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Ministério de Robert Jeffress ultrapassa 1 milhão de inscritos no YouTube

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O pastor Robert Jeffress, conhecido por seu trabalho evangelístico, celebrou uma conquista significativa ao ultrapassar 1 milhão de inscritos em seu canal no YouTube, Pathway to Victory. Essa marca lhe rendeu o prêmio Gold Creator Award da plataforma, simbolizando uma grande oportunidade para o anúncio do Evangelho.

Contexto do ministério

Robert Jeffress é o fundador e pastor sênior da First Baptist Church em Dallas, Texas. Seu ministério, Pathway to Victory, tem como foco a disseminação da mensagem cristã e a edificação da fé dos crentes. Através de programas de televisão, rádio e mídias sociais, Jeffress busca alcançar um público cada vez maior, utilizando a tecnologia para propagar os ensinamentos bíblicos.

O que aconteceu

Recentemente, o canal de Jeffress no YouTube alcançou a marca de 1 milhão de inscritos. Essa conquista não apenas representa um marco pessoal para o pastor, mas também uma plataforma ampliada para a evangelização. O pastor expressou sua gratidão, afirmando que isso é uma “oportunidade incrível para compartilhar o Evangelho” com um público global.

1 milhãode inscritos no canal Pathway to Victory

Reações da comunidade cristã

A conquista de Jeffress foi recebida com entusiasmo por muitos em sua congregação e na comunidade cristã em geral. Fãs e seguidores nas redes sociais celebraram a notícia, reconhecendo a importância de ter vozes cristãs influentes na mídia digital. Essa expansão da presença online é vista como uma resposta à crescente necessidade de conteúdo espiritual e educativo na era digital.

“É uma bênção ver a Palavra de Deus alcançando tantas pessoas através da tecnologia moderna.”

— Robert Jeffress

O que esperar no futuro

Com o crescimento contínuo do canal, espera-se que Jeffress produza mais conteúdo que aborde questões contemporâneas à luz da fé cristã. Ele já anunciou planos para novos vídeos que explorarão temas relevantes, como a liberdade religiosa e a importância da fé em tempos difíceis. A expectativa é que esse crescimento não apenas amplie seu alcance, mas também inspire outros líderes cristãos a utilizarem plataformas digitais para evangelização.



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Justiça condena traficantes que mataram cantora Aline Borel

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A Justiça de Araruama, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, condenou os assassinos da cantora e influenciadora Aline Borel dos Santos, de 28 anos, em 2022. 

Natanael dos Santos Nunes e Luiz Henrique Motta Fersura receberam, respectivamente, as penas de 28 anos e um mês e de 16 anos e seis meses de prisão.

Em 20 de abril de 2022, a jovem foi atraída pelos criminosos para a Praia do Dentinho, em Praia Seca, e executada a tiros.

De acordo com a denúncia, além de Natanael e Luiz Henrique, estariam também envolvidos no crime João Vítor Fernandes dos Santos e Ricardo Santos Oliveira. 

Líder da facção que domina o tráfico de drogas na região do Corte, em Praia Seca, Ricardo planejou a morte da cantora porque suspeitava que Aline Borel passasse informações para a milícia que disputava o domínio criminoso daquela área. Para a Polícia CIvil e o Ministério Público do estado do Rio de Janeiro, ela foi executada por engano.

A sessão de julgamento teve início na quinta-feira (23) e terminou na madrugada desta sexta-feira, (24), na Vara Criminal de Araruama. 

“Legião de fãs”

O juiz Eric Baracho Dore Fernandes, que presidiu a sessão, escreveu na sentença sobre a espontaneidade de Aline Borel, que ficou conhecida nas redes sociais após publicar vídeos cantando músicas da sua autoria.

“Aline Borel era pessoa querida por inúmeros fãs e seguidores, conhecida por seu jeito inocente e espontâneo nos inúmeros programas de auditório que participou e vídeos protagonizados em redes sociais. Em razão disso, o crime gerou ampla comoção, com grande repercussão e cobertura na imprensa, em razão da sensação coletiva de perda precoce da vítima Aline Borel, que contava com uma verdadeira legião de fãs e seguidores”.  

Aline Borel dos Santos ganhou grande notoriedade na internet por seus vídeos com músicas bem-humoradas. Ela ficou famosa ao publicar versões de músicas famosas, como canções da dupla Sandy & Junior, e composições próprias, a exemplo do viral É cansativa a vida do crente.



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Veto ao foie gras no Brasil reacende tensão comercial com a França após acordo Mercosul-UE

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Brasil é o segundo país a proibir produção e comércio de foie gras
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (24) a lei que proíbe a produção e a comercialização de foie gras no Brasil, uma medida celebrada por organizações de proteção animal, mas que volta a provocar atritos com produtores franceses poucos meses após a assinatura do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. A França é a principal produtora mundial da iguaria.
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A nova legislação veta produtos obtidos por meio da alimentação forçada de animais, seja por técnicas mecânicas ou manuais, destinadas a levá-los a consumir alimento “além do limite de satisfação natural”. No caso do foie gras, a prática consiste em introduzir um tubo na garganta de patos e gansos para acelerar o crescimento do fígado, considerado uma iguaria da gastronomia francesa.
A lei entrará em vigor em seis meses. Quem descumpri-la poderá ser condenado a penas de três meses a um ano de prisão, além de multas e sanções administrativas. O projeto havia sido apresentado em 2020 e foi aprovado pelo Congresso em abril deste ano, após uma primeira tentativa fracassada.
Método para produção de foie gras, com tubo enfiado na garganta da ave, é considerado cruel
Bebeto Matthews/Arquivo/AP Photo
O deputado Fred Costa (PRD-MG), relator da proposta, argumentou durante a tramitação que a técnica de engorda forçada pode multiplicar em até 25 vezes a mortalidade dos animais em comparação com outros métodos de criação. Organizações de defesa dos animais pressionaram pela aprovação da medida por meio de abaixo-assinados e cartas abertas ao presidente Lula, com apoio de parlamentares ligados às pautas ambiental e animalista.
Embora o mercado brasileiro de foie gras seja pequeno, a decisão repercutiu imediatamente na França, maior produtora mundial da iguaria. Segundo o Comitê Interprofissional de Aves Aquáticas para Foie Gras (Cifog), o Brasil representa um mercado anual de aproximadamente € 1 milhão, concentrado em restaurantes de alto padrão e importadores de grandes cidades.
“Violação” do acordo UE-Mercosul
Antes mesmo da sanção presidencial, a entidade francesa havia pedido uma intervenção diplomática da União Europeia para tentar barrar a medida. Em maio, o Cifog classificou a futura proibição como uma “primeira violação” do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, firmado em dezembro após 25 anos de negociações.
Mais do que o impacto econômico imediato, os produtores franceses temem o precedente que a decisão pode criar para outros produtos agrícolas europeus. O setor argumenta que o foie gras integra uma lista de indicações geográficas protegidas reconhecidas pelo acordo entre os dois blocos.
A controvérsia se torna ainda mais sensível porque toca em um tema frequentemente defendido pelos próprios agricultores europeus: as chamadas “cláusulas-espelho”, que exigem que produtos importados respeitem padrões ambientais, sanitários ou de bem-estar animal semelhantes aos adotados pela União Europeia.
Em entrevista anterior à RFI, o especialista em comércio internacional Bruno Capuzzi, pesquisador do Insper Agro Global, observou que a situação coloca os produtores franceses diante de uma contradição: “Seria um contrassenso, porque os agricultores franceses pedem para a União Europeia aplicar as famosas cláusulas-espelho. Se a lei brasileira passar como está, estará fazendo exatamente isso”, avaliou.
Segundo ele, a proibição não se dirige ao produto em si, mas ao método de produção. “Se houvesse uma forma de engordar a ave sem alimentação forçada, o foie gras por si só não seria proibido. É uma distinção importante”, destacou.
Leia tambémPossível proibição do foie gras no Brasil enfurece produtores franceses, que exigem ‘intervenção’ da UE
Com a nova lei, o Brasil passa a integrar um grupo restrito de países que proíbem simultaneamente a produção e a venda de foie gras. A medida é considerada mais rigorosa do que a adotada em diversos países europeus, em que a alimentação forçada é restringida ou proibida, mas a comercialização da iguaria continua autorizada.
Para os defensores da iniciativa, o país dá um passo importante na proteção do bem-estar animal. Para os produtores franceses, porém, a decisão pode se transformar no primeiro teste concreto das relações comerciais entre Mercosul e União Europeia após a assinatura histórica do acordo entre os dois blocos.



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Pastor é assassinado após debate inter-religioso em Uganda

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Um jovem pastor de 25 anos, Bernard Mulongo, foi assassinado em Uganda após um debate inter-religioso que resultou na conversão pública de duas mulheres muçulmanas ao cristianismo. O incidente ocorreu na noite de sábado, 18 de julho, e o principal suspeito é um imam que participou do evento.

Contexto do debate inter-religioso

O debate, realizado no distrito de Butebo, foi parte de um diálogo aberto entre cristãos e muçulmanos, promovendo a liberdade religiosa e o respeito mútuo. Durante o evento, Bernard Mulongo, pastor da New Restoration Church of Christ, apresentou argumentos convincentes sobre a fé cristã, o que levou a uma reação hostil de alguns participantes, especialmente do imam Hassan Musa.

O que aconteceu na noite do assassinato

Após o debate, Bernard Mulongo participou de um programa de rádio local, onde continuou a compartilhar sua fé. Ao deixar a emissora, ele foi abordado por homens em motocicletas que o atacaram. Robert Mukisa, amigo e acompanhante de Mulongo, relatou que um dos agressores gritou: “Você tem levado nosso povo a se juntar à sua má religião e profanado nosso livro sagrado”. Mukisa conseguiu escapar, mas Mulongo foi capturado e posteriormente encontrado sem vida.

O pai de Bernard, Dawuson Mwangu, comentou sobre a situação: “Acredito que algumas pessoas ficaram furiosas após o debate e o programa de rádio. Meu filho estava apenas defendendo sua fé”. A morte de Mulongo foi confirmada por outros pastores que estavam presentes no debate, incluindo David Omala, que lamentou a perda e denunciou a violência contra cristãos.

Reações à tragédia

A morte de Bernard Mulongo gerou indignação entre a comunidade cristã em Uganda e internacionalmente. Líderes religiosos expressaram sua tristeza e preocupação com a crescente violência contra os cristãos no país. O pastor Omala, que estava presente no debate, afirmou: “Essa tragédia é um lembrete sombrio dos riscos que enfrentamos ao anunciar o Evangelho em um ambiente hostil”.

Organizações de direitos humanos também se manifestaram, pedindo que as autoridades investiguem o caso e garantam a proteção dos cristãos em Uganda. A liberdade religiosa é um direito fundamental, e a violência contra aqueles que praticam sua fé deve ser combatida.

O que esperar para o futuro

O assassinato de Bernard Mulongo destaca a necessidade urgente de um diálogo inter-religioso mais seguro e respeitoso. Enquanto a comunidade cristã clama por justiça, espera-se que as autoridades locais tomem medidas para proteger os cidadãos de ataques motivados por intolerância religiosa.



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Receita prevê arrecadar R$ 17,2 bilhões com IR sobre dividendos

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A arrecadação com o Imposto de Renda sobre dividendos deve somar R$ 17,2 bilhões este ano, abaixo dos R$ 28 bilhões previstos inicialmente no Orçamento. A estimativa foi apresentada nesta sexta-feira (24) pela Receita Federal durante a divulgação do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas.

A tributação dos dividendos foi criada para compensar a perda de arrecadação provocada pela ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para contribuintes com renda mensal de até R$ 5 mil, medida que também tem impacto estimado em R$ 28 bilhões neste ano.

No primeiro semestre, porém, o desempenho da nova fonte de receita ficou aquém do esperado. De janeiro a junho, a arrecadação somou apenas R$ 2,2 bilhões. A expectativa da Receita é obter outros R$ 15 bilhões entre julho e dezembro.

Arrecadação

O chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, disse que a projeção para o segundo semestre ainda será acompanhada de perto pelo Fisco.

“A expectativa é arrecadar cerca de R$ 15 bilhões no segundo semestre, totalizando aproximadamente R$ 17,2 bilhões no ano”, disse Malaquias durante a apresentação do relatório.

O valor representa uma frustração de aproximadamente R$ 10,8 bilhões em relação à estimativa original incluída no Orçamento.

Estimativa

Apesar da arrecadação abaixo do previsto, o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, disse que ainda é cedo para concluir que a estimativa precisará ser revisada e destacou que esse tipo de receita não apresenta comportamento uniforme ao longo do ano.

“Não dá para tratar isso de maneira linear. Agora, nós já vamos entrando no segundo semestre e haverá mais base para entender se essa projeção se mantém ou não. No próximo relatório, de posse de números mais atualizados, nós vamos tomar novas decisões”, afirmou.

Moretti ressaltou que outras receitas tributárias vêm superando as expectativas e ajudam a compensar o desempenho abaixo do esperado da tributação sobre dividendos.

“Ainda temos uma margem na meta [de resultado primário] de R$ 10,8 bilhões. Hoje, com as premissas utilizadas no relatório, temos muita segurança sobre o cumprimento com folga da nossa meta”, disse.

O ministro ressaltou que a estimativa de arrecadação total do Imposto de Renda este ano aumentou R$ 12,7 bilhões entre os relatórios bimestrais divulgados em maio e julho.

Medida compensatória

A tributação dos dividendos entrou em vigor como uma das principais medidas para compensar a ampliação da isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física para quem recebe até R$ 5 mil por mês.

Pelas regras atuais, dividendos distribuídos a pessoas físicas passaram a ser tributados em 10%, tanto para residentes no Brasil quanto nas remessas ao exterior. Permanecem isentos os valores de até R$ 50 mil mensais recebidos de uma mesma empresa.

Meta fiscal

Mesmo com a arrecadação inferior ao previsto, o governo manteve as projeções fiscais do Orçamento.

O relatório bimestral estima superávit primário de R$ 10,8 bilhões este ano, com dedução de gastos autorizada pelo arcabouço fiscal e pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Dessa forma, o resultado permanece dentro da banda de tolerância da meta fiscal.

A meta central de resultado primário fixada para este ano é um superávit de R$ 34,3 bilhões, equivalente a 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), com margem que permite resultado até 0,5% do PIB. O resultado primário representa o déficit ou superávit sem os juros da dívida pública.

Outras receitas

A equipe econômica avalia que a frustração com a arrecadação sobre dividendos vem sendo parcialmente compensada por outras fontes de receita, incluindo medidas adotadas nos últimos anos para ampliar a tributação de empresas e investimentos no exterior.

Ainda assim, a Receita Federal informou que continuará monitorando o desempenho da tributação dos dividendos e poderá revisar novamente a estimativa de arrecadação no próximo relatório bimestral, caso o ritmo de recolhimento permaneça abaixo do esperado.



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'Brasil precisa agir com firmeza': setor produtivo pede negociação e rapidez após nova tarifa dos EUA

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EUA justificam novas tarifas ao Brasil com suposto trabalho forçado; entenda
O anúncio da nova tarifa de 12,5% pelos Estados Unidos aumentou a pressão sobre a indústria brasileira. Enquanto o agronegócio ficou quase de fora dos impactos do tarifaço, a indústria foi a mais afetada e, por isso, cobra agilidade do governo federal.
O pedido do setor é negociar diretamente com os americanos, descartando qualquer tentativa de responder na mesma moeda por meio da Lei da Reciprocidade. Com o novo anúncio, o imposto total cobrado sobre determinados produtos brasileiros exportados pode chegar a 37,5%.
A estimativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) é de que cerca de 3,9 mil produtos brasileiros serão afetados pelas duas tarifas impostas pelo governo norte-americano ao país, o que causaria um impacto de US$ 12,4 bilhões nas exportações brasileiras, segundo documento divulgado nesta sexta-feira.
Outros 13% das exportações, correspondentes a 75 produtos, ou US$1,6 bilhão em exportações, estarão sujeitos apenas à nova alíquota de 12,5%.
Veja os principais itens isentos da nova tarifa de até 12,5% sobre trabalho forçado
Mas o Palácio do Planalto afirmou nesta sexta-feira (24) que a medida tem “caráter completamente arbitrário e injustificado”. Por isso, o governo iniciará “imediatamente” os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade e levará o tema à Organização Mundial do Comércio (OMC).
A nova cobrança foi anunciada pelo órgão de comércio dos EUA. O governo americano alegou que o Brasil não tem leis rigorosas o suficiente para proibir a entrada de mercadorias produzidas com trabalho forçado e aplicou taxa adicional de 12,5% ao país. (entenda a situação na reportagem abaixo)
Amcham:
De acordo com a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), que reúne representantes de empresas americanas no país, 85,3% das exportações brasileiras para os EUA passarão a ser atingidas pela sobretaxa máxima de 37,5% — resultado da soma dos 25% anunciados no dia 15 com os 12,5% apresentados agora —, “fragilizando cadeias produtivas e encarecendo custos”.
Na avaliação da entidade, o novo cenário compromete ainda mais a competitividade das exportações brasileiras, tende a aprofundar a retração do comércio bilateral, fragiliza cadeias produtivas integradas entre os dois países e pode elevar os custos para empresas e consumidores norte-americanos.
“A nova tarifa amplia os impactos negativos sobre as exportações brasileiras, com diversos setores sujeitos a sobretaxas expressivas de 37,5%. A reversão desse cenário passa necessariamente pela retomada das negociações entre os dois governos. O entendimento bilateral é o caminho mais eficaz para atender aos interesses de ambos os lados”, afirmou o presidente da Amcham Brasil, Abrão Neto.
A Amcham afirmou ainda que medidas de reciprocidade, cogitadas pelo governo federal como resposta ao tarifaço, apresentam elevado risco de provocar uma escalada política e comercial e agravar os impactos econômicos para empresas, trabalhadores e consumidores brasileiros.
Abimaq
Complexo Industrial e Portuário do Pecém
Divulgação/CNI
A indústria de máquinas e equipamentos, uma das mais vulneráveis ao tarifaço, prevê impacto imediato sobre suas operações.
Segundo a Abimaq, associação que representa as empresas do setor, a soma das alíquotas elimina a competitividade dos fabricantes brasileiros frente aos concorrentes dos EUA, ameaçando contratos e a previsibilidade dos negócios.
Em 2025, as exportações brasileiras de máquinas e equipamentos somaram US$ 13,8 bilhões. Os EUA foram o principal destino individual, com compras de cerca de US$ 3,2 bilhões, o equivalente a 23% das vendas externas do setor.
O presidente executivo da entidade, José Velloso, avaliou que a justificativa apresentada pelo governo americano tem motivação política e foi uma resposta à exigência da Suprema Corte dos EUA para que o Executivo apresentasse uma fundamentação para a adoção de novas tarifas.
Ele ressaltou ainda que, para o setor, a situação deve se agravar. “Estamos imaginando que devemos ter uma queda entre 10% e 11% nas nossas exportações para os EUA.”
“Entendemos que a motivação do governo norte-americano em tarifar produtos importados alegando trabalho forçado é uma decisão que tem um cunho político. Foi uma resposta à Suprema Corte norte-americana, que em fevereiro proibiu o governo americano de taxar produtos sem uma motivação clara. Agora tem a motivação, que é o trabalho forçado.”
Segundo Velloso, a soma das duas tarifas coloca a indústria brasileira em desvantagem frente aos fabricantes americanos. “No caso do Brasil, isso é ruim porque nós já tínhamos uma tarifa de 25% e agora passamos a ter uma tarifa de 37,5% com a soma dos 12,5%. Isso tira a nossa competitividade frente às máquinas e aos equipamentos fabricados nos EUA.”
A associação também defende a regulamentação do Plano Brasil Soberano 3, o diferimento de tributos federais, a ampliação do Reintegra para 5% e o fortalecimento da promoção comercial voltada para a diversificação de mercados.
A Abimaq também se posiciona contra a aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica como resposta às tarifas americanas. Na avaliação da entidade, uma escalada de barreiras comerciais tende a ampliar custos para empresas e consumidores, reduzir a previsibilidade dos negócios e prejudicar cadeias produtivas altamente integradas entre Brasil e Estados Unidos.
CNI
A Confederação Nacional da Indústria (CNI), que representa as federações industriais de todos os estados, também defendeu a continuidade das negociações diplomáticas para evitar novos prejuízos ao comércio bilateral.
Após reunião com o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, o presidente da CNI, Ricardo Alban, afirmou que o setor produtivo continuará apoiando a estratégia adotada pelo governo brasileiro. (veja as medidas do governo)
“Saímos daqui muito satisfeitos com a afirmação categórica do ministro de que o Brasil vai continuar negociando. Essa é a opção número um que existe neste momento: continuar negociando.”
Segundo Alban, a CNI trabalha em conjunto com o governo na criação de uma nova missão da política Nova Indústria Brasil (NIB), voltada ao apoio das empresas atingidas pelas tarifas e à internacionalização das cadeias produtivas brasileiras.
“Conversamos sobre como podemos ser efetivos de forma emergencial e de forma planejada. Estamos trazendo o apoio imediato do SESI, do SENAI e da CNI para apoiar as empresas afetadas.”
O presidente da entidade afirmou ainda que o impacto tende a ser maior sobre os produtos manufaturados. Diferentemente de matérias-primas como café e petróleo, isentas da rodada de tarifas, os bens industriais enfrentam concorrência acirrada e têm margens de lucro mais apertadas, o que impede a absorção de um imposto tão elevado.
Sem conseguir repassar a sobretaxa de 37,5% ao preço final, os fabricantes brasileiros correm o risco de perder clientes para concorrentes locais ou de outros países.A entidade endossa a posição da CNI e da Abimaq ao afirmar que o cenário pode resultar em perda de contratos, redução das margens de lucro, queda da produção, adiamento de investimentos e impactos sobre o emprego.
Fiemg cobra atuação do governo
A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), entidade que representa o segundo maior estado exportador para o mercado norte-americano, também defendeu a negociação diplomática.
A entidade destacou que o governo brasileiro deve atuar de forma firme, técnica e coordenada para ampliar a lista de exceções e garantir maior previsibilidade às empresas exportadoras.
“O Brasil precisa agir com firmeza, rapidez e capacidade técnica para evitar que essa nova tarifa comprometa ainda mais a competitividade da indústria nacional. A prioridade deve ser ampliar as exceções, garantir previsibilidade às empresas e construir uma solução negociada que preserve contratos, investimentos e empregos”, afirmou a coordenadora de Negócios Internacionais da Fiemg, Verônica Winter.
Na avaliação da federação, a combinação das tarifas pode aumentar o custo de acesso ao mercado norte-americano e colocar os exportadores nacionais em desvantagem frente a concorrentes submetidos a alíquotas menores.
A entidade endossa a posição da CNI e Abimaq ao afirmar que o cenário pode resultar em perda de contratos, redução das margens de lucro, queda da produção, adiamento de investimentos e impactos sobre o emprego.
Por fim, a CNI propõe a criação de uma missão específica dentro da política Nova Indústria Brasil, voltada ao apoio das empresas afetadas pelas tarifas e ao fortalecimento da internacionalização da indústria brasileira.



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Bárbara Hannelore é cogitada como vice de Flávio Bolsonaro

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A política brasileira está agitada com a possibilidade de Bárbara Hannelore ser escolhida como vice na chapa de Flávio Bolsonaro nas próximas eleições. Essa cogitação gerou diversas reações entre os apoiadores e críticos do ex-presidente.

Contexto da candidatura

Flávio Bolsonaro, que já ocupou cargos públicos e é conhecido por sua forte presença nas redes sociais, busca fortalecer sua candidatura para as próximas eleições. A escolha de uma vice que ressoe com seus valores e com a base eleitoral é crucial para sua estratégia.

O que aconteceu

Recentemente, a possibilidade de Bárbara Hannelore, uma figura proeminente no cenário político, ser a vice de Flávio Bolsonaro ganhou destaque. Ela é vista como uma candidata que pode atrair votos de segmentos conservadores e evangélicos, áreas que são essenciais para a campanha de Bolsonaro.

Reações ao anúncio

A repercussão nas redes sociais foi intensa. Muitos apoiadores de Bolsonaro elogiaram a escolha, acreditando que Hannelore traria uma nova perspectiva à chapa. Por outro lado, críticos levantaram questões sobre sua experiência política e a adequação de suas propostas ao perfil conservador que a base de Bolsonaro espera.

O que esperar

Com a aproximação das eleições, a definição da chapa se torna cada vez mais urgente. A escolha de Bárbara Hannelore como vice pode impactar não apenas a campanha de Flávio Bolsonaro, mas também a dinâmica política do Brasil, especialmente entre os eleitores evangélicos.



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Dólar fica estável em R$ 5,08, mas cai 0,58% na semana

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O mercado financeiro encerrou a sexta-feira (24) dividido entre a cautela com as novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos e os desdobramentos da guerra no Oriente Médio. O dólar fechou praticamente estável frente ao real, e a bolsa caiu mais de 1,5%, pressionada pela queda no petróleo, que recuou em meio a expectativas de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã.

Principais números:

  • Dólar: R$ 5,081 (-0,06%), queda de 0,58% na semana;
  • Ibovespa: 174.041 pontos (-1,52), alta de 0,19% na semana;
  • Petróleo tipo Brent: US$ 96,78 por barril (-3,88%), alta de quase 10% na semana;
  • Petróleo tipo WTI: US$ 89,31 por barril (-3,12%), alta de 8% na semana.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o pregão praticamente sem variação, cotado a R$ 5,081, com queda de apenas 0,06%. A cotação abriu em R$ 5,09, chegou a cair para R$ 5,04 por volta das 12h, mas aproximou-se da estabilidade ao longo da tarde.

A moeda foi influenciada principalmente pelo cenário externo. Os investidores acompanharam a entrada em vigor das novas tarifas de 10% a 12,5% impostas pelos Estados Unidos a 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil, além das notícias sobre uma possível retomada das negociações entre Washington e Teerã, mediada pelo Paquistão com apoio da China.

O real voltou a apresentar desempenho superior ao de outras moedas emergentes na semana, beneficiado pelo fato de o Brasil ser exportador líquido de petróleo e pela elevada diferença entre juros domésticos e os juros nos Estados Unidos, que continua atraindo capitais financeiros.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, terminou praticamente estável.

Ibovespa recua

No mercado de ações, o Ibovespa caiu 1,52%, aos 174.041 pontos, encerrando o pregão na mínima do dia. Apesar da queda, o índice conseguiu acumular alta de 0,19% na semana.

A queda do petróleo levou investidores a venderem ações de petroleiras, para realizarem lucros (embolsarem ganhos recentes). Ações de mineradoras acompanharam o recuo do minério de ferro. Os grandes bancos também sofreram com a redução do fluxo estrangeiro para mercados emergentes.

Além do cenário internacional, o mercado monitorou as novas tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil. Como o novo tarifaço vinha sendo anunciado nas últimas semanas, os investidores avaliam que a maior parte do impacto das medidas está refletido nas ações.

Petróleo recua

Depois de ultrapassar US$ 100 por barril na quinta-feira (23) pela primeira vez desde maio, o petróleo devolveu parte dos ganhos nesta sexta-feira.

O movimento foi provocado por informações de que a China iniciou uma articulação diplomática para reabrir as negociações entre Estados Unidos e Irã, com participação do Paquistão, elevando as expectativas de uma redução das tensões no Oriente Médio.

O barril do tipo Brent, referência para a Petrobras, fechou em US$ 96,78, queda de 3,88%. O petróleo WTI, do Texas, recuou 3,12%, para US$ 89,31.

Apesar da correção, o mercado segue atento aos riscos para a oferta global de petróleo. Os confrontos entre Estados Unidos e Irã continuam, o Estreito de Ormuz opera com tráfego reduzido e os ataques dos houthis no Mar Vermelho ainda representam ameaça às principais rotas marítimas de transporte de energia.

*Com informações da Reuters



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VÍDEO: SpaceX faz novo voo de teste da Starship, nave criada para futuras missões à Lua e Marte

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Nave Starship, da SpaceX, faz decolagem em 13ª missão de testes
A SpaceX, do bilionário Elon Musk, fez nesta sexta-feira (24) um novo lançamento de sua Starship, a nave mais poderosa do mundo e projetada para futuras missões para a Lua e Marte.
Este é o 13º voo de teste do veículo espacial da empresa e, como nos outros experimentos, não houve passageiros a bordo. O lançamento aconteceu após dois adiamentos causados por conta de falhas na nave e do mau tempo.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O último lançamento da supernave aconteceu maio e terminou com uma queda brusca do propulsor, Super Heavy, o estágio inferior, que deveria fazer um pouso controlado no Golfo do México. Não houve relatos de feridos ou danos materiais.
Depois do acidente, a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) suspendeu os voos temporariamente até que as investigações fossem concluídas. O órgão concluiu sua análise e abriu caminho para o novo teste.
Decolagem em 13º voo de teste da Starship
Reprodução/SpaceX
No voo desta sexta, a nave liberou pela primeira 20 unidades da nova geração de satélites da Starlink. O objetivo da SpaceX era conectar os equipamentos com a rede que já opera no espaço por alguns minutos, antes deles serem destruídos em sua reentada na atmosfera.
“O teste de hoje fornecerá dados críticos enquanto nos preparamos para expandir nossa constelação Starlink”, disse a empresa.
A companhia disse que a causa do incidente em maio foram problemas de acionamento em 5 de 33 motores do propulsor Super Heavy, o que fez a manobra de retorno ser interrompida antes da hora. Para evitar que isso se repita, o veículo recebeu ajustes.
Entre as novidades estão mudanças na estrutura e no sistema do propulsor para solucionar problemas do voo anterior. A configuração de partida dos motores, por exemplo, teve ajustes para oferecer mais confiabilidade e fazer com que mudanças de direção do veículo sejam mais estáveis.
O estágio superior também recebeu alterações em seu sistema de propulsão. Apesar de ter concluído o voo anterior, a cápsula perdeu um de seus três motores logo após se separar do propulsor, o que exigiu as mudanças.
A SpaceX também usou o voo para testar o escudo térmico da Starship, proteção necessária para a nave não ser tomada por chamadas no retorno à Terra. Segundo a empresa, o foco é avançar em um projeto de reutilização rápida da nave.
Lançamento da Starship, em 24 de julho de 2026
Reprodução/SpaceX
Starship, nave da SpaceX, em foto divulgada em 23 de julho de 2026
Divulgação/SpaceX



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Conexão Essencial promove fé e saúde emocional em Vitória

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No dia 15 de agosto de 2026, Vitória, no Espírito Santo, será palco do evento Conexão Essencial, que reunirá especialistas para discutir a interseção entre fé, saúde emocional e fortalecimento familiar. A iniciativa visa proporcionar um espaço de reflexão e aprendizado para os participantes.

Contexto do evento

O Conexão Essencial surge em um momento em que a saúde emocional se torna cada vez mais relevante na vida das pessoas, especialmente entre os cristãos. A busca por um equilíbrio entre a fé e o bem-estar emocional é um tema que tem ganhado destaque nas comunidades evangélicas. O evento promete abordar como a espiritualidade pode contribuir para a saúde mental e emocional dos indivíduos e das famílias.

O que acontecerá no evento

Durante o evento, diversos especialistas estarão presentes para compartilhar conhecimentos e experiências. Entre os temas abordados, estarão questões sobre como a fé pode ser uma ferramenta poderosa para enfrentar desafios emocionais e fortalecer laços familiares. Os participantes terão a oportunidade de ouvir palestras, participar de workshops e interagir em dinâmicas que promovem a reflexão sobre a importância da fé na superação de dificuldades emocionais.

Reações da comunidade

Os organizadores do Conexão Essencial esperam que o evento atraia um grande público, refletindo a crescente preocupação com a saúde emocional nas comunidades cristãs. Muitos líderes religiosos têm enfatizado a importância de cuidar não apenas da vida espiritual, mas também do bem-estar emocional dos fiéis. A expectativa é que o evento inspire os participantes a buscarem um equilíbrio saudável entre fé e saúde mental.

O que esperar do futuro

Com o sucesso do Conexão Essencial, espera-se que iniciativas semelhantes surjam em outras regiões do Brasil, promovendo a integração entre fé e saúde emocional. A crescente aceitação do tema nas comunidades cristãs pode levar a um maior suporte para aqueles que enfrentam dificuldades emocionais, criando um ambiente de acolhimento e compreensão.



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