[ad_1] <br><img src="https://s2-g1.glbimg.com/Tg8L4quQdxPQvF0NByJLDmSih5I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/m/D/q2i1NASaSa8cz10w16aQ/2021-08-19t193538z-601034059-rc2j8p90h6jb-rtrmadp-3-social-media-onlyfans.jpg" /><br /> OnlyFans REUTERS/Andrew Kelly A plataforma de conteúdo adulto OnlyFans está em negociações avançadas para vender uma participação minoritária que pode avaliar a empresa em mais de US$ 3 bilhões (cerca de R$ 15 bilhões). Segundo o Financial Times, a companhia, sediada em Londres, discute a venda de menos de 20% para a Architect Capital, gestora de investimentos com sede em São Francisco. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A estratégia de vender uma fatia minoritária é vista como uma forma de garantir estabilidade ao negócio após a morte de seu fundador, Leonid Radvinsky. O empresário ucraniano-americano, bilionário, faleceu no mês passado, aos 43 anos, vítima de câncer. De acordo com a reportagem, o interesse do OnlyFans na Architect Capital está ligado à experiência da gestora no setor de serviços financeiros. A plataforma britânica avalia ampliar sua atuação e oferecer produtos bancários aos criadores de conteúdo por conta das dificuldades para acessar serviços tradicionais devido à natureza de seu trabalho. 🔎O OnlyFans mantém uma política rígida de acesso, restrita a maiores de 18 anos. Dados mais recentes da Felix International, empresa controladora da plataforma, indicam que o site conta com cerca de 4,6 milhões de criadores cadastrados, que recebem 80% das receitas geradas por assinaturas, enquanto a empresa fica com 20%. A ascensão do OnlyFans começou com um modelo genérico de assinaturas, mas a plataforma ganhou escala ao focar no conteúdo adulto e oferecer comissões mais atrativas — 80% da receita fica com os criadores. O formato atraiu influenciadores e acelerou o crescimento, especialmente durante a pandemia, quando aumentou a busca por renda online. Em poucos anos, a base de usuários saltou de milhões para centenas de milhões, atingindo 377 milhões de fãs e 4,6 milhões de criadores em 2024. O sucesso do modelo também influenciou outras redes sociais, como Instagram e X, a adotarem ferramentas de conteúdo pago. Hoje, a plataforma movimenta bilhões em assinaturas e permite que usuários comprem conteúdos e interajam diretamente com os criadores. No ano encerrado em 30 de novembro de 2024, a empresa registrou receita de US$ 1,4 bilhão e lucro antes de impostos de US$ 684 milhões, alta de 4% na comparação anual. No mesmo período, os pagamentos aos criadores somaram US$ 7,2 bilhões, avanço de quase 10%. Caso avance a negociação para venda de uma participação minoritária, o controle da empresa deve permanecer com o fundo familiar que detém as ações de Leonid Radvinsky. Os bastidores, as estratégias e a rotina de quem ganha a vida vendendo vídeos de sexo <br>[ad_2] <br><a href="https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/04/17/apos-a-morte-do-fundador-onlyfans-busca-novo-investidor-em-acordo-bilionario.ghtml">Source link </a>