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Cármen Lúcia no “Amigo Secreto” do Fantástico fere Código de Ética da Magistratura?

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Neste domingo (22), a ministra do STF Cármen Lúcia participou do quadro “Amigo Secreto”, do programa Fantástico, da TV Globo. Trocou presentes com o cantor Thullio Milionário, compositor do hit “Casca de Bala”, e com Liniker, artista. A atriz Maisa, a apresentadora Eliana, e até o cavalo Caramelo, que ficou conhecido após ser resgatado das enchentes no Rio Grande do Sul, também estiveram entre os convidados do programa. 

Do cantor Thullio Milionário, a ministra recebeu um livro com fotos de Sebastião Salgado e uma imagem de Nossa Senhora Aparecida. E deu um exemplar da Constituição e cerâmicas feitas em Minas Gerais para Liniker. 

Professor de Direito Constitucional, o advogado André Marsiglia considera que a presença de Cármen Lúcia no Fantástico fere o artigo 13 do Capítulo IV do Código de Ética da Magistratura, do Conselho Nacional de Justiça. De acordo com o artigo, “o magistrado deve evitar comportamentos que impliquem a busca injustificada e desmesurada por reconhecimento social, mormente a autopromoção em publicação de qualquer natureza.” 

Cármen Lúcia “certamente feriu o artigo 13, pois não há nenhuma relação entre a participação no programa e sua atividade judicial”, afirma Marsiglia. “A exposição social e desnecessária de um magistrado, além de mau exemplo aos demais, fere a ética, pois juiz deve atuar de forma discreta e em silêncio, não trocando presentes com artistas em rede nacional.” 

Para o mestre em direito pela UFMG Hugo Freitas, ao se referir a outro participante como “amigo” durante o Fantástico, e a dinâmica do programa envolver presentes, Cármen Lúcia pode ter infringido o artigo 145 do Código de Processo Civil, que afirma haver suspeição do juiz “que receber presentes de pessoas que tiverem interesse na causa antes ou depois de iniciado o processo, que aconselhar alguma das partes acerca do objeto da causa ou que subministrar meios para atender às despesas do litígio”.

Não é necessariamente o caso da participação da ministra, mas Freitas adverte: “apesar de haver um caráter lúdico, são dois elementos que têm previsão legal para caracterizar suspeição para julgar os envolvidos.” Ainda de acordo com Hugo Freitas, “os juízes não são proibidos de terem amigos ou receberem presentes, mas, em tese, isso gera suspeição para julgar casos futuros, então esse tipo de aproximação é algo que deve ser feito com cautela, principalmente porque a ministra está no topo da hierarquia judiciária e existem poucos ministros que poderiam substituí-la se ela se configurasse como suspeita. Se essa prática se generalizasse, poderia acabar havendo suspeição de toda a corte e aí a imparcialidade seria impossível.” 

A Gazeta do Povo entrou em contato com o STF para saber se a ministra Cármen Lúcia considera sua participação no Fantástico compatível com o Artigo 13 do Capítulo IV do Código de Ética do CNJ, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

Viagem para Nova York

Em novembro de 2022, a viagem de cinco ministros do STF para um evento em Nova York, tendo as despesas com passagens e hospedagem pagas pelo grupo Lide, de João Doria, ex-governador de São Paulo, violou a Lei do Servidor Público, a Lei Orgânica da Magistratura Nacional, os código de ética da Magistratura e dos Servidores do Supremo, além dos princípios de impessoalidade e moralidade da Constituição Federal.

Além das passagens e hospedagem pagos pelo grupo Lide, os ministros jantaram no restaurante Fasano de Nova York tendo as despesas pagas pelo Banco Master.

noticia por : Gazeta do Povo

Avião que caiu no Cazaquistão sofreu interferência em GPS e oscilou de altitude por mais de 1 hora, diz site de monitoramento

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Aeronave fabricada pela Embraer saiu de Baku, capital do Azerbaijão, e tinha como destino a cidade de Grózni, na Rússia. Avião fabricado pela Embraer cai no Cazaquistão
O avião que caiu nesta quarta-feira (25) perto da cidade de Aktau, no Cazaquistão, com mais de 60 pessoas a bordo sofreu interferência no GPS e oscilou de altitude por 74 minutos, aponta o site de monitoramento Flighradar24. Veja o gráfico abaixo:
Avião oscilou de altitude antes de cair no Cazaquistão
Flighradar24/Reprodução
O avião foi fabricado pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer). A queda foi registrada em vídeo. Assista acima.
De acordo com a Reuters, até a manhã desta quarta-feira (25), a informação é de que 32 pessoas sobreviveram. Outras 29 estão hospitalizadas, segundo a Associated Press.
O número de mortos ainda não é oficial. A Associated Press indica que há mais de 30 mortos no acidente, enquanto a Al Jazeera indica quatro óbitos. Os números estão sendo atualizados conforme o trabalho de resgate avança.
Avião fabricado pela Embraer cai no Cazaquistão
Azamat Sarsenbayev/Reuters
O que se sabe sobre o acidente
A aeronave havia saído de Baku, capital do Azerbaijão, e tinha como destino a cidade russa de Grózni, capital da Chechênia. A companhia aérea declarou que a aeronave Embraer 190, voo J2-8243, foi forçada a realizar um pouso de emergência a aproximadamente 3 km da cidade cazaque de Aktau.
A aeronave havia saído de Baku, capital do Azerbaijão, e tinha como destino a cidade russa de Grózni, capital da Chechênia.
Arte/g1
Um órgão de aviação da Rússia informou, em comunicado, que informações preliminares apontam que o piloto decidiu fazer um pouso de emergência após uma colisão com um pássaro.
As autoridades do Cazaquistão informaram que uma comissão governamental foi criada para investigar o ocorrido, e que seus membros foram designados para voar até o local e garantir que as famílias das vítimas e dos feridos recebam apoio. O Cazaquistão afirmou que cooperaria com o Azerbaijão na investigação.
Do total de pessoas na aeronave, 62 eram passageiros e cinco eram membros da tripulação. Entre eles, havia cidadãos do Azerbaijão, Cazaquistão, Rússia e Quirguistão, informou a agência de notícias russa Interfax.
Os passageiros que ficaram feridos foram vistos saindo de uma parte da fuselagem que permaneceu intacta.
Um vídeo mostrou o avião pegando fogo antes de atingir o solo. O Ministério de Emergências do Cazaquistão informou em comunicado que os bombeiros controlaram o incêndio e que os sobreviventes foram levados para um hospital próximo
Cazaquistão divulga imagens iniciais do resgate após queda de avião em Aktau
Putin prestou condolências
O presidente russo Vladimir Putin expressou suas condolências a Ilham Aliyev, presidente do Azerbaijão, pela perda de vidas no acidente, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.
“Infelizmente, o presidente do Azerbaijão, Aliyev, foi forçado a deixar São Petersburgo (onde participava de uma cúpula). Putin já ligou para ele e expressou suas condolências em relação ao acidente do avião azeri em Aktau”, disse Peskov, do Kremlin.
“Simpatizamos profundamente com aqueles que perderam seus parentes e amigos neste acidente aéreo e desejamos uma rápida recuperação a todos que conseguiram sobreviver.”
Avião fabricado pela Embraer cai no Cazaquistão no dia 25 de dezembro de 2024
Azamat Sarsenbayev/Reuters
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Fonte: G1

Sancionada, lei dos bioinsumos representa avanço para o agronegócio

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O agronegócio de Minas Gerais – Estado tradicionalmente conhecido por sua forte base mineral (o próprio nome do Estado revela essa origem) – alcançou um feito histórico em 2024: superou o setor de mineração nas exportações.

Entre janeiro e novembro, as exportações do agronegócio mineiro somaram R$ 100,1 bilhões (US$ 15,7 bilhões), superando em 3% o valor registrado pela mineração, que alcançou R$ 92,5 bilhões (US$ 14,5 bilhões). Com esse desempenho, o agronegócio representou 40,7% do total exportado pelo estado, com um crescimento de 19% na receita e 9% no volume de produtos, alcançando 16 milhões de toneladas embarcadas.

O café, a carne bovina e os produtos do complexo sucroalcooleiro continuam sendo os principais destaques nas exportações mineiras. Contudo, a diversificação da pauta exportadora tem sido um fator decisivo para este avanço. Produtos como sementes (milho, girassol e rícino), queijos, iogurte, leite condensado, batatas preparadas, e itens exóticos como água de coco, inhame, azeitonas e cogumelos começaram a ganhar expressiva participação no mercado internacional.

Embora o crescimento das exportações do agronegócio mineiro seja um reflexo da maior eficiência produtiva, o desafio logístico permanece como um ponto crítico. A necessidade de otimizar o escoamento da produção de 16 milhões de toneladas exige melhorias na infraestrutura de transporte. O setor agropecuário enfrenta custos elevados com frete, principalmente devido a gargalos nas rodovias, ferrovias e portos, que ainda não são totalmente adequados para suportar o volume crescente de cargas.

A interligação das regiões produtoras com os portos mais estratégicos é uma questão vital. A agilidade no escoamento de produtos e a redução dos custos logísticos são fundamentais para garantir a competitividade no mercado internacional, principalmente diante do crescente volume de exportações.

A diversificação da pauta exportadora também está refletida nos mercados que compram os produtos mineiros. Em 2024, 169 países importaram produtos do agronegócio mineiro, com a China se destacando como o maior destino das exportações, totalizando R$ 24,9 bilhões (US$ 3,9 bilhões).

Em seguida, Estados Unidos, Alemanha, Bélgica e Itália figuram entre os maiores compradores. Esses números indicam o potencial de ampliação do mercado para produtos brasileiros, especialmente quando se considera que mercados como a Indonésia, Filipinas e países da África apresentam grande potencial de crescimento para os próximos anos.

O cenário é promissor, mas o setor precisa continuar investindo em inovação e na sustentabilidade. Soluções como a utilização de bioinsumos e práticas de produção sustentável têm se destacado, contribuindo para a eficiência no campo e tornando os produtos brasileiros ainda mais competitivos internacionalmente.

Porém, o progresso logístico e a ampliação da infraestrutura de transporte, com foco no aumento da capacidade de escoamento das safras e na redução de custos, são passos essenciais para garantir que o agronegócio de Minas Gerais siga crescendo, não apenas em volume, mas também em valor.

O agronegócio mineiro está consolidado como um dos principais motores econômicos do estado, com exportações que superam os R$ 100 bilhões em 2024. A diversificação de produtos e mercados, aliada à busca por soluções logísticas mais eficientes e sustentáveis, coloca Minas Gerais em uma posição estratégica para fortalecer ainda mais seu papel no cenário global do agronegócio. Para que isso aconteça, no entanto, é crucial que investimentos em infraestrutura logística sigam acompanhando o ritmo de crescimento da produção e das exportações.

Fonte: Pensar Agro

FONTE : MatoGrossoNews

Polícia acaba com “rolezinho” de motoqueiros na Miguel Sutil

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VANESSA MORENO

DO REPÓRTER MT

A Polícia Militar de Mato Grosso (PM-MT) intensificou a fiscalização na madrugada desta quarta-feira (25) e frustrou um “mega-rolê” de Natal, que reuniu centenas de motociclistas na Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá.

Segundo informações da Polícia Militar, após a denúncia de que motoqueiros estavam fazendo arruaça por diversas avenidas da cidade, os batalhões de trânsito e da Força Tática e da Raio, fizeram um bloqueio na trincheira Luiz Borges e logo depois avistaram cerca de 250 motoqueiros fazendo manobras perigosas, com motocicletas adulteradas, descargas livres, sem retrovisores e sem capacetes.

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Quando os motoqueiros avistaram a polícia, tentaram fugir pelo canteiro central, pulando a barreira entre uma via e outra. Alguns chegaram a cair e outros, usaram as motos para atacar os policiais.

Diante da confusão, os militares tiveram que fazer uso de spray de pimenta e de munição não letal, para controlar o caos que se formou na avenida.

Diversas motos foram abandonadas no local e apreendidas pela PM. Uma delas é fruto de roubo.

O caso foi encaminhado para a delegacia de Polícia Civil e é tratado como desobediência, perturbação da tranquilidade e direção perigosa de veículo na via pública.

O evento, intitulado “Rolê Noturno Edição Natal”, realizado pela “União Mil Grau”, havia sido anunciado dias antes nas redes sociais como o “maior evento de bololô” e costuma acontecer todos os anos na madrugada de Natal, causando insatisfação da população que se incomoda com o barulho das motos por onde elas passam. 

A fiscalização da polícia faz parte do pacote de medidas Tolerância Zero, do Governo do Estado, que visa combater o crime e proteger o cidadão.

Veja as imagens:

 

FONTE : ReporterMT

Bailarina de 18 anos morre com suspeita de meningite bacteriana no PR

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A morte de uma bailarina, de 18 anos, é investigada pelo Laboratório Central do Estado do Paraná (Lacen-PR). A suspeita é de que a jovem Isabella Mendes tenha sido vítima de uma meningite bacteriana. Ela era moradora de Goioerê, região noroeste do Estado.

De acordo com informações da Vigilância Epidemiológica, da Secretaria Municipal de Saúde, exames laboratoriais identificaram bactérias no líquido cefalorraqueano. O laudo do Lacen deve diagnosticar ou não a meningite, além de identificar o tipo desta bactéria.

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– LEIA MAIS: Jovem morre em acidente com moto após passar Natal com a família no PR

Isabella estava internada na Santa Casa de Goioerê desde o último sábado (21). A morte da bailarina, que atuava como professora em um projeto social, foi confirmada nesta segunda-feira (23).

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Nas redes sociais, a morte precoce gerou grande comoção. A jovem foi homenageada por colegas e alunos. “Uma jovem que quando sorria desenhava-se a mais linda imagem da juventude”, diz uma das postagens. “Seu legado permanecerá vivo nos corações de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la”, escreveu o prefeito da cidade, Betinho Lima (PSD).

O que é meningite

Meningite é a inflamação das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. A doença é causada, principalmente, por bactérias ou vírus.

Os sintomas são: febre alta, vômitos, dores fortes de cabeça, entre outros.

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A principal forma de prevenir a meningite é por meio da vacinação. O Ministério da Saúde a considera como uma doença endêmica – com incidência localizada ou em espaço limitado.

Fonte: informações g1 Paraná.

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noticia por : UOL

Feito histórico: agronegócio de Minas Gerais supera a mineração

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O agronegócio de Minas Gerais – Estado tradicionalmente conhecido por sua forte base mineral (o próprio nome do Estado revela essa origem) – alcançou um feito histórico em 2024: superou o setor de mineração nas exportações.

Entre janeiro e novembro, as exportações do agronegócio mineiro somaram R$ 100,1 bilhões (US$ 15,7 bilhões), superando em 3% o valor registrado pela mineração, que alcançou R$ 92,5 bilhões (US$ 14,5 bilhões). Com esse desempenho, o agronegócio representou 40,7% do total exportado pelo estado, com um crescimento de 19% na receita e 9% no volume de produtos, alcançando 16 milhões de toneladas embarcadas.

O café, a carne bovina e os produtos do complexo sucroalcooleiro continuam sendo os principais destaques nas exportações mineiras. Contudo, a diversificação da pauta exportadora tem sido um fator decisivo para este avanço. Produtos como sementes (milho, girassol e rícino), queijos, iogurte, leite condensado, batatas preparadas, e itens exóticos como água de coco, inhame, azeitonas e cogumelos começaram a ganhar expressiva participação no mercado internacional.

Embora o crescimento das exportações do agronegócio mineiro seja um reflexo da maior eficiência produtiva, o desafio logístico permanece como um ponto crítico. A necessidade de otimizar o escoamento da produção de 16 milhões de toneladas exige melhorias na infraestrutura de transporte. O setor agropecuário enfrenta custos elevados com frete, principalmente devido a gargalos nas rodovias, ferrovias e portos, que ainda não são totalmente adequados para suportar o volume crescente de cargas.

A interligação das regiões produtoras com os portos mais estratégicos é uma questão vital. A agilidade no escoamento de produtos e a redução dos custos logísticos são fundamentais para garantir a competitividade no mercado internacional, principalmente diante do crescente volume de exportações.

A diversificação da pauta exportadora também está refletida nos mercados que compram os produtos mineiros. Em 2024, 169 países importaram produtos do agronegócio mineiro, com a China se destacando como o maior destino das exportações, totalizando R$ 24,9 bilhões (US$ 3,9 bilhões).

Em seguida, Estados Unidos, Alemanha, Bélgica e Itália figuram entre os maiores compradores. Esses números indicam o potencial de ampliação do mercado para produtos brasileiros, especialmente quando se considera que mercados como a Indonésia, Filipinas e países da África apresentam grande potencial de crescimento para os próximos anos.

O cenário é promissor, mas o setor precisa continuar investindo em inovação e na sustentabilidade. Soluções como a utilização de bioinsumos e práticas de produção sustentável têm se destacado, contribuindo para a eficiência no campo e tornando os produtos brasileiros ainda mais competitivos internacionalmente.

Porém, o progresso logístico e a ampliação da infraestrutura de transporte, com foco no aumento da capacidade de escoamento das safras e na redução de custos, são passos essenciais para garantir que o agronegócio de Minas Gerais siga crescendo, não apenas em volume, mas também em valor.

O agronegócio mineiro está consolidado como um dos principais motores econômicos do estado, com exportações que superam os R$ 100 bilhões em 2024. A diversificação de produtos e mercados, aliada à busca por soluções logísticas mais eficientes e sustentáveis, coloca Minas Gerais em uma posição estratégica para fortalecer ainda mais seu papel no cenário global do agronegócio. Para que isso aconteça, no entanto, é crucial que investimentos em infraestrutura logística sigam acompanhando o ritmo de crescimento da produção e das exportações.

Fonte: Pensar Agro

FONTE : MatoGrossoNews

‘Espiritualizar’ demais o namoro faz com que cristãos da Geração Y fiquem encalhados

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A casamenteira profissional cristã Jackie Dorman, especialista em relacionamentos, tem tratado com bom humor e equilíbrio teológico um assunto que é motivo de ressalvas em muitas igrejas, à vezes até de conflitos: a espiritualização excessiva do namoro!

O que Dorman fala sobre o assunto não é fruto do acaso, pois reflete a sua própria experiência profissional. De acordo com a especialista, o que tem afetado os cristãos da Geração Y, os nascidos entre os anos 1981 e 1996, é o ensino errado sobre pureza na relação.

Mas, quais seriam esses erros? Para Dorman, tudo o que vai além do natural e necessário em matéria de envolvimento emocional, o que significa até mesmo a restrição de não se envolver por achar isso pode ir de encontro aos “planos de Deus”.

Ela explica que, muitos desses cristãos, após anos de espera, se questionam:  “Onde está o cônjuge que me foi prometido por ter sido fiel a Deus?”. Ela cita como exemplo uma das suas clientes, uma mulher virgem de 40 anos, cujo primeiro encontro para um potencial namoro só ocorreu aos 29 anos.

“Ela passou a maior parte dos seus vinte anos à espera que o seu ‘esposo ordenado por Deus aparecesse, tal como lhe foi ensinado. No momento em que ela finalmente começou a namorar, ela se sentiu completamente perdida – sobrecarregada por todo o processo e convencida de que estava ‘muito atrás’ para recuperar o atraso”, contou Dorman.

O que isto significa?

Dorman explica que não se trata de vulgarizar o namoro, sair dos princípios bíblicos e partir para o liberalismo. Significa, isto sim, que a espiritualização excessiva dos relacionamentos acaba fazendo com que o cristão enxergue pecado onde não existe.

Como exemplo, ela diz que entre os solteiros cristãos, é normal e necessário a paquera, como troca de olhares, convites e iniciativas sadias para encontros. Por outro lado, não é normal “sentar e esperar”, achando que Deus fará cair o amor da sua vida em seu colo.

“As histórias que ouço todos os dias são exemplos de como a narrativa de ‘sentar e esperar’ da cultura da pureza deixou os solteiros despreparados para os relacionamentos modernos”, diz a casamenteira, segundo o The Christian Post.

Dorman, por fim, conclui dizendo que as igrejas e seus líderes devem tratar o namoro cristão como uma oportunidade de crescimento sadio, e não como brecha para o pecado. Em vez de criar mitos e regras rígidas demais, os pastores devem tratar com equilíbrio algo que faz parte do caminho para a construção familiar.

“As apostas são altas demais para ficar em silêncio. Os millennials [Geração Y] são a geração mais solteira da história, e muitos deles estão carregando as feridas relacionais da cultura da pureza”, alerta a especialista. Veja também:

Autora: cultura da pureza de ‘sentar e esperar’ o amor prometido pode lhe arruinar

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FONTE : Gospel Mais

Como os nazistas tentaram se apropriar de 'Noite feliz', uma das canções natalinas mais conhecidas no mundo

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Os ideólogos e propagandistas do Terceiro Reich reescreveram diversas canções natalinas, incluindo uma das mais famosas, que hoje está na lista de Patrimônio Cultural Imaterial da Unesco. Os nazistas tentaram se apropriar do Natal e não hesitaram em tentar substituir Jesus por Hitler
Getty Images via BBC
“Noite feliz, noite feliz
Todos dormem
Entre as estrelas que espalham sua luz
Apenas o Chanceler permanece em guarda
Vigiando e protegendo o futuro da Alemanha
Noite feliz, noite feliz
Adolf Hitler é a estrela da Alemanha
E nos mostra grandeza
E nos dá luz
E nos dá luz.”
Pode parecer uma piada de mau gosto, mas não é.
Esta versão nazista da clássica canção de Natal Noite Feliz, apresentada pela primeira vez há mais de dois séculos, existiu e foi apresentada durante o Natal na Alemanha e nos países e territórios ocupados pelos exércitos do chamado Terceiro Reich durante a Segunda Guerra Mundial.
A nova versão fazia parte da estratégia do regime de Adolf Hitler de se apropriar da celebração religiosa e transformá-la em mais uma arma no vasto arsenal ideológico e de propaganda com o qual assegurava o controle social da população.
Natal, mais uma vítima
Os nazistas não foram os primeiros a colocar o Natal na mira.
“As ideologias totalitárias não aceitam ter qualquer tipo de rival. A história mostra que todos os regimes totalitários procuraram proibir as celebrações religiosas ou tentar cooptá-las”, explica o historiador canadense Gerry Bowler à BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC.
“Os jacobinos durante a Revolução Francesa, os bolcheviques na Rússia e até mesmo os revolucionários mexicanos viam a religião como uma ameaça a seus interesses e a combatiam”, acrescenta o autor de Papai Noel – uma biografia.
Bowler lembrou que “os líderes soviéticos tentaram abolir o Natal, e depois optaram por concentrar todas as comemorações na época do Ano Novo”.
No entanto, desde o período entre guerras, o Natal na Alemanha já vinha sendo alvo de sérios ataques, não dos nazistas, mas dos comunistas e social-democratas.
“Os propagandistas do SPD (Partido Social-Democrata da Alemanha) retrataram repetidamente o Natal como um exemplo de exploração burguesa, e usaram o solstício de inverno como uma metáfora da “nova vida e do novo ser” que se seguiriam à revolução socialista”, diz o historiador americano Joe Perry, que também estudou as tentativas nazistas de se apoderar da festividade.
Por sua vez, os comunistas não hesitaram em atacar as tradicionais feiras de Natal, e impedir qualquer tipo de celebração religiosa em público.
Este clima permitiu que os nazistas se tornassem defensores da festividade religiosa em um primeiro momento, e depois começaram a usá-la para fins de propaganda.
Um exemplo disso foi a carta publicada em 1925 pelo futuro ministro da Propaganda, Joseph Goebbels, em vários meios de comunicação pró-nazismo, na qual ele acusava os comerciantes judeus pela mercantilização excessiva do Natal.
“Para os judeus, a celebração mais íntima do cristianismo é apenas uma oportunidade para um grande golpe”, ele escreveu.
Em seguida, comparou as lojas de departamento de propriedade de judeus a “bazares orientais” que exploravam “os pobres volksgenossen (camaradas) alemães”.
Sepultando o menino Jesus
Quando os nazistas chegaram ao poder na Alemanha, no início de 1933, eles mudaram de estratégia.
“Primeiro, eles tentaram se apropriar do Natal colocando figuras e símbolos nazistas nas árvores, nas decorações e nas feiras de Natal, ou incentivando as mulheres a preparar biscoitos em forma de suástica”, conta Bowler.
“Mas quando eles conseguem ganhar poder total, seus objetivos se tornam mais ambiciosos, e eles querem nazificar o Natal, e gradualmente paganizá-lo, eliminando todos os elementos religiosos da celebração, incluindo o menino Jesus”, ele acrescenta.
E para atingir este objetivo, eles contaram com a ajuda de intelectuais e até mesmo de alguns religiosos, revelou Perry em seu livro Christmas in Germany: a Cultural History (“Natal na Alemanha: uma história cultural”, em tradução livre).
“O pastor cristão alemão Wilhelm Bauer, em seu livro de 1935 Celebrações para cristãos alemães, ofereceu o roteiro para uma celebração ‘germanizada'”, afirma Perry, que é professor de história europeia moderna na Universidade da Geórgia, nos EUA.
“O texto descrevia o Natal como a ocasião em que uma ‘estrela da manhã’ surgia da escuridão em 25 de dezembro, mas omitia qualquer referência a Belém, José, Maria ou até mesmo Jesus”, revela.
O processo de nazificação da celebração incluiu a reformulação das canções natalinas mais populares.
Noite feliz foi uma das que tiveram este destino. Assim, no início da década de 1940, todas as referências a Jesus na canção foram substituídas por menções a Hitler.
“Os nazistas se esforçaram muito para colonizar as canções de Natal”, diz Perry, que observou que, entre 1920 e 1945, dezenas de músicas natalinas foram reescritas ou escritas por simpatizantes do partido.
O motivo?
“As canções de Natal ultrapassavam a fronteira entre o público e o privado. Os alemães cantavam em casa, é claro, mas também durante os cultos religiosos, em festas com amigos, em celebrações em grupo e em noticiários e transmissões de rádio”, explica.
“Os nazistas sabiam do impacto emocional que elas geravam.”
A modificação da música não ficou sem resposta por parte dos Aliados. Assim, no Natal de 1941, o então presidente dos EUA, Franklin D. Roosevelt, e o primeiro-ministro britânico, Winston Churchill, cantaram a versão original após uma reunião de cúpula na Casa Branca para planejar suas ações contra a Alemanha nazista.
Um símbolo
Noite Feliz não é uma canção de Natal qualquer, mas uma das mais populares nos países de língua alemã.
A música — cuja letra foi escrita pelo sacerdote austríaco Joseph Mohr, e a melodia composta pelo professor e organista Franz Xaver Gruber — foi tocada pela primeira vez na véspera do Natal de 1818, no vilarejo de Obendorf, perto de Salzburgo, na Áustria, enquanto o continente europeu se recuperava da devastação das guerras napoleônicas.
“O fato de conhecermos Noite Feliz hoje é um milagre, porque ela foi criada para uma comunidade muito pequena”, explica o músico venezuelano César Muñoz, em um vídeo que dedicou à obra.
A bela canção começou a se propagar, de boca em boca, pelos vilarejos vizinhos até chegar à corte imperial austríaca e, de lá, se espalhou para outras cortes, afirma o especialista.
No entanto, como o manuscrito original ficou perdido por décadas, a identidade de seus autores era desconhecida. Somente em 1995, quando o documento foi encontrado, foi possível constatar que Mohr e Gruber eram seus criadores.
Oito décadas antes, a música estava no centro de um evento inédito e sem precedentes que, de acordo com especialistas, acabaria popularizando-a: a trégua de Natal.
“Em 24 de dezembro de 1914, ano em que começou a Primeira Guerra Mundial, todos os soldados, a partir de suas trincheiras, cada um em seu idioma, cantaram juntos a canção de Natal, decretando aquela como uma noite feliz”, lembra Muñoz.
Em 2011, a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) a declarou como Patrimônio Imaterial da Humanidade.
Uma fé para os fracos
Durante o nazismo, vários de seus dirigentes e ideólogos consideraram que as medidas para cooptar o Natal eram insuficientes — e que era necessário ir além.
“A SS (polícia nazista) queria paganizar completamente a celebração, e até propôs mudá-la de 25 de dezembro para 21 de dezembro, dia do solstício de inverno, e assim associá-la a antigos deuses germânicos, como Wotan, eliminando o menino Jesus e São Nicolau como personagens que trazem presentes para as crianças”, explica.
Mas qual era o problema dos nazistas com o Natal? Bowler argumenta que a raiz do conflito não estava na festividade em si, mas no cristianismo como um todo.
“Hitler e Mussolini consideravam o cristianismo uma religião para os fracos”, explica o historiador, lembrando que o fato de Jesus ser judeu e ter se deixado crucificar por líderes religiosos judeus não era bem visto pelos ideólogos fascistas.
“O fascismo diz respeito à força e imposição da vontade. E, por isso, Cristo devia ser retirado do Natal e substituído por divindades pagãs”, acrescenta.
Isso, apesar do fato de que, em 1921, em um comício realizado em uma cervejaria de Munique, o próprio Hitler condenou “os judeus covardes por pregarem o salvador do mundo na cruz”.
As manobras nazistas não agradaram aos líderes religiosos, que clandestinamente instruíram seus ministros e sacerdotes a continuar realizando as celebrações de Natal como eram tradicionalmente, e a ignorar as mudanças aprovadas pelo governo.
Alguns até se opuseram publicamente.
“Um sacerdote ameaçou excomungar as mulheres que se juntassem à Liga Nacional Socialista das Mulheres (uma das organizações do partido nazista)”, lembra Perry.
Os fiéis seguiram o exemplo, diz Bowler, que atribui a estas resistências cotidianas e silenciosas a capacidade de a celebração ter sobrevivido a esse período.
“O Natal estava arraigado demais na sociedade alemã”, afirma.
“Pode-se dizer que a Alemanha é um dos países que mais amam o Natal, porque muita música foi produzida lá, e tradições hoje globais, como a árvore de Natal e a guirlanda de Natal, surgiram lá.”
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Fonte: G1

Batida entre S10 e Hilux deixa dois mortos em VG

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VANESSA MORENO

DO REPÓRTER MT

Dilson da Costa Benevides, de 50 anos, e outra vítima de 38 anos, ainda não identificada, morreram em um acidente entre duas caminhonetes na noite desta segunda-feira (23), na MT-060, no Trevo do Lagarto, em Várzea Grande. Segundo relatos de testemunhas, um dos veículos teria tentado realizar uma ultrapassagem, que foi mal sucedida.

Conforme informações da Polícia Civil, Dilson estava trabalhando fazendo frete na sua caminhonete, uma S10 prata, na companhia da segunda vítima. Em determinado momento ele bateu de frente com a outra caminhonete, uma Hilux, e ficou gravemente ferido.

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Dilson foi levado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Pronto-Socorro de Várzea Grande com fratura exposta, onde foi reanimado pelos médicos de plantão, mas não resistiu e morreu às 22h33. O passageiro morreu na hora e ficou preso às ferragens. O resgate dele foi feito pelo Corpo de Bombeiros.

Além das vítimas fatais, outras duas pessoas foram atendidas pelo Samu e encaminhadas para uma unidade de saúde. Entre os feridos estavam os condutores dos veículos envolvidos no acidente e uma criança. Não há informações sobre o estado de saúde dessas vítimas.

A Polícia Civil está apurando as circunstâncias do acidente.

Um vídeo gravado por populares mostra o momento do resgate. Veja:

 

FONTE : ReporterMT

Zelensky denuncia ataque 'desumano' russo contra rede de energia ucraniana no Natal

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Na região de Poltava, centro do país, as autoridades relataram danos nas instalações de energia.

A empresa nacional de energia elétrica, Ukrenergo, anunciou vários cortes no abastecimento.

“O inimigo executa mais uma vez um ataque maciço contra o setor de energia”, escreveu o ministro da Energia da Ucrânia, German Galushchenko, no Telegram. Ele acrescentou que as autoridades estão adotando “as medidas necessárias para limitar o consumo, com o objetivo de minimizar as consequências negativas para o sistema”.

Os ataques acontecem no dia 25 de dezembro, quando a Ucrânia celebra, pela segunda vez em sua história moderna, o Natal, assim como os países ocidentais, e não em 7 de janeiro, como no calendário juliano seguido pela Igreja Ortodoxa Russa.

A mudança da data do Natal foi oficializada em 2023 por uma lei promulgada pelo presidente Zelensky, um ato de desafio à Rússia.

A Ucrânia enfrentando o inverno mais rigoroso em quase três anos de guerra com a Rússia, que intensificou os bombardeios à medida que suas tropas terrestres avançam no leste.

noticia por : UOL