Em 2022, Flávio Bolsonaro decidiu se converter ao Evangelho após refletir sobre sua vida. O relato foi feito durante uma conversa com o deputado federal Nikolas Ferreira.
O relato da conversão
Flávio Bolsonaro afirmou que sempre teve contato com a fé evangélica, destacando que cresceu em um ambiente batista, com avós e mãe que frequentavam a igreja. Ele mencionou: “Eu sempre fui evangélico, eu cresci, meus avós são [da igreja] Batista, minha mãe é Batista. Eu já frequentava a igreja, mas nunca praticava aquilo que eu lia na Bíblia, eu lia a Bíblia sempre”.
Durante a conversa, Nikolas Ferreira fez uma brincadeira, chamando Flávio de “Transcristão”, explicando que ele se sentia cristão, mas não praticava a fé. Flávio então relatou que a mudança em sua vida ocorreu em 2022, quando começou a compreender de forma diferente os ensinamentos que já conhecia. Ele disse: “Foi uma virada de chave, eu entendi que estava fazendo tudo errado, tenho que estar mais perto da minha família, da minha esposa”.
Apoio da esposa
Flávio também destacou a importância do apoio de sua esposa durante esse processo de conversão. Ele afirmou: “E ela junto comigo, me apoiando. Foi uma conversão minha junto com ela. […] Foi a melhor coisa que fiz na minha vida”.
Relação com o eleitorado evangélico
A relação de Flávio com o eleitorado evangélico foi mencionada em uma pesquisa do Datafolha divulgada na última sexta-feira, 21 de agosto. O levantamento indicou que Lula (PT) possui 47% e Flávio 43% das intenções de voto em um possível segundo turno. Com uma margem de erro de dois pontos percentuais, ambos aparecem em empate técnico. Flávio se destaca entre os evangélicos, eleitores do Sul e pessoas com renda familiar acima de dois salários mínimos, enquanto Lula tem maior apoio entre católicos, mulheres, pretos e eleitores de menor renda.




