[ad_1] <br><img src="https://s2-g1.glbimg.com/4I9BOt0Qjxoz4uDJfdG9HiRRUM0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/C/H/GcDP4WTguPwO67TcdebQ/2025-09-18t011709z-1036610781-rc20ugar4oh8-rtrmadp-3-meta-platforms-virtual-reality.jpg" /><br /> Manus foi comprada pela Meta Reprodução A China bloqueou nesta segunda-feira (27) a aquisição da startup de inteligência artificial Manus pela Meta. A empresa tem raízes chinesas, mas está sediada em Singapura. Em nota breve, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China — principal órgão de planejamento do país — informou que está proibindo a aquisição estrangeira da Manus e exigiu que todas as partes se retirassem do acordo. A comissão não citou a Meta pelo nome. A empresa americana é dona do Facebook e do Instagram. A decisão foi tomada pelo Escritório do Mecanismo de Trabalho para Revisão de Segurança de Investimento Estrangeiro da comissão, com base nas leis e regulamentos chineses. Ela ocorre após as autoridades chinesas anunciarem, no início deste ano, que investigariam o negócio. Mark Zuckerberg, CEO da Meta, em setembro de 2025. REUTERS/Carlos Barria A comissão não detalhou os motivos do veto. A Meta anunciou a aquisição da Manus em dezembro — um caso incomum de grande empresa de tecnologia americana comprando uma companhia de IA com fortes vínculos com a China. O acord0m várias etapas, o que ampliaria as ofertas de IA nas plataformas da Meta. A Meta havia afirmado que não haveria "nenhum interesse de propriedade chinesa" na Manus após o fechamento do negócio, e que a startup encerraria seus serviços e operações na China. Ainda assim, em janeiro, o governo chinês anunciou que investigaria se a aquisição estaria em conformidade com suas leis e regulamentos. O Ministério do Comércio da China declarou, na época, que qualquer empresa envolvida em investimentos no exterior, exportação de tecnologia, transferência de dados e aquisições transfronteiriças deve cumprir a legislação chinesa. A Meta havia informado que a maioria dos funcionários da Manus estava baseada em Singapura. Em resposta, a Meta afirmou que a transação "cumpriu integralmente as leis aplicáveis" e disse esperar "uma resolução adequada para a investigação". <br>[ad_2] <br><a href="https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/04/27/china-bloqueia-aquisicao-da-startup-de-ia-pela-meta.ghtml">Source link </a>