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Igrejas protestantes nos EUA se tornam mais diversas, aponta pesquisa

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Uma pesquisa recente revelou que um número crescente de pastores protestantes nos Estados Unidos observa um aumento na diversidade racial em suas congregações. No entanto, essa tendência vem acompanhada de uma diminuição na percepção de que todas as igrejas devem se esforçar para alcançar essa diversidade.

Contexto da Diversidade nas Igrejas

A diversidade racial nas igrejas protestantes é um tema que ganhou destaque nos últimos anos, especialmente após eventos que colocaram questões raciais em evidência, como o protesto de supremacistas brancos em Charlottesville, Virginia, em 2017. Esse evento provocou um debate nacional sobre a inclusão e a diversidade nas comunidades religiosas.

Apesar do aumento na diversidade, a pesquisa indica que muitos pastores não veem a diversidade como uma prioridade essencial para suas congregações. Isso levanta questões sobre como as igrejas estão abordando a inclusão e a unidade entre diferentes grupos raciais e étnicos.

O que Aconteceu na Pesquisa

Segundo a pesquisa, uma maior proporção de pastores protestantes acredita que suas igrejas estão se tornando mais diversas racialmente. No entanto, a pesquisa também revelou que menos pastores consideram que todas as congregações devem fazer um esforço ativo para promover a diversidade em comparação com anos anteriores.

Esse fenômeno pode ser interpretado como uma resposta à crescente polarização racial e política nos Estados Unidos. Os pastores estão se adaptando a um ambiente em que a diversidade é reconhecida, mas a urgência de promovê-la pode estar diminuindo.

Reações dos Líderes Religiosos

Os líderes religiosos têm opiniões divergentes sobre a questão da diversidade nas igrejas. Alguns argumentam que a diversidade é um reflexo do corpo de Cristo e deve ser celebrada e promovida. Outros, no entanto, acreditam que a ênfase na diversidade pode desviar o foco da mensagem central do Evangelho.

“A diversidade é uma bênção que reflete a criação de Deus, e nossas igrejas devem ser um reflexo disso”, afirmou um pastor que participou da pesquisa.

— Nome do Pastor

O que Esperar no Futuro

À medida que as igrejas continuam a evoluir, a questão da diversidade provavelmente permanecerá em debate. A capacidade das congregações de abraçar a diversidade pode influenciar sua relevância e eficácia na evangelização e no trabalho missionário.

Além disso, a forma como as igrejas abordam a diversidade pode impactar sua capacidade de atrair novos membros e de se conectar com a comunidade ao seu redor. A promoção de uma cultura inclusiva pode ser um passo essencial para fortalecer a missão da igreja no mundo contemporâneo.



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Comitê antecipa geração de energia para evitar impactos do El Niño

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O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) aprovou, nesta quarta-feira (22), a antecipação da geração de 1,8 GW de energia adicionais de cinco empresas vencedoras dos leilões de reserva de capacidade.

A medida entra em vigor a partir de 1º de setembro para reforçar a segurança do sistema diante da possibilidade do El Niño no segundo semestre de 2026. 

De acordo com parecer do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a ocorrência do fenômeno climático poderá reduzir a quantidade de energia elétrica produzida na Região Norte, além de aumentar o consumo por causa das altas temperaturas. 

“O volume antecipado é fundamental para garantir a segurança do sistema elétrico brasileiro em 2026 e início de 2027, principalmente prevendo as consequências que podem ser causadas pelo El Niño”, informa o Ministério de Minas e Energia. 

Conforme o ministério, a antecipação foi baseada ainda pelas “incertezas geopolíticas ocasionadas pelo atual cenário de guerras, que podem impactar diretamente os preços de combustíveis”. Estudos da pasta apontam que a utilização de usinas sem contrato (merchant) para suprir carga custam, no mínimo, 25% a mais do que as contratadas em leilões.

Os leilões de reserva foram realizados em março deste ano, com a contratação de 2,2GW de energia.

El Niño

O El Niño tem 81% de chance de atingir a categoria “muito forte” entre os meses de outubro e dezembro próximos, segundo estimativa da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), agência de previsão climática dos Estados Unidos, uma das mais importantes do mundo.

Segundo a NOAA, se a previsão se confirmar, esse pode ser o maior El Niño desde 1950, ano em que começaram a ser feitas as medições.

Ainda segundo a NOAA, um El Niño mais forte não significa necessariamente que haverá eventos climáticos graves, mas uma probabilidade maior de que aconteçam tempestades e forte calor em diferentes regiões do planeta.

O El Niño é o fenômeno meteorológico que provoca o aquecimento acima da média da superfície do Pacífico equatorial. Essa elevação da temperatura causa alterações no ritmo das chuvas e também na circulação dos ventos.

A Europa passou pela pior onda de calor já registrada em junho, causando interrupções na geração de energia, danos à infraestrutura e sobrecarregando os sistemas de saúde, segundo especialistas. O calor extremo foi certamente causado pelas mudanças climáticas, afirmaram os cientistas.

Os efeitos do El Niño serão sentidos em diferentes regiões até o final do ano e se estenderão até 2027.



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TCU alerta para risco fiscal dos Correios

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R$ 4,6 bilhões. Esse foi o custo, apenas no ano passado, para manter o serviço postal em todas as regiões do país. E o problema, segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), é que ninguém sabe ainda quem vai pagar essa conta.

O TCU aprovou, nesta quarta-feira (22), um alerta ao governo federal sobre o custo da universalização do serviço postal prestado pelos Correios. Por unanimidade, o plenário do tribunal aprovou o acórdão de uma auditoria realizada sobre o assunto.

A Corte alertou que a universalização dos Correios está gerando um rombo que pode sobrar para o contribuinte. Segundo o ministro relator, Benjamin Zymler, a falta de previsão de compensação dos custos da estatal obriga o aporte de recursos por parte da União.

“A inexistência de um mecanismo explícito e estruturado de compensação dos custos da universalização fragiliza a capacidade da ECT de absorver de forma permanente o déficit associado às obrigações de serviço universal.”

O ministro reconhece que o valor é compatível com outras políticas públicas relevantes, como o Programa Farmácia Popular e a merenda escolar, mas, ao contrário dessas ações, os Correios não têm verba garantida no orçamento para cobrir o prejuízo.

“Esse quadro compromete a capacidade futura de pagamento da estatal, amplia o risco fiscal da União, seja pela crescente exposição decorrente de garantias concedidas pela União a empréstimos tomados pela ECT, seja pela possível necessidade de aportes financeiros adicionais.”

A situação já é crítica: em dezembro do ano passado, o Tesouro Nacional aprovou um empréstimo de R$ 12 bilhões  para a reestruturação da empresa, com garantias da União. Para tentar se recuperar, os Correios lançaram um programa de desligamento voluntário e fecharam agências pelo país. O TCU avalia que esse quadro compromete a capacidade futura de pagamento da estatal e amplia o risco fiscal da União.

Procurada, a assessoria dos Correios informou que não vai se pronunciar sobre a decisão do TCU.

* Com informações da Agência Brasil




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Tarifaço dos EUA: setor de cargas diz que medida de Trump é 'política' e que responder da mesma forma pode piorar situação

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Tarifaço: setor de cargas diz que medida de Trump é ‘política’ e que responder da mesma forma pode piorar situação
O setor de transporte de cargas e logística afirmou nesta quarta-feira (22) que vê com “muita preocupação” os desdobramentos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos sob a gestão do presidente Donald Trump.
Para Paulo Afonso Lustosa, presidente da Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas & Logística (Fenatac), a medida dos EUA, que entrou em vigor nesta quarta, tem mais caráter político do que econômico. Ele também avaliou que, se o Brasil responder na mesma moeda, a “situação pode piorar”.
Lustosa participou nesta quarta-feira de uma reunião com integrantes da gestão Lula, como o vice-presidente Geraldo Alckmin. O governo tem ouvido setores afetados para elaborar medidas de reação ao tarifaço de Donald Trump.
Lula vai anunciar nova linha de crédito para empresas
Em entrevista após o encontro com Alckmin, o presidente da Fenatac disse que, para ele, a melhor saída para o Brasil é buscar a negociação diplomática e comercial, evitando medidas espelhadas de reciprocidade.
“O setor de transporte é uma atividade meio, uma ligação entre o setor industrial, que produz, e quem consome. Então na medida que a carga reduz, o nosso setor sofre”, afirmou Lustosa.
Questionado sobre a possibilidade de o Brasil adotar medidas de retaliação e aplicar tarifas recíprocas contra produtos norte-americanos, o presidente da Fenatac alertou para os riscos de uma escalada na crise comercial.
Segundo ele, agir da mesma forma que os EUA pode agravar o conflito e piorar ainda mais a situação das empresas brasileiras.
Em vez de uma resposta retaliatória, Lustosa defende um canal permanente de diálogo entre o governo federal e o setor produtivo nacional para buscar uma solução negociada.
Embora o setor ainda não conte com números consolidados sobre o prejuízo financeiro ou o volume total de redução no fluxo de fretes, o presidente da entidade destacou que os efeitos práticos da medida serão sentidos de forma imediata na cadeia logística.
Operação de transporte de cargas em porto
Bruno Leão/ Sedecti



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Roteirista revela alerta de Mel Gibson sobre Satanás

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Em uma recente entrevista, o roteirista Randall Wallace relembrou uma conversa significativa que teve com o ator e diretor Mel Gibson sobre o filme A Ressurreição de Cristo. Durante essa conversa, Gibson fez um alerta importante sobre a presença de Satanás e as forças do mal que atuam no mundo.

Contexto da conversa

Randall Wallace, conhecido por seu trabalho em roteiros que abordam temas cristãos, compartilhou detalhes sobre sua colaboração com Mel Gibson, que é amplamente reconhecido por sua dedicação a projetos que refletem a fé cristã. O filme A Ressurreição de Cristo, que retrata a história da ressurreição de Jesus, é um marco na cinematografia cristã e gerou discussões profundas sobre a espiritualidade e a luta entre o bem e o mal.

O que aconteceu

Durante a conversa, Mel Gibson expressou sua preocupação com a forma como Satanás se infiltra na vida das pessoas, alertando que a luta espiritual é real e constante. Segundo Wallace, Gibson disse: “Satanás está sempre à espreita, buscando maneiras de nos desviar do caminho da fé”. Essa afirmação reflete a crença de muitos cristãos sobre a importância de estar vigilante contra as tentações e influências malignas.

Reações à declaração

A fala de Gibson ressoou entre muitos cristãos, que reconhecem a necessidade de estar atentos às armadilhas que podem afastar os fiéis de sua caminhada com Deus. A mensagem de que a batalha espiritual é uma realidade cotidiana é um lembrete para a comunidade cristã sobre a importância da oração e da leitura da Bíblia como ferramentas de defesa contra o mal.

O que esperar

Com as palavras de Mel Gibson ecoando entre os cristãos, espera-se que mais discussões sobre a luta espiritual e a necessidade de vigilância se intensifiquem. A produção de filmes que abordam a fé e a espiritualidade pode ajudar a conscientizar a sociedade sobre a importância de permanecer firme na fé e resistir às tentações.

“Satanás está sempre à espreita, buscando maneiras de nos desviar do caminho da fé”.

O alerta de Gibson serve como um chamado à ação para todos os cristãos. A evangelização e o fortalecimento da fé são essenciais para resistir às forças que buscam desviar os cristãos de sua missão de anunciar o Evangelho.



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PT aciona TSE contra Flávio Bolsonaro sobre urnas eletrônicas

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A Federação Brasil da Esperança (Fé Brasil), composta pelo PT, PV e PCdoB, entrou nesta quarta-feira (22) com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pela divulgação de informação falsa sobre as urnas eletrônicas.

A ação foi protocolada um dia após o parlamentar, que é pré-candidato à Presidência da República, afirmar que as urnas eletrônicas no Brasil foram produzidas pela empresa venezuelana Smartmatic, informação que já foi desmentida pelo TSE.

Os advogados da federação solicitaram ao tribunal a aplicação de multa de R$ 30 mil contra o senador, além da determinação para remover postagens que associem a empresa ao sistema eletrônico de votação.

A ação também cita aliados de Flávio Bolsonaro. A federação informou ao TSE que o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), a deputada federal Júlia Zanata (PL-SC) e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro propagaram desinformação contra o processo eleitoral em postagens em seus perfis nas redes sociais.

Os parlamentares teriam articulado desinformação contra a integridade do sistema eletrônico de votação brasileiro ao citarem um documento divulgado no dia 10 de julho pelo governo norte-americano para sugerir manipulação nas eleições da Venezuela entre 2004 e 2020.

Segundo os partidos, as conclusões não têm relação com o processo eleitoral brasileiro.

“Não há nenhuma referência ao sistema eleitoral brasileiro. O documento estadunidense e suas conclusões, sejam lá quais forem, não dizem respeito ao Brasil em nenhum aspecto, porém, essa circunstância é deliberadamente omitida ou descontextualizada pelos representados em suas manifestações públicas”, afirmou a federação.

A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria de Flávio Bolsonaro e aguarda retorno. O espaço está aberto para manifestação. 



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TSE desmente fake news sobre urnas eletrônicas

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O Tribunal Superior Eleitoral veio a público mais uma vez para desmentir outra fake news sobre as eleições brasileiras.

A Justiça Eleitoral reforçou, nesta quarta-feira (22), que a empresa venezuelana Smartmatic não forneceu urnas eletrônicas ou softwares utilizados pelos equipamentos brasileiros.

O caso voltou a ganhar destaque após o pré-candidato a presidência da República pelo PL, o senador Flávio Bolsonaro, divulgar, nessa terça-feira, em reunião com diplomatas, informações falsas sobre as urnas eletrônicas, afirmando que os equipamentos seriam da empresa venezuelana Smartmatic, sem apresentar qualquer prova.

Em nota, o TSE relembrou que em 2020 já havia desmentido essa fake news, que circula na internet, pelo menos, desde 2017.

A Corte reafirma que as urnas brasileiras foram projetadas por servidores e técnicos a serviço da Justiça Eleitoral. Além disso, as urnas são produzidas por empresas selecionadas por licitações públicas, sob direta coordenação de servidores do TSE, o que garante ainda mais segurança e transparência ao processo eleitoral.

O TSE ainda esclareceu que a empresa venezuelana Smartmatic prestou serviços ao TSE somente para conexão de dados e voz e não para o desenvolvimento ou operação da urna.

Durante seu pronunciamento em um evento com diplomatas, o senador Flávio Bolsonaro citou um documento do governo dos Estados Unidos que citava envolvimento da Smartmatic nas eleições na Venezuela. Porém, o documento não concluiu que houve fraude nos pleitos realizados no país sul-americano entre 2004 e 2020.

O pré-candidato do PL usou esse documento para associar a empresa venezuelana às urnas brasileiras. A fala de Flávio Bolsonaro gerou críticas de adversários e especialistas, que enxergaram uma repetição da estratégia de seu pai, Jair Bolsonaro, para atacar o sistema eleitoral. O ex-presidente foi condenado pelo STF por tentativa de golpe de Estado que envolveu uma campanha de desinformação sobre as urnas eletrônicas.

Em nota, a coordenação da campanha de Flávio Bolsonaro afirmou que que ele não questionou a integridade do sistema de votação brasileiro e que a pré-campanha reafirma sua confiança no processo eleitoral, além de manifestar crença de que as missões de observação internacional devem ser estimuladas a acompanhar o pleito no país. A nota, porém, não comenta sobre a informação falsa divulgada por Flávio Bolsonaro.




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Cidade espanhola presenteia campeões da Copa com tomates equivalentes ao próprio peso; veja vídeo

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Gavi e Fabian Ruiz recebendo tomates
Reprodução X
Dois campeões da Copa do Mundo de 2026 pela Espanha receberam uma homenagem inusitada nesta terça-feira (21). Naturais de Los Palacios y Villafranca, na região da Andaluzia, Gavi e Fabián Ruiz ganharam tomates em quantidade equivalente ao próprio peso durante uma cerimônia organizada pela prefeitura.
A homenagem ocorreu dois dias depois da vitória da Espanha por 1 a 0 sobre a Argentina na final da Copa do Mundo. Os dois meio-campistas foram peças importantes da equipe comandada pelo técnico Luis de la Fuente na campanha do bicampeonato mundial.
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Antes da entrega dos presentes, os jogadores subiram em uma balança instalada no evento para definir a quantidade de tomates que receberiam. Gavi levou 68 quilos e Fabián Ruiz 84 quilos.
Por que o tomate?
A escolha do presente não foi por acaso. Los Palacios y Villafranca é uma referência na produção de tomates na Andaluzia, e o cultivo do fruto é uma das atividades que ajudam a movimentar a economia local.
O tomate também faz parte da identidade do município, que promove eventos e ações para valorizar os produtores e a cultura ligada ao produto. Entre as variedades associadas à região está o Bombón Colorao, um dos símbolos agrícolas locais.
Por isso, em vez de oferecer uma lembrança tradicional aos campeões, a prefeitura decidiu transformar um dos principais produtos da cidade em uma homenagem aos jogadores.



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Não orar é pecado, afirma teólogo Dieudonné Tamfu

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Em uma recente declaração, o teólogo Dieudonné Tamfu afirmou que não orar é considerado pecado, enfatizando a importância da oração na vida cristã. Ele baseou sua afirmação na passagem bíblica de 1 Samuel 12, que ressalta a necessidade de se manter uma comunicação constante com Deus.

O que a Bíblia diz sobre a oração

A oração é um dos pilares fundamentais da fé cristã, sendo um meio pelo qual os crentes se conectam com Deus. Em 1 Samuel 12, o profeta Samuel exorta o povo de Israel a não se desviar do Senhor, ressaltando que a oração é essencial para manter a comunhão com Ele. Tamfu argumenta que a negligência na prática da oração demonstra uma falta de confiança em Deus e em Sua soberania.

A declaração de Dieudonné Tamfu

Dieudonné Tamfu, em sua fala, destacou que a oração não deve ser vista apenas como uma atividade religiosa, mas como uma necessidade vital para o cristão. Ele afirmou: “A oração é o oxigênio da vida espiritual. Quando deixamos de orar, estamos nos afastando da fonte de nossa força e direção”. Essa declaração ressoa com muitos cristãos que entendem a oração como um elemento crucial para o crescimento espiritual e a manutenção da fé.

Reações da comunidade cristã

A afirmação de Tamfu gerou diversas reações entre líderes e fiéis. Muitos concordam que a oração é fundamental para a vida cristã, enquanto outros se questionam sobre a definição de pecado em relação à falta de oração. A discussão sobre a importância da oração na vida cotidiana dos cristãos é sempre relevante, especialmente em tempos de dificuldades e desafios.

Alguns pastores têm incentivado suas congregações a estabelecerem horários regulares de oração, enfatizando que a oração coletiva fortalece a igreja e promove a unidade entre os irmãos. A prática da oração não é apenas uma obrigação, mas uma oportunidade de experimentar a presença de Deus e buscar Sua orientação em todas as áreas da vida.

O que esperar no futuro

Com a crescente ênfase na oração dentro das comunidades cristãs, é provável que mais líderes e teólogos abordem a importância desse tema em suas pregações e ensinamentos. A oração pode ser vista como um antídoto contra a apatia espiritual e um convite à intimidade com Deus. Portanto, os cristãos são encorajados a não apenas orar por si mesmos, mas também a interceder por outros, fortalecendo assim a comunidade de fé.



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TCU cita risco fiscal dos Correios e defende compensação de custos

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O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira (22) um alerta ao governo federal sobre o custo da universalização do serviço postal prestado pelos Correios. Por unanimidade, o plenário do tribunal aprovou o acórdão de uma auditoria realizada sobre a questão. 

Segundo o TCU, sem a criação de um “mecanismo explícito, estruturado e transparente de compensação de custos”, a universalização gera risco fiscal para as contas públicas.

A conclusão foi formada a partir do voto do ministro Benjamin Zymler, relator do caso.

Durante a leitura do voto, o ministro citou que o custo para manter a universalização postal foi R$ 4,6 bilhões em 2024. Na avaliação de Zymler, o valor é compatível com outras políticas públicas, como o Programa Farmácia Popular e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). 

Contudo, o relator pontuou que a falta de previsão de compensação dos custos da estatal, que opera em prejuízo, fragiliza a capacidade dos Correios de absorverem as circunstâncias atuais e obriga o aporte de recursos por parte da União. 

“Esse quadro compromete a capacidade futura de pagamento da estatal, amplia o risco fiscal da União, que está sendo analisado de forma macroscópica em outros processos, seja pela crescente exposição decorrente de garantias concedidas pela União a empréstimos tomados pela ECT, seja pela necessidade de possíveis aportes financeiros adicionais para a empresa”, afirmou. 

Em dezembro do ano passado, o Tesouro Nacional aprovou um empréstimo de R$ 12 bilhões para a reestruturação financeira dos Correios, com garantias da União. Além disso, a estatal aprovou uma série de medidas, como um programa de desligamento voluntário e o fechamento de agências, para compensar esse déficit. 

Procurados pela Agência Brasil, os Correios informaram que não vão se pronunciar sobre a decisão do TCU. 

 



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