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Flávio Bolsonaro critica Moraes e pede impeachment do ministro

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Neste sábado, 18 de julho de 2026, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez duras críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante um evento do Partido Liberal (PL) em Vitória, Espírito Santo. Flávio chamou Moraes de “tirano” e pediu o impeachment do magistrado, em resposta à decisão que suspendeu suas visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro por 90 dias.

Contexto da polêmica

A tensão entre Flávio Bolsonaro e Alexandre de Moraes aumentou após a decisão do ministro, que proibiu o senador de visitar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em um momento em que muitos acreditam que a liberdade de expressão e a atuação política estão sendo ameaçadas. A decisão foi interpretada por Flávio como uma interferência nas eleições de 2026.

O que aconteceu

Durante o evento em Vitória, Flávio Bolsonaro não hesitou em expressar sua indignação. “Não vou baixar a cabeça para tirano nenhum”, afirmou, ressaltando a necessidade de eleger candidatos que apoiem a pauta do impeachment de Moraes no Senado. Ele acredita que essa é uma questão crucial para a defesa da democracia e da liberdade política no Brasil.

Reações ao discurso

A fala de Flávio gerou reações diversas nas redes sociais e entre os apoiadores do ex-presidente. Muitos concordam com a crítica ao ministro, enquanto outros alertam sobre a necessidade de um diálogo mais construtivo. A polarização política no Brasil continua a crescer, e a defesa da liberdade de expressão se torna um tema central nas discussões.

“Não vou baixar a cabeça para tirano nenhum.”

— Flávio Bolsonaro

O que esperar no futuro

Com as eleições de 2026 se aproximando, a pressão sobre o STF e seus membros pode aumentar. A defesa de Flávio Bolsonaro pelo impeachment de Moraes pode mobilizar outros parlamentares e eleitores que se sentem ameaçados pela atuação do judiciário. O cenário político brasileiro permanece incerto, e a luta pela liberdade de expressão e pelos direitos políticos pode se intensificar.



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EUA condicionaram redução de tarifaço a concessões para empresas americanas; veja setores cobiçados

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Tarifaço de Trump recoloca em debate a Lei da Reciprocidade Econômica
O governo brasileiro ouviu de autoridades dos Estados Unidos que os setores de bens industriais, químico, aeroespacial e automotivo deveriam ter tarifas zeradas para as empresas americanas para que o governo de Donald Trump pudesse considerar ao menos reduzir o novo tarifaço contra o Brasil.
A proposta se somou às exigências apresentadas em outras reuniões anteriores pelos EUA ao governo brasileiro como:
zerar a tarifa do etanol;
não regulamentar plataformas digitais; e
incluir nas negociações o PIX.
A avaliação de uma ala no Palácio do Planalto é que essa proposta era “indigna” de negociação e “inaceitável”.
Segundo esses auxiliares, caso o Brasil aceitasse ceder aos pedidos dos Estados Unidos, o impacto para a economia brasileira seria maior que o causado pelas novas taxas – que impactará 18% das exportações brasileiras para os EUA, segundo o cálculo inicial previsto do governo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, em encontro na Casa Branca, em Washington
RICARDO STUCKERT/DIVULGAÇÃO
A decisão dos americanos de impor uma nova taxa sobre produtos brasileiros gerou uma disputa em torno da responsabilidade pelo novo “tarifaço”.
Enquanto a oposição diz que houve falhas na negociação e culpa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), integrantes do governo defendem que a determinação tem caráter “ideológico” e “político”.
A medida entra em vigor em 22 de julho. Segundo um levantamento da diplomacia brasileira, foram realizados mais de 30 contatos desde o anúncio do tarifaço original. As conversas ocorreram por telefone, videoconferência e reuniões presenciais, em níveis presidencial, ministerial e técnico.
Para interlocutores do governo Lula, o Departamento de Estado americano não deve dar margem para avançar nas negociações ao longo do ano de olho nas eleições do Brasil.
O Planalto, no entanto, seguirá, nas palavras de um negociar, tentando manter um canal de diálogo aberto com foco em diminuir os impactos para os setores afetados.
A estratégia do governo brasileiro, nesse sentido, será levar os próximos passos, “não deixando a emoção tomar conta” e “de olho nos atores” americanos. Um negociador brasileiro afirma que tudo que os Estados Unidos querem são argumentos para serem usados contra o Brasil neste momento.



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Pastor é detido durante culto e denuncia intolerância religiosa

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Um pastor foi detido durante um culto em sua igreja, gerando repercussão e levantando questões sobre a intolerância religiosa no Brasil. O incidente ocorreu enquanto ele conduzia uma cerimônia de adoração, e a detenção foi considerada por muitos como um ataque à liberdade de culto.

Contexto da Intolerância Religiosa

A intolerância religiosa tem sido uma preocupação crescente em várias partes do mundo, incluindo o Brasil. Nos últimos anos, diversas denúncias de perseguição a cristãos e outras religiões têm sido registradas, refletindo um ambiente onde a liberdade de culto está sob ameaça. A Constituição Brasileira garante a liberdade religiosa, mas casos como o do pastor detido evidenciam que essa liberdade ainda precisa ser defendida e respeitada.

O que aconteceu

Durante o culto, que acontecia em uma igreja local, o pastor foi abordado por autoridades que alegaram que ele estava violando normas de segurança. A detenção ocorreu em um momento de adoração intensa, onde os fiéis se reuniam para louvar e orar. O pastor, que não teve seu nome divulgado, afirmou que a ação foi injusta e motivada por preconceitos contra a sua fé.

Após ser liberado, o pastor fez uma declaração à imprensa, onde expressou sua indignação: “Estamos vivendo tempos difíceis, onde a liberdade de culto é ameaçada. Não podemos permitir que a intolerância prevaleça sobre a nossa fé”. Suas palavras ressoaram entre os membros da comunidade e outros líderes religiosos, que se solidarizaram com a situação.

Reações da Comunidade e Líderes Religiosos

A detenção do pastor provocou uma onda de apoio nas redes sociais, com muitos cristãos se manifestando contra a intolerância religiosa. Igrejas de diferentes denominações se uniram em um clamor pela liberdade de culto, destacando a importância de respeitar a diversidade religiosa no Brasil.

Além disso, líderes de organizações religiosas expressaram preocupação com o aumento da perseguição a cristãos. “É fundamental que todos possam exercer sua fé sem medo de represálias. A liberdade religiosa é um direito humano fundamental que deve ser protegido”, afirmou um representante de uma organização cristã.

O que esperar no futuro

O incidente com o pastor detido pode ser um ponto de virada na luta pela liberdade religiosa no Brasil. A mobilização da comunidade cristã e o apoio de outras religiões podem levar a um aumento da conscientização sobre a importância de respeitar todas as crenças.

Organizações de direitos humanos e grupos religiosos estão se preparando para intensificar suas ações em defesa da liberdade religiosa, buscando garantir que episódios de intolerância não se repitam. A esperança é que, com o apoio da sociedade, seja possível construir um ambiente mais respeitoso e acolhedor para todos os credos.



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Quanto ganha o campeão da Copa do Mundo 2026? Veja premiação

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Já o vice-campeão ficará com US$ 34,5 milhões (R$ 176,5 milhões). A disputa pelo terceiro lugar também vale cifras expressivas: o vencedor do duelo entre França e Inglaterra receberá US$ 30,5 milhões (R$ 156 milhões), enquanto o quarto colocado embolsará US$ 28,5 milhões (R$ 146 milhões).



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Prefeito de Nova York ameaça prender Netanyahu na ONU

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O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, declarou que está avaliando a possibilidade de tentar prender o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante a próxima Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Essa declaração, feita em uma entrevista ao jornal The New York Times, levanta questões sobre a liberdade religiosa e a situação de Israel no cenário internacional.

Contexto da declaração

Zohran Mamdani, que é membro do Partido Democrata e se identifica como socialista, fez suas declarações em um momento em que a relação entre Israel e a comunidade muçulmana, bem como a percepção global sobre o país, estão em destaque. Ele afirmou que Netanyahu “pertence a Haia” e o qualificou como um “criminoso de guerra”. Essa afirmação é baseada em acusações que foram levantadas pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o líder israelense.

O que aconteceu

Durante a entrevista, Mamdani expressou que muitos compartilham de sua opinião sobre Netanyahu, referindo-se a Israel como um “regime de Apartheid”. Essas declarações vêm à tona em um contexto de crescente tensão política e social, onde a liberdade religiosa e os direitos humanos são frequentemente debatidos. O prefeito de Nova York, ao fazer essa afirmação, não apenas desafia a legitimidade do governo israelense, mas também provoca uma reflexão sobre a posição dos Estados Unidos em relação a Israel, um aliado tradicional.

Reações à declaração

A declaração de Mamdani gerou reações diversas. Grupos que apoiam Israel criticaram suas palavras, argumentando que tais afirmações podem incitar ainda mais divisões e hostilidade. Por outro lado, defensores dos direitos humanos e críticos da política israelense celebraram a coragem do prefeito em abordar questões que consideram fundamentais para a justiça social. A polarização das opiniões reflete a complexidade do debate sobre Israel e a Palestina, que envolve não apenas questões políticas, mas também religiosas e culturais.

O que esperar

Com a Assembleia Geral da ONU se aproximando, as declarações de Mamdani podem influenciar a agenda e as discussões que ocorrerão durante o evento. A possibilidade de ações legais contra Netanyahu pode ser um tema debatido, mas também pode gerar reações adversas e um aumento nas tensões diplomáticas. Para os cristãos, é essencial acompanhar esses desdobramentos, pois a situação em Israel e na Palestina impacta diretamente a liberdade religiosa e a segurança da igreja local.

“Acho que o primeiro-ministro Netanyahu pertence a Haia. É um criminoso de guerra que foi acusado pelo Tribunal Penal Internacional.” — Zohran Mamdani



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Da indicação no Orçamento ao dinheiro na conta: veja as fases de execução de uma emenda parlamentar

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O Orçamento da União de 2026 tem cerca de R$61 bilhões para serem executados conforme indicação de deputados e senadores por meio das chamadas emendas parlamentares.
🔎As emendas parlamentares são um montante do Orçamento reservado para serem executados conforme a indicação dos congressistas.
🏗️Por meio delas, os deputados e senadores podem direcionar verbas para obras, compra de equipamentos, custeio de serviços e investimentos em estados e municípios de suas bases eleitorais.
📄A primeira etapa envolve o envio do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) pelo Executivo. As indicações dos parlamentares têm início durante a tramitação da proposta no Congresso.
Quais os tipos de emendas?
Agora no g1
As emendas podem ser de três tipos:
individuais
de bancada
de comissão
As emendas individuais são impositivas, ou seja, o governo é obrigado a pagar. Elas são indicadas por cada parlamentar. Neste ano, o montante reservado para esta rubrica é de R$ 26,6 bilhões.
🧑🏻‍💼Cada deputado pode indicar cerca de R$ 40 milhões em emendas individuais, e cada senador, R$ 74 milhões.
As emendas de bancada também são impositivas e são definidas pelos parlamentares de cada estado.
💰O Orçamento reservou neste ano um total de R$ 11,2 bilhões para esta rubrica, ou seja, R$ 415 milhões para cada bancada.
Dessa forma, as emendas impositivas, aquelas que o governo é obrigado a pagar, somam R$ 37,8 bilhões.
Emendas de comissão: novo Orçamento Secreto
Já as emendas de comissão não são de execução obrigatória. Em 2026, o montante total desta rubrica é de R$ 12,1 bilhões.
Esse total, porém, não é dividido igualmente entre as comissões. As comissões de Saúde da Câmara e do Senado concentram os maiores valores, enquanto alguns colegiados não receberam verba.
🧑🏻‍⚖️As emendas de comissão estão no centro de investigações do Supremo Tribunal Federal (STF) acerca da transparência na execução.
Isso porque o real autor da emenda fica “escondido” atrás do líder partidário, que assina a emenda. Este é um mecanismo parecido com o que já era usado nas emendas de relator.
📘Um estudo da Organização Transparência Brasil afirma que, em 2025, a Câmara dos Deputados registrou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão em nome de líderes partidários sem identificar os parlamentares que efetivamente indicaram os beneficiários dos recursos.
🕵🏻‍♀️Segundo a organização, o montante representa 16% das indicações feitas pelas comissões da Casa no ano e reproduz a lógica do extinto “orçamento secreto”.
Além desses três tipo de emendas que, somadas, chegam a R$ 49,9 bilhões, o Orçamento prevê R$ 11,1 bilhões como parcelas adicionais, para despesas discricionárias e para projetos selecionados no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Indicação das emendas
As indicações para execução da verba feita pelos parlamentares precisam respeitar as regras constitucionais e ser compatíveis com o Plano Plurianual (PPA) e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
Depois de elaborado o texto final do PLOA, a proposta é votada na Comissão Mista de Orçamento (CMO) e pelo Congresso. As emendas aprovadas passam a integrar a Lei Orçamentária sancionada pelo presidente da República.
📄Dependendo do tipo de emenda, o parlamentar indica o município, estado, entidade pública ou organização que receberá os recursos.
🏥Nas emendas com finalidade definida, é necessário especificar o objeto financiado, como construção de uma unidade de saúde, compra de ambulâncias, pavimentação de vias ou custeio de serviços hospitalares.
Emendas PIX
Operação da PF mira irregularidades em emendas PIX
Já nas chamadas transferências especiais, conhecidas como “emendas PIX”, os recursos são transferidos diretamente ao ente, que define como aplicar o recurso.
Esta modalidade de emenda já foi alvo de operações da Polícia Federal (PF) com o objetivo de apurar uso irregular de recursos públicos.
🔎Essas emendas foram criadas em 2019 e ficaram conhecidas assim pela dificuldade na fiscalização dos recursos, uma vez que os valores são transferidos por parlamentares diretamente para estados ou municípios sem a necessidade de apresentação de projeto, convênio ou justificativa – por isso, não há como fiscalizar qual função o dinheiro terá na ponta.
Ministério analisa
Após a indicação de quem vai receber a emenda, os ministérios fazem uma análise técnica e avalia aspectos como:
a regularidade do município ou da entidade beneficiada;
documentação exigida;
impedimentos técnicos;
compatibilidade da emenda com o projeto proposto para sua aplicação.
O próximo passo é celebrar convênios ou outros instrumentos de transferência para permitir a correta aplicação da verba.
É nesta fase que o município ou entidade apresenta um plano de trabalho com o cronograma para a execução das verbas, metas e estimativas de custos.
Fases da despesa
Depois de avaliados os critérios e a documentação regularizada, a emenda é empenhada. Essa é a primeira fase da execução da despesa no Orçamento.
O empenho é uma espécie de “reserva” do recurso. É quando o governo assume formalmente o compromisso de efetuar aquele gasto.
Sem o empenho, a emenda continua apenas autorizada, mas não entra efetivamente em execução.
💵Após o empenho e a fase da liquidação, que avalia o cumprimento das condições exigidas, ocorre a transferência dos recursos. Nos convênios tradicionais, o pagamento costuma ocorrer em parcelas, de acordo com o andamento do projeto.
💸Nas transferências especiais, os valores são depositados diretamente na conta do estado ou município beneficiado.
📃Encerrada a execução, o município precisa demonstrar como os recursos foram utilizados. A prestação de contas inclui documentação financeira, comprovação das despesas realizadas e evidências do cumprimento das metas estabelecidas.
Fachada do Congresso Nacional
Jefferson Rudy/Agência Senado



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Xenofobia na África do Sul: um chamado à compaixão cristã

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A África do Sul vive um momento crítico em relação à xenofobia, onde a realidade de violência contra estrangeiros desafia os princípios cristãos de acolhimento e compaixão. A situação exige uma resposta firme que reafirme a dignidade humana, refletindo os valores ensinados por Cristo.

Contexto da crise de xenofobia

A xenofobia na África do Sul não é um fenômeno recente. Historicamente, o país tem enfrentado tensões entre cidadãos locais e imigrantes, especialmente aqueles provenientes de países vizinhos. A desigualdade econômica e a competição por empregos têm alimentado um clima de hostilidade, resultando em episódios de violência e discriminação.

As Escrituras nos ensinam a acolher o estrangeiro, conforme Êxodo 22:21, que diz: “Não maltratarás nem o oprimirás o estrangeiro, pois vós fostes estrangeiros na terra do Egito.” Este ensinamento torna-se ainda mais relevante em tempos de crise, quando a compaixão deve prevalecer sobre o medo e a aversão.

O que aconteceu recentemente

Recentemente, a violência contra imigrantes aumentou, com ataques a comunidades estrangeiras em várias cidades. Esses incidentes têm gerado um clamor por uma liderança que promova a paz e a dignidade, em vez de alimentar o ciclo de violência. A resposta da sociedade civil e das organizações religiosas tem sido crucial, com muitos líderes cristãos fazendo um apelo à compaixão e ao acolhimento.

Um líder cristão local afirmou: “A violência não é a resposta. Precisamos lembrar que cada ser humano é criado à imagem de Deus e merece respeito e dignidade.” Essa postura é um chamado para que a igreja se levante em defesa dos direitos dos imigrantes, promovendo um ambiente de paz e acolhimento.

Reações da comunidade cristã

A comunidade cristã na África do Sul tem se mobilizado para oferecer apoio aos imigrantes, organizando campanhas de conscientização e assistência. Igrejas têm promovido diálogos inter-religiosos e iniciativas de ajuda humanitária, buscando construir pontes em vez de muros.

Além disso, muitos pastores têm usado seus púlpitos para ensinar sobre a importância da compaixão e do amor ao próximo, conforme Mateus 22:39: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” Esse ensinamento é fundamental para a formação de uma sociedade mais justa e solidária.

O que esperar no futuro

Embora o cenário atual seja desafiador, há esperança de que a mensagem do Evangelho possa transformar corações e mentes. Através de ações concretas de amor e solidariedade, a igreja pode desempenhar um papel vital na promoção da paz e na superação da xenofobia.

Os cristãos são chamados a serem agentes de mudança, não apenas orando pela situação, mas também agindo em favor dos que sofrem. O compromisso com a dignidade humana e a prática da compaixão são essenciais para construir um futuro onde todos possam viver em harmonia.



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Missão apresenta coronel da PM como pré-candidato ao governo do RJ

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Neste sábado, 18 de julho de 2026, Renan Santos, do partido Missão, revelou a chapa da legenda para a disputa do governo do Rio de Janeiro. O coronel da Polícia Militar, Busnello, foi escolhido como pré-candidato ao Palácio Guanabara, enquanto o bombeiro militar Rafa Luz, inicialmente cotado para liderar a chapa, disputará o cargo de vice-governador.

Contexto da candidatura

O partido Missão, que tem se destacado no cenário político brasileiro, busca trazer uma nova perspectiva para a política do Rio de Janeiro. Com a crescente preocupação da população em relação à segurança pública, a escolha do Coronel Busnello, que possui vasta experiência na área, reflete a intenção do partido de priorizar a segurança e a ordem pública em sua plataforma.

Quem é Coronel Busnello?

O Coronel Busnello é um respeitado membro da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Ele já atuou como subcomandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), onde teve um papel fundamental em diversas operações de combate ao crime. Sua experiência como sniper e comandante de batalhões ao longo da carreira militar o credencia como um forte candidato na disputa pelo governo.

Expectativas para a campanha

A campanha do partido Missão deverá se concentrar em temas como segurança pública, combate à corrupção e promoção da liberdade religiosa. O partido visa alcançar os cristãos e a comunidade evangélica, enfatizando a importância de um governo que respeite e promova os valores cristãos. A escolha de Busnello é vista como uma estratégia para atrair eleitores preocupados com a segurança e a integridade moral da sociedade.

Reações ao anúncio

O anúncio da candidatura gerou reações mistas entre os eleitores. Enquanto alguns veem a escolha de Busnello como uma esperança para a melhoria da segurança no estado, outros levantam questões sobre a militarização da política. A comunidade evangélica, por sua vez, observa atentamente os desdobramentos, pois a segurança e a liberdade religiosa são temas de grande relevância para os cristãos.

“Acredito que a experiência do Coronel Busnello pode trazer um novo ânimo para a política do Rio de Janeiro e ajudar a restaurar a ordem e a segurança que tanto precisamos.”

— Renan Santos

O que esperar nas próximas semanas

Com a proximidade das eleições, espera-se que a campanha do partido Missão comece a ganhar força. A estratégia de comunicação deverá incluir eventos com a comunidade, reuniões e debates sobre as propostas do partido. A interação com os eleitores será crucial para consolidar a imagem do Coronel Busnello como um candidato viável e comprometido com a segurança e os valores cristãos.



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Trilha na Rocinha mostra Mata Atlântica e recuperação florestal no Rio

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Em uma caminhada de cerca de 20 minutos, visitantes podem percorrer um trecho da Mata Atlântica preservada, conhecer parte da história da recuperação ambiental da Floresta da Tijuca e descobrir uma paisagem que contrasta com a imagem mais conhecida da Rocinha.

A experiência acontece na Reserva Florestal Sítio dos Macacos, na Estrada da Gávea, acesso entre a comunidade e o Parque Nacional da Tijuca, e integra o roteiro do projeto Na Favela Turismo.

Poucos metros depois de deixar uma das vias mais movimentadas da comunidade, o cenário muda. O som do trânsito é substituído pelo canto de sabiás, sanhaços e bem-te-vis, enquanto nascentes de águas cristalinas acompanham o percurso em meio à vegetação da Mata Atlântica.

A trilha está inserida na Floresta da Tijuca, reconhecida como a maior floresta urbana replantada do mundo. O local guarda um capítulo importante da história ambiental brasileira. 


Mirante da Vista Chinesa dentro da mata atlântica na Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro
Mirante da Vista Chinesa dentro da mata atlântica na Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro

Mirante da Vista Chinesa dentro da mata atlântica na Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro – Tomaz Silva/Agência Brasil

Em 1861, após o desmatamento das encostas para o cultivo do café comprometer o abastecimento de água da então capital do Império, Dom Pedro II determinou o início do reflorestamento da região. Sob a coordenação do Major Manuel Gomes Archer, milhares de árvores foram plantadas para recuperar as nascentes que abasteciam a cidade.

Mais de um século e meio depois, esse legado permanece vivo e pode ser percorrido pelos visitantes da reserva.

Muro de pedras

Ao longo do caminho, além da diversidade de árvores nativas e frutíferas — como jaqueiras, jabuticabeiras, mangueiras, bananeiras e pitangueiras —, um antigo muro de pedras preservado em meio à floresta chama atenção. 

Tradicionalmente associado ao trabalho de 11 homens escravizados, o monumento integra a memória histórica do lugar e amplia o significado da visita para além do contato com a natureza.

A reserva também desenvolve ações voltadas à sustentabilidade, com produção de adubo orgânico a partir de resíduos vegetais e um viveiro de mudas de espécies ornamentais e nativas. O passeio termina em uma piscina natural alimentada por nascentes, um dos pontos mais procurados pelos visitantes.

Criador do Na Favela Turismo, o empreendedor social Renan Monteiro afirma que a proposta é apresentar uma dimensão pouco conhecida da Rocinha.

“A trilha do Sítio dos Macacos revela uma Rocinha que surpreende até quem pensa que já conhece a comunidade. É um encontro entre natureza, história e pertencimento, mostrando que a favela também preserva paisagens, memórias e experiências capazes de transformar a forma como as pessoas enxergam esse território”, diz.

Segundo Monteiro, o turismo de base comunitária busca aproximar visitantes da riqueza ambiental e cultural da comunidade, ao mesmo tempo em que gera oportunidades para os moradores. 


Rio de Janeiro (RJ), 31/05/2025 – Placa de sinalização com nomes de escravizados que participaram do reflorestamento da floresta da Tijuca no século XIX é colocada na entrada do Centro de Visitantes do Parque Nacional da Tijuca como parte das celebrações do Dia Mundial do Meio Ambiente. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 31/05/2025 – Placa de sinalização com nomes de escravizados que participaram do reflorestamento da floresta da Tijuca no século XIX é colocada na entrada do Centro de Visitantes do Parque Nacional da Tijuca como parte das celebrações do Dia Mundial do Meio Ambiente. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 31/05/2025 – Placa de sinalização com nomes de escravizados que participaram do reflorestamento da floresta da Tijuca no século 19 é colocada na entrada do Centro de Visitantes do Parque Nacional da Tijuca.. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil – Tomaz Silva/Agência Brasil

 “Cada passo na trilha do Sítio dos Macacos é um convite para descobrir a potência da Rocinha além dos estereótipos. Nosso propósito é conectar visitantes à riqueza ambiental e cultural da comunidade, gerando oportunidades para os moradores e fortalecendo um turismo que valoriza quem vive aqui”, afirma.

A iniciativa procura integrar conservação ambiental, valorização do patrimônio histórico e desenvolvimento local. Para os organizadores, a proximidade entre a comunidade e uma das áreas mais importantes da Floresta da Tijuca demonstra que a preservação ambiental também faz parte da identidade da Rocinha.

Serviço

Reserva Florestal Sítio dos Macacos

Local: Estrada da Gávea, acesso pela Rocinha, Parque Nacional da Tijuca, Rio de Janeiro.

Visitação: Trilha interpretativa de aproximadamente 20 minutos, com observação de aves, árvores frutíferas, patrimônio histórico, viveiro de mudas e banho em piscina natural. O agendamento prévio e o acompanhamento por condutores locais são recomendados.

Projeto: Na Favela Turismo. 



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Morre irmão do senador Cleitinho Azevedo em Minas Gerais

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Na última terça-feira, 18 de julho de 2026, o Brasil recebeu a triste notícia do falecimento de um membro da família do senador Cleitinho Azevedo. O irmão do senador, que não teve o nome divulgado, faleceu em Minas Gerais, trazendo luto e comoção à sua família e amigos.

Contexto da situação

O senador Cleitinho Azevedo, conhecido por sua atuação política e engajamento em causas sociais, enfrentou um momento difícil com a perda de um ente querido. A família Azevedo é reconhecida na região, e a notícia do falecimento rapidamente se espalhou, gerando manifestações de apoio e condolências nas redes sociais.

O que aconteceu

As circunstâncias exatas que levaram ao falecimento do irmão do senador ainda estão sendo apuradas. Informações preliminares indicam que ele estava enfrentando problemas de saúde, mas detalhes específicos não foram divulgados. A família pediu respeito à privacidade neste momento delicado.

Reações e apoio

Nas redes sociais, muitos amigos e seguidores do senador expressaram suas condolências e apoio à família Azevedo. Mensagens de carinho e solidariedade têm sido compartilhadas, refletindo a importância da figura do senador na vida pública e a conexão que ele mantém com seus eleitores e apoiadores.

O que esperar

Com o luto ainda presente, espera-se que o senador Cleitinho Azevedo e sua família tenham o espaço necessário para processar essa perda. A comunidade política e seus apoiadores continuarão a oferecer suporte, enquanto o senador pode precisar de tempo para se reerguer e continuar seu trabalho em prol da população.



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