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Tarcísio segue orientação e sobe o tom em debate contra Haddad

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No último domingo, 9 de agosto de 2026, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, participou do primeiro debate da eleição para o governo paulista, onde recebeu orientações de sua equipe para adotar uma postura mais incisiva contra seu adversário Fernando Haddad.

Contexto do Debate

O debate, transmitido pela TV Bandeirantes, marcou o início das discussões entre os candidatos ao governo de São Paulo. Tarcísio de Freitas, que já havia sido considerado um candidato com um perfil técnico e comedido, enfrentou o desafio de se posicionar de forma mais contundente diante de um adversário que, segundo relatos, iniciou o confronto com uma postura agressiva.

O que aconteceu no debate

Durante os intervalos do debate, a equipe de Tarcísio avaliou que o desempenho do governador estava abaixo do esperado em termos de confrontação. Assim, foi decidido que ele deveria “subir mais a temperatura” das suas respostas, intensificando as críticas a Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores (PT). Essa estratégia visava não apenas equilibrar a disputa, mas também mostrar uma postura mais firme em relação às propostas e ações de seu oponente.

Fontes próximas à campanha de Tarcísio relataram que, apesar de sua natureza mais técnica, o governador conseguiu se adaptar às orientações recebidas e apresentou um desempenho considerado “excelente” dentro da estratégia traçada para o encontro. Essa mudança de abordagem foi vista como necessária para se conectar melhor com os eleitores que buscam um líder que se posicione claramente em questões relevantes para o estado.

Reações e Implicações

A participação de Tarcísio no debate gerou reações variadas entre os eleitores e analistas políticos. Alguns elogiaram sua capacidade de se adaptar rapidamente às circunstâncias do debate, enquanto outros questionaram se essa mudança de postura seria suficiente para conquistar a confiança dos eleitores, especialmente em um cenário político tão polarizado.

O debate também trouxe à tona questões importantes para a comunidade cristã, como a liberdade religiosa e a defesa de valores que são fundamentais para muitos eleitores. A forma como Tarcísio abordou temas sensíveis pode influenciar a percepção de sua candidatura entre os cristãos, que buscam líderes que defendam suas crenças e valores.

O que esperar para o futuro

Com o avanço da campanha eleitoral, espera-se que Tarcísio continue a ajustar sua estratégia de comunicação e abordagem nas próximas discussões. A capacidade de se posicionar de forma clara e incisiva pode ser um diferencial importante na busca por votos, especialmente em um estado com uma população tão diversificada e com diferentes necessidades.



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Várzea Grande adere ao programa “Juntos pela Saúde Plena” e fortalece Atenção Primária

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A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande participou do evento de capacitação do programa “Juntos pela Saúde Plena”, realizado no Hotel Deville, em Cuiabá. Representando o município, equipes da Atenção Primária à Saúde acompanharam a programação, que reuniu gestores e profissionais da saúde para apresentar as diretrizes da iniciativa.

O programa tem como objetivo fortalecer a Atenção Primária por meio da qualificação dos serviços, ampliação do acesso da população aos cuidados básicos e incentivo à integração das ações de promoção, prevenção e assistência à saúde. A iniciativa busca apoiar os municípios na implementação de estratégias que resultem em um atendimento mais resolutivo e humanizado.

Várzea Grande aderiu ao programa no mês de maio, reforçando o compromisso da gestão municipal com o fortalecimento da rede de atenção básica e a melhoria contínua da assistência prestada aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Durante o encontro, a Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande também recebeu dois kits com equipamentos destinados ao atendimento das equipes do Consultório na Rua e da Atenção à Saúde no Sistema Prisional. São duas mochilas contendo termômetro, oxímetro, aparelho para aferição da pressão arterial, estetoscópio, balança e kit de otorrinolaringologia, entre outros itens.

Os equipamentos vão contribuir para ampliar a estrutura disponível aos profissionais durante os atendimentos, especialmente em ações realizadas fora das unidades tradicionais de saúde e junto a públicos que necessitam de estratégias específicas de cuidado.

Para a superintendente da Atenção Primária de Várzea Grande, Nathalya Rondon, a participação no programa representa um importante avanço para o município.

“A adesão ao “Juntos pela Saúde Plena” reafirma o compromisso de Várzea Grande em investir cada vez mais na Atenção Primária, que é a principal porta de entrada do SUS. O programa traz oportunidades de qualificação das equipes, fortalecimento das ações em saúde e melhoria da assistência oferecida à população, refletindo diretamente na qualidade do atendimento aos nossos usuários”, destacou.

A secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira, ressaltou que a iniciativa contribui para fortalecer as estratégias de cuidado e qualificar cada vez mais os serviços ofertados pela rede municipal.

“Fortalecer a Atenção Primária é investir em prevenção, cuidado e qualidade de vida. A participação de Várzea Grande no programa e o recebimento desses equipamentos representam avanços importantes para nossas equipes, que passam a contar com mais recursos para desenvolver um atendimento qualificado, humanizado e próximo da população”, afirmou.



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'Começa a te envolver psicologicamente': vítima sofre prejuízo de R$ 600 mil após cair em golpe da falsa central bancária

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Cuidado com a falsa central: quem liga não é quem você pensa
Golpistas se passam por gerentes e funcionários de bancos, usam dados pessoais das vítimas e criam situações de urgência para induzi-las a realizar operações. Em um dos casos acompanhados pelo Fantástico, prejuízo chegou a R$ 600 mil.
Vídeos feitos por golpistas revelam como funcionam as falsas centrais bancárias
Uma mensagem aparentemente enviada pela gerente do banco. O nome, a foto e até o número de telefone eram os mesmos usados pela profissional de verdade. A abordagem parecia legítima, mas fazia parte de um golpe.
A vítima, um advogado do Paraná que preferiu não ser identificado, recebeu uma mensagem sobre uma suposta transação suspeita. Na conversa, os criminosos enviaram dados pessoais e bancários e disseram que era preciso confirmar se ele reconhecia o pagamento.
Em seguida, informaram que um especialista da área de segurança entraria em contato para ajudar a cancelar a operação.
Era o início do golpe da falsa central bancária.
“Ela fala: ‘Você reconhece esse pagamento?’ E manda um comprovante com os meus dados, CPF, o valor. ‘Não clique em link nenhum e não efetue o pagamento’.”
Do outro lado da ligação, uma mulher se apresentou como funcionária da central de segurança do banco. A partir daí, segundo a vítima, os criminosos passaram a orientá-lo a acessar o aplicativo e realizar procedimentos que, supostamente, serviriam para proteger a conta.
“Começa a te envolver psicologicamente, dizendo que ela precisa que eu acesse códigos no aplicativo para fazer o cancelamento dessas operações. Você já está totalmente consumido por esse abalo, essa falha de autoproteção”, relata.
Na realidade, as ações permitiram que os golpistas movimentassem o dinheiro.
O prejuízo chegou a aproximadamente R$ 600 mil. Os criminosos retiraram o dinheiro que estava na conta, utilizaram o limite do cheque especial e ainda fizeram um financiamento em nome da vítima.
O homem não conseguiu o ressarcimento do prejuízo com o golpe que levou.
“Você sai de vítima para inadimplente, sem recurso, sem amparo”, afirmou.
Especialistas, no entanto, reforçam que a responsabilidade pelo crime não deve ser atribuída à pessoa enganada.
“A culpa do golpe nunca vai ser da vítima. A culpa do golpe é do fraudador, é do golpista.”
Golpe da falsa central bancária: vítima perde R$ 600 mil, tem conta zerada e financiamento feito em seu nome
Reprodução/TV Globo
Golpe explora medo e sensação de urgência
Especialistas explicam que a fraude não depende apenas de tecnologia. Uma das principais armas dos criminosos é manipular o comportamento da vítima.
A pessoa é levada a acreditar que existe uma ameaça imediata à sua conta e que precisa agir rapidamente para impedir que o dinheiro seja roubado.
“Você precisa fazer isso agora porque daqui a dez minutos a sua conta será totalmente zerada”, é um dos tipos de argumento usados pelos golpistas.
A estratégia combina diferentes gatilhos psicológicos, como autoridade e urgência. O criminoso pode se apresentar como gerente, funcionário da auditoria ou integrante da equipe de segurança do banco.
A ideia é fazer com que a vítima deixe de questionar a situação e passe a seguir as instruções recebidas.
“É uma espécie de hackeamento da mente”, explicou um especialista entrevistado pelo programa.
Golpistas podem ter informações pessoais das vítimas
A abordagem se torna ainda mais convincente porque os criminosos muitas vezes já têm informações sobre quem está do outro lado da ligação.
Nome, CPF, dados bancários e outras informações podem ser utilizados para criar uma falsa sensação de legitimidade.
Em alguns casos, os criminosos também gravam vídeos se passando por funcionários de bancos para orientar as vítimas.
Em uma das gravações obtidas pela reportagem, um falso gerente conduz a vítima durante uma operação no aplicativo.
“Pode clicar em continuar novamente no verdinho”, orienta o criminoso.
A vítima segue as instruções acreditando que está fazendo um procedimento de segurança.
“Parece um código, mas é dinheiro”, explica a reportagem.
Quadrilhas dividem funções
Investigações policiais mostram que o golpe pode envolver diferentes grupos especializados.
Enquanto uma quadrilha entra em contato com as vítimas, outras podem atuar na obtenção de dados, na criação de páginas falsas ou na movimentação dos valores roubados.
O dinheiro também costuma passar rapidamente por diferentes contas, o que dificulta sua recuperação.
“Essas quadrilhas estão bastante especializadas. Algumas replicam sites de bancos. Outras trabalham com os contatos com as vítimas. Outra quadrilha é responsável por obter esses vazamentos de dados dos bancos”, explicou um investigador.
Segundo a polícia, há ainda casos em que criminosos de diferentes estados trabalham juntos. Parte das pessoas identificadas nas investigações também estaria fora do Brasil.
Dinheiro pode ser recuperado?
A recuperação dos valores depende de diversos fatores, principalmente da rapidez com que a vítima percebe o golpe e comunica o banco.
Isso porque, depois de uma transferência, o dinheiro pode ser rapidamente enviado para outras contas, numa tentativa de dificultar o rastreamento.
“O fluxo financeiro acaba sendo redirecionado para múltiplas contas para tentar ocultar esse valor”, explicou um especialista.
Também entram em jogo as políticas e os procedimentos adotados por cada instituição financeira.
Como se proteger da falsa central bancária
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mantém iniciativas de prevenção e orientação sobre fraudes bancárias. A recomendação é desconfiar de contatos que peçam procedimentos incomuns ou solicitem transferências para supostamente proteger uma conta.
Bancos não pedem que clientes façam transferências ou pagamentos para uma conta indicada por um suposto funcionário como forma de “cancelar” uma operação ou proteger o dinheiro.
Também não é necessário fornecer senhas, tokens ou códigos de segurança durante uma ligação recebida de alguém que se apresenta como funcionário da instituição.
Se houver dúvida, a orientação é interromper o contato e procurar o banco pelos canais oficiais.
A principal recomendação é não seguir as instruções de quem liga dizendo que existe uma emergência na conta. A urgência criada pelo criminoso é justamente uma das principais ferramentas usadas para impedir que a vítima tenha tempo de desconfiar.
Estratégia de golpistas é atacar em massa e disparar mesma farsa para dezenas de pessoas ao mesmo tempo
Reprodução/TV Globo



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Tarcísio defende Bolsonaro em debate e critica Fernando Haddad

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No primeiro debate da eleição paulista, realizado no último domingo, 9, Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo e candidato à reeleição, fez uma defesa contundente do ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração ocorreu em resposta a críticas do candidato Fernando Haddad, que questionou a relação entre o governo paulista e a União.

O que aconteceu no debate

Durante o confronto na TV Bandeirantes, Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores (PT), mencionou acordos e recursos federais que, segundo ele, foram prejudiciais a São Paulo durante o governo de Bolsonaro. Tarcísio, por sua vez, não hesitou em rebater as acusações, afirmando que Haddad estava “muito focado” em Bolsonaro e que ele não era mais seu concorrente.

“Esquece Bolsonaro, Haddad, você não está concorrendo contra ele mais”, disse Tarcísio, reforçando sua posição de apoio ao ex-presidente. Essa declaração gerou reações diversas entre os espectadores e analistas políticos, que interpretaram a defesa de Tarcísio como uma tentativa de consolidar seu eleitorado entre os apoiadores de Bolsonaro.

Contexto político atual

A relação entre o governo estadual e a administração federal tem sido um tema recorrente nas discussões políticas em São Paulo. A polarização entre os candidatos tem se intensificado, especialmente com a proximidade das eleições. Tarcísio, que já havia se posicionado como um aliado de Bolsonaro, busca reafirmar essa ligação em um momento em que a influência do ex-presidente ainda é significativa entre os eleitores.

Haddad, por outro lado, tenta capitalizar sobre as críticas ao governo federal, argumentando que as políticas implementadas durante a gestão de Bolsonaro afetaram negativamente o estado. Essa estratégia visa atrair eleitores que se sentem insatisfeitos com a atual administração e que buscam uma mudança.

Reações ao debate

A defesa de Tarcísio a Bolsonaro foi recebida com aplausos por parte de seus apoiadores, que veem a figura do ex-presidente como um símbolo de resistência às políticas do PT. No entanto, críticos argumentam que essa abordagem pode alienar eleitores que buscam uma alternativa mais moderada e menos polarizada.

As redes sociais também foram palco de intensos debates após o evento, com apoiadores e opositores trocando farpas sobre as declarações feitas. O tema da liberdade religiosa e a defesa dos valores cristãos foram mencionados por alguns eleitores que veem em Bolsonaro um defensor dessas causas.

O que esperar das próximas eleições

Com as eleições se aproximando, a expectativa é de que os candidatos intensifiquem suas campanhas e suas estratégias de comunicação. A relação entre os candidatos e suas bases eleitorais será crucial para determinar o resultado das eleições. Tarcísio parece disposto a manter sua aliança com Bolsonaro, enquanto Haddad busca se distanciar desse legado.

Os próximos debates e eventos de campanha devem trazer mais clareza sobre como esses temas serão abordados e como os eleitores reagirão a eles. A polarização política, que tem sido uma característica marcante do cenário brasileiro, promete continuar influenciando a dinâmica eleitoral em São Paulo.



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PGR começa a inspecionar código-fonte das urnas eletrônicas

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O código-fonte das urnas eletrônicas começou a ser inspecionado por técnicos da Procuradoria-Geral da República para as eleições gerais de 2026.

A atividade ocorre na sede do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília, e deve seguir até 13 de agosto.

A ação faz parte do Ciclo de Transparência Democrática da Justiça Eleitoral. O objetivo é fortalecer a transparência, a auditabilidade e a confiança no processo de votação.

Durante a inspeção, são examinadas a programação das urnas eletrônicas, os módulos de captação de votos e os softwares de transmissão e totalização dos resultados.

É justamente para acabar com qualquer desconfiança sobre o processo eleitoral que o TSE abre suas portas para a fiscalização.

O Secretário de Tecnologia da Informação da corte, Júlio Valente, explica que o objetivo é mostrar que não há segredos:

“Mostrar que não tem nada de misterioso, não tem nada de secreto, muito pelo contrário. O nosso trabalho é justamente esse, de aprofundar a transparência e, com isso, aprofundar a confiança da população no nosso trabalho”, diz.

Prevista na legislação eleitoral, a inspeção dos códigos-fonte integra um conjunto de ações que inclui também os testes públicos de segurança, as auditorias e a cerimônia de lacração dos sistemas.

Os códigos-fonte para as eleições de 2026 foram abertos pelo TSE em outubro do ano passado.

Partidos e entidades fiscalizadoras podem fazer inspeções até setembro, antes da cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas eleitorais.




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Salários de até R$ 53 mil: ranking mostra vagas tech mais valorizadas

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Um estudo divulgado com exclusividade ao g1 pelo Inteli, instituto de tecnologia e liderança, em parceria com a consultoria WKS, mostra o tamanho desse desafio: entre 2019 e 2024, a demanda por profissionais de tecnologia chegou a 665 mil, enquanto a oferta de novos trabalhadores ficou em cerca de 464 mil. A diferença representa um déficit de 30,2%.



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'Investimento circular': como o dinheiro gira entre gigantes de IA e alimenta temor de nova bolha

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O sistema de “financiamento circular” pode ter um efeito dominó caso a bolha da IA estoure
Jaque Silva/NurPhoto/picture alliance
Relatos de que a Nvidia negocia oferecer apoio financeiro de quase 250 bilhões de dólares à OpenAI para um gigantesco projeto de data centers revelam os dois lados do boom da inteligência artificial (IA).
Por um lado, isso mostra a dimensão colossal dos recursos financeiros e do potencial da IA. Por outro, expõe os riscos de um sistema de financiamento chamado “circular”, que está no coração do ecossistema da IA. A pergunta é: se uma peça de dominó cair, as outras cairão junto?
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
“A natureza interconectada do ecossistema de IA é real”, afirma Gary Tan, gestor de portfólio da Allspring Global Investments. “Mas os riscos no curto prazo são mitigados por sólidos balanços patrimoniais, fluxos de caixa e qualidade de crédito dos principais atores que financiam a expansão.”
Jan Frederik Slijkerman, estrategista de tecnologia do ING, afirma que a robustez financeira de empresas como Nvidia, Microsoft, Amazon e Alphabet (dona do Google) ajuda a mitigar esses riscos. Ele ressalta que o grau de colaboração no que diz respeito à IA é “fascinante”, mas não vê um risco sistêmico devido a esse tipo de interdependência.
Agora no g1
O modelo circular
O financiamento circular geralmente funciona da seguinte forma: uma empresa paga outra por um produto ou serviço, faz um investimento nela ou concede um empréstimo ou contrato de leasing. Em seguida, essa empresa que recebeu os aportes passa a comprar produtos ou serviços da primeira companhia. Essa alternativa é observada em diversos negócios ligados à IA.
Para muitos, a revolução da IA começou com o lançamento do ChatGPT, desenvolvido pela OpenAI, em novembro de 2022. As capacidades do chatbot levaram a inteligência artificial ao grande público. Seu sucesso rapidamente atraiu um investimento de 10 bilhões de dólares da Microsoft, o que permitiu à empresa desenvolver modelos ainda mais poderosos.
Em contrapartida, a OpenAI tornou-se uma cliente estratégica dos serviços de nuvem da Microsoft, área na qual a empresa vem aumentando continuamente seus investimentos à medida que o boom da inteligência artificial ganha força.
Esse acordo acabou servindo de modelo para negociações futuras. Amazon e Alphabet passaram a investir bilhões de dólares na Anthropic, rival da OpenAI e criadora do bem-sucedido chatbot Claude. Em troca, a Anthropic utiliza os serviços de nuvem da Amazon e do Google, além de comprar chips dessas empresas.
Chips da Nvidia estão no centro do ecossistema de IA
Ina Fassbender/AFP/Getty Images
Nvidia, a “rainha da selva”
Ainda assim, tudo isso é peixe pequeno diante do que a Nvidia trouxe para a mesa. “A Nvidia está no centro do ecossistema da IA, atuando não apenas como fornecedora de tecnologia, mas também como investidora estratégica que ajuda a acelerar a adoção de sua plataforma”, afirma Tan.
Segundo Slijkerman, a Nvidia desempenha um papel fundamental ao contribuir para o desenvolvimento de uma ampla gama de novos negócios, da área da saúde à direção autônoma. “Seus investimentos ajudam a impulsionar o crescimento do ecossistema de IA como um todo, ao mesmo tempo que facilitam a implantação da infraestrutura necessária para a inteligência artificial”, afirma.
A notícia de que a Nvidia negocia fornecer 250 bilhões de dólares à OpenAI, revelada inicialmente pelo Wall Street Journal, seria apenas o mais recente megainvestimento financiado pela empresa, avaliada em 4,6 trilhões de dólares.
A empresa de Jensen Huang está no centro do boom da IA graças aos seus chips, líderes de mercado. Desde 2024, a Nvidia tem investido pesadamente em diversas startups de IA, incluindo OpenAI, Mistral e aSpaceX, de Elon Musk. Em contrapartida, todas essas empresas se comprometem a usar chips da Nvidia.
A companhia também passou a investir fortemente nas chamadas “neoclouds”, como CoreWeave e Nebius. Essas startups alugam capacidade de armazenamento em nuvem voltada para aplicações de IA. Além de investir nelas, a própria Nvidia também contrata serviços de nuvem.
Neste ano, a Nvidia aumentou os investimentos e fez novos acordos. Recentemente, a empresa fechou uma parceria com o conglomerado sul-coreano SK Group no valor de até 500 bilhões de dólares.
Ao longo de 2026, esse tipo de negociação circular tornou-se ainda mais evidente em todo o setor. A OpenAI fechou acordos que somam quase 1 trilhão de dólares com empresas como Microsoft e a fabricante de chips Advanced Micro Devices (AMD), chegando se tornar uma das maiores acionistas da AMD.
Microsoft e Nvidia também fizeram investimentos significativos na Anthropic, e a Anthropic comprometeu-se a ampliar compras de armazenamento em nuvem e chips fornecidos por ambas.
Vantagens – e riscos
A dimensão dessa simbiose tem vantagens. “Ecossistemas interligados podem acelerar a inovação ao alinhar os incentivos de fornecedores de infraestrutura, desenvolvedores de modelos, empresas de aplicações e usuários finais, ajudando novas tecnologias a ganhar escala mais rapidamente”, afirma Gary Tan.
Slijkerman diz não considerar essa tendência de financiamento circular uma forma de “engenharia financeira”. “Essas relações fazem sentido do ponto de vista estratégico porque ajudam os participantes a ampliar seu alcance de mercado e acelerar a adoção de novas tecnologias”, afirma. “Além disso, elas podem gerar benefícios financeiros mútuos.”
Mas há riscos. Os temores de uma possível “bolha da IA” continuam pairando sobre os mercados globais. As ações de empresas de tecnologia e de fabricantes de semicondutores caíram vertiginosamente na semana passada, em meio a dúvidas sobre a rentabilidade do setor diante das quantias gigantescas investidas em data centers e em outras frentes ligadas à IA.
Se as receitas geradas pela inteligência artificial não crescerem o suficiente, empresas que receberam aportes dos grandes grupos do setor poderão enfrentar dificuldades financeiras. Nesse cenário, elas podem reduzir ou interromper a compra de produtos dessas mesmas empresas que as financiaram, enquanto suas avaliações de mercado tendem a cair.
Alguns analistas têm traçado paralelos com a bolha das empresas de internet e o colapso que se seguiu, depois que as avaliações dessas companhias dispararam nos primeiros anos da web, na década de 1990. O financiamento circular também desempenhou um papel naquela crise. Ainda assim, muitos observadores acreditam que o boom da IA está apoiado em fundamentos mais sólidos.
“Embora algumas empresas ou modelos de negócio específicos possam acabar decepcionando, o ciclo mais amplo de investimentos parece ser sustentado por uma demanda real e pela efetiva geração de valor econômico”, afirma Slijkerman.
Tan concorda e afirma que um risco ainda maior para o setor no futuro está ligado aos juros. Na avaliação dele, uma alta das taxas de juros poderia ter um impacto significativo sobre muitas empresas de IA, já que elas levarão anos para se tornar lucrativas e tendem a ser mais penalizadas nesse cenário.
“Os fluxos de caixa da inteligência artificial estão projetados para um horizonte de longo prazo. Por isso, a trajetória da curva de juros talvez acabe sendo mais importante do que a própria disponibilidade de capital”, finaliza o gestor da Allspring Global Investments.



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Primeiro data center de IA na Amazônia gera debate por risco de calor

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A área portuária de Miramar, no bairro do Barreiro, em Belém, vai receber o primeiro data center para Inteligência Artificial da Amazônia, o BEL1, da Elea Data Centers. O projeto é alvo de um inquérito civil do Ministério Público do Pará (MPPA), que alerta para o risco de formação de “ilhas de calor” em uma região já castigada por temperaturas extremas. O empreendimento também chama atenção para a ausência, no Brasil, de regras ambientais específicas para a instalação de data centers.



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Primeiro a OpenAI, depois a Meta: por que robôs de IA continuam fazendo ataques hackers

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IA pode decidir atacar empresas? Como foi a invasão ‘sem precedentes’ por modelo da OpenAI
Nas últimas duas semanas, relatos de modelos de inteligência artificial que ultrapassam os limites esperados — sejam eles técnicos ou éticos — tornaram-se comuns.
O que começou com um pequeno episódio — a OpenAI, criadora do ChatGPT, admitindo que sua IA havia invadido o site Hugging Face — foi seguido por uma enxurrada de empresas e institutos revelando que descobriram casos de IA fora de controle
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
A Anthropic, empresa criadora do Claude, a Meta e o Instituto de Segurança de IA do Reino Unido (AISI) relataram incidentes que parecem pintar um quadro preocupante de um mundo onde a tecnologia agindo de forma descontrolada é a norma.
Na realidade, cada caso oferece uma visão diferente dos riscos representados por agentes de IA cada vez mais poderosos — e da importância de se testar seus limites antes de que sejam lançados.
O logotipo da OpenAI é visto em um telefone celular em frente a uma tela de computador que exibe a tela inicial do ChatGPT
AP/Michael Dwyer, Arquivo
IA pode decidir atacar empresas? Entenda como foi a invasão ‘sem precedentes’ por modelo da OpenAI
O incidente com a OpenAI no final de julho serviu de “alerta” para a indústria de tecnologia, como descreveu Thomas Wolf, cofundador da Hugging Face.
Foi um momento crucial que levou grandes empresas a refletirem sobre seus próprios sistemas e, em alguns casos, a verificarem se não haviam deixado passar algo igualmente chocante.
A Anthropic foi a primeira a agir. Na sexta-feira, a empresa encontrou três casos, entre milhares, em que seu modelo Claude conseguiu acessar a internet.
Na terça-feira, o AISI, agência governamental do Reino Unido que avalia modelos de ponta, afirmou ter detectado um “incidente de segurança” durante uma avaliação de rotina.
A organização vinha testando modelos da OpenAI e da Anthropic e descobriu que ambas também tentaram realizar ataques cibernéticos, o que levou a um apelo por “análise rigorosa, transparência e ação”.
Por fim, veio a Meta, que revelou que um de seus modelos de IA havia obtido acesso à internet inadvertidamente devido a uma “configuração incorreta” durante um teste realizado por terceiros.
Testes
Antes de os modelos de IA serem disponibilizados ao público em geral, eles são testados em uma série de avaliações internas e externas.
O objetivo é descobrir o potencial deles para o bem ou para o mal, bem como o desempenho em indicadores que medem suas habilidades.
Normalmente, esses experimentos ocorrem em locais conhecidos como “sandboxes”. São espaços protegidos, projetados para simular sistemas reais, mas com rígidas medidas de segurança.
No incidente entre a OpenAI e a Hugging Face, a IA atacou o próprio ambiente de testes (sandbox), encontrando uma vulnerabilidade que lhe permitiu acessar a internet e agir por conta própria.
Já o AISI afirmou que o incidente envolvendo suas tecnologias — em que duas poderosas ferramentas de IA criaram perfis humanos falsos para tentar enganar pessoas em tentativas de ataques cibernéticos — não foi causado por um problema no ambiente de testes (sandbox).
O motivo foi a forma como os testes forma conduzidos. Os modelos testados receberam acesso à internet, e o AISI também desativou os filtros integrados que normalmente bloqueariam ataques cibernéticos perigosos.
“Em certa medida, nossas escolhas de projeto de avaliação e configurações específicas possibilitaram esse comportamento”, afirmou, observando, ao mesmo tempo, “sinais inesperados de comportamentos novos e potencialmente enganosos”.
Alan Woodward, professor de Segurança Cibernética da Universidade de Surrey, disse que esses casos — embora distintos — contam uma história importante.
“Durante 30 anos, uma regra dos testes de software permaneceu inalterada: tudo o que acontece no ambiente de teste permanece no ambiente de teste”, disse ele. “No último mês, essa regra foi quebrada três vezes.”
“Um dos modelos conseguiu escapar. Outro passou por uma porta que havia sido deixada aberta por engano. Um terceiro recebeu as chaves de propósito para que os testadores pudessem medir seu comportamento.”
Ele disse que eram causas diferentes, mas que ambas tinham a mesma lição: “o risco agora reside no laboratório de testes”.
Ele disse à BBC que, à medida que os modelos se tornam mais capazes, é preciso fazer mais para garantir a segurança dos ambientes onde são testados.
“Testar um agente de IA é menos como verificar um código e mais como lidar com um material perigoso: salas seladas, monitoramento constante do que sai do prédio, um plano de contenção ensaiado”, disse ele.
“A AISI conteve o incidente em uma hora. Outra organização pode não conseguir isso.”
Capacidades crescentes
Para aqueles que desenvolvem ferramentas de IA projetadas para realizar ações em nome de uma pessoa, é preciso encontrar um equilíbrio delicado entre aproveitar seus benefícios e expor seus riscos.
O benefício é significativo. Em teoria, poderíamos nos livrar de tarefas tediosas e repetitivas, como responder a emails, participar de reuniões ou gerenciar calendários e agendas, delegando-as a bots eficientes.
A desvantagem é que, com grande poder, vem grande responsabilidade e risco.
Isso fica particularmente evidente quando entregamos o poder a ferramentas que não são, como nós, capazes de trazer uma gama de valores, contexto e compreensão para as decisões que tomamos.
“Incidentes recentes envolvendo modelos de IA de ponta realizando ações não autorizadas e, em alguns casos, comportamentos enganosos semelhantes aos humanos na internet aberta são um sério lembrete dos riscos que as capacidades da IA representam”, disse Ollie Whitehouse, diretor de tecnologia do Centro Nacional de Segurança Cibernética, na terça-feira (04/08).
Alguns acreditam que o enorme volume de tarefas que serão executadas por essas ferramentas significa que a supervisão humana pode não ser suficiente para conter o problema de modelos que se descontrolam.
Entretanto, muitos acreditam que o fortalecimento da supervisão geral é vital para que o desenvolvimento continue no mesmo ritmo frenético.
E agora?
É improvável que a Meta será a última empresa a apresentar resultados de modelos capazes de reconhecer e explorar lacunas nos sistemas.
Para alguns, esses episódios apontam para falhas de segurança evidentes por parte das empresas de IA que lideram o desenvolvimento dessa tecnologia revolucionária.
Para outros, são apenas mais um espaço para as empresas de tecnologia promoverem seus modelos poderosos e competirem com os rivais.
Para mim, ambas as teorias contêm um fundo de verdade.
Agentes de IA já estão se tornando parte de nossas vidas digitais por meio de serviços como ChatGPT, OpenClaw e Claude
Getty Images via BBC
Mas, ao surgirem um após o outro, esses eventos, sem dúvida, suscitaram receios sobre as capacidades da IA e para onde ela está caminhando à medida que a tecnologia avança.
E a questão inevitavelmente se volta para os órgãos reguladores e o que eles podem e devem fazer.
Michael Birtwistle, diretor associado do Instituto Ada Lovelace, destaca que o Reino Unido não oferece incentivos legais para que as empresas de IA impeçam o desenvolvimento de sistemas com capacidades que possam representar perigos, e que não há consequências caso os protocolos de teste falhem.
Imogen Stead, gerente de políticas de IA do Centro para Resiliência a Longo Prazo, disse à BBC que, com as oportunidades de testar sistemas de IA de ponta cada vez mais escassas para muitos, os governos deveriam seguir o Reino Unido na criação de institutos dedicados a testes.
Ela afirmou que aprimorar as avaliações de terceiros com iniciativas como um “esquema de testadores confiáveis” para os tipos de desafios mais arriscados também poderia ser usado para limitar os impactos negativos.
Em vez de temer um apocalipse cibernético causado pela IA, Woodward afirma: “O importante é manter a calma e resolver os problemas”.
Reportagem adicional de Philippa Wain e Imran Rahman-Jones



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Caso Feliciano: áudio com acusações de estupro vaza; Entenda

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O caso envolvendo a jornalista Patrícia Lélis e o suposto abuso sexual por parte do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) continua gerando muitas interrogações, com a divulgação de áudios de uma conversa entre ela e o chefe de gabinete do deputado.

Na apuração dos fatos, até agora amplamente controversos, o Gospelmais entrou em contato com o pastor Marco Feliciano por e-mail para obter dele uma declaração sobre a situação, mas até o fechamento desta matéria, o pedido de posicionamento não havia sido respondido.

Em um novo vídeo, Patrícia Lélis afirma que se posicionaria pela última vez para rebater a história “que jornalistas esquerdinhas inventaram” sobre o deputado, e reiterar que não estava “desaparecida”, como parte da mídia chegou a especular.

“A todos esses jornalistas que me ameaçaram, falando que eu tinha que contar a verdade, estou aqui, falando a verdade. A verdade é que vocês estão mentindo, está em época de eleição, e o que vocês querem é destruir a direita, mas não é desse jeito que vocês vão conseguir. O pastor Marco Feliciano é uma pessoa íntegra, cuja qual tenho um contato muito bom, sempre muito respeitoso, muito amigável. Não propaguem mentiras”, disse ela. Confira:

https://www.youtube.com/watch?v=7wOt8ECBri8

Lado B

Horas depois de Patrícia Lélis voltar a desmentir as acusações contra o pastor Marco Feliciano no vídeo acima, o jornalista Leandro Mazzini, da Coluna Esplanada, no portal Uol, divulgou um áudio que teria sido gravado pela jovem, que é bacharel em Direito e trabalha como jornalista.

Na gravação, Patrícia dialoga com um homem cuja voz é atribuída a Talma Bauer, chefe de gabinete do pastor, e tenta expor a ele o que teria acontecido entre ela e Feliciano. Bauer, sempre considerando a hipótese de que as alegações da jovem fossem verdadeiras, tenta extrair o máximo de detalhes sobre o caso, sem condescender com as afirmações que ela faz.

Veja abaixo, trechos das afirmações de Patrícia no áudio publicado pelo jornalista Leandro Mazzini:

“Se vale um conselho, manda o Feliciano aquietar o pintinho dele, guardar o pintinho dele”

“Eu não sou uma menina burra. Eu tenho provas, tenho conversas, que saíram do telefone dele”

“Provavelmente eu não fui a primeira, e não sou a última. Eu serei a primeira que vai falar! Eu não aceito nada em troca. O que ele fez foi impagável”

“Ele não me deixou sair (do apartamento), fez coisas à força, eu tenho a mensagem dele: ‘Feliciano, a minha boca ficou roxa’. Ele ri”

“Se você conhece o Marco Feliciano e trabalha com ele, você com certeza deve saber da conduta dele, da índole dele. Não sejamos hipócritas”.

“Eu corri atrás de todos os pastores para pedir ajuda e não posso sair prejudicada. Porque se eu sair prejudicada, eu vou à delegacia”.

“Eu não levei à delegacia ainda porque eu sou cristã, eu amo a minha igreja! (…) Eu não fui para a delegacia porque eu sei que isso vai prejudicar não só a igreja, não é só o ministério do Feliciano, mas todo o Evangelho. Eu amo a igreja”.

Em meio a tantas afirmações, Patrícia admite que Feliciano não a ofereceu “nada”, e Bauer sugere a Patrícia que ponha panos quentes na história: “Você está fazendo um bem, de você perdoar, e posso pedir para você por uma pedra em cima? O partido vai continuar tudo igual para você”, diz o chefe de gabinete do deputado. Ouça a longa conversa entre Patrícia Lélis e Bauer:

https://www.youtube.com/watch?v=of07KNSxUEA

Orações

Talma Bauer atendeu à reportagem do jornal Estado de Minas e, destacando os desmentidos gravados pela jovem, afirmou que Patrícia Lélis é como uma “filha”, que teria sido manipulada “por alguém” para prejudicar Feliciano.

“Mas graças a Deus ela acordou”, disse, afirmando que Feliciano estava “ajoelhado em orações pedindo a Deus para expor a verdade”.

Por fim, através de nota, o pastor Feliciano disse que zela por sua “honra ilibada” e que tais acusações são “descabidas”: “Não quero acreditar que seja mais uma tentativa da imprensa de me expor negativamente, por algo que não fiz e não sou”.



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