[ad_1] <br><img src="https://jornaldematogrosso.com.br/imagens/658x420/posts/2026/03/138325_criancas-caminhando-webp.webp" /><br><div><p data-start="298" data-end="714">O crescimento infantil segue um ritmo próprio, mas quando acontece de forma mais lenta do que o esperado, pode ser um sinal de alerta. Muitas vezes, essa percepção surge no ambiente escolar, onde as diferenças de altura entre crianças da mesma idade ficam mais evidentes. Segundo o endocrinologista pediátrico Dr. Miguel Liberato*, a observação atenta é fundamental para identificar possíveis alterações precocemente.</p><p data-start="716" data-end="982">"A escola é um espaço onde essas diferenças se tornam mais visíveis, seja em filas, fotos ou atividades em grupo. Quando uma criança permanece consistentemente menor que os colegas ao longo do tempo, é importante acompanhar com mais atenção", explica o especialista.</p><p data-start="984" data-end="1545">Entre os principais sinais de alerta está a desaceleração do crescimento. Isso pode ser percebido quando a criança demora mais que o esperado para trocar o tamanho das roupas e calçados ou quando a diferença de altura em relação aos colegas aumenta progressivamente. Nesses casos, o acompanhamento da curva de crescimento é essencial.</p><blockquote><p data-start="984" data-end="1545">"Mais importante do que a altura em um único momento é a velocidade com que a criança cresce ao longo do tempo. A curva de crescimento permite identificar precocemente quando algo não está dentro do esperado."</p></blockquote><p data-start="1547" data-end="2007">O crescimento ocorre em fases distintas ao longo da infância. No primeiro ano de vida, a criança pode crescer cerca de 25 centímetros. No segundo ano, esse ritmo diminui para aproximadamente 12 centímetros. Dos três anos até o início da puberdade, o crescimento médio esperado varia entre 5 e 7 centímetros por ano. Já na puberdade, ocorre um novo pico de crescimento, quando meninas podem crescer de 8 a 9 centímetros por ano e meninos, de 9 a 10 centímetros.</p><p data-start="2009" data-end="2307">Quando esse ritmo está abaixo do esperado, é importante investigar as possíveis causas. Entre elas estão alterações hormonais, como deficiência do hormônio do crescimento e hipotireoidismo, além de fatores nutricionais, doenças crônicas, condições genéticas e alterações no desenvolvimento puberal.</p><p data-start="2309" data-end="2693">Um equívoco comum, segundo o especialista, é atribuir a baixa estatura apenas à herança familiar ou esperar que o crescimento se normalize espontaneamente na adolescência. "Nem toda criança terá um estirão capaz de compensar um crescimento lento. Identificar alterações precocemente permite intervenções adequadas e aumenta as chances de alcançar o potencial de crescimento", explica.</p><p data-start="2695" data-end="3036" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Por isso, o acompanhamento regular com o pediatra e a atenção ao ritmo de crescimento são fundamentais. "Quando há sinais de desaceleração ou diferença persistente em relação ao padrão esperado, a avaliação especializada é uma forma de garantir que a criança se desenvolva com saúde e dentro do seu potencial", conclui o Dr. Miguel Liberato.</p><p data-start="2695" data-end="3036" data-is-last-node="" data-is-only-node=""><i>Dr. Miguel Liberato é endocrinologista pediátrico formado em Pediatria (CRM 170830) na Universidade Federal do Espírito Santo, com especialização pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e título pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.</i></p></div> <br>[ad_2] <br><a href="https://jornaldematogrosso.com.br/noticia/138325/crescimento-infantil-lento-veja-quais-sao-os-sinais-de-alerta.html">Source link </a>