Home Blog Page 2942

Governo do Estado paga salário nesta segunda

0

DO REPÓRTERMT

O Governo de Mato Grosso vai pagar o salário referente ao mês de dezembro nesta segunda-feira (23). Serão beneficiados os servidores públicos ativos, inativos e pensionistas.

A folha de pagamento líquida deste mês, de acordo com a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), totaliza R$ 1.059.244.956,00, sendo que R$ 839,63 milhões são destinados aos servidores ativos.

Na sexta-feira (20), já havia sido paga a segunda parcela do 13º salário. Ao todo, foram injetados na economia local cerca de R$ 1,3 bilhão nesta penúltima semana do ano, impulsionando o comércio local, que tradicionalmente registram aumento nessa época.

As ordes de pagamento foram enviadas para o Banco do Brasil e os valores estarão disponíveis para saque ao longo do dia de hoje. Mesmo os seridores que fizeram portabilidade para outras empresas bancárias vão receber os valores nesta data.

>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão

FONTE : ReporterMT

VÍDEO: Papais e mamães noéis tomam canal de Veneza, na Itália

0


Vestidos com roupas típicas natalinas, dezenas de homens e mulheres participaram de regata tradicional de Natal na cidade a bordo de gôndolas e mascaretes, barcos típicos locais. ‘Papais noéis’ fazem parada em barcos em canal de Veneza, na Itália
Dezenas de papais e mamães noéis trocaram seus trenós por gôndolas e tomaram o grande canal de Veneza, na Itália, no domingo (22).
Vestidos com a roupa vermelha clássica, eles participaram da regata anual de Natal local. A regata, que acontece sempre dias antes do Natal, é uma tradição festiva da cidade.
Pessoas vestidas de papai e mamãe noel navegam em gôndolas pelo grande canal de Veneza, na Itália, em 22 de dezembro de 2024.
Manuel Silvestri/ Reuters
Os papais e mamães noéis navegaram pelo grande canal com gôndolas e mascaretes, os barcos venezianos típicos adornados com decorações natalinas.
Barcos foram decorados para a regata anual de Natal em Veneza, na Itália, em 22 de dezembro de 2024.
Manuel Silvestri/ Reuters
Desfile tradicional de papais noeis em Veneza, na Itália, em 22 de dezembro de 2024.
Manuel Silvestri/ Reuters
source
Fonte: G1

Nova Aliança recebe campo totalmente revitalizado

0

Diálogo entre a Prefeitura e Águas de Sorriso durou mais de 5 anos e documento final foi mediado pelo MPMT

Tarifa social para mais de 8,5 mil famílias sorrisenses, universalização do saneamento básico até 2028, redução da tarifa de esgoto e desativação de unidades de tratamento de esgoto (ETEs) em bairros e condomínios, concentrando a descontaminação de efluentes em uma única unidade. Estas demandas já pautavam o Comitê de Crise Hídrica e de Esgotamento Sanitário, criado, pela Administração Municipal de Sorriso, por meio do decreto número 106, de 22 de julho de 2019, que veio fortalecer o trabalho desenvolvido pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados (Ager).

Estes são alguns dos avanços alcançados pela Prefeitura de Sorriso junto à Águas de Sorriso, por meio de um longo processo de mediação feito pelo Ministério Público do Estado (MPMT). Entre os compromissos firmados no Termo de Transação e de Ajustamento de Gestão , estão a obrigação da concessionária Águas de Sorriso iniciar, em 2025, a execução da obra do Interceptor Lira, visando a atender a população de forma eficaz e homogênea, em especial nos bairros das regiões periféricas; desativar a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Central Benjamin Raiser; desativar, até 31/12/2026, as demais ETEs (São Francisco, Santa Maria, Pinheiros e Mario Raiter), para que, a partir de janeiro de 2027, o tratamento do esgoto ocorra apenas na ETE Teles Pires, de modo a preservar integralmente o Rio Lira; e universalizar, até 31/12/2028, os serviços de esgotamento sanitário na área urbana da sede do município e nas áreas urbanas dos distritos de Caravágio e Primavera, pertencentes a Sorriso, com a consequente readequação do cronograma de obras.

A formalização do acordo, no qual atuaram o promotor de Justiça Márcio Florestan Berestinas e a promotora de Justiça Carina Sfredo Dalmolin, também prevê a implantação de uma nova estrutura tarifária, promovendo uma alteração da proporção entre valores das tarifas de água e de esgoto, passando a tarifa de esgoto dos atuais 90% do valor da tarifa de água para 80%. A concessionária Águas de Sorriso S.A. terá um prazo de 60 dias, a partir da homologação do acordo, para implantar a nova estrutura tarifária.

Outro avanço importante obtido é a implantação da Tarifa Social, que visa a assegurar o acesso ao serviço de abastecimento de água a famílias de baixa renda, contemplando os usuários dos serviços da categoria residencial com faixa de consumo de 0 a 15 m³, cujo valor corresponderá a 50% do valor da Tarifa Referencial de Água (TRA) aplicável à primeira faixa de consumo da categoria residencial.

Em contrapartida, o contrato com a concessionária será prorrogado por mais 19 anos, a partir de 2030, data de seu vencimento. No entanto, se não forem cumpridas as demandas estipuladas, o acordo perde sua validade e o contrato se encerra em 2030.

“É um acordo que representa um aporte de recursos na ordem de R$ 150 milhões, com benefícios diretos à população e um grande avanço para o Município”, destacou o diretor-executivo da Águas de Sorriso, Lucas Alves de Oliveira.

“Foi um longo trabalho, que envolveu uma série de reuniões, debates, avaliações e ponderações, sempre respaldado na legalidade e diretamente acompanhado pelo Ministério Público”, comentou o prefeito Ari Lafin, destacando, não apenas a importância de Sorriso ter o saneamento básico universalizado ainda em 2028, cinco anos antes do prazo nacional, mas igualmente a tarifa social para mais de 8,5 mil famílias sorrisenses, devidamente cadastradas via CadÚnico, bem como a redução do valor da taxa de esgoto.

Confira:

https://www.mpmt.mp.br/conteudo/58/152401/acordo-feito-pelo-mp-vai-melhorar-servico-de-agua-e-esgoto-no-municipio

FONTE : MatoGrossoNews

Michelle usa lição bíblica para condenar juízes desonestos: ‘Um alerta aos iníquos’

0

A ex-primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, fez uma publicação refletindo sobre o atual momento do país. Para isso, a presidente nacional do setor feminino do Partido Liberal (PL) utilizou uma lição bíblica, precisamente sobre Susana, personagem incluída no livro de Daniel pela Igreja Católica.

Apesar de não ser reconhecida como parte das Escrituras pelos protestantes (a história de Susana é contada no capítulo 13 do livro de Daniel, existente apenas nas versões bíblicas católicas), a lição sobre a personagem pode ser compreendida por seu valor literário.

Neste sentido, Michelle trouxe à tona essa história, que narra como Susana foi vítima de dois juízes desonestos, pois levantaram falsas acusações contra ela, fazendo uso da grande reputação que tinham diante da sociedade para acusá-la injustamente de algo que não havia feito.

“O desvio de caráter daqueles juízes, usando abusivamente de seus poderes, levou-os a construir uma narrativa em cima de uma mentira”, pontuou Michelle. “Até o povo foi conduzido a acreditar na versão dos juízes. Como consequência, uma mulher inocente e justa teve sua reputação destruída e foi condenada à morte.”

Felizmente, Susana não morreu devido à intervenção de uma pessoa justa. Para a ex-primeira-dama do Brasil, sua história demonstra o quanto a injustiça pode parecer prevalecer em dados momentos, mas tendo como sempre o seu destino final a derrota.

“Sendo assim, quero destacar que Deus sempre age na vida dos inocentes e, ao Seu modo e no Seu tempo, de alguma forma, virá em socorro dessas pessoas”, diz Michelle Bolsonaro em seu artigo publicado no Pleno News.

Narrativas

Para a ex-primeira-dama, o Brasil vive um momento semelhante à história de Susana, onde “narrativas” foram criadas contra pessoas inocentes. “O povo também foi enganado pelos juízes desonestos, mas só por um curto período”, avalia a ex-primeira-dama.

“Eu não sei o que acontecerá no futuro do nosso país com tantas pessoas sendo prejudicadas por narrativas mentirosas e cuidadosamente preparadas. Só sei que a justiça divina pode até tardar, mas não falhará”, conclui Michelle.

FONTE : Gospel Mais

Alta da Selic e do dólar eleva possibilidade de leilões vazios nos próximos dois anos

0

Testemunhamos nas últimas semanas uma subida expressiva da taxa básica de juros e do valor do dólar em relação ao real. Além disso, a ata da última reunião do Copom disse que deverá realizar aumentos de 1% pelo menos nas duas próximas reuniões mensais. O horizonte, portanto, em 2025 e 2026 é de crescimento das taxas de juros e eventualmente variação relevante do valor do dólar.

O aumento das taxas de juros eleva evidentemente o custo de financiamento dos investidores do setor de infraestrutura e impacta assim as suas expectativas de rentabilidade para cada projeto, supondo um cenário (que é o atual) no qual os contratos de concessão e PPP (Parcerias Público-Privadas) alocam esse risco integralmente aos concessionários.

A alta do dólar em relação ao real pressiona para cima os custos de construção, uma vez que vários dos insumos de construção, como asfalto e aço, têm preços vinculados à moeda norte-americana.

Como os contratos de concessão atuais preveem regras de compartilhamento do risco de variação do custo de insumos, isso mitigará o aumento de custos de investimento decorrente da variação do dólar.

Não há, contudo, um mitigador equivalente para o caso da variação das taxas de juros. É que os contratos de concessão e PPP brasileiros alocam o risco de financiamento (inclusive a variação das taxas de juros e do custo de capital) integralmente aos concessionários.

Esse desenho dos contratos foi feito em uma época que o principal financiador de infraestrutura era o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e ele mitigava o risco de financiamento do concessionário mantendo o custo do empréstimo anunciado antes do leilão até o fechamento do financiamento de longo prazo, que ocorria geralmente pelo menos 24 meses após a realização do leilão.

Quando a partir de 2015, o BNDES começou a reduzir a sua atividade de financiamento de infraestrutura, e o mercado de capitais, por meio de debêntures, passou a ser a opção principal para financiamento desses projetos, não houve uma adaptação dos contratos de concessão e PPP para redistribuir de forma adequada o risco de financiamento.

A melhor forma de resolver esse problema é simplesmente alocar o risco da variação das taxas básicas de juros aos poderes concedentes nos contratos a serem licitados daqui em diante.

Na prática, isso vai permitir que o concessionário obtenha revisão do valor da tarifa ou do pagamento pela outorga depois do fechamento do contrato de financiamento de longo prazo para adequá-los ao novo custo de financiamento.

Sem isso, teremos ao longo dos próximos dois anos um risco crescente de leilões vazios e chances cada vez mais alta de projetos que percam a sua sustentabilidade econômico-financeira —isso é se tornem não financiáveis– em virtude da combinação entre o aumento das taxas de juros e do câmbio.

noticia por : UOL

STF aponta filha de desembargador como intermediadora em esquema investigado pela PF

0

DO REPÓRTERMT

Na decisão em que autorizou a deflagração da segunda fase da Operação Sisamnes, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), apontou Alice Terezinha Artuso, servidora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e filha do desembargador João Ferreira Filho, como intermediadora do suposto recebimento de valores ilícitos oriundos do advogado Roberto Zampieri.

Foi a partir da análise das mensagens obtidas no celular de Zampieri que a Justiça detectou um suposto esquema de venda de sentenças em várias cortes do Brasil.

>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão

As mensagens também subsidiaram a decisão do Conselho Nacional de Justiça, que determinou o afastamento dos desembargadores João Ferreira Filho e Sebastião de Moraes, apontados como integrantes do grupo investigado.

A esposa do desembargador, Maria de Lourdes Guimarães Filha, que também é servidora no TJMT, foi afastada das funções na Corte. A mesma decisão foi aplicada à Terezinha Artuso.

Movimentações financeiras identificadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) mostram transferências de R$ 1,8 milhão de uma empresa ligada à Zampieri para Alice Terezinha Artuso, além do pagamento de uma parcela de R$ 25 mil referente a uma moto Harley Davidson, possivelmente em beneficío de João Ferreira Filho.

Diante disso, o ministro Cristiano Zanin autorizou o bloqueio de valores de até R$ 1,8 milhão ao magistrado e às servidoras, valor referente ao suposto dano, além de proibir o contato dele com a servidora Alice Terezinha.

O ministro autorizou busca e apreensão na residência de Alice Terezinha, com a apreensão de celulares, tablets, computadores e outros dispositivos para obtenção de provas. Foi determinada ainda a quebra de sigilo telemático dos aparelhos celulares.

Alice Terezinha e Maria de Lourdes foram proibidas de acessar ou ingressar no prédio do TJMT e nos sistemas da Justiça estadual. Também foram obrigadas a entregarem os passaportes e proibidas de deixar o país.

FONTE : ReporterMT

Biden dá prisão perpétua a 37 dos 40 condenados à morte nos EUA para que Trump não possa executá-los

0

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta segunda-feira (23) que vai aliviar as sentenças de 37 das 40 pessoas que atualmente estão no corredor da morte de prisões federais dos EUA.
Com a mudança, Biden converterá as sentenças para prisão perpétua. Desta forma, o presidente eleito Donald Trump, que tomará posse no fim de janeiro e defensor declarado da expansão da pena de morte, não poderá retomar as penas de morte para esse grupo de condenados.
Apenas três dos 40 condenados à pena de morte ainda enfrentarão a execução:
Dylann Roof, que executou os assassinatos racistas de nove membros negros da Igreja AME Mother Emanuel em Charleston, na Carolina do Sul, em 2015;
Dzhokhar Tsarnaev, autor do atentado na Maratona de Boston de 2013;
e Robert Bowers, que atirou fatalmente em 11 fiéis da Sinagoga Tree of Life de Pittsburgh em 2018, o ataque antissemita mais mortal da história dos EUA.
Essas comutações são consistentes com a moratória que meu governo impôs às execuções federais, em casos que não sejam terrorismo e assassinato em massa motivado por ódio”, disse Biden em um comunicado. “Dediquei minha carreira a reduzir crimes violentos e garantir um sistema de justiça justo e eficaz”.
Pena de morte vem perdendo apoio nos EUA, mas 53% ainda são a favor
O governo Biden anunciou em 2021 uma moratória sobre a pena de morte federal para estudar os protocolos usados, que suspenderam as execuções durante o mandato de Biden. Mas Biden realmente prometeu ir mais longe na questão no passado, prometendo acabar com as execuções federais sem as ressalvas para terrorismo e assassinatos em massa motivados pelo ódio.
Enquanto concorria à presidência em 2020, o site da campanha de Biden disse que ele “trabalharia para aprovar uma legislação para eliminar a pena de morte em nível federal e incentivar os estados a seguir o exemplo do governo federal”.
Linguagem semelhante não apareceu no site de reeleição de Biden antes de ele deixar a corrida presidencial em julho.
“Não se enganem: condeno esses assassinos, lamento pelas vítimas de seus atos desprezíveis e sofro por todas as famílias que sofreram perdas inimagináveis ​​e irreparáveis”, disse a declaração de Biden. “Mas guiado pela minha consciência e pela minha experiência como defensor público, presidente do Comitê Judiciário do Senado, vice-presidente e agora presidente, estou mais convencido do que nunca de que devemos parar o uso da pena de morte em nível federal.”
Ele fez uma provocação política a Trump, dizendo: “Em sã consciência, não posso recuar e deixar uma nova administração retomar as execuções que eu interrompi.”
De fato, Trump, que assume o cargo em 20 de janeiro, tem falado frequentemente sobre a expansão das execuções. Em um discurso anunciando sua campanha de 2024, Trump pediu que aqueles “pegos vendendo drogas recebam a pena de morte por seus atos hediondos”. Mais tarde, ele prometeu executar traficantes de drogas e humanos e até elogiou o tratamento mais severo da China aos traficantes de drogas. Durante seu primeiro mandato como presidente, Trump também defendeu a pena de morte para traficantes de drogas.
source
Fonte: G1

Mercado bilionário de cálculos bovinos atrai criminosos e exige maior segurança

0

O ano de 2024 foi marcado por grandes conquistas para o setor agropecuário e para a população brasileira. Sob a liderança do deputado paranaense Pedro Lupion, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) consolidou sua influência no Congresso Nacional, promovendo avanços que impactam diretamente a economia, a segurança alimentar e o desenvolvimento do campo.

Composta por 350 parlamentares, a FPA se destacou ao articular a aprovação de projetos essenciais que beneficiaram produtores, indústrias e cidadãos. “O agro é responsável por um terço do PIB nacional e mais de 30% dos empregos no país. Nossa missão é garantir que o setor tenha segurança e condições para continuar crescendo e levando o alimento à mesa de milhões de brasileiros”, afirmou Lupion.

Um dos principais avanços da bancada no Congresso Nacional foi a aprovação do Projeto de Lei 715/2023 na Câmara dos Deputados, que garante benefícios sociais a trabalhadores safristas. O deputado Zé Vitor, autor da proposta, destacou que o projeto facilita a formalização de empregos sazonais no campo e permite a manutenção de benefícios sociais e direitos trabalhistas. “Queremos que os safristas possam formalizar seus vínculos empregatícios, garantindo direitos trabalhistas e preservando benefícios sociais como o Bolsa Família e a aposentadoria especial. É uma vitória para jovens, mães e pais de família que agora têm mais segurança e oportunidades”.

Vice-presidente da FPA na Câmara e presidente da Comissão de Agricultura (CAPADR) na Casa, o deputado Evair de Melo, relator do projeto, ressaltou o impacto positivo na formalização dos contratos temporários. “Essa proposta traz tranquilidade para o trabalhador rural, que pode aceitar trabalhos sazonais sem medo de perder os benefícios sociais que sustentam sua família. É um passo importante para o fortalecimento do campo”.

Combate às invasões de propriedades privadas

Outro tema trabalhado no ano foi o pacote anti-invasão, resultado da CPI do MST, que estabelece sanções rigorosas contra invasores de terras. Entre as medidas, estão a proibição de participação em licitações, programas de reforma agrária e o acesso a incentivos fiscais ou auxílios sociais por um período de oito anos.

O deputado Marcos Pollon, autor do Projeto de Lei 709/2023, aprovado na Câmara e que aguarda apreciação no Senado Federal, enfatizou a urgência da matéria. “Não podemos tolerar que criminosos invadam propriedades e comprometam investimentos no campo. Nosso projeto cria barreiras para essas práticas, como a impossibilidade de invasores ocuparem cargos públicos ou participarem do Programa de Reforma Agrária.”

Presidente da FPA, o deputado Pedro Lupion reforçou a gravidade do problema para os trabalhadores no campo. “A insegurança jurídica afugenta investidores e prejudica a geração de empregos no campo. O Brasil não pode permitir que invasões coloquem em risco um setor que sustenta a economia nacional”, afirmou.

Energia limpa e transição energética

Na agenda ambiental, a FPA avançou na promoção de energias sustentáveis com a aprovação do Projeto de Lei 327/2021 (PATEN) e do Projeto de Lei 528/2020, conhecido como “Combustível do Futuro”. Deputados como Marussa Boldrin e Arnaldo Jardim lideraram as discussões sobre os temas na Câmara dos Deputados. “A transição para um modelo de baixo carbono é essencial para manter o Brasil na vanguarda do agronegócio global”, destacou Jardim, autor do projeto que regulamentou o Combustível do Futuro.

Já Marussa Boldrin, relatora do PATEN, ressaltou que o programa alinha o Brasil com as iniciativas globais de transição energética, promovendo projetos sustentáveis e investimentos em tecnologias verdes. “É a base para que o Brasil se posicione como líder global em inovação energética, promovendo crescimento econômico sustentável e melhorando a competitividade de setores como o agro e a indústria”, completou.

Socorro ao Rio Grande do Sul

As enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul também mobilizaram a FPA, que articulou medidas emergenciais para apoiar produtores e moradores da região. “Foi um momento de união e solidariedade. Trabalhamos para garantir recursos e políticas que ajudassem o meu estado a se reerguer”, disse o senador Luis Carlos Heinze.

A Comissão Externa sobre Danos Causados pelas Enchentes no Rio Grande do Sul se reuniu, após articulação da FPA, em audiência pública na Câmara dos Deputados, para debater a reconstrução dos municípios gaúchos e a retomada econômica do estado. Presidido pelo deputado Marcel van Hatten, o colegiado discutiu soluções para amenizar a calamidade e elencou os erros cometidos pelo Governo Federal.

Segundo van Hatten, é necessário valorizar os produtores rurais, que estão sofrendo com a falta de condições para trabalhar e, até mesmo, com a falta de um pedaço de chão para morar. O parlamentar afirmou que os trabalhadores pedem ao Executivo “apenas o que lhes é de direito”.

“Quem faz o agro gaúcho só quer respeito e que atendam as solicitações feitas. A audiência trouxe a união das entidades e parlamentares, e queremos a participação do Governo Federal. O problema não está mais no Ministério da Agricultura, mas no caixa do Poder Executivo. O dinheiro não está chegando por conta da burocracia, e temos que resolver isso”, disse.

O deputado e ex-presidente da FPA, Alceu Moreira, destacou que a única solução para os problemas no Rio Grande do Sul está na construção de uma ponte com o Governo Federal. “O produtor gaúcho está inviabilizado. A pessoa tem a terra, as máquinas, mas perdeu três safras. Ele precisa de securitização para zerar o débito. E ainda existem aqueles que não têm terra e nem casa para morar. Precisamos de socorro”, alertou.

Marco Temporal

O debate sobre o Marco Temporal também ganhou destaque, com a FPA defendendo um equilíbrio entre os direitos dos produtores rurais e das comunidades indígenas. A coordenadora política da FPA no Senado Federal, senadora Tereza Cristina, enfatizou a importância de um entendimento sobre a Lei do Marco Temporal, aprovada em 2023 no Congresso Nacional, para assegurar a paz no campo e proporcionar segurança jurídica a todos.

Na primeira reunião da comissão especial de conciliação, realizada em setembro, que busca um acordo sobre o estabelecimento de uma data constitucional para a demarcação de terras indígenas e possíveis indenizações a proprietários que comprovem seu direito por meio de documentos com fé pública, designada pelo ministro Gilmar Mendes no Supremo Tribunal Federal (STF), a senadora expressou sua expectativa de que se alcance um denominador comum no debate sobre o tema.

“Nós podemos avançar se todos vierem despidos de preconceitos. Quase chegamos a um entendimento no passado com a mesa de negociação do governo federal. Da minha parte, no Senado Federal, estarei presente em boa parte das reuniões para que possamos trazer argumentos sólidos e resolver esse problema”, destacou. “Que ninguém saia prejudicado e que esse assunto seja encerrado o quanto antes, porque temos problemas como invasões acontecendo em várias regiões do país”, completou.

A reunião de conciliação reuniu representantes dos povos indígenas, do governo, estados, municípios e parlamentares. O objetivo é garantir que as negociações incluam a participação de diversos setores da sociedade, buscando uma solução consensual.

Reforma Tributária

Outra conquista da FPA foi a inclusão de incentivos para o setor agropecuário na aprovação do Projeto de Lei Complementar 68/2024, que regulamenta o novo sistema tributário no Brasil. A proposta, que seguiu para sanção presidencial, definiu as regras para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS).

Entre as vitórias alcançadas para o setor agropecuário, destaca-se a inclusão de carnes e outros alimentos essenciais na cesta básica, garantindo isenção tributária para esses produtos. “O que dialogamos em todo o processo foi para que o brasileiro possa se alimentar com dignidade e tenha seus direitos resguardados. Da mesma forma, lutamos para que a sociedade e o produtor rural não sejam onerados”, afirmou Pedro Lupion, presidente da FPA.

O texto também contemplou pleitos históricos do setor, como a desoneração de insumos e maquinários agrícolas, além de benefícios fiscais para exportações e biocombustíveis. Segundo o vice-presidente da FPA na Câmara, deputado Arnaldo Jardim, a manutenção da não incidência tributária sobre o ato cooperativo foi essencial. “É um tema muito importante, com negociações intensas e que terminaram de forma positiva. É algo que atende o setor produtivo, e não abrimos mão disso”, destacou.

O Senado Federal ampliou os benefícios para o agro, incluindo biocombustíveis e produtos destinados à industrialização para o exterior, além de estabelecer uma tributação diferenciada com base na pegada de carbono. Para a senadora Tereza Cristina, principal articuladora no Senado, o trabalho foi estratégico. “O agro foi contemplado; nos dedicamos a incluir no texto tudo o que era possível. Não onerar o produtor rural era uma das nossas lutas primordiais, e conseguimos sair vitoriosos”, celebrou.

De acordo com o vice-presidente da FPA no Senado, senador Zequinha Marinho (PL-PA), o resultado foi positivo tanto para o setor quanto para os consumidores. “Buscávamos a segurança jurídica e a garantia de que o produtor rural não seria onerado, bem como que o consumidor tivesse acesso aos alimentos essenciais na cesta básica. É uma grande vitória para o agro”, afirmou.

Eventos marcantes e projeção internacional

Além das conquistas legislativas, a FPA marcou presença na Cúpula Sul-Americana AgroGlobal, fortalecendo parcerias regionais. “O agro brasileiro é um exemplo para nossos vizinhos. Estamos liderando iniciativas que promovem o desenvolvimento sustentável em todo o continente”, destacou Pedro Lupion.

A FPA Itinerante também se consolidou como um marco de aproximação com os produtores. “Essa iniciativa permitiu que ouvíssemos de perto as demandas locais, ajustando nossas pautas às necessidades reais do campo”, ressaltou o deputado Zucco (PL-RS).

Pautas do setor

Sob a liderança de Evair de Melo, presidente da Comissão de Agricultura da Câmara (CAPADR), importantes avanços foram alcançados para o setor agropecuário ao longo do ano, com a articulação da FPA.

“Foi um ano de grandes avanços. Sob nossa presidência, aprovamos a Política Nacional de Fomento ao Turismo Rural, valorizando a produção agropecuária e os produtos do meio rural, além de medidas importantes, como a criação de delegacias para conflitos agrários, a proibição do leite sintético no país e a ampliação da área do Pronaf, garantindo mais acesso ao crédito”, destacou Evair.

Entre os projetos aprovados na CAPADR estão:

  • PL 4395/20, que cria a Política Nacional de Fomento ao Turismo Rural. “O turismo rural é essencial para valorizar nossa cultura e ampliar a geração de renda nas comunidades”, afirmou Evair.
  • PL 2389/24, que institui o Programa Nacional de Incentivo e Comercialização do Abacaxi. “Esse projeto fortalece a cadeia produtiva, trazendo benefícios para pequenos e médios produtores”, explicou o deputado.
  • PL 3763/23, que cria delegacias especializadas em conflitos agrários. “Essa medida traz mais segurança e agilidade na resolução de conflitos no campo”, destacou Evair.
  • PL 1999/24, que proíbe a fabricação e comercialização de leite sintético no Brasil. “Proteger nossa produção é garantir a segurança alimentar e a soberania do país”, enfatizou.

Já na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), liderada por Caroline de Toni (PL-SC), avanços relevantes também marcaram o ano para a FPA:

  • PL 2913/2021, que cria o Selo Verde Cacau Cabruca. “Essa medida fortalece a produção de cacau sustentável e valoriza o produto brasileiro”, destacou Caroline.
  • PL 364/2019, que protege a vegetação nativa dos Campos de Altitude, associado ao bioma Mata Atlântica. “Conservar nosso meio ambiente é garantir o futuro do agro”, comentou.
  • PL 952/2019, que regula a importação de leite em pó e protege o produtor nacional. “Precisamos assegurar que nossos produtores não sejam prejudicados por práticas desleais no mercado internacional”, afirmou Caroline de Toni. 

A força do agro no futuro

Para 2025, a FPA promete continuar defendendo o agro e trabalhando por um Brasil mais próspero e sustentável. “O desafio é grande, mas juntos continuaremos promovendo o desenvolvimento, garantindo comida de qualidade e gerando empregos para milhões de brasileiros”, concluiu Pedro Lupion, presidente da FPA.

Fonte: Pensar Agro

FONTE : MatoGrossoNews

Eliana diz ter ‘missão de levar a Palavra’ ao cantar ‘Ninguém Explica Deus’ na ‘Globo’

0

No especial de Natal do The Masked Singer Brasil, a apresentadora Eliana Michaelichen interpretou a canção Ninguém Explica Deus e afirmou ter “uma missão para levar a palavra” neste domingo, 22 de dezembro.

A faixa da banda Preto no Branco foi interpretada ao lado do cantor Daniel. A escolha da música reflete a proposta do especial de Natal, e a apresentadora declarou que se sente encarregada de propagar a música gospel: “Eu acho que, por onde eu passar, eu tenho uma missão para levar a palavra, levar a família comigo. […] É uma música realmente muito impactante para mim”.

Além da performance, Eliana deu detalhes sobre o especial: “Cada um do nosso júri vai cantar também com um amigo secreto mascarado. E aí vai revelando os amigos secretos, que são amigos muito especiais, não só para aquela pessoa, mas também para o grande público”, comentou no programa Encontro da última quinta-feira, 19 de dezembro.

O programa estreia oficialmente no dia 12 de janeiro de 2024 e será parte das comemorações pelos 20 anos de Eliana aos domingos. Em seus programas, ela mantém uma longa história de aproximação com a música gospel, desde sua trajetória no SBT.

No Programa da Eliana (2009-2024), ela frequentemente recebia artistas religiosos, como Fernanda Brum, que publicamente reconheceu sua contribuição para o segmento, e outros nomes como Saulo Holtz e Bruna Karla. Essa relação rendeu à apresentadora um canal de diálogo relevante com o público evangélico, um dos mais expressivos no Brasil, conforme o último censo do IBGE, que muito interessa à TV Globo.

Apesar disso, Eliana se declara católica, devota de Nossa Senhora de Aparecida e Nossa Senhora de Fátima. Sua devoção foi evidenciada em sua despedida do SBT, quando gravou em Fátima, Portugal, antes de sua transição para a TV Globo.

Globo

Em sua nova casa, Eliana celebra a nova oportunidade: “Eu estou me sentindo muito em casa. […] É um programa família, que todo mundo pode assistir”, afirmou.

Eliana também compartilhou momentos emocionantes de 2024, marcado pela perda de seu pai. Entre lágrimas, destacou o impacto de suas vivências pessoais: “Foi um ano difícil, porque eu perdi meu pai. […] Mas também um ano de muita alegria, porque ele deixa muito dele em mim, e todos os ensinamentos.” Para o futuro, a apresentadora reforçou um desejo simples e sincero: “A única coisa que eu peço é saúde, para poder estar firme e forte ao lado dos meus filhos”.

Eliana, consolidada como uma figura popular, inicia 2024 com novos desafios e celebrações, enquanto reforça sua conexão com a família, a fé e a audiência brasileira, conforme informações do Notícias da TV.

FONTE : Gospel Mais

VÍDEO: Homem destrói loja da ex-mulher por não aceitar fim do relacionamento

0

APARECIDO CARMO

DO REPÓRTERMT

Um criminoso que não teve o nome divulgado usou um veículo para destruir uma loja que a ex-companheira mantém com uma amiga. O caso foi registrado na noite desse sábado (21), no bairro Tijucal em Cuiabá. Não há registro de prisão até o momento.

Nas redes sociais, Suzy Paim contou que terminou o relacionamento em setembro e que desde então vem sendo perseguida pelo ex. Por várias vezes ele teria dito para ela que não teria nada que não fosse com ele.

>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão

“Isso aqui foi meu ex-marido que fez. Eu separei dele já tem um tempo e ele não aceita a separação e hoje a maneira que ele achou de me prejudicar foi essa”, relata ela em vídeo que mostra a destruição da loja. (Veja ao fim da matéria).

“Pensa numa tristeza, você ver um sonho sendo quebrado, sendo destruído”, acrescentou.

Para Suzy, o ex-marido queria atingi-la porque naquele horário ela deveria estar no estabelecimento.

“Hoje eu poderia estar sendo uma vítima de feminicídio, porque desde setembro ele tem me perturbado. Eu entrei com uma medida protetiva contra ele e nem isso parou ele”, contou emocionada.

“Eu estou destruída, não sei o que fazer, não sei para onde ir. Todo mundo sabe que na minha profissão esse mês, essa semana é onde a gente tira o nosso 13º, ameniza nossa conta”, disse.

Para tentar reaver seu local de trabalho, Suzy criou uma vaquinha para arrecadar o valor necessário para fazer os reparos necessários, repor os produtos perdidos e o dinheiro que vai deixar de obter com seu trabalho devido ao incidente.

Você pode acessar a vaquinha clicando aqui e contribuir com qualquer valor.

 

 

FONTE : ReporterMT