Home Blog Page 2987

Igor Rickli comemora aniversário em resort de R$ 7,5 mil a diária: ‘Com a família’

0

O ator Igor Rickli, aniversariante deste sábado (14), completou 41 anos de idade, e comemorou a data em grande estilo! Acompanhado da família, a esposa, Aline Wirley, de 42 anos, e os três filhos do casal Antônio e Fátima, de 10 anos, e Will, de 7, em um resort de Búzios, no estado do Rio de Janeiro.

No Zendaya Resort Beach Sport & Spa, que custa R$ 7,5 mil a diária, Igor e Aline brindaram no restaurante do local, com direito a Parabéns pra Você e tudo e, claro, ainda caíram com a criançada na piscina, aproveitando o dia ensolarado na Região dos Lagos do estado fluminense.

Mais cedo, Aline fez uma declaração caprichada pro marido aniversariante, com quem ela é casada desde 2015. “Neste exato momento, estamos a caminho de Búzios, onde você escolheu passar seu aniversário deste ano. Antônio, Will e Fátima dormem tranquilos no banco de trás, enquanto você dirige ao som de clássicos natalinos. Estamos em raro silêncio. Você passa a mão no cabelo do jeito que sempre me faz perder o ar (pra mim, você é o homem mais lindo do mundo). Decido escrever pra você”, começou ela.

“Te agradeço profundamente por derramar do seu coração tanto amor pro mundo e pra nós, sua família. Que sorte sermos um com você! Mais um ciclo de vida se inicia pra você, meu amor, e o meu desejo é que você receba do universo tudo aquilo o que o seu coração deseja. Você merece! Que o seu sorriso continue reverberando alegria, que a sua voz ecoe pelo mundo, que a sua potência brilhe cada dia mais e que mais pessoas possam sentir o que você é em essência”, disse ela em outro trecho. Confira declaração completa abaixo:

FONTE : MatoGrossoNews

Projeto de lei quer regulamentar esportes de aventura e radicais em MT

0

DO REPÓRTERMT

Tramita na Assembleia Legislativa um projeto de lei que visa regulamentar as atividades off-road em Mato Grosso, reconhecendo como esportes de aventura e radicais, além de destacar seu valor cultural, turístico e econômico para o estado. O projeto busca organizar e fomentar as práticas off-road, ao mesmo tempo em que assegura a preservação ambiental e a segurança dos praticantes.

Mato Grosso, com sua diversidade de ecossistemas, que incluem o Cerrado, o Pantanal e as paisagens de Chapada dos Guimarães, é um destino natural ideal para o turismo de aventura. Com isso, a proposta visa estimular o crescimento do setor, promovendo a prática de atividades como trilhas 4×4, buggy, motocicletas, quadriciclos, UTVs e ATVs, em regiões com difícil acesso.

>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão

O projeto de lei, de autoria do deputado Beto Dois a Um, estabelece uma série de medidas para garantir a segurança e sustentabilidade das atividades off-road, como o mapeamento de áreas de interesse, a sinalização adequada de trilhas e a fiscalização por órgãos competentes, como o Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN-MT) e as Secretarias de Meio Ambiente e Turismo. Além disso, o projeto prevê a criação de programas para divulgar as atividades off-road e integrar a iniciativa pública e privada, visando ao fortalecimento do turismo regional.

“Ao reconhecer a importância do off-road como um atrativo turístico, estamos realizando a promoção do nosso estado como um polo de esportes de aventura. A regulamentação das atividades off-road não apenas incentivará o turismo, mas também gerará emprego e renda para a população local, por meio da realização de eventos competitivos e da criação de infraestrutura voltada para o setor”,

Um dos aspectos relevantes da proposta é a preservação ambiental, impondo restrições para evitar danos à vegetação nativa e aos cursos d’água. As trilhas existentes poderão ser mantidas, mas não serão permitidas novas aberturas de trilhas em unidades de conservação sem avaliação dos impactos ambientais. A medida busca equilibrar a prática de esportes radicais com a proteção dos ecossistemas naturais de Mato Grosso

Está prevista ainda a possibilidade de estabelecer parcerias com estados vizinhos, por meio de consórcios públicos, para divulgar e manter a prática do off-road em regiões que compartilham características geográficas e culturais semelhantes.

Com a regulamentação das atividades off-road, Mato Grosso se posicionará como um destino de turismo de aventura consolidado, promovendo a integração entre os setores público e privado, e garantindo que a prática do esporte aconteça de forma segura, sustentável e benéfica para a economia local.

FONTE : ReporterMT

Netanyahu aprova plano para expandir assentamentos israelenses nas Colinas de Golã

0

O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, ordenou nesta sexta-feira (13) ao Exército que se “prepare para permanecer” durante todo o inverno na zona desmilitarizada entre Israel e Síria, no planalto das Colinas do Golã, parcialmente anexado por Israel, informou a agência France Presse.

source
Fonte: G1

'Braga Netto tem direito à presunção de inocência, mas se fez quero que seja punido', diz Lula

0

Após ter alta do hospital na manhã deste domingo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou sobre a prisão do general da reserva Walter Braga Netto e afirmou que o militar deve ser punido “severamente” se for confirmada sua participação na tentativa de golpe de Estado.

“Acho que ele tem todo o direito a presunção de inocência. O que eu não tive, quero que ele tenha. Mas se fizeram o que acham que fizeram, quero que sejam punidos severamente”, afirmou Lula em coletiva de imprensa no Hospital sírio-libanês.

Indiciado pela PF no inquérito que investiga uma tentativa de ruptura democrática decorrente da derrota eleitoral do então presidente Jair Bolsonaro (PL), Braga Netto foi preso preventivamente neste sábado por obstrução de Justiça. Trata-se do primeiro general de quatro estrelas preso desde a redemocratização do País. Ele foi ministro da Casa Civil e da Defesa e candidato a vice na chapa de Bolsonaro em 2022.

noticia por : UOL

Delegacia Digital já validou mais de 1,3 mil boletins de ocorrências online

0

A Delegacia Digital da Polícia Civil de Mato Grosso já validou 1,3 mil ocorrências registradas pela população de forma totalmente online.

Desde a sua implantação, a nova plataforma de serviços obteve aproximadamente 10 mil acessos. A média é de um boletim de ocorrência registrado a cada 12 minutos.

Ao todo já foram mais de 2,6 boletins iniciados no portal, porém alguns não foram finalizados pelo comunicante.

A Delegacia Digital busca ampliar o alcance à população tornando o registro de uma ocorrência mais ágil e eficiente ao cidadão, além de ofertar outros serviços digitais oferecidos pela instituição.

Estão disponíveis os registros de boletins de ocorrências, consultas a veículos e telefones, solicitação de medidas protetivas, registros de pessoas desaparecidas, entre outras funcionalidades.

O portal acompanha a evolução da tecnologia, buscando simplificar o acesso da população, reduzindo o tempo de espera nas delegacias, especialmente em áreas mais distantes do estado.

O projeto foi desenvolvido pela equipe da Coordenadoria de Tecnologia da Informação da Polícia Civil sem custos externos.

Conforme a delegada-geral, Daniela Maidel, além do trabalho investigativo, a instituição não pode deixar de olhar outras necessidades. A Delegacia Digital atende à demanda do cidadão por eficiência.

Como funciona registros de BOs

O acesso ao portal deve ser feito com logins pelo gov.br ou mt.login, o que evita fraudes no processo de registro das ocorrências e garante mais segurança aos usuários e também para a Polícia Civil.

Não é necessário entrar em contato em um número de telefone para a validação dos boletins de ocorrência. A Delegacia Digital tem um prazo para finalização do procedimento e envio do boletim ao e-mail do usuário em até duas horas, sendo também fornecido o número de protocolo do atendimento.

O prazo médio é necessário para que o policial civil possa validar as informações e fazer a filtragem de acordo com a natureza da ocorrência e, ainda, verificar se são necessárias outras informações.

A Delegacia Digital pode ser acessada pelo endereço: https://delegaciadigital.pjc.mt.gov.br

Fonte: Governo MT – MT

FONTE : MatoGrossoNews

Jovem é sequestrada e torturada após furtar salão de beleza

0

DO REPÓRTER MT

Dois integrantes de uma facção criminosa, de 20 e 21 anos, identidades não divulgadas, foram presos na madrugada deste domingo (15), após sequestrarem e torturarem uma jovem após ela ter furtado um salão de beleza, na cidade de Sinop (500 km de Cuiabá).

Era por volta da meia noite quando a Polícia Militar foi acionada.

>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima havia sido sequestrada e levada para uma casa no Loteamento Menino Jesus. Lá, ela foi torturada pela dupla.

Quando a PM chegou, encontrou a vítima ferida e a afastaram dos demais, momento em que a mesma confessou ter furtado o salão, razão pela qual estava sendo punida.

Diante dos diversos ferimentos, a vítima foi encaminhada a uma unidade médica. Já a dupla, foi encaminhada à delegacia da Polícia Civil.

FONTE : ReporterMT

VÍDEO: Forte terremoto é sentido no Chile

0

Um terremoto de magnitude 6,4 foi sentido no Chile, na noite desta sexta-feira (13), segundo o Centro Sismológico Euro-Mediterrânico (EMSC, na sigla em inglês). O tremor foi sentido em Santiago, segundo testemunhas ouvidas pela agência Reuters. Veja no vídeo acima.

source
Fonte: G1

Por que os filhos de Steve Jobs nunca tiveram um iPad

0

A psicóloga e educadora americana Susan Linn tem dedicado sua carreira ao estudo do impacto das mídias e do marketing na formação das crianças. Mais do que isso: tornou-se uma espécie de ativista pelo bem-estar infantil e ficou conhecida por lançar uma campanha contra a propaganda enganosa voltada para esse público.

Neste último, lançado em maio pelo selo Vestígio, Susan demonstra como as empresas de tecnologia faturam alto explorando a fragilidade das crianças, ao mesmo tempo em que aponta caminhos para uma mudança de rumo. Leia um trecho a seguir.

Em meus momentos mais cínicos, me pego pensando que os setores de tecnologia e mídia agem de caso pensado para causar estragos não apenas nas famílias, mas em todos os nossos laços mais estreitos com outras pessoas.

Afinal, quanto mais deixamos de priorizar nossos relacionamentos humanos íntimos, mais dependentes nos tornamos de nossos dispositivos para encontrar conforto e companhia. E, quanto mais tempo gastamos em nossos dispositivos, mais dinheiro geramos para as empresas de tecnologia e seus clientes corporativos.

Em meus momentos menos cínicos, penso que a melhor palavra para descrever os criadores de nossos dispositivos – pelo menos em relação a grande parte do conteúdo que eles criam – é amoral, não imoral. Prejudicar propositalmente as pessoas não é o objetivo de seus planos de negócios, e sim vencer a concorrência na disputa por nossa atenção, gerando o maior lucro possível.

Quanto aos danos potenciais, bem, em tese as pessoas podem escolher quando, como e o quanto usar seus dispositivos.

Aqueles de nós que se preocupam com os efeitos que o excesso de tempo dedicado à tecnologia causa nas crianças costumam apontar para as histórias presentes na mídia sobre executivos de tecnologia que matriculam os filhos em escolas livres de telas e/ou estabelecem limites de uso de tela em sua própria casa.

Mais do que ninguém, as pessoas que criam essas tecnologias devem estar familiarizadas com os danos potenciais às crianças.

Foi o falecido Steve Jobs que, quando indagado se seus filhos adoravam o iPad, respondeu: “Eles nunca usaram”. Em seguida, explicou: “Em casa, nós limitamos o uso de tecnologia pelos nossos filhos”.

Mas vejo aí outra mensagem, mais sutil. Se, de acordo com essa hipótese, as pessoas que criam as tecnologias protegem seus filhos contra o uso – ou abuso – delas, então outros pais e mães não deveriam ou não poderiam estabelecer limites também?

A falha nesse argumento tem a ver com duas mensagens implícitas na admissão de Steve Jobs de que mantinha seus filhos longe do iPad.

A primeira é: “Se eu posso proteger meus filhos, todos os outros também podem”. A outra é: “O ônus de proteger as crianças deve recair exclusivamente sobre os pais e as mães, não sobre a minha empresa”.

Na verdade, colocar a culpa apenas em pais e mães e imputar a eles esse ônus é absurdamente simplista. Acerca do autocontrole e do poder de sedução de nossos dispositivos digitais, Tristan Harris, cofundador da ONG Center for Humane Technology [Centro para Tecnologia Humanizada], afirma: “Podem até dizer que é minha responsabilidade […], mas isso é não reconhecer que do outro lado da tela há milhares de pessoas cujo trabalho é analisar e destruir qualquer responsabilidade que eu possa ter”.

E não se esqueça dos bilhões de dólares que são gerados graças ao sucesso delas. O Facebook sozinho rendeu u# 86 bilhões em 2020, mais de dez vezes sua receita em 2013, a maior parte proveniente de publicidade.

[O cientista da computação americano] Jaron Lanier, muitas vezes chamado de “pai da realidade virtual”, foi ainda mais direto:

É importante lembrar que esses dispositivos são concebidos para ser viciantes. É uma verdade que os próprios executivos dessas empresas reconhecem. Em vez de pensar que a culpa é das crianças ou de pais e mães, temos que reconhecer que envolvem sistemas cruéis que se aproveitam das fragilidades humanas universais

Pagamos para que os celulares se infiltrem em nossa vida familiar

Mais de 15 anos atrás, em uma conferência sobre marketing, participei de um painel sobre telefones celulares no qual o palestrante destacou o seguinte ponto: o mercado de celulares para adultos estava ficando saturado e, como todos os mercados, precisava se expandir.

O mercado de celulares para adolescentes também estava ficando saturado e, portanto, o alvo seguinte seriam os pré-adolescentes e, depois, até as crianças mais novas.

O palestrante sugeriu vender a pais e mães a ideia de que os celulares eram dispositivos de segurança e, a partir disso, investir em publicidade que os apresentasse para as crianças como itens “divertidos” ou “legais”. Continua a ser uma estratégia tremendamente eficaz.

Nos Estados Unidos, 53% das crianças de 11 anos têm um smartphone. O mesmo acontece com 32% das crianças de 10 anos e 19% das crianças de 8 anos.1 Em 2005, fiquei especialmente preocupada com o impacto desses dispositivos portáteis nas brincadeiras, na criatividade e nas oportunidades das crianças de se envolver com o mundo ao seu redor.

Mais de uma década e meia depois, agora entendo isso também como um ataque à importante experiência de formação de vínculos que ocorre durante as conversas entre pais, mães e filhos.

Quando minha filha estava no ensino fundamental, eu e as mães dos amiguinhos dela costumávamos trocar ideias sobre a estratégia de esperar a ocasião de um passeio ou viagem de carro para ter conversas potencialmente difíceis com nossos filhos.

A intimidade de estarmos juntos em um espaço pequeno, mas não cara a cara – a mãe no banco da frente, o filho pequeno na cadeirinha no banco de trás –, parecia se prestar bem às conversas.

Por volta de 2005, quando o conteúdo de vídeo se tornou disponível com mais facilidade em telefones celulares, as empresas de mídia começaram a ver os passeios e as viagens de carro como oportunidades lucrativas.

Como escrevi no livro “Em Defesa do Faz de Conta”, quando a [gigante das telecomunicações] Verizon abocanhou um contrato com a Sesame Workshop para disponibilizar o conteúdo do programa Vila Sésamo em seu serviço telefônico, J. Paul Marcum, então chefe da divisão interativa da Sesame Workshop, negou que a empresa defendesse a comercialização de telefones celulares para crianças pequenas.

E acrescentou: “Não se pode ignorar o fator de conveniência quando as pessoas estão em movimento. O pai ou a mãe pode passar um celular para as crianças na parte de trás do carro. E é um dispositivo que as famílias vão levar consigo para todo lado”.

Mais ou menos na mesma época, um porta-voz da Verizon afirmou: “Os pais e as mães que passam algum tempo com uma criança estão achando [os downloads de vídeo em telefones celulares] uma ótima diversão”.

Ken Heyer, pesquisador de mercado da ABI Technologies, definiu assim a questão no jornal The New York Times: “É realmente conveniente, porque há um bocado de brincadeiras que as crianças podem jogar”.

É o ponto em que estamos hoje. Seja com relutância ou de braços abertos, convidamos para dentro de nossa casa um punhado de entidades poderosas e sedutoras engendradas para gerar lucros ao monopolizar nossa atenção. E que não dão a mínima para nossas relações.

Nossos smartphones não são apenas máquinas. São canais por meio dos quais as empresas de tecnologia vigiam e moldam nossos comportamentos – uma espécie de espiões corporativos sedutores, divertidos, charmosos, infinitamente cativantes e de aparência benfazeja, que na verdade são especialistas em se intrometer na nossa vida e nos manipular para alcançar seus próprios objetivos.

Nós os levamos conosco para jantar, nas viagens de férias, ao parque com nossos filhos e para a cama. Pedimos seus conselhos, contamos com eles para obter informações e contamos com eles para acalmar nossos filhos ou mantê-los entretidos.

Embora pareçam estar a nosso serviço, a verdadeira missão dos smartphones é servir a nós e nossos filhos em uma bandeja aos anunciantes, com o intuito de gerar lucros corporativos. Em outras palavras, as corporações descobriram a maneira de se infiltrar na vida familiar e monetizá-la, e nós as pagamos para fazer isso.

noticia por : Gazeta do Povo

Imea projeta boa safra de algodão e MT deve manter liderança

0

Na semana que passou o Paraná deu um passo importante para a modernização do licenciamento ambiental com a sanção da Lei 22.252, que promete revolucionar os processos ambientais no Estado. A nova legislação busca equilibrar a preservação ambiental com a segurança jurídica e a agilidade necessária para o desenvolvimento do setor produtivo, atendendo à Política Nacional de Meio Ambiente.

A lei foi estruturada para uniformizar e simplificar os procedimentos, substituindo o emaranhado de normas, portarias e resoluções que antes dificultavam a consulta e o cumprimento das regulamentações. Com diretrizes claras, os empreendedores terão mais previsibilidade, enquanto os órgãos ambientais poderão otimizar recursos e focar em análises mais detalhadas para empreendimentos de médio e alto impacto.

Entre os avanços previstos, destaca-se a criação de modalidades diferenciadas de licenciamento ambiental. Para atividades de baixo impacto, a Licença Ambiental por Adesão e Compromisso (LAC) permite a obtenção automática da licença, mediante o registro das informações pelo próprio empreendedor em um sistema informatizado. Outra novidade é a Declaração de Dispensa de Licenciamento Ambiental (DLAM), voltada para empreendimentos com baixo potencial poluidor, que também será emitida automaticamente.

Essas medidas visam desburocratizar o sistema, garantindo agilidade e economia de recursos para empreendedores e para o Estado. No entanto, critérios rígidos de proteção ambiental continuam sendo aplicados para evitar qualquer prejuízo à preservação dos recursos naturais.

Já para empreendimentos de maior impacto ambiental, o processo permanece rigoroso, com etapas detalhadas de análise e monitoramento contínuo, garantindo o cumprimento das normas estaduais e federais.

A centralização das informações no Sistema de Gestão Ambiental (SGA), já utilizado pelo Instituto Água e Terra (IAT), será um dos principais pilares dessa nova regulamentação. A expectativa é que o tempo médio de análise seja reduzido, liberando técnicos para concentrarem esforços em projetos mais complexos.

Além disso, a nova legislação permite o aproveitamento de dados de estudos ambientais anteriores, desde que sejam compatíveis com as características do novo empreendimento. Essa medida reduz custos e tempo de espera para obtenção das licenças.

A nova lei prioriza a análise de obras de saneamento básico, alinhando-se ao Marco Legal do Saneamento, o que deve acelerar a universalização dos serviços no Estado. Também terão tratamento prioritário as obras de pavimentação de vias e a expansão da malha viária, fundamentais para a logística e o escoamento da produção agrícola.

O setor produtivo, especialmente o agronegócio, será um dos maiores beneficiados. A desburocratização promete atrair novos investimentos, fomentar a geração de empregos e ampliar a produção. A possibilidade de expansão de empreendimentos já licenciados também deve contribuir para o aumento da competitividade do Paraná no cenário nacional.

Com o foco na sustentabilidade e na preservação ambiental, a nova legislação reafirma o compromisso do Estado em criar um ambiente favorável ao desenvolvimento econômico, sem abrir mão da responsabilidade ambiental.

A lei entrará em vigor em 120 dias, período no qual os órgãos responsáveis e o setor produtivo devem se preparar para a implementação das mudanças. O governo do Paraná reforça que continuará monitorando e ajustando os procedimentos, garantindo a eficiência do modelo e o equilíbrio entre desenvolvimento e conservação ambiental.

Essa modernização coloca o Paraná em posição de destaque como um Estado que valoriza tanto a sustentabilidade quanto o desenvolvimento econômico, sendo um exemplo de como aliar produção e preservação.

Fonte: Pensar Agro

FONTE : MatoGrossoNews

Incêndio destrói distribuidora de medicamentos em Cuiabá; veja vídeo

0

DAFFINY DELGADO

DO REPÓRTERMT

Um incêndio de grandes proporções destruiu parcialmente um Centro de Distribuição de Medicamentos na noite de sábado (14), no bairro São José, em Cuiabá. Apesar dos estragos, não se tem informações de feridos. 

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 18h. Nas imagens divulgadas nas redes sociais é possível ver o tamanho das chamas.

>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão

De acordo com os militares, o fogo atingiu uma área de armazenamento de medicamentos, um local com diferentes tipos de materiais combustíveis.

Oito viaturas operacionais foram utilizadas no combate, que já dura mais de 12 horas. Ainda não se sabe o que causou o incêndio.

Neste domingo (15), equipes foram ao local fazer o rescaldo. O caso deverá ser apurado.

Veja vídeo:

FONTE : ReporterMT