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Regulamentação da reforma tributária reduz alíquotas para hotéis, bares e restaurantes

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O texto aprovado ontem (18) pelo Plenário da Câmara dos Deputados para regulamentar a reforma tributária (PLP 68/24) fixa alíquotas equivalentes a 60% da alíquota geral para restaurantes, bares, lanchonetes e operações de fornecimento de alimentação.

Estarão de fora do regime específico os fornecimentos de alimentação para empresas, eventos ou para aviação civil, alimentos e bebidas não alcoólicas compradas de terceiros para revenda e bebidas alcoólicas, ainda que preparadas no estabelecimento.

Com parecer favorável do relator, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), as gorjetas serão excluídas da base de cálculo até 15% do valor total de alimentos e bebidas fornecidos.

Segundo a Receita, a maior parte dos bares e restaurantes se enquadra no Simples Nacional e não pagaria esses tributos no regime normal, pois eles apenas substituirão os atuais na arrecadação única do Simples.

Hotelaria
No caso de serviços de hotelaria (inclusive flats e airbnb), parques de diversão e parques temáticos, a alíquota será também de 60% da geral.

Transporte de passageiros
Quanto ao transporte de passageiros, o projeto da reforma tributária prevê situações diferenciadas. Os transportes públicos coletivos ferroviário e hidroviário de caráter urbano, semiurbano e metropolitano terão isenção do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que unifica o ICMS e o Amazônia Legal ou em capitais regionais (São Luís/MA ou Natal/RN, por exemplo), centros sub-regionais (tais como Patos de Minas/MG ou Rio Claro/SP), centros de zona (Arapongas/PR ou Tupã/SP, entre outras cidades) ou centros locais, assim definidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No entanto, caberá ao Ministério de Portos e Aeroportos regulamentar o tema.

Agências de turismo
Também com alíquota de 60% da geral, as agências de turismo deverão descontar da base de cálculo os repasses para os fornecedores dos serviços intermediados e incluir comissões e incentivos pagos a terceiros que atuaram em nome da agência.

O contribuinte de IBS e CBS contratante dos serviços das agências poderá se apropriar de créditos na compra.

Sobre bens e serviços adquiridos pelas agências poderão ser aproveitados créditos, desde que não dedutíveis da base de cálculo, caso, por exemplo, de serviços de limpeza ou material de escritório.

Empresas de futebol
O PLP 68/24 reproduz as regras da Tributação Específica do Futebol (TEF) da Lei 14.193/21, aplicável às Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs), mas a alíquota fica um pouco maior.

Por esse regime, esses clubes de futebol pagarão 4% a título de Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e contribuições para o INSS. Atualmente, esse percentual já é aplicado, mas inclui o PIS/Cofins.

Com a proposta, a CBS, que substitui o PIS/Cofins, será de 1,5% sobre a receita. O IBS fica em 3% (metade para estados e metade para municípios).

A base de cálculo de todos esses tributos é a receita recebida, inclusive aquela referente a:

– prêmios e programas de sócio-torcedor;

– cessão dos direitos desportivos dos atletas;

– cessão de direitos de imagem; e

– transferência do atleta para outra entidade desportiva ou seu retorno à atividade em outro clube.

Quanto aos créditos, poderão ser aproveitados apenas aqueles relativos às operações de transferência de jogadores. Nas transferências internacionais, o ganho da SAF pela vinda de jogadores (importação) será tributado normalmente, mas a negociação do atleta para o exterior será considerada exportação, gozando de imunidade de CBS e IBS.

Outros esportes
Quanto a outros esportes, haverá redução de 60% das alíquotas para a prestação de serviços de educação desportiva (aulas de natação, atletismo, por exemplo) pelo contribuinte regular.

A mesma redução será aplicada à gestão e exploração do desporto por associações e clubes esportivos filiados a federação ou confederação, valendo inclusive para a receita de venda de ingressos; fornecimento oneroso ou não de bens e serviços (inclusive ingressos) por meio de programas de sócio-torcedor; cessão dos direitos desportivos dos atletas e transferência de atletas para outra entidade desportiva ou seu retorno.

Organismos internacionais
Em relação a repartições consulares, diplomáticas e organismos internacionais com representação no Brasil, após verificação do regime aplicado às representações brasileiras no país de origem, haverá isenção de IBS e CBS para operações com bens e serviços, seja das entidades ou dos seus funcionários, nos termos de regulamento.

Defesa nacional
Serviços e produtos adquiridos pela administração pública e relacionados à segurança nacional terão 60% de redução das alíquotas de IBS e CBS. Entre os serviços estão contemplados os de tecnologia da informação, de manutenção e reparo de veículos e equipamentos militares.

Quando a sociedade for estrangeira e um mínimo de 20% de seu capital estiver em posse de sócio brasileiro, o desconto também poderá ser aplicado.

Entre os bens, figuram desde aviões, blindados, navios, explosivos e rações para tropas até dispositivos de segurança cibernética.

Nesse item, Reginaldo Lopes incluiu vários serviços direcionado a celulares que contarão com alíquota reduzida se prestados à administração pública a título de segurança nacional e da informação:

Entre eles, destacam-se:

  • serviço de localização, bloqueio ou seguro de dispositivo perdido ou furtado para proteção de informações pessoais;
  • serviço de proteção e ressarcimento de transações bancárias indevidas, motivadas por furto, roubo ou sequestro;
  • serviço de conexão protegida e de criptografia para dispositivos;
  • identificação e alerta de arquivos maliciosos ou de alterações para acessar informações

Comunicação institucional
Por fim, o PLP 68/24 reduz em 60% as alíquotas de serviços de comunicação institucional prestados à administração pública direta, autarquias e fundações públicas.

Estão incluídos os serviços relacionados ao gerenciamento de páginas eletrônicas e redes sociais, assessoria de imprensa e relações públicas.

Nesse ponto, o texto aprovado reforça que os fornecedores desses serviços estão sujeitos à alíquota padrão quando o adquirente não seja o setor público mencionado (empresa pública de economia mista, por exemplo).

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Marcelo Oliveira

FONTE : MatoGrossoNews

Idosa é presa após condenação por morte de menino em ritual de magia negra

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Um crime ocorrido em 2008 resultou na prisão de uma idosa de 70 anos: ela foi condenada pela morte de um menino em um ritual de magia negra na Bahia.

A idosa, conhecida como “Mãe Vanginha”, foi presa pela Polícia Civil em Brusque, no Vale do Itajaí (SC), na última sexta-feira, 13 de dezembro.

Ela foi condenada pela morte de um menino de 8 anos em um crime que envolveu abuso sexual e assassinato do menino, supostamente como parte de um ritual de magia negra.

De acordo com a investigação, três mulheres foram identificadas como mandantes do crime, incluindo a idosa presa, segundo informações do portal G1.

A condenação da mulher foi definitiva, impondo uma pena de 37 anos e seis meses de reclusão em regime fechado, por homicídio triplamente qualificado e estupro. O delegado responsável pelo caso, Fernando Luis De Farias, informou que o mandado de prisão mais recente foi expedido em abril deste ano.

A idosa estava foragida desde 2008 e residia em Brusque há cerca de quatro meses. Ela foi capturada após uma força-tarefa da Polícia Civil de Santa Catarina, a Polícia Federal e o setor de capturas de São Borja, no Rio Grande do Sul.

As investigações identificaram que a foragida estava em um imóvel de difícil acesso no bairro Zantão, onde permanecia reclusa para evitar ser localizada. Após monitoramento, a polícia confirmou sua presença na residência e efetuou a prisão.

O delegado destacou que haverá diálogo entre as Varas de Execuções Penais de Itajaí e da Bahia para decidir o local de cumprimento da pena. A idosa foi encaminhada ao Presídio Feminino de Itajaí enquanto a Justiça define o presídio definitivo.

FONTE : Gospel Mais

Juiz manda Kalil recontratar 26 médicos demitidos em Várzea Grande

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VANESSA MORENO

DO REPORTÉR MT

O juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, concedeu uma liminar que determina a suspensão da demissão de 26 médicos do município, ocorrida no dia 4 de novembro. A ação foi proposta pelo Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed-MT) em desfavor do prefeito Kalil Baracat (MDB).

O sindicato alega que as demissões agravaram a situação das escalas médicas, especialmente nas unidades de emergência do Hospital e Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande.

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Consta no processo, que as dispensas afetam a prestação dos serviços essenciais e colocam em risco o atendimento de toda a população, incluindo serviços de emergência que abrangem o município e as cidades vizinhas. A falta dos médicos ocasionou uma sobrecarga nas unidades, implicando diretamente no aumento de riscos aos pacientes.

Além disso, o Sindimed questionou na ação a não reposição dos contratos temporários, suspensos desde agosto deste ano, além das frequentes interrupções de fornecimento de materiais essenciais para o atendimento médico, que têm causado uma “diminuição drástica” na qualidade dos serviços prestados na unidade de emergência e a interrupção dos serviços básicos.

O Sindicato chegou a recorrer formalmente ao Conselho Regional de Medicina (CRM), Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Ministério Público de Contas e à Defensoria Pública. Diante disso, o juiz Carlos Roberto frisou que, mesmo com os diversos pedidos de providência por parte da classe médica, o prefeito não adotou nenhuma ação para sanar o problema.

Além de determinar a suspensão imediata das demissões, o magistrado decidiu que o município deverá divulgar as escalas de trabalhos médicos em todas as unidades, contendo o nome do médico, a especialidade, dias, horários e local de atendimento e número de fichas disponíveis.

O mesmo vale para serviços médicos de plantão terceirizados. Neste caso, a escala deve conter também o nome da empresa terceirizada e o número do contrato e processo licitatório.

Por outro lado, o município de Várzea Grande alegou que as demissões foram feitas a fim de corrigir um problema organizacional, mais especificamente a proporção de profissionais contratados e concursados. Conforme manda a Lei Complementar nº 4.992/2022.

Já o juiz Carlos Roberto rebateu o argumento, destacando que a situação de contratação emergencial de profissionais da saúde, bem como o desequilíbrio no número de contratados e concursados, se arrasta há dezenas de anos em Várzea Grande e só agora, em período de alternância de gestão, diante de uma calamidade na saúde municipal, o prefeito Kalil resolveu justificar o cumprimento da legislação, causando prejuízo e demonstrando descaso à população e à saúde pública.

“Por todo exposto, é inquestionável a presença dos requisitos autorizadores da tutela, na medida em que a saúde pública deve ser preservada, mantendo o atendimento mínimo nas unidades hospitalares, em especial o Pronto Socorro Municipal”, concluiu o magistrado.

FONTE : ReporterMT

Trump processa jornal por publicar pesquisa que errou em resultado das eleições

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“Os réus e seus companheiros no Partido Democrata esperavam que a pesquisa criasse uma falsa narrativa de inevitabilidade para Harris na semana final. Em vez disso, a eleição de 5 de novembro foi uma vitória monumental para o presidente Trump tanto no Colégio Eleitoral quanto no voto popular, um mandato esmagador para seus princípios doAmerica First e a consignação da agenda socialista radical à lata de lixo da história”, alegam, no processo, os advogados do presidente eleito.

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Fonte: G1

Cruzeiro transatlântico busca destacar passado de escravidão entre Brasil e Angola

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Do século 16 ao 19, o Brasil recebeu cerca de 5 milhões de africanos escravizados, mais do que qualquer outro país. A maioria foi transportada à força, em condições desumanas, de Angola, no oeste da África, a bordo de navios portugueses.

Os organizadores de “A Grande Travessia” estão buscando fretar um navio de cruzeiro para partir de Santos e fazer escala no Rio de Janeiro e em Salvador antes de seguir para Luanda, capital de Angola.

Dagoberto José Fonseca, de 63 anos, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), é o idealizador do cruzeiro, que está planejado para o período de 1 a 21 de dezembro de 2025.

“Nós queremos retomar as rotas marítimas do passado no presente e construir um outro futuro em relação a essas rotas marítimas, para que a gente entenda que Angola é aquele lugar do mundo que mais pessoas (escravizadas) vieram e construíram esse Brasil que nós temos hoje”, disse ele.

Fonseca tem conversado com autoridades angolanas e brasileiras, que apoiam a iniciativa, e com empresas de cruzeiros. Será necessário apoio financeiro para fretar o navio de cruzeiro.

Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial, afirmou que o projeto está alinhado com o programa governamental “Rotas Negras”, que promove o turismo que valoriza a história e a cultura afro-brasileira.

noticia por : UOL

Comissão Mista de Orçamento aprova projeto da LDO para 2025

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A Comissão Mista de Orçamento aprovou, na terça-feira (17), o relatório final do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 (PLN 3/2024) com uma meta fiscal de déficit zero para 2025. Mas houve a inclusão de 22 tipos de despesas que não estarão sujeitas ao contingenciamento de recursos para alcançar a meta.

O projeto já tinha outros 71 tipos de despesas que não estavam sujeitas a limitações de empenho por serem obrigações constitucionais ou legais. Os parlamentares adicionaram limitações de contingenciamento para despesas não obrigatórias.

A LDO fixa regras para a elaboração e a execução dos orçamentos anuais. O texto segue agora para o Plenário do Congresso Nacional.

Após ouvir os partidos, o relator, senador Confúcio Moura (MDB-RO), modificou seu parecer e deixou de sugerir que o Poder Executivo mire o centro da meta fiscal até a avaliação bimestral de receitas e despesas feita em novembro. A cada bimestre, o Executivo avalia se a meta fiscal está sob risco e pode promover contingenciamentos.

Com a retirada do dispositivo, o entendimento é o de que o governo vai perseguir o centro da meta, mas poderá continuar trabalhando com a margem de tolerância prevista no arcabouço fiscal, de 0,25% do produto interno bruto (PIB). Para 2025, isso significa um déficit de até R$ 30,9 bilhões.

O relator disse que o governo está focado em equilibrar receitas e despesas. “Esse é o grande objetivo do governo, fazer como a Grécia fez. A Grécia deu esse salto de qualidade de crescimento em dez anos devido a um ajuste fiscal rigoroso. Então, se a gente não fizer esse dever de casa, realmente o País se torna inviável”, disse Confúcio Moura.

Corte de recursos

A LDO lista 71 despesas que não são passíveis de contingenciamento, como o Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb) e o Fundo Partidário.

O relatório aprovado incluiu mais 19 tipos, como a implantação do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras, a defesa agropecuária, a prevenção e mitigação de desastres naturais, e as universidades federais.

Outros três tipos de gastos relacionados ao setor agrícola foram incluídos na lista de despesas que são obrigações constitucionais ou legais da União. São subvenções econômicas para a formação de estoques reguladores, para comercialização de produtos agropecuários e para comercialização de produtos da agricultura familiar.

Metas e prioridades

Também foi acrescentado no texto da LDO um anexo de metas e prioridades a partir de sugestões de deputados e senadores. Juntamente com os programas previstos no Plano Plurianual (PPA) 2024-2027, os anexos poderão orientar a elaboração de emendas de bancadas estaduais ao Orçamento, por exemplo.

Ao todo, foram apresentadas 335 emendas para o anexo. O relator aprovou 255, resultando em 95 ações.

Outras medidas

O relatório da LDO prevê ainda mudanças nas seguintes áreas:

  • Bloqueio de emendas: as emendas individuais e de bancadas estaduais, que são impositivas, poderão sofrer bloqueios para evitar o descumprimento do limite de gastos do Executivo. O bloqueio será proporcional ao aplicado às demais despesas não obrigatórias;
  • Fundo Partidário: o relator incorporou duas mensagens do Executivo para modificar o texto. Uma que reajusta o Fundo Partidário na mesma proporção que as demais despesas da Justiça Eleitoral, e outra que propõe novos critérios para transição de empresas estatais do orçamento geral para o orçamento de investimento;
  • Transferências: nas transferências para municípios, não serão vedados repasses para municípios com população inferior a 65 mil habitantes que estejam inadimplentes;
  • Saúde: foi ampliada a possibilidade de atendimento de entidades sem fins lucrativos prestadoras de serviços de saúde para permitir a realização de obras físicas;
  • Emendas de transferência especial (“emendas pix”): são emendas parlamentares individuais ao Orçamento. O relatório determina que seja informado previamente o plano de trabalho, com objeto e valor do repasse. A falta do plano pode implicar a suspensão da execução da emenda;
  • Prioridade de emendas: os autores das emendas parlamentares devem indicar a ordem de prioridade para a sua execução;
  • Compensação por propostas legislativas: dispensa a apresentação de medidas de compensação para as proposições legislativas que aumentem a despesa ou criem renúncia de receita em valor inferior a um milésimo por cento da receita corrente líquida realizada em 2024. Isso deve corresponder a cerca de R$ 13 milhões;
  • Sustentabilidade: a política de aplicação dos recursos da Finep deverá privilegiar projetos de redução do impacto ambiental nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal; resiliência climática das cidades e das atividades econômicas; descarbonização e transição energética. O Banco da Amazônia deverá apoiar projetos de adaptação às mudanças climáticas em qualquer área econômica;
  • Ensino superior: cria programação específica para incluir as transferências de recursos para Instituições Comunitárias de Educação.
  • Altas habilidades: cria categorias de programação específicas para despesas com centros especializados no atendimento integral de pessoas com transtorno do espectro autista e com apoio à educação de pessoas com altas habilidades;
  • Rodovias municipais: abre a possibilidade de destinar recursos federais para a construção e a manutenção de rodovias estaduais e municipais destinadas à integração de modais de transporte ou ao escoamento produtivo; e para a malha hidroviária brasileira, utilizada para o transporte de carga e pessoas;
  • Moradia: permite que recursos do programa Moradia Digna sejam alocados para operações conjuntas com Parcerias Público-Privadas (PPP) na área de habitação;
  • Fundo Nacional de Aviação: os financiamentos do BNDES com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil destinarão 10% dos empréstimos a empresas aéreas para investimentos em melhorias no rastreamento de bagagens e animais. 

Com a Agência Câmara  

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

FONTE : MatoGrossoNews

O Natal é uma festa pagã? Victor Fontana explica origens e refuta mitos

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O pastor e teólogo Victor Fontana publicou um vídeo falando sobre as origens do Natal e o significado da festa, os mitos envolvendo a fama de “festa pagã” e outras questões envolvidas.

A proposta do vídeo, segundo Victor Fontana, é “esclarecer como essa ideia não tem fundamento histórico e mostrar que o Natal é, de fato, uma celebração originalmente cristã”.

Segundo o pastor da Comunidade da Vila, muitas pessoas dizem “eu sou um verdadeiro discípulo de Jesus e não comemoro o Natal porque ele foi influenciado pela idolatria pagã no cristianismo”, sem no entanto saber de todo o contexto.

A Origem do Debate

“Alguns argumentam que a celebração do Natal não aparece nos textos bíblicos. É verdade que o Novo Testamento não ordena a celebração do nascimento de Jesus. Nos primeiros séculos, o foco estava na Paixão, Ressurreição e Milagres de Jesus, amplamente documentados”, contextualizou.

Fontana recapitula que, no entanto, há “registros de celebrações natalinas já no quarto século, coincidindo com a escolha do dia 25 de dezembro, uma data que também marcava a festividade pagã do Sol Invictus, instituída pelo imperador Aureliano em 274 d.C”.

O Natal e o Sol Invictus

Na avaliação do pastor, “a hipótese de que o Natal seria uma adaptação do Sol Invictus tem falhas” que precisam ser consideradas na análise do tema: “A ausência de fontes primárias antigas que confirmem essa conexão é o maior problema. Fontes documentando o Natal no dia 25 de dezembro surgem antes de 274 d.C., como os registros de Hipólito, no início do século III”.

“Isso demonstra que a celebração cristã antecede a instituição do Sol Invictus, apontando para uma coincidência, não uma adaptação. Além disso, há evidências de resistência dos cristãos primitivos ao paganismo. Textos dos séculos II ao V mostram cristãos rejeitando práticas pagãs e aniversários de imperadores, o que tornaria improvável uma aceitação tranquila de uma data de origem pagã”, argumentou.

Por quê o dia 25 de dezembro?

Embora existam debates sobre a assertividade da data do nascimento de Jesus, Fontana afirmou que o 25 de dezembro “não foi escolhido ao acaso”, e compartilhou a explicação mais coerente: “Tradições cristãs antigas associam o dia 25 de março à concepção de Jesus, data próxima à Páscoa, considerada teologicamente central. Assim, 9 meses depois, celebra-se o nascimento de Cristo. A mesma lógica explica o Natal em 6 de janeiro nas igrejas orientais, associado à concepção em 6 de abril”.

O Natal Moderno

Por fim, o pastor Victor Fontana explicou que a forma como o Natal é comemorado hoje, com alusão ao Papai Noel e consumismo, é uma influência de elementos culturais de parte da Europa, com práticas que ajudaram a moldar todo o Ocidente: “Se há influência cultural no Natal, ela vem do mundo anglo-saxão, não do paganismo”.

“Elementos como o Papai Noel vermelho, guirlandas e trocas de presentes têm origem em tradições vitorianas e no marketing moderno, como a popularização da figura de Papai Noel pela Coca-Cola”, exemplificou.

Em sua conclusão, Fontana afirmou que “a ideia de que o Natal é pagão é um mito popularizado por interpretações equivocadas entre os séculos XVI e XIX”, e que por isso, deixar de celebrar o Natal é sucumbir a rumores: “Celebrar o Natal é relembrar o nascimento de Jesus e sua luz no mundo. Que tal deixar de lado debates desgastados e aproveitar a data para refletir sobre o verdadeiro significado do Natal?”, convidou.

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FONTE : Gospel Mais

Abiove garante fim da moratória da soja em Mato Grosso

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DO REPÓRTER MT

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) afirmou nesta terça-feira (17) em reunião no Palácio Paiaguás, junto à Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o governador Mauro Mendes (União), que a Lei Estadual nº 12709/2024 impossibilita a continuidade da lista da Moratória da Soja e de qualquer outra medida restritiva que não observe a legislação brasileira.

“A Abiove vem recomendando aos seus associados para observarem as regras da lei n° 12.709 de 2024 e do Código Florestal, sem criar restrições ou lista na aquisição de soja produzida de acordo com os limites da restrição ambiental brasileira”, disse André Nassar, Presidente Executivo na Abiove.

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A ação foi realizada após pressão dos produtores, por meio da Aprosoja Mato Grosso, que exigiram o fim das restrições, que atingiam principalmente os produtores que seguem o Código Florestal Brasileiro. O presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, comemorou.

“Temos agora essa garantia do fim da moratória e vamos participar da elaboração no decreto, da regulamentação, justamente para que não fique nenhuma brecha e que, de fato, a legislação ambiental mais rigorosa do mundo, o nosso Código Florestal, seja respeitado e não haja restrição aos produtores que o respeitem”, disse Lucas Costa Beber.

Durante a audiência, o governador Mauro Mendes (União), também se comprometeu a elaborar um decreto que oficializa o fim das restrições impostas pela Moratória aos produtores mato-grossenses. “Estamos aqui neste momento, reunidos com a Aprosoja MT, a Assembleia Legislativa, com os produtores e o chefe da Casa Civil, discutindo essa lei que vetou os incentivos fiscais para empresas que praticarem moratória aqui no Estado de Mato Grosso, que é uma exigência muito acima, que desrespeita o Código Florestal Brasileiro, a lei brasileira. Que fique claro que a lei aprovada pela Assembleia Legislativa atingiu o objetivo. Não haverá, em Mato Grosso, nenhuma exigência, nenhuma lista que não respeite única e exclusivamente aquilo que está no Código Florestal Brasileiro”, completou Mauro Mendes.

Com a previsão de um decreto sem brechas, o presidente da Aprosoja MT aproveitou para agradecer aos deputados estaduais da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), em especial ao autor da lei, deputado Gilberto Cattani (PL) e à deputada Janaina Riva (MDB) e do deputado Dilmar Dal Bosco (União) pela atuação em prol dos produtores. Além do empenho da Associação Matogrossense dos Municipios (AMM) e da União das Câmaras Municipais do Estado de Mato Grosso (UCMMAT).

Agora, a Aprosoja Mato Grosso aguarda agora a elaboração e publicação do decreto.

FONTE : ReporterMT

O plano fracassado para assassinar papa Francisco revelado em autobiografia

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O papa Francisco revela em seu novo livro que foi alvo de pessoas com bombas durante uma viagem ao Iraque em 2021. O papa Francisco participou de um culto de oração na cidade velha de Mosul durante visita ao Iraque em 2021.
Reuters via BBC
Um plano para assassinar o papa Francisco durante uma viagem ao Iraque em 2021 foi interrompido após uma denúncia da inteligência britânica. A história foi revelada em uma autobiografia do papa que ainda será lançada.
O papa escreve em seu livro que, após pousar em Bagdá em março de 2021, foi informado de que um evento no qual ele deveria comparecer seria alvo de duas pessoas com bombas. Ambas as pessoas foram posteriormente interceptadas e mortas.
Trechos do livro do papa foram publicados pelo jornal italiano Corriere della Sera.
A visita, que ocorreu ao longo de três dias durante a pandemia de coronavírus, foi a primeira ao Iraque de um papa. Na ocasião, foi montada uma grande operação de segurança.
Os anos anteriores tinham visto um aumento na violência sectária no Iraque, com conflitos entre muçulmanos xiitas e sunitas e perseguição de minorias religiosas.
A comunidade cristã do país havia diminuído drasticamente, tendo sido alvo do grupo Estado Islâmico e outros extremistas sunitas.
Em trechos de sua autobiografia, o papa diz que “quase todos me aconselharam contra” a visita, mas que ele sentiu que “tinha que realizá-la”.
Ele diz que a conspiração foi descoberta pela inteligência britânica, que alertou a polícia iraquiana. E a polícia iraquiana alertou a sua equipe de segurança assim que seu avião pousou no Iraque.
“Uma mulher carregada de explosivos, uma jovem mulher-bomba, estava indo rumo a Mosul para se explodir durante a visita papal”, diz o livro.
“E uma van também partiu em grande velocidade com a mesma intenção.”
Papa Francisco revela que foi alvo de tentativa de atentado em 2021
O papa acrescenta que perguntou a um oficial de segurança no dia seguinte o que havia acontecido com os possíveis agressores.
“O [oficial] respondeu laconicamente: ‘Eles não existem mais’. A polícia iraquiana os interceptou e os explodiu”, ele escreveu.
O livro — intitulado Esperança — deve ser publicado em 14 de janeiro.
O Vaticano não respondeu a um pedido de comentário, de acordo com a agência de notícias Reuters.
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Fonte: G1

Novo novo modelo de monitoramento pretende acabar com moratória

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Um novo modelo de monitoramento da produção de soja começa a ganhar forma no Brasil, substituindo a antiga Moratória da Soja, acordo privado que restringia a compra de grãos oriundos de áreas desmatadas na Amazônia Legal, mesmo quando o desmatamento era legal.

A proposta foi definida em reunião realizada no gabinete da deputada federal Coronel Fernanda, em Brasília, e contou com a participação de representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), da Aprosoja-MT, de produtores de sementes e do Ministério Público Federal (MPF).

O projeto-piloto será implementado em dois municípios de Mato Grosso, escolhidos por apresentarem alta produção de soja e presença de vegetação nativa. O objetivo é monitorar, por meio de imagens de satélite e outras tecnologias, a produção e comercialização do grão, garantindo a conformidade com o Código Florestal e promovendo a sustentabilidade da cadeia produtiva.

Segundo a Abiove, o novo pacto respeitará integralmente a legislação brasileira vigente, incluindo o Código Florestal, que permite o desmate controlado de até 20% do bioma amazônico e 65% do Cerrado em propriedades privadas. O monitoramento inicial terá duração de dois meses, e os resultados serão apresentados em janeiro de 2025.

“Se essa experiência der certo, expandiremos para outras regiões do país. Nossa soja é a mais sustentável do mundo, e precisamos comunicar isso de forma efetiva”, afirmou a deputada Coronel Fernanda, coordenadora do grupo de trabalho.

A parlamentar destacou que o novo instrumento deve ser inclusivo e ágil, permitindo a regularização de áreas com pendências ambientais. Além disso, será estruturado como um acordo privado, evitando atribuições que cabem ao Estado.

O novo pacto simboliza o encerramento da Moratória da Soja, criticada por produtores e governos estaduais por restringir a comercialização de grãos em áreas legalmente desmatadas. Nos últimos anos, a Aprosoja-MT e outros representantes do setor acionaram o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para investigar práticas comerciais das empresas signatárias da moratória, argumentando que o acordo desrespeitava a liberdade econômica.

O setor produtivo tem reforçado a necessidade de valorizar a soja brasileira no mercado internacional, promovendo sua sustentabilidade e alta produtividade. Coronel Fernanda ressaltou que a nova proposta será desenvolvida de forma a preservar a competitividade do agronegócio nacional, destacando o compromisso dos produtores com a preservação ambiental e o uso responsável dos recursos naturais.

A iniciativa reflete a força e a organização do setor produtivo no Mato Grosso, estado líder em produção de grãos, e reforça o papel da agricultura como motor econômico e social do país. Enquanto isso, o agronegócio aguarda com otimismo a implementação do novo pacto, que promete equilibrar sustentabilidade, produtividade e respeito às normas ambientais.

Fonte: Pensar Agro

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