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Torcida do Brasil zicou a França? Classificação da Espanha para a final da Copa rende memes

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Pedro Porro, da Espanha, comemora o segundo gol da equipe em jogo contra França
REUTERS/Hannah Mckay
A classificação da Espanha para a final da Copa do Mundo nesta terça-feira (14) rendeu memes. Nas redes sociais, várias pessoas brincaram que a torcida dos brasileiros pela França deu azar.
Muitos brasileiros estavam torcendo para a França por entenderem que a equipe liderada por Mbappé teria mais condições de vencer a Argentina de Messi na final.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A partida terminou com vitória da Espanha por 2 a 0, com gols de de Mikel Oyarzabal e Pedro Porro.
A Argentina e a Inglaterra se enfrentarão na quarta-feira (14) para decidir quem segue para a final da Copa do Mundo.
Confira os memes:
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Agora no g1

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Donald Trump anuncia importante declaração sobre eleições

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O ex-presidente Donald Trump anunciou que fará um “grande anúncio” em breve, gerando expectativa entre seus apoiadores e analistas políticos. O foco da declaração está relacionado a questões eleitorais, que têm sido um tema central em sua trajetória política.

Contexto do anúncio

Nos últimos anos, Trump tem se mantido como uma figura polarizadora na política americana. Desde sua saída da presidência, ele tem continuado a influenciar o Partido Republicano e a base de apoiadores, que o veem como um defensor dos valores conservadores e da liberdade religiosa. O anúncio iminente promete trazer à tona novas informações sobre suas intenções para o futuro político, especialmente com as eleições se aproximando.

O que aconteceu

Durante um evento recente, Trump mencionou que seu anúncio abordará questões cruciais relacionadas ao processo eleitoral. Embora os detalhes ainda sejam escassos, a expectativa é que ele revele planos ou estratégias que possam impactar as próximas eleições. Essa abordagem é vista como uma tentativa de reafirmar sua posição dentro do partido e mobilizar sua base de apoio.

Reações ao anúncio

A reação ao anúncio de Trump tem sido mista. Enquanto seus apoiadores expressam entusiasmo e expectativa, críticos alertam para o potencial de divisões ainda maiores dentro do Partido Republicano. Analistas políticos sugerem que a declaração pode ser uma tentativa de consolidar seu poder e influência, especialmente em um momento em que a política americana está cada vez mais polarizada.

O que esperar

Com a proximidade das eleições, a declaração de Trump pode ter implicações importantes para o futuro político dos Estados Unidos. A expectativa é que ele utilize essa oportunidade para galvanizar seu apoio e apresentar uma visão clara para os eleitores. Para os cristãos, a forma como ele aborda temas como liberdade religiosa e valores familiares será crucial.

À medida que o anúncio se aproxima, será essencial acompanhar as repercussões e como isso afetará o cenário político e social. A comunidade cristã deve estar atenta e orar por discernimento e unidade em meio às divisões.

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Venezuela já contabiliza 4.734 mortos e 16 mil feridos após terremotos

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Os terremotos que atingiram a Venezuela no final de junho já deixaram 4.734 mortos. Além disso, já foram registrados 16.740 feridos. Os dados foram atualizados nesta terça-feira (14) pelo Presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez Gómez.

O parlamentar informou uma série de outros números sobre os impactos do desastre na Venezuela. O número de resgatados é de 6.462, 20 mil pessoas estão em acampamentos, 190 edifícios caíram e 856 prédios foram afetados.

No dia 24 de junho, terremotos de 7,2 e 7,5 na escala Richter, de força muito destrutiva, ocorreram com menos de um minuto de intervalo e causaram milhares de desabamentos em diversas regiões do país. As áreas mais afetadas foram La Guaíra e Caracas.

O drama vivido no país vizinho motivou a solidariedade mundo afora. Países como Estados Unidos, China, Brasil, México, Reino Unido, entre outros, enviaram equipes de resgate, equipamentos, remédios e alimentos para a Venezuela.

Recentemente, a presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, agradeceu ao governo brasileiro pela ajuda prestada. O Brasil enviou medicamentos e insumos médicos, como seringas, luvas, máscaras, gazes e ataduras.



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Por que o PIX se tornou um foco da ofensiva comercial de Trump contra o Brasil?

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Agora no g1
O que começou como uma ferramenta para transferências instantâneas de dinheiro se transformou em um dos meios de pagamento mais usados pelos brasileiros. Em poucos anos, o PIX passou a liderar as transações no país e agora também entrou no centro de uma disputa comercial entre Brasil e Estados Unidos.
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A poucos meses das eleições presidenciais brasileiras, o sistema de pagamentos criado pelo Banco Central virou um dos pontos de atrito entre o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a gestão de Donald Trump.
Washington acusa o Brasil de favorecer um sistema estatal de pagamentos e dar tratamento considerado desfavorável a empresas americanas que atuam no setor, especialmente as operadoras de cartões de crédito.
“A gente não precisa pagar taxa nenhuma pelo PIX. Com cartão de crédito tem taxa, anuidade, taxa do banco… Com o Pix não”, disse à AFP Paulo Ricardo Conceição, dono de um quiosque de bebidas na Praia de Copacabana que exibe o logotipo do sistema.
Além do PIX, o governo americano questiona outras políticas brasileiras que considera discriminatórias. Com base nessas críticas, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) avalia a adoção de tarifas de 25% sobre parte das exportações brasileiras. A decisão deve ser anunciada nos próximos dias.
LEIA TAMBÉM:
Brasil vai aos EUA tentar barrar tarifaço de Trump; veja os argumentos da indústria e do agro
Tarifaço de Trump: audiência decisiva para futuro das taxas sobre produtos brasileiros encerra inscrições; veja como funciona
Por que o PIX é importante?
Lançado em 2020, o PIX se tornou o meio de pagamento mais utilizado no Brasil. Segundo o Banco Central, responsável por desenvolver o sistema, ele responde por 54% de todas as transações realizadas no país.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou, em carta enviada ao USTR, que o PIX conseguiu incluir milhões de brasileiros que antes estavam fora do sistema bancário tradicional.
Hoje, cerca de 80% da população utiliza a ferramenta para fazer pagamentos e transferências dos mais variados valores — da compra de um coco na praia à aquisição de um imóvel — em poucos segundos.
“Antigamente a gente tinha que andar com dinheiro. Agora você pega só o celular e faz o PIX na hora. Acho que facilitou bastante a vida de todo mundo”, afirmou à AFP Ingrid Ferreira, servidora pública de 32 anos, em Brasília.
A ampla adesão fez do PIX um dos poucos temas que reúnem apoio em diferentes grupos políticos. Pesquisas indicam que mais de 90% dos brasileiros avaliam positivamente o sistema.
O que os Estados Unidos contestam?
Na avaliação de Washington, o Banco Central exerce ao mesmo tempo o papel de operador e de regulador do PIX, o que configuraria um conflito de interesses e colocaria empresas americanas em desvantagem competitiva.
O governo de Trump também afirma que os bancos são obrigados a destacar o PIX na página inicial de seus aplicativos e não podem cobrar tarifas dos usuários pelo serviço.
“Isso força os provedores americanos a promoverem seu concorrente brasileiro”, afirmou o USTR, que considera esse tratamento “injusto”.
Segundo uma fonte do governo brasileiro ouvida pela AFP, a principal insatisfação parte das empresas de cartão de crédito, cuja participação nas transações realizadas no país caiu de 23% para 15% desde o lançamento do PIX.
“Grande parte da população brasileira trabalha na informalidade ou é formada por pequenos empresários e microempreendedores, que antes dependiam muito das grandes operadoras de cartão e precisavam pagar taxas”, explicou à AFP Marco Sanfins, professor da Universidade Federal Fluminense.
Como o Brasil responde?
O governo brasileiro rejeita as acusações e argumenta que o PIX ampliou o mercado de pagamentos digitais, beneficiando inclusive empresas americanas, como Google e Visa.
O Banco Central também afirma que, desde a criação do PIX, o número de usuários de cartões no país continuou crescendo.
Segundo Brasília, o governo americano também vê o PIX e sistemas semelhantes como uma possível ameaça à predominância internacional do dólar.
Além do Brasil, países como Quênia, Nigéria, Índia e Colômbia também desenvolveram sistemas nacionais de pagamentos instantâneos.
Por que o tema ganhou dimensão política?
A disputa ocorre em um momento de forte tensão política entre Brasil e Estados Unidos. Em outubro, Lula disputará a reeleição contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Trump impôs tarifas ao Brasil no ano passado e classificou o julgamento de Jair Bolsonaro como uma “caça às bruxas”. Posteriormente, a maior parte dessas tarifas foi revogada.
Diante das críticas americanas ao PIX, Flávio Bolsonaro buscou se distanciar da posição de Washington em relação a um sistema implantado durante o governo de seu pai.
“O PIX é bom para o Brasil. E, por incrível que pareça, é bom também para os Estados Unidos”, afirmou o senador após participar de um encontro no USTR, em Washington.
Governo Trump conclui que Pix é ‘injusto’: por que sistema brasileiro incomoda tanto os EUA e o que pode acontecer com ele agora?
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Eleitores de Idaho decidirão sobre proibição do aborto: votação em novembro

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Em novembro de 2026, os eleitores de Idaho terão a oportunidade de decidir se mantêm ou derrubam uma lei estadual que proíbe o aborto na maioria das circunstâncias. Essa votação é vista como um marco importante na luta pela vida e pela liberdade de escolha no estado.

Contexto da Proibição do Aborto em Idaho

A proibição do aborto em Idaho foi implementada em um contexto de crescente mobilização em defesa da vida. Com a aprovação de leis mais restritivas em vários estados americanos, Idaho se juntou a essa tendência, criando um ambiente polarizado em torno do tema. A lei atual permite o aborto apenas em casos de risco à vida da mãe ou em situações de violência sexual.

O que Aconteceu

Com a aproximação das eleições, grupos a favor e contra a proibição intensificaram suas campanhas. Os defensores da lei argumentam que a proteção da vida é um valor fundamental, enquanto os opositores afirmam que a proibição representa uma violação dos direitos das mulheres. A votação de novembro se torna, portanto, um momento decisivo para a definição das políticas de saúde reprodutiva no estado.

Reações da Comunidade Cristã

A comunidade cristã tem se mobilizado em apoio à manutenção da proibição do aborto, enfatizando a importância de defender a vida desde a concepção. Líderes religiosos têm encorajado os fiéis a se envolverem no processo eleitoral e a expressarem suas opiniões nas urnas. Para muitos, essa é uma questão de fé e moralidade que transcende a política.

“A vida é um presente de Deus e devemos lutar para protegê-la em todas as suas formas”, afirmou um pastor local em um evento recente.

— Nome do Pastor

O que Esperar para o Futuro

Independentemente do resultado da votação, o debate sobre o aborto em Idaho e em todo o país deverá continuar. A polarização em torno do tema sugere que novas iniciativas legislativas podem surgir, seja para fortalecer as restrições ou para garantir o acesso ao aborto. A participação ativa da comunidade cristã será crucial para moldar o futuro das políticas de saúde reprodutiva.

  1. A votação em novembro decidirá o futuro da proibição do aborto em Idaho.
  2. A lei atual permite aborto apenas em casos específicos.
  3. A comunidade cristã está mobilizada em defesa da vida.

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Dino dá 30 dias para Congresso explicar destinação de emendas

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Em decisão publicada nesta terça-feira (14), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou o que chamou de “terceirização de emendas” e deu prazo de 30 dias para que o Congresso explique irregularidades na destinação de recursos do orçamento federal. 

A nova decisão surge poucos dias depois de Dino ter determinado o bloqueio de R$ 119 milhões em bens do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e R$ 6 milhões do ex-deputado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. 

Ambas a ordens tiveram como base a suspeita de que os políticos estariam indicando a destinação de emendas parlamentares mesmo não possuindo mandato. Tal prática “configura-se vício insanável por violação aos princípios da moralidade, legalidade e finalidade”, acrescentou. 

Na decisão desta terça (14), Dino escreveu ser “totalmente anômalo que ex-parlamentares mantenham cotas orçamentárias informais e, diretamente, transmitam ordens para funcionários da Casa Parlamentar”. 

Dino também citou relatórios do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (DenaSUS) e da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre irregularidades na destinação de emendas para a área de Saúde. 

O ministro mandou que o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) expliquem irregularidades ligadas ao uso temporário de emendas parlamentares para pagar despesas de custeio. 

Outra determinação foi para que a Advocacia-Geral da União (AGU) explique, também em 30 dias, as providências que está tomando para responsabilizar os envolvidos com as irregularidades em emendas identificadas em relatórios da CGU. 

Flávio é o atual relator de uma ação por descumprimento de preceito fundamental (ADPF) que trata do enquadramento da destinação de emendas parlamentares aos princípios de transparência e rastreabilidade previstos na Constituição. 

Desde 2022, o Supremo vem ordenando medidas para sanear o chamado “orçamento secreto”, como ficou conhecida a indicação de recursos do orçamento sem identificação do parlamentar responsável ou do beneficiário final dos recursos. 

As emendas parlamentares são um instrumento previsto na Constituição que dá o poder a deputados e senadores de indicar o destino de parte do Orçamento da União. 

 


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Guerras e tarifas levam confiança da indústria ao menor nível desde a pandemia, diz CNI

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Indústria
Pexels
A indústria brasileira está mais pessimista com os rumos da economia, pressionada pelo aumento das dúvidas e inseguranças da economia global. É o que mostra o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), que caiu 2,3 pontos em julho, chegando a 44,4 pontos.
Atualmente, o indicador está 8,9 pontos abaixo da sua média histórica, que é de 53,3 pontos.
🔎 O ICEI funciona como um termômetro para medir o humor de quem comanda as fábricas no país. Quando o índice cai, pode significar que o empresário está pisando no freio, o que costuma travar novos investimentos e contratações.
Divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), este é o menor nível de confiança do setor desde junho de 2020, quando o indicador havia despencado para 41,2 pontos devido aos impactos iniciais da pandemia de Covid-19.
índice de confiança da indústria (CNI)/ Julho de 2026
CNI
O número final do índice é composto por duas avaliações:
Momento atual: mede como os empresários avaliam a situação da economia brasileira e da própria empresa em relação aos últimos seis meses.
Expectativas: mede o que os empresários esperam para a economia e para a empresa nos próximos seis meses.
As respostas são transformadas em uma pontuação que vai de 0 a 100:
Acima de 50 pontos: confiança.
Abaixo de 50 pontos: falta de confiança.
A avaliação sobre a própria empresa tem peso maior do que a da economia em cada componente e as expectativas têm peso maior do que a avaliação do momento atual.
O que está por trás do pessimismo da indústria?
Na avaliação da CNI, a piora na confiança foi impulsionada pela percepção mais negativa sobre a economia brasileira, pelo aumento das incertezas no cenário internacional e pelo enfraquecimento das expectativas para as próprias empresas.
“O cenário se deve, possivelmente, ao aumento das incertezas do cenário externo, tanto o acirramento da guerra no Oriente Médio como também a eventual retomada de tarifas americanas sobre produtos brasileiros”, explica Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI.
Em julho de 2026, o Índice de Condições Atuais caiu para 41,6 pontos, 0,7 ponto abaixo do mês anterior.
O resultado foi puxado principalmente pela piora na percepção sobre a economia brasileira, cujo indicador recuou de 36 para 34,7 pontos. Já o índice que mede a avaliação sobre as próprias empresas caiu de 45,4 para 45,1 pontos.
índice de confiança da indústria (CNI)/ Julho de 2026
CNI
Preocupação com o futuro
O levantamento da CNI mostra uma forte queda no otimismo da indústria em relação aos próximos seis meses.
O indicador que mede as expectativas para o futuro despencou 3,1 pontos e fechou em 45,8 pontos, registrando a maior queda para um único mês desde novembro de 2022.
O resultado foi puxado principalmente pela piora nas expectativas para a economia brasileira, cujo indicador recuou de 41 para 37,2 pontos.
Já o índice de expectativas para as próprias empresas caiu de 52,8 para 50,1 pontos, praticamente eliminando o otimismo registrado nos meses anteriores e deixando o indicador no limite da neutralidade.
índice de confiança da indústria (CNI)/ Julho de 2026
CNI

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Nvidia começa a enviar um de seus chips mais poderosos para a China, diz autoridade dos EUA

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O Departamento de Comércio dos EUA já havia aprovado a venda de chips H200 para cerca de 10 empresas chinesas em maio, mas nenhuma entrega tinha sido realizada, segundo a agência. As empresas autorizadas incluíam Alibaba, Tencent e ByteDance, dona do TikTok.

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Comissão da Câmara analisa moção de repúdio a Lula e convite à PF

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Nesta terça-feira, 14 de julho de 2026, a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados se reuniu para analisar dois importantes requerimentos. Um deles propõe uma moção de repúdio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto o outro convida o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para prestar esclarecimentos sobre atrasos na implantação do novo Portal PF.

Contexto das propostas

O cenário político atual tem gerado intensas discussões sobre a segurança pública no Brasil. O requerimento que sugere a moção de repúdio a Lula foi apresentado pelo deputado Cabo Gilberto, líder da oposição, e critica declarações feitas pelo presidente sobre a Polícia Civil. Essas declarações são vistas como uma afronta ao trabalho das forças de segurança e têm gerado descontentamento entre os parlamentares da oposição.

Além disso, o convite ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, busca esclarecer a população sobre os motivos do atraso na implementação do novo Portal PF, uma plataforma que visa melhorar os serviços relacionados ao controle de armas de fogo. A falta de transparência e a demora na entrega desse projeto têm sido pontos de crítica por parte de diversos setores da sociedade.

O que aconteceu na reunião

Durante a reunião, os parlamentares discutiram a importância de garantir a segurança e a eficácia das políticas públicas voltadas para a segurança. A moção de repúdio foi defendida por membros da oposição, que argumentaram que as declarações de Lula desvalorizam o trabalho das forças de segurança e podem impactar negativamente a confiança da população nas instituições.

Por outro lado, a situação do novo Portal PF também foi abordada, com muitos questionando a capacidade do governo em implementar soluções eficazes para a segurança pública. O diretor Andrei Rodrigues, ao ser convocado, terá a oportunidade de explicar as razões por trás do atraso e apresentar um cronograma de ações para a implementação do portal.

Reações dos parlamentares

A proposta de moção de repúdio gerou reações diversas entre os parlamentares. Enquanto os opositores de Lula defendem a aprovação da moção, membros da base governista criticam a iniciativa, alegando que ela não contribui para o debate construtivo sobre segurança pública. Essa divisão reflete a polarização política que o Brasil enfrenta atualmente.

Além disso, a convocação do diretor da PF também gerou debates acalorados. Alguns parlamentares veem a convocação como uma oportunidade para esclarecer dúvidas e garantir que a população tenha acesso a informações sobre a segurança pública, enquanto outros argumentam que a convocação é uma forma de pressão política.

O que esperar para o futuro

Com a análise desses requerimentos, o futuro da segurança pública no Brasil pode ser impactado. A aprovação da moção de repúdio pode intensificar o clima de tensão entre o governo e a oposição, enquanto a resposta do diretor da PF pode influenciar a percepção pública sobre a eficácia das políticas de segurança.

Além disso, a discussão sobre a segurança pública deve continuar a ser um tema central nas próximas eleições, com os partidos buscando apresentar propostas que atendam às demandas da população por mais segurança e transparência nas ações governamentais.

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TSE sugere selo para premiar institutos de pesquisas eleitorais

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, sugeriu nesta terça-feira (14) a criação de um selo para premiar os institutos de pesquisa que mais acertarem o resultado das eleições de outubro. 

A proposta foi feita durante reunião com representantes dos institutos de pesquisa. O encontro foi marcado para discutir novas balizas para a divulgação dos levantamentos após a decisão do TSE que suspendeu uma pesquisa de intenção de voto da AtlasIntel para a presidência da República. 

No entendimento de Nunes Marques, o Selo Acurácia Eleitoral pretende reconhecer o trabalho dos institutos com “maior grau de aderência aos resultados oficiais”.

“Trata-se de um mecanismo que visa à valorização das boas práticas e ao permanente aperfeiçoamento técnico das pesquisas eleitorais, por meio do reconhecimento público às empresas que demonstrarem elevada acurácia em seus resultados”, justificou o ministro.

Após o anúncio do presidente, o TSE abriu prazo para receber, até a próxima sexta-feira (17), sugestões para a definição dos critérios para a escolha dos vencedores do selo.

Outro lado

Em nota, a Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP) criticou a proposta e ressaltou que as pesquisas medem a intenção de voto no momento em que são realizadas e não são “previsões nem promessas de resultado”.

“Entre a entrevista e a votação, eleitores mudam de opinião, deixam de votar ou alteram seu comportamento. Exigir que uma pesquisa acerte o resultado é confundir ciência com bola de cristal”, afirmou a entidade.

A ABEP também demostrou preocupação com a intenção da Justiça Eleitoral de “assumir o papel de árbitro” da qualidade das pesquisas.

“Entendemos que iniciativas dessa natureza precisam ser construídas em diálogo com a comunidade científica e com os institutos de pesquisa, para que não acabem estimulando práticas oportunistas e desvalorizando o rigor metodológico que deve orientar toda pesquisa séria”, completou. 

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