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Funcionamento do comércio em feriados ganha nova regra

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O funcionamento do comércio em feriados terá novas regras a partir de agora. Uma portaria sobre esse tema foi assinada nesta terça-feira (21) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. O texto estabelece que a abertura das lojas nessas datas dependerá de negociação entre patrões e empregados por meio de convenção coletiva.

Dessa forma, a decisão unilateral do empregador deixa de ser suficiente para autorizar a abertura nesses dias. A exigência, no entanto, não se aplica a atividades que já têm autorização permanente para funcionar em feriados, como farmácias, postos de combustíveis, hotéis, restaurantes, bares, feiras livres e salões de beleza, entre outros.

Segundo o ministro Luiz Marinho, o que se espera é que as partes envolvidas possam sempre dialogar para encontrar a melhor solução.

“O que a gente espera é que tenha maturidade das lideranças sindicais, trabalhadores, empregadores, em torno de uma mesa, um café, um chá, um almoço, um jantar, um happy hour. [Que] vocês possam encontrar soluções, muitas vezes, de problemas que parecem que não tinham solução. E quanto mais se conversa, pode-se ir aproximando essa possibilidade.”

De acordo com o ministério, o objetivo é alinhar a portaria à legislação federal, que já determina a necessidade de acordo entre as partes para o trabalho nos feriados.

A nova norma não altera integralmente a regra anterior, editada em 2021. Foram afetadas apenas 12 das 122 atividades que tinham autorização permanente, como o comércio varejista de peixes, carnes, frutas e verduras; além de mercados, supermercados e hipermercados cuja atividade preponderante seja a venda de alimentos.

A implementação da norma chegou a ser adiada pelo menos cinco vezes antes da assinatura definitiva. De acordo com o ministro, o Estado não deve intervir nesse tipo de questão.

“Acho que o melhor dos mundos é que não tenha interferência do Estado nesse processo, as partes têm responsabilidade, maturidade e representatividade acima de tudo para poder trabalhar. O governo sempre estará à disposição, se houver necessidade de intermediar uma conversa, de adaptação legislativa.”

Ainda de acordo com as novas regras, a convenção coletiva deverá estabelecer as condições para o trabalho em feriados, como pagamento em dobro, folgas compensatórias ou benefícios extras. As empresas que descumprirem as normas poderão ser punidas com multas administrativas.
 




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Mega-Sena, concurso 3034: confira os números sorteados

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A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.



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Divórcio entre pastores: causas e implicações no ministério

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O divórcio entre pastores tem se tornado um tema recorrente nas discussões sobre liderança e saúde espiritual nas igrejas. Entre as pressões ministeriais e o desgaste familiar, muitos líderes estão enfrentando desafios que podem levar ao rompimento de seus casamentos.

Contexto do divórcio entre pastores

A vida ministerial é repleta de desafios que podem impactar diretamente a vida pessoal dos pastores. A pressão para atender às expectativas da congregação, a exposição nas redes sociais e as demandas emocionais do ministério são fatores que frequentemente contribuem para o estresse e a tensão nos relacionamentos.

Além disso, o papel de um pastor muitas vezes exige longas horas de trabalho e dedicação, o que pode deixar pouco tempo para a família. Esse cenário cria um ambiente propício para o desgaste emocional e, eventualmente, para o divórcio.

O que está acontecendo?

Recentemente, líderes cristãos têm analisado as causas que levam pastores a se divorciarem. Entre as razões citadas estão a falta de apoio emocional, a pressão por resultados e a dificuldade em equilibrar a vida pessoal com as exigências do ministério. Muitos pastores sentem-se isolados e sem recursos adequados para lidar com suas crises pessoais.

Um estudo realizado por várias denominações revelou que a taxa de divórcios entre pastores é alarmante, o que levanta a questão sobre como as igrejas podem oferecer suporte a seus líderes. A falta de programas de apoio psicológico e de aconselhamento pastoral é uma preocupação crescente.

Reações da comunidade cristã

A comunidade cristã tem reagido de diferentes maneiras a essa realidade. Alguns líderes têm defendido a necessidade de um maior cuidado pastoral e de uma cultura que priorize a saúde emocional dos pastores.

“A saúde emocional dos pastores é fundamental para a saúde da igreja como um todo.”

— Líder cristão em conferência sobre liderança

Por outro lado, há também um debate sobre os limites que devem ser impostos aos pastores que se divorciam. Muitas igrejas enfrentam a difícil decisão de permitir que esses líderes continuem em suas funções ou se devem ser afastados temporariamente para buscar cura e restauração.

O que esperar no futuro?

À medida que a discussão sobre o divórcio entre pastores avança, espera-se que as igrejas comecem a implementar programas de apoio mais robustos. Isso inclui aconselhamento, grupos de apoio e uma maior ênfase na saúde emocional e espiritual dos líderes.

Além disso, a reflexão sobre como lidar com pastores divorciados deve ser uma prioridade. A igreja deve encontrar um equilíbrio entre a restauração e a responsabilidade, promovendo um ambiente de graça e compreensão.



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Organizações cobram criação de Comissão da Verdade Indígena

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Indígenas de todo o país estão em Brasília para em um encontro cujo objetivo é cobrar do governo federal a criação da Comissão Nacional da Verdade Indígena (CNIV).

O encontro é capitaneado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), o Instituto de Políticas Relacionais (IPR) e o Observatório dos Direitos e Políticas Indigenistas da Universidade de Brasília (Obind/UnB).

O governo recebeu, no fim do ano passado, uma minuta de decreto presidencial para criação do CNIV. O documento tem a chancela de 58 instituições e pareceres jurídicos favoráveis.

O encontro teve início nesta terça-feira (21) e terá a presença de membros do “Fórum Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça para os Povos Indígenas” e de vítimas da violência praticada contra os povos indígenas durante o período da ditadura. Elas poderão compartilhar casos como os centros de detenção ilegal criados em reservas administradas pelo antigo Serviço de Proteção ao Índio (SPI) e pela Fundação Nacional do Índio (Funai).

Nesses centros, segundo a Apib, havia trabalho forçado e tortura física contra os indígenas guarani.

Durante o encontro, serão apresentados oito relatórios inéditos com exemplos da violência vivida pelos povos indígenas nos anos de governo militar autoritário.

Também será lançado o livro Povos Indígenas e Justiça de Transição: Registros de Memórias que Denunciam Violências. A obra detalha investigações e depoimentos de vítimas sobre crimes como tortura, genocídio e deslocamento forçado.

“A publicação é considerada histórica pelas organizações por sintetizar os resultados de sete anos de trabalho e trazer na capa a fotografia de um ancião indígena vítima de tortura”, afirma a Apib. O encontro acontece até a próxima quinta-feira (23), na Casa de Retiro Assunção, em Brasília.



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PDT confirma apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva

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O PDT confirmou o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão foi tomada em convenção nacional do partido, nessa segunda-feira (20), em Brasília, e marca a primeira legenda a definir posição para as eleições deste ano.

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, disse que a aliança era necessária para unir partidos de esquerda e centro-esquerda contra a extrema direita. Ele defendeu que esse é o principal motivo para o apoio a Lula, do PT, na disputa pela Presidência da República.

Lula participou do evento e discursou aos filiados.

Apesar do apoio já confirmado por aliados, o petista ainda é, oficialmente, pré-candidato. A convenção nacional do PT, que deve confirmar sua candidatura à reeleição, está marcada para o dia 2 de agosto.

Outras siglas também têm datas definidas para realizar suas convenções nas próximas semanas. O PL confirma seu candidato no dia 25 de julho; o PSD, no dia seguinte; e o MDB, no dia 27. Partidos como PCdoB, PSB e PV também já têm convenções marcadas entre o fim de julho e início de agosto.

*Com informações da Agência Brasil




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Tarifaço de Trump: Alckmin diz que Brasil negociará 'sempre' e que ideia do governo para resolver crise 'não é retaliação'

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Governo prepara ajuda em etapas a empresas afetadas por tarifaço
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou nesta terça-feira (21) que o Brasil buscará sempre negociar com os Estados Unidos para resolver a crise entre os dois países causadas pela taxação de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada na semana passada e que entram em vigor na quarta-feira (22).
“Do que depender do Brasil, negociação sempre para buscar resolver essas questões”, disse Alckmin.
O vice deu a declaração em entrevista após a primeira rodada de reuniões com os setores produtivos que serão atingidos pela decisão do governo de Donald Trump.
Perguntado sobre a possibilidade de aplicar a Lei da Reciprocidade contra os Estados Unidos, o vice-presidente afirmou que o governo estuda todas as possibilidades e deve adotar as medidas no “momento adequado”.
“A ideia não é retaliação, né. Não é retaliação. ‘Olho por olho’, o que pode acontecer é os dois ficarem cegos, né?”, afirmou o vice-presidente.
Imagem de drone do Porto de Santos (SP)
Reuters
Nesta terça, representantes da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) afirmaram que são contra a aplicação de reciprocidade tarifária sobre produtos americanos exportados ao Brasil.
Os representantes do setor de máquinas e equipamentos se reuniram com o vice-presidente e com os ministros Márcio Elias Rosa e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
– Este texto está em atualização.



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Aliança Evangélica na Holanda pede reformas após morte de criança

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A Aliança Evangélica na Holanda expressou sua indignação e preocupação após a morte de uma criança sob uma nova política que visa aliviar o sofrimento de pacientes terminais. O caso gerou um clamor por compaixão e melhorias nos cuidados paliativos no país.

Contexto da situação

A recente decisão de permitir a morte de crianças em situações de sofrimento extremo trouxe à tona um debate profundo sobre a ética e a moralidade das práticas de eutanásia. A política, que foi implementada visando oferecer uma alternativa para o alívio do sofrimento, foi criticada por muitos, incluindo líderes evangélicos, que defendem a vida e a dignidade humana em todas as suas fases.

O que aconteceu

O caso que gerou a controvérsia envolveu a morte de uma criança, que foi realizada sob a nova legislação. Essa situação não apenas chocou a sociedade, mas também levantou questões sobre a adequação e a aplicação da lei. A Aliança Evangélica, em sua declaração, enfatizou a necessidade de um sistema de saúde que priorize o cuidado e a compaixão, em vez de optar por soluções drásticas como a eutanásia.

Reações da comunidade evangélica

Em resposta ao trágico evento, a Aliança Evangélica na Holanda fez um apelo por reformas que garantam cuidados paliativos adequados e um suporte mais robusto para as famílias que enfrentam o sofrimento de entes queridos. “Precisamos garantir que todas as vidas sejam valorizadas e que o sofrimento seja tratado com dignidade e amor”, afirmou um representante da aliança.

Além disso, muitos líderes e organizações cristãs têm se manifestado, ressaltando a importância de um diálogo aberto sobre o valor da vida e a necessidade de alternativas que promovam o cuidado ao invés da morte. A preocupação central é que a legalização da eutanásia pode levar a um caminho perigoso, onde a vida humana é desvalorizada.

O que esperar no futuro

O clamor por reformas e melhorias nos cuidados paliativos pode levar a um movimento mais amplo dentro da sociedade, onde questões sobre a dignidade da vida e o sofrimento humano são discutidas de forma mais profunda. A Aliança Evangélica e outras organizações cristãs estão se mobilizando para promover uma cultura de vida que respeite e valorize cada indivíduo, independentemente de sua condição de saúde.

Esse caso serve como um alerta para a necessidade de um debate ético mais amplo sobre a eutanásia e suas implicações, especialmente em uma sociedade que enfrenta desafios crescentes relacionados ao sofrimento e à morte. A esperança é que, através da compaixão e do cuidado, seja possível encontrar soluções que respeitem a vida e promovam a dignidade humana.



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Encontro no Rio debate papel da mulher preta em postos de decisão

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O Pacto de Promoção da Equidade Racial (PER) realizou nesta segunda-feira (21), no Museu de Arte do Rio (MAR), o segundo dia do Festival Pacto das Pretas, que chegou à quinta edição em 2026. O primeiro dia do evento ocorreu na última sexta-feira (17), em Salvador, e o terceiro será em São Paulo, na próxima sexta (24).

Ao longo dos três dias, os encontros vão reunir cerca de 1,5 mil líderes para debater temas como governança corporativa e diversidade, a partir do conceito Movimento: Mulheres Negras Criando.

A iniciativa, que atua como plataforma nacional de impacto socioeconômico, é liderada pelo Pacto de Promoção da Equidade Racial com apoio de empresas como Aegea, Caixa Capitalização, Banco do Brasil, Vivo, XP inc e Natura. O pacto implementa um Protocolo ESG Racial para o país e tem 85 empresas como signatárias.

A presidente do Conselho Deliberativo do Pacto de Promoção da Equidade Racial, a historiadora Wânia Sant’Anna, ressalta a importância do debate sobre a consolidação do papel das mulheres negras como tomadoras de decisões estratégicas na economia e na tecnologia.

“O festival tem esse objetivo de trazer, em um evento desenhado para isso, a visão, a opinião e a prática de mulheres negras que têm atuado no terreno do trabalho. Não é um evento de saúde e de educação. É um evento em que a grande pauta é empregabilidade, empreendedorismo, economia e empoderamento para estar nesses lugares”, apontou, em entrevista à Agência Brasil.

“Isso sem descartar, de maneira nenhuma, os processos discriminatórios que as empresas têm, de não lhes dar oportunidades ou minimizar as suas entregas. É disso que estamos falando aqui”, completou.

A escritora e comunicadora Luna Vitrolira, que participou do encontro, afirmou à Agência Brasil que, quando uma mulher negra lidera, dificilmente caminha sozinha.

“Ela abre caminhos, compartilha oportunidades e inspira outras mulheres a acreditarem que também podem ocupar espaços de poder e decisão. Incentivar essa liderança é investir em um futuro mais justo, mais próspero e mais representativo para toda a sociedade”.

Antirracismo no ambiente corporativo

Um dos destaques desta edição é a Plataforma Black Hub. Lançada no dia 17 de junho, em São Paulo, é considerada “um ecossistema digital direcionado à educação antirracista, cultura e aceleração profissional”. O projeto foi viabilizado pela Lei Rouanet e ancorado pelo investimento de marcas como Banco Itaú, Caixa Capitalização, Bayer e Fujifilm.

Na Plataforma Black Hub, é possível interagir com projetos como a Cartilha ESG Racial, que foi desenvolvida em parceria com o Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (Gife), no fortalecimento da filantropia e do investimento social no Brasil.

“A publicação traz diretrizes de aplicação prática e indicadores para orientar o setor corporativo a incorporar a pauta antirracista de forma estratégica e integrada às suas práticas de gestão, governança e impacto social”, indicou a organização do evento.

Outro guia é a Cartilha de Enfrentamento à Violência, liderada por Wania Sant’Anna e desenvolvida em parceria com o escritório Daniel Law, signatário do Pacto de Promoção da Equidade Racial.

“Reúne recomendações, diretrizes, referências legais e orientações práticas para apoiar empresas na prevenção, sensibilização e construção de uma cultura corporativa de proteção às mulheres”, descrevem os organizadores.

Nas artes, o livro Vozes que Ocupam reúne 16 crônicas inéditas assinadas por algumas das mais importantes lideranças negras da cultura, comunicação e educação, como Djamila Ribeiro, Rodrigo França, Érica Januza, Diogo Almeida, Dom Filó, Pedro Rajão e Isabel Fillardis.

Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha

Wania Sant’Anna destacou o fato de o encontro ocorrer no mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, em 25 de julho.

“Nada melhor que falar sobre isso na semana do 25 de julho”.

Luna Vitrolira disse que o principal recado que levou para esta edição foi o de que nenhuma transformação acontece sozinha.

“Eu venho do Nordeste, de Pernambuco, de uma tradição em que a palavra é encontro, é memória e também é ferramenta de mudança. Aprendi que a voz tem o poder de reunir pessoas, criar pontes e abrir caminhos”, contou.

A escritora e comunicadora revelou que, como poeta e cerimonialista, procurou conduzir o encontro lembrando que estratégia, arte e sensibilidade não são opostas.

“Podemos falar de negócios, liderança, inovação e desenvolvimento sem perder de vista o afeto, a poesia, a escuta”, relatou.

“O futuro que queremos construir precisa reconhecer a potência das mulheres negras não como exceção, mas como parte essencial do presente. Quando uma mulher negra ocupa o centro da narrativa, toda a sociedade amplia seu horizonte de possibilidades”, destacou na mensagem que deixou no encontro.

As reações do público, segundo a escritora, mostraram que existe uma demanda muito grande por espaços como este.

“As mulheres estavam ali para falar e ouvir, compartilhando experiências, criando conexões e se reconhecendo nas histórias umas das outras. Acho que o Pacto das Pretas nos lembra que desenvolvimento não é apenas crescimento econômico. É também acesso à informação, fortalecimento de redes, ampliação de direitos e confiança para ocupar espaços de decisão”.

Talentos

Outro efeito do festival é servir como pólo de atração de talentos para o topo do mercado corporativo, com a imersão presencial das 30 executivas selecionadas pelo Programa Pacto Transforma. Essa é uma iniciativa em nível nacional que identifica profissionais seniores de diversas regiões do Brasil “para acelerar suas competências de alta governança, preparando-as estrategicamente para assentos de conselho e cargos de C-Level”.

“A presença desse grupo sela o festival como o principal hub de networking qualificado e atração de talentos para posições de liderança no país, conectando diretamente esse pipeline executivo de elite aos diretores de sustentabilidade e CEOs das organizações parceiras”, observou a organização.



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Missão oficializa candidatura de Renan Santos à Presidência

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O  partido Missão antecipou a convenção nacional e oficializou a candidatura de Renan Santos à Presidência da República. O evento estava previsto para o dia 1º de agosto, mas acabou sendo antecipado para esta segunda-feira (21).

A legenda foi registrada pelo Tribunal Superior Eleitoral em novembro do ano passado e disputa a primeira eleição desde sua criação. O partido tem origem no Movimento Brasil Livre (MBL), grupo que ganhou força a partir de 2015, durante a campanha pelo impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT).

Mesmo com a convenção antecipada, o Missão informou que vai realizar um novo evento no dia 1º de agosto para apresentar o programa de governo de Renan Santos.

Nas próximas semanas, outros partidos devem confirmar suas candidaturas. O PL realiza a convenção no dia 25 de julho, o PSD, no dia seguinte e o MDB e o Novo, no dia 27. PCdoB, PSTU e PV têm eventos marcados para o final do mês, enquanto PCO, PT e PSB definem candidatos apenas em agosto.

* Com informações da Agência Brasil




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Pentágono diz que guerra contra o Irã já custou quase R$ 200 bilhões

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Segundo o secretário, os recursos extras para a guerra são “urgentes e necessários” e, somados à proposta de orçamento de defesa de US$ 1,5 trilhão (R$ 7,6 trilhões) apresentada por Trump, representam um investimento de longo prazo nas Forças Armadas.



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