Dolly Parton faleceu na terça-feira, 25 de agosto de 2026, em Nashville, Tennessee, aos 80 anos. A família anunciou a morte em um vídeo publicado nos canais oficiais da artista, afirmando que ela morreu pacificamente.
Legado e carreira
A família descreveu a vida de Parton como uma “vida de strass” e destacou seu legado de “amor, compaixão e resiliência” construído ao longo de uma carreira de sete décadas. A cantora e compositora era conhecida internacionalmente por sucessos como “Jolene” e “9 to 5”, além de ser a fundadora do parque temático Dollywood, localizado nas Montanhas Smoky.
Nos últimos anos, Parton colaborou com artistas cristãos contemporâneos, incluindo o dueto premiado com Grammy There Was Jesus ao lado de Zach Williams e uma versão da canção God Only Knows com a dupla australiana for KING & COUNTRY.
Comunicação da família
A comunicação sobre a morte foi feita pelo sobrinho de Parton, Bryan Seaver, que atuou como seu chefe de segurança por mais de duas décadas. Ele revelou que a artista havia pedido a ele, anos antes, para gravar essa mensagem. “Nossa tristeza está conosco, não com Dolly”, disse Seaver. “Dolly viveu na luz e está nos braços de Jesus, seguramente recebida por Carl, seus pais e incontáveis outros que a assistiram e ansiavam por encontrá-la nos céus”.
Início na música e fé
Dolly Parton nasceu em 19 de janeiro de 1946, sendo uma das 12 crianças de uma família de agricultores no leste do Tennessee. Seu avô materno, Jake Owens, era pregador, e Parton afirmou que começou a cantar na igreja aos 6 anos e a tocar violão logo depois. Em uma entrevista à revista Country Woman, ela relacionou sua educação religiosa à ambição que a acompanhou ao longo da vida. “Crescemos acreditando que através de Deus todas as coisas são possíveis”, afirmou. “Acredito que acreditei tanto nisso que fiz acontecer”.
Sobre as pressões de uma longa carreira, Parton disse que suas convicções a mantiveram estável: “Isso tudo me manteve são. Isso me manteve estável. A crença em Deus é essencial.” Ela também mencionou que sua família a manteve com os pés no chão, sabendo o que era viver sem e o que era ter.
Fé e espiritualidade estavam presentes em sua obra, não apenas nas bordas. Seu primeiro álbum gospel, “The Golden Streets of Glory”, foi lançado em 1971, e sua música sempre refletiu suas crenças.




