
Apelidos no trabalho: quando a brincadeira passa do limite
“Pano de pia. 8h da manhã e já está fedendo”, “Buzina de avião. Não serve para nada”, “Cesta básica. Tem tudo, menos carne”, “Tartaruga Ninja. Tartaruga para chegar e ninja para sair”.
Em vídeos curtos que viralizam nas redes sociais, colegas de trabalho trocam esse tipo de apelido para debochar de comportamentos do dia a dia. É uma piada fácil de entender, e o público logo reconhece alguém que “se encaixa” na descrição.
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O perfil de Cleitinho Ramalho e Maria das Neves viralizou com um vídeo nesse estilo, que acumulou quase 300 milhões de visualizações no TikTok. Nos comentários, usuários entram na brincadeira e criam novos rótulos, como “Cólica. Nenhuma mulher gosta”, “Sensor. Só trabalha quando o chefe aparece”, entre outros.
Mas o que parece piada levanta uma discussão importante: até que ponto apelidar colegas é uma brincadeira e quando isso ultrapassa o limite?
O assunto não é novidade para a Justiça do Trabalho. Há diversos casos em que apelidos deram origem a processos, e nem todos tiveram o mesmo desfecho.
Um dos casos mais conhecidos envolve uma trabalhadora de Belo Horizonte (MG), que atuava como analista de suporte comercial e era chamada de “piratinha” por colegas e gerentes, em referência ao fato de ser cega de um olho.
Testemunhas confirmaram que o apelido era recorrente e que a funcionária demonstrava incômodo. Mesmo assim, o comportamento continuou.
O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Minas Gerais entendeu que o apelido configurava uma ofensa direta à dignidade da trabalhadora por destacar uma deficiência física. A empresa foi condenada a pagar R$ 15 mil por danos morais.
Por outro lado, um julgamento do TRT da 15ª Região, em Campinas (SP), analisou o caso de um operador de máquinas que alegou ter sido humilhado ao ser chamado de “hemorroida”. O pedido foi negado.
A decisão considerou que o próprio trabalhador havia dado origem ao apelido ao mostrar uma foto de sua condição de saúde aos colegas. Também ficou comprovado que o empregador não utilizava o apelido nem incentivava a prática.
Sem a participação ou omissão da empresa, o tribunal entendeu que não havia nexo para responsabilizá-la. Por isso, concluiu que não houve ato ilícito capaz de gerar dano indenizável.
Não existe uma regra automática. Situações semelhantes podem ter desfechos diferentes, dependendo do contexto, das provas e da interpretação sobre o impacto, explicam especialistas ouvidos pelo g1.
Abaixo, aprofunde-se mais sobre o tema a partir dos seguintes pontos:
O que define um apelido como pejorativo
Quando vira assédio moral
Todo mundo riu
A responsabilidade das empresas
E quando isso vai parar nas redes?
Como provar que houve abuso
Com a popularização de vídeos nas redes sociais, apelidos entre colegas ganharam visibilidade e também podem se tornar provas em processos trabalhistas.
TikTok/ Reprodução
O que define um apelido como pejorativo
No ambiente de trabalho, apelidos não são proibidos. O que os torna problemáticos é o conteúdo que carregam e a forma como são utilizados.
A advogada Fernanda Garcez explica que a questão central não é a presença de humor, mas a existência de exposição vexatória, ou “brincadeiras” que reforçam estereótipos ou fragilidades pessoais.
“Os critérios que mais pesam na análise são: o apelido ressalta uma característica física, uma condição de saúde, uma deficiência ou outra vulnerabilidade pessoal? Ele foi repetido ao longo do tempo? A pessoa demonstrou desconforto, mesmo sem fazer reclamação formal? Quem utilizava o apelido, apenas colegas ou também superiores? Quanto mais respostas ‘sim’ a essas perguntas, maior a probabilidade de o caso ser enquadrado como assédio moral. A jurisprudência é clara nessa direção”, explica a advogada.
O professor de Direito do Trabalho Platon Neto reforça o mesmo ponto: quando o apelido atinge uma fragilidade da pessoa, a tendência é que a Justiça o considere pejorativo, mesmo que não tenha havido essa intenção.
Quando vira assédio moral
O assédio moral ocorre quando alguém é submetido a situações repetidas que causam constrangimento ou humilhação no trabalho.
Nem todo apelido configura assédio automaticamente. No entanto, ele pode passar a configurar quando faz parte de uma dinâmica mais ampla.
Alguns fatores pesam nessa avaliação:
se o apelido é usado repetidamente, e não apenas de forma pontual;
se expõe um aspecto sensível da pessoa;
se há demonstração de incômodo;
se líderes ou gestores participam da prática.
Quanto mais esses elementos aparecem juntos, maior a chance de que a situação seja considerada assédio.
Todo mundo riu
Os vídeos que viralizam nas redes sociais trazem um elemento que pode confundir essa análise: muitas vezes, todos parecem estar se divertindo. Mas essa reação não encerra o debate.
Especialistas apontam que, no ambiente profissional, o riso pode ser uma forma de adaptação. Muitas pessoas evitam se posicionar para não gerar conflito, comprometer relações ou até por receio de prejudicar o próprio emprego.
Por isso, a Justiça do Trabalho já reconhece que a ausência de reclamação formal não elimina a possibilidade de assédio. Da mesma forma, o fato de alguém participar da brincadeira não significa, necessariamente, que esteja confortável com ela.
Por outro lado, quando há provas de que o próprio trabalhador incentivava o apelido ou não demonstrava qualquer incômodo, esse comportamento pode influenciar a decisão, como ocorreu no caso de Campinas.
A responsabilidade das empresas
As empresas têm o dever de garantir um ambiente de trabalho respeitoso. Isso inclui agir diante de situações de constrangimento.
Se o apelido circula livremente e não há qualquer ação, pode haver omissão, que ocorre quando a empresa deixa de agir diante de um problema que deveria resolver, explica Platon Neto.
Se chefes ou gestores utilizam o apelido, a situação se torna ainda mais grave, pois o trabalhador pode se sentir pressionado a aceitar.
“Se o apelido circulava apenas entre colegas, sem chegar ao conhecimento da gestão, a responsabilidade é menor. Mas, se era usado pelos próprios supervisores, se era notório no ambiente e a empresa não tomou providências, a responsabilidade é direta”, afirma o advogado.
E quando isso vai parar nas redes?
Os vídeos nas redes sociais trazem um elemento novo para essa discussão: a exposição pública.
As gravações podem ser utilizadas como prova em processos trabalhistas. Elas ajudam a demonstrar não apenas a existência do apelido, mas também o contexto, a frequência e a participação de diferentes níveis hierárquicos.
Para o trabalhador, isso pode fortalecer uma ação. Para a empresa, representa um risco significativo, já que a prova é pública e difícil de contestar.
Além disso, a exposição nas redes sociais amplia o dano. O apelido deixa de ser restrito ao ambiente interno e pode afetar a imagem do trabalhador em um espaço muito mais amplo, segundo Platon Neto e Fernanda Garcez.
Como provar que houve abuso
As provas que costumam ser mais eficazes na prática são:
testemunhas que presenciaram o uso do apelido e possam confirmar que a vítima demonstrava incômodo;
registros escritos, como e-mails, mensagens de WhatsApp ou comunicações internas;
vídeos ou fotos;
e qualquer comunicação em que o trabalhador tenha manifestado, mesmo informalmente, que não queria ser chamado daquela forma.
“Quando há prova efetiva da prática, em geral a condenação ocorre. Existem exceções, a depender dos fatos, especialmente quando o próprio empregado deu origem e incentivou a conduta, como no caso citado do TRT da 15ª Região”, conclui Fernanda Garcez.
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'Piratinha', 'hemorroida' e outros: a linha entre humor e assédio que leva apelidos no trabalho a indenizações
Ministério Fogo no Pé completa 20 anos de legado pentecostal
O Ministério Fogo no Pé, sob a liderança do bispo Edson, celebra seu 20º aniversário, marcando duas décadas de evangelização e influência no cenário pentecostal brasileiro. Com um legado significativo, a instituição tem se destacado na promoção da fé e no fortalecimento da comunidade cristã.
Contexto do Ministério
Fundado em 2006, o Ministério Fogo no Pé surgiu com a missão de propagar o Evangelho e proporcionar um espaço de adoração vibrante. Desde seu início, a igreja tem se dedicado a atividades de evangelização, missões e apoio a cristãos perseguidos, refletindo os princípios pentecostais que valorizam a experiência direta com o Espírito Santo.
O que aconteceu na celebração
A celebração de 20 anos ocorreu em um evento especial, reunindo membros da igreja, líderes comunitários e convidados. Durante a cerimônia, o bispo Edson compartilhou testemunhos de transformação e destacou a importância da fé na vida das pessoas. “É um momento de gratidão a Deus por tudo que Ele fez em nossas vidas e na vida da nossa igreja”, afirmou Edson.
O evento contou com louvores, pregações inspiradoras e momentos de oração, reforçando o compromisso do ministério com a evangelização e a edificação da fé entre os presentes. Além disso, foram apresentados projetos futuros que visam expandir ainda mais o alcance do ministério, incluindo iniciativas de apoio a missionários e ações sociais.
Reações da comunidade
A celebração gerou grande entusiasmo entre os membros da igreja e a comunidade local. Muitos expressaram seu orgulho em fazer parte de uma instituição que tem impactado positivamente a vida de tantas pessoas. Um dos membros, Maria Silva, comentou: “O Ministério Fogo no Pé é uma família para mim. Aqui encontrei apoio e a verdadeira mensagem de Jesus”.
Além disso, o evento foi uma oportunidade para que novos fiéis conhecessem o ministério e se envolvessem nas atividades. A receptividade e o calor humano característicos da igreja foram evidentes, criando um ambiente acolhedor para todos os presentes.
O que esperar para o futuro
O bispo Edson e a liderança do Ministério Fogo no Pé planejam continuar expandindo suas atividades missionárias e sociais, com foco em levar a mensagem do Evangelho a regiões onde a presença cristã é limitada. Projetos de capacitação de líderes e apoio a missionários estão entre as prioridades para os próximos anos.
Petróleo cai após sinal de mediação entre EUA e Irã

Navio no Estreito de Ormuz nesta terça, 21 de julho.
Stringer / Reuters
Os preços do petróleo recuaram nesta terça-feira (21) após surgirem sinais de uma possível mediação entre Estados Unidos e Irã para tentar conter a escalada da guerra. Mesmo com novos ataques registrados nas últimas horas, investidores reagiram à informação de que mediadores apresentaram uma proposta de cessar-fogo de dez dias entre os dois países.
Durante a madrugada, o petróleo Brent, referência global, caía 0,9%, para US$ 88,44 por barril (cerca de R$ 450,05). Nos Estados Unidos, o WTI, usado como referência no país, recuava 0,9%, para US$ 82,50 por barril (cerca de R$ 419,82).
Segundo a Reuters, uma autoridade iraniana afirmou que Teerã recebeu uma proposta de cessar-fogo temporário de dez dias, em uma tentativa de preservar o memorando de entendimento assinado em 17 de junho. O acordo provisório tinha como objetivo abrir caminho para um entendimento mais amplo que encerrasse a guerra iniciada em 28 de fevereiro.
Analistas do ING ouvidos pela Reuters afirmaram que o mercado vê com cautela, mas também com esperança, a possibilidade de uma desescalada do conflito. No entanto, destacaram que persistem diferenças significativas entre Washington e Teerã e que as negociações devem enfrentar obstáculos. O banco também lembrou que o presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu retaliar após a morte de militares americanos em ataques recentes.
Agora no g1
Os esforços diplomáticos ocorrem em meio à continuidade dos confrontos. Durante a noite, Estados Unidos e Irã voltaram a trocar ataques. A Guarda Revolucionária iraniana realizou novas ações contra ativos militares americanos na região, enquanto o Comando Central dos EUA (Centcom) anunciou o início de uma nova rodada de bombardeios contra alvos iranianos.
O mercado também acompanha os riscos ao transporte marítimo. Nesta terça, uma embarcação que navegava pelo Estreito de Ormuz relatou ter sido atingida por um projétil de origem desconhecida. Segundo a agência britânica UKMTO, a tripulação abandonou o navio e se refugiou em um bote salva-vidas.
Além disso, o fluxo de embarcações pelo Estreito de Ormuz voltou a cair diante do aumento da cautela após os ataques entre Estados Unidos e Irã. A região é considerada uma das principais rotas para o comércio global de petróleo.
Outro fator de preocupação foi a declaração dos rebeldes houthis do Iêmen, alinhados ao Irã. O grupo afirmou na segunda-feira (20) que pretende impor um bloqueio naval à Arábia Saudita, o que pode abrir uma nova frente de tensão e elevar os riscos para o fornecimento mundial de energia.
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Defeso eleitoral: regra para eleições cria ‘apagão’ em sites públicos
Por fim, existe uma solução técnica, relacionada ao desenho institucional da comunicação oficial dos órgãos públicos. Sites públicos podem separar, desde a origem, a camada de comunicação promocional (marcas de gestão, slogans, balanços laudatórios) da camada de dados e serviços. Com essa arquitetura, o defeso eleitoral exigiria apenas desativar a primeira camada, sem tocar na segunda.
Igreja Kingdom City é despejada em Charlotte por falta de pagamento
A Kingdom City Church, localizada em Charlotte, Carolina do Norte, e liderada pelo pastor Brian Carn Jr., foi despejada de seu prédio por não conseguir quitar uma dívida de aproximadamente R$ 400 mil em aluguéis. O despejo levanta questões sobre os desafios financeiros enfrentados por muitas igrejas atualmente.
Contexto da situação
A Kingdom City Church é conhecida por seu trabalho na comunidade e por suas atividades voltadas à evangelização e missões. No entanto, a igreja enfrentou dificuldades financeiras que culminaram na falta de pagamento do aluguel de seu espaço. O valor total da dívida, que chega a quase R$ 400 mil, foi um fator decisivo para o despejo.
O que aconteceu
De acordo com informações, a igreja não conseguiu honrar seus compromissos financeiros, o que resultou em uma ordem de despejo. O pastor Brian Carn, que se autodenomina profeta, e seus congregantes foram surpreendidos pela decisão, que foi anunciada recentemente. A situação é um lembrete da fragilidade financeira que muitas congregações enfrentam, especialmente em tempos de crise.
Reações da comunidade
A comunidade cristã local expressou solidariedade à Kingdom City Church. Muitos fiéis e líderes de outras igrejas manifestaram apoio ao pastor Carn e à congregação, ressaltando a importância da igreja para a evangelização na região. “É uma situação triste, mas estamos aqui para ajudar no que for possível”, comentou um pastor de uma igreja vizinha.
O que esperar
Após o despejo, a Kingdom City Church terá que encontrar um novo espaço para continuar suas atividades. O pastor Brian Carn e sua equipe estão buscando alternativas para reerguer a igreja e manter o trabalho de evangelização ativo. A situação também pode abrir um diálogo sobre a necessidade de suporte financeiro e recursos para igrejas que enfrentam dificuldades.
“Estamos determinados a continuar nossa missão, independentemente dos desafios que enfrentamos.” — Brian Carn Jr.
Este episódio serve como um alerta para outras igrejas sobre a importância de uma gestão financeira sólida e da necessidade de apoio comunitário. Em tempos de incerteza, a união e o suporte mútuo entre as congregações podem fazer a diferença.
Moraes arquiva investigação contra Bolsonaro no caso Abin Paralela
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (20) o arquivamento da investigação aberta contra o ex-presidente Jair Bolsonaro pelo uso ilegal da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante seu governo. 

Na decisão, o ministro seguiu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) e entendeu que Bolsonaro já foi condenado pelos fatos relacionados ao monitoramento ilegal de autoridades públicas. No processo da trama golpista, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão, pena que também levou em conta essa acusação.
Moraes determinou ainda que as acusações contra Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente, sejam enviadas para a Justiça Federal no Distrito Federal. Durante as investigações, a Polícia Federal (PF) apurou a suposta ligação do chamado “Gabinete do Ódio” com o caso Abin Paralela.
Arquivamento
Na mesma decisão, o ministro determinou o arquivamento das investigações contra o ex-diretor-geral da Abin Luiz Fernando Corrêa, o ex-diretor adjunto Alessandro Moretti, o ex-corregedor José Fernando Moraes Chuy, e o ex-coordenador de operações Lucio de Andrade Parente. Para Moraes, não há indícios para o prosseguimento da investigação criminal.
“As imputações formuladas limitam-se à enunciação de conclusões genéricas acerca de suposta participação dos requeridos em atos de embaraço à investigação, sem a individualização concreta das respectivas condutas e sem a demonstração mínima dos elementos necessários à configuração de fato penalmente relevante”, afirmou o ministro.
Com a decisão, a PF deverá cancelar os indiciamentos desses investigados.
PPA 2026 abre inscrições para celebrar ideias que ‘falam brasileiro’
Alô, criativos do Brasil! Estão abertas, até 7 de agosto, as inscrições para o PPA – Prêmio Profissionais do Ano 2026, um dos mais tradicionais reconhecimentos da publicidade brasileira. E, neste ano, quem faz essa convocação é Milton Cunha, protagonista da campanha que celebra o talento de transformar o jeito brasileiro de viver, falar, rir e se comunicar em campanhas memoráveis.
Recém-nascido encontrado em lixeira de hospital em Sorocaba
Na tarde desta segunda-feira, 20 de julho de 2026, um recém-nascido foi encontrado dentro de uma lixeira no banheiro feminino do pronto-socorro de um hospital particular em Sorocaba, interior de São Paulo. O bebê foi resgatado com vida após uma denúncia feita à Polícia Militar.
O que aconteceu
Segundo informações da Polícia Militar, o bebê foi localizado após uma chamada recebida pelo telefone 190. Ele foi imediatamente atendido pela equipe do Hospital Evangélico de Sorocaba, que prestou os primeiros cuidados antes de transferi-lo para o Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS), uma unidade de referência para casos críticos. O estado de saúde do recém-nascido não foi divulgado pelas autoridades.
Investigação em andamento
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que busca entender as circunstâncias que levaram ao abandono do bebê. O Conselho Tutelar também foi acionado para acompanhar a situação e garantir os direitos da criança, conforme prevê a legislação brasileira.
Reações da comunidade
A descoberta do bebê em uma situação tão delicada gerou comoção na comunidade local. Muitas pessoas expressaram sua preocupação e solidariedade nas redes sociais, clamando por uma resposta adequada das autoridades e pela proteção do recém-nascido. A situação levanta questões sobre o acolhimento de crianças em situações vulneráveis e a importância de iniciativas que promovam a adoção e a assistência a mães em dificuldades.
O que esperar
As investigações devem trazer à tona mais informações sobre as circunstâncias que levaram ao abandono do bebê. Espera-se que as autoridades tomem medidas para garantir a segurança e o bem-estar da criança, além de promover programas de apoio para mães em situação de risco. A comunidade evangélica, junto com outras organizações, pode desempenhar um papel importante na assistência e no acolhimento de famílias em dificuldades, promovendo o amor ao próximo e a proteção das vidas inocentes.
Bolsonaro recorre ao STF e pede para receber visitas de Flávio
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou nesta segunda-feira (20) um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a decisão do ministro Alexandre de Moraes que proibiu o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de visitá-lo.

Na semana passada, Moraes proibiu a visita após Flávio divulgar nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente, que está em prisão domiciliar e proibido de fazer postagens nas redes sociais, inclusive por meio de terceiros.
No recurso, a defesa de Bolsonaro argumenta que Flávio é um dos advogados do pai e tem direito assegurado a encontrá-lo.
“Isso porque, como se sabe, Flávio Nantes Bolsonaro, além de ostentar a condição de filho do Agravante, é advogado regularmente constituído nos autos, integrando a equipe de defesa no bojo da presente execução penal e subscrevendo, inclusive, as manifestações apresentadas perante esta Suprema Corte”, afirma a defesa.
No entendimento do ministro, o ex-presidente descumpriu uma das regras da prisão domiciliar.
De acordo com os advogados, Bolsonaro não sabia que a carta seria postada e que o ex-presidente não prestou orientação ou combinação prévia para a publicação.
No ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão no processo de trama golpista. Em seguida, após passar por uma cirurgia, ele ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar humanitária. O ex-presidente se recupera de uma pneumonia bacteriana.
Durante o cumprimento da pena, as visitas devem ser autorizadas previamente pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da execução penal.
Carne brasileira: UE não flexibilizará exigências sanitárias
Perguntado se uma solução poderá ser alcançada antes de 3 de setembro, quando a suspensão das exportações passa a valer, o embaixador disse que não participa diretamente das negociações e, por isso, não pode prever um prazo. Ainda assim, afirmou acreditar que o impasse poderá ser resolvido ao longo do tempo, desde que o diálogo entre as partes seja mantido.