[ad_1] <br><div data-block-type="unstyled" data-block-weight="127"> <p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Em março, o CEO da maior gestora de ativos do mundo, a BlackRock, enviou uma carta aos investidores com uma previsão: “o velho modelo do capitalismo está se fragmentando”. No comunicado, Larry Fink afirma que a riqueza está cada vez mais concentrada e aponta o risco de que a inteligência artificial amplie ainda mais a desigualdade. É uma ideia que está em linha com o relatório publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, em dezembro de 2025: o texto indica que a IA deve gerar ganhos de produtividade de até 5% em alguns setores da economia nos próximos dois anos, mas alerta que a tecnologia pode impactar até 40% dos empregos no mundo e ampliar a desigualdade entre países e dentro das próprias sociedades. </p> </div> <br>[ad_2] <br><a href="https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2026/04/22/a-crise-do-modelo-economico-e-a-inteligencia-artificial-o-assunto-1704.ghtml">Source link </a>