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Outubro: um mês de vigilância e oração para os cristãos

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O mês de outubro se aproxima e, com ele, um chamado à vigilância e à oração por parte da comunidade cristã. Em um artigo recente, Marco Feliciano reflete sobre a importância desse período, que é observado por muitos como um tempo de preparação espiritual.

Contexto do mês de outubro

Tradicionalmente, outubro é um mês que carrega significados profundos para os cristãos. É um tempo em que muitos se dedicam a intensificar suas práticas de oração e jejum, buscando uma conexão mais profunda com Deus. A reflexão sobre a fé e a missão é especialmente relevante neste período, considerando os desafios enfrentados pela igreja e pelos cristãos ao redor do mundo.

O que está em jogo

Feliciano menciona que, em meio a um cenário global repleto de incertezas, é essencial que os cristãos estejam atentos às necessidades da igreja perseguida e dos missionários que atuam em regiões de risco. “Precisamos orar e agir em favor daqueles que não têm liberdade para professar sua fé”, destaca o autor. Essa chamada à ação é um lembrete de que a evangelização e o apoio aos irmãos em Cristo são fundamentais para o fortalecimento da fé.

Reações da comunidade cristã

A mensagem de Feliciano ressoou entre muitos líderes e membros da comunidade evangélica. Há um consenso de que a oração é vital, não apenas para o fortalecimento espiritual individual, mas também para a intercessão em favor dos que sofrem por causa de sua fé. Igrejas em todo o Brasil estão se mobilizando para promover eventos de oração, cultos especiais e campanhas de arrecadação para apoiar missionários e a igreja perseguida.

“É hora de nos unirmos em oração e ação, buscando a Deus por aqueles que enfrentam perseguições e dificuldades”, afirmou um pastor local.

— Pastor João da Silva

O que esperar para outubro

À medida que outubro se aproxima, as expectativas são altas. Muitos acreditam que este mês pode ser um divisor de águas para a comunidade cristã, trazendo renovação espiritual e um compromisso renovado com a evangelização. A união em oração e a busca por estratégias eficazes para apoiar a igreja em situações adversas serão fundamentais.

30%dos cristãos no Brasil planejam intensificar suas práticas de oração em outubro.

Além disso, eventos e conferências estão sendo organizados para discutir a importância da oração e como os cristãos podem se envolver mais ativamente na missão de Cristo. O mês de outubro, portanto, não é apenas um tempo de reflexão, mas também uma oportunidade para ação prática em prol do Evangelho.



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Aeronaves, óleo, café e carne estão fora do tarifaço imposto pelos EUA

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Itens de aviação civil, petróleo, carne bovina e café, que juntos responderam por um terço da pauta de exportações do Brasil para os Estados Unidos, no primeiro semestre deste ano, não estão sujeitos ao tarifaço imposto por aquele país aos produtos brasileiros.

Nesta quarta-feira (15), o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) impôs uma sobretaxa de 25% sobre vários produtos provenientes do Brasil. Também estão isentos da cobrança extra produtos como celulose, minério de ferro, ferro-gusa, laranja e suco de laranja.

Por outro lado, alguns setores não conseguiram se livrar da taxação, como ferro e aço, vestuário, calçados, açúcar, etanol, produtos farmacêuticos, maquinário agrícola, máquinas elétricas não voltadas ao setor de aviação, além de outros produtos manufaturados.

As isenções foram estabelecidas pelos Estados Unidos para aqueles produtos brasileiros que não são produzidos internamente por lá em quantidade suficiente ou a preços razoáveis, evitando assim escassez de determinados produtos no mercado consumidor e perturbações na economia daquele país.

Tarifaço

As tarifas de 25% foram anunciadas nesta quarta-feira (15) e devem entrar em vigor no próximo dia 22, depois de uma investigação do USTR.

O USTR justificou suas taxas dizendo que certas práticas adotadas pelo Brasil eram descabidas e oneravam ou restringiam o comércio de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores estadunidenses.

Já o governo brasileiro repudiou as novas tarifas, disse que não reconhece a legitimidade da investigação do USTR e acrescentou que não há justificativa para essas medidas.

O Brasil informou ainda que “iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC [Organização Mundial do Comércio]”.



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Caiado critica Lula e Flávio Bolsonaro após anúncio de novo tarifaço pelos EUA

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“O que está em jogo por trás do tarifaço dos EUA é que setores inteiros podem quebrar. Não é conversa fiada. É a conta mesmo que não fecha, com 25% a mais de tarifa, que pode chegar a 37,5% somada a outras sobretaxas em análise, indústria, agro e serviços digitais brasileiros perdem competitividade da noite pro dia. Fábrica fechada é gente na rua. Produtor endividado é cidade inteira sufocada”, escreveu.



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Parlamento Europeu pede proteção a meninas cristãs no Paquistão

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Em um apelo urgente, membros do Parlamento Europeu e defensores dos direitos humanos solicitaram ao governo do Paquistão que implemente medidas mais rigorosas para proteger meninas cristãs e hindus, frequentemente vítimas de conversões forçadas ao Islã e casamentos arranjados. A situação das minorias religiosas no país tem gerado preocupação internacional.

Contexto das minorias religiosas no Paquistão

O Paquistão é um país onde a liberdade religiosa enfrenta sérios desafios, especialmente para as minorias cristãs e hindus. Muitas meninas dessas comunidades são sequestradas, forçadas a se converter ao Islã e casadas com seus sequestradores. Essas práticas não apenas violam os direitos humanos, mas também desmantelam a estrutura familiar e a fé dessas jovens.

O que aconteceu

Na terça-feira, 14 de julho de 2026, durante uma sessão do Parlamento Europeu, foi apresentado um relatório que destaca a necessidade urgente de proteção para essas meninas vulneráveis. O documento enfatiza que o governo paquistanês deve adotar medidas eficazes para prevenir essas conversões forçadas e garantir a segurança das minorias religiosas.

As estatísticas sobre o número de meninas sequestradas e forçadas a se converter são alarmantes. Organizações de direitos humanos relatam que centenas de casos ocorrem anualmente, mas muitos permanecem sem investigação ou punição. O Parlamento Europeu, ao abordar essa questão, busca chamar a atenção para a grave violação dos direitos humanos que acontece no Paquistão.

Reações e apoio internacional

O apelo do Parlamento Europeu foi bem recebido por diversas organizações de direitos humanos e grupos de defesa da liberdade religiosa. Líderes cristãos ao redor do mundo expressaram seu apoio, ressaltando a importância de proteger as meninas e garantir que possam viver sua fé livremente.

Além disso, a comunidade internacional tem pressionado o Paquistão a cumprir suas obrigações de direitos humanos, conforme estipulado em tratados internacionais dos quais o país é signatário. A pressão externa pode ser um fator crucial para a implementação de mudanças significativas nas políticas de proteção às minorias religiosas.

O que esperar no futuro

Com o crescente apoio internacional e a pressão do Parlamento Europeu, espera-se que o governo paquistanês comece a adotar medidas mais eficazes para proteger as meninas de minorias religiosas. A implementação de leis que proíbam as conversões forçadas e garantam a segurança das vítimas é uma necessidade urgente.

Além disso, a conscientização sobre a situação das minorias religiosas no Paquistão deve ser ampliada, tanto dentro do país quanto no exterior. A mobilização de igrejas e organizações cristãs pode ajudar a criar uma rede de apoio para essas meninas, promovendo sua proteção e restabelecendo suas liberdades religiosas.



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SUS adquire tecnologia para produzir principal remédio contra o HIV

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu a transferência de tecnologia para produzir o principal remédio utilizado para o tratamento do HIV no Brasil, o antiretroviral dolutegravir, que é distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, mais de 770 mil pessoas vivendo com HIV fazem uso do medicamento no país.

O medicamento foi desenvolvido pela ViiV Healthcare, empresa de pesquisa para prevenção e tratamento para HIV pertencente à biofarmacêutica GSK. Em 2020, ambas assinaram um contrato com o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fiocruz para nacionalizar progressivamente a produção do remédio e distribuí-lo ao SUS.

Desde então, Farmanguinhos vem realizando investimentos para adaptar sua planta fabril, adquirir novos equipamentos, capacitar seus profissionais e promover estruturação técnica, regulatória e operacional para garantir a internalização da produção. Este processo acaba de ser concluído, e o início do fornecimento ao SUS depende apenas da liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Desde 2022, o instituto da Fiocruz já faz a distribuição para o SUS dos remédios produzidos em fábricas da GSK. Mais de 739 milhões de cápsulas já foram fornecidas para a saúde pública desta forma. Em 2025, Farmanguinhos também assumiu as análises laboratoriais de controle de qualidade do medicamento.

Três lotes do remédio já foram fabricados e validados pelo instituto e poderão ser distribuídos para o SUS, assim que a liberação da Anvisa for expedida. Paralelamente, o instituto trabalha na validação da metologia analítica do ingrediente farmacêutico ativo.

O acordo de transferência de tecnologia inclui mais uma etapa: a internalização da produção do dolutegravir em combinação com outra substância, a lamivudina. Esse formato também é distribuído pelo SUS. A expectativa é que essa produção comece a ser feita por Farmaguinhos no ano que vem.

Medicamento recomendado pela OMS

Dolutegravir é um dos principais medicamentos utilizados no tratamento para HIV em todo o mundo. Ele age inibindo a enzima integrase, o que impede a replicação do vírus dentro das células de defesa do organismo. Além de ser altamente eficaz, reduzindo a carga viral a níveis indetectáveis, ele melhora a imunidade e impede a progressão para a AIDS, com poucos efeitos colaterais.

Em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a recomendar o medicamento como opção preferencial para tratamento de primeira e segunda linha em todas as populações, incluindo mulheres grávidas e pessoas com potencial para engravidar.



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Inscrições para Fies terminam nesta sexta-feira

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Encerram nesta sexta-feira (17) as inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil do segundo semestre de 2026. Os estudantes em participar do processo seletivo devem acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

O Fies financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas avaliadas positivamente no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) do Ministério da Educação.

O programa beneficia prioritariamente estudantes que não tenham concluído o ensino superior e que não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.

Vagas

Ao todo, o MEC oferece mais de 112 mil vagas para o Fies em 2026, considerando as oportunidades do primeiro e do segundo semestre, sendo 67.301 vagas no primeiro, e 44.867 no segundo.

Além das vagas do segundo semestre, o MEC ainda ofertará todas as vagas eventualmente não ocupadas até o limite do total definido para este ano.

Regras de carência

Uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou regras de carência apresentadas anteriormente. Pela norma anterior, a carência abrangia tanto o principal quanto os juros da dívida e era vedada a capitalização desses juros.

Com a Resolução CMN nº 5.328, a carência passou a valer apenas para o principal, e os juros que não forem pagos nesse período podem ser incorporados ao saldo devedor.

A nova resolução manteve os prazos máximos de financiamento para beneficiários adimplentes do Fies – até 60 meses para pessoas físicas e até 96 meses para pessoas jurídicas.

Quem pode se inscrever

Os candidatos devem atender aos requisitos estabelecidos no novo edital:

– ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010;

– ter obtido média igual ou maior que 450 pontos considerando as cinco provas;

– não ter tirado nota zero na prova de redação;

– ter renda bruta familiar mensal per capita de até três salários mínimos (R$ 4.863, em 2026).

Os candidatos que participaram do Enem na condição de “treineiro” não podem se inscrever no Fies.

Fies Social

O processo seletivo do Fies inclui a reserva de 50% das vagas para estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 810,50, em 2026) e com inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

Os pré-selecionados para as vagas do Fies Social poderão solicitar a contratação do financiamento integral, cobrindo todos os encargos educacionais.

Estes estudantes pré-selecionados com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa, inscritos nas vagas do Fies Social, estão dispensados de comprovar a renda familiar diretamente na instituição privada de ensino superior.

Mesmo assim, deverão comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da respectiva faculdade privada para validar as demais informações prestadas no momento da inscrição.

Cronograma

– inscrições: de 14 a 17 de julho;

– resultado: 30 de julho;

– complementação das inscrições: de 31 de julho a 4 de agosto;

– lista de espera: de 7 a 24 de setembro.

 




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'Latino-americano frustrado', 'passa pano para Maduro': relembre as trocas de farpas entre Lula e Marco Rubio

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Tarifaço: EUA confirmam cobrança de 25% sobre produtos brasileiros
Após os Estados Unidos confirmarem a aplicação de tarifas 25% sobre produtos brasileiros, o secretário de Estado dos Estados Unidos indicou que a motivação da medida é política. Nas redes sociais, Marco Rubio disse que as políticas econômicas do governo de Lula são “ruins para os americanos e ruins para os brasileiros”.
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Em publicação nas redes sociais, Rubio também acusou Lula de não negociar de boa-fé com os Estados Unidos.
“Para que não haja confusão sobre o motivo: o presidente Lula e seu governo não negociariam com os EUA de boa-fé”, escreveu o secretário. Rubio também disse achara que o presidente brasileiro colocou “o próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro” e que “as tarifas são o preço por isso”.
Secretário de estado dos Estados Unidos deixa claro que as motivações do tarifaço partem de uma análise política.
Reprodução / X
👉 As declarações reforçam a leitura, já defendida por integrantes do governo brasileiro, de que a decisão tem um componente político. No entanto, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), órgão responsável pela investigação que resultou no tarifaço, rejeitou o argumento.
Em entrevista coletiva após a divulgação da medida, uma autoridade do USTR negou que a sobretaxa tenha sido motivada por divergências políticas com o governo Lula.
“Eu rejeito isso totalmente. Não se trata de gostar ou não das decisões políticas de outro país”, respondeu o representante americano ao ser questionado pela TV Globo sobre o caráter político da decisão.
Ainda de acordo com a autoridade, as conversas com o governo brasileiro permaneceram abertas durante todo o processo e ocorreram em tom cordial.
“Temos conversas bastante cordiais com nossos interlocutores brasileiros. Na verdade, são as únicas pessoas com quem converso. Não estou mantendo discussões com outras pessoas no Brasil”, afirmou.
O governo brasileiro alegou que o Brasil manteve diálogo com o governo de Donald Trump e fez várias tentativas de reuniões para evitar o tarifaço.
Em maio de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos EUA, Donald Trump, reuniram-se na Casa Branca para debater a agenda comercial. Dias após o encontro, o Representante Comercial dos Estados Unidos realizou uma reunião virtual com o Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do Brasil, Márcio Fernando Elias Rosa.
Em julho, durante as audiências do USTR para discutir se aplicaria o tarifaço ao Brasil, o governo brasileiro enviou representantes aos encontros.
USTR detalha críticas ao Brasil após anúncio da tarifa
Professora do Insper analisa os efeitos do novo tarifaço na economia brasileira
O USTR divulgou nas redes sociais uma longa lista de argumentos para justificar a medida. Segundo o órgão, o Brasil adota há décadas práticas que prejudicam empresas americanas, favorecem produtores brasileiros e restringem o acesso de exportadores dos EUA ao mercado brasileiro.
Entre as críticas apresentadas estão o desmatamento ilegal na Amazônia, decisões judiciais envolvendo plataformas digitais americanas, tarifas preferenciais concedidas a países como México e Índia, falhas na proteção da propriedade intelectual, dificuldades de acesso ao mercado brasileiro de etanol e o funcionamento do sistema de pagamentos PIX.
Na área ambiental, o órgão afirmou que a exploração ilegal de madeira na Amazônia contribui para reduzir os preços internacionais do produto e prejudica a competitividade da indústria madeireira americana. O USTR também alegou que algumas esferas de governo no Brasil têm reduzido incentivos voltados ao combate ao desmatamento.
Entidades do setor industrial demonstram preocupação com novo tarifaço
Em relação ao comércio digital, os americanos criticaram decisões de tribunais brasileiros que determinaram a remoção de conteúdos de plataformas como X, Meta e Google, além da suspensão de contas e da aplicação de multas em caso de descumprimento das ordens judiciais.
O governo americano também afirma que o Brasil oferece tratamento tarifário preferencial a países como México e Índia em centenas de produtos, com alíquotas inferiores às aplicadas aos exportadores dos Estados Unidos.
Outro ponto citado foi a proteção à propriedade intelectual. O USTR lembra que o Brasil permanece desde 2007 na chamada “Watch List” do relatório Special 301, documento anual que monitora países considerados problemáticos na proteção de patentes, marcas e direitos autorais.
Ameaça de novas medidas em caso de retaliação
O representante do USTR também afirmou que Washington continua disposto a negociar, mas indicou que eventuais medidas de retaliação por parte do Brasil poderiam provocar novas respostas dos Estados Unidos.
“Continuamos abertos ao diálogo. Creio que, se houver retaliação, seremos solicitados a possivelmente modificar nossa ação para contrapor essa retaliação”, disse.
Apesar do alerta, ele afirmou que não espera uma resposta comercial do governo brasileiro.
“Não prevejo retaliação. Se o Brasil optar por isso, provavelmente haverá novas medidas da nossa parte.”
Lula e Trump se encontraram pela última vez na Casa Branca em maio
Ricardo Stuckert / PR
Governo dos EUA diz que foco são práticas comerciais
Questionado sobre o fato de os Estados Unidos manterem superávit comercial na relação bilateral com o Brasil, o representante do USTR disse que esse aspecto não foi central para a investigação.
Segundo ele, o foco esteve em temas considerados problemáticos pelos americanos, como propriedade intelectual, combate à corrupção, desmatamento ilegal, acesso ao mercado de etanol e regras aplicadas a serviços digitais.
“Quanto ao superávit relacionado à nossa relação comercial, para ser sincero, se resolvêssemos essas outras questões, provavelmente teríamos um superávit maior com o Brasil”, afirmou.
Etanol e PIX seguem entre os principais pontos de atrito
A autoridade americana também detalhou quais mudanças Washington espera ver do lado brasileiro.
Um dos temas destacados foi o acesso de produtores americanos ao mercado de etanol. Segundo o representante, os EUA defendem tratamento equivalente ao concedido pelo Brasil a outros parceiros comerciais.
Com a disparada do petróleo, governo aprova aumento da mistura de etanol na gasolina
Jornal Nacional/ Reprodução
“Eles possuem acordos tarifários preferenciais com a Índia e o México, e gostaríamos de ter esse mesmo tipo de acesso”, afirmou.
O argumento também foi reforçado pelo USTR nas redes sociais. Segundo o órgão, o Brasil deixou de oferecer um tratamento tarifário equilibrado ao etanol americano e não retribui as condições preferenciais concedidas pelos EUA ao combustível brasileiro.
De acordo com o governo americano, as exportações de etanol dos Estados Unidos para o Brasil caíram de US$ 761 milhões em 2018 para US$ 96 milhões em 2025.
Sobre o PIX, um dos pontos mais sensíveis da disputa, o governo americano negou que esteja pedindo o fim do sistema de pagamentos brasileiro.
Governo Trump conclui que PIX é ‘injusto’: por que sistema brasileiro incomoda tanto os EUA e o que pode acontecer com ele agora?
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
A posição oficial é que empresas americanas do setor financeiro não sejam prejudicadas ou submetidas a condições consideradas desiguais.
“Queremos que o PIX concorra com as empresas americanas em pé de igualdade comercial”, disse a autoridade.
Nas publicações divulgadas após o anúncio da tarifa, o USTR afirmou que o Banco Central atua simultaneamente como regulador e operador do PIX e que regras como a gratuidade para pessoas físicas e a limitação de tarifas cobradas das empresas favoreceriam o sistema brasileiro em relação a competidores privados americanos.
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Marco Rubio em depoimento na Câmara dos Representantes do s EUA
REUTERS/Evelyn Hockstein



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UE obriga Google a abrir serviços para OpenAI e outras concorrentes

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Na prática, isso permitirá que os usuários ativem assistentes de IA de empresas concorrentes por comandos de voz semelhantes ao tradicional “Ok Google”, para tarefas como pedir um táxi ou buscar informações sobre locais. As mudanças devem chegar aos usuários a partir de julho de 2027, com uma futura atualização do Android.



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Evangélicos mantêm apoio a Flávio enquanto Lula reduz distância

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Uma pesquisa recente revela que os evangélicos continuam a apoiar Flávio, enquanto Lula tem conseguido reduzir a distância entre os candidatos na corrida presidencial de 2026. O levantamento destaca a importância do voto religioso, que se mostra um campo de disputa decisivo.

Contexto da pesquisa

A polarização política no Brasil tem sido um tema recorrente, especialmente nas eleições. A pesquisa, realizada pela Quaest, confirma que o apoio dos evangélicos a Flávio permanece forte, refletindo a influência significativa que a comunidade cristã exerce nas decisões eleitorais. O voto religioso é um fator que pode determinar o sucesso de um candidato nas urnas, especialmente em um país onde a fé é uma parte central da vida de muitos cidadãos.

O que aconteceu na pesquisa

Segundo os dados divulgados, Flávio mantém uma liderança considerável entre os evangélicos, um grupo que tem se mostrado leal ao seu projeto político. Por outro lado, Lula, que já enfrentou desafios em conquistar esse eleitorado, está conseguindo encurtar a diferença, o que indica uma mudança nas preferências de alguns segmentos da população. Essa dinâmica ressalta a importância de cada voto e a necessidade de os candidatos se conectarem com as questões que são relevantes para a comunidade cristã.

Reações da comunidade cristã

A comunidade evangélica tem acompanhado atentamente as movimentações políticas e as propostas dos candidatos. Muitos líderes religiosos expressaram a necessidade de um candidato que não apenas respeite, mas que também promova a liberdade religiosa e o apoio a missões. A pesquisa da Quaest reflete essa preocupação, mostrando que a conexão com os valores cristãos é essencial para conquistar o apoio desse eleitorado.

“O voto evangélico é um termômetro importante para as eleições. Precisamos de representantes que compreendam e respeitem nossa fé e nossos valores.”

— Líder evangélico

O que esperar para as próximas eleições

À medida que a eleição se aproxima, espera-se que tanto Flávio quanto Lula intensifiquem suas campanhas para conquistar o voto evangélico. A polarização atual sugere que os candidatos precisarão abordar questões relevantes para a comunidade cristã, como a proteção dos direitos religiosos e o apoio a iniciativas de evangelização. A forma como cada um se posicionar pode ser determinante para o resultado das eleições.



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TRE-MT disponibiliza material para orientar registro de candidaturas nas Eleições 2026

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Com o objetivo de ampliar o acesso à informação e contribuir para a correta realização do registro de candidaturas nas Eleições Gerais de 2026, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) disponibilizou, no site institucional, materiais de orientação produzidos pelo Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE).

Os conteúdos estão disponíveis na página Eleições 2026, tanto no tópico “Cursos, cartilhas, guias e manuais” quanto no tópico “Registro de Candidaturas”, e são voltados a partidos políticos, candidatas, candidatos, representantes partidários e demais pessoas interessadas no processo eleitoral.

Entre os materiais disponibilizados, estão:

Cartilha de Registro de Candidaturas, com informações sobre as etapas, procedimentos e requisitos para o registro;

Manual Interativo do CANDex – Treinamento para Representantes Partidários, que apresenta orientações sobre a utilização do Sistema de Candidaturas (CANDex), ferramenta utilizada para a elaboração e transmissão dos pedidos de registro;

Game sobre o Sistema de Registro de Candidaturas, desenvolvido em formato lúdico e interativo para reforçar o aprendizado sobre o funcionamento do sistema.

A iniciativa busca facilitar o acesso aos conteúdos de capacitação e promover mais segurança na utilização dos sistemas da Justiça Eleitoral, contribuindo para que partidos e candidaturas realizem os procedimentos de forma correta e dentro dos prazos estabelecidos pela legislação eleitoral.

Os conteúdos foram produzidos pelo TRE-CE, que autorizou o compartilhamento com outros Tribunais Eleitorais.

Além dos materiais orientativos relativos aos registros de candidaturas, interessados(as) podem acessar, na página Eleições 2026 do portal do TRE-MT, outras informações, normas, sistemas e orientações relacionadas ao processo eleitoral.



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