Polícia diz não haver indícios de que Adalberto tivesse algum caso extraconjugal. As mensagens localizadas no celular dele não mostraram nada de suspeito.
Última pessoa a ver Adalberto vivo é o amigo dele, Rafael Alistre. Ele já prestou depoimentos e disse ter visto o empresário pela última vez por volta das 21h do dia 30. Depois disso, os passos percorridos pela vítima ainda são um mistério para a polícia.
Laudo do IML apontou a presença de sêmen na região íntima do empresário. Entretanto, a polícia afirma que isso não é indicativo de que ele tenha mantido relação sexual antes de morrer. Conforme os investigadores, como a causa provável da morte foi asfixia, é comum que a liberação de secreções como o sêmen, por exemplo.
Área do Autódromo em que ele foi achado morto não tem câmeras de vigilância. Uma das linhas de investigação é que o empresário tenha sido assassinado por seguranças do local. Entretanto, a motivação para o crime é desconhecida. Por enquanto, todas as possibilidades são levadas em consideração pelos investigadores.
Morte lenta e agonizante
Adalberto não morreu de forma instantânea e foi vítima de um assassinato “lento e sofrido”. “[Ele teve] uma morte lenta, agonizante… Ele podia estar tentando respirar”, segundo a diretora do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), Ivalda Aleixo.
noticia por : UOL



