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Autoridades alemãs receberam denúncias sobre o suspeito de ataque ao mercado de Natal

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“O homem também publicou um grande número de postagens na internet. Teve também contato com diversas autoridades, fez insultos e até ameaças. No entanto, não se sabia que ele tivesse cometido atos de violência”, disse Münch, cujo escritório é o equivalente alemão do FBI.

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Fonte: G1

Confeiteira investe em equipamentos e amplia seu negócio com crédito da Desenvolve MT

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O Comitê Estadual de Gestão de Fogo realizou, nesta quinta-feira (19.12) e sexta-feira (20.12), uma série de palestras, mesa redonda e debates com objetivo de promover análises sobre a temporada de incêndios florestais em 2024 e discutir perspectivas para 2025. O evento teve a participação de especialistas de órgãos que compõem o Comitê do Fogo e Instituições convidadas.

“Já se esperava que o ano de 2024 seria um ano atípico. A seca estava muito avançada e isso fez com que o Estado tivesse recorde de focos de calor, porém não tivemos um número de incêndios tão alto. Hoje, o Governo de Mato Grosso é um modelo de execução de política pública no combate aos incêndios. Nossa plataforma de monitoramento é exemplo, porém as condições climáticas têm nos mostrado que temos que nos preparar cada vez melhor”, destacou o presidente do Comitê Estadual de Gestão do Fogo e secretário Executivo de Estado de Meio Ambiente, Alex Marega.

Uma das ações do Estado para aumentar a coordenação no combate ao fogo foram as reuniões semanais na Sala de Situação, localizada no Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), para fortalecimento do monitoramento, prevenção, preparação e resposta aos incêndios florestais. Participaram das reuniões órgãos do Governo Federal, Estadual e municipais, além do setor privado.

“A integração dos órgãos é muito importante para o sucesso das ações. A abertura das estradas e equipamentos pesados que a Sinfra disponibilizou para que os bombeiros pudessem chegar até os incêndios foi fundamental. Para o ano que vem, é preciso trabalhar a questão dos investimentos. Este ano tivemos um ano mais seco que 2020, mas com bem menos incêndios pelo preparo que foi feito. Estamos todos falando a mesma linguagem e temos que continuar assim”, avaliou o presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Carlos Avallone.

O secretário Executivo do Comitê Estadual de Gestão do Fogo e mediador do evento, coronel do Corpo de Bombeiros, Dércio Santos da Silva, destacou as vantagens da reunião das entidades como fortalecimento das parcerias, compartilhamento de experiência e desenvolvimento de políticas públicas baseadas em evidências de boas práticas.

“Foram dois dias intensos de avaliações, reflexões, aprendizados e perspectivas. Na avaliação das ações, praticamos a identificação e mitigação de vulnerabilidade, as melhorias e inovações para prevenção e combate a incêndios nas áreas de gestão e tecnologia, otimização de recursos humanos e materiais, envolvimento de lideranças locais e preservação de ecossistemas”, apontou.

A analista ambiental da Coordenadoria de Fauna e Recursos Pesqueiros da Sema, Danny Moraes, apresentou a Palestra “Fauna Silvestre Desafios e Perspectivas” e mostrou os empreendimentos para receber animais vítimas das queimadas.

“Nosso objetivo é que, com os cuidados e reabilitação de animais silvestres vítimas de queimadas, eles possam voltar a natureza. A alimentação, por exemplo, é muito importante, com atenção para alimentos que ele possa encontrar no seu habitat natural em vida livre, assim como as capacitações contínuas e a diminuição do tempo resposta que conseguimos com os voluntários e veterinários contratados”, apontou.

Participaram também das palestras e mesas redondas, o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), militares do Corpo de Bombeirs de Mato Grosso do Sul, representantes do Instituto SOS Pantanal e pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Fonte: Governo MT – MT

FONTE : MatoGrossoNews

captação de órgãos feita em Cuiabá vai salvar cinco pacientes em três estados

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DO REPÓRTER MT

A Central Estadual de Transplantes da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) realizou, neste sábado (21.12), uma captação de órgãos no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). Graças à solidariedade da família doadora, cinco pacientes de três Estados do Brasil terão novas chances de vida.

A captação teve início às 22h e foi realizada com o apoio de equipes do Distrito Federal; o procedimento possibilitou a doação de um fígado, dois rins e duas córneas.

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A ação foi coordenada pelas equipes de Mato Grosso e a logística para a execução do procedimento teve o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB).

O secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo, parabenizou a dedicação dos profissionais envolvidos na força-tarefa da captação de órgãos.

“Sabemos que esse procedimento de captação de órgãos é complexo e parabenizo o empenho e a dedicação das dezenas de profissionais envolvidos na ação, seja em Mato Grosso ou em outros Estados. Uma família escolheu salvar vidas e somos muito gratos por esse gesto”, declarou.

A secretária adjunta de Regulação da SES, Fabiana Bardi, reforçou o reconhecimento à família doadora. Ela explica que as equipes técnicas da Central Estadual de Transplantes trabalham na conscientização sobre a doação de órgãos.

“Em um momento difícil, essa família escolheu doar órgãos e salvar vidas. Esse gesto precisa ser reconhecido e enaltecido. As equipes da Central Estadual de Transplantes trabalham na conscientização sobre o processo de doação de órgãos, na medida em que investem na criação das Comissões Intra-Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes dentro dos hospitais públicos e privados do Estado”, acresentou.

Essas ações visam a ampliação do número de captações de órgãos no Estado. A coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Anita Ricarda da Silva, informou que Mato Grosso já realizou 13 captações de órgãos em 2024, número consideravelmente maior ao registrado em 2023, que obteve sete captações.

“Com a ação deste sábado, podemos dizer que realizamos 13 captações em 2024 e trabalharemos para que esse número seja ainda mais expressivo em 2025. Temos nos dedicado na conscientização dos profissionais da saúde e de familiares que podem fazer a escolha pela doação. Às famílias doadoras, nossos profundos sentimentos de gratidão e respeito”, concluiu.

Transplantes em Mato Grosso

Atualmente, Mato Grosso realiza transplantes de córneas e tecidos. Os pacientes que precisam de transplante de órgãos são encaminhados pelo serviço de Tratamento Fora Domicílio (TFD) para outros Estados. Os gastos com locomoção e a ajuda de custo para estadia e alimentação do paciente e acompanhante são pagos pela SES-MT.

O Estado também realiza o processo de retomada dos transplantes de rim, após o credenciamento do Hospital São Mateus, em Cuiabá. Em breve, o transplante renal voltará a ser realizado em Mato Grosso.

FONTE : ReporterMT

Sobe para 41 o número de mortos em acidente em MG, diz Polícia Civil

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A Polícia Civil confirmou a entrada de 41 corpos no IML de Belo Horizonte na madrugada de hoje de vítimas do acidente na BR-116 em Teófilo Otoni (MG).

noticia por : UOL

Decadência da Califórnia é obra de George Soros, diz ex-Democrata arrependida

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Após a vitória eleitoral de Donald Trump em novembro, o governador da Califórnia, o Democrata Gavin Newsom, convocou uma sessão especial do Legislativo estadual para blindar o estado das políticas prometidas pelo próximo presidente americano. No topo da agenda: o esforço de Newsom para impedir que a segunda administração Trump deporte estrangeiros ilegais que vivem na Califórnia, um estado considerado frouxo nesse tema.

“Isso vai contra o estado de direito e contra a vontade do povo americano que elegeu Trump”, afirma a empresária do Vale do Silício, Allison Huynh, sobre os planos do governador Newsom. Ela se tornou voz ativa da direita americana, aparecendo na TV e podcasts.

Os Democratas que controlam a Califórnia “romantizaram” as cidades-santuário, os estrangeiros ilegais e até o crime, diz Allison, que no passado chegou a angariar fundos para a candidatura de Barack Obama e o Partido Democrata.

“Estamos apenas abrindo o portão e permitindo a entrada de todos esses imigrantes ilegais, muitos criminosos, traficantes de drogas, e tudo isso é financiado por George Soros e os cartéis”, diz a empreendedora, referindo-se ao investidor húngaro-americano, liberal ativista político e doador. Candidatos financiados por Soros a promotor público, considerados brandos com o crime, venceram eleições em cidades da Califórnia e de outros estados.

A empresária Allison Huynh, que nasceu no Vietnã e se naturalizou americanaA empreendedora Allison Huynh, que nasceu no Vietnã e se naturalizou americana (Foto: Divulgação)

Uma narrativa perpetuada na Califórnia justifica o crime em nome da bondade para com os pobres, diz ela, mas a realidade é que “somos basicamente sapos sendo cozidos vivos”. Allison cresceu sob o regime comunista do Vietnã até aos 7 anos, quando a sua família se mudou para os Estados Unidos. Agora, a empresária, que reside em São Francisco, afirma assistir seu estado abraçar o “socialismo completo”.

Allison Huynh participou do mais recente episódio do The Daily Signal Podcast e explicou como entende que as ações do governador Newsom estariam movendo a Califórnia em direção ao socialismo. Ela também opinou se ainda há esperança para o seu estado. A seguir, as principais declarações que Allison fez ao podcast do The Daily Signal.

Ideias erradas do governador

“Por que nós precisamos proteger a Califórnia contra o Trump, como quer o governador Newsom? A maioria dos americanos votou no Trump. Fora das grandes cidades, como São Francisco e Los Angeles, a Califórnia é vermelha (cor do Partido Republicano). Nós queremos mudança. Há um mandato nacional para fazer das nossas ruas mais seguras, para tapar o buraco da imigração. O governo estadual diz que estamos exagerando, que não há problema algum. Uma loja de conveniência enorme na minha cidade acaba de fechar as portas. A loja Target, perto da Universidade de Stanford, onde toda a garotada ia depois da aula, acaba de fechar. Por quê? Por causa dos roubos. Temos grandes problemas na área de crimes, imigração ilegal, overdoses de drogas. Gavin Newsom está ignorando tudo isso.”

Artífices do caos

“Eu sou uma imigrante, cheguei aos Estados Unidos de maneira legal, não passei à frente de ninguém na fila. Meu pai lutou junto das forças militares americanas. Nós lutamos por democracia no sudeste asiático da melhor forma que pudemos. Depois, nós esperamos e eu pude me tornar uma cidadã americana. Meu pai e toda a comunidade vietnamita é muito pró-Trump porque nós lutamos contra o socialismo e o comunismo na Ásia. Nós conhecemos as chagas do comunismo. A Califórnia está abrindo as portas e deixando todos os imigrantes ilegais entrarem. Criminosos, traficantes… E é tudo bancado pelo George Soros e os cartéis. Se você seguir o dinheiro, vários promotores são financiados por empresas gigantes de tecnologia, Bill Gates, Google, George Soros. Eles querem esse caos na Califórnia.”

Crime não para de subir

“Minha filha sofreu uma violência em Los Angeles. Ela é uma estudante de enfermagem. O promotor distrital, que era bancado pelo Soros, não fez nada. No meu bairro favorito de São Francisco, que é uma espécie de nova Chinatown, onde muitos asiáticos-americanos possuem estabelecimentos, o crime não para de subir. Foram 21 mil assaltos apenas nos dois últimos anos. Você chama a polícia e ninguém faz nada. Esse é o preço que pagamos por esse experimento que o governo e seus financiadores fazem, que é o marxismo. No fim das contas, é comunismo. Turbulência, coisas estranhas acontecendo. Eles querem mudar o nome do colégio Abraham Lincoln porque ele seria racista, sendo que ele libertou os escravos. Eu enxergo essas coisas por ter crescido num país comunista até meus sete anos. Minha família conseguiu escapar, mas eu falo com muitos amigos da Venezuela, de Cuba, e, se você vem de um lugar marxista como esse, você sabe muito bem onde isso vai dar.”

Visão romantizada dos bandidos

“Outro dia eu estava numa grande avenida aqui e vi traficantes de Honduras atuando. Eu estava andando de bicicleta com uma amiga e fomos ver um show. Botamos travas nas nossas bicicletas, mas quando voltamos, elas tinham sido roubadas. São Francisco virou uma zona de guerra. Quando eu reclamo, dizem que estou exagerando, que a Califórnia é linda, um santuário como Roma, fundada por imigrantes. É uma versão romantizada das cidades e dos ladrões, como no romance Os Miseráveis, do Victor Hugo. Dizem que os bandidos precisam dessa comida para alimentar suas famílias, então por que eles deveriam ir para a cadeia por roubar um pão? Isso é socialismo puro. Estamos caminhando para virarmos um estado comunista. Não tem nada de romântico ou idílico nisso. Foi por isso que me divorciei do Partido Democrata. Eles não escutam, não vivenciam os problemas.”

A esperança dos próximos anos

“Sou uma pessoa otimista, passei por maus bocados no meu país. Nós vamos perseverar, assim como o presidente Trump. Ele passou por duas tentativas de assassinato, um monte de indiciamentos, mas ele é um guerreiro, os americanos são duros na queda. Quando nos chutam e nos derrubam, nós não vamos para a terapia. Nós lutamos! E, às vezes, fazemos piadas. Eu sou americana, trabalhadora, e os próximos anos serão ótimos. A Califórnia tem muitos recursos naturais, muitas pessoas talentosas no Vale do Silício onde eu estou, um monte de gente criativa lá em Hollywood, filmes inspiradores. O Gavin Newsom vai cair fora daqui a dois anos. É importante que os californianos batam de frente e digam que não aceitam mais que o estado vá por esse caminho. Temos muitos imigrantes legais aqui, seja da Ásia, seja daquelas Repúblicas das Bananas da América do Sul e Central. Quanto mais levantarmos nossas vozes, mais chances teremos de voltar para o senso comum. Somos uma nação judaico-cristã. Temos de seguir esses princípios, não os do marxismo, que são princípios românticos, mas no fim do dia, só beneficiam os abastados, os grandes governantes e seus financiadores.”

noticia por : Gazeta do Povo

Entidade faz balanço positivos das atividades em 2024

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O ano de 2024 foi marcado por grandes conquistas para o setor agropecuário e para a população brasileira. Sob a liderança do deputado paranaense Pedro Lupion, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) consolidou sua influência no Congresso Nacional, promovendo avanços que impactam diretamente a economia, a segurança alimentar e o desenvolvimento do campo.

Composta por 350 parlamentares, a FPA se destacou ao articular a aprovação de projetos essenciais que beneficiaram produtores, indústrias e cidadãos. “O agro é responsável por um terço do PIB nacional e mais de 30% dos empregos no país. Nossa missão é garantir que o setor tenha segurança e condições para continuar crescendo e levando o alimento à mesa de milhões de brasileiros”, afirmou Lupion.

Um dos principais avanços da bancada no Congresso Nacional foi a aprovação do Projeto de Lei 715/2023 na Câmara dos Deputados, que garante benefícios sociais a trabalhadores safristas. O deputado Zé Vitor, autor da proposta, destacou que o projeto facilita a formalização de empregos sazonais no campo e permite a manutenção de benefícios sociais e direitos trabalhistas. “Queremos que os safristas possam formalizar seus vínculos empregatícios, garantindo direitos trabalhistas e preservando benefícios sociais como o Bolsa Família e a aposentadoria especial. É uma vitória para jovens, mães e pais de família que agora têm mais segurança e oportunidades”.

Vice-presidente da FPA na Câmara e presidente da Comissão de Agricultura (CAPADR) na Casa, o deputado Evair de Melo, relator do projeto, ressaltou o impacto positivo na formalização dos contratos temporários. “Essa proposta traz tranquilidade para o trabalhador rural, que pode aceitar trabalhos sazonais sem medo de perder os benefícios sociais que sustentam sua família. É um passo importante para o fortalecimento do campo”.

Combate às invasões de propriedades privadas

Outro tema trabalhado no ano foi o pacote anti-invasão, resultado da CPI do MST, que estabelece sanções rigorosas contra invasores de terras. Entre as medidas, estão a proibição de participação em licitações, programas de reforma agrária e o acesso a incentivos fiscais ou auxílios sociais por um período de oito anos.

O deputado Marcos Pollon, autor do Projeto de Lei 709/2023, aprovado na Câmara e que aguarda apreciação no Senado Federal, enfatizou a urgência da matéria. “Não podemos tolerar que criminosos invadam propriedades e comprometam investimentos no campo. Nosso projeto cria barreiras para essas práticas, como a impossibilidade de invasores ocuparem cargos públicos ou participarem do Programa de Reforma Agrária.”

Presidente da FPA, o deputado Pedro Lupion reforçou a gravidade do problema para os trabalhadores no campo. “A insegurança jurídica afugenta investidores e prejudica a geração de empregos no campo. O Brasil não pode permitir que invasões coloquem em risco um setor que sustenta a economia nacional”, afirmou.

Energia limpa e transição energética

Na agenda ambiental, a FPA avançou na promoção de energias sustentáveis com a aprovação do Projeto de Lei 327/2021 (PATEN) e do Projeto de Lei 528/2020, conhecido como “Combustível do Futuro”. Deputados como Marussa Boldrin e Arnaldo Jardim lideraram as discussões sobre os temas na Câmara dos Deputados. “A transição para um modelo de baixo carbono é essencial para manter o Brasil na vanguarda do agronegócio global”, destacou Jardim, autor do projeto que regulamentou o Combustível do Futuro.

Já Marussa Boldrin, relatora do PATEN, ressaltou que o programa alinha o Brasil com as iniciativas globais de transição energética, promovendo projetos sustentáveis e investimentos em tecnologias verdes. “É a base para que o Brasil se posicione como líder global em inovação energética, promovendo crescimento econômico sustentável e melhorando a competitividade de setores como o agro e a indústria”, completou.

Socorro ao Rio Grande do Sul

As enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul também mobilizaram a FPA, que articulou medidas emergenciais para apoiar produtores e moradores da região. “Foi um momento de união e solidariedade. Trabalhamos para garantir recursos e políticas que ajudassem o meu estado a se reerguer”, disse o senador Luis Carlos Heinze.

A Comissão Externa sobre Danos Causados pelas Enchentes no Rio Grande do Sul se reuniu, após articulação da FPA, em audiência pública na Câmara dos Deputados, para debater a reconstrução dos municípios gaúchos e a retomada econômica do estado. Presidido pelo deputado Marcel van Hatten, o colegiado discutiu soluções para amenizar a calamidade e elencou os erros cometidos pelo Governo Federal.

Segundo van Hatten, é necessário valorizar os produtores rurais, que estão sofrendo com a falta de condições para trabalhar e, até mesmo, com a falta de um pedaço de chão para morar. O parlamentar afirmou que os trabalhadores pedem ao Executivo “apenas o que lhes é de direito”.

“Quem faz o agro gaúcho só quer respeito e que atendam as solicitações feitas. A audiência trouxe a união das entidades e parlamentares, e queremos a participação do Governo Federal. O problema não está mais no Ministério da Agricultura, mas no caixa do Poder Executivo. O dinheiro não está chegando por conta da burocracia, e temos que resolver isso”, disse.

O deputado e ex-presidente da FPA, Alceu Moreira, destacou que a única solução para os problemas no Rio Grande do Sul está na construção de uma ponte com o Governo Federal. “O produtor gaúcho está inviabilizado. A pessoa tem a terra, as máquinas, mas perdeu três safras. Ele precisa de securitização para zerar o débito. E ainda existem aqueles que não têm terra e nem casa para morar. Precisamos de socorro”, alertou.

Marco Temporal

O debate sobre o Marco Temporal também ganhou destaque, com a FPA defendendo um equilíbrio entre os direitos dos produtores rurais e das comunidades indígenas. A coordenadora política da FPA no Senado Federal, senadora Tereza Cristina, enfatizou a importância de um entendimento sobre a Lei do Marco Temporal, aprovada em 2023 no Congresso Nacional, para assegurar a paz no campo e proporcionar segurança jurídica a todos.

Na primeira reunião da comissão especial de conciliação, realizada em setembro, que busca um acordo sobre o estabelecimento de uma data constitucional para a demarcação de terras indígenas e possíveis indenizações a proprietários que comprovem seu direito por meio de documentos com fé pública, designada pelo ministro Gilmar Mendes no Supremo Tribunal Federal (STF), a senadora expressou sua expectativa de que se alcance um denominador comum no debate sobre o tema.

“Nós podemos avançar se todos vierem despidos de preconceitos. Quase chegamos a um entendimento no passado com a mesa de negociação do governo federal. Da minha parte, no Senado Federal, estarei presente em boa parte das reuniões para que possamos trazer argumentos sólidos e resolver esse problema”, destacou. “Que ninguém saia prejudicado e que esse assunto seja encerrado o quanto antes, porque temos problemas como invasões acontecendo em várias regiões do país”, completou.

A reunião de conciliação reuniu representantes dos povos indígenas, do governo, estados, municípios e parlamentares. O objetivo é garantir que as negociações incluam a participação de diversos setores da sociedade, buscando uma solução consensual.

Reforma Tributária

Outra conquista da FPA foi a inclusão de incentivos para o setor agropecuário na aprovação do Projeto de Lei Complementar 68/2024, que regulamenta o novo sistema tributário no Brasil. A proposta, que seguiu para sanção presidencial, definiu as regras para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS).

Entre as vitórias alcançadas para o setor agropecuário, destaca-se a inclusão de carnes e outros alimentos essenciais na cesta básica, garantindo isenção tributária para esses produtos. “O que dialogamos em todo o processo foi para que o brasileiro possa se alimentar com dignidade e tenha seus direitos resguardados. Da mesma forma, lutamos para que a sociedade e o produtor rural não sejam onerados”, afirmou Pedro Lupion, presidente da FPA.

O texto também contemplou pleitos históricos do setor, como a desoneração de insumos e maquinários agrícolas, além de benefícios fiscais para exportações e biocombustíveis. Segundo o vice-presidente da FPA na Câmara, deputado Arnaldo Jardim, a manutenção da não incidência tributária sobre o ato cooperativo foi essencial. “É um tema muito importante, com negociações intensas e que terminaram de forma positiva. É algo que atende o setor produtivo, e não abrimos mão disso”, destacou.

O Senado Federal ampliou os benefícios para o agro, incluindo biocombustíveis e produtos destinados à industrialização para o exterior, além de estabelecer uma tributação diferenciada com base na pegada de carbono. Para a senadora Tereza Cristina, principal articuladora no Senado, o trabalho foi estratégico. “O agro foi contemplado; nos dedicamos a incluir no texto tudo o que era possível. Não onerar o produtor rural era uma das nossas lutas primordiais, e conseguimos sair vitoriosos”, celebrou.

De acordo com o vice-presidente da FPA no Senado, senador Zequinha Marinho (PL-PA), o resultado foi positivo tanto para o setor quanto para os consumidores. “Buscávamos a segurança jurídica e a garantia de que o produtor rural não seria onerado, bem como que o consumidor tivesse acesso aos alimentos essenciais na cesta básica. É uma grande vitória para o agro”, afirmou.

Eventos marcantes e projeção internacional

Além das conquistas legislativas, a FPA marcou presença na Cúpula Sul-Americana AgroGlobal, fortalecendo parcerias regionais. “O agro brasileiro é um exemplo para nossos vizinhos. Estamos liderando iniciativas que promovem o desenvolvimento sustentável em todo o continente”, destacou Pedro Lupion.

A FPA Itinerante também se consolidou como um marco de aproximação com os produtores. “Essa iniciativa permitiu que ouvíssemos de perto as demandas locais, ajustando nossas pautas às necessidades reais do campo”, ressaltou o deputado Zucco (PL-RS).

Pautas do setor

Sob a liderança de Evair de Melo, presidente da Comissão de Agricultura da Câmara (CAPADR), importantes avanços foram alcançados para o setor agropecuário ao longo do ano, com a articulação da FPA.

“Foi um ano de grandes avanços. Sob nossa presidência, aprovamos a Política Nacional de Fomento ao Turismo Rural, valorizando a produção agropecuária e os produtos do meio rural, além de medidas importantes, como a criação de delegacias para conflitos agrários, a proibição do leite sintético no país e a ampliação da área do Pronaf, garantindo mais acesso ao crédito”, destacou Evair.

Entre os projetos aprovados na CAPADR estão:

  • PL 4395/20, que cria a Política Nacional de Fomento ao Turismo Rural. “O turismo rural é essencial para valorizar nossa cultura e ampliar a geração de renda nas comunidades”, afirmou Evair.
  • PL 2389/24, que institui o Programa Nacional de Incentivo e Comercialização do Abacaxi. “Esse projeto fortalece a cadeia produtiva, trazendo benefícios para pequenos e médios produtores”, explicou o deputado.
  • PL 3763/23, que cria delegacias especializadas em conflitos agrários. “Essa medida traz mais segurança e agilidade na resolução de conflitos no campo”, destacou Evair.
  • PL 1999/24, que proíbe a fabricação e comercialização de leite sintético no Brasil. “Proteger nossa produção é garantir a segurança alimentar e a soberania do país”, enfatizou.

Já na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), liderada por Caroline de Toni (PL-SC), avanços relevantes também marcaram o ano para a FPA:

  • PL 2913/2021, que cria o Selo Verde Cacau Cabruca. “Essa medida fortalece a produção de cacau sustentável e valoriza o produto brasileiro”, destacou Caroline.
  • PL 364/2019, que protege a vegetação nativa dos Campos de Altitude, associado ao bioma Mata Atlântica. “Conservar nosso meio ambiente é garantir o futuro do agro”, comentou.
  • PL 952/2019, que regula a importação de leite em pó e protege o produtor nacional. “Precisamos assegurar que nossos produtores não sejam prejudicados por práticas desleais no mercado internacional”, afirmou Caroline de Toni. 

A força do agro no futuro

Para 2025, a FPA promete continuar defendendo o agro e trabalhando por um Brasil mais próspero e sustentável. “O desafio é grande, mas juntos continuaremos promovendo o desenvolvimento, garantindo comida de qualidade e gerando empregos para milhões de brasileiros”, concluiu Pedro Lupion, presidente da FPA.

Fonte: Pensar Agro

FONTE : MatoGrossoNews

Os venezuelanos refugiados há 9 meses em embaixada sob custódia do Brasil: 'Maduro sabe que somos civis desarmados e indefesos'

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“O governo venezuelano não só negou os salvo-condutos, mas também adotou ações de perseguição inaceitáveis: corte de luz, água, impedimento de entrada de alimentos, presença de funcionários do regime nas proximidades”, destacou o ministro das Relações Exteriores da Argentina, Gerardo Werthein, em uma sessão especial da Organização dos Estados Americanos (OEA), convocada especialmente para discutir a situação dos asilados na Embaixada.

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Fonte: G1

Bruna Biancardi curte confraternização de fim de ano com mãe do 1º filho de Neymar

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YASMIN VALOIS

DO PORTAL LEODIAS

Bruna Biancardi está aproveitando as festas de fim de ano na casa da família no Brasil. Nesta sexta-feira (20/12), a influenciadora não perdeu a oportunidade de reunir as amigas para uma confraternização. Carol Dantas, mãe do filho mais velho de Neymar, Davi Lucca, de 13 anos, foi uma das convidadas da reunião que contou com um banquete especial e com a brincadeira de “Amigo Ladrão”.

Nas redes sociais, as amigas de longa data compartilharam momentos se divertindo com o encontro, que contou com a participação dos filhos das participantes do grupo. “Nossa confra especial! Delícia estarmos juntas mais um ano, que venha o próximo!”, escreveu uma das convidadas no Instagram.

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Bruna vive na Arábia Saudita com Neymar e com a filha, Mavie, de um ano, devido a compromissos do jogador com o clube Al-Hilal.

Leia a matéria completa em Portal LeoDias.

FONTE : ReporterMT

Vítimas de acidente em MG serão levadas ao IML e liberadas às famílias

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Os corpos de todas as vítimas do acidente rodoviário na BR-116, em Teófilo Otoni (MG), neste sábado (21), serão encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) de Belo Horizonte. Após a identificação, eles vão ser liberados para as famílias.

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Até o momento, o número de mortes no acidente é de 38. No entanto, segundo a Polícia Civil, o total de óbitos só será definido após a identificação de todas as vítimas.

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Inicialmente, os corpos foram encaminhados para o posto do IML em Teófilo Otoni, e uma equipe chegou a se deslocar ao município para ajudar nos trabalhos. No entanto, a Polícia Civil decidiu concentrar o trabalho de identificação em Belo Horizonte.

O acidente ocorreu na madrugada deste sábado. Segundo informações preliminares da Polícia Rodoviária Federal (PRF), um granito se soltou de uma carreta e atingiu um ônibus que vinha na direção oposta, provocando um incêndio no coletivo.

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noticia por : UOL

CMN aprova novas regras ambientais para crédito rural

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Uma nova era se inicia para os produtores de soja em Mato Grosso e pode (e deve) ter reflexos em todo Brasil. A Lei Estadual nº 12.709/2024, sancionada pelo governador Mauro Mendes, esta semana, impossibilita a continuidade da Moratória da Soja e de qualquer outra medida restritiva que vá além do que prevê a legislação ambiental brasileira, como o Código Florestal.

Essa decisão, articulada em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) e a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), representa uma vitória significativa para o setor produtivo do estado.

O governador também anunciou a elaboração de um decreto que consolidará o fim das restrições impostas pela Moratória da Soja. “Não haverá, em Mato Grosso, nenhuma exigência ou lista que não respeite única e exclusivamente o Código Florestal Brasileiro. A lei atingiu seu objetivo, garantindo que os incentivos fiscais não sejam utilizados por empresas que imponham exigências acima da legislação nacional”, afirmou Mendes.

Isan Rezende, Presidente do IA                         Imagem: assessoria

Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, a decisão representa um marco para o agronegócio em Mato Grosso, principal estado produtor de soja no Brasil, reafirmando sua liderança na produção sustentável e no cumprimento das exigências ambientais. “A moratória, que impunha restrições além das previstas no Código Florestal, vinha sendo motivo de preocupação para produtores que operam em conformidade com a lei”, disse.

“O governador Mauro Mendes demonstrou uma visão estratégica e uma coragem notável ao sancionar a Lei Estadual nº 12.709/2024. Essa medida é um marco na defesa do agronegócio brasileiro e na valorização dos produtores que seguem rigorosamente o Código Florestal, uma legislação que já é referência mundial em sustentabilidade. Mato Grosso dá um passo importante ao eliminar barreiras injustas e reforçar que é possível crescer respeitando a lei”, destacou Isan Rezende.

Segundo Rezende, a iniciativa de Mato Grosso deveria servir como exemplo para outros estados brasileiros. “A decisão de colocar um fim na Moratória da Soja e demais restrições que vão além da nossa legislação é uma demonstração de maturidade política e compromisso com o desenvolvimento sustentável. Outros estados precisam seguir esse exemplo e adotar medidas que respeitem a legislação nacional, ao mesmo tempo em que garantem segurança jurídica e competitividade aos nossos produtores. É assim que se constrói um agronegócio forte e respeitado no mercado global”.

Rezende também elogiou a articulação entre governo, produtores e entidades representativas. “O que vemos aqui é o resultado de um esforço conjunto entre o setor público e o privado, algo essencial para que o agronegócio brasileiro continue liderando mundialmente. Com essa postura, Mato Grosso reafirma seu protagonismo e envia uma mensagem clara: nossos produtores não precisam de restrições adicionais para demonstrar seu compromisso com a sustentabilidade. É um exemplo de gestão que beneficia o produtor, a indústria e o país como um todo”, afirmou Rezende.

“Com o decreto que regulamenta o fim das restrições, Mato Grosso fortalece seu compromisso com uma agricultura sustentável, oferecendo segurança jurídica e incentivando práticas alinhadas às leis ambientais brasileiras. A ação também envia um sinal claro aos mercados internacionais: o Brasil continua avançando no equilíbrio entre produção e preservação, reafirmando sua posição de destaque no cenário global do agronegócio”, completou o presidente do IA.

O presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, agradeceu aos deputados estaduais da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), especialmente ao autor da lei, deputado Gilberto Cattani, e às deputadas Janaina Riva e Dilmar Dal Bosco, pelo apoio ao setor. “Essa lei é uma conquista histórica. Participaremos da elaboração do decreto para garantir que não haja brechas e que a legislação ambiental mais rigorosa do mundo, o nosso Código Florestal, seja plenamente respeitada”, afirmou Beber.

A ABIOVE, representada pelo presidente executivo André Nassar, destacou o compromisso das indústrias com a nova legislação. “Apoiamos a aplicação da lei nº 12.709/2024 e do Código Florestal. Recomendamos aos nossos associados que não criem restrições adicionais ou listas de exclusão, garantindo que a soja produzida dentro dos limites da legislação ambiental brasileira seja valorizada”, declarou Nassar.

Fonte: Pensar Agro

FONTE : MatoGrossoNews