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Jogadores de futebol são suspeitos de ligação com tráfico de drogas

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Empresários e atletas profissionais são alvo de uma operação conjunta das polícias civis do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, desencadeada nesta segunda-feira (31), por suspeita de envolvimento com uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro.

Cerca de 100 policiais civis participam da operação “A Tropa” para cumprir quatro mandados de prisão temporária e 15 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás e no Distrito Federal.

No Rio de Janeiro, os agentes saíram para cumprir três mandados de busca e apreensão. Entre os endereços estavam a casa do jogador David Corrêa, do Vasco da Gama, e o Centro de Treinamento do clube. O jogador teve dois computadores e um celular apreendidos.

Em nota, o Vasco disse que “está colaborando com as autoridades e que aguarda o resultado das investigações”.

Os policiais também cumpriram mandados de busca e apreensão contra o atleta Hayner, do Vila Nova Futebol Clube. A ação ocorreu na residência do jogador e nas dependências do Centro de Treinamento Vila do Tigre, em Goiás.

O clube se colocou à disposição das autoridades e da Justiça para o esclarecimento de todos os fatos. Em nota, “ressaltou que respeita integralmente o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa”.

De acordo com a polícia civil do Espírito Santo, as investigações apontaram que o grupo tem ramificações em vários estados e, por isso, busca reunir elementos que contribuam para o esclarecimento dos delitos e a desarticulação da estrutura criminosa.




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Sony e Warner processam dona do Claude por usar músicas em IA e pedem até R$ 780 mil por obra

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Claude, rival do ChatGPT, vai revelar quem criou texto com IA; veja como vai funcionar
As editoras musicais da Sony Music e da Warner Music processaram a Anthropic, dona do chatbot Claude, em um tribunal federal da Califórnia, nos Estados Unidos.
As empresas acusam a companhia de inteligência artificial de usar músicas protegidas por direitos autorais sem autorização para treinar seus modelos.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Na ação, apresentada na sexta-feira (28), Sony e Warner afirmam que a Anthropic pirateou centenas de letras e partituras de músicas de artistas como Beatles, Taylor Swift e Michael Jackson, além de outros nomes.
Segundo as empresas, esse material foi usado para ensinar o Claude a responder a pedidos dos usuários.
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Sony e Warner pedem indenizações de até US$ 150 mil por cada obra que consideram ter sido usada ilegalmente, o equivalente a cerca de R$ 780 mil na cotação atual.
As empresas também querem que a Justiça proíba a Anthropic de continuar usando suas obras no treinamento dos modelos de inteligência artificial.mpeça a Anthropic de continuar usando o material protegido.
Sony e Warner acusam Anthropic de piratear músicas
Segundo a denúncia, a Anthropic teria obtido ilegalmente letras e partituras por meio de downloads de torrents e usado esse material no treinamento do Claude.
As editoras também afirmam que o chatbot é capaz de reproduzir literalmente letras protegidas por direitos autorais quando recebe determinados comandos.
O chatbot Claude, da Anthropic, está entre os mais populares, rivalizando com o ChatGPT e o Gemini
Reuters via BBC
Sony e Warner dizem ainda que a Anthropic utilizou as letras para ensinar o Claude a gerar grandes quantidades de letras de músicas supostamente novas. Na avaliação das empresas, esse conteúdo produzido por inteligência artificial poderia competir com obras originais protegidas por direitos autorais.
Processo se soma a outras disputas sobre IA
A ação é mais um capítulo da disputa entre empresas de tecnologia e detentores de direitos autorais sobre o uso de obras protegidas no desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial.
Em 2023, o Universal Music Group e outras editoras processaram a Anthropic sob a acusação de usar letras de músicas protegidas por direitos autorais no treinamento de seus modelos. O processo ainda está em andamento.
Relatório da ONU aponta enormes benefícios potenciais e grandes riscos decorrentes da IA
A Anthropic também enfrentou uma ação coletiva movida por autores. No ano passado, a empresa concordou em pagar US$ 1,5 bilhão para encerrar o caso.
Anthropic ainda não comentou
Na nova ação, Sony e Warner criticaram o acordo de US$ 1,5 bilhão e afirmaram que o valor não seria suficiente para impedir novas violações de direitos autorais pela Anthropic.
Porta-vozes da Anthropic, da Sony Music e da Warner Music não responderam imediatamente aos pedidos de comentário feitos pela Reuters.
O processo busca, além das indenizações, uma ordem judicial que proíba a Anthropic de utilizar as obras das editoras no desenvolvimento de seus sistemas de inteligência artificial.



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Defesa de Daniel Silveira pede providências ao STF após demissão

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A defesa do ex-deputado federal Daniel Silveira protocolou um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) no último domingo, 30, após ele perder seu emprego formal. A demissão ocorreu em decorrência da repercussão de uma reportagem sobre suas atividades profissionais.

Contexto da situação

Daniel Silveira, que já foi alvo de diversas polêmicas, teve sua situação profissional afetada por uma reportagem que trouxe à tona detalhes sobre seu trabalho. A defesa argumenta que a exposição gerou um desgaste significativo entre Silveira e seu empregador, resultando na perda do emprego.

O que aconteceu

No documento enviado ao STF, os advogados de Silveira solicitaram uma análise urgente de um requerimento anterior que pedia a revogação da autorização de trabalho no Rio de Janeiro. Além disso, eles pedem que Silveira possa retornar a Petrópolis, onde reside, para evitar novas complicações.

A defesa também reiterou o pedido de acesso a uma petição sigilosa e aos vídeos apresentados por terceiros, que foram fundamentais para os questionamentos que surgiram no processo. Essa solicitação visa garantir que Silveira tenha acesso a todas as informações que possam impactar sua defesa.

Reações e implicações

A situação de Daniel Silveira levanta questões sobre a liberdade de expressão e o direito ao trabalho, especialmente em um contexto onde figuras públicas enfrentam repercussões severas por suas opiniões e ações. A defesa argumenta que a demissão de Silveira é um reflexo de um ambiente hostil, onde a liberdade religiosa e de expressão podem estar em risco.

Além disso, a perda do emprego pode impactar não apenas a vida de Silveira, mas também a de sua família, gerando preocupações sobre a estabilidade financeira e o bem-estar emocional. A situação é um lembrete da importância de proteger os direitos de todos os cidadãos, independentemente de suas opiniões políticas ou religiosas.

O que esperar

Com o pedido protocolado, agora cabe ao STF decidir sobre a urgência da análise do requerimento. A expectativa é que a corte se pronuncie em breve, levando em consideração os direitos de Silveira e as implicações de sua situação para a liberdade de expressão no Brasil.



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Mariana, Brumadinho e Covid-19: relembre em VÍDEO as tragédias e crises no Brasil que marcaram os 20 anos do g1

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g1 20 anos: relembre as coberturas das tragédias e crises que marcaram o Brasil
Em grandes tragédias, estar perto de onde a notícia acontece é essencial. Ao longo de seus 20 anos, o g1 aperfeiçoou a atuação conjunta de suas equipes com a rede de afiliadas para levar informações locais a todo o país em acontecimentos como o incêndio da Boate Kiss, os rompimentos das barragens de Mariana e Brumadinho e as enchentes no Rio Grande do Sul.
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Especial dos 20 anos do g1: Relembre em VÍDEO as primeiras grandes coberturas do site
O site também esteve presente em crises de saúde, como a epidemia de zika e a pandemia de Covid-19, quando integrou o consórcio de veículos de imprensa criado para reunir e divulgar os dados da doença.
No vídeo especial acima, relembre coberturas que marcaram diferentes momentos da história do g1.
Mariana, Brumadinho e Covid-19: relembre em VÍDEO as tragédias e crises que marcaram os 20 anos do g1
Reprodução
Mariana, Brumadinho e Covid-19: relembre em VÍDEO as tragédias e crises que marcaram os 20 anos do g1
Reprodução/Corpo de Bombeiros



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Mulheres cristãs na Índia são acusadas de forçar conversões

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Vinte e duas mulheres cristãs estão enfrentando acusações de conversão forçada na Índia, após a polícia do estado de Maharashtra alegar que elas tentaram converter uma estudante de 18 anos. Este incidente ocorre poucos dias antes da implementação de uma nova e rigorosa lei anti-conversão no estado.

Contexto da situação

A liberdade religiosa na Índia tem sido um tema de crescente preocupação, especialmente para as comunidades cristãs. Nos últimos anos, diversas legislações têm sido propostas e implementadas em vários estados, visando restringir a evangelização e a conversão religiosa. A nova lei em Maharashtra, que entrará em vigor em breve, é vista como uma tentativa de intensificar essas restrições, colocando em risco a liberdade de culto e a prática da fé cristã.

O que aconteceu

As 22 mulheres foram acusadas de tentar converter uma jovem de 18 anos, o que, segundo as autoridades, configura uma violação da nova lei que proíbe a conversão forçada. As mulheres, que pertencem a uma igreja local, negam as acusações e afirmam que estavam apenas compartilhando sua fé, um direito garantido pela Constituição indiana.

As acusações foram feitas em um momento crítico, já que a nova legislação está prestes a ser implementada. Essa lei é parte de um movimento mais amplo que visa restringir a atividade missionária e a liberdade religiosa, especialmente em estados onde o hinduísmo é a religião predominante.

Reações da comunidade cristã

A comunidade cristã na Índia expressou preocupação com as acusações e a possibilidade de um aumento na perseguição religiosa. Líderes religiosos e defensores dos direitos humanos têm se manifestado contra a nova lei, argumentando que ela viola os direitos fundamentais e a liberdade de expressão religiosa.

O que esperar

Com a nova lei prestes a entrar em vigor, espera-se que a situação se torne ainda mais tensa para os cristãos em Maharashtra e em outros estados da Índia. Observadores acreditam que as acusações contra as mulheres podem ser um indicativo de um padrão mais amplo de repressão contra a fé cristã no país.

As organizações de direitos humanos e grupos de defesa da liberdade religiosa estão monitorando a situação de perto e prometem apoiar as mulheres acusadas, buscando garantir que seus direitos sejam respeitados e que a liberdade religiosa seja preservada.



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IA pode ameaçar sistema financeiro global ao facilitar ataques cibernéticos, alerta presidente do Banco da Inglaterra

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‘Parece lixo de IA’: por que plataformas agora estão ‘dedurando’ conteúdos feitos com IA
O avanço da inteligência artificial pode aumentar o risco de uma crise no sistema financeiro global, principalmente ao facilitar ataques cibernéticos, alertou Andrew Bailey, presidente do Banco da Inglaterra e presidente do Conselho de Estabilidade Financeira (FSB).
Em carta enviada a ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais do G20, Bailey afirmou que sistemas de IA mais avançados podem alterar a velocidade, a escala e o custo de ataques cibernéticos.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Segundo Bailey, esse é o risco mais imediato da inteligência artificial para a estabilidade financeira. Ele afirmou que um ataque cibernético pode se espalhar entre diferentes países e instituições em razão da forte conexão entre os sistemas financeiros.
IA pode ampliar ataques
Bailey também chamou atenção para a falta de protocolos em vários países para acompanhar o desenvolvimento, o lançamento e a utilização de modelos avançados de inteligência artificial.
O avanço da tecnologia pode acelerar a identificação de vulnerabilidades nos sistemas, aumentando a necessidade de que bancos e outras instituições consigam corrigir falhas e recuperar seus serviços rapidamente.
Relatório da ONU aponta enormes benefícios potenciais e grandes riscos decorrentes da IA
Outro ponto de preocupação é a dependência do setor financeiro de um número reduzido de grandes fornecedores de tecnologia.
Segundo Bailey, essa concentração pode fazer com que um problema em uma empresa afete diversas instituições e prejudique a confiança dos investidores no sistema como um todo.
Risco também está nos mercados
Além dos ataques cibernéticos, Bailey alertou para a possibilidade de uma queda nos mercados financeiros ser ampliada pelo entusiasmo dos investidores com a inteligência artificial.
➡️ Segundo ele, ações relacionadas à IA estão sendo negociadas a valores elevados, enquanto o aumento do uso de dívida para investir em mercados de ações e títulos pode deixar o sistema mais vulnerável.
Bill Gates alerta para perigos da IA e quer discutir regras com Xi Jinping, presidente da China
A combinação desses fatores poderia ampliar os efeitos de uma eventual correção dos mercados, especialmente se diferentes problemas ocorrerem ao mesmo tempo.
O sistema de “financiamento circular” pode ter um efeito dominó caso a bolha da IA estoure
Jaque Silva/NurPhoto/picture alliance
Bailey afirmou que governos e autoridades financeiras precisam priorizar medidas para garantir que modelos avançados de IA sejam desenvolvidos e colocados em funcionamento de forma segura e responsável em escala global.
O que é o FSB
O Conselho de Estabilidade Financeira (FSB) é um órgão internacional que reúne autoridades financeiras de diferentes países e busca identificar e reduzir riscos ao sistema financeiro global.
Bailey assumiu a presidência do órgão no ano passado e também é governador do Banco da Inglaterra desde março de 2020.
*Com informações da agência Reuters



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Renan Santos tranquiliza apoiadores após adiamento do TSE

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O candidato Renan Santos, da Missão, se manifestou nas redes sociais após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiar a análise do seu registro de candidatura à presidência da República. Em um vídeo publicado no último domingo, 30, ele buscou tranquilizar seus apoiadores e reafirmar a confiança no processo eleitoral.

Contexto do adiamento

O adiamento da análise do registro de Renan Santos foi determinado pelo ministro Dias Toffoli, que levantou suspeitas sobre irregularidades no fornecimento das informações de redes sociais do candidato à Justiça Eleitoral. Inicialmente, Santos havia informado apenas um site e uma conta na plataforma X no dia 7 de agosto, mas posteriormente complementou seu cadastro com 18 perfis adicionais em 19 de agosto.

O que aconteceu

Em sua declaração, Renan Santos enfatizou que não vê motivo para preocupação e pediu que seus aliados não “abaixem a cabeça” diante do episódio. Ele ressaltou a importância de manter a fé e a confiança no processo democrático, afirmando que a transparência e a verdade sempre prevalecerão.

“Estamos aqui para lutar pelo que é certo e pela liberdade de expressão. Não podemos permitir que dúvidas e incertezas nos desanimem. Continuaremos nossa missão de evangelização e de anúncio do Evangelho, independentemente das adversidades”, declarou Santos em seu vídeo.

Reações dos apoiadores

A mensagem de Renan Santos foi bem recebida por seus apoiadores, que expressaram solidariedade e confiança nas redes sociais. Muitos destacaram a importância de permanecer unidos e firmes na fé, independentemente dos desafios enfrentados no caminho. A comunidade cristã, que tem se mobilizado em torno de sua candidatura, vê nele um representante dos valores e princípios que defendem.

O que esperar

Com o adiamento, a expectativa é que Renan Santos continue a trabalhar em sua campanha, buscando esclarecer as questões levantadas pelo TSE e reforçando seu compromisso com a liberdade religiosa e os direitos dos cristãos no Brasil. A próxima etapa será crucial para definir os próximos passos de sua candidatura e a resposta da Justiça Eleitoral.

Os apoiadores de Santos estão atentos às movimentações políticas e aguardam ansiosamente por novidades. A mobilização em torno de sua candidatura reflete a esperança de muitos cristãos em um futuro mais alinhado com os valores da fé e da justiça social.



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Lúdio aposta em 40% de votos a Lula e Natasha no 2ª turno em MT

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O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) acredita no crescimento da candidata ao governo de Mato Grosso, Natasha Slhessarenko (PSD), e nas condições de chegar ao segundo turno das eleições em primeiro lugar. Para ele, o desempenho da candidata será impulsionado principalmente pelos debates e pela associação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo Lúdio, o percentual apresentado por Natasha nas pesquisas neste início de campanha representa um “bom ponto de partida” para a disputa. Ele avalia que a exposição nos programas de televisão, inserções, entrevistas e debates fará com que a candidata se torne mais conhecida pelo eleitorado.

“Natasha vai se tornar conhecida a partir da propaganda eleitoral, dos programas de TV, das inserções, das entrevistas e dos debates. Nós estamos no início da campanha e, na minha opinião, o percentual que ela tem nessa pesquisa é um bom ponto de partida para a disputa das eleições, para chegar ao segundo turno e para vencer as eleições”, disse.

Lúdio também avaliou positivamente a participação de Natasha nos primeiros debates e aproveitou para criticar os adversários. Na avaliação do deputado, a candidata foi firme e propositiva, enquanto os demais concorrentes tiveram desempenho ruim.

“A Natasha foi firme, propositiva, não caiu em provocação, fez um bom debate e continuará fazendo bons debates”, disse.

O petista aposta ainda na transferência de votos de Lula para Natasha. Ele acredita que o presidente terá mais de 40% dos votos em Mato Grosso e que a maior parte desse eleitorado deverá acompanhar a candidata do PSD.

“Até porque a Natasha é a candidata do Lula e quem vota em Lula votará em Natasha até o dia 4 de outubro”, afirmou.
Para Lúdio, esse movimento poderá colocar Natasha na liderança já no primeiro turno e garantir uma vantagem importante na segunda etapa da eleição.

“Eu tenho essa leitura de que o Lula terá mais do que 40% dos votos em Mato Grosso e esses votos serão, a grande maioria, transferidos para a Natasha, e a Natasha passará o segundo turno em primeiro lugar”, declarou.



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Confira agenda dos candidatos à Presidência nesta segunda-feira

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Depois de um fim de semana de agenda intensa e de um domingo que foi de panfletaço, caminhada e conversas com eleitores, a segunda-feira (31), por enquanto, deverá ser de reunião com equipe de campanha ou sem atividades públicas para a maioria dos presidenciáveis.

Por enquanto, temos a agenda de Ronaldo Caiado, do PSD, que, em São Paulo, se reúne com a Anfavea, que é a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores e com o Sindicato da Indústria da Construção Civil. Também em São Paulo, Renan Santos, do Missão, concede entrevista e participa de sabatina.

Quatro candidatos estão no Sul. Hertz Dias, do PSTU, estará em Porto Alegre se reunindo com sindicalistas. Clariana Barão, do Democracia Cristã, dá entrevista para veículos locais, e Romeu Zema, do Novo, se reúne com  moradores do bairro Santa Cândida em Curitiba, Augusto Cury, do Avante, também estará em Curitiba e depois segue para Florianópolis, se reúne com pessoal da área de tecnologia e com empresários.




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O plano bilionário da China para fazer uma nova revolução industrial com milhões de robôs

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Robô garçom vira atração em padaria e aumenta faturamento em até 60% no interior de SP
“Tiro um cochilo e o mundo muda”, diz Chen Tianyu. Aos 28 anos, ele se mantém atualizado sobre as tecnologias mais recentes passando seu tempo livre em fábricas que estão migrando para a automação. Assim, sabe o que priorizar ao ministrar suas aulas sobre inteligência artificial (IA) e robótica.
Diante dele, cerca de 30 estudantes universitários estudam programação. Um deles digita freneticamente enquanto os olhos alternam rapidamente entre a tela e o robô: “A ideia é que ele pegue aquela peça cilíndrica e a mova para lá”.
Uma fileira de robôs industriais aguarda programação e, em outra parte da sala de aula, estudantes tentam desenvolver instrumentos médicos robóticos. Enquanto os orienta, Chen afirma: “Se o mundo da IA ​​e da robótica não precisar de você, certamente você estará entre os que serão descartados”.
Para as pessoas nesta sala, este é um passo — ou melhor, um salto — em direção a um futuro que a China constrói meticulosamente: o plano de US$ 20 bilhões (ou R$ 103,1 milhões) de Xi Jinping para colocar o país na vanguarda da inovação e em concorrência direta com os Estados Unidos.
As evidências estão por toda parte. Eles estão no Instituto Técnico de Hangzhou, uma das várias escolas profissionalizantes enormes, construídas especificamente para esse fim, que visam formar a próxima geração de engenheiros com domínio tecnológico.
O campus fica nos arredores de Hangzhou, uma antiga capital imperial cujo horizonte futurista é apenas o primeiro indício de seu papel como um polo tecnológico global.
Em todo o país, há mais de 2 milhões de robôs operando nas fábricas chinesas — um número superior ao de qualquer outro lugar —, e essa quantidade continua a crescer em ritmo extraordinário.
É um compromisso que certamente mudará o mundo, assim como ocorreu na última vez em que a economia chinesa passou por uma transformação gigantesca. O país já exporta seus robôs para todo o globo: mais da metade dos robôs industriais do mundo é fabricada na China.
O que não está tão claro é o impacto de uma automação tão abrangente em um país que ocupa o centro da manufatura, do comércio e da inovação globais.
O que isso significa para a mão de obra humana da China? E como poderíamos mensurar o custo dessa transformação em um regime que controla as informações de forma tão rígida?
O futuro dos trabalhadores chineses é incerto diante da revolução industrial que o mundo acompanha: redes de energia solar de última geração, horários de pico silenciosos graças aos veículos elétricos e máquinas que se movem mais rápido do que Usain Bolt.
No fim de semana, a China sediou a segunda edição dos Jogos Mundiais de Humanoides, onde robôs disputaram lutas de boxe, corridas de velocidade e marchas.
O que impulsiona esse espetáculo é uma outra revolução, menos visível, que ocorre dentro de fábricas e salas de aula.
A BBC visitou instalações industriais onde robôs que não têm aparência humana, nem dançam ou saltam no palco, soldam, pintam, içam cargas, montam peças e trabalham ininterruptamente, sem pausas ou benefícios trabalhistas.
Alguns são projetados para construir outros robôs. Também estivemos em centros de treinamento onde a China prepara as pessoas que trabalharão ao lado de sua força de trabalho robótica.
É uma oportunidade de acompanhar de perto o que Xi chama de “novas forças produtivas” da China — e como elas podem remodelar o país.
Mais de 2 milhões de robôs trabalham ao lado de pessoas nas fábricas da China
BBC
No chão de fábrica da cidade de Chengdu, no sul do país, o antigo e o novo trabalham lado a lado.
Uma linha de montagem composta por cerca de 30 homens e mulheres de meia-idade realiza tarefas de parafusamento, perfuração e polimento no principal produto da CRP Technology: um braço robótico capaz de executar diversas funções industriais.
No mesmo ambiente, quatro jovens engenheiros estão reunidos em torno de um console, tentando decifrar a programação de um protótipo — um novo robô que, esperam eles, ajudará a construir outros robôs.
Um deles, Pang Kai, que tem 31 anos e integra a equipe de pesquisa e desenvolvimento, empurra a estrutura elegante do robô pelo recinto.
Afinal, essa futura força de trabalho da China ainda não está pronta para entrar em ação plenamente; por enquanto, o robô só consegue realizar movimentos simples e repetitivos, como ler um código QR.
“Talvez daqui a seis meses ele consiga realizar outra tarefa”, diz Pang, com um sorriso no rosto. É um longo caminho a se percorrer, e a equipe celebra cada pequena conquista.
A CRP Technology, que emprega 300 pessoas, fabrica braços robóticos há nove anos. Cada braço pode ser adaptado às necessidades de uma fábrica para auxiliar na produção de automóveis, eletrônicos ou turbinas eólicas.
A empresa diz que um único braço pode ser programado para executar mais de 90% das tarefas repetitivas.
Os engenheiros também se perguntam se, um dia, poderão substituir a mão de obra da própria empresa.
“Queremos que nosso novo robô seja como os seres humanos. Esperamos que ele consiga pensar por conta própria”, diz Pang. “Precisamos desse tipo de robô porque, em dez anos, talvez não tenhamos trabalhadores suficientes na China.”
Pang Kai faz parte da equipe de pesquisa e desenvolvimento
BBC
A redução da população e o envelhecimento da força de trabalho são mais um motivo pelo qual Pequim tem pressa em revolucionar suas fábricas.
Até 2035, mais de um terço da população da China terá mais de 60 anos, segundo estimativas oficiais.
O país também perderá quase 60 milhões de habitantes na próxima década — um número quase equivalente à população da França —, de acordo com algumas projeções.
A esperança é que o aumento da automação preencha essa lacuna iminente na força de trabalho antes que ela comece a afetar uma economia que já apresenta ritmo lento.
No entanto, a velocidade dessa transição é fundamental. Cerca de 120 milhões de pessoas ainda trabalham no setor manufatureiro. Se a China avançar rápido demais, poderão ocorrer perdas de empregos, o que representa um golpe catastrófico para milhões de pessoas que dependem dos salários das fábricas.
“Em teoria, as máquinas podem trabalhar 24 horas por dia, o que é certamente uma vantagem em relação aos trabalhadores humanos. Mas as máquinas também exigem manutenção. Precisamos de tempo para isso todos os dias e, mensalmente, a linha de produção também requer inspeção e reparos”, diz Cao Li, vice-presidente da Leapmotor, fabricante de veículos elétricos.
Cada vez mais populares na Europa e no Reino Unido, os carros da empresa — acessíveis e com foco em tecnologia — são montados na fábrica de Hangzhou, com robôs auxiliando o processo em todas as etapas. Ao final da linha de montagem, surgem mais trabalhadores humanos.
A empresa conta com mais de 25 mil funcionários, e centenas deles realizam as verificações finais à medida que os veículos novos passam pela linha. Chegará o dia em que eles não serão mais necessários?
“É perfeitamente possível”, diz Cao. “E isso pode acontecer relativamente rápido. Nas áreas de produção, incluindo estampagem, soldagem e pintura, já alcançamos praticamente 100% de automação.”
Máquinas fazem parte de todas as etapas da fabricação dos veículos elétricos da Leapmotor, na China
BBC
A China leva vantagem sobre os EUA graças à sua enorme base industrial. Motores, baterias, eletrônicos, engrenagens, sensores — tudo o que é necessário para construir a estrutura de um robô está prontamente disponível.
“A China também tem uma visão. Tem um plano. Eles sabem onde querem estar daqui a cinco anos. O planejamento ocorre em alto nível, mas é desdobrado para as regiões e municípios”, afirma a Susanne Bieller, secretária-geral da Federação Internacional de Robótica.
“Se você quiser construir um robô em Shenzhen, encontrará um ecossistema completo. Leva-se menos de uma hora para obter os componentes necessários para fabricá-lo. Na Europa, isso pode levar até uma semana.”
No entanto, ela reconhece que, embora a China seja eficiente na construção da estrutura física, os EUA ainda lideram o desenvolvimento do “cérebro” — o que inclui a criação da IA ​​para programar os robôs.
Ainda assim, empresas chinesas como a DeepSeek e a Moonshot vêm lançando novos modelos de IA que, segundo elas, podem competir com as principais empresas americanas.
Impulsionada por uma abordagem de código aberto, conhecida como open-source, na qual startups de IA compartilham seus códigos, a inovação chinesa conseguiu reduzir a distância em relação aos líderes mais rapidamente do que o esperado, apesar dos controles de exportação dos EUA sobre chips avançados críticos.
Analistas acreditam agora que a próxima etapa dessa corrida será definida não por quem possui o melhor modelo de linguagem, mas por quem conseguir incorporar essa inteligência a milhões de máquinas.
A inovação chinesa está impulsionando as fábricas do país mais rápido do que o esperado
BBC
É por isso que a China também está investindo na formação de uma geração de estudantes que aprendem a imaginar o que pode vir a seguir.
No Instituto Técnico de Hangzhou, por exemplo, os jovens podem ingressar a partir dos 15 anos. E a escala do que é ensinado pode impressionar. Há um prédio inteiro dedicado a motores e aeronáutica, além de um andar de acesso restrito para alunos que trabalharão para manter a China na vanguarda do processamento de terras raras — outra commodity crucial na disputa com Washington.
Alguns veem isso como uma solução para a taxa de desemprego juvenil persistentemente alta na China, onde um em cada cinco jovens enfrenta dificuldades para encontrar trabalho.
“Nossos alunos são muito requisitados e podem até ser contratados antecipadamente por empresas. Eles não precisam se preocupar com emprego, e realizamos competições como parte de seu treinamento”, diz Chen, o jovem professor.
“É melhor encontrar seu lugar na onda tecnológica. No processo de progresso, mudanças estruturais são inevitáveis, e é exatamente nessas mudanças estruturais que residem as futuras oportunidades de emprego para os estudantes.”
No entanto, a China ainda enfrenta desafios econômicos sérios, desde uma crise imobiliária que se arrasta até a enorme dívida dos governos locais e um consumo persistentemente baixo.
Não está claro se — ou como — a revolução promovida por Pequim resolverá esses problemas, e é difícil avaliar o que pensam, sobre as mudanças que se aproximam, aqueles cujos empregos estão ameaçados. Será que os robôs criarão prosperidade para eles ou simplesmente tomarão muitos de seus postos de trabalho?
“Meus alunos me perguntam o que acontecerá no futuro”, diz Chen. “Eu respondo que não sei. A tecnologia muda muito rápido. Mas não podemos ficar parados e acomodados. Precisamos avançar para ver do que somos capazes.”
Alunos aprendendo robótica no Instituto Técnico de Hangzhou, uma das muitas novas escolas profissionalizantes da China
BBC



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