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Ministro do STJ é investigado por ligação com lobista de MT

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O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Paulo Dias de Moura Ribeiro, passou a ser investigado formalmente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de eventual envolvimento no esquema de venda de decisões judiciais atribuído ao lobista mato-grossense Andreson de Oliveira Gonçalves e à advogada Mirian Ribeiro Gonçalves. A investigação foi autorizada em 19 de maio deste ano pelo ministro Cristiano Zanin, relator do Inquérito 4.997, mas permaneceu sob sigilo.

A existência da investigação foi revelada pelo Estadão e confirmada pelo Gazeta Digital, que teve acesso à decisão assinada por Zanin. O despacho amplia o alcance da apuração, que inicialmente mirava apenas servidores do gabinete de Moura Ribeiro, para incluir o próprio magistrado do STJ.

Esta é a primeira vez, desde a deflagração da Operação Sisamnes em novembro de 2024, que um integrante da alta corte judicial do país se torna alvo direto das apurações conduzidas perante o STF.

Em relatório parcial enviado ao STF, a Polícia Federal mapeou suspeitas em ao menos dez processos sob relatoria do ministro no STJ. Ao analisar os elementos apresentados pelos investigadores e ratificados pela Procuradoria-Geral da República (PGR), Zanin decidiu estender formalmente o escopo da investigação.

No despacho assinado em 29 de maio, o relator fundamentou a necessidade de incluir a autoridade que possui prerrogativa de foro na Suprema Corte. “Em razão da linha de fundamentação trazida pelas hipóteses criminais, depreende-se a necessidade de que a instauração de inquérito por mim autorizada em 29 de maio do ano anterior também passe a referenciar o eminente ministro Paulo Dias de Moura Ribeiro, do Superior Tribunal de Justiça, e não apenas eventuais servidores, efetivos ou não, em exercício no seu gabinete à época dos fatos narrados.”

Em outro trecho da decisão, Zanin justificou a indispensabilidade da medida cautelar para o aprofundamento das investigações. “Autorizo a instauração de inquérito também no que alude à autoridade mencionada, o eminente Ministro Paulo Dias de Moura Ribeiro, do Superior Tribunal de Justiça. Torna-se imperioso averiguar possível existência de indícios de ilegalidades penais envolvendo a autoridade sujeita à jurisdição desta Suprema Corte. A medida se mostra imprescindível e razoável, digo novamente, diante da ampla gama de requerimentos formulados pela autoridade policial e pela Procuradoria-Geral da República nestes autos.”

Com o aval do Supremo, os investigadores obtiveram autorização para realizar levantamento bancário, fiscal e patrimonial de parentes e pessoas próximas ao ministro, além de servidores lotados em seu gabinete no período apurado.

Mudança de posição e repasses financeiros

Um dos casos sob suspeita envolve a disputa pela reintegração de posse de uma fazenda em Mato Grosso. A PF detectou que o gabinete do ministro alterou seu entendimento no processo logo após a juntada de uma procuração em nome da advogada Mirian Ribeiro.

Além das decisões judiciais, os investigadores identificaram duas transferências bancárias suspeitas feitas pela empresa Florais Transportes, de propriedade do lobista Andreson Gonçalves, para um ex-técnico judiciário que atuava como assistente de plenário (“capinha”) de Moura Ribeiro.

Outro lado

Ao Estadão, o ministro Moura Ribeiro afirmou desconhecer a existência de investigação referente às suas decisões no tribunal. O magistrado explicou que o servidor mencionado na reportagem atuou por curto período em seu gabinete em 2019 e foi exonerado a pedido do próprio ministro após a constatação de conduta irregular.

Moura Ribeiro ressaltou que tem mais de quatro décadas de magistratura e carreira ilibada, repudiando qualquer associação a ilícitos. A defesa de Andreson de Oliveira Gonçalves declarou que o próprio relatório da PF reconhece a falta de indícios de ilegalidade em relação ao ministro e sustentou que o pedido de diligências busca apenas justificar a permanência do caso sob a jurisdição do STF.



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Defesa Civil reconhece situação de emergência em 17 municípios do RS

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A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil reconheceu situação de emergência em 17 municípios do Rio Grande do Sul afetados por tempestades e vendavais neste mês de julho. 

De acordo com a Portaria nº 2.382, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União, a maior parte das localidades foi atingida por chuvas intensas. Entre as cidades afetadas estão Áurea, Braga, Constantina, Dois Irmãos das Missões, Floriano Peixoto, Getúlio Vargas e Humaitá. Veja aqui a lista completa.

Dos 17 municípios contemplados, 16 registraram esse tipo de desastre. Apenas Eldorado do Sul teve a situação de emergência reconhecida em razão de vendaval.

Recursos

Com o reconhecimento da situação de emergência pelo governo federal, as prefeituras podem solicitar recursos da União para ações de defesa civil. 

Os repasses podem ser destinados a medidas de assistência à população afetada, como compra de cestas básicas, água mineral, refeições para trabalhadores e voluntários, kits de higiene e limpeza, além de ações de restabelecimento de serviços essenciais e recuperação de áreas atingidas.

Memória

Desde o início de junho, o Rio Grande do Sul é atingido por temporais. De acordo com a Defesa Civil do Rio Grande do Sul, cerca de 140 municípios reportaram danos em consequência de inundações. Em Eldorado do Sul, os vendavais deixaram mais de 720 desabrigados.



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Dólar abre em queda, com petróleo e tarifaço no radar

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O dólar abriu a sessão desta sexta-feira (24) em queda, com um recuo de 0,14% perto das 9h, cotado a R$ 5,0769, conforme investidores avaliavam o novo tarifaço anunciado pelos Estados Unidos. As negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️O novo tarifaço anunciado pelos Estados Unidos sobre o Brasil e outros 59 parceiros comerciais fica no centro das atenções. A alíquota, que ficou entre 10% e 12,5% foi anunciada na véspera, com base na Seção 301 da Lei de Comércio americana. O cenário aumenta a pressão sobre o governo brasileiro, que mantém conversas com os setores afetados e avalia como reagir às tarifas.
▶️ As tensões no Oriente Médio também ficam no radar, principalmente após novos ataques a navios petroleiros no Mar Vermelho. A piora do cenário geopolítico na região reforçou preocupações sobre eventuais impactos nas cadeias logísticas e no mercado de petróleo.
Após uma semana de tensões, os preços do petróleo operavam em queda nesta sexta-feira. Perto das 9h, o barril do Brent, referência internacional, caía 3,09%, cotado a US$ 97,58. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, recuava 2,64%, a US$ 89,76 o barril.
▶️ Por fim, a temporada de balanços corporativos segue na mira dos investidores. Na véspera, as ações da Alphabet caíram mais de 7% após a companhia elevar sua projeção de investimentos em inteligência artificial, reacendendo preocupações com o alto custo da expansão da infraestrutura necessária para o setor.
Nesta sexta, destaque para os balanços de Dow, American Airlines, T-Mobile e Intel. Dados econômicos também ficam no radar.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
💲Dólar

a
Acumulado da semana: -0,53%;
Acumulado do mês: -1,53%;
Acumulado do ano: -7,38%.
📈Ibovespa

Acumulado da semana: +1,59%;
Acumulado do mês: +2,59%;
Acumulado do ano: +9,53%.
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
Nova taxa dos EUA é anunciada
Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (23) a aplicação de uma nova tarifa sobre importações de cerca de 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil. As alíquotas variam entre 10% e 12,5% e entraram em vigor às 0h01 desta sexta-feira (24), no horário de Washington.
Segundo o governo americano, a decisão é resultado de uma investigação conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. A apuração concluiu que esses países adotam práticas comerciais consideradas desleais por não proibirem nem fiscalizarem adequadamente a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
“Os Estados Unidos têm uma proibição de importação de trabalho forçado há quase um século e a aplicam rigorosamente. Já passou da hora de nossos parceiros comerciais fazerem o mesmo”, disse o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer.
“A ação de hoje começará a corrigir o que é, ao mesmo tempo, um abuso dos direitos humanos e uma prática comercial distorcida, contribuindo para melhorar o bem-estar dos trabalhadores em todo o mundo.”
O governo americano adotou dois tipos de tarifas:
Países que adotaram medidas para proibir essa prática estarão sujeitos à tarifa de 10%.
Aqueles que não implementaram essas restrições foram enquadrados na alíquota de 12,5% — caso do Brasil.
O tema já foi amplamente refutado pelo governo brasileiro. Na semana passada, o ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou que os argumentos são “absolutamente improcedentes” e “inverídicos”, reiterando que o sistema de exportação brasileiro passa por um sistema rigoroso de fiscalização e controle ambiental.
Na semana passada, os EUA já haviam confirmado uma tarifa adicional de 25% sobre parte dos produtos brasileiros exportados ao país. A medida foi anunciada após uma investigação do governo Donald Trump concluir que o Brasil adota práticas que “oneram ou restringem” o comércio com os EUA.
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Novas tensões no Oriente Médio
As Forças Armadas dos EUA realizam na quinta-feira (23) ataques ao Irã pela 13ª noite seguida.
“As forças dos EUA iniciaram outra noite de ataques contra alvos militares iranianos às 18h45 ET de hoje. Esta é a 13ª noite consecutiva de ataques destinados a responsabilizar o Irã e reduzir ameaças da Guarda Revolucionária Islâmica ao transporte marítimo comercial”, diz uma postagem do Comando Central (Centcom) americano.
A imprensa do Irã reportou explosões na cidade de Ahvaz, no sul do país, alé, de Bandar Abbas e Qeshm, alvos frequentes de bombardeios americanos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta que considera seriamente retomar as grandes operações de combate no Irã.
“Eles ainda não sentiram dor suficiente. Estou considerando um ataque maciço. Maior do que qualquer outro antes. Estou perto de tomar uma decisão. Está tudo pronto”, afirmou.
Um porta-voz militar do Irã afirmou que os Estados Unidos vêm usando armas que nunca haviam utilizado antes contra o território iraniano.
Em entrevista a uma rádio iraniana, o general Abolfazl Shekarchi afirmou que Washington está mobilizando “todas as capacidades, todas as armas e todas as previsões” que havia acumulado para a Terceira Guerra Mundial contra o país.
“Todas as armas que foram testadas no mundo, mas nunca utilizadas em qualquer guerra, foram empregadas contra a República Islâmica. Cada capacidade, cada arma, cada plano de contingência que os americanos haviam planejado e estocado para a Terceira Guerra Mundial — para enfrentar as principais potências mundiais — tudo foi levado ao campo de batalha”, afirmou.
Para além do conflito entre EUA e Irã, no entanto, ataques no Mar Vermelho também ficam no radar.
Os aliados houthis do irã no Iêmen também disseram ter atacado dois petroleiros sauditas como parte de um bloqueio naval à Arábia Saudita, ameaçando criar um segundo ponto de estrangulamento no fornecimento global de petróleo, além do fechamento iminente do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo.
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Bolsas globais
Na Europa, o dia é mais positivo, conforme investidores avaliam novos dados econômicos e balanços corporativos.
Perto das 9h15, o DAX, da Alemanha, subia 0,68%, enquanto o CAC-40, da França, avançava 0,30% e o FTSE 100, do Reino Unido, tinha alta de 0,21%.
Na Ásia, a maioria dos índices da região fechou em queda. O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, caiu 1,67%, enquanto o Hang Seng, de Hong Kong, recuou 0,98% e o Kospi, da Coreia do Sul, teve uma desvalorização de 5,72%. O Nikkei, do Japão, teve perdas de 2,73%.
*Com informações da agência de notícias Reuters.
Notas de dólar.
Luisa Gonzalez/ Reuters



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Conheça as freiras ativistas que desafiam as companhias de Big Tech

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Ela e outras freiras da Congregação das Irmãs de São José da Paz, que reúne 88 religiosas nos EUA e no Reino Unido, praticam o chamado ativismo acionário. Como acionistas, usam sua participação em empresas para pressionar grandes corporações a adotar medidas relacionadas a temas como mudanças climáticas, direitos territoriais dos povos indígenas e justiça racial.



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Desafios da igreja em tempos de transformação social

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Em um mundo em constante transformação, a igreja enfrenta desafios significativos que exigem adaptação e reflexão. Um pastor destacou seis obstáculos que a missão cristã deve superar, enfatizando a importância de não se limitar a cultos emocionais e sentimentais.

Contexto das transformações sociais

A sociedade atual passa por profundas mudanças, influenciadas por avanços tecnológicos, mudanças culturais e novas formas de comunicação. Esses fatores impactam diretamente a maneira como as pessoas se relacionam com a fé e a espiritualidade. Em meio a esse cenário, a igreja precisa se posicionar de forma relevante, buscando entender as necessidades e anseios da comunidade.

Os seis desafios destacados

O pastor, em sua análise, elencou seis desafios que a igreja deve enfrentar:

  1. Superar a superficialidade dos cultos: A necessidade de ir além de experiências emocionais e proporcionar um ensino bíblico profundo.
  2. Enfrentar a secularização: A crescente indiferença espiritual da sociedade exige que a igreja apresente uma fé autêntica e transformadora.
  3. Conectar-se com a juventude: É fundamental encontrar formas de dialogar com os jovens, que muitas vezes se sentem distantes da igreja.
  4. Promover a unidade entre os cristãos: A divisão entre denominações pode enfraquecer a missão da igreja; é preciso buscar a unidade no corpo de Cristo.
  5. Engajamento social: A igreja deve estar atenta às questões sociais e se envolver em ações que promovam justiça e compaixão.
  6. Preparação para a perseguição: Com o aumento da intolerância religiosa em algumas regiões, a igreja precisa estar preparada para enfrentar desafios e apoiar os cristãos perseguidos.

Reações e reflexões

Esses desafios têm gerado discussões entre líderes e membros da igreja. Muitos concordam que é necessário um retorno às Escrituras e um compromisso renovado com a missão de evangelização. A ideia de que a igreja deve ser um farol de esperança em meio à escuridão é uma mensagem que ressoa entre os cristãos.

“Precisamos de uma igreja que não apenas emocione, mas que transforme vidas através do poder do Evangelho.”

— Pastor que proferiu a análise

O que esperar para o futuro

À medida que a sociedade continua a evoluir, a igreja terá que se adaptar e inovar. Isso pode incluir novas abordagens para o culto, uso de tecnologia para alcançar mais pessoas e um foco renovado em missões e evangelização. A esperança é que, ao enfrentar esses desafios, a igreja possa se tornar mais relevante e impactante na vida das pessoas.



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TV Brasil transmite 1ª final entre Sampaio Basquete e Unimed Campinas

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A TV Brasil transmite neste sábado (25), a partir das 10h45, a primeira partida da final da Liga de Basquete Feminino (LBF) 2026, entre Sampaio Basquete e Unimed Campinas Basquete. O confronto de abertura da série melhor de cinco será em São Luís, no Ginásio Costa Rodrigues.

Por ter conquistado a melhor campanha durante a primeira fase do torneio, a equipe de São Luís garantiu a vantagem de ser mandante (sediar) em até três jogos da decisão. 

O Sampaio Basquete assegurou sua classificação para a decisão ao derrotar o Cerrado BRB por 61 a 46 no jogo 3 da semifinal, fechando a série em 2 a 1. Esta será a quinta final consecutiva da equipe na LBF, e a oitava no total.

O Unimed Campinas Basquete garantiu vaga ao vencer o Sesi Basquete Araraquara por 70 a 67 no segundo jogo da semifinal e fechar a série por 2 a 0. 

Esta será a quarta vez que Campinas e Sampaio se enfrentam na decisão da LBF. No histórico do duelo, a equipe paulista levou a melhor e ficou com o título em 2018, enquanto o troféu de campeão ficou com o time maranhense nas edições de 2019 e 2022.  

Entenda os playoffs da LBF     

A fase reúne as oito melhores equipes da temporada regular, que avançaram para as quartas de final. O caminho até a taça funciona da seguinte forma:     

  • Quartas de Final: Disputadas em séries de melhor de três jogos;    
  • Semifinais: Seguem a mesma estrutura de melhor de três; 
  • Fase Final: A temporada é decidida em melhor de cinco partidas.     

A tela do esporte feminino      

As transmissões da LBF integram a estratégia da EBC, gestora da TV Brasil, de valorizar o esporte feminino no país, ampliar o acesso das pessoas às competições e promover a aproximação entre o público do canal e a modalidade.      

Além dos duelos da LBF, a emissora já está exibindo as partidas do Brasileirão Feminino de Futebol da Série A1. Durante o ano, além da elite da modalidade, a TV Brasil mostra as fases decisivas das Séries A2 e A3, a partir das semifinais, e traz para a tela as emoções dos confrontos finais das categorias de base com a disputa pelo título do Brasileirão Feminino Sub-17 e Sub-20.      

As competições ganham visibilidade ainda maior por meio da parceria com os canais que fazem parte da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) e retransmitem a programação da TV Brasil em seus estados. Em 2025, a emissora também compartilhou com o público as partidas da Conmebol Copa América de Futebol Feminino.      

Ao vivo e on demand     

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Clique aqui e saiba como sintonizar.

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV.          

TV Brasil na internet e nas redes sociais:
Site – https://tvbrasil.ebc.com.br
Facebook – https://www.facebook.com/tvbrasil
Instagram – https://www.instagram.com/tvbrasil
YouTube – https://www.youtube.com/tvbrasil
X – https://x.com/TVBrasil
TikTok – https://www.tiktok.com/@tvbrasil
TV Brasil Play – http://tvbrasilplay.com.br





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Pesquisa mostra que vacinação diminuiu prevalência de HPV ente jovens

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A prevalência dos principais tipos de HPV caiu quase à metade no Brasil após a vacinação, aponta o maior estudo sobre a eficácia do imunizante já realizado na América Latina.

Dados coletados em 2016 e 2017 mostram que 14,98% dos participantes já tinham sido infectados por pelo menos um dos quatro tipos cobertos pela vacina. Já nas amostras coletadas entre 2020 e 2023, essa proporção ficou em 7,95%. 

A pesquisa Pop-Brasil foi realizada pelo Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Ministério da Saúde. Na primeira fase, foram analisadas amostras de 6.388 participantes não vacinados de ambos os sexos. Já na segunda fase, foram mais de 10 mil participantes, vacinados e não vacinados. As amostras foram coletadas em unidades de saúde.

Nos dois períodos, o foco foram os jovens de 16 a 25 anos, como explica a médica epidemiologista e líder da pesquisa Eliana Wendland:

“Essa faixa etária é a que tem a maior prevalência de HPV, porque é o início da atividade sexual. Essa faixa etária também foi escolhida porque todo mundo ali já deveria ter sido vacinado”

Infelizmente, não foi isso o que aconteceu. Entre as meninas e mulheres da pesquisa, apenas 61,8% estavam vacinadas, e a proporção foi ainda menor entre os participantes do sexo masculino: 31,1%. A taxa de cobertura ideal é de 90%. 

Ainda assim, a vacina comprovou o seu potencial. Entre as meninas e mulheres, a prevalência dos tipos de HPV cobertos pelo imunizante foi de 15,6% na primeira fase, quando apenas pessoas não vacinadas participaram da pesquisa. Já na segunda fase, a detecção do vírus entre as participantes vacinadas caiu para 3,1%. 

De acordo com Eliana, a pesquisa verificou ainda que o imunizante já foi capaz de produzir um certo “efeito rebanho”:

“Nós também percebemos nas meninas um efeito populacional da vacinação. Mesmo entre aquelas que não foram vacinadas, nós tivemos uma diminuição da prevalência de HPV.”

Isso acontece porque a vacinação em altas coberturas diminui a circulação dos agentes causadores de doença, protegendo indiretamente toda a população. Na parcela de meninas e mulheres não vacinadas, a prevalência dos quatro tipos de HPV combatidos pela vacina foi de 10,5% na segunda fase da pesquisa. 

Já entre os homens, a prevalência desses subtipos do vírus caiu de 13,8% para 4,6% entre os vacinados, mas não houve mudança estatisticamente significativa entre os participantes não vacinados da segunda fase. De acordo com Eliana, a explicação é a baixa cobertura vacinal desse público. 

“Esse achado não é inesperado, uma vez que os meninos costumam receber menos incentivo à vacinação contra o HPV do que as meninas, em parte porque o vírus ainda é amplamente percebido como uma causa predominantemente do câncer do colo do útero”, destaca a prévia do artigo que será publicado na revista npj Vaccines com os resultados da pesquisa. 

Vacinação eficaz

Outro dado reforça o poder e a importância da vacina é que, entre as duas fases da pesquisa, a prevalência geral de HPV na população, considerando todos os subtipos existentes, subiu de 46,7% para 56,6%, ao contrário do que aconteceu com os quatro subtipos combatidos pelo imunizante. 

A pesquisa também encontrou evidências de que o esquema atual oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de apenas uma dose, é eficaz, porque não encontrou diferença na prevalência do vírus comparando pessoas vacinadas com uma, duas ou três doses. 

A vacinação contra o HPV pelo Sistema Único de Saúde começou em 2014, apenas com meninas, mas passou a englobar também os meninos a partir de 2017, com algumas mudanças na faixa etária ao longo dos anos. Em 2024, o esquema básico mudou de duas doses para uma. 

Hoje, o público-alvo são todas as crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, além de alguns públicos adultos vulneráveis, como imunossuprimidos, vítimas de violência sexual, usuários de profilaxia pré-exposição para prevenção do HPV e pessoas que já tiveram lesões precursoras no colo do útero. 

O HPV, sigla para papilomavírus humano, é o principal causador do câncer do colo do útero, mas também pode provocar a doença em outros órgãos como pênis, ânus e garganta. Nem todo subtipo do vírus têm potencial cancerígeno, mas a vacina disponível no sistema público protege contra os quatro principais tipos oncogênicos. 



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União Europeia acusa TikTok de expor menores a riscos online

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Ícone do aplicativo de compartilhamento de vídeos TikTok.
AP/Matt Slocum/Arquivo
A União Europeia acusou o TikTok nesta sexta-feira (24) de não proteger os menores, uma vez que as configurações de suas contas os expõem a riscos como cyberbullying e comportamentos predatórios.
A UE afirmou que essas contas deveriam ser visíveis apenas para pessoas permitidas. Adolescentes acima de 13 anos podem usar o TikTok.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
“Um alto nível de proteção não deveria ser uma opção que precise ser ativada; deveria ser a configuração padrão”, declarou a responsável pela área de tecnologia da UE, Henna Virkkunen, em comunicado.
A UE intensificou seus esforços para proteger os menores com novas normas previstas para o fim deste ano, que proibirão crianças menores de 13 anos de usar redes sociais.
Agora no g1
Bruxelas abriu sua investigação sobre o TikTok, de propriedade do grupo chinês ByteDance, em 2024 com base na Lei de Serviços Digitais (DSA).
De acordo com a DSA, as configurações das contas de menores contam, por padrão, com medidas de segurança e proteção mais rigorosas.
“As configurações das contas do TikTok não cumprem essa norma”, afirmou a UE em sua avaliação preliminar. Elas “continuam a expô-los a riscos, como contatos indesejados, cyberbullying ou comportamentos predatórios”.
A UE constatou durante a investigação que os menores podem tornar sua conta pública, o que significa que qualquer pessoa, tenha ou não uma conta no TikTok, pode ver seu conteúdo.
Mesmo quando optam por tornar suas contas privadas, podem ser “facilmente encontradas”.
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Um porta-voz do TikTok afirmou que as contas de adolescentes contam com mais de 50 recursos de privacidade e segurança pré-configurados, e destacou que as contas de menores de 18 anos são privadas por padrão.
“Analisaremos essas conclusões preliminares enquanto seguimos colaborando de forma construtiva” com a UE, acrescentou.
Se confirmadas as conclusões da UE sobre o TikTok, o bloco poderá impor uma multa de até 6% do faturamento anual total da empresa em nível mundial.



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Ataque rebelde de modelo de criadora do ChatGPT leva EUA a discutir 'botão' para desligar Inteligência Artificial

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O CEO da OpenAI, Sam Altman, já declarou diversas vezes que apoia uma maior regulamentação em torno da IA
Reuters
Parlamentares dos Estados Unidos querem dar ao governo a capacidade de determinar rapidamente o desligamento de ferramentas de inteligência artificial (IA) que possam representar uma ameaça ao público.
O deputado Ted Lieu, do Partido Democrata, e o deputado Nathaniel Moran, do Partido Republicano, apresentaram na quinta-feira (23/07) um projeto de lei chamado AI Kill Switch Act (Algo como Lei do Botão de Desligar da IA em português).
A iniciativa segue a recente admissão da OpenAI, criadora do ChatGPT, de que seus modelos de IA saíram do controle de uma maneira “sem precedentes” e invadiram um importante repositório de informações de código de computador.
IA pode decidir atacar empresas? Entenda como foi a invasão ‘sem precedentes’ por modelo da OpenAI
Lieu disse que “é imprescindível” que os sistemas de IA tenham um botão de desligar “e que o governo federal tenha a autoridade e o processo claros para desligar modelos de IA desonestos”.
“A IA vai continuar avançando, e deve”, acrescentou Moran. “Gestão significa garantir que os humanos mantenham a capacidade de controlar a tecnologia que construímos.”
Um representante da OpenAI, liderada pelo cofundador Sam Altman, não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre a proposta.
A empresa afirmou que deseja garantir, em parte por meio de políticas governamentais, que a tecnologia de IA “beneficie toda a humanidade”.
O Kill Switch Act propõe dar ao Departamento de Segurança Interna a autoridade para determinar que uma empresa privada desligue um modelo ou ferramenta de IA. Também estipula que as empresas que desenvolvem essa tecnologia de IA devem manter “a capacidade técnica de limitar, suspender ou desligar esses modelos e ferramentas”.
Apesar de muitas empresas de tecnologia terem concordado em apresentar e compartilhar com agências governamentais dos EUA modelos e ferramentas de IA em desenvolvimento, não há exigência de que elas mantenham uma maneira de intervir em suas atividades ou simplesmente desligá-las.
A proposta também inclui a criação de uma exigência para que as empresas de IA relatem ao governo incidentes ou falhas tecnológicas, bem como uma estrutura oficial para responder a tais incidentes, que irá desde uma “desaceleração inicial até uma paralisação completa”.
Em um comunicado, Lieu também citou a Anthropic, principal concorrente da OpenAI no desenvolvimento de tecnologia e ferramentas de IA mais avançadas, e os problemas recentes apresentados por suas ferramentas.
Ele apontou para o lançamento dos modelos Mythos e Fable da Anthropic, afirmando que suas potenciais capacidades de ciberataque fizeram com que o Departamento de Comércio invocasse “de forma desajeitada” uma lei de exportação para impedir que fossem disponibilizados ao público por um período.
Um representante da Anthropic não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
Jack Clark, cofundador da Anthropic, disse à BBC no mês passado que desejava mais políticas governamentais em torno da capacidade de controlar o desenvolvimento da IA.
“Você quer ter a opção de tirar o pé do acelerador e pisar no freio”, disse Clark ao programa Newsnight da BBC. “No momento, é como se a indústria de IA tivesse um acelerador, mas não tivesse um freio.”
OpenAI diz que sua IA agiu por conta própria e lançou um ataque cibernético ‘sem precedentes’
Lieu, ao propor o projeto de lei, disse que a IA está atualmente passando de uma tecnologia que responde a perguntas para uma que toma medidas, “seja executando transações financeiras, controlando sistemas de transporte ou se engajando em defesa e ataque cibernéticos”.
O Pentágono afirmou este ano que as forças armadas dos EUA estavam se tornando uma força de combate “prioritariamente focada em IA” como parte de novos acordos com Google, OpenAI, Amazon, Microsoft, SpaceX, Oracle, Nvidia e a startup Reflection.
“Infelizmente, sistemas de IA poderosos podem se descontrolar, comportar-se de maneiras extremamente perigosas ou até mesmo resistir à intervenção humana.”
O Kill Switch Act, disse ele, garantirá que haja um método para o governo intervir rapidamente em tal situação.
O projeto de lei recebeu apoio público de diversos grupos de tecnologia e segurança de IA, incluindo The AI ​​Policy Network, Americans for Responsible Innovation, ControlAI, AI and National Security Lead e The Alliance for Secure AI.
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Escritora cristã liberal não acredita mais em inferno

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Jen Hatmaker, uma influente autora e personalidade cristã progressista, revelou que não acredita mais em inferno. Em suas recentes declarações, ela afirmou que essa mudança de crença a ajudou a resgatar sua relação com Deus.

Contexto da declaração

Jen Hatmaker é conhecida por seu trabalho como autora e palestrante, especialmente entre os jovens cristãos. Sua trajetória inclui uma forte presença nas redes sociais, onde compartilha reflexões sobre fé, espiritualidade e questões sociais. No ano passado, Hatmaker decidiu se afastar da igreja, o que gerou um grande debate entre seus seguidores e a comunidade cristã em geral.

O que aconteceu

Em uma entrevista recente, Hatmaker afirmou que a crença no inferno era uma barreira que a impedia de experimentar plenamente o amor e a graça de Deus. “Deixar de acreditar no inferno me resgatou, me trouxe de volta à fé”, declarou. Essa afirmação gerou reações diversas, especialmente entre os cristãos mais conservadores, que veem a crença no inferno como um aspecto fundamental da doutrina cristã.

Reações da comunidade cristã

A declaração de Hatmaker provocou uma onda de discussões nas redes sociais e em círculos teológicos. Muitos apoiadores aplaudiram sua coragem de questionar crenças tradicionais, enquanto críticos expressaram preocupação com a possibilidade de que essa visão possa levar outros a se afastarem da fé cristã ortodoxa.

Entre os críticos, alguns argumentam que a negação do inferno pode enfraquecer a urgência do anúncio do Evangelho e a missão de evangelização, que se fundamenta na necessidade de salvação. Por outro lado, defensores de Hatmaker destacam a importância de uma abordagem mais inclusiva e amorosa da fé cristã.

O que esperar

À medida que a conversa sobre crenças fundamentais continua, é provável que mais líderes e influenciadores cristãos compartilhem suas perspectivas sobre temas controversos como o inferno. Isso pode levar a um reexame das doutrinas tradicionais e, potencialmente, a uma mudança na maneira como a fé é praticada por alguns grupos.

Enquanto isso, a jornada de Jen Hatmaker pode inspirar outros a explorar suas próprias crenças e a buscar uma relação mais autêntica com Deus, baseada no amor e na graça, em vez do medo e da condenação.



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