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WhatsApp anuncia novos recursos em versões para iPad e carros; veja o que mudou

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Versão do WhatsApp para iPad
Divulgação/WhatsApp
O WhatsApp anunciou nesta quarta-feira (22) que atualizou as versões voltadas para iPad, bem como para carros com sistemas de multimídia CarPlay e Android Auto. Os usuários da plataforma nesses sistemas agora terão uma experiência mais parecida com a do celular.
No iPad, a novidade é a opção de criar uma conta do WhatsApp diretamente no aparelho. Até então, para usar o aplicativo de mensagens pelo tablet, era preciso criar a conta por meio de um celular e vincular os dois aparelhos.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A versão do WhatsApp para iPad foi lançada em 2025, depois de muitos pedidos de usuários. Além de enviar mensagens, ela também suporta chamadas de voz e vídeo com até 32 pessoas, além do Stage Manager, que permite mostrar vários aplicativos ao mesmo tempo.
Já as versões do WhatsApp para as centrais multimídia CarPlay e Android Auto foram completamente atualizadas. Agora, quem acessa o aplicativo pelo carro pode ouvir e responder a mensagens, fazer ligações, ver o histórico de ligações e acessar os favoritos sem tirar as mãos do volante.
Agora no g1
O aplicativo atualizou ainda a seção de Status, que agora pode ser usada para compartilhar músicas. É possível tanto adicionar uma faixa diretamente pela aba “Atualizações” quanto compartilhar a partir do Spotify ou do Apple Music.
Por fim, as versões Web e Desktop ganharam visualização de arquivos PDF sem precisar baixá-los. A mudança, que usa tecnologia Adobe Acrobat, permite destacar e incluir comentários a documentos diretamente na conversa.



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Flávio Dino mantém decisão sobre perda de mandato de Chiquinho Brazão

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, decidiu manter a perda de mandato do ex-deputado federal Chiquinho Brazão. A decisão se baseia em uma condenação criminal e em um número significativo de faltas às sessões da Câmara dos Deputados.

Contexto da decisão

Chiquinho Brazão foi condenado pelos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, um caso que chocou o Brasil e levantou questões sobre a violência e a impunidade no país. Além da condenação, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados declarou a perda do mandato de Brazão devido ao alto número de ausências em 2024, totalizando 72 faltas, o que representa mais de um terço das sessões ordinárias.

O que aconteceu

A defesa de Chiquinho Brazão apresentou uma ação ao STF, argumentando que as faltas foram justificadas por problemas de saúde e outras circunstâncias pessoais. No entanto, o ministro Flávio Dino rejeitou o pedido, reafirmando a decisão da Câmara dos Deputados. A extinção do mandato foi fundamentada no artigo 55 da Constituição, que estabelece que um parlamentar perde seu mandato caso não compareça a um terço das sessões, salvo em casos de licença ou missão oficial autorizada.

Reações à decisão

A decisão de Flávio Dino gerou reações diversas entre os parlamentares e a sociedade civil. Para muitos, a manutenção da perda de mandato é um passo importante na luta contra a impunidade e a corrupção no Brasil. Outros, no entanto, expressaram preocupações sobre a possibilidade de a decisão ser usada como um instrumento político.

O que esperar

Com a decisão do STF, Chiquinho Brazão não poderá retornar ao cargo, o que abre espaço para novas discussões sobre a necessidade de reformas no sistema político brasileiro. A situação também levanta questões sobre a representatividade e a responsabilidade dos parlamentares, especialmente em um momento em que a confiança nas instituições está em jogo.



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Tarifaço de 25% dos EUA sobre o Brasil começa a valer; saiba mais

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Começou a vigorar nesta quarta-feira (22) a tarifa adicional de 25% aplicada pelo governo de Donald Trump sobre produtos brasileiros. O tarifaço atinge cerca de 20% das exportações do Brasil para os Estados Unidos. 

A estimativa do valor total das exportações afetadas varia entre US$ 7,2 bilhões e US$ 11 bilhões, segundo cálculos da Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Armcham Brasil).

Entre os 2,3 mil produtos afetados, a maioria integra os setores de eletroeletrônicos; máquinas e equipamentos; autopeças e calçados. Praticamente, 700 produtos estão isentos da tarifa, número superior aos 615 previstos durante as negociações.

Segundo o governo, o mercado estadunidense é o principal destino das exportações brasileiras de eletroeletrônicos. O país responde por cerca de um quarto das vendas externas do setor de máquinas e equipamentos.

Os estados de São Paulo (SP) e Santa Catarina (SC) concentram 52% do impacto do tarifaço dos EUA, com o estado economicamente mais forte do país concentrando, sozinho, 41,6% do total do valor das exportações afetadas. Santa Catarina, porém, tem situação mais crítica, com 68% das exportações aos EUA atingidas pela medida da Casa Branca, segundo dados da Apex-Brasil.

Políticas brasileiras

O tarifaço adotado pelo governo Trump baseou-se em um processo conduzido pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês), que alega que o Brasil detém práticas “desleais” no comércio com os norte-americanos.

Os estadunidenses elencaram seis temas para decidir sobre a taxação:

  1. pagamentos eletrônicos (pix) e regulação de redes sociais;
  2. desmatamento ilegal;
  3. acesso ao mercado de etanol;
  4. combate à corupção;
  5. proteção da propeidade intelectual;
  6. acordos preferenciais com México e Índia.

O governo brasileiro rejeita as justificativas usadas para a taxação e argumenta que elas têm motivação política e não condizem com a realidade. Segundo o ministro das relações exteriores, Mauro Vieira, os negociadores dos EUA pediam a abertura total de mercados sem contrapartida.


Brasília (DF), 14/07/2026 - Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, fala durante declaração à imprensa a respeito do recente anúncio do USTR de imposição de tarifas contra produtos brasileiros, na sala de coletivas do Palácio Itamaraty. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Brasília (DF), 14/07/2026 - Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, fala durante declaração à imprensa a respeito do recente anúncio do USTR de imposição de tarifas contra produtos brasileiros, na sala de coletivas do Palácio Itamaraty. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, diz que a taxação tem motivação política – Valter Campanato/Agência Brasil

Diversificação

Em resposta ao tarifaço, o governo brasileiro anunciou que retomará o programa de apoio aos setores afetados com linha de crédito para capital de giro, investimentos e com apoio para escoamento de produtos a outros clientes e países. Avalia também flexibilizar temporariamente regras do regime de isenção, suspensão ou restituição de tributos para insumos usados na produção de mercadorias para exportação.

Já a Apex-Brasil prevê a divulgação, em agosto, de um plano de R$ 130 milhões para diversificar as exportações do Brasil, principalmente, para União Europeia, países que integram a Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), como Indonésia, Malásia, Tailândia, Vietnã, além de nações da Ásia Central, como Cazaquistão e Uzbequistão.

Conteúdo especial

A Agência Brasil publicou reportagens especiais para contrapor os argumentos usados pelos EUA para justificar o tarifaço:

Modelo do pix desafia controle financeiro dos EUA sobre o Brasil

Tarifaço: EUA distorcem tema das big techs, afirmam especialistas

Tarifaço deve ter efeito limitado na balança comercial brasileira

Governo Trump usa desmatamento para impor taxas ao Brasil



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Desmatamento no Brasil coloca agricultores dos EUA em desvantagem, diz representante comercial americano

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Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, fala à imprensa no dia em que participa de um almoço de trabalho com ministros do comércio da UE, em Bruxelas, Bélgica, 24 de novembro de 2025.
Piroschka van de Wouw/Reuters
O representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, afirmou, durante uma audiência no Comitê de Finanças do Senado americano nesta quarta-feira (22), que práticas de desmatamento no Brasil colocam os agricultores americanos em desvantagem competitiva.
Greer também afirmou que “padrões ambientais mais baixos em outros países justificam tarifas mais altas” e reiterou que os EUA trabalham para manter e expandir o acesso ao mercado agrícola em outros países, como o México e o Canadá.
Como o g1 já mostrou, o desmatamento ilegal foi um dos principais argumentos usados pelo governo americano para justificar o novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros. A medida foi anunciada após uma investigação do governo Donald Trump concluir que o Brasil adota práticas que “oneram ou restringem” o comércio com os Estados Unidos.
Entre essas práticas, segundo a investigação americana, estaria a oferta de produtos como madeira e carne a preços mais competitivos porque eles seriam produzidos em áreas associadas a crimes ambientais.
Agora no g1
Para sustentar essa acusação, o documento recorre principalmente a dados de desmatamento, mas cita indicadores já defasados. Um deles é a alta do desmatamento registrada em 2021, durante o governo Jair Bolsonaro, quando o país teve um dos piores resultados da série histórica recente.
Embora os dados citados sejam reais, o documento ignora números mais recentes que apontam queda nos índices de desmatamento. Um exemplo é o fato de o país ter registrado, em 2025, a menor taxa de desmatamento na Amazônia em mais de dez anos.
Ministro rebate acusações dos EUA
Na semana passada, o ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou que os argumentos sobre o desmatamento no Brasil utilizados pelos Estados Unidos para justificar o novo tarifaço contra produtos brasileiros são “absolutamente improcedentes”.
“Os argumentos utilizados pelo governo norte-americano para justificar as tarifas são absolutamente improcedentes, não tem nenhum fundamento técnico, não está baseado em nenhuma informação comprovável”, afirmou Capobianco.
O ministro afirmou que toda a madeira exportada pelo Brasil é certificada e passa por um sistema rigoroso de fiscalização, reiterando que a informação utilizada pelo governo americano é “absolutamente inverídica”.
“O sistema de exportação de madeira é hoje um dos mais rigorosos de todo o sistema de controle ambiental por exigência, inclusive, do mercado internacional. Toda a madeira exportada é certificada. Ela tem acompanhamento desde a origem na floresta até o embarque, os técnicos do Ibama e da Receita monitoram as cargas. Não é possível, em nenhum porto brasileiro, exportar uma madeira sem a verificação e a comprovação da cadeia de custódia”, disse o ministro.
Tarifaço de 25% passa a valer nesta quarta-feira
As declarações foram feitas no mesmo dia em que o novo tarifaço de 25% imposto pelo governo americano sobre produtos brasileiros entrou em vigor.
As justificativas foram amplamente contestadas pelo governo brasileiro, que considera a medida uma tentativa de interferência em temas internos e considerados inegociáveis. A avaliação em Brasília é de que a tarifa tem motivação política.
A nova taxa deixa de fora uma extensa lista de produtos, incluindo petróleo, café e carne bovina. Por outro lado, setores como etanol, máquinas agrícolas e papel serão afetados pela medida.
Veja perguntas e respostas sobre o novo tarifaço
A expectativa é que outra tarifa adicional, estimada entre 10% e 12,5%, seja anunciada nos próximos dias para cerca de 60 países, incluindo o Brasil. Nesse caso, a cobrança estaria relacionada a investigações sobre supostas práticas de trabalho forçado.
*Com informações da agência de notícias Reuters.



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Instagram fora do ar? Rede social apresenta instabilidade nesta quarta-feira

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Logo do Instagram
Getty Images
O Instagram apresenta instabilidade na manhã desta quarta-feira (22). De acordo com dados do site Downdetector, que monitora o funcionamento de serviços digitais, o sistema registrou 861 notificações de mau funcionamento por volta das 11:30h desta manhã.
*Em atualização



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Portas Abertas aponta pressão sobre cristãos após anúncio do ditador da Nicarágua

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A Nicarágua vive um cenário de cerceamento crescente de direitos humanos e liberdades civis após o ditador Daniel Ortega anunciar que o país deixará de realizar eleições presidenciais. A medida tem sido interpretada por observadores internacionais como mais um passo no fortalecimento do atual regime político.

Paralelamente, organizações internacionais e entidades de defesa dos direitos humanos apontam um aumento das restrições impostas pelo governo à atuação da sociedade civil. Jornalistas, advogados, organizações independentes e grupos religiosos estão entre os segmentos afetados pelas medidas, em um contexto de redução do espaço para participação cívica e exercício de direitos fundamentais.

Entre os grupos impactados estão igrejas e lideranças cristãs, que, segundo organizações de apoio à liberdade religiosa, enfrentam dificuldades crescentes para manter suas atividades. Apesar das restrições, comunidades religiosas continuam desenvolvendo ações de assistência social, apoio espiritual e atendimento às populações locais.

O ambiente também afeta organizações envolvidas em projetos humanitários e de fortalecimento da igreja. Segundo relatos, o contexto exige estratégias adaptadas para garantir a continuidade das ações voltadas às comunidades mais vulneráveis.

Além das restrições às instituições, a população enfrenta consequências da repressão política, incluindo detenções, exílio forçado e separação de famílias. O cenário tem levado entidades internacionais a defenderem medidas voltadas à proteção dos direitos humanos, das liberdades fundamentais e da promoção da reconciliação e da paz no país.

Cristãos enfrentam aumento da perseguição

Segundo a Lista Mundial da Perseguição 2026, elaborada pela missão Portas Abertas, a Nicarágua ocupa a 32ª posição entre os 50 países onde os cristãos enfrentam maior perseguição por causa da fé.

De acordo com a organização, o agravamento da situação está relacionado ao fortalecimento do controle estatal sobre instituições consideradas independentes ou críticas ao governo. A entidade afirma que cristãos que denunciam violações de direitos humanos ou defendem publicamente a justiça e as liberdades civis têm sido alvo de vigilância, intimidação, assédio, detenções e, em alguns casos, exílio e perda da cidadania.

A Portas Abertas informa ainda que igrejas, escolas cristãs e organizações de assistência social passaram a ser tratadas pelas autoridades como potenciais ameaças à estabilidade do regime. Como consequência, diversas instituições teriam enfrentado restrições de funcionamento, fechamento de atividades e confisco de bens.

A organização afirma que líderes religiosos também estão entre os principais alvos das medidas governamentais. Segundo a entidade, pastores e outros representantes cristãos são submetidos a monitoramento constante, prisões e limitações ao exercício de suas atividades ministeriais. Em alguns casos, essas ações resultaram no deslocamento forçado de famílias e no enfraquecimento de comunidades cristãs.

Entre as medidas recentes apontadas pela Portas Abertas está a restrição à entrada de Bíblias na Nicarágua por vias terrestres, o que, segundo a organização, dificulta o acesso às Escrituras e compromete atividades de discipulado, ensino bíblico e assistência espiritual em diferentes regiões do país. A entidade também afirma que milhares de organizações da sociedade civil, incluindo instituições ligadas a igrejas, foram fechadas desde 2018.

Relatos reunidos pela organização indicam que membros do clero, religiosos e voluntários envolvidos em atividades educacionais e humanitárias enfrentam pressão crescente das autoridades. Segundo especialistas citados pela Portas Abertas, o ambiente de vigilância e autocensura levou diversas igrejas a adotarem maior discrição em suas atividades por receio de represálias.

Para a organização, o cenário evidencia uma relação entre o enfraquecimento das garantias democráticas e o aumento da perseguição contra comunidades religiosas. Segundo a Portas Abertas, a redução das liberdades civis tem afetado diretamente a atuação das igrejas e ampliado os desafios enfrentados por cristãos que desejam exercer sua fé e desenvolver ações de apoio às suas comunidades.

O que é a Portas Abertas?

A missão Portas Abertas atua em mais de 70 países prestando apoio a cristãos perseguidos por causa da fé por meio de assistência emergencial, fortalecimento da igreja, capacitação de líderes e ações de conscientização.

Segundo a organização, mais de 388 milhões de cristãos enfrentam perseguição ou discriminação religiosa em todo o mundo, o equivalente a um em cada sete cristãos.



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Casa Paraty será palco da cultura caiçara viva em estreia na Flip 2026

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A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), em sua 24ª edição, terá um novo espaço dedicado integralmente à cultura caiçara com a estreia da Casa Paraty. O espaço receberá mestres populares, coletivos de jovens, artistas quilombolas, grupos infantis e tradições orais locais, durante o festival literário que ocorre de 22 a 26 de julho.

A partir das vivências do território e dos saberes tradicionais, o espaço pretende articular a memória e a produção criativa das novas gerações. A proposta contempla ainda a valorização da produção cultural da população de Paraty, por meio da música popular, da ciranda caiçara, do hip hop, do audiovisual, entre outras manifestações.

Coordenadora e uma das idealizadoras do espaço, Gabriela Marsico ressalta a importância do elo entre as gerações de um território.

“Acredito que memória, identidade e pertencimento são inseparáveis. Uma cultura viva não se sustenta apenas preservando o passado, mas criando condições para que novas gerações possam se reconhecer nessas histórias e, ao mesmo tempo, produzir novas narrativas.”

Um dos destaques da programação será a participação, no sábado (25), às 22h, dos Cirandeiros de Paraty, fundamentais na construção da proposta artística da Casa. Eles reafirmam a força da ciranda como manifestação coletiva, ligada à memória oral, ao convívio comunitário e aos modos de vida tradicionais da Costa Verde.

Segundo a curadora do espaço, Vanda Mota, o princípio que orientou a construção da programação foi harmonizar a produção cultural local em seus ritmos com o calendário de eventos de Paraty.

“Sendo a Flip o maior dos eventos culturais da cidade, é fundamental que a cultura local possa se apresentar com sua maturidade e seus processos para esse público.”

Além de uma programação com debates, apresentações e oficinas, a Casa Paraty terá durante todo o período da Flip a exposição Trindade: Quando o Território Virou Luta, com imagens do acervo fotográfico da Associação de Moradores da Trindade (AMOT). A mostra reúne registros produzidos entre o final da década de 1970 e o início dos anos 1980, documentando a mobilização da comunidade caiçara em defesa de seu território.

A Galeria de Arte Popular, mostra que também integra as atividades do espaço, reúne artistas de diferentes gerações que apresentam um panorama da história e da cultura de Paraty, por meio de diferentes linguagens das artes visuais, como fotografia, pintura, escultura e cerâmica. Segundo a curadoria, a mostra reafirma a arte como instrumento de preservação da memória, valorização das tradições e construção de novas narrativas culturais.

A programação completa está no link.

 



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Reforma tributária: governo adia para janeiro obrigação de pessoa física e produtor rural ter 'CNPJ técnico' e emitir nota fiscal

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Um decreto presidencial publicado no “Diário Oficial da União” (DOU) desta quarta-feira (22) adia para janeiro de 2027 a obrigatoriedade das pessoas físicas, e dos produtores rurais, terem o chamado “CNPJ técnico” e, também, de emitirem a nota fiscal do novo imposto sobre o consumo — no âmbito da reforma tributária.
O “CNPJ técnico” é uma inscrição cadastral vinculada ao CPF de pessoas físicas que sejam contribuintes dos futuros impostos sobre o consumo (CBS e IBS).
Esse cadastro não corresponde à abertura de uma empresa nem transforma a pessoa física em pessoa jurídica.
Sua finalidade é identificar esses contribuintes nos sistemas da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS, o Imposto sobre Bens e Serviços, facilitando a emissão de documentos fiscais e a apuração dos novos tributos.
Agora no g1
Com a mudança, as notas fiscais que não trouxerem preenchidos os campos dos futuros impostos sobre o consumo, a CBS federal e o IBS estadual, também não serão automaticamente rejeitadas pelo Fisco — algo que o governo já havia informado que também não cobraria das empresas.
ACIC e FGV promovem palestra com especialista em Reforma Tributária – Crédito: Divulgação.
ACIC e FGV promovem palestra com especialista em Reforma Tributária – Crédito: Divulgação.
Nova plataforma tecnológica
Uma nova plataforma tecnológica inédita no mundo, 150 vezes maior do que o PIX, que já está em fase de testes, mas com funcionamento pleno previsto a partir do próximo ano, será responsável por operacionalizar os pagamentos dos impostos sobre produtos e serviços.
🔎 O novo sistema vai viabilizar e estruturar o pagamento dos futuros impostos sobre valor agregado (IVA), previstos na reforma tributária sobre o consumo – aprovada em 2024 pelo Congresso Nacional e sancionada no início deste ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Já em fase de testes, o objetivo da Receita Federal é de que a plataforma esteja funcionando em 2026 sem gerar cobrança efetiva (alíquota pequena de 1%, que será “destacada”, ou seja, abatida em outros tributos).
Segundo a Receita Federal, das 13,5 bilhões de notas fiscais emitidas neste ano, 7,4 bilhões já têm os impostos “destacados” (informados) de maneira voluntária pelas empresas.
A partir de 2027, quando haverá extinção do PIS e da Cofins federais, o sistema do “split payment” começará a operar em toda a economia para a CBS (tributo federal), focado nas negociações entre empresas — o chamado “business to business”, sem abranger o varejo.
De 2029 a 2032, haverá a transição do ICMS estadual e do ISS municipal para o IBS, com a redução gradual das alíquotas do ICMS e do ISS e o aumento gradual da alíquota do IBS (o futuro tributo sobre consumo dos estados e municípios).
Desafio para empresas
Reportagem do g1 mostrou, em novembro, que a reforma tributária sobre o consumo está exigindo ações na área de processos de gestão e de sistemas de emissão da nota fiscal por parte das empresas como forma de evitar problemas a partir de 2026.
➡️Especialistas ouvidos relataram que as empresas despreparadas poderiam ter desde mercadorias paradas e incapacidade do contas a pagar, liquidar a fatura, até a possibilidade de a empresa não aproveitar os créditos tributários, gerando um impacto direto no fluxo de caixa.
➡️Já a Receita Federal negou que haverá um aumento de complexidade na emissão das notas fiscais, e também afastou interpretações de que poderá haver um cenário caótico para as empresas a partir de 2026.
Segundo o órgão, os campos das notas fiscais serão praticamente os mesmos de hoje, como: CNPJ ou CPF, de compradores ou vendedores, além da quantidade de produtos, valor da venda e códigos tributários, por exemplo.
Reforma tributária
Com a reforma tributária sobre o consumo, aprovada em 2024, serão gradualmente extintos, nos próximos anos, o PIS, a Cofins e o IPI (para a maior parte dos produtos) federais, além do ICMS estadual e do ISS municipal.
Em seu lugar, serão criados dois novos impostos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
Eles funcionarão no modelo de imposto sobre valor agregado (IVA), como acontece no resto do mundo, ou seja, eles serão não cumulativos. Isso significa que, ao longo da cadeia de produção, os impostos seriam pagos uma só vez por todos os participantes do processo.
Por exemplo: se o IVA for de 20%, um produto vendido ao consumidor final por R$ 100 terá imposto de R$ 20, que deverá ser dividido por toda a cadeia de produção (produtor, atacadista, distribuidor, varejista).
Outra mudança é que o tributo sobre o consumo (IVA) será cobrado no “destino”, ou seja, no local onde os produtos são consumidos, e não mais onde eles são produzidos. A migração da origem para o destino será feita de forma gradual durante décadas.
Isso contribuirá para combater a chamada “guerra fiscal”, nome dado a disputa entre os estados para que empresas se instalem em seus territórios. Para isso, intensificam a concessão de benefícios fiscais.



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EUA e China realizarão negociações sobre IA em setembro, dizem fontes

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As negociações sobre IA, um resultado significativo da cúpula entre os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, em maio, provavelmente ocorrerão antes da visita de Xi aos EUA, prevista para 24 de setembro, disseram as fontes, que pediram para não serem identificadas, já que a informação não é pública. As datas, no entanto, ainda não foram definidas.



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Cantor gospel processa Silas Malafaia após cancelamento de shows

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O cantor gospel Italo Cristovan Ribeiro de Almeida ingressou com uma ação judicial contra o pastor Silas Malafaia e a Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), contestando o cancelamento de um contrato para a realização de quatro apresentações em igrejas da denominação na Região Sul do país. O processo tramita na 4ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Segundo a ação, o artista havia sido contratado para se apresentar nas unidades da ADVEC em Joinville, Jaraguá do Sul, Curitiba e Mafra, em Santa Catarina. Pelo conjunto das apresentações, o contrato previa o pagamento de R$ 12 mil.

Italo afirma que já havia organizado sua agenda, além de reservar passagens e hospedagem para cumprir os compromissos, quando foi informado do cancelamento dos eventos. De acordo com o processo, o pastor Jhonata, responsável pela filial da ADVEC em Curitiba, comunicou que havia recebido uma “informação” sobre o cantor e que, por esse motivo, precisou cancelar as apresentações. Segundo o artista, nenhuma justificativa adicional foi apresentada.

Ainda conforme a ação, o cantor procurou Silas Malafaia, presidente da ADVEC, para tentar solucionar a questão de forma amigável. Italo afirma que o pastor respondeu que “não pagaria nada”. O artista também alega que Malafaia teria afirmado que iria expô-lo na televisão e na internet, dizendo que todos saberiam “quem é o Italo”. Segundo o relato apresentado à Justiça, o pastor ainda teria declarado que ninguém mais contrataria o cantor e que, caso desejasse, poderia “pôr no pau”.

Na ação, Italo Cristovan pede o pagamento dos R$ 12 mil previstos no contrato, além de solicitar que Silas Malafaia e a ADVEC sejam impedidos de divulgar declarações ou insinuações que possam atingir sua reputação ou colocar em dúvida sua idoneidade e o exercício de suas atividades religiosas e profissionais.

De acordo com o jornal O Globo, até o momento, não há informação sobre manifestação de Silas Malafaia ou da Assembleia de Deus Vitória em Cristo nos autos do processo em relação às alegações apresentadas pelo cantor.



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