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Meta negocia acordo extrajudicial com estados dos EUA em caso sobre segurança de menores

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Adam Mosseri, chefe do Instagram, deixa o Tribunal após julgamento em que a Meta está sendo processada por ‘incentivar’ vício de adolescentes nas redes sociais.
KARL MONDON/AFP
O gigante das redes sociais Meta mantém conversas com vários estados dos Estados Unidos para resolver extrajudicialmente uma ação sobre a segurança de menores e a proteção dos consumidores, segundo um relatório da agência financeira Bloomberg.
A Meta, com mais de 3 bilhões de usuários em todo o mundo, enfrenta acusações de uma coalizão de 29 estados de que teria projetado seus produtos para incentivar a dependência de adolescentes e coletar seus dados, ao mesmo tempo em que oculta a verdade do público.
Os estados afirmam que a Meta violou leis federais e estaduais, embora as acusações exatas variem de um estado para outro.
Se a Meta perder o caso, os estados poderão pedir sanções de cerca de 200 bilhões de dólares (1,02 trilhão de reais), além de exigir que a empresa modifique seus produtos.
LEIA TAMBÉM: Dona do Instagram sabia de falhas em recursos de segurança para menores, dizem testemunhas em processo nos EUA
Agora no g1
“A Meta Platforms Inc. e os procuradores-gerais estaduais discutiram um possível acordo” extrajudicial, informou a Bloomberg na terça-feira, 25, citando fontes anônimas.
Califórnia, Colorado, Nova Jersey e Kentucky lideram a acusação contra a Meta em um tribunal de Oakland, cidade vizinha de San Francisco.
Vários procuradores-gerais anunciaram na noite de terça-feira que concederiam coletivas de imprensa nesta quarta-feira, 26, sobre a proteção dos consumidores e questões de tecnologia.
Nevada, que não participa do processo na Califórnia, disse que nesta quarta-feira anunciará um “acordo” com “uma importante empresa de tecnologia”.
Representantes da Meta e do procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, inicialmente não responderam aos pedidos de comentário sobre o caso.
Adam Mosseri, diretor do Instagram, admitiu na terça-feira, durante o julgamento, que promoveu as recém-lançadas ferramentas de segurança para adolescentes sem revelar que praticamente não eram utilizadas.
Outras testemunhas indicaram que a Meta sabia que essas ferramentas não eram eficazes e que inclusive eram “desenvolvidas para fracassar”.
Mark Zuckerberg, fundador e CEO da Meta, deverá depor em algum momento durante o julgamento.



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Candidatos à Presidência têm agenda de entrevistas nesta quarta

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A quarta-feira, 26, de entrevista para vários candidatos à presidência da República. Clariana Barão, do DC, a um site, Hertz Dias, do PSTU, na TV e para um podcast, Wilson Grassi, do Democrata, a uma emissora de rádio e Renan Santos, do Missão e Ronaldo Caiado, do PSD, em sabatina: um na TV e outro num jornal. 

E Augusto Cury, do Avante, continua cumprindo agenda em Montes Claros, Minas Gerais; Flávio Bolsonaro, em Arapiraca, Alagoas, faz uma motociata; Romeu Zema, do Novo, em Teófilo Otoni, Minas Gerais; Samara Martins, do Unidade Popular, em Maceió. Por fim, Edmilson Costa, do PCB, Lula, do PT, e Rui Costa Pimenta, do PCO, sem agenda para hoje.




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William Lane Craig questiona o Credo Niceno: ‘isso é realmente ruim’

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O apologista e teólogo William Lane Craig gerou polêmica ao questionar o Credo Niceno, especificamente a afirmação de que Jesus Cristo é gerado eternamente do Pai em Sua natureza divina. O vídeo, postado em 19 de agosto, rapidamente se tornou viral.

O que aconteceu

Em um clipe divulgado pelo ministério oficial de Craig, Reasonable Faith, ele afirmou: “Há uma doutrina que se tornou parte do famoso Credo Niceno que diz que o Filho de Deus é gerado do Pai, não em Sua natureza humana, mas em Sua natureza divina”. Craig continuou explicando que, segundo ele, essa doutrina não é encontrada no Novo Testamento.

O vídeo foi amplamente compartilhado, acumulando 1,4 milhão de visualizações até segunda-feira, 24 de agosto. O clipe foi repostado pela conta popular de Christian X, Protestia, que destacou a declaração de Craig sobre o Credo.

Declarações de Craig

Craig, que possui formação acadêmica na Wheaton College e é professor emérito de filosofia na Talbot School of Theology da Biola University, afirmou que os estudiosos do Novo Testamento parecem ter chegado a um consenso de que a doutrina da geração eterna do Filho não está presente nas escrituras. Ele disse: “Quando João fala sobre Cristo como o único Filho gerado de Deus, ele não está falando sobre Ele ser gerado em sua natureza divina”.

Ele também fez uma distinção entre a geração do Filho em sua natureza humana, ao nascer de Maria, e a geração eterna em sua natureza divina, que, segundo ele, não possui textos de apoio adequados no Novo Testamento. Craig argumentou que a origem dessa doutrina vem do que é chamado de ‘Cristologia do Logos’, que surgiu entre os apologistas cristãos gregos no final do século II.

Reações à declaração

A declaração de Craig gerou reações diversas entre os cristãos, com alguns apoiando sua visão e outros expressando descontentamento. A discussão sobre a interpretação do Credo Niceno e suas implicações teológicas continua a ser um tema relevante entre os estudiosos e praticantes da fé cristã.



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Drones autônomos: veja perguntas e respostas sobre arma operada por inteligência artificial

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Homem observa drone russo derrubado pela Ucrânia e colocado em exposição nas ruas de Kiev
Gleb Garanich/Reuters
A Ucrânia disse ter confirmado nesta semana o primeiro ataque de um drone russo controlado por inteligência artificial a resultar na morte de civis.
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Segundo Kiev, o drone tomou a decisão de atacar seu alvo sem a interferência de um operador humano. A informação foi publicada na segunda-feira (24) pelo jornal americano “The New York Times”.
Na terça (25), a ONU defendeu limites globais para armas autônomas, sem citar diretamente o caso denunciado pela Ucrânia.
Veja, a seguir, perguntas e respostas sobre o caso:
Como e quando ocorreu o ataque descrito pela Ucrânia?
Autoridades ucranianas disseram no início da semana que, no dia 6 de julho, um drone autônomo, controlado por inteligência artificial, atacou e explodiu um posto de combustível na cidade de Zaporizhzhia, no leste da Ucrânia, matando três civis.
Pela primeira vez, drone russo controlado por IA mata civis na guerra na Ucrânia
Por que esse evento é relevante?
Se Kiev estiver certa, este seria o primeiro ataque de uma arma autônoma a matar civis em um confronto no mundo.
“Esse é um risco para o mundo inteiro. Em alguns anos, nós estaremos vivendo em um filme do ‘Exterminador do Futuro’. Não é brincadeira. Máquinas estão tomando decisões de atacar”, disse Serhiy Minaiev, comandante das defesas aéreas de Zaporizhzhia.
Por que a Ucrânia só divulgou essa informação agora?
Após o ataque, equipes militares forenses em Zaporizhzhia examinaram o local da explosão e os destroços do equipamento para chegar à conclusão de que o ataque foi realizado utilizando recursos de inteligência artificial.
Como o drone escolheu o alvo, segundo os militares ucranianos?
O drone estava equipado com um chip de inteligência artificial, fabricado pela americana Nvidia, que havia sido pré-programado por um operador humano para atacar um posto de combustível. Ao se aproximar do alvo, no entanto, ele escolheu o local exato do impacto — provavelmente tanques de gás propano — de maneira autônoma.
A hipótese dos ucranianos é de que o drone havia sido “ensinado” a reconhecer os tanques, de modo a causar mais destruição.
Quais são as implicações éticas de drones e outras armas autônomas?
Críticos dizem que esse tipo de armamento, que é treinado para reconhecer sozinho alvos como pontes, soldados, veículos militares etc, são mais propensos a cometer erros e até mesmo crimes de guerra, por exemplo, não distinguindo corretamente civis (que são alvos ilegítimos) de combatentes.
Posto de combustível destruído em Zaporizhzhia, na Ucrânia, após ataque de drone russo, em 26 de julho de 2026
Stringer/Reuters
Outros países usam tecnologias semelhantes?
Sim. De acordo com o “NYT”, tanto Rússia quanto Ucrânia já utilizam inteligência artificial com frequência em seus drones de combate, mas com sistemas menos sofisticados, no qual um operador humano toma previamente a decisão sobre o alvo final do equipamento.
Segundo uma reportagem do jornal “The Guardian” de abril de 2024, Israel utiliza programas de inteligência artificial para determinar locais de bombardeio e identificar membros do grupo terrorista Hamas na Faixa de Gaza, por exemplo.
O que diz a fabricante do chip usado pela Rússia?
Procurada pelo “NYT”, a Nvidia disse que o chip em questão, que custa algumas centenas de dólares, é vendido diretamente no varejo para “estudantes, desenvolvedores e start-ups para uma série ce aplicações benéficas”.
O produto não é vendido diretamente na Rússia, mas pode ser encontrado por revendedores ou no mercado de segunda mão.
O ataque recebeu condenação internacional?
O uso de inteligência artificial para fazer com que armamentos tomem decisões autônomas foi condenado pela ONU e pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) na terça-feira (25). As entidades não citaram diretamente o incidente denunciado pela Ucrânia.
Em um documento, elas fazem um apelo para que os países adotem proibições e limites ao uso de armas autônomas, sistemas que podem identificar e atacar alvos sem comando humano direto.
As entidades argumentam que a criação de regras é necessária para proteger a população civil antes que esse tipo de arma passe a ser utilizado de forma mais ampla.
Embora afirmem que esses sistemas já estão sendo desenvolvidos, ONU e Cruz Vermelha dizem não ter confirmado seu emprego em combate.



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PT lança comitês evangélicos para ampliar apoio a Lula nas eleições

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O Partido dos Trabalhadores (PT) lança nesta segunda-feira, 24 de agosto de 2026, o Comitê Nacional Evangélicos com Lula, uma iniciativa que busca ampliar o diálogo com o eleitorado evangélico nas eleições deste ano. O evento será realizado de forma on-line e contará com a participação de evangélicos filiados ao partido e de integrantes de partidos aliados.

Objetivo da iniciativa

A expectativa do PT é formar mais de 1.000 comitês populares voltados especificamente para os evangélicos em diversas regiões do Brasil. A mobilização tem como objetivo levar a campanha para dentro dos territórios e aumentar a participação de cristãos que apoiam o projeto de reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva.

Desafios eleitorais

A criação desses comitês ocorre em um momento em que o eleitorado evangélico representa um dos principais desafios eleitorais para Lula. Uma pesquisa do Datafolha, divulgada no último fim de semana, mostra que entre os evangélicos, Flávio Bolsonaro aparece com 62% das intenções de voto, enquanto Lula registra 29%. No eleitorado geral, Lula tem 47%, contra 43% de Flávio.

Mobilização nacional

O lançamento do Comitê Nacional Evangélicos com Lula faz parte de um calendário mais amplo de aproximação do PT com diferentes grupos religiosos. O partido já promoveu iniciativas voltadas aos espíritas e planeja ações destinadas a evangélicos, povos de matriz africana e católicos. A estratégia é construir uma rede que atue não apenas durante os grandes atos eleitorais, mas também nos bairros e comunidades, transformando apoiadores em agentes de mobilização política.



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Golpistas avançam do roubo de senhas para o uso de IA para 'clonar' pessoas no Brasil, revela estudo

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Deepfake nas eleições: entenda o que é e por que pode enganar o eleitor
Um dos golpes mais comuns na internet, o roubo de senhas, está dividindo espaço com uma nova estratégia no Brasil: a “clonagem” de pessoas para tentar enganar vítimas e obter dinheiro.
É o que mostra um levantamento inédito da Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados, que realiza pesquisas a partir de menções nas redes sociais sobre diferentes temas.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O estudo analisou conteúdos relacionados à segurança digital, incluindo publicações de pessoas que relataram ter sido vítimas de golpes. O g1 teve acesso a alguns desses casos.
O levantamento identificou relatos de golpes em que ferramentas de IA são usadas para reproduzir a voz ou a aparência de pessoas reais a partir de fotos, vídeos e outros conteúdos disponíveis na internet.
Com esse material, criminosos podem criar identidades falsas ou se passar por alguém conhecido da vítima para tornar a abordagem mais convincente.
O que o levantamento encontrou
Segundo a Nexus, 39,7 mil menções relacionadas a problemas de segurança digital enfrentados pelos consumidores foram identificadas nas redes sociais entre janeiro e julho de 2026.
Desse total, 2,8 mil menções, ou 7,3%, tratavam da manipulação de dados pessoais.
O levantamento também identificou 9,1 mil menções a PIX e transações financeiras, relacionadas a preocupações com fraudes.
“O estudo também revela um contraste: enquanto criminosos já usam ferramentas de IA para se passar por outras pessoas de formas cada vez mais convincentes, os brasileiros ainda tentam entender o que é deepfake e como funcionam os novos tipos de golpe”, afirma Marcelo Tokarski, CEO da Nexus.
➡️ O que é deepfake? É uma técnica que usa inteligência artificial para criar ou alterar imagens, vídeos e áudios de forma realista. Ela pode, por exemplo, colocar o rosto de uma pessoa no corpo de outra ou simular alguém dizendo algo que nunca disse.
“Identificar essa lacuna entre o avanço da tecnologia e a familiaridade da sociedade com o assunto é o primeiro passo para proteger o ambiente digital”, completa Tokarski.
Vítima de golpe de roubo de dados alerta seguidores em publicação no X.
Reprodução/X
Um dos golpes mapeados é o “SIM swap”, em que criminosos se passam pela vítima para pedir à operadora um novo chip, alegando que o atual foi roubado ou danificado.
Quando conseguem fazer a troca, o chip original deixa de funcionar e o número passa a receber chamadas e mensagens no aparelho controlado pelos criminosos. Com isso, eles podem interceptar códigos enviados por SMS e tentar redefinir senhas de contas e aplicativos, como Instagram e WhatsApp.
Outro golpe identificado envolve perfis falsos para a venda de ingressos. Nesse caso, criminosos usam dados de outras pessoas para criar perfis aparentemente legítimos e anunciar ingressos falsos para shows.
As ofertas geralmente são direcionadas a usuários que publicam nas redes sociais que estão procurando ingressos. (veja na imagem acima)
Golpistas avançam do roubo de senhas para a clonagem de pessoas no Brasil, revela estudo.
Pexels



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Quatro livros essenciais para evangelistas fortalecerem o ministério

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A revista Comunhão apresentou uma seleção de quatro livros que são considerados essenciais para evangelistas que desejam fortalecer seu ministério e promover o crescimento da igreja local e globalmente. Os títulos foram escolhidos para ajudar aqueles que sentem o chamado para anunciar as boas-novas.

1. O Evangelista, melhor amigo do pastor

O primeiro livro indicado é “O Evangelista, melhor amigo do pastor”, de James O. Davis. Esta obra é descrita como um manual indispensável para os evangelistas do século XXI, que buscam exercer seu chamado com excelência e alinhamento bíblico. O autor resgata o valor histórico do ministério do evangelista, desde a Igreja Primitiva até os dias atuais, e refuta a ideia de que o evangelista compete com a liderança local. Davis demonstra como o evangelista pode ser um aliado estratégico do pastor, colaborando para um avivamento autêntico e a expansão do Reino de Deus.

2. Evangelismo por Fogo

A segunda recomendação é “Evangelismo por Fogo”, de Reinhard Bonnke. Este livro é considerado um manual urgente para evangelistas que desejam testemunhar o agir sobrenatural de Deus na colheita de almas. Bonnke, que liderou cruzadas históricas, incentiva a igreja a abandonar a apatia e a redescobrir a paixão pela Grande Comissão. A obra enfatiza que estratégias humanas são insuficientes sem a verdadeira unção do Espírito Santo, e oferece chaves práticas sobre intercessão, ousadia na pregação e dependência do “Fogo Divino”.

3. Eles Precisam Saber

O terceiro livro, “Eles Precisam Saber”, de Luca Martini, é um chamado prático para o evangelismo urbano e transcultural. A obra busca motivar os leitores a se engajar em um evangelismo que atenda às necessidades contemporâneas e aos desafios das diversas culturas.

4. O Evangelho em Ação

Por fim, a quarta indicação é “O Evangelho em Ação”, de John Stott. Este livro é uma reflexão sobre como a mensagem do Evangelho deve ser vivida e aplicada na prática, enfatizando a importância de ações concretas que demonstrem a fé em ação.

Esses livros foram selecionados para inspirar e equipar evangelistas em sua missão de compartilhar as boas-novas e contribuir para o crescimento da igreja.



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Cinco romances cristãos recentes para conhecer novos autores

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Nos últimos anos, a literatura cristã ganhou destaque com a publicação de romances de autores brasileiros e novas edições de escritores estrangeiros. Esses livros abordam temas como relacionamentos, conflitos familiares e questões de fé.

Novas publicações

Entre os títulos selecionados, destacam-se obras lançadas entre 2016 e 2025. Cada um deles traz uma narrativa única que explora diferentes aspectos da vida e da fé.

O Seu Amor Me Encontra Aqui

Publicada pela Viseu em 2023, a obra de Ana Nascimento acompanha a história de Maria Luísa, uma jovem de 17 anos que deixa a casa dos pais para estudar em outra cidade. A mudança traz desafios inesperados, incluindo uma situação traumática e a descoberta do primeiro amor. A fé é um elemento central na narrativa, especialmente quando Maria Luísa se envolve com um grupo cristão na universidade, onde encontra um cartão de boas-vindas com um versículo bíblico que a inspira a se interessar pelo cristianismo. O livro possui 392 páginas.

O Que Deus Uniu

Escrito por Cíntia Dany Oliveira e publicado em 2021, O Que Deus Uniu apresenta os personagens Rebecca e Isaac, que têm histórias de vida distintas até se encontrarem. Rebecca enfrenta dificuldades desde a infância e busca seu lugar no mundo, enquanto Isaac, um cantor cristão, tenta entender o que falta em sua vida. A obra é uma analogia contemporânea do encontro bíblico entre Isaque e Rebeca, com 154 páginas disponíveis em formato físico e digital.

Por uma Eleita

Fernanda Kondo, que começou a publicar romances cristãos em 2016, lançou Por uma Eleita em 2019. O livro, que é uma ficção cristã, explora a ideia de que Deus pode agir na vida de uma pessoa escolhida por Ele. A publicação foi feita de forma independente e está disponível em português.



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Cinco medidas de proteção que sua igreja precisa contra escândalos

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No dia 24 de agosto de 2026, Sam Rainer abordou a crescente atenção que escândalos em igrejas têm recebido, destacando a necessidade de medidas de proteção. Ele enfatiza que as igrejas devem implementar essas salvaguardas antes que uma crise ocorra.

O aumento da atenção aos escândalos nas igrejas

Rainer observa que escândalos em igrejas estão se tornando mais comuns e frequentemente são rapidamente reportados pela mídia. Documentários também têm destacado pastores que caíram em desgraça. Embora as megacongregações frequentemente recebam mais atenção, as igrejas menores não estão imunes a esses problemas.

A necessidade de salvaguardas

O autor argumenta que a percepção pública é clara: algo está errado. Ele sugere que, independentemente de os problemas serem sistêmicos ou isolados, as igrejas precisam de salvaguardas. Segundo Rainer, “precisamos delas agora” e “devemos implementá-las em nossas próprias igrejas antes que uma crise surja, não depois que uma exploda”.

Tipos de falhas e suas implicações

Rainer diferencia entre falhas morais e falhas de liderança. As falhas morais incluem pecado, abuso, manipulação, engano ou comportamento predatório. Já as falhas de liderança podem envolver negligência, má tomada de decisão ou má governança, mesmo na ausência de um escândalo moral explícito. Ele destaca que sistemas de liderança fracos podem criar condições em que falhas morais permanecem ocultas e se agravam.

Medidas de proteção recomendadas

Rainer sugere que as igrejas implementem cinco medidas de proteção imediatamente. A primeira é que os líderes da igreja devem buscar proativamente a responsabilidade. Ele enfatiza que as igrejas saudáveis não se escondem atrás da ambiguidade, mas constroem sistemas que permitem que a verdade surja cedo.

Além disso, ele alerta para sinais de alerta que as igrejas nunca devem ignorar, como quando a responsabilidade é externa, mas limitada, ou quando a cultura da igreja se torna secreta. Rainer conclui que a solução não é o cinismo, mas sim salvaguardas sábias, bíblicas e práticas.



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Movimento pede investigação contra Tarcísio por ida a igreja

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A Associação Movimento Brasil Laico solicitou ao Ministério Público Eleitoral de São Paulo a abertura de investigação contra Tarcísio de Freitas por suposta propaganda eleitoral irregular dentro de uma igreja. O pedido também abrange candidatos ao Senado e dirigentes da Igreja Evangélica Assembleia de Deus Ministério do Belém.

O que aconteceu

O episódio ocorreu em 17 de agosto, em um templo da Assembleia de Deus na zona leste de São Paulo, durante um evento que reuniu cerca de 2,5 mil pessoas. Tarcísio de Freitas participou do encontro, onde leu um trecho da Bíblia e pediu orações para que “Deus abra os caminhos”. Além disso, ele esteve em uma reunião com obreiros ao lado dos candidatos ao Senado, Guilherme Derrite e André do Prado.

Derrite discursou no evento e afirmou que poderia pedir votos, mas optou por solicitar orações. O candidato agradeceu à atuação da igreja e declarou ter colocado sua vida “nas mãos de Deus” para cumprir uma missão.

Acusações do Movimento Brasil Laico

De acordo com o Movimento Brasil Laico, as manifestações de Tarcísio e dos candidatos configurariam um pedido indireto de votos e proporcionariam uma exposição eleitoral privilegiada. A associação argumenta que a utilização do espaço religioso poderia ser caracterizada como propaganda eleitoral em bem de uso comum e como doação estimável em dinheiro, o que é vedado às igrejas.

A entidade também aponta possíveis práticas de abuso de poder político e econômico. Na avaliação apresentada ao Ministério Público, a liberdade religiosa não impede a aplicação das regras eleitorais quando atividades realizadas em templos são utilizadas para promover candidaturas.

Consequências possíveis

O Movimento Brasil Laico defende que a proibição busca preservar a igualdade entre os concorrentes e impedir que a influência exercida por lideranças religiosas seja empregada como vantagem eleitoral. A associação afirma que Tarcísio poderia ficar inelegível por oito anos caso as acusações sejam confirmadas.



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