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Preço dos alimentos: o que ficou mais caro e o que barateou no 1º semestre

HENRIQUE by HENRIQUE
10 de julho, 2026
in DESTAQUES, GERAL
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Preço dos alimentos: o que ficou mais caro e o que barateou no 1º semestre
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A inflação de alimentos teve queda de 0,24% em junho, registrando a maior variação negativa e o maior impacto negativo no índice geral do mês.
Celso Tavares/g1
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, subiu 0,16% em junho, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Entre os grupos pesquisados, a Habitação teve a maior alta de preços no mês e foi o que mais pressionou a inflação.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Por outro lado, a inflação dos alimentos caiu 0,24% em junho e teve o maior impacto negativo sobre o índice geral do mês.
Os preços dos alimentos consumidos em casa tiveram queda de 0,39%, depois de uma alta de 1,65% em maio, com influência das quedas do café moído (-3,72%), das frutas (-1,58%) e das carnes (-0,64%). No lado das altas destacam-se o feijão-carioca (8,31%) e a batata-inglesa (3,57%).
Já a alimentação fora de casa subiu 0,15% em junho, uma desaceleração em relação a maio (+0,49%).
Contas de luz sobem até o triplo da inflação
Abaixo veja os 20 alimentos que mais encareceram e que mais baratearam no 1º semestre deste ano.
Alimentos que ficaram mais caros
Pepino: 155,47%
Cenoura: 103,14%
Tomate: 82,41%
Batata-inglesa: 82,11%
Morango: 60,97%
Cebola: 53,34%
Feijão-carioca (rajado): 52,82%
Repolho: 29,79%
Açaí (emulsão): 27,64%
Abobrinha: 23,46%
Feijão-preto: 22,62%
Leite longa vida: 22,08%
Couve-flor: 21,96%
Brócolis: 19,72%
Feijão-mulatinho: 19,22%
Manga: 19,17%
Couve: 17,73%
Batata-doce: 15,92%
Peito bovino: 13,02%
Alimentos que ficaram mais baratos
Abacate: -41,3%
Laranja-baía: -32,81%
Laranja-lima: -23,36%
Banana-maçã: -18,9%
Maracujá: -12,93%
Café moído: -11,49%
Maçã: -11,03%
Açúcar refinado: -10,78%
Limão: -9,45%
Óleo de soja: -9,25%
Banana-d’água: -8,31%
Açúcar demerara: -8,23%
Açúcar cristal: -7,77%
Laranja-pera: -7,03%
Azeite de oliva: -6,67%
Carne de porco: -5,64%
Farinha de trigo: -4,77%
Pimentão: -4,73%
Café solúvel: -4,34%
Frango em pedaços: -4%
Por que as hortaliças ficaram mais caras
Problemas climáticos e redução da produção em momentos importantes da safra são alguns dos fatores que explicam a alta de preços das hortaliças.
O pepino, por exemplo, sofreu com o calor nas principais regiões produtoras, especialmente em São Paulo e em Minas Gerais, segundo o relatório do índice Ceagesp, publicado em maio. O calor excessivo afetou a produtividade das plantações – ou seja, a quantidade colhida por hectare –, o que diminuiu o volume colhido.
No caso da cenoura, o excesso de chuvas em parte da safra comprometeu a qualidade das raízes, provocando deformações e doenças. Isso reduziu a quantidade de cenouras aptas para comercialização.
Em relação ao tomate, a queda das temperaturas e o aumento da umidade atrasaram a maturação dos frutos e favoreceram a proliferação de fungos e bactérias nas lavouras. Com menor produtividade e menos tomate chegando ao mercado, os preços subiram.
Preço do tomate sobe até 40% e pesa no bolso, em Belém
Inflação em junho
O grupo de Despesas Pessoais teve a segunda maior alta entre os grupos pesquisados, depois da habitação, com aumento de 0,25%. Os principais reajustes vieram dos serviços de empregado doméstico (0,53%) e de cabeleireiro e barbeiro (0,65%).
Em Saúde e Cuidados Pessoais, que subiu 0,23%, o destaque ficou para os artigos de higiene pessoal, impulsionados pela alta de 1,12% dos perfumes.
Os planos de saúde também ficaram mais caros, refletindo o reajuste de até 5,11% autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em vigor desde maio.
Veja o resultado dos grupos do IPCA
Alimentação e bebidas: -0,24%;
Habitação: 0,63%;
Artigos de residência: 0,23%;
Vestuário: 0,17%;
Transportes: 0,17%;
Saúde e cuidados pessoais: 0,23%;
Despesas pessoais: 0,25%;
Educação: -0,02%;
Comunicação: 0,19%.
Energia elétrica desacelera, mas segue pressionando a inflação
Apesar de a alta dos preços de Habitação ter perdido força em relação a maio, quando o grupo subiu 1,11%, ele continuou sendo o que mais pressionou a inflação de junho.
Isso ocorreu principalmente por causa da energia elétrica residencial, que desacelerou de 3,67% para 1,53%, mas ainda foi o item que mais contribuiu para o resultado do mês.
Segundo o IBGE, a conta de luz continuou mais cara devido à manutenção da bandeira tarifária amarela, que acrescenta R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.
Inflação
ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO



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