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PRTB lança Leonardo Avalanche à Presidência da República

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O PRTB, Partido Renovador Trabalhista Brasileiro, oficializou a candidatura de Leonardo Avalanche à Presidência da República. O nome do candidato a vice ainda não foi definido.

Avalanche é goiano de Anápolis. Presidente nacional do partido, ele é analista de sistemas e bacharel em Direito.

A convenção da legenda aconteceu na última quarta-feira (29) em Goiânia. No evento, o candidato defendeu reduções de impostos, mais investimentos no setor agropecuário e incentivos para reindustrialização do país.

As convenções partidárias começaram em 20 de julho e vão até o dia 5 de agosto para que partidos e federações partidárias avaliem e decidam sobre coligações e candidaturas próprias para as Eleições Gerais de 2026.




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Região de Barra do Garças mobiliza planejamento para Eleições de 2026

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Com seis locais de votação instalados em aldeias indígenas, o polo regional de Barra do Garças exige atenção especial no planejamento das Eleições Gerais de 2026. Serão 3.042 eleitores e eleitoras que votarão no pleito deste ano nestes locais de votação. O assunto esteve na pauta da reunião preparatória das Eleições realizada em Barra do Garças (521 km de Cuiabá), nesta sexta-feira (31.07), pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT).

O polo congrega nove Zonas Eleitorais, com sede nos seguintes municípios: Barra do Garças, Alto Araguaia, São Félix do Araguaia, Vila Rica, Nova Xavantina, Porto Alegre do Norte, Água Boa, Canarana e Querência, totalizando 287.233 pessoas aptas ao voto, distribuídas em 193 locais de votação e 1.103 seções eleitorais.

Além de membros e servidores da Justiça Eleitoral, o evento contou com a presença de autoridades do Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT-MT) – 23ª Região, e da Polícia Federal (PF) no Estado, com o objetivo de assegurar mais integração e transparência na organização interna e segurança do pleito deste ano.

A reunião preparatória foi conduzida pela presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, que destacou a importância da presença da gestão nos polos regionais. “Esta é uma reunião interna de alinhamento com todos os segmentos que fazem a eleição. É uma ótima oportunidade pra tirar as possíveis dúvidas de juízes eleitoras, promotores eleitorais, que também são convidados, e chefes de cartório. Este polo tem uma grande presença dos povos indígenas, então, temos que ter uma delicadeza, uma atenção específica para isso. Nosso objetivo, com esta reunião, é facilitar o processo eleitoral e dar segurança no dia do voto, dar transparência e fazer com que o processo seja bom, e que a sociedade se orgulhe de participar”.

Segundo o delegado da Polícia Federal, Ricardo de Souza, a região exige uma atuação coordenada, em função da extensão territorial abrangida. “São quase 900 km de uma ponta a outra, mas, estaremos presentes e prontos para atuar em qualquer situação. Já demos início ao trabalho conjunto com o TRE-MT, na elaboração do planejamento da segurança, dentro do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), para que ele seja implementado com sucesso”.

Escuta ativa

Além de promover o diálogo entre a gestão e juízes(as) eleitorais e chefes de Cartório, com informações seguras e precisas, o ciclo de reuniões preparatórias é, também, uma forma de “escuta ativa” junto aos Cartórios Eleitorais, aprimorando todos os atos preparatórios necessários. O juiz da 9ª Zona Eleitoral, Michell Lotfi Rocha da Silva, ressaltou que a presença do TRE-MT, com a liderança da presidente e sua gestão, é fundamental para levar informações aos polos regionais. “Tudo isso auxilia para trazer uma sintonia para que todos os juízes aqui da região do Araguaia, caminhem no mesmo sentido, e a gente fale uma única língua e em sintonia com o TRE. Isso nos traz a segurança de que a gente vai fazer um bom trabalho e que todos vamos desempenhar a missão de preparação das eleições. No final, nosso objetivo é fazer com que o eleitor possa, no dia das eleições, de forma tranquila, de forma democrática e consciente, depositar o seu voto”.

“Nessa reunião, o objetivo principal é alinharmos as diretrizes administrativas, jurisdicionais, o que vai nortear o nosso trabalho. Então, é muito importante essa integração, é uma oportunidade de troca de experiências, porque nós temos várias Zonas Eleitorais envolvidas nesse encontro, com os juízes presentes, chefes de cartório e demais participantes. Tudo isso acrescenta muito no nosso planejamento do pleito que está se aproximando, e é motivo de grande satisfação fazer parte desse acontecimento, desse evento”, avaliou o chefe de Cartório da 28ª Zona Eleitoral, com sede em Porto Alegre do Norte, Willias Ribeiro de Oliveira.

Temas abordados

Após a abertura da reunião, feita pela presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, com uma fala sobre os aspectos gerais das Eleições de 2026, a programação seguiu com a juíza auxiliar da Presidência, Edna Coutinho, que abordou informações sobre o Gabinete de Gestão Integrada (GGI), do qual é coordenadora. Posteriormente, foram tratados os seguintes temas: “Metas de Produtividade de Primeiro Grau e a Campanha Pauta Limpa”, com o juiz auxiliar da Corregedoria Regional Eleitoral de Mato Grosso (CRE-MT), Marcelo Sebastião Prado de Moraes; “Segurança das Eleições”, com o delegado da Polícia Federal, Ricardo Santos de Souza; “Poder de Polícia na Internet”, com o juiz da 55ª Zona Eleitoral, Emerson Cajango; “Assédio Eleitoral”, com o juiz do TRT-MT, Hamilton Siqueira Júnior.

Na etapa seguinte, o diretor-geral do TRE-MT, Mauro Sérgio Rodrigues Diogo, falou sobre “Logística Administrativa: Orçamento, Recursos Humanos, Contratos e Outros”, enquanto o titular da Secretaria de Tecnologia da Informação (STI), Leon Manoel Campos dos Santos Filho, dedicou a fala à “Logística de TI: Urnas Eletrônicas, Transmissão dos Resultados, Totalização e Outros”. O tema “Comportamento dos magistrados e colaboradores da Justiça Eleitoral nas entrevistas e nas redes sociais” foi o recorte da exposição da jornalista Nara Assis dos Santos, da Assessoria de Comunicação Social (Ascom).

Os temas seguintes, “Propaganda Eleitoral e a Desinformação: Uniformização de Procedimentos” e “Papel da Ouvidoria Eleitoral”, foram tratados pela ouvidora eleitoral e coordenadora do Gabinete da Propaganda do TRE-MT, juíza Glenda Borges. O encerramento foi feito pela presidente do TRE-MT, após o debate e falas dos(as) juízes(as) eleitorais e chefes de Cartório do polo.

O ciclo de reuniões preparatórias foi iniciado pelo TRE-MT em Tangará da Serra (03/07), e já passou por Sinop (17/07), Rondonópolis (24/07) e, agora, Barra do Garças (31.07). Os próximos encontros estão marcados para Cáceres (07/08) e Cuiabá (14/08).



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Semana Mundial do Aleitamento Materno marca início do Agosto Dourado

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A Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM) traz como tema em 2026 Amamentação para um começo de vida sustentável: fortaleça o que funciona, uma diretriz internacional da World Alliance for Breastfeeding Action (WABA) que orienta as mobilizações do Agosto Dourado.

O Ministério da Saúde reforça que a proteção, a promoção e o apoio à amamentação ocorrem de forma ampliada neste mês. “O aleitamento materno é fundamental para a nutrição adequada, a garantia da segurança alimentar e a redução da pobreza no país.

O tema da amamentação voltou a ser a realidade da Lorrany Duarte com o nascimento da pequena Elisa, há uma semana.

Mãe pela segunda vez, Lorrany quer oferecer seu leite em livre demanda, de forma exclusiva, nos seis primeiros meses, para que a filha cresça saudável. “Desenvolve mais a criança e a imunidade fica sem problemas.”

O desejo da dona de casa vem acompanhado da memória da vivência da primeira filha, há 9 anos, que, com um mês de vida, passou a ser alimentada com fórmula infantil em substituição ao leite materno. “Ela sempre foi muito debilitada, passava mal, sempre ficava doente e demorou muito tempo para crescer, para se desenvolver”, lamentou.

Para superar as dificuldades iniciais para amamentar a segunda filha, a dona de casa tem contado com o apoio e a experiência da irmã mais velha Marielly Duarte, mãe de três crianças.

De olho na sobrinha, Marielly incentiva a irmã a insistir no aleitamento para não repetir a história anterior. “Eu já tirei um monte de leite dela na bomba [de sugar o leite]. É melhor do que tirar na mão. Agora, uma semana depois, já está saindo rapidinho. Tornou-se mais fácil”.

Fórmulas infantis

Em entrevista à Agência Brasil, a presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria (DCAM-SBP) Rossiclei Pinheiro alertou para os obstáculos impostos pela desinformação e, sobretudo, pelo assédio comercial da indústria a médicos para prescrição de fórmulas infantis para lactentes e crianças da primeira infância e a pressão sobre as famílias.

“O que a gente percebe é que há um marketing muito grande dizendo que essas fórmulas substituem o leite materno, e não substituem. […] É o lobby na porta do hospital, nas redes sociais, nos consultórios, nas datas festivas. Essas indústrias de alimentos tentam de várias formas fazer um assédio ao profissional de saúde”, constata.

Exceções para prescrever fórmulas

A fórmula é segura e necessária apenas quando há recomendação de um pediatra ou nutricionista, diz a especialista.

A pediatra classifica as fórmulas infantis como alimentos ultraprocessados voltados a situações específicas, como nos casos em que a mãe possui contraindicação médica para amamentar (como a mãe que vive com HIV), situações que não pode realizar o aleitamento, ou não obtém sucesso no processo e, ainda bebês que têm alergias.

“Só quem pode prescrever fórmula infantil até um ano de idade é um médico, de preferência um pediatra ou nutricionista. Só que a mãe chega, hoje, em uma farmácia e compra a fórmula que quiserem, que qualquer profissional prescreve.

Rossiclei Pinheiro aponta que, nos últimos cinco anos, a Sociedade Brasileira de Pediatria tem investido no fortalecimento da formação acadêmica e médica dos próprios pediatras, principalmente, sobre os critérios na prescrição de fórmulas infantis, domínio do manejo prático da amamentação, diante de complicações como dor, fissuras mamilares ou ingurgitamento (“leite empedrado”). “O leite materno vai ser o melhor para o resto da vida da criança”, destacou a Dra. Rossiclei Pinheiro.

Redução de custos

A pediatra destaca também o ponto de vista socioeconômico da promoção do aleitamento humano, que alinha-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU):

“A família tem uma redução dos custos financeiros, visto que não vai precisar comprar fórmulas nem medicamentos, já que esse bebê vai ficar menos doente, e também vai ter menos ausência ao trabalho. Por fim, a mãe vai conseguir se programar melhor na vida futura para seu retorno ao trabalho, já que o filho dela vai estar mais saudável, listou a dra. Rossiclei Pinheiro.

Proteção legal

No Brasil, existe a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância (NBCAL), amparada pela Lei 11.265/2006, que proíbe o recebimento de patrocínios financeiros ou materiais por médicos em pessoa física.

Adicionalmente, a legislação impede a propaganda de mamadeiras, bicos artificiais e chupetas, veda a distribuição destes produtos a recém-nascidos de alto risco e determina que as embalagens destes não utilize fotos de crianças e frases que induzam à dúvida quanto à capacidade das mães de amamentarem seus filhos.

As determinações vão ao encontro dos alertas da Sociedade Brasileira de Pediatria de que o uso de bicos artificiais (como mamadeiras e chupetas) pode comprometer a amamentação, causando:

  • A confusão de bicos, por alterar a mecânica de sucção da criança com o bico artificial
  • Menor estímulo para a produção de leite
  • Desmame precoce.

“Nós desestimulamos o uso de bicos que possam competir com a amamentação, que são as chupetas e as mamadeiras”, destacou a representante da Sociedade Brasileira de Pediatria, Rossiclei Pinheiro.

O que funciona

A Semana Mundial do Aleitamento Materno de 2026 tem o objetivo de reforçar a necessidade de reconhecer, valorizar e ampliar estratégias que já demonstraram resultados positivos na proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno.

Em agosto de 2024, o Brasil assumiu o compromisso de atingir 70% de aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida até 2030 — meta mais alta do que os 60% de amamentação exclusiva no peito até os seis meses de idade, fixados pela Assembleia Mundial da Saúde, em novembro do mesmo ano.

O histórico brasileiro é de avanços. O país saltou de 4,7% de aleitamento exclusivo na década de 1980 para 45,8% em 2019, conforme dados da primeira edição do Estudo Nacional de Nutrição Infantil (Enani), coordenado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A pesquisa nacional de base domiciliar tem como objetivo avaliar as práticas de amamentação, o consumo alimentar e o estado nutricional de crianças de até seis anos (72 meses). Em 2025, a pesquisa ainda está em fase de coleta de dados, realizando visitas a famílias com filhos de até 6 anos em todo o Brasil.

A representante da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) destaca que o aumento regular da amamentação humana no país comprova a eficácia das políticas públicas consolidadas, como a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança.

“Nossas políticas públicas estão interligadas com todo o contexto do atendimento da criança. Hoje, por exemplo, o aleitamento materno é uma estratégia de saúde pública para diminuir a mortalidade infantil, a mortalidade materna, diminuir a desigualdade social. Todo esse acesso a informações é uma política pública”.



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TJMT lança projeto-piloto de integridade aplicado à rotina de unidade judiciária

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) lançou na manhã desta quinta-feira (30), no Fórum de Cuiabá, o Programa IntegridadeJus – Oficina de Integridade Aplicada à Unidade Judiciária, iniciativa que marca uma nova etapa do Programa de Integridade e Compliance do Poder Judiciário estadual. O projeto-piloto será desenvolvido na 3ª Vara Especializada em Direito Bancário da Comarca de Cuiabá e tem como objetivo incorporar, de forma prática, os princípios da integridade pública ao cotidiano das unidades judiciais.

A proposta contempla diagnóstico institucional, gestão de riscos, aperfeiçoamento dos fluxos de trabalho, capacitação das equipes, proteção de dados e fortalecimento da cultura ética. A metodologia será inicialmente aplicada na unidade piloto para posterior aperfeiçoamento e expansão às demais varas do estado.

Durante a cerimônia, o coordenador do Comitê Gestor de Integridade e Compliance do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargador Jones Gattass Dias destacou que o projeto representa um desdobramento do Programa de Integridade instituído pelo Tribunal e tem como foco disseminar uma cultura institucional baseada na prevenção e na responsabilidade compartilhada.

“O programa busca incorporar em todos nós a consciência de fazer a coisa certa, independentemente de haver fiscalização. A intenção não é controlar pessoas, mas fortalecer uma cultura de integridade, prevenindo riscos que possam comprometer a imagem, a credibilidade e a confiança da sociedade no Poder Judiciário. É um trabalho colaborativo que pretende aproximar essas práticas da rotina das unidades judiciárias e servir de modelo para outras comarcas e até para outros tribunais brasileiros”, afirmou.

Com a missão de comandar a aplicação do projeto na sua equipe da 3ª Vara Especializada em Direito Bancário, o juiz Alex Nunes de Figueiredo ressaltou a responsabilidade e o comprometimento com a iniciativa.

“É um desafio muito grande e um programa inédito voltado ao primeiro grau de jurisdição. Estamos iniciando um processo novo, que será construído passo a passo, em parceria com o Comitê de Integridade e as áreas técnicas do Tribunal. Nosso objetivo é desenvolver um modelo que possa ser replicado em outras unidades do estado e, futuramente servir de referência para outros tribunais do país”, destacou.

A juíza auxiliar da Presidência e secretária-geral do TJMT, juíza Anna Paula Gomes de Freitas enfatizou que o programa reforça a transparência e fortalece a confiança da sociedade na atuação do Poder Judiciário. “Não basta sermos íntegros, é preciso parecermos íntegros. A sociedade precisa enxergar o compromisso que magistrados e servidores têm diariamente com a ética, a honestidade e a boa prestação do serviço público. O projeto vem justamente para aperfeiçoar rotinas, alinhar procedimentos e tornar ainda mais evidente esse compromisso institucional com a integridade”, afirmou.

Para a diretora do Foro da Comarca de Cuiabá, juíza Hanae Yamamura, a escolha da unidade reforça o protagonismo do Judiciário mato-grossense na implementação de práticas inovadoras.

“Receber esse projeto piloto é motivo de orgulho para o Fórum de Cuiabá. Temos certeza de que esta iniciativa fortalecerá a confiança da sociedade no Poder Judiciário e servirá de laboratório para a construção de fluxos e processos que poderão ser replicados em outras unidades do estado e até nacionalmente. Colocamos toda a estrutura do Fórum à disposição para que o projeto seja um sucesso”, ressaltou.

Presente no evento, a diretora-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Andréa Marcondes Alves Nunes destacou que o IntegridadeJus representa um importante avanço na modernização da gestão judiciária e no fortalecimento da prestação jurisdicional.

“O IntegridadeJus reforça o compromisso institucional do Tribunal de Justiça com uma gestão cada vez mais eficiente, transparente e orientada por boas práticas. Ao aperfeiçoar processos internos, fortalecer a gestão de riscos e estimular uma cultura permanente de integridade, criamos condições para oferecer um serviço público ainda mais seguro, ágil e confiável. O maior beneficiado é o cidadão, que passa a contar com um Judiciário cada vez mais preparado para entregar uma prestação jurisdicional de qualidade”, disse.

Rede de Integridade

O lançamento do programa reuniu representantes de instituições que já desenvolvem políticas de integridade e governança, entre elas a Controladoria Geral do Estado (CGE), Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso (OAB-MT) e a Defensoria Pública de Mato Grosso, que destacaram a importância da atuação integrada entre os órgãos públicos.

O secretário-adjunto da CGE, Renan Zattar Ferreira da Silva afirmou que iniciativas dessa natureza contribuem diretamente para ampliar a confiança da sociedade nas instituições públicas.

“A integridade significa fazer a coisa correta e transformar esse comportamento em uma rotina institucional. A experiência do Estado demonstra que programas de integridade melhoram a eficiência da administração pública e refletem diretamente na qualidade da entrega dos serviços ao cidadão. O pioneirismo do TJMT merece reconhecimento e a CGE permanece à disposição para contribuir com essa construção”, afirmou.

Já a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Nathalia Nogueira Garnica Rocha ressaltou que integridade vai além do simples cumprimento das normas legais. “Integridade é agir corretamente, pautando decisões pela ética, honestidade e compromisso com o interesse público. Programas como este fortalecem a cultura organizacional e contribuem para ampliar a confiança da sociedade nas instituições. É um esforço coletivo que beneficia diretamente o cidadão e fortalece todo o sistema de Justiça”, destacou.

O lançamento do IntegridadeJus também foi acompanhado, de forma remota, pela gerente do Centro de Controle, Transparência e Integridade do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Ursina Andrade, que demonstrou interesse na metodologia adotada pelo TJMT. As duas instituições mantêm um termo de cooperação para o fortalecimento de seus programas de integridade, promovendo o compartilhamento de experiências, boas práticas e soluções institucionais entre os tribunais.



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Campanha alerta sobre imunização contra vírus que causa bronquiolite

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A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) lançou a campanha Todos contra o VSR – Proteção desde o Início. O objetivo é ampliar o conhecimento de gestantes e da população sobre a importância da imunização contra o vírus sincicial respiratório (VSR), bem como fortalecer o conhecimento dos profissionais da saúde a respeito do tema.

Segundo a entidade, o VSR é responsável por 80% dos casos de bronquiolite e até 60% das pneumonias em menores de dois anos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram confirmados este ano 21.398 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus, dos quais 246 resultaram em mortes. A faixa etária de menores de dois anos é a mais afetada: 17.081 casos e 109 mortes.

De acordo com a coordenadora da campanha e diretora da SBIm, Isabella Ballalai, a imunização contra o VSR é essencial para resguardar os bebês nos primeiros meses de vida, quando o risco é maior.

Nesse sentido, há dois recursos à disposição. O primeiro é a vacinação da gestante, que transferirá os anticorpos produzidos para o feto e o protegerá já na primeira semana de vida.

“A partir do nascimento, crianças menores de dois anos podem se beneficiar dos anticorpos monoclonais, em especial prematuros e outros grupos de risco”, a médica.

Vídeos

Um dos destaques da iniciativa são os vídeos testemunhais, gravados por médicos, como o doutor Dráuzio Varella, e mães que vivenciaram a angústia do VSR em seus filhos.

“Os relatos tornam mais concreta a gravidade da doença e aproximam o tema da realidade do público. Não é apenas uma sigla. São experiências de complicações ou perdas, que despertam empatia, reforçam a percepção de risco e contribuem para conscientizar sobre a necessidade de prevenção.”

A ação também inclui videoaulas para profissionais da saúde, um hotsite, presença ativa nas redes sociais, com a publicação de conteúdos educativos no Instagram, Youtube, TikTok e Facebook, e comunicação direta com o público-alvo via e-mail e WhatsApp.

VSR

Mais da metade das internações ocorre nos dois primeiros meses de vida, índice que salta para dois terços se considerados os três primeiros meses.

Atualmente, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece a vacina contra o vírus para grávidas a partir da 28ª semana gestacional e o anticorpo monoclonal para bebês prematuros (nascidos com menos de 37 semanas gestacionais) até 6 meses de idade e crianças menores de 2 anos com determinadas comorbidades.

A SBIm amplia a recomendação para outros grupos, incluindo crianças prematuras no primeiro ano de vida e crianças menores de 2 anos sem comorbidades, de acordo com a orientação do pediatra.

A campanha é apoiada pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a Federação das Associações Brasileiras de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), as sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Infectologia (SBI), o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e a ONG Prematuridade.com.



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Semana Mundial do Aleitamento Materno marca início do Agosto Dourado

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A Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM) traz como tema em 2026 Amamentação para um começo de vida sustentável: fortaleça o que funciona, uma diretriz internacional da World Alliance for Breastfeeding Action (WABA) que orienta as mobilizações do Agosto Dourado.

O Ministério da Saúde reforça que a proteção, a promoção e o apoio à amamentação ocorrem de forma ampliada neste mês. “O aleitamento materno é fundamental para a nutrição adequada, a garantia da segurança alimentar e a redução da pobreza no país.

O tema da amamentação voltou a ser a realidade da Lorrany Duarte com o nascimento da pequena Elisa, há uma semana.


Brasília (DF), 30/07/2026 - Lorrany Duarte recebe atendimento no banco de leite humano do Hospital Regional de Taguatinga. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Brasília (DF), 30/07/2026 - Lorrany Duarte recebe atendimento no banco de leite humano do Hospital Regional de Taguatinga. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Lorrany Duarte recebe atendimento no banco de leite humano do Hospital Regional de Taguatinga- Marcelo Camargo/Agência Brasil

Mãe pela segunda vez, Lorrany quer oferecer seu leite em livre demanda, de forma exclusiva, nos seis primeiros meses, para que a filha cresça saudável. “Desenvolve mais a criança e a imunidade fica sem problemas.”

O desejo da dona de casa vem acompanhado da memória da vivência da primeira filha, há 9 anos, que, com um mês de vida, passou a ser alimentada com fórmula infantil em substituição ao leite materno. “Ela sempre foi muito debilitada, passava mal, sempre ficava doente e demorou muito tempo para crescer, para se desenvolver”, lamentou.

Para superar as dificuldades iniciais para amamentar a segunda filha, a dona de casa tem contado com o apoio e a experiência da irmã mais velha Marielly Duarte, mãe de três crianças.

De olho na sobrinha, Marielly incentiva a irmã a insistir no aleitamento para não repetir a história anterior. “Eu já tirei um monte de leite dela na bomba [de sugar o leite]. É melhor do que tirar na mão. Agora, uma semana depois, já está saindo rapidinho. Tornou-se mais fácil”


Brasília (DF), 30/07/2026 - Marielly Duarte e Lorrany Duarte recebem atendimento no banco de leite humano do Hospital Regional de Taguatinga. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Brasília (DF), 30/07/2026 - Marielly Duarte e Lorrany Duarte recebem atendimento no banco de leite humano do Hospital Regional de Taguatinga. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Marielly Duarte e Lorrany Duarte recebem atendimento no banco de leite humano do Hospital Regional de Taguatinga – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Fórmulas infantis

Em entrevista à Agência Brasil, a presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria (DCAM-SBP) Rossiclei Pinheiro alertou para os obstáculos impostos pela desinformação e, sobretudo, pelo assédio comercial da indústria a médicos para prescrição de fórmulas infantis para lactentes e crianças da primeira infância e a pressão sobre as famílias.

“O que a gente percebe é que há um marketing muito grande dizendo que essas fórmulas substituem o leite materno, e não substituem. […] É o lobby na porta do hospital, nas redes sociais, nos consultórios, nas datas festivas. Essas indústrias de alimentos tentam de várias formas fazer um assédio ao profissional de saúde”, constata.

Exceções para prescrever fórmulas

A fórmula é segura e necessária apenas quando há recomendação de um pediatra ou nutricionista, diz a especialista.

A pediatra classifica as fórmulas infantis como alimentos ultraprocessados voltados a situações específicas, como nos casos em que a mãe possui contraindicação médica para amamentar (como a mãe que vive com HIV), situações que não pode realizar o aleitamento, ou não obtém sucesso no processo e, ainda bebês que têm alergias. 

“Só quem pode prescrever fórmula infantil até um ano de idade é um médico, de preferência um pediatra ou nutricionista. Só que a mãe chega, hoje, em uma farmácia e compra a fórmula que quiserem, que qualquer profissional prescreve.

Rossiclei Pinheiro aponta que, nos últimos cinco anos, a Sociedade Brasileira de Pediatria tem investido no fortalecimento da formação acadêmica e médica dos próprios pediatras, principalmente, sobre os critérios na prescrição de fórmulas infantis, domínio do manejo prático da amamentação, diante de complicações como dor, fissuras mamilares ou ingurgitamento (“leite empedrado”). “O leite materno vai ser o melhor para o resto da vida da criança”, destacou a Dra. Rossiclei Pinheiro.

Redução de custos

A pediatra destaca também o ponto de vista socioeconômico da promoção do aleitamento humano, que  alinha-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU):

“A família tem uma redução dos custos financeiros, visto que não vai precisar comprar fórmulas nem medicamentos, já que esse bebê vai ficar menos doente, e também vai ter menos ausência ao trabalho. Por fim, a mãe vai conseguir se programar melhor na vida futura para seu retorno ao trabalho, já que o filho dela vai estar mais saudável, listou a dra. Rossiclei Pinheiro.

Proteção legal

No Brasil, existe a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância (NBCAL), amparada pela Lei 11.265/2006, que proíbe o recebimento de patrocínios financeiros ou materiais por médicos em pessoa física.

Adicionalmente, a legislação impede a propaganda de mamadeiras, bicos artificiais e chupetas, veda a distribuição destes produtos a recém-nascidos de alto risco e determina que as embalagens destes não utilize fotos de crianças e frases que induzam à dúvida quanto à capacidade das mães de amamentarem seus filhos.

As determinações vão ao encontro dos alertas da Sociedade Brasileira de Pediatria de que o uso de bicos artificiais (como mamadeiras e chupetas) pode comprometer a amamentação, causando:

  • A confusão de bicos, por alterar a mecânica de sucção da criança com o bico artificial
  • Menor estímulo para a produção de leite
  • Desmame precoce.

“Nós desestimulamos o uso de bicos que possam competir com a amamentação, que são as chupetas e as mamadeiras”, destacou a representante da Sociedade Brasileira de Pediatria, Rossiclei Pinheiro.

O que funciona

 A Semana Mundial do Aleitamento Materno de 2026 tem o objetivo de reforçar a necessidade de reconhecer, valorizar e ampliar estratégias que já demonstraram resultados positivos na proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno.

Em agosto de 2024, o Brasil assumiu o compromisso de atingir 70% de aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida até 2030 — meta mais alta do que os 60% de amamentação exclusiva no peito até os seis meses de idade, fixados pela Assembleia Mundial da Saúde, em novembro do mesmo ano.

O histórico brasileiro é de avanços. O país saltou de 4,7% de aleitamento exclusivo na década de 1980 para 45,8% em 2019, conforme dados da primeira edição do Estudo Nacional de Nutrição Infantil (Enani), coordenado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A pesquisa nacional de base domiciliar tem como objetivo avaliar as práticas de amamentação, o consumo alimentar e o estado nutricional de crianças de até seis anos (72 meses). Em 2025, a pesquisa ainda está em fase de coleta de dados, realizando visitas a famílias com filhos de até 6 anos em todo o Brasil.

A representante da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) destaca que o aumento regular da amamentação humana no país comprova a eficácia das políticas públicas consolidadas, como a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança.

“Nossas políticas públicas estão interligadas com todo o contexto do atendimento da criança. Hoje, por exemplo, o aleitamento materno é uma estratégia de saúde pública para diminuir a mortalidade infantil, a mortalidade materna, diminuir a desigualdade social. Todo esse acesso a informações é uma política pública”.



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Testemunho de missionário sobre dois anos de prisão na Turquia

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O pastor Andrew Brunson, missionário americano, compartilhou seu poderoso testemunho sobre os dois anos que passou preso na Turquia, onde enfrentou acusações de espionagem e terrorismo. Durante sua experiência, Brunson revelou a luta espiritual que enfrentou, especialmente em momentos de silêncio aparente de Deus.

Contexto da prisão

Brunson dedicou 23 anos de sua vida ao plantio de igrejas na Turquia, um país onde a liberdade religiosa é frequentemente restringida. Sua prisão em 2016 causou comoção entre a comunidade cristã mundial, que clamou por sua libertação. Ele foi acusado de envolvimento com grupos terroristas, algo que ele sempre negou. Sua detenção não apenas afetou sua vida, mas também levantou questões sobre a perseguição a cristãos na Turquia.

O que aconteceu durante a prisão

Durante os dois anos em que esteve encarcerado, Brunson esperava sentir a presença de Deus de forma intensa, mas, surpreendentemente, encontrou-se em um período de silêncio espiritual. “Mesmo que você esteja em silêncio, eu ainda te amo”, disse ele em sua mensagem, enfatizando que a fé não depende das circunstâncias. Essa experiência de silêncio se tornou um teste crucial de sua fé e resiliência.

Reações e reflexões

Brunson compartilhou seu testemunho durante o congresso Arise Asia 2026, realizado em Manila, onde falou para milhares de delegados. Sua história inspirou muitos a refletirem sobre a importância de perseverar na fé, mesmo em tempos de provação. Ele encorajou os presentes a não desistirem de sua missão de anunciar o Evangelho, mesmo diante de desafios significativos.

“Mesmo que você esteja em silêncio, eu ainda te amo.”

— Andrew Brunson

O que esperar para o futuro

A experiência de Brunson destaca a realidade da igreja perseguida em várias partes do mundo, incluindo a Turquia. Ele incentivou os cristãos a continuarem orando e apoiando aqueles que enfrentam perseguições por sua fé. O testemunho de Brunson é um lembrete poderoso de que, mesmo nas dificuldades, a esperança e o amor de Deus permanecem.



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Como escapar do estresse financeiro da casa dos sonhos

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Um casal compartilha sua experiência de felicidade em um apartamento pequeno, contrastando com o estresse financeiro de uma casa maior. Essa história nos convida a refletir sobre o que realmente importa em nossas vidas.

O que aconteceu

Recentemente, um artigo publicado no The Christian Post trouxe à tona a experiência de um casal que, após se mudar para uma casa dos sonhos, percebeu que a felicidade que sentiam em seu antigo apartamento pequeno era incomparável. A pressão financeira e as expectativas sociais associadas a uma casa maior acabaram gerando estresse e insatisfação.

Reflexão sobre o que realmente importa

O casal, que decidiu compartilhar sua história, questiona se a busca incessante pela casa perfeita vale realmente a pena. Eles ressaltam que a felicidade não está necessariamente ligada ao tamanho ou ao luxo do lar, mas sim à qualidade das relações e ao ambiente familiar. Essa reflexão é especialmente relevante para os cristãos, que são chamados a valorizar o que é eterno e não o que é passageiro.

O impacto do estresse financeiro

O estresse financeiro pode afetar não apenas a saúde mental, mas também as relações familiares. O casal menciona que, ao se sentirem pressionados por dívidas e obrigações relacionadas à casa, acabaram se distanciando um do outro. Essa situação é um alerta para muitos que buscam a felicidade em bens materiais, esquecendo-se de que o amor e a união são os verdadeiros pilares de um lar feliz.

“Fomos mais felizes em nosso primeiro apartamento pequeno do que em nossa casa dos sonhos.”

O que esperar

Essa história nos convida a repensar nossas prioridades. Ao invés de buscar incessantemente por bens materiais, devemos focar em construir lares baseados no amor, na fé e na comunhão. A verdadeira felicidade vem de Deus e das relações que cultivamos, e não do tamanho da casa em que vivemos.



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Por que tanta gente está falando do Claude? Conheça a IA que tem o modelo mais perigoso do mundo

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✨ ChatGPT, Gemini, Copilot. Nos últimos anos, esses nomes dominaram as conversas sobre inteligência artificial. Mas um novo protagonista já chama a atenção de usuários, empresas e especialistas: o Claude.
Enquanto seus rivais começaram focando no público geral, a Anthropic, criadora do Claude, concentrou seus esforços em oferecer sua tecnologia para empresas.
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Especialistas consultados pelo g1 afirmam que a Anthropic passou a liderar a corrida da inteligência artificial ao desenvolver o que consideram ser a IA mais poderosa — e potencialmente mais perigosa — da atualidade. Isso tem aumentado o interesse de investidores e do público em geral.
Enquanto desenvolve versões cada vez mais potentes, a Anthropic também defende uma pausa global na evolução da IA diante de sinais de que sistemas mais avançados poderiam escapar do controle humano. O argumento é de que as pesquisas de segurança precisam de mais tempo para acompanhar o ritmo da tecnologia.
Eles talvez estejam certos. Assim como aconteceu com a rival OpenAI em julho, a Anthropic informou na última quinta-feira (30) que o Claude realizou ataques virtuais contra três empresas durante testes. Segundo a empresa, um erro de configuração permitiu que a ferramenta tivesse acesso à internet.
A empresa
A Anthropic, criadora do Claude, foi fundada em 2021 por Dario Amodei (atual CEO da companhia) e outros executivos que deixaram a OpenAI defendendo uma abordagem mais cautelosa para o desenvolvimento da IA.
O Claude só chegou ao público em março de 2023, cerca de cinco meses após o lançamento do ChatGPT. Mesmo tendo entrado na disputa mais tarde e ainda sendo menos conhecido do grande público, o chatbot ajudou a impulsionar uma virada impressionante da Anthropic.
Hoje, ela é a startup de IA mais valiosa do mundo. Avaliada em cerca de US$ 965 bilhões (R$ 4,87 trilhões), a companhia já supera a OpenAI em valor de mercado.
No início de junho, a Anthropic protocolou de forma confidencial um pedido de abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos. Com um valuation próximo de US$ 1 trilhão, a companhia poderá passar a integrar o grupo mais seleto das empresas listadas no mercado americano.
A grande virada
Claude costuma ser mais usado por empresas e ChatGPT, por usuários privados
Matteo Della Torre/NurPhoto/picture alliance via DW
O Claude foi lançado globalmente em 2023, mas só chegou ao mercado brasileiro em agosto de 2024 — mais uma vez, depois do ChatGPT, que já estava disponível por aqui desde meados de 2022.
Em 2025, a Anthropic lançou o Claude Skills, recurso que permite à IA aprender a executar tarefas específicas. Já em 2026 vieram o Claude Code e o Claude Cowork, ferramentas que marcaram o grande “boom” do Claude ao permitir que a IA passasse a realizar ações diretamente no computador do usuário.
O lançamento do Claude Code, ferramenta de programação com IA capaz de criar sites, foi um marco para a Anthropic e ajudou a ampliar a visibilidade da empresa, explica Diogo Cortiz, especialista em IA e professor da PUC-SP.
“Ele permitiu que a IA realizasse tarefas de longa duração, que podem levar horas ou até dias, por meio de subagentes, robôs que executam etapas do trabalho de forma autônoma”, afirma.
Segundo Izabela Anholett, especialista em IA e fundadora da Nura AI, o Claude também se tornou popular entre profissionais de marketing e criação. “Ele virou o queridinho desses profissionais para a produção de textos criativos, roteiros para redes sociais e peças de campanha, sendo considerado superior ao ChatGPT nesse tipo de tarefa”, diz.
“Além disso, o diferencial do Claude é permitir a criação de automações e a integração com serviços como e-mail sem exigir conhecimentos de programação”, afirma.
Ela ressalta que outras IAs também realizam tarefas semelhantes — o g1, por exemplo, testou o agente do ChatGPT em 2025. A diferença, de acordo com a especialista, é que o Claude consegue automatizar essas funções de forma mais rápida e eficiente.
Embora seja muito elogiado por quem o utiliza, o potencial do Claude é melhor aproveitado nos planos pagos, que não são tão acessíveis. No Brasil, o plano Pro, o mais barato disponível, custa R$ 110 por mês e ainda impõe limites de uso.
“É importante dizer que saímos daquela grande euforia das IAs para uma fase de maior racionalidade em relação aos custos. Muitas pessoas e empresas estão buscando um uso mais efetivo e consciente da tecnologia porque as contas estão ficando muito altas”, diz Cortiz.
ChatGPT ainda domina mercado
Apesar do avanço dos concorrentes, o ChatGPT segue com ampla liderança em número de usuários, segundo um levantamento da empresa de inteligência de mercado Sensor Tower divulgado neste ano.
Os dados mostram que, até maio de 2026, o chatbot da OpenAI registrava cerca de 1,1 bilhão de usuários ativos mensais. Em segundo lugar aparece o Gemini, do Google, com 662 milhões.
“O Gemini tem expandido sua audiência de forma constante, apoiado em parte por uma sólida base de usuários do Android e por integrações profundas em todo o ecossistema do Google”, afirmou a Sensor Tower.
O Claude aparece na terceira posição, com 224 milhões de usuários ativos mensais. Segundo a empresa de análise, a ferramenta da Anthropic vem registrando crescimento acelerado desde o início do ano.
O levantamento também mostra que, enquanto Gemini e Claude continuam ganhando espaço, a participação do ChatGPT caiu para abaixo dos 50% pela primeira vez. Em maio, o chatbot da OpenAI concentrava 46% dos usuários do mercado, à frente do Gemini, com 28%, e do Claude, com 10%.
“O crescimento do Claude foi ainda mais forte em alguns mercados, incluindo os EUA, onde a demanda por recursos de programação e pesquisa avançada atraiu mais usuários”, destacou a Sensor Tower.
Diogo Cortiz afirma que foi apenas nos últimos seis meses que o Claude começou a ganhar espaço de forma mais significativa entre os consumidores comuns. “E parte dos usuários tem migrado do ChatGPT para o Claude por buscar uma IA capaz de executar tarefas, como organizar arquivos e responder e-mails, em vez de apenas conversar”, completa Izabela.
Empresa tem modelo de IA mais perigoso do mundo
Claude Fable 5 simula o sistema solar e prevê um eclipse solar.
Divulgação/Claude
Os modelos do Claude têm se mostrado cada vez mais potentes. “Eles costumam acertar muito nos lançamentos. Dá para perceber um grande cuidado no desenvolvimento dos produtos, que geralmente chegam ao mercado com um desempenho muito competitivo”, diz Izabela Anholett.
Ao mesmo tempo, especialistas alertam que os sistemas mais avançados da Anthropic também ampliam os riscos associados à inteligência artificial.
No início de 2026, a empresa anunciou o Claude Mythos, considerado por especialistas o modelo de IA mais perigoso do mundo atualmente. O sistema é descrito como extremamente rápido e capaz de encontrar brechas de segurança que passariam despercebidas por humanos.
“Se o Mythos for parar em mãos erradas, empresas podem ser paralisadas da noite para o dia”, afirma Izabela. Segundo ela, o risco está na capacidade do modelo de identificar e explorar vulnerabilidades em sistemas digitais.
“O Mythos Preview [versão de teste] já encontrou milhares de vulnerabilidades de alta gravidade, incluindo algumas em todos os principais sistemas operacionais e navegadores web”, afirmou a Anthropic.
“Devido ao seu alto poder e aos riscos que representa para a segurança nacional e geral, ele não foi liberado para o público comum. Em vez disso, a Anthropic criou um consórcio de empresas e agências governamentais com acesso à ferramenta”, explica Diogo Cortiz.
Entre os integrantes do grupo estão Amazon, Apple, Microsoft, Google, Nvidia, Broadcom e Mozilla.
Cortiz lembra que um exemplo da eficácia do modelo veio de um relatório da Mozilla. Ao utilizar o Mythos para analisar o navegador Firefox, a organização identificou uma grande quantidade de vulnerabilidades e falhas até então desconhecidas.
“Como parte de nossa colaboração contínua com a Anthropic, tivemos a oportunidade de usar uma versão inicial do Claude Mythos Preview no Firefox. A versão 150 do navegador, lançada nesta semana, traz correções para 271 vulnerabilidades identificadas durante essa avaliação inicial”, disse a Mozilla em um relatório sobre o tema publicado em abril.
Para Cortiz, embora o marketing das empresas de IA às vezes possa exagerar as capacidades de seus produtos, casos como esse mostram que a habilidade do Mythos para encontrar brechas de segurança é real — e ajudam a explicar por que seu acesso é tão restrito.
A proibição do Fable 5, uma versão ‘light’ do Mythos
Dario Amodei, diretor-executivo da Anthropic, e Donald Trump, presidente dos EUA
Reuters/Bhawika Chhabra; Reuters/Nathan Howard
Junho de 2026 foi um período conturbado para a Anthropic. No início do mês, a empresa disponibilizou o Fable 5, descrito por ela como o modelo de IA mais poderoso já oferecido ao público geral.
O sistema faz parte do Mythos e, segundo a companhia, alcança desempenho de ponta em áreas como engenharia de software, análise de dados, pesquisa científica, visão computacional e tarefas complexas de raciocínio.
Apesar da abertura ao público, a empresa decidiu impor restrições em temas considerados sensíveis. Quando usuários fizerem solicitações relacionadas à cibersegurança, biologia, química ou técnicas de extração de conhecimento de modelos de IA, o sistema poderá transferir automaticamente a conversa para uma versão menos poderosa, chamada Claude Opus 4.8.
Só que, no dia 12 de junho, a Anthropic anunciou a suspensão global do Fable 5 após receber uma determinação do governo dos EUA com base em questões de segurança nacional.
Segundo a empresa, a ordem impede o acesso aos sistemas por qualquer cidadão estrangeiro, esteja ele dentro ou fora dos EUA. A restrição também vale para funcionários estrangeiros da própria Anthropic.
Uma reportagem do jornal norte-americano “The Wall Street Journal” revelou que a Amazon teria sido a principal responsável pela pausa no lançamento do Fable 5.
Segundo o jornal, pesquisadores da empresa utilizaram uma série de prompts (comandos) que levaram o sistema a auxiliar em ciberataques. A informação chegou à Casa Branca, que determinou a suspensão da IA por considerá-la um risco.
A Anthropic rebateu a decisão. “Instituímos salvaguardas fortes que reduzem muito a probabilidade de Fable ser mal utilizado para tarefas relacionadas à cibersegurança (entre outras). Na verdade, nossas salvaguardas são tão fortes que muitos usuários reclamaram que são excessivamente amplas”, afirmou a empresa.
O Fable 5 voltou a ser liberado globalmente em 1º de julho. “Recebemos uma notificação de que o Departamento de Comércio suspendeu os controles de exportação sobre o Claude Fable 5 e o Mythos 5”, afirmou a Anthropic em uma publicação no X.
Antes desse episódio, em março deste ano, Anthropic e Donald Trump já haviam se envolvido em um embate após o Departamento de Guerra dos EUA informar à empresa que ela havia sido classificada como um risco à cadeia de fornecimento. A medida foi tomada depois que a Anthropic impediu que o órgão utilizasse sua tecnologia para fins militares.
Diante do impasse, Trump determinou que agências federais dos EUA interrompessem o uso de programas de IA da Anthropic. O presidente afirmou que o país não permitirá que a empresa dite como os militares americanos devem agir e que essa decisão cabe aos líderes das Forças Armadas nomeados por ele.
“O egoísmo deles está colocando vidas americanas em risco, nossas tropas em perigo e nossa segurança nacional sob ameaça”, declarou Trump.
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Líder missionário africano inspira perseverança no Arise Asia 2026

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Durante o Congresso Arise Asia 2026, realizado em Manila, o líder missionário africano Joshua Bogunjoko fez um poderoso chamado à perseverança e à fé. Ele instigou os participantes a refletirem sobre a percepção que têm da África e a importância do sacrifício na missão cristã.

Contexto do evento

O Arise Asia 2026 é um congresso que reúne líderes e missionários de diversas partes do mundo, com o objetivo de discutir estratégias para a evangelização e o fortalecimento da igreja local. Este ano, o evento ocorreu em Manila, nas Filipinas, e contou com a presença de centenas de participantes, todos comprometidos com a missão de levar o Evangelho a lugares onde ele ainda não é conhecido.

O que aconteceu

Ao abrir sua palestra, Joshua Bogunjoko fez uma pergunta provocativa: “Quando você ouve a palavra África, o que vem à sua mente primeiro?” Com essa indagação, ele buscou desafiar os estereótipos e preconceitos que cercam o continente africano, enfatizando que, apesar das dificuldades, a África é um lugar de esperança e fé vibrante.

Ele destacou a importância do sacrifício na vida cristã, afirmando: “Enquanto tivermos sangue, teremos algo a oferecer”. Essa declaração ressoou profundamente entre os presentes, lembrando-os de que a fé muitas vezes exige entrega e perseverança, especialmente em contextos desafiadores.

Reações dos participantes

A mensagem de Bogunjoko foi recebida com entusiasmo e reflexão. Muitos participantes expressaram que suas perspectivas sobre a missão e a evangelização foram ampliadas. A líder missionária Ana Paula comentou: “A fala de Joshua nos lembrou que, mesmo nas dificuldades, devemos nos manter firmes na fé e no chamado que Deus nos deu”.

Além disso, o congresso promoveu momentos de oração e intercessão, onde os participantes se uniram em clamor pela igreja perseguida e pelos cristãos que enfrentam desafios em diversas partes do mundo.

O que esperar

O Arise Asia 2026 não apenas trouxe à tona questões importantes sobre a missão, mas também gerou um forte senso de comunidade entre os participantes. Espera-se que as discussões e aprendizados do congresso resultem em novas iniciativas de evangelização e apoio à igreja local, especialmente em regiões onde a liberdade religiosa é limitada.

Com a inspiração de líderes como Joshua Bogunjoko, a expectativa é que mais cristãos se mobilizem para a missão, levando esperança e transformação a comunidades ao redor do mundo.



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