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Waze ganha IA para gerir o app, modo moto e novo controle de voz

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Segundo o Google, o modo “Menos falante” reduz a quantidade de instruções por voz e prioriza mensagens mais curtas. Ainda assim, o usuário continuará recebendo alertas considerados críticos, como avisos sobre perigos, conversões e mudanças de faixa.



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Vai comprar o Chevrolet Sonic? Veja 8 pontos que você precisa saber antes de fechar negócio

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Chevrolet Sonic: vai ter problema na correia? É melhor que os rivais? Veja respostas
A Chevrolet já vendeu mais de 5 mil unidades do Sonic e, por isso, o g1 criou uma lista com detalhes importantes para quem considera comprar o SUV.
É preciso saber como cuidar da nova correia banhada a óleo, conhecer os preços dos acessórios, entender a política de preços promocionais da GM e como o Sonic se comporta ao volante.
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Cara de SUV, alma de hatch
O g1 foi o primeiro veículo de comunicação a testar o Chevrolet Sonic. Na ocasião foi possível perceber em primeira mão que o Sonic tem vários argumentos que fazem dele um SUV, mas que na prática as sensações são de um hatch maior.
O acerto da suspensão é justo e não tem a flutuação comum de carros com suspensão elevada. As imperfeições do solo podem ser percebidas pelo acerto firme, mas sem incomodar. A direção comunica bem e a frente do Sonic é ágil.
Repórter do g1 faz teste do Chevrolet Sonic em concessionária de São Paulo
Carlos Cereijo / g1
A posição de dirigir lembra a do Onix mais do que a do Tracker. O que pode ser um ponto positivo para quem quer comprar o primeiro SUV, mas não gosta da posição alta de dirigir nem do acerto desajeitado de um utilitário esportivo popular.
Por outro lado, o cliente que busca um carro com alma de SUV talvez fique decepcionado. Neste caso, é melhor já pular para alguma configuração do Tracker.
Peças compartilhadas
Uma estratégia adotada por quase todas as montadoras é compartilhar componentes que o consumidor não vê, como câmbio, motor, parte eletrônica e itens de segurança. Em geral, são peças que ficam escondidas sob a carroceria ou atrás dos revestimentos de plástico do automóvel.
Alguns fabricantes também compartilham partes da carroceria para ganhar escala e acelerar o processo de desenvolvimento de novos modelos. Com o Sonic, não é diferente. Portas e vidros, por exemplo, são os mesmos utilizados no Onix.
Chevrolet Sonic RS 2027 tem portas e vidros laterais do Onix.
Divulgação / GM
Essa prática também é adotada por outras montadoras. A Fiat Strada utiliza as portas e para-brisa do Mobi, enquanto o Volkswagen Nivus compartilha as portas com o Polo.
O desafio ao desenvolver um novo carro utilizando peças já existentes é fazer com que esses componentes sejam integrados de forma harmoniosa, sem transmitir a impressão de um projeto remendado.
No caso do Sonic, o resultado parece ter sido positivo, já que, à primeira vista, não é possível perceber rapidamente que essas peças são as mesmas usadas em um modelo bastante comum nas ruas brasileiras.
Medida de porta-malas
Quando o Sonic foi apresentado, a Chevrolet sempre o comparou ao Nivus, embora o posicionamento de preço tenha ficado mais próximo do Tera. O g1 já fez comparativo entre Chevrolet Sonic, Fiat Pulse e Volkswagen Tera.
Com 392 litros de capacidade, ele consegue oferecer um bom uso no dia a dia, mesmo custando menos que o Volkswagen Nivus.
Também é importante observar como as montadoras medem a capacidade do porta-malas. Algumas divulgam o volume em litros, considerando o compartimento totalmente preenchido com líquido. Aproveitando cada frestinha, por menor que seja. Método que não reflete o uso na vida real.
Metodologia VDA para medição de volume de porta-malas reflete melhor o uso real.
Divulgação / Skoda
🔎 Na prática, o método VDA é o mais representativo. Nesse sistema, pequenos blocos de espuma com volume de um litro são acomodados no porta-malas, o que permite medir de forma mais fiel a capacidade de uso do compartimento.
Por isso, ao comparar o volume do porta-malas entre diferentes modelos, vale prestar atenção ao método de medição utilizado. E, claro, nada substitui ver o carro pessoalmente para avaliar o espaço disponível no uso real.
Correia banhada a óleo
O g1 já abordou esse tema no ano passado, quando o Onix recebeu uma atualização para tentar conter as reclamações de clientes que relatavam problemas com o componente. O curioso é que a Chevrolet nunca admitiu oficialmente a existência de um defeito, mas apresentou uma solução.
Antes de explicar as mudanças, é preciso entender o problema:
Segundo a Chevrolet, com o passar do tempo, ou em casos de manutenção inadequada (como falta de troca de óleo, uso de lubrificante fora da especificação, óleo falsificado), a parte traseira da correia, oposta à parte dos dentes, começava a se esfarelar.
Isso acontecia porque o óleo criava um ambiente ácido e reagia com a correia, esfarelando-a.
Esse material podia entupir dutos do motor, provocando falhas, acendimento da luz de injeção e outros problemas que levavam a reparos mais caros.
Correia dentada banhada a óleo da Chevrolet
André Fogaça/g1
De acordo com a GM, esse desgaste era provocado pelo uso de óleo inadequado ou fora das especificações recomendadas. Para resolver a situação, a Chevrolet adotou algumas medidas.
A primeira foi trocar o fornecedor da correia. Segundo a montadora, o novo componente é mais resistente caso o óleo utilizado esteja fora da especificação.
A segunda medida foi reforçar a orientação de que o motor deve utilizar exclusivamente óleo 0W20 com certificação Dexos.
A terceira foi ampliar a garantia da correia para 15 anos. A Chevrolet também reforça que a correia banhada a óleo exige menos manutenção e, desde que todas as revisões sejam feitas corretamente, a substituição do componente só é necessária aos 240 mil quilômetros.
O Chevrolet Sonic utiliza a mesma tecnologia. Segundo a GM, o modelo já sai de fábrica equipado com essa nova correia e deve seguir as mesmas recomendações. Resta saber se essas mudanças serão suficientes para reduzir as reclamações dos clientes.
Preço promocional
Quando o Chevrolet Sonic foi anunciado, o preço inicial era de pouco menos de R$ 129.990 para a versão Premier e de quase R$ 135.990 para a versão RS, a mesma testada pelo g1.
Logo depois, esse valor passou a aparecer com um asterisco no site da montadora. Ao montar o Chevrolet Sonic no configurador, os preços são diferentes: a versão Premier custa R$ 134.990, enquanto a RS chega a R$ 140.990.
Nos termos e condições do preço promocional, é possível verificar que o financiamento precisa ser feito por um banco específico, além da exigência de condições de entrada, parcelas ou da entrega de um veículo na troca.
Portanto, o preço efetivo do Chevrolet Sonic é o que aparece no configurador do site. A condição promocional está em vigor até o dia 31 de julho de 2026.
Chevrolet Sonic 2027
Divulgação / GM
Pedido é diferente de venda
Outro ponto importante envolve a divulgação de “recordes de vendas”. E essa não é uma prática exclusiva da Chevrolet, mas também de outras montadoras.
A GM divulgou que o Sonic alcançou 14 mil pedidos. Isso pode dar a impressão de que a marca vendeu 14 mil unidades do modelo no mês de maio.
No entanto, os números oficiais de vendas divulgados nos relatórios da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) consideram os emplacamentos, ou seja, os veículos efetivamente licenciados.
Ao observar esses dados, não há 14 mil unidades do Sonic emplacadas em maio de 2026. Foram vendidos naquele mês 2.778 Sonic.
O número divulgado pela empresa corresponde às reservas ou intenções de compra feitas pelos consumidores, que podem até ter realizado um pagamento para garantir o veículo ou demonstrar interesse na aquisição.
Pela legislação, porém, a pré-venda tem regras diferentes. Mesmo nessa etapa, ainda existe a possibilidade de desistência por parte do cliente, com devolução do valor pago, conforme as condições previstas em contrato.
A reportagem do g1 entrou em contato com o Procon de São Paulo para entender a prática das campanhas de pré-vendas das montadoras. Segundo a entidade, a pré-venda pode ser equiparada a um pré-contrato entre as partes: fornecedor e consumidor.
Ali são estabelecidas todas as regras e condições daquela contratação, como valores e formas de pagamento, datas e prazos, características do objeto da transação, condições para desistência, entre outras especificidades.
Especificamente quanto às compras de carro feitas fora da concessionária física (como internet ou plataformas digitais), o Código de Defesa do Consumidor prevê a possibilidade de desistência da compra em até sete dias, a contar da data da aquisição ou do recebimento do produto. Nesses casos, os valores pagos pelo consumidor deverão ser devolvidos.
Por isso, quando montadoras divulgam recordes, o que está sendo informado são recordes de pedidos ou de intenções de compra, e não de veículos efetivamente emplacados naquele momento.
Preço dos acessórios
A Chevrolet estreou no Sonic o desenho da sua nova “gravatinha”. E o SUV também trouxe a novidade do logo iluminado na grade dianteira.
O item chama a atenção, mas não vem de série em nenhuma das versões. É preciso desembolsar R$ 800. Os adesivos em preto e vermelho nos para-lamas são mais R$ 698.
Para seguir essa identidade nas rodas o preço é de R$ 390. No para-choque dianteiro, os filetes custam R$ 850.
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Quem gostou da iluminação customizável em LED para cabine vai precisar desembolsar R$ 1.163. Soleiras de porta com o logo Sonic custam mais R$ 447.
O departamento de cores, assim como outras marcas, também tem valores diferentes. Na versão Premier, a cor de série é o azul. Já o branco custa R$ 950 e prata, cinza, preto e vermelho custam R$ 1.800.
No Sonic RS, a cor que vem sem custo é a preta. Por R$ 950 dá para levar a carroceria em branco. Pelas cores vermelho e cinza, a GM pede R$ 1.800.
Promoção na conectividade
O Sonic tem uma nova configuração dos serviços conectados da Chevrolet. Os modelos equipados com o sistema OnStar passam a sair de fábrica com o plano Basics incluído por oito anos.
Entre as funções disponíveis estão o acesso ao aplicativo myChevrolet, diagnósticos remotos, localização do veículo e comandos à distância, como travar e destravar as portas ou ligar o motor antes da viagem para climatizar a cabine.
Quem quiser ampliar os recursos pode contratar o plano OnStar Protect, que acrescenta atendimento de segurança e emergência 24 horas. A promoção de gratuidade vale por 1 mês e tem mais dois meses após registro de cartão de crédito.
O sistema OnStar Protect reúne outras funcionalidades. Em caso de acidente, por exemplo, os sensores do carro podem acionar automaticamente a central OnStar. A equipe tenta contato com os ocupantes e, quando necessário, encaminha o chamado aos serviços públicos de emergência.
Outro recurso disponível é o assistente de recuperação veicular, que auxilia na localização do automóvel em casos de roubo ou furto. Todas essas funções atuam em conjunto com os demais sistemas eletrônicos do veículo.
Em julho de 2026, os preços mensais do OnStar são R$ 104,90 pelo pacote Connect e R$ 124,90 pelo pacote Protect. O combo com os dois planos, chamado de Protect&Connect sai por R$ 149,90.



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Empreendedorismo jovem cresce no Brasil; o que leva ao sucesso?

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O crescimento do empreendedorismo jovem é uma notícia positiva para a economia. No entanto, para que esses 4,9 milhões de brasileiros gerem riqueza real, é preciso ir além do CNPJ. A ciência mostra que a combinação de educação superior, experiência de mercado e gestão do design é um dos caminhos que separam uma ideia passageira de um negócio escalável.



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IA não provoca ‘queda generalizada’ do emprego, diz OCDE

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“Embora a IA esteja modificando as competências que as empresas procuram e, claramente, tenha impacto sobre a demanda, por enquanto não está enfraquecendo as perspectivas de emprego nem para os jovens nem para os trabalhadores em geral. A IA está transformando o trabalho, mais do que reduzindo-o”, afirmou.



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Como alunas de escola pública criaram negócio para combater a pobreza menstrual no RS

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Alunas produzem absorventes para distribuir kits contra a pobreza menstrual
Na biblioteca de uma escola municipal na periferia de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, um grupo de adolescentes decidiu transformar uma conversa antes cercada de vergonha em acolhimento, informação e impacto social.
Foi ali que nasceu o coletivo “Garotas de Vermelho”, criado por estudantes da Escola Municipal Saint Hilaire para combater a pobreza menstrual e abrir espaço para debates sobre saúde, violência e dignidade feminina.
A iniciativa surgiu depois que as próprias meninas perceberam que muitas colegas não tinham acesso a absorventes ou sequer conseguiam falar sobre menstruação dentro de casa e na escola.
“A menstruação era um assunto escondido”, conta a estudante Joana Souza, uma das criadoras do projeto.
Como alunas de escola pública usam empreendedorismo contra pobreza menstrual no RS
Reprodução/PEGN
Além de rodas de conversa, o coletivo distribui itens de saúde menstrual para meninas em situação de vulnerabilidade. O grupo também criou kits com absorventes reutilizáveis e bolsas térmicas. A lógica é simples: cada kit vendido ajuda a financiar outro que será doado gratuitamente.
Com ações educativas voltadas para crianças e adolescentes, o projeto já passou por mais de 30 escolas da capital gaúcha e se tornou referência em debates sobre dignidade menstrual e prevenção à violência sexual.
As conversas acontecem de “menina para menina”, o que, segundo as estudantes, faz com que as participantes se sintam mais seguras para compartilhar experiências e dúvidas.
O impacto da iniciativa levou o grupo a conquistar destaque nacional no Desafio Liga Jovem, competição de empreendedorismo voltada para estudantes.
Como alunas de escola pública usam empreendedorismo contra pobreza menstrual no RS
Reprodução/PEGN
A experiência abriu portas para mentorias, eventos e até uma viagem para Madri, onde as adolescentes apresentaram o projeto em espaços de inovação.
Hoje, o sonho das jovens é ampliar o alcance da iniciativa para que mais meninas tenham acesso a itens básicos de saúde menstrual e informação sobre o próprio corpo.
“A educação empreendedora contribui para a transformação social”, afirma a professora Maria Gabriela de Souza, orientadora do projeto.
Coletivo Luisa Marques
📸 Instagram: https://www.instagram.com/coletivoluisamarques/
📸 Instagram: https://www.instagram.com/garotasde_vermelho/



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Empresários de EUA e Brasil defendem ampliar comércio em áreas como data centers, automóveis e minerais

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Nesta semana, o órgão abriu a fase de audiências públicas da investigação, reunindo representantes de associações empresariais brasileiras e americanas dos setores de café, arroz, açúcar, etanol de milho, ferro-gusa, rochas ornamentais, madeira, papel, calçados, mel e propriedade intelectual.



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PSOL barra candidatura de pastor a deputado federal; Jefferson Barros promete recorrer na Justiça Eleitoral

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PSOL barra candidatura de pastor a deputado federal; Jefferson Barros promete recorrer na Justiça Eleitoral

O diretório estadual do PSOL decidiu barrar a candidatura do pastor Jefferson Barros a deputado federal. O pastor afirmou que recorrerá à direção nacional do partido, e se preciso, irá ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Eu sou pastor, tenho ideologia socialista e por isso me filiei ao PSOL. Se precisar, entro com recurso no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e até com mandado de segurança para poder ser candidato pelo partido”, disse Jefferson Barros, rebatendo o argumento dos colegas de partido que alegaram que a ideologia do pastor não seria a mesma da legenda.

O imbróglio envolvendo a candidatura de Jefferson Barros começou quando os rumores de que o pastor seria um aliado de Silas Malafaia se espalharam pelo partido. Jean Wyllys teria ameaçado não se candidatar à reeleição caso o PSOL autorizasse a candidatura do pastor, pois ele faria parte de uma estratégia que visava derrotá-lo nas urnas e assim, tomar sua vaga na Câmara dos Deputados.

A deputada estadual Janira Rocha afirmou, segundo informações do jornal O Globo, que o real motivo do veto à candidatura do pastor seria intolerância religiosa contra evangélicos, já que Barros é membro de Assembleia de Deus: “Já entramos com recurso na executiva nacional do partido já que a estadual não nos deu direito de defesa. Acho lamentável porque eles estão divulgando informações falsas a respeito do Jeferson, que inclusive já escreveu uma carta pública em defesa dos direitos civis. O problema é que ainda existe um preconceito muito grande dentro do partido com as religiões neopentecostais, que no geral são bastante conservadoras. Mas existem posições progressistas e acho que o partido perde a chance de mostrar que é tolerante”.

Chico Alencar, o deputado mais votado do PSOL nas eleições de 2010 e que, a reboque, elegeu Jean Wyllys, negou que tenha havido preconceito dos membros do partido contra Barros: “Acho que essa discussão é um exercício de democracia interna. O direito ao contraditório foi garantido. E acho que se ficar no partido Barros terá que acumular posturas e práticas que mostrem que ele defende os mesmos princípios que o PSOL sempre defendeu e não está ligado a setores da política tradicional”.

O artigo PSOL barra candidatura de pastor a deputado federal; Jefferson Barros promete recorrer na Justiça Eleitoral foi publicado originalmente em Gospelmais.



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Prêmio iCS de Economia & Clima abre inscrições na segunda-feira

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A partir de segunda-feira (13) estarão abertas as inscrições para a segunda edição do Prêmio iCS de Economia & Clima, uma iniciativa do Hub de Economia & Clima do Instituto Clima e Sociedade em parceria com a Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia (Anpec).

O prêmio reconhece estudos científicos sobre os impactos das mudanças climáticas na economia brasileira e sobre os caminhos para uma transição mais sustentável e alinhada aos desafios climáticos.

Podem concorrer pesquisadores com título de doutorado e que tenham publicado estudos entre maio de 2024 e maio de 2026 em periódicos científicos nacionais e internacionais classificados entre A1 e B2 no Qualis-Capes , além de artigos apresentados em seminários da Anpec.

Segundo os organizadores, os trabalhos inscritos devem abordar temas prioritários na interface entre economia e clima, como impactos macroeconômicos das mudanças climáticas, custos econômicos e sociais da inação climática e políticas fiscais e incentivos econômicos relacionados à agenda ambiental.

Os três melhores trabalhos serão premiados em dinheiro: R$ 20 mil para o primeiro colocado, R$ 10 mil para o segundo e R$ 5 mil para o terceiro colocado.

Os trabalhos serão avaliados por uma comissão de especialistas que vão analisar a relevância macroeconômica, a qualidade metodológica, a clareza e o potencial impacto para políticas públicas. O resultado será divulgado em novembro.

As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas até o dia 18 de setembro por meio do site do Hub de Economia e Clima.




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STF bloqueia R$ 6 milhões de Eduardo Cunha por indicação de emendas

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou, no último dia 6 de julho, o bloqueio de R$ R$ 6.150.378 do ex-deputado federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (Republicanos-MG).

A decisão foi motivada por suspeita de direcionamento de pelo menos 21 emendas parlamentares da Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados, mesmo sem mandato eletivo. A destinação de emendas é uma prerrogativa de parlamentares em exercício.

A decisão se tornou pública neste domingo (12), após o levantamento do sigilo judicial.

“Das pesquisas realizadas, foram identificadas pelo menos 21 emendas parlamentares, num total de R$ 6,15 milhões, que foram empenhadas e pagas e que, nesse cenário, foram forjadamente documentadas para escamotear o verdadeiro solicitante da indicação”, disse o ministro do STF.

Em nota enviada à imprensa, a defesa do ex-deputado negou irregularidades e disse rejeitar a tentativa de equiparar automaticamente a legítima interlocução política ao exercício clandestino de mandato parlamentar. 

Os advogados afirmam que o ex-parlamentar não foi ouvido nem intimado nesse processo, e que tomou conhecimento da decisão pela imprensa.

Direcionamento de emendas

O ministro relator da Petição nº 16.290/DF também reconheceu a conexão entre o encaminhamento de recursos públicos para Minas Gerais pelo ex-presidente da Câmara e os fatos investigados na primeira etapa da “Operação Transparência”.

A investigação bloqueou R$ 119 milhões do presidente do Partido Liberal (PL), o ex-deputado federal Valdemar Costa Neto, por indicação irregular de emendas parlamentares.

Durante a “Operação Transparência”, a Polícia Federal (PF) identificou, a partir da análise do aparelho celular da servidora da Câmara dos Deputados Mariangela Fialek, mensagens e planilhas que indicam um esquema de direcionamento de emendas comandado pelo ex-deputado Eduardo Cunha. O político não exerce mandato no Congresso desde que teve seu mandato cassado em setembro de 2016 e foi preso pela Operação Lava Jato.

Dino detalhou que Fialek, apelidada de Tuca, é investigada por ser “a responsável pela organização e encaminhamento das emendas do que se convencionou chamar de orçamento secreto”. O ministro ainda aponta que o orçamento secreto é popularmente reconhecido como uma forma indiscriminada de distribuição de recursos públicos.

Na decisão, Flávio Dino cita o comprometimento da integridade do sistema de emendas, com a grave distorção da destinação de recursos. “Fala-se de um espaço aberto para pagamentos motivados por interesses privados ou eleitorais, e não por critérios técnicos ou parlamentares.”

Crime de peculato

Segundo Flávio Dino, o direcionamento de orçamento público a partir da “atribuição artificial de status decisório a pessoa estranha à função formal” configura o cometimento de crime de peculato-desvio (Art. 312 do Código Penal).

O peculato é caracterizado quando um funcionário público prejudica a própria administração pública ao desviar valor ou qualquer bem de que tem a posse em razão do cargo, ainda que não haja enriquecimento pessoal direto e imediato do servidor executor.

“Não restam dúvidas de que as ações ora investigadas causaram prejuízo ao erário, no ponto em que emendas representativas de mais de R$ 6,1 milhões foram forjadamente encaminhadas e desviadas”.

“O fato de que um terceiro não atuante no parlamento brasileiro tinha o poder e a ingerência sobre o direcionamento do orçamento público é gravíssimo e materializa o que de mais nefasto há em termos de desvios envolvendo o tema do orçamento secreto”,  frisou o ministro Dino nos autos.

Demais medidas

Para tornar indisponíveis todos os bens do investigado, até o valor total do prejuízo estimado (R$ 6.150.378), Flávio Dino determinou uso do Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (Sisbajud), da ferramenta Restrições Judiciais sobre Veículos Automotores (Renajud) e do cadastro da Central Nacional de Indisponibilidade de Bens (Cnib).

Além de decretar o bloqueio e sequestro de ativos financeiros e patrimoniais do ex-parlamentar, o ministro suspendeu imediatamente a execução de todas as despesas públicas associadas às emendas sob suspeita, impedindo novos empenhos, liquidações ou pagamentos.

Dino também intimou a Câmara dos Deputados, a Advocacia Geral da União (AGU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) a cumprirem a ordem.

A AGU deve comunicar formalmente os municípios beneficiários afetados, em até dez dias.

Já o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos – PB) terá que, em dez dias, apresentar os documentos que comprovem a tramitação interna, de modo individualizado, das emendas identificadas pela Polícia Federal.

No mesmo prazo, a Câmara dos Deputados, a Advocacia Geral da União (AGU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) devem informar as providências adotadas para o cumprimento desta decisão.



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Discursos machistas, ódio às mulheres e culto à dominação: entenda o que é a 'machosfera' e como ela influencia uma geração de adolescentes

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Globo Repórter: Masculinidades – 10.07.2026
Um universo de comunidades e perfis nas redes sociais que propagam discursos de ódio contra mulheres, defendem a submissão feminina e incentivam uma masculinidade baseada na dominação e na violência. Esse é o foco do Globo Repórter desta sexta-feira (10), que investiga a chamada machosfera e mostra como esse movimento tem alcançado adolescentes cada vez mais jovens.
Também conhecido por termos como “red pill”, em referência ao filme Matrix, o movimento reúne influenciadores e criadores de conteúdo que afirmam que homens estariam perdendo espaço para as mulheres e defendem a retomada de um suposto papel de superioridade masculina. Nas redes, esse discurso aparece em vídeos, memes, cursos e publicações que acumulam bilhões de visualizações.
Veja a íntegra do programa no vídeo acima.
O avanço da violência entre adolescentes
A reportagem teve acesso exclusivo a um levantamento inédito da Vara da Infância e da Juventude do Rio de Janeiro que aponta um crescimento de 600% nos casos de violência de gênero praticada por adolescentes entre 2019 e 2025. Além do aumento dos registros, a idade dos agressores também caiu: casos envolvendo meninos de 12 e 13 anos passaram a fazer parte da rotina da Justiça.
Diante da gravidade das ocorrências, medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha, antes mais comuns em casos envolvendo adultos, passaram a ser aplicadas com frequência crescente também contra adolescentes.
Lenvantamento inédito mostra crescimento de 600% nos casos de violência de gênero praticada por adolescentes
Reprodução/TV Globo
A indústria da machosfera
As mensagens disseminadas pela machosfera também viraram objeto de estudo na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Uma pesquisa analisou 76 mil vídeos distribuídos em mais de 7 mil canais, que somam mais de 4 bilhões de visualizações e 23 milhões de comentários.
Segundo os pesquisadores, parte desse conteúdo relativiza a violência contra mulheres, incentiva a misoginia e transformou o discurso de ódio em um mercado altamente lucrativo. A monetização ocorre tanto para produtores de conteúdo quanto para as plataformas digitais, impulsionada pelos algoritmos e pelo alto engajamento dos vídeos.
Machosfera: fenômeno vira objeto de estudo na Universidade Federal do Rio de Janeiro
Reprodução/TV Globo
Como combater o problema
Além de mostrar os riscos, o Globo Repórter apresenta iniciativas que buscam enfrentar o avanço da machosfera. Em escolas, estudantes participam de comitês de combate à misoginia e discutem novas formas de masculinidade, baseadas no respeito e na igualdade de gênero.
Psicólogos, educadores e pesquisadores defendem que o diálogo dentro de casa e nas escolas é uma das principais ferramentas para impedir que adolescentes sejam capturados por esse tipo de conteúdo e para construir relações mais saudáveis entre homens e mulheres.
Globo Repórter apresenta iniciativas que buscam enfrentar o avanço da machosfera
Reprodução/TV Globo
Confira as últimas reportagens do Globo Repórter:



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