessários, uma vez que as empresas farmacêuticas se recusavam a associar seus produtos à pena capital.
Entre as 25 execuções realizadas este ano nos Estados Unidos, três utilizaram o controverso método de gás nitrogênio, enquanto as demais ocorreram por injeção letal.
As execuções aconteceram em nove estados: seis no Alabama, cinco no Texas, quatro no Missouri, quatro em Oklahoma, duas na Carolina do Sul e uma nos estados da Flórida, Geórgia, Indiana e Utah.
Segundo uma pesquisa da Gallup, 53% dos americanos são a favor da pena de morte para condenados por assassinato, enquanto 43% se opõem e 4% não têm opinião formada.
Esse tipo de pena foi abolida em 23 dos 50 estados dos Estados Unidos, e outros seis têm moratórias em vigor.
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Fonte: G1