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Vídeo: Bispo diz que Universal não reprova a homossexualidade

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O programa Fala Que Eu Te Escuto, produzido pela Igreja Universal do Reino de Deus e veiculado pela TV Record, tratou de questões ligadas à homossexualidade na edição da última sexta-feira, dia 05 de agosto.

O apresentador, bispo Márcio Carotti, entrevistou o jornalista Felipeh Campos, homossexual, e discutiu o assunto com diversos telespectadores que ligaram para o canal comentando o tema do programa, que era “Se seu filho assumisse que era gay, o que você faria?”.

Dentre as diversas opiniões sobre o tema, Carotti expressou sua opinião após um dos telespectadores dizer que não aceitaria que seu filho fosse gay e o ensinaria a “ser homem debaixo da porrada”

“Eu não tenho filho nem filha. Se descobrisse que meu filho era homossexual, a minha fé ensina a respeitar. A Bíblia não ensina a discriminar ninguém”, disse Carotti, falando sobre a postura da Igreja Universal a respeito do assunto.

Na sequência, alfinetou lideranças evangélicas que pregam de forma enfática contra a militância homossexual e suas bandeiras: “Uns pastores bobões. Bobões, que fazem barulho igual siri na lata. Vocês sabem de quem eu estou falando. Esses pastores que gostam de aparecer e levantam um monte de bandeira, disso e daquilo”, disse, deixando a associação por conta dos telespectadores.

Carotti afirmou que não há base bíblica para a reprovação da prática homossexual: “Jesus ajudava todo mundo. Você que discrimina, acho que você deveria abrir a sua mente, abrir a sua visão”, afirmou, relativizando os pontos do Novo Testamento que falam sobre a questão.

“Mas, você agredir, você brigar, colocar seu filho para fora de casa, ou sua filha, muda o quê? Honestamente? Especialmente você que conhece o Evangelho, você que tem a sua religião, a sua crença… A nossa fé nos ensina a respeitar as pessoas, e isso é o principal”, ponderou.

Assista:

https://www.youtube.com/watch?v=Mq09RbYnLyI





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Saúde mental após perda gestacional requer atenção de profissionais

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Nascida em uma família grande em Manaus, Kalyane Ribeiro não imaginava que teria dificuldades para engravidar. Mas, aos 32 anos, após um ano e meio de tentativas, ela passou pela perda gestacional precoce, uma interrupção involuntária da gravidez que pode ocorrer até a 20ª semana da gestação.

“Eu sempre falo para as pessoas que quando a gente passa por uma perda gestacional, mesmo que seja precoce, a gente entra em um buraco. Parece que a gente abre uma porta para um lugar com poucas pessoas dentro, e as pessoas que estão do lado de fora não conseguem saber o que tem lá”, disse. 

O cuidado e a atenção com a saúde mental após a perda gestacional, como a vivida por Kalyane, são ainda negligenciados, segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Neste Setembro Amarelo, campanha nacional de conscientização sobre a prevenção ao suicídio no Brasil, a associação chama atenção para a questão.

Muitas vezes, a perda gestacional é negligenciada por familiares, amigos e até mesmo por profissionais de saúde, conta Kalyane.

“As pessoas do mundo real, aqui fora, elas não querem saber. Você só escuta um ‘você vai ter que tentar de novo, vai dar certo’. Só que não é uma questão de substituir o filho, né? A gente não tá procurando um substituto”, diz.

Trauma

A perda gestacional constitui um evento traumático e exige acolhimento e assistência especializada, ressalta o vice-presidente da Comissão Nacional Especializada em Assistência ao Abortamento, Parto e Puerpério da Febrasgo, o obstetra Romulo Negrini.

“Independentemente da idade gestacional, a perda pode provocar tristeza profunda, sensação de vazio, culpa, ansiedade, dificuldade para dormir, irritabilidade e perda do interesse pelas atividades do dia a dia. Sofrer intensamente nesse momento é uma reação humana esperada e não significa, por si só, que a mulher tenha desenvolvido uma doença psiquiátrica”, diz Negrini.

De acordo com o obstetra Eduardo Felix Martins Santana, entre 15% e 20% das gestações não evoluem. O integrante da Comissão da Febrasgo e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do curso de Pós-Graduação do Hospital Israelita Albert Einstein ressalta a necessidade de apoio durante o luto.

“É um desafio passar por isso e é muito importante que a mulher não passe por isso sozinha”, enfatiza Santana.

A psiquiatra Andréa Cristina Galastri, professora do Instituto de Educação Médica (Idomed), acrescenta que questões hormonais que fazem parte do processo da perda também impactam a saúde mental. As alterações hormonais duram cerca de 15 dias, de acordo com a médica.

“Os hormônios aumentam durante a gravidez e no pós-parto da mulher. Os hormônios são para manter a placenta, para manter o feto viável. Então, quando a mulher tem a perda da gestação, os hormônios também caem. Então, junto à queda hormonal, que seria igual a uma TPM [tensão pré-menstrual], só que maior, tem a questão da sensibilidade da perda”, explica.

Alerta

Segundo Galastri, o quadro se agrava quando o estado persiste, e a mulher apresenta ansiedade, depressão e chega a achar que não tem mais razão para viver ou se considerar um fracasso. “Aí, o quadro já está bem grave”, afirmou a médica.

Se ela começa a perder função, para de comer, não consegue mais dormir, o choro não para em nenhum momento do dia e aquilo vai durando mais de 15 dias, mais de um mês, aí já se tem um problema mais grave, passível de tratamento, descreve.

“O sofrimento é esperado e é natural. Mas a paralisia da vida, não”, afirmou a médica.

Quando se chega ao ponto de ter um sofrimento que desencadeia uma depressão posterior, ou um luto patológico, a indicação é psicoterapia e medicação, para reajustar a parte bioquímica que o estresse altera.

Papel dos médicos

O obstetra Eduardo Felix Martins Santana defende que, para lidar com uma mulher que tenha passado pela experiência de perda gestacional, a primeira regra é aproximá-la do cuidado, envolvendo o cuidado médico, familiar e dos amigos.

A pessoa vai passar por diferentes estágios de aceitação, negação, raiva, tristeza profunda. “E a verdade é que, para todos eles, a gente precisa de acolhimento”, ressalta.

Para Santana, é preciso que haja uma proatividade dos médicos, dos órgãos que regulamentam os profissionais médicos e das sociedades médicas. Ele destaca que, na Febrasgo, existe essa comissão que presta assistência ao abortamento, parto e pós-parto.

“Existe essa preocupação. O problema está em difundir isso para todo o Brasil. É um desafio muito grande”.

“A gente precisa que os médicos corram atrás também dessa assistência e se preocupem com esse estado. Porque se formos esperar a paciente retornar ao consultório quando já está deprimida, vamos perder muita gente”.

Rede de apoio

Hoje aos 34 anos, Kalyane atua na área de marketing em Campinas, no estado de São Paulo, onde vive com o marido. Ela conta que encontrou força, além da ajuda profissional, também nas experiências de outras mulheres.

 


04/09/2026 - Rio de Janeiro – Vinda de uma família grande em Manaus, Kalyane Ribeiro não imaginava que teria dificuldades para engravidar. Mas aos 32 anos, após um ano e meio de tentativas, ela passou pela perda gestacional precoce, uma interrupção involuntária da gravidez que pode ocorrer até à décima segunda ou a vigésima semana da gestação. Foto: Kalyane Ribeiro/Arquivo Pessoal
04/09/2026 - Rio de Janeiro – Vinda de uma família grande em Manaus, Kalyane Ribeiro não imaginava que teria dificuldades para engravidar. Mas aos 32 anos, após um ano e meio de tentativas, ela passou pela perda gestacional precoce, uma interrupção involuntária da gravidez que pode ocorrer até à décima segunda ou a vigésima semana da gestação. Foto: Kalyane Ribeiro/Arquivo Pessoal

Kayane Ribeiro criou comunidade na internet para reunir mulheres que viveram essa experiência. Foto: Kalyane Ribeiro/Arquivo Pessoal

Por não encontrarem espaços de acolhimento onde realmente possam se sentir ouvidas, diversas mulheres procuram comunidades online onde podem conversar, trocar experiências e falar sobre assuntos mais cotidianos. Kalyane é responsável por uma dessas comunidades, que nasceu da sua presença nas redes sociais. 

“Não é todo mundo que está preparado para ouvir e lidar com esse sentimento. Eu abri essa conta no TikTok e comecei a me conectar com as mulheres que passaram por isso”. 

“Chegaram mulheres de todas as faixas etárias, desde meninas de 13 anos que passaram por perda gestacional, às vezes, meninas que engravidaram de seus abusadores e mesmo assim queriam continuar com essa gravidez, até mulheres que tiveram uma perna gestacional há mais de 20 anos e nunca tiveram a oportunidade de conversar sobre isso com outras pessoas”. 

Desses encontros e conversas, surgiu o livro Ainda me Sinto Mãe — mesmo nome da página nas redes sociais —, uma série de textos escritos por Kalyane, que já atuou profissionalmente como pedagoga, acerca das experiências vividas por ela e outras mulheres com a perda gestacional. 

Onde buscar ajuda

Pessoas com pensamentos e sentimentos de querer acabar com a própria vida devem buscar acolhimento em sua rede de apoio, como familiares, amigos, educadores e também em serviços de saúde.

De acordo com o Ministério da Saúde, é muito importante conversar com alguém de confiança e não hesitar em pedir ajuda, inclusive para serviços de saúde.

Serviços de saúde que podem ser procurados para atendimento: 

  • Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e Unidades Básicas de Saúde (Saúde da família, Postos e Centros de Saúde);
  • UPA 24H, SAMU 192, Pronto Socorro; Hospitais;
  • Centro de Valorização da Vida – 188 (ligação gratuita).

O Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone (188), e-mail, chat e voip 24 horas todos os dias.

*Estagiária sob supervisão de Mariana Tokarnia.



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Vilmondes Tomain é reeleito presidente da Famato para o quadriênio 2027–2030

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O produtor rural Vilmondes Tomain foi reeleito, nesta sexta-feira (4), presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) para o quadriênio 2027–2030. A votação foi realizada na sede da entidade, em Cuiabá, e reuniu presidentes dos sindicatos rurais de Mato Grosso. A chapa única “União que Fortalece – Gestão que Avança” foi eleita por unanimidade, com os votos dos 82 sindicatos rurais que participaram do pleito.

A recondução dá continuidade ao trabalho iniciado em janeiro de 2023 e ocorre em um cenário de unidade no sistema sindical rural. Atualmente, a Famato possui 96 sindicatos rurais que representam o produtor rural em 142 municípios de Mato Grosso.

“Recebo esta nova missão com gratidão e responsabilidade. A chapa única não diminui o nosso compromisso; aumenta o dever de trabalhar, ouvir os sindicatos e defender cada vez mais quem produz. Vamos continuar modernizando o Sistema Famato e continuar fazendo dele referência nacional, ampliando a transparência e buscando resultados concretos para os produtores e para as famílias rurais de Mato Grosso”, afirmou.

Atuação em defesa do produtor rural

Durante o primeiro mandato, a Famato intensificou sua atuação técnica, política e institucional em pautas relacionadas à segurança jurídica, regularização ambiental e fundiária, crédito rural, tributação, infraestrutura, energia elétrica, defesa sanitária, acesso a mercados e competitividade da produção agropecuária.

Entre os resultados obtidos está a redução de 30% nos percentuais do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) incidentes sobre o abate de fêmeas bovinas e bubalinas. A mudança foi estabelecida após articulação da Famato e da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), sustentada por estudos técnicos do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

A gestão também fortaleceu a interlocução do setor produtivo com os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Uma das iniciativas desse período foi a proposta de criação de uma estrutura especializada para mediar conflitos relacionados ao agronegócio, com a implantação do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania do Agronegócio, o Cejusc do Agro.

Outro eixo da gestão foi a aproximação com os sindicatos rurais e a interiorização das ações do Sistema Famato. Por meio do Senar MT, foram ampliados os investimentos em estruturas destinadas à formação profissional, à promoção social e ao atendimento das demandas locais. A estratégia prevê a implantação de cerca de 20 Núcleos Avançados de Capacitação (NAC) em diferentes regiões do estado.

Modernização e transparência

A modernização institucional tornou-se uma das marcas do primeiro mandato. As entidades que integram o Sistema Famato passaram por uma atualização de suas identidades visuais, com maior padronização e integração entre Famato, Senar MT, Imea, AgriHub e sindicatos rurais.

A instituição também deixou de se apresentar apenas como a “Casa do Produtor Rural” e passou a adotar o slogan “A Casa da Família Rural”. A mudança ampliou o conceito de representatividade para incluir todas as pessoas que participam da vida e do trabalho no campo, com atenção à sucessão familiar, à presença das mulheres, aos jovens e à qualidade de vida das famílias rurais.

A valorização das pessoas também ganhou espaço na gestão. Criada em 2023, a Comissão Famato Mulher ampliou a participação feminina no sistema sindical rural e passou a desenvolver ações de formação, liderança, gestão das propriedades e sucessão familiar.

O Sistema Famato, por meio do Senar MT, também fortaleceu projetos direcionados às crianças. Na promoção social, programas como Campo Sorridente, Cine Senar, Mutirão Rural, Saúde no Campo e Equoterapia levaram educação, cultura, lazer e atendimentos de saúde às comunidades.

Trajetória

Natural de Conceição das Alagoas (MG), Vilmondes Tomain chegou a Mato Grosso no ano de 1988, quando adquiriu uma propriedade rural na região do Araguaia.

Antes de chegar à presidência da Famato, Tomain acumulou experiências na administração pública. Foi prefeito de Planura (MG), presidiu a Agência de Desenvolvimento do Baixo Vale do Rio Grande e esteve à frente da Associação dos Municípios do Vale do Rio Grande.

Em Mato Grosso, foi secretário municipal de Indústria e Comércio de Barra do Garças. Sua trajetória no sistema sindical rural começou em 2004, como diretor do Sindicato Rural de Barra do Garças. Posteriormente, presidiu a entidade.

Na Famato, atuou como conselheiro fiscal e diretor administrativo e financeiro. Assumiu a presidência da Famato em janeiro de 2023 e também passou a presidir o Conselho Administrativo do Senar Mato Grosso. Desde 2025, ocupa ainda a vice-presidência do Movimento Mato Grosso Competitivo (MMTC).

Nova diretoria

Para o mandato de 2027 a 2030, a diretoria eleita terá como prioridades o fortalecimento dos sindicatos rurais, a ampliação da qualificação profissional, a inovação no campo e a atuação sobre temas que afetam diretamente a atividade agropecuária. Entre as principais pautas estão a regularização fundiária e ambiental, a definição de regras tecnicamente fundamentadas para as áreas úmidas, a melhoria do licenciamento ambiental, o acesso ao crédito, a renegociação das dívidas rurais, a qualidade da energia elétrica, a infraestrutura logística, a defesa sanitária e a abertura de novos mercados.

A Famato também manterá sua atuação para que o Fethab II seja encerrado no prazo estabelecido, sem prorrogação ou recriação, além de defender maior previsibilidade tributária, segurança jurídica para quem produz e uma secretaria que represente a agropecuária mato-grossense.

“O novo mandato será de continuidade, mas também de novos desafios. Queremos uma Famato cada vez mais presente, tecnicamente preparada para defender o produtor rural. Continuaremos trabalhando com diálogo, responsabilidade e firmeza, sempre colocando os interesses da família rural em primeiro lugar”, concluiu.



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TRE-MT envia últimas urnas eletrônicas para interior do estado

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Na etapa final do envio de urnas eletrônicas aos municípios do interior do estado, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) despachou mais 3.448 equipamentos, nesta sexta-feira (04.09). As caixas saíram do Depósito de Urnas em quatro caminhões da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, concluindo os carregamentos de remessas aos Cartórios Eleitorais.

A previsão, conforme informou o coordenador de Sistemas Eleitorais e Logísticas da Eleição do TRE-MT, Salomão Fortaleza, é finalizar as entregas ao interior do estado até a próxima sexta-feira (11.09). “A partir daí, será feita a preparação das urnas. Mais precisamente, a partir do dia 21 deste mês, teremos as cerimônias de carga e lacre, no interior. Depois disso, a partir do dia 28, os Cartórios Eleitorais começam a entregar as urnas nas localidades de cada Zona Eleitoral”.

Segundo a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, todo o percurso é rastreado, para que a integridade dos equipamentos seja preservada. “A segurança da urna eletrônica é uma das coisas mais importantes para o Tribunal Regional Eleitoral. Nós temos um painel integrado, o TRE-Guia, que mostra o movimento de todas as urnas, todos os caminhões de transporte, quem é o motorista, enfim, todas as informações são registradas e acompanhadas em tempo real, por meio de um aplicativo que foi incorporado ao painel. Monitoramos, também, o momento em que a urna chega ao Cartório Eleitoral, além de ter uma comunicação direta com cada um, que nos avisa, e fazemos o cruzamento das informações”.

Nesta última remessa, as 3.448 serão entregues às seguintes Zonas Eleitorais: 2ª ZE (Guiratinga); 8ª ZE (Alto Araguaia); 10ª ZE (Rondonópolis); 14ª ZE (Jaciara); 45ª ZE (Pedra Preta); 46ª ZE (Rondonópolis); 6ª ZE (Cáceres); 18ª ZE (Mirassol D’Oeste); 25ª ZE (Pontes e Lacerda); 41ª ZE (Araputanga); 52ª ZE (São José dos Quatro Marcos); 61ª ZE (Comodoro); 5ª ZE (Nova Mutum); 21ª ZE (Lucas do Rio Verde); 22ª ZE (Sinop); 43ª ZE (Sorriso); 3ª ZE (Rosário Oeste); 7ª ZE (Diamantino); 11ª ZE (Aripuanã); 13ª ZE (Barra do Bugres); 17ª ZE (Arenápolis); e 29ª ZE (São José do Rio Claro).

Ao todo, serão 6.905 urnas distribuídas aos municípios do interior, de um total de 9.579 que serão utilizadas nas Eleições Gerais de 2026, em todo o estado de Mato Grosso. Todo este transporte inclui os equipamentos que serão de fato utilizados na votação e as urnas de contingência, que ficam de reserva, para substituir alguma urna que, durante a votação, apresente algum problema.

O acompanhamento pelo TRE-Guia, conforme explicou Salomão Fortaleza, permite a atuação preventiva e corretiva, caso haja intercorrências. “A gente tem um aplicativo em cada caminhão e conseguimos monitorar o trajeto que ele está fazendo. Então, podemos tomar medidas caso ocorre algum problema no percurso. E, ao mesmo tempo, temos uma camada das respostas dos Cartórios Eleitorais, assim que eles recebem as urnas, e nos confirmam também as quantidades de urnas entregues, para fazermos a checagem”.



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Fiocruz vai iniciar testes da primeira vacina RNAm contra a covid-19

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) a iniciar os estudos clínicos da vacina de RNA mensageiro (RNAm) contra a covid-19. A vacina é a primeira produzida com esta tecnologia no país.

O imunizante foi totalmente desenvolvido na plataforma RNAm da Fiocruz. O estudo de Fase 1 tem o objetivo de avaliar a segurança e a imunogenicidade do reforço vacinal com a vacina COVID19 (RNAm) da Biomanguinhos/Fiocruz em participantes adultos sadios.

A vacina do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos passou pelo estágio pré-clínico, que mostrou eficácia na proteção contra a doença. Também foram realizados estudos toxicológicos e de escalonamento.

Participantes

O recrutamento dos participantes para a Fase 1 do estudo clínico está previsto para começar no primeiro trimestre de 2027.

Serão incluídos no estudo 90 participantes saudáveis entre 18 e 59 anos. As pessoas serão recrutadas nos centros Unidade de Ensaios Clínicos para Imunobiológicos e Policlínica Lincoln de Freitas Filho, no Rio de Janeiro (RJ).

O período de inclusão desse grupo no estudo deverá ser de seis meses. Após a inclusão, cada participante será acompanhado por mais seis meses.

Na primeira fase, são testadas a segurança e a imunogenicidade do reforço da vacina. O estudo clínico vai avaliar o uso do imunizante como dose de reforço, como consta atualmente no calendário do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Fonte: Agência Brasil



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Judiciário de MT concede honraria aos ministros Luiz Edson Fachin e Benedito Gonçalves

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O Poder Judiciário de Mato Grosso entregou, nesta sexta-feira (4), a Medalha do Mérito Judiciário – Desembargador José de Mesquita aos ministros Luiz Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e Benedito Gonçalves, corregedor nacional de Justiça.

A solenidade foi realizada durante o Encontro Regional da Magistratura – Região Centro-Oeste, sediado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

Considerada a mais alta honraria concedida pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, a medalha foi instituída pela Resolução nº 6, de 27 de setembro de 1984. A condecoração reconhece personalidades que contribuíram para o fortalecimento da Justiça e para o desenvolvimento do Poder Judiciário.

No caso dos ministros, a homenagem foi concedida em reconhecimento ao notável trabalho e à trajetória construída ao longo de suas carreiras. A entrega foi feita pelo presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, que destacou a dedicação dos magistrados e suas contribuições para o fortalecimento do Poder Judiciário brasileiro.

“Essa honraria representa o reconhecimento e a profunda gratidão do Poder Judiciário de Mato Grosso pelo legado deixado pelos ministros ao Judiciário e à sociedade brasileira, em especial a sociedade mato-grossense. Que recebam essa honraria como símbolo de nossa admiração e respeito”, destacou o presidente do TJMT.

Encontro Regional

A entrega integrou a programação do Encontro Regional da Magistratura, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O evento contou com as participações de presidentes e corregedores de Justiça, desembargadores e juízes auxiliares.

A proposta foi criar um espaço de diálogo sobre os desafios enfrentados pelos estados da região e buscar soluções que possam contribuir para uma prestação jurisdicional mais eficiente e próxima da população.

Além de debates e reuniões de trabalho, a programação do evento teve ainda o painel técnico “Inteligência Artificial: Ética e Humanização” e o anúncio da criação do Grupo de Trabalho de Compartilhamento de Provas Relacionadas ao Trabalho Escravo e ao Tráfico de Pessoas.



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O evangelho no contexto do mês dos fantasmas em Taiwan

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O mês dos fantasmas, celebrado em Taiwan, é um período marcado por tradições e rituais que refletem a relação da população com o sobrenatural. Para os cristãos, essa época representa uma oportunidade única de compartilhar o evangelho e oferecer esperança em meio ao medo e à incerteza.

Contexto cultural e religioso em Taiwan

A cultura taiwanesa é profundamente influenciada por religiões folclóricas que veem a vida e a morte como um ciclo contínuo. Durante o mês dos fantasmas, acredita-se que os espíritos dos mortos retornam ao mundo dos vivos, e muitos taiwaneses realizam rituais para apaziguar essas almas. Essa prática é vista como uma forma de manter a harmonia e evitar desastres.

No entanto, essa visão pode ser desafiadora para os cristãos que buscam compartilhar a mensagem do evangelho. A ideia de um Deus que oferece perdão e salvação pode parecer distante para aqueles que estão acostumados a uma abordagem mais transacional em suas crenças espirituais.

O que aconteceu: a oportunidade de evangelização

Durante o mês dos fantasmas, muitos cristãos em Taiwan têm se mobilizado para evangelizar, utilizando o medo e a incerteza como pontos de partida para conversas sobre a fé. A mensagem do evangelho, que fala sobre a redenção e o perdão dos pecados, é apresentada como uma resposta ao temor que muitos sentem durante esse período.

Os missionários têm se esforçado para mostrar que a verdadeira liberdade e paz vêm de um relacionamento pessoal com Deus, e não da tentativa de agradar a espíritos ou forças invisíveis. Essa abordagem tem gerado diálogos significativos e, em muitos casos, a aceitação da fé cristã por aqueles que antes estavam presos a tradições religiosas.

Reações da comunidade cristã

Os líderes cristãos em Taiwan têm encorajado os fiéis a se envolverem ativamente nas comunidades durante o mês dos fantasmas. Muitos têm realizado eventos de oração e cultos especiais, buscando criar um ambiente acolhedor para aqueles que estão em busca de respostas.

Um pastor local comentou: “É um momento desafiador, mas também uma grande oportunidade. As pessoas estão mais abertas a conversas sobre espiritualidade e fé. Precisamos aproveitar isso para compartilhar o amor de Cristo”.

O que esperar no futuro

À medida que o mês dos fantasmas avança, espera-se que mais cristãos se unam a essa missão de evangelização. A expectativa é que, através de ações práticas e do testemunho de vida, mais pessoas possam conhecer a mensagem transformadora do evangelho.

Além disso, a experiência deste ano pode servir como um modelo para futuras iniciativas de evangelização em contextos culturais semelhantes, onde o medo e a superstição ainda dominam a vida espiritual das pessoas.



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E se a IA for consciente? A pergunta que começa a preocupar as gigantes da tecnologia

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Uso de IA pode ajudar na disseminação de informações falsas pela facilidade de produção e viralização desse tipo de conteúdo.
Reprodução/TV Globo
O avanço da inteligência artificial colocou uma antiga questão filosófica no centro do debate tecnológico: afinal, modelos como o ChatGPT e o Claude são apenas ferramentas sofisticadas ou podem ter algum tipo de consciência?
Segundo reportagem da revista “The Economist”, a discussão deixou de ser apenas teórica e chegou às empresas de IA, que passaram a contratar filósofos e até a estudar o possível bem-estar de seus próprios sistemas.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A discussão vai além da tecnologia. Para muitos filósofos, se um ser é capaz de ter experiências como sofrimento, isso cria obrigações éticas em relação a ele.
Por isso, determinar se uma IA pode ou não ser consciente teria consequências práticas sobre a forma como esses sistemas são desenvolvidos e tratados.
Por que as empresas de IA estão contratando filósofos
Os grandes modelos de linguagem são desenvolvidos para responder aos usuários, e não para demonstrar uma personalidade própria. Ainda assim, muitas pessoas relatam a sensação de estar interagindo com uma “presença” do outro lado da tela.
Segundo a Economist, esse fenômeno levou empresas de tecnologia a tratar a consciência das máquinas como uma questão concreta.
A Anthropic, por exemplo, criou iniciativas voltadas ao possível bem-estar da IA. Questionado sobre o próprio estado, seu modelo Claude Opus 4.6 estimou entre 15% e 20% a possibilidade de ser consciente.
IA não é só para especialistas: por que aprender agora pode evitar ficar para trás
E se a consciência depender também de quem observa?
A tese apresentada inverte a lógica mais comum sobre o tema. Em vez de primeiro constatarmos que outro ser é consciente para depois nos importarmos com ele, seria a relação que estabelecemos com esse ser que nos levaria a reconhecê-lo como consciente.
Nessa visão, a consciência não seria uma característica que pode simplesmente ser medida e comprovada em outra pessoa, animal ou máquina. Ela também dependeria da maneira como interpretamos o outro e atribuímos a ele sentimentos, intenções, crenças e capacidade de agir.
Quando esse reconhecimento ocorre dos dois lados, a consciência passaria a ser entendida não apenas como algo que existe dentro de cada indivíduo, mas também como resultado da relação entre eles.
Consciência não seria uma ilusão
O texto diferencia “ilusão” de “modelo”. Uma ilusão é uma percepção que pode ser demonstrada como errada. É o caso, por exemplo, de duas linhas que parecem ter tamanhos diferentes, mas que uma régua comprova terem o mesmo comprimento.
Segundo a Economist, nem tudo funciona dessa forma. Algumas categorias existem porque as pessoas atribuem significado a elas. Uma planta, por exemplo, pode ser considerada uma erva daninha em determinado contexto e não em outro.
O argumento é que a consciência poderia funcionar de maneira semelhante: ela seria real, mas sua identificação dependeria também da relação e da perspectiva de quem observa.
O sistema de “financiamento circular” pode ter um efeito dominó caso a bolha da IA estoure
Jaque Silva/NurPhoto/picture alliance
O ‘eu’ também pode não ser objetivo
A ideia de que cada pessoa pode ter certeza da própria consciência remonta à famosa frase de René Descartes: “Penso, logo existo”.
O autor argumenta, porém, que experiências como perceber uma cor, sentir calor ou reconhecer a própria identidade são subjetivas. Além disso, estudos da neurociência com pacientes que tiveram as conexões entre os dois hemisférios cerebrais interrompidas levantam dúvidas até mesmo sobre a ideia de que exista um “eu” único e indivisível.
Em outras palavras, até a percepção que temos de possuir um “eu” único pode depender da forma como o cérebro organiza nossas experiências.
O risco ético de decidir quem merece consideração
Essa interpretação traz um problema ético: se reconhecer a consciência depende também de quem observa, alguém poderia simplesmente negar esse reconhecimento para justificar a falta de cuidado ou de direitos.
Segundo a reportagem, o argumento leva à conclusão oposta. Se somos nós que fazemos esse julgamento, também podemos errar ao excluir outros seres de nossa consideração.
Ao longo da história, o reconhecimento de quem merece respeito e direitos foi ampliado, até chegar à ideia de direitos humanos universais.
Humanos e IAs tentam compreender uns aos outros
Os seres humanos tentam constantemente compreender as intenções, emoções e pensamentos dos outros. Os grandes modelos de linguagem também usam as informações fornecidas durante a interação para formar uma representação do interlocutor e ajustar suas respostas.
A dúvida é se esse processo pode ser comparado à consciência humana ou se é apenas uma forma sofisticada de processamento de informações.
Segundo a revista, pesquisas conduzidas pelo Google indicam que a cooperação entre agentes inteligentes melhora quando eles conseguem construir representações sobre o que os outros sabem, pretendem ou podem fazer — e também sobre o próprio comportamento.
Isso não significa tratar a IA como humana ou atribuir a ela os mesmos direitos e necessidades. O debate aponta, porém, para uma questão que pode ganhar importância no futuro: como conviver e estabelecer regras diante de formas de inteligência cada vez mais diferentes das humanas.



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Cristão permanece desaparecido após ataque a estúdio no Paquistão

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Um produtor cristão permanece desaparecido há mais de uma semana após uma operação militar no Paquistão, que resultou na destruição de um estúdio de gravação operado por um ministério local. A situação é alarmante, especialmente para sua família, que aguarda ansiosamente por notícias.

Contexto da situação

O ataque ocorreu em um estúdio de gravação subterrâneo, que era utilizado para produzir materiais audiovisuais cristãos em línguas como Dari, Urdu e Pashto. O produtor, conhecido como Irmão Labib, estava colaborando com o ministério Keys for Kids para criar conteúdo em Farsi, o que poderia ter aberto portas para a evangelização no Irã. A falta de materiais em Farsi é uma barreira significativa para a expansão do trabalho missionário na região.

O que aconteceu durante o ataque

Durante a invasão, as autoridades confiscavam equipamentos e destruíam o que não era levado. Estima-se que o valor dos danos ultrapasse de cinco a oito mil dólares. Greg Yoder, representante do ministério, expressou sua preocupação: “Nosso foco principal agora é o bem-estar do Irmão Labib, que tem uma esposa e filhos que estão ansiosos por seu retorno”.

Reações e apoio à família

A esposa do Irmão Labib, que é uma nova convertida, e seus dois filhos pequenos estão em uma situação de grande apreensão. Yoder informou que o diretor do ministério está se dirigindo à família para fornecer apoio, incluindo alimentos e recursos para ajudá-los a enfrentar essa crise. “Estamos orando para que o Irmão Labib encontre um abrigo seguro e que sua família encontre conforto no Senhor durante este momento difícil”, disse Yoder.

O que esperar a seguir

As organizações missionárias estão mobilizando esforços para garantir a segurança do Irmão Labib e de sua família. A situação é crítica, e a necessidade de orações e apoio financeiro é urgente. “Estamos em uma guerra espiritual, e precisamos da intercessão de todos os irmãos e irmãs em Cristo”, afirmou Yoder.

“Satanás está ativo e não quer que o trabalho missionário prospere, mas temos visto muitas pessoas se voltando para Jesus Cristo”.

Além disso, a situação destaca a importância de recursos como os dispositivos de áudio que têm sido distribuídos na região. Esses dispositivos têm sido descritos como “mudadores de jogo” para muitos que não têm acesso à leitura da Bíblia, permitindo que ouçam a Palavra de Deus e histórias que transmitem verdades bíblicas.

Enquanto a comunidade cristã aguarda notícias sobre o Irmão Labib, é fundamental que continuemos a orar e apoiar os cristãos perseguidos em todo o mundo. A situação no Paquistão é um lembrete da necessidade de permanecer firme na fé e de apoiar aqueles que enfrentam adversidades por causa do nome de Cristo.



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Quanto vão ganhar Tim Cook e John Ternus após a troca de comando na Apple

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Apple anuncia engenheiro John Ternus como novo presidente
Com o fim da era de Tim Cook à frente da Apple no início da semana, a empresa disse quanto o executivo ganhará em sua nova função e qual será a remuneração do novo CEO, John Ternus.
Na Apple desde 1998 e CEO desde 2011, Tim Cook assumiu como novo presidente-executivo do conselho administrativo. Ele ainda será responsável por conduzir certos assuntos na Apple, como o relacionamento da empresa com governos.
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Na nova função, Cook terá salário de US$ 2 milhões por ano (R$ 10 milhões), além de bonificação com valor-alvo de US$ 45 milhões (R$ 230 milhões) ao longo de quatro anos.
John Ternus, que entrou na Apple em 2001, era vice-presidente sênior de Engenharia de Hardware há cinco anos. Como CEO, ele será o novo responsável pela gestão do dia a dia da empresa.
Tim Cook e John Ternus
AFP/Brittany Hosea-Small
O executivo terá salário anual de US$ 3 milhões (R$ 15 milhões) e bonificação com valor-alvo de US$ 55 milhões (R$ 280 milhões) durante quatro anos. Ele também recebeu US$ 2,5 milhões (R$ 12,8 milhões) em ações pelo tempo como CEO no ano fiscal de 2026.
Os valores foram informados em documentos da Apple para Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês) porque a empresa tem ações negociadas na bolsa de valores.
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Bônus milionário
A bonificação prevê a concessão de ações durante quatro anos, sendo parte ligada ao desempenho da Apple sobre outras empresas do S&P 500, índice que reúne as principais companhias negociadas nas bolsas dos Estados Unidos.
Para John Ternus, 75% do valor total da bonificação será atrelada ao retorno das ações da Apple. No caso de Cook, esse critério vale para 50% da bonificação.
John Ternus será novo CEO da Apple
Divulgação/Apple
Eles receberão o valor-alvo se as ações da Apple tiverem desempenho melhor do que 55% das empresas no S&P 500. Como comparação, em um período anterior de três anos, o desempenho da empresa ficou acima de 70% das outras companhias.
Caso a Apple supere o desempenho de 85% das outras empresas, John Ternus e Tim Cook terão direito a um valor ainda maior, chegando ao dobro do valor-alvo para a bonificação por desempenho.
O restante das ações – 25% para Ternus e 50% para Cook – é vinculado à permanência na empresa e será adquirido em parcelas semestrais ao longo de quatro anos.
‘Difícil acreditar que chegou’
Em abril, quando anunciou a troca do comando, a Apple afirmou que a mudança faz parte de um processo de sucessão planejado ao longo de vários anos. A transição acontece meses após a empresa completar 50 anos.
Cook comandou o lançamento de novos produtos como Apple Watch e Apple Vision Pro, além de serviços como iCloud e Apple Music. Em sua gestão, o valor da empresa cresceu mais de 1.000% e chegou a US$ 4 trilhões (R$ 20 trilhões).
Em mensagem enviada aos funcionários e obtida pela Bloomberg, Cook agradeceu à equipe pelos anos de trabalho. “É um momento que sempre soube que chegaria um dia, e ainda assim é difícil acreditar que chegou”, escreveu.
Ternus também teve papel central no lançamento de iPads e AirPods. Recentemente, liderou a reformulação do iPhone 17 e o lançamento do iPhone Air, versão com visual mais fino.
Tim Cook na posse de Donald Trump
Getty Images via AFP



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