Corpo de Juliana foi resgatado após 7 horas de trabalho e foi segurado pelo montanhista. Agam disse ao jornal O Globo que ele e outros membros da equipe de resgate ficaram juntos ao corpo de Juliana a noite toda, à beira de um penhasco, até que a operação fosse retomada pela manhã. “Segurei Juliana para que ela não descesse mais 300 metros. É muito triste”, acrescentou.
Antes, uma vaquinha —com necessidade de transferência internacional— tinha sido aberta com a mediação da tradutora Sinta Stepani. Inicialmente, Agam resistiu a aceitar a ajuda financeira e pediu apenas orações, mas aceitou as colaborações posteriormente. Agora, porém, as doações são concentradas exclusivamente na página Razões para Acreditar.
Agam havia pago a passagem de avião do próprio bolso e reuniu sete amigos para ir até o monte para ajudar no resgate da brasileira, segundo a página. Em vídeos que circulam nas redes sociais, é possível ver o homem escalando o vulcão rumo ao topo, com uma corda amarrada à maca onde estava Juliana.
Montanhista afirmou que sabia do risco de morrer durante o resgate. Ele contou que chovia e caíam pedras na encosta. “Gostaria de ter feito mais, peço desculpas, mas fiz o que pude”, lamentou. Nas redes sociais, Agam compartilha dicas sobre escaladas.
Entenda o caso

noticia por : UOL









