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Governador: “Não é justo tributar os mais pobres para privilegiar alguns poucos”

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O governador Mauro Mendes criticou alguns pontos do texto atual da reforma tributária, que acabam por “tributar os mais pobres para privilegiar alguns poucos”.

A crítica foi feita em entrevista à Jovem Pan News, na noite de terça-feira (04.07). A votação da reforma deve ser feita pelo Congresso Nacional nos próximos dias.

Uma das preocupações do governador de Mato Grosso são as mudanças previstas sobre os impostos para os itens da cesta básica.

“Não é justo que você tribute os mais pobres em detrimento daqueles que podem pagar um pouco mais. Vai existir uma tributação na cesta básica, um aumento de carga tributária para os mais pobres e para a classe média, e que só vai privilegiar alguns poucos”, opinou.

Conforme estudo realizado pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), os preços de diversos produtos da cesta básica e da carne poderão sofrer aumentos significativos caso o texto da Reforma Tributária seja aprovado da forma como está proposto pelo Governo Federal.

As estimativas apontam que os impactos nos preços para o consumidor podem chegar a mais de 10%, como no caso da carne. No caso do feijão e do arroz, os aumentos nos preços serão de 12,5%, já que em Mato Grosso esses itens possuem isenção de impostos.

“Não dá pra entregar o texto da reforma quando todo mundo está de férias, uns pulando São João no Nordeste, no Carnaval e alguns em Portugal, com Brasília vazia, em um assunto que vai impactar na vida de todos. Essa discussão precisa amadurecer um pouco mais pra que nós votemos e eu gostaria muito que a gente simplificasse e que votasse uma reforma mais madura”, completou.

Governador de MT alerta que reforma vai aumentar burocracia e impostos aos produtores rurais; veja os dados

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O governador Mauro Mendes alertou que o texto atual da reforma tributária, que pode ser votado pelo Congresso Nacional nos próximos dias, irá aumentar a burocracia e os impostos aos produtores rurais de Mato Grosso e de todo o país.

O alerta foi feito aos membros da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), durante reunião realizada em Brasília (DF), na manhã desta terça-feira (04.07).

“Nós temos dados concretos do Estado de Mato Grosso, que é o maior produtor do Brasil, que mostram que vai haver duas coisas muito ruins. Primeiro, um aumento da burocracia, porque a grande maioria vai ter que fazer escrituração fiscal, que hoje não faz. Segundo, um aumento real de impostos e custos na produção para esse setor, que é tão importante para o país e para as exportações brasileiras”, afirmou.

Conforme os dados, compilados pela Secretaria de Estado de Fazenda, os produtores de soja, por exemplo, terão que gastar 7,48% a mais para produzir, caso a reforma passe como está.

O aumento no custo também vai impactar cadeias como a do milho (9,65%) e do algodão (8,96%).

O custo de produção, aliado à nova forma de tributação proposta na reforma, faria com que a renda bruta do produtor caísse, em média, 29%. Para os produtores de soja, a queda seria de 45%, enquanto no milho e no algodão a renda bruta cairia 20%.

“A reforma vai beneficiar meia dúzia de grandes empresas exportadoras e tradings, e penalizar o produtor, que é quem de fato produz. Os dados que trouxemos para o setor do agro comprovam isso”, registrou Mauro Mendes

Para o governador, um projeto que vai impactar diretamente na vida de todos os brasileiros não pode ser votado a toque de caixa, como está caminhando para ocorrer.

“Não podemos tomar uma decisão que vai impactar diretamente na vida de todos os brasileiros, de todos os setores econômicos, de governos, de uma forma muito rápida, sem que haja uma compatibilização dos dados propostos com os dados reais da economia”, relatou.

O secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, teme que o texto atual provoque uma desaceleração na economia do estado, que tem crescido em ritmo chinês nos últimos anos.

“Precisamos manter a competitividade do agronegócio, das nossas indústrias e do comércio. A reforma, a título de modernizar o sistema tributário, não pode comprometer esse ciclo virtuoso e prejudicar milhares de mato-grossenses e brasileiros”, pontuou.

As sugestões

Para evitar prejuízos ao agro e a outros setores como a indústria e o comércio, o governador Mauro Mendes sugeriu a desoneração total da cadeia do agronegócio, nos principais insumos e na produção, mantendo o atual sistema; e a inclusão de um crédito outorgado de 5% para as regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, no intuito de preservar o desenvolvimento industrial dessas regiões – tendo em vista que a reforma prevê a extinção dos incentivos fiscais.

Mauro Mendes também recomendou alterações na transição da tributação; instituição de um seguro receita; instituição de contribuição para infraestrutura e habitação em substituição aos fundos já existentes em alguns estados; e vedação da tributação do Simples Nacional pelas plataformas nas operações e prestações interestaduais.

Governador reforça pedido para não aumentar impostos ao cidadão e custo aos produtores

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O governador Mauro Mendes insistiu em mudanças no texto da Reforma Tributária, durante reunião com o relator da matéria, o deputado federal Aguinaldo Ribeiro, para “não aumentar o custo aos produtores e impostos ao cidadão”.

A reunião ocorreu na tarde desta terça-feira (04.07), em Brasília, e contou com as presenças do suplente de senador Mauro Carvalho e do secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo. “Apresentamos novamente os pontos de divergência que nós temos, deixando claro que Mato Grosso não pode concordar com uma redução das nossas arrecadações”, relatou.

De acordo com Mauro Mendes, alguns pontos do texto apresentado prejudicam fortemente os produtores rurais, os setores da indústria e comércio, e também os cidadãos das classes mais baixas.

“Não podemos perder os mecanismos que visam garantir o desenvolvimento da nossa infraestrutura, melhorando a nossa logística, e queremos que essa reforma não impacte em aumento de custo aos nossos produtores e nem de carga tributária para o cidadão”, reforçou.

Mauro Mendes mostrou ao relator os estudos da Secretaria de Estado de Fazenda, que mostram um aumento de custos, tributos e burocracia ao produtor rural, além de perda de renda bruta.

Mato Grosso é o maior produtor de alimentos do país e responde por um terço do Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário.

O relator Aguinaldo Ribeiro ouviu as reivindicações e afirmou que irá avaliar a possibilidade de incluir as sugestões na proposta.

As sugestões

Para evitar prejuízos ao agro e a outros setores como a indústria e o comércio, o governador Mauro Mendes sugeriu a desoneração total da cadeia do agronegócio, nos principais insumos e na produção, mantendo o atual sistema; e a inclusão de um crédito outorgado de 5% para as regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, no intuito de preservar o desenvolvimento industrial dessas regiões – tendo em vista que a reforma prevê a extinção dos incentivos fiscais.

Mauro Mendes também recomendou alterações na transição da tributação; instituição de um seguro receita; instituição de contribuição para infraestrutura e habitação em substituição aos fundos já existentes em alguns Estados; e vedação da tributação do Simples Nacional pelas plataformas nas operações e prestações interestaduais.

81% reprovam Bolsonaro ficar inelegível: “Ele não cometeu crime algum”

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A maioria dos leitores do RepórterMT que respondeu à enquete do site, não concorda com a inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O resultado aponta que 81% dos internautas discorda que Bolsonaro tenha que ficar inelegível apor oito anos, pois considera que ele “não cometeu crime algum”.

Na última terça-feira (27) o RepórterMT abriu a enquete: “Você concorda que Bolsonaro fique inelegível?”.

A grande maioria dos que votaram não concorda e acha que o ex-presidente não cometeu crime algum. Cerca de 500 pessoas foram ouvidas de forma virtual. A enquente não tem nenhum padrão científico e as pessoas votaram de forma espontânea.

19% responderam que  concordam com a condenacão, argumentando Bolsonaro é um genocida. Os números refletem, em parte, o que foram as eleições do ano passado. Em MT, Bolsonaro teve quase 70% dos votos válidos.

O julgamento que tornou o ex-presidente inelegível terminou nesta sexta-feira (30). O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria e condenou Bolsonaro, que fica de fora das eleições até 2030.

A maioria da Corte entendeu que o ex-presidente cometeu abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação ao fazer uma reunião com embaixadores em julho de 2022 e atacar sem provas o sistema eleitoral.

Após a decisão, Bolsonaro se pronunciou e considerou a condenação “uma facada nas costas”. “Tentaram me matar aqui em Juiz de Fora há pouco tempo. Levei uma facada na barriga, e hoje levei uma facada nas costas com a inelegibilidade por abuso de poder político. Não tenho adjetivos a responder”, afirmou.

O ex-presidente ainda poderá recorrer da decisão ao próprio TSE e também ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ainda assim, a decisão da Justiça Eleitoral já está valendo.

Caso os recursos sejam negados e a decisão do TSE seja mantida, Bolsonaro só poderá participar de outra eleição em 2030.

 

Reporter-MT

Setasc promove encontro estadual em prol da população em situação de rua

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) realizará, entre os dias 03 a 05 de julho, o Encontro Estadual de Atendimento Intersetorial para População em Situação de Rua. O evento ocorre no Hotel Fazenda Mato Grosso, das 08h30 às 18h, e tem como finalidade aprimorar as ações intersetoriais, dar maior visibilidade aos direitos das pessoas em situação de rua, bem como, fomentar a implantação dos Comitês municipais.

O encontro será realizado em conjunto com o Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política Estadual para a População em Situação de Rua de Mato Grosso (CIAMP-Rua/MT), vinculado administrativamente à Setasc. É composto por representantes do poder público e de organizações da sociedade civil, e tem como atribuições garantir a promoção e proteção dos direitos humanos, assim como exercer a orientação normativa e consultiva sobre direitos humanos das pessoas em situação de rua no Estado de Mato Grosso.

Serviço
Encontro Estadual de Atendimento Intersetorial para População em Situação de Rua
Data: 03 a 05 de julho, das 08h30 às 18h
Local: Hotel Fazenda Mato Grosso, R. Antônio Dorileo, 1100 – Coxipó, Cuiabá – MT

Lei estadual proíbe cobrança de qualquer valor do pai ou acompanhante para assistir ao parto

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O Procon Estadual, vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT), alerta a população que as maternidades particulares estão proibidas de cobrar qualquer valor ou taxa para permitir que o pai ou acompanhante assista ao parto no centro obstétrico.

A proibição está prevista na Lei Estadual (Nº 12.165), que foi sancionada pelo Governo de Mato Grosso e publicada no Diário Oficial do dia 23 de junho, e já está em vigor.

De acordo com a nova norma, valores cobrados a título de higienização, esterilização e demais procedimentos necessários para que o acompanhante possa acessar o centro obstétrico não serão permitidos, independentemente da nomenclatura dada à cobrança.

A lei estabelece também que as maternidades particulares do Estado de Mato Grosso devem permitir a presença de acompanhante de livre escolha da mulher parturiente no acolhimento, trabalho de parto, parto e pós-parto imediato.

Em caso de descumprimento, a maternidade estará sujeita à aplicação das sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor (CDC).

A secretária adjunta de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon-MT), Gisela Simona, explica que outras legislações já previam o direito do acompanhante.

“A novidade desta lei é a isenção do custo do acompanhante quanto a procedimentos e itens obrigatórios para a presença durante o parto, com o vestuário, por exemplo”, salienta Gisela.

Se os consumidores tiverem problemas para garantir o cumprimento da lei, podem registrar reclamação presencialmente no Procon ou utilizar o atendimento por WhatsApp, pelo número (65) 99228-3098.

MT é o primeiro Estado com rastreabilidade total do saldo de madeira do sistema florestal

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Mato Grosso é o primeiro Estado a ter todo o saldo de madeira do Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora 2.0) totalmente rastreável, e integrado ao sistema federal, o DOF+ Rastreabilidade.

Com o Sisflora 2.0, Mato Grosso atende às exigências nacionais e internacionais de rastreabilidade, e garante ao mercado que o produto florestal de Mato Grosso tem origem lícita e pode ser comercializado. Isso foi possível porque o saldo de madeira dos empreendimentos do Estado foi migrado do antigo sistema, Sisflora 1.0, para o novo Sisflora 2.0.

Em outros Estados, apenas as novas explorações madeireiras, a partir da implantação do DOF+, em dezembro de 2022, têm rastreabilidade. Nestes casos, os saldos antigos continuam sendo transacionados sem rastreabilidade.

Conforme a superintendente de Gestão Florestal da Sema, Suely Bertoldi, para que isso fosse possível, foi essencial que o estado tivesse o seu sistema próprio e investido no aprimoramento do Sisflora 2.0.

“Hoje todas as guias florestais para transporte e exportação de madeira emitidas em Mato Grosso estão integradas e sincronizadas com o sistema federal, dando mais segurança para todos os mais de três mil empreendimentos que atuam no estado”, afirma.

O sistema está funcionando com a rastreabilidade integral do estoque de madeira para mais de 1.800 empreendimentos madeireiros. Para utilizar o novo sistema, é necessário ter feito o recadastramento do empreendimento e ele já ter sido analisado pela equipe da Sema.

Rastreabilidade da madeira

O Sisflora é um sistema estadual que tem como objetivo o monitoramento e controle da comercialização e o transporte de produtos florestais em Mato Grosso. O sistema possibilitou a implementação efetiva da cadeia de custódia em Mato Grosso, e rastreamento do produto florestal desde a extração da madeira, até a destinação final. Outra vantagem é a possibilidade de auditoria no próprio sistema, que melhora a disposição das informações e permite acesso aos órgãos de Controle. O sistema começou a operar em 19 de maio.

Com o novo sistema, o Estado atende também à Resolução 497 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que prevê procedimentos para inspeção de indústrias consumidoras ou transformadoras de produtos e subprodutos florestais madeireiros de origem nativa.

TSE forma maioria para tornar Bolsonaro inelegível por oito anos

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria para tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inelegível por oito anos, nesta sexta-feira (30), com os votos dos ministros Benedito Gonçalves, Floriano de Azevedo Marques, André Ramos Tavares e da vice-presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia.

Até agora, Raul Araújo foi o único ministro a votar a favor do ex-presidente. O voto decisivo para a inelegibilidade foi declarado nesta sexta-feira (30) por Cármen Lúcia. “De pronto, com todas as vênias do eminente ministro Raul Araújo, anuncio à vossa excelência e aos senhores ministros que estou acompanhando o ministro relator pela parcial procedência, com a aplicação da sanção de inelegibilidade ao primeiro investigado, Jair Messias Bolsonaro, e declarando improcedente o pedido em relação ao segundo investigado, Walter Souza Braga Netto”, afirmou a ministra.

“Houve agravos contundentes contra o Poder Judiciário, a desqualificação do Poder Judiciário. Um ataque deliberado com exposição de fatos que já tinham sido refutados. Os ataques ao Poder Judiciário se deram com nomeação de alguns ministros, como Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e também à vossa excelência [Alexandre de Moraes] de uma forma extremamente grave e contundente.”

Cármen Lúcia disse ainda que “a crítica faz parte, o que não pode é um servidor público, e um evento público, dentro de um espaço público, com divulgação pela EBC e pelas redes sociais oficiais fazer achaques contra ministros do Supremo como se não estivesse atingindo a própria instituição E não há democracia sem judiciário independente”.

AL monta ‘mega operação’ e reforça segurança para votação do PL da Pesca

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Gazeta Digital

Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) prepara uma “mega operação” para reforçar a segurança nesta quarta-feira (28), data em que os parlamentares vão apreciar, em segunda votação, o projeto de Lei que proíbe o transporte do pescado durante 5 anos em Mato Grosso.A medida se dá diante da mobilização dos pescadores contrários e favoráveis ao projeto, que devem comparecer ao parlamento estadual para acompanhar as discussões sobre o tema polêmico.De acordo com o coordenador militar da ALMT, coronel Henrique Santos, parte da avenida André Maggi, que dá acesso ao Legislativo, deve ser interditada a partir das 6 horas para evitar riscos aos manifestantes. Além disso, haverá reforço no policiamento com 70 agentes das forças de inteligência, Rotam, e agentes de trânsito.

“A gente vai ter um reforço do policiamento para dar segurança aos pescadores que são pró e contra possam exercer seu direito de manifestar de forma segura e ordeira. A nossa ideia é fechar essa rua da frente para que os manifestantes possam ficar ali, sem ter risco de atropelamento. Tudo que a gente puder fazer para manter a segurança das pessoas, será feito”, explicou.

Segundo ele, pelo menos 1.500 ribeirinhos, de vários municípios do estado, devem participar da votação. Contudo, apenas 600 deles devem conseguir acessar o plenário das deliberações, já que a estrutura da ALMT não comporta grande número de pessoas.

Todos eles serão submetidos à revista. Conforme o militar, uma estrutura suplementar com telões será montada na parte de fora para que os demais participantes possam assistir à votação. “Existem a previsão de que alguns pescadores já devem acampar aqui na frente. Então estamos preparando todo esse aparato de segurança e reforço na estrutura para que todos possam acompanhar a votação”, acrescentou.

 

Transporte Zero

O projeto em questão foi denominado “Transporte Zero” e terá validade a partir do dia 1º de janeiro de 2024. O texto proíbe o transporte, armazenamento e comercialização do pescado pelos próximos 5 anos. Nesse período, será permitida a modalidade pesque e solte, assim como a pesca de subsistência. Segundo o Executivo, o principal objetivo é combater a pesca predatória.

 

Os deputados, contudo, articulam um texto alternativo para modificar a proposta original encaminhada pelo governo. Isso porque, o modelo enviado pelo Executivo estabelecia o pagamento de auxílio financeiro por três anos. Sendo um salário mínimo (R$ 1.320) no primeiro ano, R$ 660 reais no 2º ano e R$ 33 reais no terceiro ano. Entre as modificações feitas pelos deputados, o benefício passaria a ser de 1 salário mínimo integral, nos 3 primeiros anos em que a lei estiver em vigência. Já os últimos dois não, os pescadores não terão nenhum auxílio do governo.

 

Demanda antiga: Construção das rotatórias da Avenida Poguba deve ter início nesta semana

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A obra de construção de duas rotatórias na Avenida Poguba deve ter início ainda esta semana. Esta é a perspectiva da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Sinfra), que informou que atualmente a empresa responsável trabalha na obra de drenagem da Avenida Mediterrâneo, construção que está inclusa no mesmo contrato da construção das rotatórias.

A obra das rotatórias e de drenagem e pavimentação da Avenida Mediterrâneo, que liga a Avenida Poguba à BR-364, passando pela lateral do Condomínio Vila Toscana, foram licitadas no ano passado e a ordem de serviço foi emitida no início de dezembro. Contudo, a empresa responsável pela execução dos serviços não deu início imediato às obras em função do período de chuvas.

Segundo a Sinfra, a obra de drenagem da Avenida Mediterrâneo está sendo finalizada e, com isso, a empresa dará início a construção das rotatórias.

Ainda, de acordo com a Sinfra, além do período de chuva, que atrasou o início das obras, foi feita uma mudança no projeto das rotatórias. As obras terão um custo de R$ 2,7 milhões e a previsão é que sejam concluídas no próximo mês de agosto.

A construção das rotatórias na Avenida Poguba vem sendo cobrada, principalmente, por moradores da região, desde a duplicação da via. O Município fez a obra de duplicação e pavimentação da avenida, mas o canteiro central foi construído sem nenhuma rotatória ou retorno desde a Rua Francisco Goulart até a Avenida Otaviano Muniz.

As rotatórias são necessárias para atender os moradores de vários bairros e condomínios da região. Além disso, irão solucionar o problema dos “retornos” que passaram a ser usados por motoristas de forma irregular sobre o canteiro da avenida.

Para tentar evitar a passagem dos condutores sobre o canteiro, a Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito reforçou a sinalização, inclusive, com a colocação de blocos de concreto.

Mesmo assim, ainda é frequente que condutores façam a conversão irregular pelos canteiros visando encurtar o caminho e acessar os bairros da região.

A Prefeitura anunciou que construiria as rotatórias na Avenida Poguba para melhorar o acesso aos bairros da região ainda em março do ano passado, porém, várias licitações foram feitas sem que nenhuma empresa se interessasse pela obra.

O Município, então, incluiu em um mesmo contrato, a obra de construção das duas rotatórias e de drenagem e pavimentação na Avenida Mediterrâneo. A licitação foi realizada e concluída em novembro de 2022.

A Tribuna