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Cristãos em Angola estudam a Bíblia às 5h antes do trabalho

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Na cidade de Calussinga, na província de Bié, em Angola, um grupo de cristãos se reúne diariamente às 5 horas da manhã para estudar a Bíblia antes de iniciar suas atividades de trabalho. A dedicação desses fiéis foi registrada em vídeo por Natalino Polycarpo, um cristão brasileiro que esteve em uma viagem missionária na região.

Dedicação ao estudo bíblico

O vídeo compartilhado por Natalino no Instagram mostra a congregação reunida em um local ao ar livre, sob o nascer do sol. Os participantes se sentam em bancos de madeira sem encosto, enquanto um líder local ministra o ensino bíblico. A cena retrata a determinação do grupo em priorizar o estudo da Palavra de Deus, mesmo antes de suas obrigações diárias.

Um testemunho de fé

Natalino Polycarpo destacou a importância desse momento de comunhão e aprendizado, ressaltando que “todos os dias, um grupo de pessoas saem para estudar a Bíblia”. Essa prática demonstra o comprometimento dos cristãos angolanos em buscar conhecimento espiritual, independentemente das dificuldades que possam enfrentar.





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Phyllis Robertson Thomas sobre pai desconhecido: ‘Eu nunca soube’

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Phyllis Robertson Thomas, filha desconhecida de Phil Robertson, compartilha sua jornada de cura após descobrir a identidade de seu pai. Em uma entrevista, ela revelou como a fé a ajudou a superar traumas e desafios pessoais.

Descoberta da paternidade

Phyllis Thomas, que passou mais de quatro décadas sem conhecer seu pai, teve um encontro marcante com Phil Robertson, que a reconheceu ao dizer: “Eu nunca soube”. Essas palavras trouxeram um alívio inicial para Thomas, pois significavam que o patriarca de “Duck Dynasty” não sabia de sua existência, ao invés de ter optado por não buscar um relacionamento.

Desafios enfrentados

Após esse encontro, Phyllis enfrentou uma série de desafios emocionais, incluindo traumas de infância, depressão e dificuldades em seus relacionamentos. Ela afirmou: “Eu nunca soube quanto de cura existe no Senhor”. Thomas destacou que a transformação de um passado doloroso em algo belo é possível através da fé.

Publicação do livro

Em seu novo livro, I Never Knew: Finding Healing and Renewal After Trauma, Thomas narra as circunstâncias que a levaram a descobrir seu pai biológico e explora os capítulos mais difíceis de sua vida. A revelação de sua paternidade ocorreu quando um teste de DNA revelou que a genealogia que conhecia não correspondia aos seus resultados genéticos, levando-a a investigar sua árvore genealógica.

Impacto da descoberta

Phyllis Thomas, que é conselheira profissional licenciada e ex-enfermeira psiquiátrica, mencionou que a descoberta de seu pai biológico foi um divisor de águas em sua vida. Ela se conectou com os filhos de Phil, Al e Jase Robertson, e um teste de DNA confirmou a relação. Apesar de ter ouvido falar da série de televisão da família, ela não assistiu muito, pois estava servindo como missionária durante o auge do programa.



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Os trabalhadores que 'dão adeus à CLT' atrás do sonho de viver fazendo vídeos de IA

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Henrique Batista, de 36 anos, deixou o trabalho de entregas para se dedicar a canais dark no YouTube e mentorias
Arquivo Pessoal
Henrique Batista, de 36 anos, estava cansado de trabalhar entregando hambúrgueres.
Ele e a mãe produziam os lanches em casa, em Paraopeba (MG), município com pouco mais de 24 mil habitantes, e Henrique cuidava das entregas de moto.
A decisão de mudar de profissão veio há dois anos, depois de um dia de trabalho difícil. “Tomei uma chuva fazendo entrega e falei: ‘Não quero mais isso para a minha vida’. Então, peguei pesado. Três meses trabalhando pesado.”
Henrique havia encontrado um curso do youtuber Peter Jordan sobre como ganhar dinheiro criando canais com a ajuda de inteligência artificial (IA) para a maior plataforma de streaming do mundo.
Ele conta que comprou o curso por cerca de R$ 400 e passou a criar canais dark, também conhecidos como faceless (sem rosto, em inglês), porque quem produz o conteúdo não costuma aparecer nem usar a própria voz.
“Vi como uma oportunidade de liberdade financeira”, diz Henrique à BBC News Brasil.
Com as ferramentas de IA, Henrique passou a fazer os roteiros dos vídeos, as narrações e as imagens. Para ele, é como “ter um funcionário que não gripa, que não tira férias e não dá dor de cabeça”.
Os temas são variados e acompanham tendências de conteúdos que já fazem sucesso em outros idiomas, como civilizações antigas e contos bíblicos, que ele não conhecia a fundo. É a IA que cuida de tudo.
O faturamento — ou monetização, no jargão dos produtores de conteúdo — pode vir da participação na receita de anúncios exibidos nos vídeos. O valor varia conforme fatores como visualizações, perfil e localização da audiência.
“Consegui monetizar um canal. Vi que eu poderia viver daquilo. Investi em outro. E deu certo”, diz Henrique.
Esse tipo de vídeo, feito quase totalmente com IA, virou uma dor de cabeça para o YouTube.
Henrique Batista contou que trabalhava com venda e entrega de hambúrgueres antes de se dedicar aos vídeos de IA
Arquivo Pessoal
Ao mesmo tempo em que o Google, dono da plataforma, estimula e comercializa ferramentas de inteligência artificial, há uma pressão para que deixe de remunerar criadores que publicam conteúdos considerados ruins, pouco autênticos ou mesmo nocivos para os espectadores.
Como mostrou a BBC News Brasil em reportagens recentes, há canais dark com milhões de visualizações que exploram a atenção de crianças com imagens hipnotizantes, tratam de saúde na terceira idade com soluções alarmantes e imagens de falsos médicos ou simplesmente divulgam conteúdos com informações falsas ou sem sentido.
De acordo com uma pesquisa da empresa de IA Kapwing, 20% do conteúdo exibido para um novo usuário do YouTube é, atualmente, “vídeo de IA de baixa qualidade”.
Uma outra análise, do jornal New York Times, indicou que, após uma sessão de 15 minutos realizada depois de assistir a um canal infantil, mais de 40% dos vídeos assistidos pareciam conter imagens geradas por IA.
O YouTube afirma que, embora seja permitido conteúdo gerado por IA, “combater o conteúdo de baixa qualidade gerado por IA é uma prioridade máxima” e que adota padrões mais rígidos para o conteúdo voltado para espectadores mais jovens.
“Isso inclui esforços contínuos para remover conteúdo de IA marcado como ‘feito para crianças’ quando ele não atende aos nossos princípios de qualidade”, diz a plataforma em nota à BBC News Brasil.
O Google afirma que todo o conteúdo do YouTube, inclusive o que é gerado por meio de IA, deve seguir as diretrizes da comunidade: “Isso abrange nossas políticas sobre desinformação médica, que proíbem informações incorretas a respeito de prevenção e tratamentos capazes de causar, comprovadamente, danos graves no mundo real”.
A empresa acrescenta que adiciona rótulos a conteúdos gerados por IA “para garantir que os espectadores estejam informados sobre o que estão assistindo”.
‘Quem faz sucesso é a exceção’
A antropóloga brasileira Rosana Pinheiro-Machado, professora da University College Dublin e diretora do Laboratório de Economia Digital e Política Extrema
Arquivo Pessoal
A antropóloga brasileira Rosana Pinheiro-Machado estuda este mercado.
Ela diz que as novas tecnologias potencializaram, nos últimos dois anos, uma promessa que já existia no marketing digital: trocar empregos tradicionais por uma rotina mais flexível e lucrativa.
“A IA dobra a promessa. Promete ser mais fácil, com menos esforço, que tudo vai acontecer se só deixar a inteligência artificial trabalhar por você”, diz Pinheiro-Machado, que é professora da University College Dublin e diretora do Laboratório de Economia Digital e Política Extrema.
“A promessa é sempre que você vai ter mais tempo, e isso pega sempre muito forte em pessoas que não têm tempo. É uma promessa muito cruel, sempre voltada a ver os filhos crescerem e a aproveitar a vida.”
Mas conseguir emplacar na plataforma, porém, não é simples como muitos prometem, porque, para conseguir a sonhada monetização, dá trabalho.
O YouTube exige para isso que um canal tenha ao menos 1 mil inscritos e 4 mil horas de conteúdo com exibição pública nos últimos 12 meses.
A tecnologia pode facilitar tarefas, como a produção de posts, mas está longe de trazer automaticamente os ganhos prometidos, diz Pinheiro-Machado. “Muitas pessoas vão desistindo. Quem faz sucesso é exceção.”
A criadora de conteúdo Tai Squinalli, que produz vídeos de música com IA em espanhol, conta que trabalha até 12 horas por dia
Arquivo Pessoal
Tai Squinalli, de 43 anos, se viu em dificuldade em janeiro deste ano, quando, segundo ela, o YouTube parou de remunerá-la pelos cinco canais dark que ela administrava.
“Foi uma onda de desmonetização em massa. Ninguém entendeu muito bem o que aconteceu”, conta ela à BBC News Brasil — o YouTube tem dito que não remunera conteúdo considerado inautêntico, que é muitas vezes o caso de vídeos cujo roteiro e imagem foram gerados por IA.
Dois meses antes, ela afirmou à reportagem que tinha conseguido seu maior faturamento fazendo isso desde que começou em meados do ano passado: R$ 75 mil em um único mês, dinheiro que usou para se sustentar nos meses sem receber da plataforma.
Foi um alento para quem recorreu aos vídeos de IA para ter alguma renda depois que a pousada que ela administrava em Itacaré, na Bahia, fechou na pandemia e ela voltou grávida para Caxias do Sul (RS), onde morava antes.
Ela conta que trabalhou por um tempo gravando anúncios de produtos, mas se viu de novo sem emprego quando os clientes começaram a fazer vídeos com IA. “Pensei: ‘Meu Deus, mais uma vez tenho que me reinventar.”
Pagou cerca de R$ 1 mil por um curso sobre canais dark. Depois de seis meses quase sem renda, investiu mais R$ 600 em uma mentoria e passou a criar histórias fictícias em diferentes idiomas.
Tai conta que hoje mantém outros canais dark de músicas e também conteúdo sobre desenvolvimento pessoal, ambos em espanhol e gerados por IA.
“Mudei de nicho. Os canais de história perderam a monetização. Foi o nicho mais prejudicado.”
Ela diz que ganha hoje entre R$ 5 mil e R$ 10 mil por mês com os vídeos e que prefere essa rotina a um emprego na sua área de formação, administração de empresas.
“Eu gosto dessa liberdade, de não precisar ficar pedindo permissão para fazer as coisas.
Ela conta que chega a trabalhar por até 12 horas por dia ou mais, inclusive à noite e aos finais de semana, mas acha que vale a pena.
“Apesar de eu trabalhar muito, faço isso produzindo para mim”, afirma.
“Minha filha me pergunta: ‘Mamãe, você nunca tira férias?’ Não, mamãe não consegue.”
‘É um mercado dominado por gurus que são apresentados como os casos de sucesso’
Canal Riqueza com IA associa tecnologia à renda extra, mas criador reconhece que nem todos conseguirão monetização
Reprodução/YouTube
A popularização dos vídeos feitos com IA impulsionou um outro segmento igualmente importante deste mercado: o das pessoas que ensinam a fabricar canais dark, muitas vezes junto com a promessa de que, assim, pode-se faturar alto, sem sair de casa ou ter complicações.
Os cursos e mentorias são anunciados como “como fazer vídeos curtos e dizer adeus à CLT” ou “o prompt que vai te deixar milionário”.
A pesquisa liderada por Rosana Pinheiro-Machado acompanha influenciadores e alunos que participam de cursos sobre marketing digital e IA, no Brasil e em outros países.
A pesquisadora aponta que uma das estratégias dos mentores é criar grupos de WhatsApp e listas de email para os alunos e disparar ofertas de métodos exclusivos para usar IA e ganhar dinheiro.
“Você fica sendo bombardeado com promoções, com a ideia de dizer que você está perdendo a chance da sua vida”, diz Pinheiro-Machado.
“Apesar de prometer ser democrático, é um mercado dominado por gurus que chegaram primeiro e vendem sua fórmula. São esses que acabam sendo mostrados como casos de sucesso.”
Um dos canais que ensinam o método com IA é de Arthur Diniz, que se apresenta dizendo que “faturou seu primeiro milhão antes do primeiro beijo” e que já ensinou milhares de alunos “a transformar a internet em renda”.
Em seu canal, o Nova Riqueza IA, que tem 160 mil inscritos, Diniz ensina estratégias de negócios digitais “para construir prosperidade real, aquela que te permite viver bem, com saúde mental e propósito, sem se tornar escravo do trabalho”.
Em um dos vídeos mais recentes, com o título “Nova IA tá fazendo gente comum ganhar R$ 17.990 com apps”, Diniz aparece à frente do computador e depois na praia, dizendo a uma IA: “Ganha dinheiro para mim”.
“Planeja, constrói, testa tudo sozinha e só me chama quando tudo terminar. Fechei o computador e fui viver a minha vida.”
Canal no YouTube promove uso de IA para obter dinheiro com vídeos
Reprodução/YouTube
Em outro, ele mostra como criou um perfil nas redes sociais que divulga mensagens bíblicas. “Nos últimos sete dias, essa estratégia secreta me gerou R$ 1109,65 só compartilhando versículos da Bíblia pelo celular. Melhor: sem aparecer, sem investir em anúncio, só usando o que eu já tenho no bolso. Você também tem, ou seja, o celular.”
Diniz argumenta no vídeo que qualquer pessoa pode copiar o método, e, “mesmo sem ter nenhuma experiência, já ter resultados financeiros”.
Ele então ensina a usar o Grok, a IA da empresa xAI, de Elon Musk, para gerar vídeos e depois gerar um texto no ChatGPT com frases bíblicas, para compartilhar junto do texto.
A ideia é usar os vídeos como gancho para vender ebooks sobre estudos bíblicos.
Diniz diz à BBC News Brasil que a mensagem que deseja passar a quem o segue é que IA reduz a barreira técnica para quem quer começar um canal dark.
Mas ele reconhece que transformar os primeiros bons resultados em um negócio sustentável é outra história.
“É justamente nessa etapa que a maioria das pessoas desiste. Por isso, não vejo contradição entre dizer que qualquer pessoa consegue começar e reconhecer que nem todas conseguirão construir um negócio de longo prazo”, afirma Diniz.
Apesar dos títulos provocativos, ele diz que não recomenda que seus seguidores abandonem o emprego. Já sobre os ganhos elevados que cita em seus títulos, ele afirma que “são baseados em casos reais”.
“Reconheço que um título, isoladamente, pode gerar expectativas diferentes do conteúdo completo”, afirma Diniz.
“Quando utilizo um valor mais alto, ele representa o melhor resultado daquele caso específico, que depois é explicado no próprio vídeo. Também faço questão de deixar claro que se trata de exemplos, que os resultados variam conforme a execução e que não existe promessa de ganho.”
Ele diz que, quando fala que IA faz o trabalho sozinha, isso diz respeito somente à parte técnica e não a todo o trabalho envolvido em um canal assim.
“Isso não significa que um negócio funcione sozinho. O próprio vídeo dedica uma parte importante justamente às atividades que continuam sendo humanas: encontrar clientes, definir preços, vender, atender e acompanhar o trabalho.”
Ele também afirma que um criador deve ser transparente sobre o uso da IA e que a tecnologia “não substitui estratégia, responsabilidade nem bom julgamento”.
‘Tem roteiro que tem erro. Mas a gente não liga’
Peter Jordan, empresário e youtuber brasileiro, é uma das vozes mais influentes no mercado de produção de canais dark no Brasil
Reprodução/YouTube
O youtuber Peter Jordan — que inspirou o entregador Henrique Batista, do início desta reportagem, a trocar de trabalho — é um dos mais influentes gurus dos canais dark no Brasil.
Ele é criador e apresentador do canal Ei Nerd, que se apresenta como “o maior canal de cultura pop” brasileiro, com mais de 14,6 milhões de inscritos e 10 mil vídeos sobre celebridades, desenhos, curiosidades e afins. Tem mais de 4,5 bilhões de visualizações acumuladas desde que entrou no ar, em 2013.
Jordan também está à frente do Nerd de Negócios, uma espécie de desdobramento empresarial do seu primeiro canal, onde ensina sobre marketing digital “de forma clara e simples, para que qualquer pessoa possa começar a empreender na internet”.
É ali que ele se apresenta como o dono de vários canais dark voltados para diferentes nichos e públicos e ensina como fazer sucesso e ter uma “renda passiva” com isso.
Jordan diz que a velocidade de produção é uma das principais vantagens desse modelo de negócio.
“Canal sem aparecer, a gente faz uma linha de produção tão rápida que chega a um ponto em que, estou falando da nossa equipe, a gente não se preocupa mais com roteiro. É um dos modelos mais lucrativos que existem”, diz em um dos seus vídeos.
Ele também diz que, para não comprometer o faturamento, não é possível corrigir os erros que a IA venha a cometer, e defende que eventuais falhas não necessariamente impedem um vídeo de ter bom desempenho.
“Tem roteiro nosso que tem erro. Mas a gente não liga mais. A gente vai fazendo. O máximo que vai acontecer é o vídeo não ter view [visualização]”, diz ele em um vídeo publicado em junho deste ano no YouTube, com mais de 200 mil visualizações.
“Não vale você se preocupar a ponto de perder tempo na sua linha de processo de criação de vídeo. Isso é algo que ninguém vai te falar. Mas eu falo.”
Para ele, o público não se importa com esses erros, como falhas nas imagens geradas por IA.
“A galera não quer saber disso. A galera quer só história, quer entrar, quer imergir. E não liga para esse tipo de coisa. As pessoas não comentam mais sobre esses erros. Elas estão curtindo esses vídeos.”
A BBC News Brasil pediu entrevista a Peter Jordan, mas ele não respondeu.
‘Falsificação de conhecimento especializado’
A falta de supervisão e checagem é um dos riscos dos vídeos produzidos de forma automatizada, segundo pesquisadores ouvidos pela reportagem.
Outro ponto questionado por especialistas é a responsabilidade sobre o conteúdo divulgado, especialmente quando é gerado por IA, sem revisão.
Shuo Niu, professor associado de Ciência da computação da Clark University, nos Estados Unidos, e outros pesquisadores analisaram, em estudo publicado em março, 377 vídeos de 47 canais em inglês que ensinavam a usar IA para ganhar dinheiro.
“Os criadores pareciam menos preocupados com autoria ou credibilidade e mais interessados em construir linhas de produção eficientes, capazes de gerar conteúdos com potencial para viralizar”, afirma Niu.
A facilidade de produzir vídeos em grande escala, avalia o pesquisador, pode reduzir a qualidade geral do conteúdo disponível nas plataformas.
Um dos riscos é o que ele chama de “falsificação de conhecimento especializado”: pessoas sem experiência em determinado assunto podem usar a IA para escrever roteiros e se apresentar como autoridades.
É o caso, por exemplo, dos diversos perfis nas redes sociais de falsos médicos gerados por IA, como mostrou a BBC News Brasil.
“Observamos muitos criadores afirmando que a IA sabe quase tudo e pode permitir que muitos usuários se apresentem como especialistas em nichos em alta, mesmo quando possuem pouco conhecimento relevante”, diz Niu.
Isso pode diminuir o alcance de criadores que investem tempo, conhecimento e trabalho na produção de conteúdo original, avalia o pesquisador.
Niu também alerta que transformar informações geradas por IA em vídeos pode dar a elas uma aparência de autoria humana e de credibilidade.
“Os espectadores podem presumir que uma história ou afirmação é confiável porque parece ter sido comunicada por uma pessoa real na internet.”
O risco seria maior para crianças e idosos, que podem ter mais dificuldade para reconhecer conteúdos sintéticos ou enganosos, avalia.
Para João Victor Archegas, coordenador de Direito & Tecnologia e GovTech do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio), o fato de um conteúdo atrair visualizações não elimina a responsabilidade ética de quem o publica.
“Não é uma pessoa qualquer fazendo conteúdo para três, quatro pessoas que estão na rede de amigos. É um canal com milhares ou até milhões de seguidores, que está fazendo conteúdo que vai chegar a milhares ou milhões de pessoas”.
O professor Shuo Niu avalia que o YouTube tem responsabilidade direta sobre esse fenômeno, porque seus sistemas de recomendação e monetização podem incentivar a produção em massa de vídeos de baixa qualidade que atraem cliques.
Para ele, a solução não é eliminar todo conteúdo feito com IA, que também pode reduzir tarefas trabalhosas e permitir novas formas de criatividade.
O desafio, avalia, é diferenciar esses usos de práticas que imitam o trabalho alheio, fabricam conhecimento especializado ou enganam o público.
O YouTube afirma que canais que usam IA continuam qualificados para monetização, ou seja, para exibir propaganda e serem pagos por isso, “desde que o produto final seja uma criação original que adicione uma perspectiva autêntica, siga nossas diretrizes de comunidade e de monetização, e divulgue adequadamente quando o conteúdo for alterado ou sintético”.
Em uma entrevista ao canal Creator Inside, em julho, o vice-presidente de confiança e segurança do YouTube, Matt Halprin, disse que são considerados problemáticos vídeos em que o conteúdo seja genérico ou repetitivo, que busquem manipular as emoções dos espectadores ou criem personagens com IA para abordar temas considerados mais sensíveis, como finanças, questões legais ou saúde.
Eduardo Rico, especialista em desenvolvimento de canais no YouTube, afirma que a IA não reduz necessariamente a credibilidade de um vídeo. O problema, diz, é usar a tecnologia sem controle ou preocupação com a veracidade, especialmente em temas como saúde e conteúdo infantil.
“O que eu sou contra é usar de forma desenfreada, sem um mínimo de crivo, sem a mínima preocupação com a verdade do que está acontecendo naquele vídeo.”
Rico diz que a velocidade de produção não substitui a necessidade de criar algo que interesse ao público.
“Você pode ter os melhores recursos e os melhores roteiros. Se a audiência não gostar do seu conteúdo, não tem estratégia que vá funcionar”, diz.
Agora no g1



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Ezekiel Tan sobre o evangelicalismo: ‘precisa de uma introdução mais clara na China’

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Ezekiel Tan afirmou que o evangelicalismo necessita de uma apresentação mais clara nas igrejas da China. A declaração foi feita durante uma entrevista ao China Christian Daily, onde ele discutiu a visão e os objetivos da World Chinese Christianity Alliance (WCA).

Contexto da WCA

A World Chinese Christianity Alliance foi fundada em 2023 e é a primeira aliança dentro da World Evangelical Alliance (WEA) que se baseia em uma etnia compartilhada, em vez de um país ou região. O objetivo da WCA é servir como uma plataforma ministerial para cristãos chineses em todo o mundo, promovendo a missão de fazer discípulos de todas as nações por meio do compartilhamento de recursos e unidade.

Visão e prioridades atuais

Durante a Asia Conference on Church & Mission (ACCM) 2026, Tan destacou que a WCA está focada em várias áreas, incluindo intercâmbio acadêmico, recursos, publicações, treinamento e mídia. Ele enfatizou a importância de esclarecer mal-entendidos comuns sobre o evangelicalismo nas igrejas chinesas, afirmando que isso precisa ser explicado de forma mais precisa e clara.

Iniciativas e colaborações

Tan também mencionou que, no ano seguinte à fundação da WCA, ele organizou uma delegação internacional que visitou a China, onde se reuniu com o Movimento Patriótico Três-Self e o Conselho Cristão da China, entre outras organizações. O objetivo da visita foi aprender sobre a situação do cristianismo na China e restabelecer laços com os líderes dessas instituições.

Desafios e expectativas futuras

A WCA continua a enfrentar o desafio de como desempenhar efetivamente esse papel de ponte entre as igrejas chinesas em todo o mundo. Tan expressou a esperança de que a WEA possa liderar a construção de boa vontade e cooperação com os dois corpos cristãos nacionais da China.



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Menino de 8 anos homenageia pai e vive dia especial no Rio

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Cleuber Fábio Silva Lopes, de 8 anos, emocionou o público ao prestar uma homenagem ao pai, que faleceu antes de seu nascimento, durante uma reportagem do RJTV 2ª Edição. No domingo, 9 de agosto, o menino viveu momentos especiais, incluindo uma visita à Cidade da Polícia e uma experiência no Maracanã.

Homenagem ao pai

No sábado, 8 de agosto, Cleuber abordou a repórter Victória Henrique em um shopping do Rio de Janeiro. A reportagem era sobre o Dia dos Pais, e o menino pediu para deixar uma mensagem ao pai. Vestindo a camisa do Flamengo, ele disse: “Eu espero que você seja muito feliz no céu, aproveita muito com Jesus. Eu sei que mesmo você estando morrido, eu ainda vou te amar com todo meu coração. Um beijo”. Cleuber revelou que nunca conheceu o pai e que ele é uma das pessoas mais importantes em sua vida.

Momentos especiais no Rio

Após a homenagem, Cleuber teve a oportunidade de realizar dois sonhos. O primeiro foi conhecer a Cidade da Polícia, onde ele pôde explorar as instalações e até brincar de dirigir uma viatura da Polícia Civil. O garoto, que sonha em ser policial, ficou encantado com a visita.

O segundo momento especial ocorreu no Maracanã, onde Cleuber foi convidado pelo Flamengo para assistir à partida contra o Vitória em um camarote. Ele também participou dos protocolos que antecederam o jogo e entrou no gramado ao lado do jogador Pedro.

Repercussão nas redes sociais

A declaração de Cleuber viralizou nas redes sociais, gerando uma onda de carinho e apoio ao menino. A homenagem tocou o coração de muitos, e a história de Cleuber se espalhou rapidamente, trazendo oportunidades para que ele realizasse seus sonhos.



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'Eles queriam a revolução': grupo que planejava ataques em Brasília defendia 'abolição do Estado' e disseminava discurso nazista e misógino

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Grupo planejava explodir o Palácio do Planalto e mirava o debate do 2º turno; polícia agiu antes
“Eles queriam a revolução.” É assim que a investigação descreve a motivação de integrantes de um grupo extremista que planejava ataques contra prédios públicos em Brasília. Apesar de não se identificarem com um lado político específico, os participantes defendiam a “abolição do Estado” e disseminavam conteúdo neonazista, misógino e de incentivo à violência.
Um dos grupos monitorados pelas autoridades tinha uma foto de Adolf Hitler como imagem de perfil.
Grupo planejava explodir o Palácio do Planalto e mirava o debate do 2º turno
As conversas monitoradas pelas autoridades mostram que o grupo não tinha como objetivo apoiar um determinado partido ou corrente política. A proposta era mais ampla: promover uma revolução contra o Estado.
O principal alvo identificado pelos investigadores era o Palácio do Planalto. Os integrantes também tinham mapas de ministérios, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF). Eles chegaram a compartilhar a planta baixa do Planalto e discutiam formas de entrar e sair do prédio.
Discurso extremista
O relatório elaborado pelo CyberLab, laboratório de repressão a crimes cibernéticos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, apontou que os grupos apresentavam alto grau de periculosidade.
Além da defesa da violência, as conversas revelavam a presença de ideologia neonazista e misoginia. Os integrantes compartilhavam conteúdos de ódio e incentivavam práticas violentas.
Em um dos grupos, o nazismo aparecia com destaque. As autoridades também identificaram mensagens de ódio contra mulheres.
A violência contra mulheres era frequente nas conversas. Entre as mensagens monitoradas havia ataques a profissionais que ocupavam cargos como delegada, juíza e investigadora.
Um dos grupos monitorados pelas autoridades tinha uma foto de Adolf Hitler como imagem de perfil.
Reprodução/TV Globo
‘Abolição do Estado’
Apesar do discurso de que não tinham um lado político, os integrantes defendiam uma mudança radical na organização da sociedade.
A ideia era promover uma “revolução” e acabar com o Estado. Segundo a investigação, os participantes não escolheram um lado político específico porque o objetivo declarado era justamente romper com a estrutura estatal.
O discurso, porém, vinha acompanhado de planejamento de ações violentas.
Os integrantes compartilhavam instruções para fabricar explosivos e coquetéis molotov, além de discutir o desenvolvimento de artefatos explosivos. Também faziam cálculos sobre quantidades e custos dos materiais.
Segundo o Ministério da Justiça, os administradores dos grupos tentavam identificar pessoas dispostas a matar.
Recrutamento
A investigação identificou um grupo maior, com mais de 600 integrantes. Pessoas consideradas mais radicalizadas eram convidadas para um núcleo restrito, formado por 46 participantes.
O acesso era controlado: para entrar, era necessário receber um link ou procurar o nome exato do grupo. Os administradores selecionavam pessoas que consideravam adequadas ao perfil buscado.
Em uma das conversas, um integrante pediu indicações de outros grupos de nazistas para recrutar novos participantes.
Nesse núcleo mais fechado, as conversas deixavam de ser apenas ideológicas e passavam a incluir instruções para ações violentas.
Ataques contra prédios públicos
As conversas monitoradas indicam que os integrantes planejavam invadir e explodir prédios públicos, especialmente o Palácio do Planalto.
A intenção, segundo as autoridades, não era apenas provocar destruição. O ataque serviria para enviar de Brasília uma mensagem considerada violenta e antidemocrática para o restante do país.
Entre os planos discutidos, estava o de “explodir o edifício do debate onde os eleitos do 2º turno irão debater”
Reprodução/TV Globo
Monitoramento e operação
Os grupos eram acompanhados pelo CyberLab, que atua na identificação e no monitoramento de pessoas que usam perfis anônimos para produzir e compartilhar conteúdos de ódio.
Somente naquele ano, o laboratório produziu 103 relatórios sobre mais de 50 grupos de ódio diferentes, segundo o Ministério da Justiça.
Na última terça-feira, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão em oito cidades de cinco estados. Os investigados devem responder por associação criminosa, apologia e distribuição de material nazista e incitação ao crime.
Computadores e celulares apreendidos na operação ainda são analisados pelos investigadores.
As autoridades afirmam acreditar que os integrantes pretendiam levar o plano de ataques adiante.
O Ciberlab funciona em uma sala de acesso restrito em Brasília
Reprodução/TV Globo
GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Fantástico
Ouça os podcasts do Fantástico
ISSO É FANTÁSTICO
O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.



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Mulher sobrevive a tornado nos EUA: “Deus salvou a minha vida”

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Uma mulher sobreviveu a um tornado nos Estados Unidos após clamar a Deus pela própria vida enquanto estava presa em seu carro. Nancy Warner, que reside em Menasha, estava a caminho de um almoço com a família quando foi surpreendida pelo tornado EF3, que pode ter ventos de até 265 km/h.

O que aconteceu

Nancy relatou que, ao dirigir, viu nuvens escuras, mas o céu estava ensolarado perto dela. Ela pensou que poderia atravessar Menasha até Neenah e escapar da tempestade. No entanto, a situação mudou rapidamente. O vento aumentou e a chuva começou, com galhos e outros destroços atingindo seu veículo.

Experiência durante o tornado

Enquanto estava presa no carro, Nancy começou a orar em línguas. Ela afirmou: “Deus salvou a minha vida”. O carro de Nancy ficou destruído após a passagem do tornado, mas ela conseguiu sair ilesa do incidente.

Reações e reflexões

A experiência de Nancy destaca a força da fé em momentos de crise. Sua história é um testemunho de como a oração pode trazer conforto e esperança em situações extremas.



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Projeto de 'avião-arraia' promete tornar voos mais baratos; veja como ele será

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Fabricante americana JetZero está projetando o avião Z4
Divulgação/JetZero
O projeto de uma nova aeronave tem atraído investidores com um visual que integra a área central às asas em um único componente. A promessa é de que a mudança ajudará companhias aéreas a economizarem combustível em voos.
Com um visual comparado ao de uma arraia, o avião Z4 está sendo desenvolvido pela americana JetZero. A empresa planeja realizar o primeiro voo de um protótipo em escala real em 2027 e iniciar o uso comercial no início da década de 2030.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Baseada na Califórnia, a JetZero anunciou em julho um acordo de US$ 3 bilhões com o governo dos Estados Unidos para financiar a construção de sua fábrica na Carolina do Norte.
A fábrica servirá para acelerar a criação do avião que foge do padrão usado há décadas e pode representar a maior transformação no design de aeronaves desde o antigo Concorde, que deixou de operar em 2003.
Agora no g1
O Z4 está sendo projetado para transportar cerca de 250 passageiros distribuídos em seis seções dentro da cabine e oferecer um compartimento de bagagens para cada assento.
Em vez das janelas ao lado dos assentos, passageiros terão telas que oferecerão uma visão externa com um sistema de câmeras de alta definição. A iluminação natural virá de duas claraboias que ficarão perto das primeiras fileiras.
A JetZero afirma que o avião poderá fazer voos de até 5.000 milhas náuticas, cerca de 9.200 km – para se ter uma ideia, a distância de voos entre São Paulo e Madri, na Espanha, é de cerca de 8.400 km.
A fabricante diz que o estilo “arraia” aumentará a aerodinâmica do Z4 e fará com que a aeronave reduzirá o consumo de combustível em 30% a 50% em relação a modelos como o Boeing 787.
Avião Z4 terá telas no lugar das janelas ao lado dos assentos
Divulgação/JetZero
Segundo o Wall Street Journal, críticos do projeto apontam que passageiros próximos às asas poderão ter mais desconforto durante curvas da aeronave e que a falta de janelas poderá aumentar a sensação de enjoo.
Outra preocupação é a saída de passageiros, já que as portas serão posicionadas em locais diferentes do padrão, o que dificultaria a adaptação em aeroportos projetados para aviões convencionais.
Ainda de acordo com o jornal, a JetZero espera desenvolver o Z4 mais rapidamente ao usar componentes usados em outros aviões e que, por isso, já foram aprovados pela Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA), que regula o setor de aviação no país.
A fabricante tem acordos com companhias aéreas como a United Airlines, que planeja comprar 200 unidades do Z4. Empresas como a Delta e a Alaska Airlines também estão apoiando o projeto.
Z4, projeto de avião em desenvolvimento pela americana JetZero
Reprodução/JetZero
Z4, projeto de avião em desenvolvimento pela americana JetZero
Divulgação/JetZero



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Flávio diz que irá a debates com Lula: “Onde Lula estiver, nós estaremos”

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O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, declarou nesta terça-feira, 11 de agosto de 2026, que está disposto a participar dos debates com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele afirmou: “Onde Lula estiver, nós estaremos com ele”.

O que aconteceu

Flávio Bolsonaro fez suas declarações antes de um encontro com os candidatos do PL ao Senado, em Brasília. Ele não compareceu à sabatina do G1 e da GloboNews nesta semana, assim como Lula também não esteve presente.

Críticas a Lula e Moraes

Questionado sobre suas relações com Daniel Vorcaro, dono do banco Master, Flávio respondeu: “Quem deve explicações é o Lula. É o filho dele que está sendo acusado de roubar os aposentados do INSS”. Ele também criticou Lula por sua suposta participação em uma reunião com Augusto Lima e Gabriel Galípolo, onde teria sido dito para não vender o banco naquele momento.

Além disso, o candidato voltou a criticar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmando que o impeachment do magistrado se tornou uma pauta eleitoral. Durante o encontro, ele questionou os candidatos ao Senado presentes se eram favoráveis ao impeachment de Moraes, recebendo como resposta gritos de “Fora, Moraes”.

Expectativas para os debates

Flávio Bolsonaro destacou que os candidatos do PL serão cobrados nas eleições sobre suas posições em relação a Moraes e a condução do inquérito das fake news, que ele acusou de ter um viés político.



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A Bíblia assegura perdão e salvação para os fiéis

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A Bíblia Sagrada assegura que a vida eterna é uma dádiva de Deus para aqueles que têm Jesus como Salvador. Segundo as Escrituras, Jesus é o único caminho que conduz à salvação.

O Caminho para a Salvação

De acordo com a Bíblia, Deus não se aborrece ao ver as pessoas buscando o que Ele quer mostrar. Ele deseja que cada um encontre o Caminho, que é Jesus Cristo. Em João 14:6, está escrito: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim”.

A Promessa da Vida Eterna

A vida eterna não é algo que se conquista por meio de ações, mas é uma promessa de Deus. Em João 3:16, a Bíblia diz: “Para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. Jesus também afirmou: “Na casa de meu Pai há muitas moradas. Eu vou preparar-lhes lugar. Voltarei e os levarei para mim mesmo” (João 14).

O Papel de Cristo na Salvação

Segundo as Escrituras, ninguém pode pagar a conta dos seus pecados, mas Cristo já fez isso. Em Colossenses 2:14, está escrito que Ele “cancelou o escrito de dívida que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz”. A salvação é um favor de Deus, que é dado a todos que aceitam Jesus como Salvador.

A Bússola de Deus

A Bíblia é descrita como a bússola que Deus deixou para guiar as pessoas em sua jornada espiritual. A leitura e o estudo das Escrituras são incentivados, pois quem busca encontrará o Salvador e alcançará a vida eterna. A afirmação “Quem procura sempre alcança” reflete essa promessa divina.



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