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Angola aprova lei que exige formação em teologia para líderes religiosos

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O Parlamento de Angola aprovou nesta terça-feira, 25 de agosto de 2026, por unanimidade, uma proposta que altera a Lei sobre a Liberdade de Religião e de Culto. A nova legislação exige formação superior em teologia para líderes religiosos.

O que estabelece a nova lei

A proposta recebeu 165 votos favoráveis de deputados de diferentes partidos, incluindo MPLA, UNITA, PRS, FNLA e PHA. Segundo a secretária de Estado para a Cultura, Maria de Jesus, a mudança visa responder ao crescimento de comunidades religiosas e a práticas que, conforme o governo, podem afetar a ordem pública e os direitos dos cidadãos.

Além da exigência de formação média em teologia para ministros do culto e formação superior para líderes religiosos, a proposta estabelece regras para os locais de culto. Atividades religiosas poderão ser proibidas em edifícios habitacionais, instalações esportivas, cinemas, centros culturais e instituições de ensino considerados inadequados.

Requisitos adicionais para organizações religiosas

Maria de Jesus destacou que, para garantir a elevação do magistério espiritual, é necessário que a confissão religiosa tenha representação em pelo menos 10 províncias, possuindo um local de culto adequado e validado em cada uma delas. A proposta também impõe novas exigências para organizações religiosas estrangeiras, que deverão ser reconhecidas pelo Estado e adaptar sua estrutura administrativa e de direção à legislação e à realidade cultural de Angola.

Fiscalização e críticas

A proposta amplia os poderes de fiscalização do Instituto Nacional dos Assuntos Religiosos (INAR), que terá a responsabilidade de verificar o cumprimento das regras e combater o funcionamento de confissões consideradas ilegais. O deputado da UNITA, Arlindo Miranda, questionou os critérios para avaliar a formação teológica, perguntando “que critérios serão aplicados a um ministro cristão, a um islâmico ou às lideranças das religiões tradicionais africanas”.

Por outro lado, o deputado do MPLA, José Semedo, defendeu a fiscalização estatal, afirmando que a questão é saber se o Estado “pode permanecer indiferente quando a coberto da religião ocorram práticas suscetíveis de violar a dignidade da pessoa humana, explorar a vulnerabilidade dos cidadãos, defraudar os fiéis, perturbar a ordem pública ou configurar ilícitos previstos e punidos por lei”.

Próximos passos

A proposta ainda seguirá para as próximas etapas de análise antes da aprovação final. A medida já é alvo de críticas fora do Parlamento, como as expressas por Alberto Lunama, presidente da Ação para a Luta Contra a Pobreza em Angola (ALCOPA).



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Flávio Bolsonaro revela quando decidiu se converter ao Evangelho

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Em 2022, Flávio Bolsonaro decidiu se converter ao Evangelho após refletir sobre sua vida. O relato foi feito durante uma conversa com o deputado federal Nikolas Ferreira.

O relato da conversão

Flávio Bolsonaro afirmou que sempre teve contato com a fé evangélica, destacando que cresceu em um ambiente batista, com avós e mãe que frequentavam a igreja. Ele mencionou: “Eu sempre fui evangélico, eu cresci, meus avós são [da igreja] Batista, minha mãe é Batista. Eu já frequentava a igreja, mas nunca praticava aquilo que eu lia na Bíblia, eu lia a Bíblia sempre”.

Durante a conversa, Nikolas Ferreira fez uma brincadeira, chamando Flávio de “Transcristão”, explicando que ele se sentia cristão, mas não praticava a fé. Flávio então relatou que a mudança em sua vida ocorreu em 2022, quando começou a compreender de forma diferente os ensinamentos que já conhecia. Ele disse: “Foi uma virada de chave, eu entendi que estava fazendo tudo errado, tenho que estar mais perto da minha família, da minha esposa”.

Apoio da esposa

Flávio também destacou a importância do apoio de sua esposa durante esse processo de conversão. Ele afirmou: “E ela junto comigo, me apoiando. Foi uma conversão minha junto com ela. […] Foi a melhor coisa que fiz na minha vida”.

Relação com o eleitorado evangélico

A relação de Flávio com o eleitorado evangélico foi mencionada em uma pesquisa do Datafolha divulgada na última sexta-feira, 21 de agosto. O levantamento indicou que Lula (PT) possui 47% e Flávio 43% das intenções de voto em um possível segundo turno. Com uma margem de erro de dois pontos percentuais, ambos aparecem em empate técnico. Flávio se destaca entre os evangélicos, eleitores do Sul e pessoas com renda familiar acima de dois salários mínimos, enquanto Lula tem maior apoio entre católicos, mulheres, pretos e eleitores de menor renda.



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Justiça torna réu pastor Moises de Jesus Lima por discriminação

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A Justiça de São Paulo aceitou a denúncia contra o pastor Moises de Jesus Lima, ex-secretário-adjunto de Governo de Nova Odessa, por discriminação. A decisão foi tomada após o religioso associar a necessidade de orações na cidade à posse de um diretor homossexual na Câmara Municipal.

Decisão judicial

A juíza Melina Alonso Scherma Locatelli, da 1ª Vara Judicial de Nova Odessa, acolheu a denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo. Na decisão, a magistrada afirmou que a materialidade do crime está comprovada e que existem indícios suficientes da autoria delitiva contra o ex-secretário.

O que aconteceu

O caso remonta ao dia 17 de janeiro de 2025, durante um encontro de lideranças religiosas e autoridades no gabinete do prefeito municipal. Na ocasião, o pastor teria se dirigido a Lucas Camargo Donato, que havia assumido recentemente a diretoria-geral do Legislativo local. O episódio gerou a abertura de uma Comissão Especial de Inquérito no parlamento e resultou na exoneração de Lima do cargo administrativo municipal em 13 de maio de 2025.

Reações do pastor

Em um posicionamento oficial sobre as acusações, o pastor Moises de Jesus Lima negou ter proferido palavras de teor discriminatório. Ele afirmou: “Eu não falei isso, não há áudio ou vídeo, nada que prove essa inverdade. Isso é uma perseguição religiosa e política. Eles queriam o cargo que eu exercia de chefe de gabinete. Não falei isso e muito menos falei nome de quem é que seja na oração. Na oração, oramos por todas as secretárias existentes.”

O réu também declarou manter uma postura profissional harmônica com o diretor e reforçou seu compromisso religioso e de respeito interpessoal. “Sempre tive um bom relacionamento com o Lucas, trabalhamos juntos, andamos juntos no mesmo carro, não é da minha índole ofender ninguém, sou um homem de família, de respeito e cuido de centenas de vidas na igreja. Amo a vida dele e ele sabe muito bem disso. Fico muito triste com toda essa situação que criaram. Mas confio no meu Deus e ele fará justiça.”



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Flávio se encontra com Arthur Lira em culto em Maceió

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O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, teve um encontro discreto com Arthur Lira, candidato ao Senado, durante um culto da Assembleia de Deus na noite de terça-feira, 25 de agosto, em Maceió. A reunião ocorreu durante a primeira etapa da viagem do presidenciável por Alagoas.

Detalhes do encontro

A reunião entre Flávio Bolsonaro e Arthur Lira não contou com a participação de atos públicos ao lado do candidato. O candidato do PL ao governo de Alagoas, JHC, também não esteve presente na programação do primeiro dia da visita.

Agenda em Alagoas

Nesta quarta-feira, 26 de agosto, Flávio Bolsonaro segue para Arapiraca, onde dará continuidade à sua agenda. Pela manhã, ele participará de uma motociata até a região central da cidade e, em seguida, reunirá empresários. O candidato a vice-presidente, Alfredo Gaspar, é sua principal companhia no estado.



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Bielorrússia estuda processar defensores da liberdade religiosa

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As autoridades da Bielorrússia estão buscando processar dois defensores da liberdade religiosa, Sergiy Melyanets e Natallia Vasilevich. Ambos estão na lista de procurados da Rússia, mas não receberam notificação oficial sobre as acusações contra eles.

O que aconteceu

De acordo com o grupo de direitos humanos Forum 18, Melyanets, um pregador protestante, e Vasilevich, uma teóloga ortodoxa e cofundadora do grupo de direitos Christian Vision, foram incluídos na lista de procurados a pedido das autoridades bielorrussas. No entanto, as autoridades não esclareceram quais são as acusações específicas que motivaram essa ação.

Reações das autoridades

Forum 18 tentou entrar em contato com as autoridades bielorrussas para obter mais informações sobre os casos, mas os funcionários não forneceram detalhes sobre as acusações ou se os casos estão sendo ativamente investigados. O vice-plenipotenciário para assuntos religiosos e étnicos, Sergei Gerasimenya, também se recusou a responder às perguntas do grupo.

Histórico de Melyanets

Sergiy Melyanets, que é natural de Minsk, fugiu da Bielorrússia em 2024 após ser preso pela polícia do Tribunal da Cidade de Minsk. Ele foi detido enquanto oferecia apoio em oração ao jornalista Igor Korney, que enfrentava acusações de “participação em uma formação extremista” devido à sua associação com a Associação Bielorrussa de Jornalistas, que foi banida. Melyanets afirmou: “Eu fui ao tribunal para apoiar e orar pelo meu irmão em Cristo, Igor. Eu estava preocupado com ele…” Após sua liberação, ele fugiu para a Polônia com sua família.



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Crimes online, falha em moderação e falta de acordo: por que o Discord foi processado em R$ 500 milhões pelo governo

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Governo processa Discord e pede multa de R$ 500 milhões
O processo de R$ 500 milhões do governo federal contra o Discord leva em conta uma série de crimes realizados por usuários na plataforma, falhas para tirar do ar conteúdos nocivos e a falta de um acordo para o serviço se alinhar às leis brasileiras.
A Advocacia-Geral da União (AGU) registrou na terça-feira (25) uma ação civil pública para tentar forçar o Discord a adotar medidas que protejam crianças, adolescentes, mulheres e animais na internet, e a pagar a indenização por dano moral coletivo.
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A ação pede que a plataforma tenha uma verificação de idade mais robusta e seja mais ativa contra os conteúdos que incentivem automutilação, suicídio, violência e assédio, por exemplo. Também busca melhorias na moderação e nos canais de denúncia da rede social.
Segundo o governo, a decisão pela ação civil pública foi tomada porque a plataforma ainda apresenta falhas em seus mecanismos de proteção de usuários e não chegou a uma proposta satisfatória para resolver o problema.
O processo foi aberto cerca de três semanas depois de uma adolescente tirar a própria vida em uma live no Discord. Após o caso, a primeira-dama, Janja da Silva, defendeu que a plataforma deveria ser retirada do ar “imediatamente”.
A ação da AGU não pede o banimento da rede social no Brasil. Ela é diferente da decisão da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que determinou a suspensão de lives do Discord no Brasil.
Discord
Ivan Radic/Flickr
O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que antes da abertura do processo, a AGU buscou durante duas semanas um acordo com o Discord por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), em que a plataforma assumiria obrigações voluntariamente.
“A empresa, num primeiro momento, demonstrou o interesse de assumir compromissos significativos com o Estado brasileiro, mas infelizmente, recusou a assinatura do termo no último momento. Não nos restou outra saída que não o ingresso de uma ação civil pública”, disse.
Segundo a procuradora-geral da União, Clarice Costa Calixto, o governo federal e o Discord assinaram um termo de confidencialidade antes de começarem a negociação em torno do TAC. Por isso, o órgão não revelou o que fez a plataforma desistir do acordo.
“O que eu posso dizer, sem quebrar o termo de confidencialidade, é que o nosso padrão de exigência da segurança de criança e adolescentes, lamentavelmente, não foi aceito pela empresa e, por isso, tivemos que encerrar a mesa de negociação”, afirmou.
Ainda de acordo com Clarice, a quantia solicitada para a indenização leva em conta a gravidade e o número das infrações que teriam sido cometidas pelo Discord, bem como o faturamento da rede social, que, segundo a avaliação da AGU, gira em torno de R$ 4 bilhões por ano.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, disse que a ação contra o Discord é uma resposta de Estado. “É uma resposta que busca fazer valer que qualquer plataforma, nacional ou estrangeira, não venha a descuidar dos limites impostos pela lei”.
‘Não podemos tolerar cracolândias digitais’, diz Messias sobre Discord
O Discord afirmou que o processo da AGU é desproporcional e não reflete a abordagem da plataforma em relação à segurança e ao cumprimento da legislação brasileira.
“Temos mantido, de forma consistente e de boa-fé, um diálogo com a Advocacia-Geral da União e apresentamos uma proposta detalhada para reforçar a segurança no Discord por meio de mudanças técnicas e de um investimento financeiro em segurança online no Brasil”, disse a plataforma.
“Acreditamos que há um caminho melhor e seguimos comprometidos em trabalhar com as autoridades competentes para chegar a uma solução que amplie a segurança na plataforma e, ao mesmo tempo, permita que os brasileiros continuem utilizando o Discord”, completou.
Indução à violência
Segundo o secretário Nacional de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Victor Fernandes, o Discord demonstrou lentidão para atuar no caso da adolescente que tirou a própria vida em uma live na plataforma.
Um relatório do ministério apontou que a live começou por volta de 2h20. A empresa foi alertada pela Polícia Civil de São Paulo às 3h50, mas só derrubou o grupo em que a transmissão estava sendo realizada às 4h15. O Discord só baniu os investigados às 15h20 do dia seguinte.
Ainda segundo o secretário, esse não é um episódio isolado.
Discord
Discord é uma plataforma de mensagens popular entre os jovens e jogadores de videogame — Foto: Reprodução internet
Entre 2025 e 2026, foram produzidos mais de 115 relatórios envolvendo casos de indução ao suicídio, automutilação, maus-tratos e sacrifícios de animais no Discord. O levantamento foi feito pelo Ciberlab, centro de inteligência do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
O estado de São Paulo registra, em média, cinco denúncias por dia relacionadas a indução ao suicídio e à automutilação, estupro e outros crimes contra menores de idade, segundo um relatório divulgado em fevereiro pelo Núcleo de Observação e Análise Digital da Polícia Civil de São Paulo.
O mesmo órgão destacou que, em 2026, foram registrados mais de 385 casos de maus tratos e sacrifícios de animais no Discord.
“As plataformas não podem mais esperar que o Estado tenha que notificá-las para que elas tomem providência. Elas têm que adotar medidas proativas de detecção e remoção desse conteúdo. Nada disso foi observado nesse caso”, afirmou Fernandes.
Para ele, os números mostram que o Discord tem um problema sistêmico por conta de sua arquitetura que inclui servidores fechados, transmissões ao vivo com criptografia, ausência de verificação etária para administradores de grupos e facilidade para promover grupos por meio de links.
“Uma série de funcionalidades técnicas da plataforma acaba convergindo para a criação do ambiente de espetacularização da violência e de extremismo nessa rede”, afirmou. “O Discord é uma plataforma muito singular e muito diferente das outras em termos da quantidade de incidentes”.
Falhas na moderação
O diretor de Combate a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, Otávio Margonari Russo, afirmou que o órgão monitora grupos do Discord, em que pessoas trocam mensagens. Antes da suspensão pela ANPD, os espaços também eram usados no Brasil para acompanhar transmissões ao vivo.
Segundo Russo, a Polícia Federal já identificou casos de automutilação de meninas e de maus tratos a animais que eram acompanhados por centenas de pessoas.
“O que a gente tem visto hoje em dia, especialmente nessa plataforma, é muito mais difícil do que a gente vinha vendo antes”, afirmou. “A gente, quando trata desse assunto, está falando de coisas que, mesmo para nós que somos policiais federais, que somos treinados pra isso, é difícil de enfrentar”.
Ainda segundo ele, o Discord atende aos pedidos da Polícia Federal para derrubar grupos nocivos, mas permite que os mesmos participantes criem rapidamente novos canais com nomes parecidos.
“A gente quer ver eles trabalharem na arquitetura da plataforma para prevenir e não deixar acontecer não só nas lives, como nas conversas. Começou a conversar sobre automutilação? Cai a conversa, bane tudo e comunica à polícia”, afirmou.



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Valerie Huber sobre criação de um núcleo pró-vida na ONU: “É possível”

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Valerie Huber, presidente e diretora executiva do Instituto para a Saúde da Mulher, afirmou que a criação de um núcleo pró-vida e pró-família na Organização das Nações Unidas (ONU) é viável. Durante uma entrevista, Huber destacou a necessidade de coordenação entre nações nesse contexto.

Necessidade de coordenação internacional

Huber enfatizou que “a necessidade de que essas nações se articulem é real, e o momento é propício para isso”. Ela mencionou que a forma que essa coordenação adotará é menos importante do que garantir que ela realmente ocorra. Para Huber, o mecanismo de coordenação é secundário à intenção por trás dele.

Base do projeto

A base que sustenta o projeto, segundo Huber, é a Declaração de Consenso de Genebra, que foi iniciada sob a liderança do presidente Donald Trump e assinada em 22 de outubro de 2020. Essa declaração, cofundada por países como Brasil, Egito e Hungria, afirma que não existe um direito internacional ao aborto e promove a saúde das mulheres, a família e a soberania nacional.

Próximos passos na política internacional

Huber acredita que seu próximo passo na política pode alterar o desequilíbrio em organizações multilaterais, como a ONU, que atualmente favorecem visões contrárias às conservadoras. Ela expressou otimismo sobre a possibilidade de formar um grupo de trabalho que possa efetivamente promover os valores provida e pro-família.



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Algoritmos das redes sociais: como eles filtram conteúdos políticos

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📍Em uma série de 50 vídeos, o g1 vai explicar os principais temas das eleições de 2026. Os conteúdos mostram como funcionam as pesquisas, explicam o papel dos cargos em disputa e o funcionamento do Congresso, e trazem orientações práticas para votar. A série também aborda o impacto das novas tecnologias na campanha, como inteligência artificial, deepfakes e influenciadores.



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Sete padrões bíblicos para casais cristãos

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Um artigo recente discute sete padrões bíblicos que podem ajudar casais cristãos a fortalecer seus relacionamentos. Os princípios apresentados visam promover a sabedoria e a honra a Deus nas dinâmicas de namoro e casamento.

Importância dos padrões bíblicos

Os padrões bíblicos são comparados a “guarda-rails” em um jogo de boliche, que ajudam a evitar que a bola caia na canaleta. Essa analogia sugere que, assim como as proteções são necessárias para um bom desempenho no jogo, os princípios bíblicos são essenciais para um relacionamento saudável.

Aplicação dos princípios

O texto enfatiza que, mesmo após o casamento, os padrões continuam a ser úteis. Eles servem como diretrizes para casais que desejam honrar a Deus enquanto exploram a possibilidade de um futuro juntos. A ideia é que esses princípios ajudem a discernir a seriedade do relacionamento e a fortalecer os laços entre os parceiros.

Conclusão

Os sete padrões bíblicos apresentados são uma ferramenta para casais cristãos que buscam construir relacionamentos sólidos e respeitosos. Ao seguir esses princípios, os casais podem encontrar um caminho que os leve a um relacionamento mais próximo de Deus e entre si.



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Seis enganos de Satanás nos últimos dias

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Um dos sinais dos últimos dias é o aumento da decepção, que Satanás utiliza como uma de suas principais armas. O artigo apresenta seis formas pelas quais ele está enganando as pessoas atualmente.

1. A busca obsessiva por sinais e maravilhas

O texto destaca que Jesus advertiu sobre a busca por sinais, afirmando: “Uma geração má e adúltera pede um sinal! Mas nenhum sinal lhes será dado, exceto o sinal do profeta Jonas” (Mateus 12:39-40). A obsessão por sinais pode levar à decepção, pois a fé deve estar baseada na ressurreição de Cristo, e não em milagres.

2. A busca por experiências espirituais

Outra forma de engano é a busca incessante por experiências espirituais. Muitas pessoas se tornam tão focadas em ter experiências que podem se desviar da verdadeira fé. O artigo sugere que a verdadeira espiritualidade deve estar enraizada em um relacionamento genuíno com Deus, e não apenas em experiências emocionais.

3. A influência de doutrinas erradas

O texto também menciona que doutrinas erradas podem levar os cristãos a se afastarem da verdade bíblica. É importante que os fiéis conheçam as Escrituras para discernir o que é verdadeiro e o que é enganoso.

4. A desvalorização da Palavra de Deus

A desvalorização da Bíblia é outro engano destacado. Quando as pessoas começam a ignorar ou reinterpretar as Escrituras, elas se abrem para enganos que podem comprometer sua fé.

5. O conformismo com o mundo

O conformismo com as práticas do mundo também é uma armadilha. O artigo alerta que os cristãos devem ser cuidadosos para não se moldarem aos padrões do mundo, mas sim buscarem a transformação pela renovação da mente.

6. A falta de vigilância espiritual

Por fim, a falta de vigilância espiritual é uma forma de engano que pode levar à queda. O texto enfatiza a importância de estar sempre alerta e em oração, para resistir às tentações e enganos que podem surgir.



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