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Evangélicos dominicanos enfrentam críticas por ostentação

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A comunidade evangélica na República Dominicana está enfrentando uma onda de críticas e questionamentos em relação aos excessos e à ostentação de alguns líderes religiosos. Em meio a essa crise, é fundamental refletir sobre a verdadeira essência da missão cristã.

Contexto da situação

A situação atual dos evangélicos dominicanos é marcada por um intenso escrutínio público. Muitos pastores têm sido criticados por seus estilos de vida luxuosos, que contrastam com os princípios de humildade e serviço que Jesus ensinou. Essa realidade gera um clima de desconfiança e desapontamento entre os fiéis e a sociedade em geral.

O que aconteceu

As críticas à comunidade evangélica aumentaram nas últimas semanas, com muitos apontando que a ostentação e o exibicionismo de alguns líderes religiosos têm desvirtuado a mensagem do Evangelho. A preocupação não está apenas na prosperidade, que é uma aspiração legítima, mas na forma como essa prosperidade tem sido apresentada, muitas vezes como um sinal de bênção divina, o que pode levar a um egoísmo espiritual.

Um dos pontos levantados é que, ao priorizar o sucesso pessoal e a imagem pública, muitos líderes estão se afastando da verdadeira missão da igreja, que é servir e trazer esperança para aqueles que mais precisam. A reflexão do psiquiatra cristão Glynn Harrison em seu livro “El gran viaje del ego” é pertinente: “Precisamos ter uma percepção de nós mesmos que seja realista e bem fundamentada, e que não se centre em afirmar nossa própria importância, mas em servir a um propósito maior que nós mesmos.”

Reações da comunidade

Em resposta a essa situação, líderes e membros da comunidade evangélica têm se mobilizado para promover uma reflexão interna. Muitos estão clamando por arrependimento e por um retorno aos valores fundamentais da fé, que incluem a humildade, a compaixão e o serviço ao próximo. A ideia é que a igreja não deve ser vista como uma instituição que busca o status social, mas como um corpo que serve a Deus e à sua criação.

“Precisamos reconhecer nossos erros, arrepender-nos e voltar a olhar para o mundo ao nosso redor: uma sociedade sedenta de esperança e necessitada do Deus a quem servimos.”

— Líder da comunidade evangélica dominicana

O que esperar para o futuro

O futuro da comunidade evangélica na República Dominicana depende de sua capacidade de se reinventar e de voltar às suas raízes. A esperança é que, por meio de um verdadeiro arrependimento e uma mudança de foco, os líderes possam restaurar a confiança da sociedade e mostrar que a verdadeira prosperidade está em servir a Deus e ao próximo.



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Ribeirão Preto ainda enfrenta falta de energia após temporal na sexta

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A região de Ribeirão Preto, no interior paulista, ainda enfrenta falta de energia elétrica neste domingo (26) após o forte temporal que atingiu a área na madrugada da última sexta-feira (24).

De acordo com boletim da concessionária CPFL Paulista, divulgado às 6h, 2% das casas afetadas em Ribeirão Preto ainda estavam sem energia, e cerca de 15 mil residências nas cidades vizinhas (Taquaritinga, Dumont e Guariba) continuavam sem luz. A situação é pior no município de Guariba, onde 13 mil casas permaneciam sem energia.

A CPFL Paulista informou que está concentrando esforços na reconstrução de 54 torres de transmissão e na substituição de mais de 250 postes danificados pelo temporal.

Segundo a Defesa Civil Nacional, na madrugada desta sexta-feira, um temporal com chuvas intensas, fortes rajadas de vento de até 70 km/h e descargas atmosféricas, atingiu Ribeirão Preto, causando danos significativos à infraestrutura urbana. Uma pessoa morreu após uma estrutura cair sobre a residência, e outra ficou ferida em um desabamento. Até ontem (25), eram registradas 370 famílias desalojadas e duas famílias desabrigadas.

Foram registrados diversos destelhamentos, quedas de árvores, interrupções no fornecimento de energia elétrica, comprometimento no abastecimento de água, bloqueios de vias públicas e danos em unidades de saúde e demais edificações públicas. O Corpo de Bombeiros atendeu aproximadamente 250 ocorrências relacionadas ao desastre.

Segundo a prefeitura de Ribeirão Preto, 41 escolas sofreram danos estruturais – 5 delas foram danificadas com severidade. Na área da saúde, 29 prédios foram atingidos, sendo 20 edifícios de unidades básicas de saúde (UBS). Segundo a administração municipal, os recursos para a reconstrução dos prédios públicos superam o disponível no orçamento da cidade.

Apoio 

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, esteve neste sábado (25) em Ribeirão Preto e informou que, com o reconhecimento do Estado de Emergência dos municípios da região, o governo federal iniciará os aportes às prefeituras para a reconstrução das áreas afetadas.

De acordo com Alckmin, serão destinados recursos para cobrir a ajuda humanitária (alimentos, colchões, kit de limpeza, kit dormitório), a reconstrução de prédios públicos e também de moradias civis, como unidades de habitação. O vice-presidente ainda informou que as famílias afetadas pelo temporal poderão solicitar na Caixa a liberação de 50% dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

“O governo não manda a cesta de alimentos, não manda o colchão, ele manda o dinheiro e deposita para a prefeitura. Quem faz as compras é o município”, destacou Alckmin.



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Líder de ministério prisional na Romênia prepara sucessão

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Mircea Cristian, líder do ministério prisional Rock of Ages na Romênia, está se preparando para passar a liderança de seu trabalho a seu filho, Timotei. Este ministério tem sido fundamental para levar a mensagem do Evangelho a prisioneiros, oferecendo esperança e transformação em um ambiente desafiador.

O ministério Rock of Ages

Fundado por Mircea Cristian, o Rock of Ages tem se dedicado a evangelizar e discipular prisioneiros na Romênia. O ministério não apenas oferece apoio espiritual, mas também ajuda na reintegração social dos detentos, promovendo a fé como um caminho para a mudança de vida. Mircea compartilha que muitos prisioneiros enfrentam solidão e desespero, e a mensagem de Cristo é uma luz em meio à escuridão.

Preparação para a sucessão

Com a intenção de garantir a continuidade do ministério, Mircea tem trabalhado junto a Timotei, seu filho, para que ele assuma a liderança. Em entrevista, Mircea expressou sua confiança em que Timotei está pronto para este desafio, afirmando: “Eles precisam do Senhor”. Essa frase ressalta a urgência e a importância do trabalho missionário nas prisões, onde muitos estão em busca de esperança e redenção.

Impacto da evangelização nas prisões

O trabalho de evangelização em ambientes prisionais é um testemunho poderoso da capacidade de transformação que a fé pode proporcionar. Em muitos casos, os prisioneiros que se entregam a Cristo relatam experiências de mudança radical em suas vidas. O ministério Rock of Ages tem sido um canal vital para essa transformação, levando não apenas a mensagem de salvação, mas também recursos e apoio emocional aos que se encontram em situações difíceis.

O que esperar para o futuro

Com Timotei assumindo a liderança, o ministério Rock of Ages pode expandir suas atividades e alcançar ainda mais prisioneiros. A nova geração de líderes é essencial para a continuidade da obra missionária, e a experiência de Mircea, aliada à visão de seu filho, promete trazer novas estratégias e abordagens para o ministério.

A evangelização nas prisões é um campo que requer dedicação e sensibilidade, e a preparação de Timotei é um passo importante para garantir que essa missão continue a florescer. A comunidade cristã pode apoiar esse trabalho orando e contribuindo de diversas maneiras, reconhecendo a importância da liberdade religiosa e do anúncio do Evangelho em todos os lugares.



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Em artigo em jornal dos EUA, Lula critica postura do país com tarifas

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O jornal norte-americano The Washington Post publicou neste domingo (26) um artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com críticas à política tarifária do governo dos Estados Unidos contra o Brasil. Em seu artigo, Lula rebateu os argumentos que levaram à taxação, destacou que as práticas também serão prejudiciais à economia norte-americana e afirmou que “o Brasil não será derrotado com base em mentiras”.

O presidente também destacou existir um caráter ideológico na decisão de Trump. Com o objetivo, segundo ele, de interferir na política brasileira e nas eleições deste ano. O texto, em português, também foi divulgado nas redes sociais do presidente. 

“Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras”, disse.

O presidente brasileiro fez menção às declarações de Marco Rubio, secretário de Estado que, no início de junho, excluiu o Brasil do rol de países amigáveis aos EUA na América Latina.

No artigo, Lula reforçou o argumento que vem sido usado pelo governo brasileiro desde o início das taxações, em abril de 2025, de que na relação comercial entre os dois países, os EUA são superavitários. Em seguida, afirmou que o Brasil vai procurar outros parceiros comerciais mundo afora.

“No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros”.

“Erro estratégico”

No dia 15 de julho, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) impôs uma sobretaxa de 25% sobre vários produtos provenientes do Brasil.

Foram taxados exportadores de ferro e aço, vestuário, calçados, açúcar, etanol, produtos farmacêuticos, maquinário agrícola, máquinas elétricas não voltadas ao setor de aviação, além de outros produtos manufaturados.

O USTR justificou suas taxas dizendo que certas práticas adotadas pelo Brasil eram descabidas e oneravam ou restringiam o comércio de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores estadunidenses. Na publicação do Washington Post, Lula rebateu o USTR.

“Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano”.

Lula ainda defendeu a atuação do Brasil contra o desmatamento, a legislação brasileira que combate crimes nas redes sociais e o Pix, sistema de pagamentos usado no Brasil. Todos esses foram pontos criticados pelo governo norte-americano em algum momento na relação recente entre os países.

“Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la”, encerrou o presidente, mantendo a disposição do Brasil para o diálogo.



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Fachin repudia fala de Milei contra Moraes e reafirma autonomia do STF

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, divulgou neste sábado (25) nota oficial em que classifica como “referência desrespeitosa” a declaração do presidente da Argentina, Javier Milei, sobre o ministro do STF Alexandre de Moraes.

Em discurso na convenção nacional do PL, em São Paulo, Milei se referiu a Moraes como “lixo careca” por não ter autorizado visita a Jair Bolsonaro. O ex-presidente está em prisão domiciliar após condenação por tentativa de golpe de Estado.

“Ao reafirmar a plena autonomia do Judiciário brasileiro, a Presidência do STF deplora manifestações incompatíveis com a civilidade que deve caracterizar as relações entre os Estados”, disse Fachin, em nota.

Além de participar da convenção do PL, na qual foi oficializada a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, Javier Milei esteve neste sábado no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de SP.

Recebido pelo governador Tarcísio de Freitas, o presidente argentino foi condecorado com a Ordem do Ipiranga, concedida pelo estado a personalidades que prestaram serviços relevantes à população.



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Marcas de luxo não poderão mais destruir produtos não vendidos na UE e 'exclusividade' fica ameaçada

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A marca britânica Burberry causou escândalo ao admitir ter queimado mercadorias novas
AP – Alastair Grant
Durante décadas, parte da indústria do luxo administrou seus excedentes longe dos olhos dos consumidores. A destruição de produtos não vendidos ajudava a preservar a raridade que sustenta o prestígio e os preços das grandes marcas.
Com as novas regras da União Europeia, anunciadas nesta semana, esse modelo passa a ser questionado e obriga o setor a buscar formas de conciliar exclusividade, rentabilidade e responsabilidade ambiental.
Segundo a nova regulamentação, grandes empresas que atuam na União Europeia não poderão mais destruir roupas, calçados e acessórios não vendidos.
O texto é claro: as marcas terão de dar uma segunda destinação a esses produtos. Entre as alternativas estão a venda por meio de canais de liquidação de estoque, a doação para instituições, o reparo, o recondicionamento ou a reciclagem dos materiais. A destruição só será permitida em situações específicas, especialmente quando o produto apresentar riscos, estiver danificado ou for falsificado.
Agora no g1
A medida responde a uma realidade preocupante. Segundo a Agência Europeia do Meio Ambiente, entre 4% e 9% dos produtos têxteis colocados no mercado europeu são destruídos antes mesmo de serem utilizados.
Isso representa, anualmente, entre 264 mil e quase 600 mil toneladas de roupas, calçados e acessórios novos. Para Bruxelas, esse desperdício já não é compatível com as metas climáticas do bloco nem com sua estratégia de desenvolvimento de uma economia circular.
A destruição de produtos de luxo não vendidos é uma prática conhecida há anos. Em 2018, a grife britânica Burberry causou controvérsia ao admitir que havia queimado mercadorias avaliadas em € 31 milhões (cerca de R$ 173 milhões) em um único ano para preservar sua imagem de exclusividade.
Em 2021, a marca americana Coach também foi alvo de críticas após a divulgação de vídeos que mostravam bolsas não vendidas sendo deliberadamente cortadas antes do descarte.
Diante da repercussão negativa, a empresa anunciou o fim da prática e passou a investir em programas de reparo e revenda.
Por que a regulamentação representa um desafio para o mercado de luxo?
Embora a nova regra europeia pareça simples no papel, sua aplicação é mais complexa para as empresas do setor de luxo.
Isso porque essas marcas não vendem apenas roupas, bolsas ou sapatos. Elas comercializam, sobretudo, uma ideia de exclusividade, cuja raridade é parte fundamental da construção de valor financeiro e simbólico de seus produtos.
Por muito tempo, a destruição de itens não vendidos foi uma forma de preservar essa escassez e evitar que os produtos chegassem ao mercado por meio de liquidações em larga escala. Para grandes maisons de moda e artigos de couro, descontos frequentes podem enfraquecer a imagem da marca e reduzir o valor percebido de suas coleções.
É justamente por isso que grupos como LVMH, Chanel e Prada recebem a regulamentação com cautela. A principal preocupação é a necessidade de direcionar um volume maior de produtos para mercados secundários, o que pode banalizar artigos tradicionalmente associados à exclusividade e comprometer sua percepção de valor.
Como as grandes marcas terão de se adaptar?
Diante desse novo cenário, as marcas de luxo terão de rever suas estratégias de gestão de estoques.
Uma das alternativas é manter os produtos não vendidos armazenados por mais tempo. Essa solução, porém, envolve custos adicionais com logística, seguro, armazenamento e manuseio.
Outra possibilidade é ampliar os canais de revenda, mas sob controle rigoroso das próprias marcas, de forma a escoar os estoques sem prejudicar sua imagem. Nos últimos anos, diversas empresas do setor já passaram a investir em programas próprios de revenda de itens usados ou recondicionados.
Uma terceira estratégia, que vem ganhando força, é produzir menos e com maior precisão, ajustando os volumes de fabricação à demanda real do mercado.
Ainda assim, prever vendas na indústria da moda continua sendo um desafio. Uma coleção pode se transformar em um sucesso comercial ou ter desempenho abaixo do esperado. Além disso, tendências e preferências dos consumidores mudam com rapidez.
Para as empresas de luxo, o desafio agora é preservar a raridade de seus produtos sem recorrer à destruição de mercadorias não vendidas. Trata-se de uma mudança significativa para um setor que, durante décadas, preferiu fazer seus excedentes desaparecerem a correr o risco de vê-los perder valor.



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A voz da mídia evangélica deve se tornar presença pública

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A mídia evangélica está em um momento crucial, onde a necessidade de se tornar uma voz ativa e influente no debate público se torna cada vez mais evidente. A questão que se coloca é: como os evangélicos são percebidos externamente e qual o impacto real de nossa comunicação?

Contexto da Mídia Evangélica

A mídia evangélica desempenha um papel fundamental na disseminação do Evangelho e na formação da opinião pública entre os cristãos. No entanto, muitos se perguntam se estamos realmente influenciando a conversa pública ou se estamos apenas falando entre nós. A necessidade de uma voz profética que alcance a sociedade é mais urgente do que nunca.

O Que Aconteceu

Recentemente, um artigo publicado pelo Christian Daily levantou questões importantes sobre a presença da mídia evangélica no espaço público. O texto sugere que, para que a comunicação evangélica tenha um impacto significativo, é necessário não apenas produzir conteúdo relevante, mas também garantir que existam canais e fóruns adequados para que essa mensagem seja ouvida.

A reflexão proposta é sobre a responsabilidade que temos em administrar esses canais de comunicação. A mídia evangélica deve se esforçar para ser uma presença ativa e não apenas um eco de vozes internas. Isso implica em buscar formas de dialogar com a sociedade, abordando temas que afetam não apenas os cristãos, mas toda a comunidade.

Reações da Comunidade Cristã

A resposta da comunidade cristã a essa chamada à ação tem sido mista. Muitos líderes e fiéis reconhecem a importância de se engajar em discussões mais amplas, enquanto outros ainda se sentem confortáveis em manter a comunicação restrita ao público evangélico. Essa divisão destaca a necessidade de um diálogo interno sobre como podemos melhor utilizar nossas plataformas para promover a mensagem do Evangelho.

O Que Esperar no Futuro

O futuro da mídia evangélica dependerá de nossa capacidade de nos adaptarmos e de nos tornarmos uma voz relevante na sociedade. Isso significa explorar novas plataformas, como redes sociais e podcasts, para alcançar um público mais amplo. Além disso, é vital que os cristãos se unam em torno de causas que promovam a justiça e a verdade, utilizando a mídia como uma ferramenta para o bem.

Como comunidade, devemos nos perguntar: estamos prontos para sermos uma voz que não apenas fala, mas que também ouve e dialoga? A transformação começa com a disposição de nos engajar de forma autêntica e significativa com o mundo ao nosso redor.



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TRE-MT realiza terceira reunião preparatória das Eleições 2026

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) deu continuidade ao ciclo de reuniões preparatórias das Eleições Gerais de 2026, nesta sexta-feira (24.07), no polo regional de Rondonópolis (215 km de Cuiabá). O encontro reuniu juízes eleitorais, chefes de Cartório, promotores eleitorais e representantes de instituições parceiras das Zonas Eleitorais que compõem a região.

A abertura do encontro foi conduzida pela presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, que discorreu sobre os aspectos gerais das Eleições de 2026. A magistrada ressaltou a importância dos encontros regionais para o sucesso do pleito. “É essencial, no período que antecede às Eleições Gerais, a realização de reuniões regionais envolvendo todo o corpo técnico de magistrados e demais envolvidos, com discussão de temas administrativos e judiciais de extrema relevância para o sucesso do pleito. A participação de todos e todas na construção de um planejamento integrado e transparente garante o sucesso do pleito”, afirmou a desembargadora.

A programação em Rondonópolis contemplou uma série de exposições técnicas. Após a fala da presidente, o procurador regional eleitoral Fabrízio Predebon da Silva fez seu pronunciamento. Em seguida, a juíza auxiliar da Presidência, Edna Coutinho, apresentou informações gerais sobre o Gabinete de Gestão Integrada (GGI), ferramenta de coordenação operacional que também foi destacada nas reuniões de Tangará da Serra e Sinop.

A segurança do processo eleitoral foi tema do delegado da Polícia Federal, Jener Alberto da Gama Barroso, dando continuidade à parceria institucional reforçada nos polos anteriores, onde a PF também esteve presente com delegados especializados.

Na pauta administrativa, o assessor de Metas, Monitoramento Especial e Controle de 1º Grau da Corregedoria Regional Eleitoral, Gustavo Castor, tratou de “Metas de Produtividade de Primeiro Grau e Pauta Limpa”. O tema do assédio eleitoral foi abordado pela juíza do TRT-MT, Karina Correia Marques Rigato.

A logística administrativa — incluindo orçamento e recursos humanos — foi apresentada pelo diretor-geral do Tribunal, Mauro Sérgio Rodrigues Diogo, enquanto o secretário de TI, Leon Manoel Campos dos Santos Filho, detalhou os aspectos tecnológicos da operação, papel que também desempenhou nas etapas anteriores do ciclo.

A propaganda eleitoral e o combate à desinformação foram temas conduzidos pelo juiz-membro substituto e juiz auxiliar da Propaganda Eleitoral, Flávio Fraga e Silva, que falou sobre a uniformização de procedimentos. O juiz da 1ª Zona Eleitoral, Moacir Rogério Tortato, complementou com o tema “Poder de polícia — propaganda na internet”.

A ouvidora eleitoral, juíza Glenda Borges, explanou sobre os procedimentos da Ouvidoria, e o servidor da Assessoria de Comunicação Social, Anderson Pinho, orientou os magistrados e colaboradores sobre comportamento em entrevistas e redes sociais. O encerramento foi feito pela presidente Serly Marcondes Alves.

A reunião em Rondonópolis é a terceira etapa de uma série que percorre os principais polos do estado. O ciclo teve início no dia 3 de julho, em Tangará da Serra, polo que concentra cerca de 30% do eleitorado mato-grossense, e seguiu para Sinop no dia 17 de julho, reunindo magistrados e autoridades do Norte e Nordeste do estado.

O objetivo do ciclo é promover o diálogo entre a gestão do Tribunal e os juízes eleitorais e chefes de Cartório, além de proporcionar um ambiente de “escuta ativa” junto aos Cartórios Eleitorais, aprimorando os atos preparatórios necessários para o pleito de outubro.

O polo regional de Rondonópolis congrega juízes e chefes de Cartório da 10ª e 46ª Zonas Eleitorais (Rondonópolis), 2ª ZE (Guiratinga), 14ª ZE (Jaciara), 40ª ZE (Primavera do Leste), 45ª ZE (Pedra Preta) e 57ª ZE (Paranatinga). Promotores eleitorais das respectivas zonas também integraram o encontro.

O calendário de reuniões preparatórias prossegue nos próximos dias. Após Rondonópolis, o ciclo segue para Barra do Garças (31/07), Cáceres (07/08) e encerra em Cuiabá (14/08), contemplando todas as regiões do estado.



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Mega-Sena, concurso 3036: confira os números sorteados

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A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.



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AMM e Defesa Civil reforçam importância da preparação dos municípios para enfrentar riscos climáticos

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Com o objetivo de orientar os municípios sobre as medidas necessárias para o enfrentamento a riscos climáticos, a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) realizou, nesta sexta-feira (24), uma live com a participação de representantes da Defesa Civil de Mato Grosso. Cerca de 100 participantes, entre prefeitos, gestores e técnicos das prefeituras, acompanharam a programação virtual.

A reunião foi mediada pelo coordenador de Relações Institucionais da AMM, José Antônio Pinheiro, que destacou a importância da criação das Coordenadorias Municipais de Defesa Civil como instrumentos fundamentais para a prevenção de riscos, proteção da população e acesso a investimentos destinados ao enfrentamento de situações emergenciais.

O presidente da AMM, Hemerson Maninho, ressaltou que o fortalecimento da estrutura em âmbito local é essencial diante do aumento dos eventos climáticos extremos. “Os municípios precisam estar preparados para agir de forma preventiva e rápida diante de situações como enchentes, estiagens, incêndios e outros eventos que podem afetar a população. A AMM tem buscado orientar as prefeituras para que tenham condições de estruturar suas equipes e acessar os mecanismos de apoio disponíveis”, destacou.

Durante a live, o secretário adjunto de Proteção e Defesa Civil de Mato Grosso, coronel Marcelo Reveles, reforçou a importância da atuação integrada entre municípios, estado e União. “O sistema de Defesa Civil é composto por três elos igualmente importantes. Começa no município, passa pelo estado e chega até a federação. Se o trabalho não for bem iniciado no município a Defesa Civil estadual não consegue buscar os recursos federais para resolver os problemas como alagamento, assoreamento, enchentes, retirada de pessoas de locais de risco”, assinalou.

Segundo o coronel, cerca de 50% dos municípios de Mato Grosso ainda não possuem Coordenadorias de Defesa Civil. A meta, conforme destacou, é ampliar a adesão e alcançar 100% das prefeituras, com apoio da AMM.

Durante a capacitação, também foi apresentado um panorama climático, com destaque para os impactos relacionados ao fenômeno El Niño, como períodos de estiagem prolongada, risco de incêndios, crise hídrica e dificuldades no abastecimento de água.

Os participantes ainda esclareceram dúvidas sobre critérios de atuação, capacitação das equipes, elaboração de planos de contingência, reforçando a importância do planejamento para reduzir impactos e proteger a população.



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