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Sinais de cessacionismo entre carismáticos: entenda o fenômeno

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Um novo artigo publicado no The Christian Post levanta uma discussão importante sobre a relação entre o cessacionismo e o movimento carismático. O texto sugere que muitos que se identificam como carismáticos podem, na verdade, adotar posturas cessacionistas sem perceber. Essa reflexão é crucial para a compreensão da dinâmica da fé cristã contemporânea.

O que é cessacionismo?

O cessacionismo é a crença de que os dons espirituais, como profecia, línguas e curas, cessaram após a era apostólica. Essa visão contrasta com a crença carismática, que defende a continuidade desses dons na vida da igreja atual. O artigo destaca que, mesmo entre aqueles que se consideram carismáticos, pode haver uma falta de prática ou crença nos fenômenos espirituais, levando-os a uma postura mais cessacionista.

Sete sinais de cessacionismo

O autor do artigo apresenta sete sinais que podem indicar que uma pessoa é um cessacionista funcional, mesmo que se identifique como carismática. Esses sinais incluem:

  1. Falta de expectativa em experiências espirituais.
  2. Desinteresse por orações de cura ou milagres.
  3. Evitar discussões sobre dons espirituais.
  4. Foco excessivo na teologia em detrimento da experiência espiritual.
  5. Desconfiança em testemunhos de experiências sobrenaturais.
  6. Preferência por uma abordagem racional e acadêmica da fé.
  7. Resistência a práticas carismáticas, como o culto em línguas.

Reações e implicações para a comunidade cristã

A discussão sobre cessacionismo e carismatismo é relevante para a igreja contemporânea, pois reflete diferentes abordagens à experiência do Espírito Santo. Muitos líderes e pastores têm se manifestado sobre a importância de manter uma expectativa viva em relação aos dons espirituais, enfatizando que a experiência do Espírito é fundamental para a vida cristã.

Além disso, a identificação de sinais de cessacionismo pode levar a uma reflexão mais profunda sobre a prática da fé e a necessidade de um avivamento espiritual. A busca por experiências autênticas com Deus é um chamado para todos os cristãos, independentemente de sua denominação.

O que esperar no futuro?

À medida que a discussão sobre cessacionismo e carismatismo avança, é provável que mais cristãos se sintam desafiados a reavaliar suas crenças e práticas. A igreja deve estar aberta ao diálogo e à busca por uma compreensão mais profunda do papel do Espírito Santo em suas vidas.



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Frugalidade ou mordomia bíblica: a diferença de motivações

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A frugalidade e a mordomia bíblica são conceitos que, embora possam parecer semelhantes, possuem motivações distintas que refletem a condição do coração. Em um artigo recente do The Christian Post, Chuck explora essa diferença e como viver de acordo com os princípios financeiros do Reino de Deus é uma questão de fé e não apenas de economia.

O que é frugalidade?

A frugalidade é frequentemente entendida como a prática de gastar menos e evitar desperdícios. Muitas pessoas adotam um estilo de vida frugal como uma forma de economizar dinheiro e recursos. No entanto, essa abordagem pode ser motivada por diversas razões, que nem sempre estão alinhadas com os princípios cristãos. A frugalidade pode ser vista como uma forma de controle financeiro, mas sem a devida consideração do propósito maior que Deus tem para nossas vidas.

Mordomia bíblica: um chamado à responsabilidade

Por outro lado, a mordomia bíblica é um conceito que vai além da simples economia. Trata-se de reconhecer que tudo o que temos pertence a Deus e que somos apenas administradores dos recursos que Ele nos confiou. Essa visão nos leva a uma responsabilidade maior em como utilizamos nossos bens, tempo e talentos. A motivação por trás da mordomia bíblica é o desejo de honrar a Deus em todas as áreas de nossas vidas, incluindo nossas finanças.

“Viver de maneira contrária aos valores financeiros do mundo é uma questão de coração, não apenas de bolso.”

Motivações que fazem a diferença

Chuck argumenta que a diferença entre ser frugal e ser um bom mordomo bíblico está nas motivações. Enquanto a frugalidade pode ser impulsionada pelo medo ou pela avareza, a mordomia bíblica é motivada pelo amor e pela gratidão a Deus. Essa perspectiva nos leva a ver nossas finanças como uma extensão de nossa fé, onde cada decisão financeira é uma oportunidade de glorificar a Deus.

Reações e reflexões na comunidade cristã

Na comunidade cristã, essa discussão sobre frugalidade e mordomia bíblica tem gerado reflexões profundas. Muitos cristãos estão se perguntando como podem aplicar esses princípios em suas vidas diárias. A busca por um estilo de vida que reflita a generosidade de Deus é um tema recorrente em estudos e pregações. A ideia de que somos chamados a ser bênçãos para os outros, utilizando nossos recursos para ajudar aqueles que estão em necessidade, é um aspecto central da mordomia bíblica.

O que esperar no futuro?

À medida que mais cristãos se conscientizam da importância da mordomia bíblica, podemos esperar um movimento crescente em direção a uma vida financeira que não apenas busca a economia, mas que também promove a generosidade e o apoio a missões e projetos sociais. A prática de compartilhar e investir em causas que promovem o Reino de Deus pode se tornar uma prioridade para muitos, refletindo a verdadeira essência da mordomia.



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Barco da Bíblia inicia nova expedição pela Amazônia

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A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) deu início a uma nova expedição do Barco da Bíblia, que percorrerá municípios do Pará e do Amazonas até novembro de 2026. O projeto visa levar a Palavra de Deus e ações de atendimento às comunidades ribeirinhas, promovendo a evangelização e o suporte social.

Contexto da Expedição

A Amazônia é uma região rica em biodiversidade, mas também enfrenta desafios significativos, como a falta de acesso a recursos básicos e a escassez de materiais educativos e espirituais. O Barco da Bíblia tem como objetivo não apenas distribuir Bíblias, mas também oferecer apoio às comunidades locais, que muitas vezes são esquecidas pelos serviços públicos.

O que aconteceu

O Barco da Bíblia, uma embarcação adaptada para a missão, partirá de Belém e seguirá para diversas localidades ribeirinhas, onde a presença de missionários é fundamental para o fortalecimento da fé e da comunidade. Durante a expedição, serão realizadas atividades de evangelização, além de atendimentos médicos e sociais, que visam melhorar a qualidade de vida dos habitantes dessas regiões.

Segundo a SBB, a iniciativa é uma resposta ao chamado de Jesus para levar o Evangelho a todos os povos. A distribuição de Bíblias é uma parte essencial desse trabalho, pois a Palavra de Deus é fundamental para a transformação de vidas e comunidades.

Reações e apoio à missão

A expedição tem gerado entusiasmo entre os membros da comunidade cristã, que veem a ação como uma oportunidade de cumprir o mandamento de evangelização. Igrejas locais estão se mobilizando para apoiar a missão, seja através de doações, orações ou voluntariado.

O que esperar da expedição

Com a expedição programada até novembro, espera-se que milhares de Bíblias sejam distribuídas e que muitas vidas sejam impactadas. A SBB convida todos os cristãos a se unirem em oração por essa missão, pedindo proteção e sabedoria para os missionários que estarão a bordo.

Além disso, a SBB também está aberta a parcerias com outras organizações e igrejas que desejam contribuir para o sucesso da expedição. A união de esforços é fundamental para que o amor de Cristo chegue a cada canto da Amazônia.



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Devocional: o poder das palavras na construção de destinos

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Neste devocional, refletimos sobre a importância das palavras que proferimos e como elas têm o poder de moldar nossos destinos. Em um mundo onde a comunicação é constante, é essencial que tenhamos sabedoria nas nossas falas.

O poder das palavras

As palavras são ferramentas poderosas que podem edificar ou destruir. A Bíblia nos ensina que a língua tem o poder da vida e da morte (Provérbios 18:21). Isso nos lembra que cada palavra que dizemos pode ter um impacto significativo na vida das pessoas ao nosso redor e em nossa própria vida.

Sabedoria nas nossas falas

Ao iniciarmos mais um dia, é fundamental pedirmos a Deus sabedoria para aquilo que vamos dizer. Nossas conversas podem ser uma oportunidade de evangelização, de encorajamento ou de edificação. Portanto, devemos ser intencionais em nossas palavras, buscando sempre refletir o amor de Cristo em tudo que falamos.

O que esperar ao falar com sabedoria

Quando falamos com sabedoria, podemos esperar resultados positivos. Nossas palavras podem trazer conforto a quem está sofrendo, esperança a quem está desanimado e direção a quem está perdido. Além disso, ao falarmos a verdade em amor, podemos ser instrumentos de Deus na vida de outras pessoas.

“Que Deus dê sabedoria para aquilo que você vai fazer hoje e, especialmente, para aquilo que você vai dizer.”

Conclusão

Portanto, ao longo do dia de hoje, lembre-se do poder que suas palavras têm. Que possamos ser cristãos que falam com sabedoria, sempre buscando glorificar a Deus em nossas conversas. Que nossas palavras sejam um reflexo do amor de Cristo e que possamos impactar positivamente a vida das pessoas ao nosso redor.



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Voz dos Apóstolos espera reunir 7 mil pessoas em São Paulo

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A conferência Voz dos Apóstolos, programada para outubro em São Paulo, promete reunir cerca de 7 mil pessoas, incluindo líderes cristãos de renome nacional e internacional. O evento terá como foco temas como avivamento, liderança, cura e missões, refletindo a necessidade de um fortalecimento espiritual na comunidade cristã.

Contexto do evento

A Voz dos Apóstolos é uma conferência que visa promover a unidade e o fortalecimento da fé entre os cristãos. Em um momento em que a igreja enfrenta desafios significativos, tanto no Brasil quanto no mundo, eventos como este se tornam essenciais para encorajar os fiéis e líderes a se unirem em oração e ação. A expectativa é que a conferência não apenas inspire, mas também prepare os participantes para um trabalho missionário mais efetivo.

O que esperar da conferência

Durante a conferência, os participantes poderão ouvir palestras e testemunhos de líderes influentes no meio cristão. A programação incluirá sessões de oração, louvor e ensinamentos que visam equipar os cristãos para a evangelização e o trabalho missionário. Além disso, haverá momentos dedicados à cura e restauração, enfatizando a importância da saúde espiritual e emocional na vida dos crentes.

Reações da comunidade cristã

A expectativa em torno da conferência é alta, com muitos líderes expressando entusiasmo sobre a oportunidade de se reunir com outros cristãos. A participação de líderes internacionais também é vista como uma forma de trazer novas perspectivas e experiências que podem enriquecer a vida da igreja local. A mobilização de 7 mil pessoas é um sinal claro do desejo da comunidade de se unir em torno de um propósito comum: o anúncio do Evangelho.

“Estamos ansiosos para ver o que Deus fará durante esses dias de conferência. Acreditamos que será um tempo de avivamento e transformação para todos os participantes.”

— Líder da conferência

Como participar

A conferência será realizada em um local ainda a ser definido em São Paulo, e as inscrições já estão abertas. Os interessados podem se inscrever através do site oficial do evento. É uma oportunidade imperdível para todos que desejam se aprofundar na fé e se conectar com outros cristãos comprometidos com a missão de levar o Evangelho a todos os cantos.



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AGU decide não acionar Mendonça para preservar relações políticas

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A Advocacia-Geral da União (AGU) decidiu não acionar o ministro André Mendonça no Supremo Tribunal Federal (STF), conforme relatórios da Polícia Federal (PF) divulgados nesta quinta-feira, 5. Essa decisão foi motivada pela intenção de preservar a relação política entre o advogado-geral da União, Jorge Messias, e Mendonça.

Contexto da decisão

O cenário político atual no Brasil é marcado por tensões e disputas que envolvem diversas esferas do governo. A AGU, que tem como função principal representar a União em questões judiciais, se viu em uma situação delicada ao ser chamada pela PF para questionar a condução de inquéritos pelo ministro André Mendonça, especialmente no que diz respeito ao Inquérito das Fake News.

O Inquérito das Fake News é um tema sensível, pois envolve questões de liberdade de expressão e de atuação das autoridades judiciais. A PF, ao solicitar que a AGU intervisse, indicou que havia indícios de abuso de autoridade por parte de Mendonça, o que poderia gerar um embate jurídico significativo.

O que aconteceu

Conforme os documentos da PF, a AGU optou por não interpor os recursos necessários para questionar a atuação de Mendonça. Essa escolha foi interpretada como uma estratégia para evitar um desgaste nas relações políticas, especialmente entre Jorge Messias e o ministro. A decisão da AGU foi considerada um recuo, uma vez que a expectativa inicial era de que a Advocacia-Geral tomasse uma posição mais firme em relação às alegações contra Mendonça.

O relatório da PF, que foi anexado à decisão de Alexandre de Moraes, destaca a importância das relações políticas no contexto atual. A escolha da AGU reflete uma preocupação em manter a estabilidade e evitar conflitos que poderiam prejudicar a atuação do governo.

Reações ao caso

A decisão da AGU gerou reações diversas entre os analistas políticos e a sociedade civil. Muitos veem essa escolha como uma tentativa de evitar um confronto direto com o STF, enquanto outros criticam a falta de ação da AGU em um momento em que a transparência e a responsabilidade são cruciais.

Além disso, a situação levanta questões sobre a independência das instituições e a necessidade de um sistema de freios e contrapesos que garanta a justiça e a equidade nas decisões judiciais. A relação entre a AGU e o STF é um tema que merece atenção, especialmente em tempos de polarização política.

O que esperar no futuro

Com a decisão da AGU de não acionar Mendonça, o futuro das relações políticas no Brasil pode ser impactado. A expectativa é que essa escolha possa influenciar a forma como as instituições interagem entre si, especialmente em questões que envolvem a liberdade de expressão e a atuação do Judiciário.

Os próximos passos da AGU e a postura do STF em relação a esse caso serão observados com atenção. A comunidade cristã, que valoriza a justiça e a verdade, espera que as decisões tomadas sejam pautadas pela ética e pela responsabilidade, refletindo os princípios que fundamentam a fé cristã.



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Flávio acusa Moraes e Alcolumbre de articulação contra ele

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma grave acusação nesta quinta-feira, 3, ao afirmar que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, estariam articulando uma ação para desgastá-lo politicamente. A declaração foi feita em suas redes sociais, onde ele não apresentou provas concretas para sustentar suas alegações.

O que aconteceu

Flávio Bolsonaro, que é candidato à presidência, mencionou que Moraes e Alcolumbre teriam se encontrado em Brasília na quarta-feira, 2, para discutir uma possível medida contra sua candidatura. Em sua publicação, o senador expressou preocupação com o que considera uma tentativa de desestabilização de sua campanha, especialmente após revelações que ele fez recentemente.

Contexto da acusação

A relação entre Flávio Bolsonaro e o Supremo Tribunal Federal tem sido tensa, especialmente em um cenário político marcado por polarizações. A atuação de Moraes, que tem sido um dos ministros mais ativos em questões políticas, é frequentemente alvo de críticas por parte de figuras ligadas ao governo. A acusação de Flávio surge em um momento em que a disputa eleitoral se intensifica, e as estratégias políticas se tornam mais agressivas.

Reações e implicações

As declarações de Flávio Bolsonaro geraram reações diversas nas redes sociais e entre analistas políticos. Muitos questionam a falta de evidências concretas para suas afirmações, enquanto outros veem isso como uma tentativa de mobilizar sua base de apoio, apresentando-se como vítima de uma suposta conspiração.

“Não tenho confirmação sobre o movimento, mas é uma possibilidade que não pode ser ignorada.”

O que esperar

Com a eleição se aproximando, é provável que as tensões entre os diferentes atores políticos aumentem. A acusação de Flávio Bolsonaro pode ser vista como um indicativo de que a campanha eleitoral será marcada por ataques e defesas acirradas. Para os cristãos e a comunidade evangélica, é fundamental acompanhar esses desdobramentos, pois as decisões políticas têm impacto direto sobre a liberdade religiosa e a atuação das igrejas no Brasil.



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TSE conclui assinatura digital e lacração de sistemas das urnas

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu nesta sexta-feira (4), em Brasília, a assinatura digital e a lacração dos sistemas que serão utilizados nas urnas eletrônicas durante as eleições gerais deste ano. O ato foi conduzido pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, com a participação de representantes da Polícia Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público Federal.

A assinatura digital equivale a um selo eletrônico, que cria uma identificação única para cada sistema e permite conferir depois se o programa usado na urna é o mesmo aprovado pelo tribunal. A partir de agora, os programas ficam congelados, ou seja, nenhuma instituição pode alterá-los. O procedimento encerra um trabalho de dois anos, iniciado após as eleições municipais de 2024.

Nesta semana, os sistemas foram compilados, traduzidos para a linguagem que as urnas conseguem executar e assinados por técnicos de oito entidades fiscalizadoras, entre elas o Senado Federal, o Ministério Público Federal e a Controladoria-Geral da União.

O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente, resumiu o que essa assinatura representa na prática:

“Nenhuma das instituições pode, a partir desse momento, alterar nada dos sistemas eleitorais. Eles estão congelados. Foi firmado um contrato entre as instituições que assinaram digitalmente, e isso é uma segurança do processo de que não haverá nenhum tipo de alteração nesses sistemas.”

Fiscalização

O ciclo eleitoral brasileiro prevê, ao todo, 40 oportunidades de fiscalização a cada dois anos, e as identificações dos sistemas já lacrados serão publicadas no portal do TSE. A próxima etapa é a geração das mídias com os dados dos candidatos. Na véspera da votação, será feita a verificação dos sistemas de totalização e transmissão dos resultados.

Durante a cerimônia, o ministro Kassio Nunes Marques reforçou o papel do tribunal diante do eleitor:

“A justiça não escolhe vencedores, não interfere na escolha popular e não possui preferência por candidaturas. Nossa paixão é a democracia. Nossa missão é cumprir a Constituição. E o nosso dever é garantir a vontade soberana do povo brasileiro.”

As mídias gravadas foram guardadas na sala-cofre do TSE.

O primeiro turno das eleições acontece em 4 de outubro. Se houver segundo turno, a votação será em 25 de outubro.




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Damares critica Moraes por decisão que afeta credibilidade do STF

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) fez duras críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta sexta-feira, 4 de setembro de 2026. Em suas redes sociais, Damares afirmou que Moraes utilizou a “última ponta de credibilidade do STF” para atacar aqueles que o investigam, referindo-se a uma recente decisão que impactou o ministro André Mendonça.

O que aconteceu

O descontentamento de Damares se deu após uma decisão de Moraes que, segundo ela, foi tomada em um inquérito considerado ilegal. A senadora expressou sua indignação em um post no Twitter, onde escreveu: “Moraes gastou a última ponta de credibilidade do STF para, em decisão em um inquérito ilegal, partir para o ataque contra quem o investiga”. Essa declaração reflete a crescente tensão entre membros do STF e figuras políticas que se opõem a algumas de suas decisões.

Contexto da crítica

A relação entre o STF e a política brasileira tem sido marcada por polêmicas e desavenças, especialmente em um período em que a liberdade religiosa e os direitos dos cidadãos estão em pauta. A crítica de Damares se insere em um contexto mais amplo de descontentamento com a atuação do STF, que muitos veem como uma ameaça à democracia e à liberdade de expressão.

Além de criticar a decisão de Moraes, Damares também cobrou explicações sobre a relação do ministro com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Essa cobrança indica um desejo de maior transparência e responsabilidade por parte dos membros do STF, especialmente em um momento em que a confiança nas instituições está em baixa.

Reações e implicações

A declaração de Damares gerou reações diversas nas redes sociais, com apoiadores elogiando sua coragem em confrontar Moraes, enquanto críticos a acusam de tentar deslegitimar o trabalho do STF. A tensão entre o Legislativo e o Judiciário pode ter implicações significativas para o futuro da política brasileira, especialmente em relação a temas sensíveis como a liberdade religiosa e os direitos civis.

Essa situação levanta questões sobre a independência do Judiciário e a necessidade de um diálogo construtivo entre os poderes. Para muitos cristãos, a defesa da liberdade religiosa é um tema central, e a atuação do STF pode impactar diretamente a vida das igrejas e dos fiéis em todo o país.

O que esperar

À medida que a situação se desenrola, é provável que a tensão entre Damares e Moraes continue a ser um ponto focal na política brasileira. A senadora, que já se destacou em várias questões relacionadas à fé e à liberdade religiosa, pode intensificar suas críticas e buscar apoio de outros parlamentares que compartilham suas preocupações.

Os próximos passos do STF em relação a essa e outras decisões também serão observados de perto, especialmente por aqueles que se preocupam com a proteção dos direitos civis e a liberdade de expressão no Brasil. A comunidade cristã, em particular, deve estar atenta a como essas dinâmicas políticas podem afetar a liberdade de adoração e a evangelização no país.



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Candidatos à Presidência realizam atos de campanha pelo país

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Os candidatos à Presidência da República tiveram agendas marcadas por encontros com empresários e visitas a centros de inovação. Nos atos de campanha, houve destaque para debates sobre temas como tecnologia e desenvolvimento econômico. Cinco presidenciáveis concentraram suas atividades no estado de São Paulo, o maior colégio eleitoral do país.

Augusto Cury, do Avante, passou o dia em São José do Rio Preto, no interior paulista. Almoçou com o grupo de líderes empresariais Lide e visitou a Fundação Faculdade Regional de Medicina, o Mercado Municipal e o calçadão central. Também esteve na redação do jornal Diário da Região. À noite, participou de um debate sobre saúde mental e intoxicação digital, promovido por uma instituição de ensino.

Flávio Bolsonaro, do PL, cumpriu agenda em São Carlos, também no interior paulista, e foi acompanhado pelo governador Tarcísio de Freitas. Pela manhã, o candidato visitou o centro de inovação Onovolab e, depois, participou de um comício em frente ao Mercado Municipal.

Durante a passagem pela cidade, Flávio defendeu maior aproximação entre universidades e iniciativa privada para reduzir a burocracia e desenvolver soluções tecnológicas, inclusive para prefeituras e outros órgãos públicos. Segundo o candidato, a medida ajudaria a manter no país a mão de obra qualificada.

“É um exemplo a ser seguido aqui em São Carlos, que a gente pretende aplicar para todo mundo, para que os nossos cérebros, nossas mentes brilhantes, fiquem aqui no Brasil, desenvolvam as suas ideias aqui no Brasil e ganhem dinheiro. E essa é a forma que a gente consegue, com a capacitação dessa quantidade toda de boa mão de obra, atrair empresas de todo o mundo para que venham para cá, e não o sentido oposto, com os brasileiros indo para fora atrás de oportunidades.”

Na capital paulista, Romeu Zema, do Novo, gravou entrevista para o Estadão e se reuniu com representantes da União Santa Ifigênia, entidade que representa o setor produtivo da região central. À noite, participou de sabatina presencial nos estúdios da CNN Brasil.

Também na cidade de São Paulo, o candidato à Presidência Ronaldo Caiado, do PSD, participou pela manhã de sabatina para o portal UOL e para o jornal Folha de São Paulo. Na entrevista, defendeu uma reforma no Poder Judiciário com mudanças no processo de escolha dos ministros do Supremo Tribunal Federal, como idade mínima superior a 60 anos, avaliações rigorosas de currículo por instâncias da justiça e quarentenas de quatro anos para o retorno à atividade profissional e de oito anos para atuação política.

“Com isto, nós daremos ao Supremo aquela condição de voltar a ter pessoas que realmente passam ali a ter uma discussão de altíssimo nível do ponto de vista jurídico, da interpretação da Constituição, e não pessoas que são buscadas aí com 35, 40, 45 anos de idade para ficar ali 40 anos pela frente, ou 30 anos, ocupando uma cadeira, sem renovar o Supremo.”

À tarde, Ronaldo Caiado visitou o escritório de engenharia do Google, instalado no Instituto de Pesquisas Tecnológicas. À noite, participou de sabatina da revista Veja.

Rui Costa Pimenta, do PCO, reuniu-se com a direção nacional do partido na capital paulista. No fim do dia, viajou para Belo Horizonte, onde tem compromissos neste sábado (5).

Renan Santos, do Missão, teve agenda em Pernambuco, onde foi recebido por apoiadores no Aeroporto Internacional do Recife. O candidato anunciou propostas econômicas para a região Nordeste, com a criação da “Frente Cidadã” para substituir o Bolsa Família, além de um “cinturão verde” voltado à agricultura e zonas de economia especial próximas aos portos do Recife, de Salvador e de Fortaleza.

“As pessoas estão vivendo numa indústria da pobreza, e os administradores públicos não ligam para isso. A Frente Cidadã vai transformar essa pessoa num trabalhador. E, depois, nós vamos também levar o cinturão verde, com a agricultura, vamos trazer umas zonas econômicas especiais para a gente levar emprego de qualidade, voltado para a exportação, perto das regiões portuárias, tanto aqui no Recife, quanto na região de Salvador, quanto na região de Fortaleza. Isso vai permitir que as pessoas possam migrar para essas regiões.”

Hertz Dias, do PSTU, esteve em Alagoinhas, na Bahia. Pela manhã, concedeu entrevistas a emissoras de rádio locais e fez panfletagem na Central de Abastecimento. À noite, participou de evento para apresentar o programa do partido, no Espaço Cultural Vila D’Lagoinha.

Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, participou, na noite desta sexta-feira (4), de caminhada ao lado do governador do Ceará, Elmano de Freitas, em Juazeiro do Norte, com concentração na Avenida Castelo Branco. O candidato retorna a Brasília ainda nesta sexta.

No Rio de Janeiro, Samara Martins, do UP, dedicou a agenda à gravação de vídeos de campanha.

Em Lisboa, Edmilson Costa, do PCB, manteve compromissos ligados à secretaria-geral do partido.

Clariana Barão, do DC, e Wilson Grassi, do Democrata, não tiveram compromissos públicos de campanha nesta sexta-feira.

Pablo Marçal, do PRTB, também não tem agenda pública. A campanha dele está suspensa de forma cautelar por decisão do TSE.




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