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Basquete Feminino: TV Brasil transmite neste domingo semifinal da LBF 

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Cerrado BRB e Sampaio Basquete abrem a disputa por uma vaga na grande final da Liga de Basquete Feminino (LBF) neste domingo (12), no Sesi Taguatinga, em Brasília (DF). A TV Brasil exibe todas as emoções do confronto a partir das 10h45. 

O Sampaio Basquete chega embalado após garantir a melhor campanha da fase classificatória da LBF 2026 e confirmar o favoritismo nas quartas de final, eliminando o ADRM Maringá por 2 a 0 na série melhor de três. Por ter o retrospecto superior, a equipe maranhense tem a vantagem de decidir a vaga em casa nos jogos seguintes. 

Do outro lado, o Cerrado BRB, que encerrou a primeira fase na quarta colocação, também avançou com autoridade para as semifinais ao superar o Santo André por 2 a 0. Agora, jogando diante de sua torcida no Distrito Federal, o time candango tenta usar o fator casa para largar na frente nesta série decisiva. 

Entenda os Playoffs da LBF  

A fase reúne as oito melhores equipes da temporada regular, que avançaram para as quartas de final. O caminho até a taça funciona da seguinte forma:  

  • Quartas de Final: Disputadas em séries de melhor de três jogos.  
  • Semifinais: Seguem a mesma estrutura de melhor de três.  
  • Fase Final: A temporada é decidida em melhor de cinco partidas.  

A tela do esporte feminino   

As transmissões da LBF integram a estratégia da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), gestora da TV Brasil, de valorizar o esporte feminino no país, ampliar o acesso das pessoas às competições e promover a aproximação entre o público do canal e a modalidade.   

Além dos duelos da LBF, a emissora já está exibindo as partidas do Brasileirão Feminino de Futebol da Série A1. Durante o ano, além da elite da modalidade, a TV Brasil mostra as fases decisivas das Séries A2 e A3, a partir das semifinais, e traz para a tela as emoções dos confrontos finais das categorias de base com a disputa pelo título do Brasileirão Feminino Sub-17 e Sub-20.   

As competições ganham visibilidade ainda maior por meio da parceria com os canais que fazem parte da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) e retransmitem a programação da TV Brasil em seus estados. Em 2025, a emissora também compartilhou com o público as emoções da Conmebol Copa América de Futebol Feminino.   

Ao vivo e on demand   

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Saiba como sintonizar.   

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV.   




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Ex-prefeito de Belford Roxo preso com arma de guerra é solto pelo STF

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O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a soltura de Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, preso em flagrante na última terça-feira (7). Ele foi detido por porte de arma de guerra de uso restrito, durante a sexta fase da Operação Unha e Carne.

A defesa de Canella afirma que o armamento apreendido pertence a um policial militar de sua escolta, Alexandre Paixão da Silva Júnior. Na casa do político foram localizadas ainda outras armas, munições e relógios de luxo.  

Após passar por audiência de custódia, Márcio Canella foi transferido para cadeia pública Pedrolino Werling de Oliveira, conhecida como Bangu 8, na zona oeste do Rio. Ele deixou o cargo de prefeito para concorrer a uma vaga ao Senado pelo  União Brasil.  

Na decisão de liberdade provisória, o ministro Alexandre de Moraes determinou medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de sair do país, a entrega de passaporte, o recolhimento no período noturno e a obrigação de se apresentar em juízo uma vez por semana. Também foi solicitada à Polícia Federal a suspensão do porte de arma de fogo.

Operação Unha e Carne 
A sexta fase da Operação Unha e Carne teve como objetivo desarticular uma organização criminosa suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis no grande Rio como plataforma de lavagem de dinheiro, com participação de agentes públicos.  Segundo relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o esquema criminoso teria movimentado mais de sete bilhões e meio de reais nos últimos seis anos

A ação faz parte das investigações relacionadas à decisão do Supremo Tribunal Federal na ADPF das Favelas e apura as conexões entre agentes públicos e grupos criminosos violentos em atividade no Rio de Janeiro.   




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Rev. Bernard Randall vence batalha legal após demissão e investigação

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O Rev. Bernard Randall, ex-capelão escolar, obteve uma vitória significativa em uma batalha legal que durou sete anos, após ser demitido e investigado por supostas acusações de “terrorismo”. Sua luta começou quando ele defendeu a liberdade de expressão e a pregação da Palavra de Deus em um ambiente educacional que estava cada vez mais pressionado a aceitar ideologias LGBT.

Contexto da Demissão

Em 2019, o Rev. Randall foi demitido de seu cargo de capelão em uma escola da Igreja da Inglaterra, após afirmar a alunos que eles não deveriam ser forçados a aceitar ideologias que contradizem suas crenças cristãs. Ele expressou preocupação sobre a pressão que os jovens enfrentam para aceitar a agenda LGBT, o que levou à sua demissão e a uma investigação que o rotulou como uma ameaça potencial.

O que Aconteceu na Batalha Legal

Após anos de luta judicial, o Rev. Randall finalmente conseguiu um acordo legal que reconheceu a injustiça de sua demissão. O caso levantou questões importantes sobre a liberdade religiosa e a proteção dos direitos dos cristãos em ambientes educacionais. A decisão do tribunal não apenas restaurou a honra de Randall, mas também lançou luz sobre a crescente perseguição a cristãos que se opõem a ideologias contrárias à sua fé.

Reações à Vitória

A vitória do Rev. Randall foi recebida com entusiasmo por muitos na comunidade cristã, que vê essa decisão como um sinal de esperança em tempos de crescente intolerância religiosa. “Esta vitória é um lembrete de que a liberdade de expressão e a liberdade religiosa são direitos fundamentais que devem ser protegidos”, afirmou um porta-voz de uma organização de defesa dos direitos humanos cristãos.

O que Esperar no Futuro

Com a vitória do Rev. Randall, muitos esperam que isso inspire outros cristãos a se levantarem contra a discriminação e a perseguição que enfrentam. A decisão pode incentivar um movimento maior em defesa da liberdade religiosa, especialmente em contextos onde a ideologia dominante busca silenciar a voz da fé. A batalha de Randall é um testemunho de que a fé e a coragem podem prevalecer, mesmo diante da adversidade.

“Esta vitória é um lembrete de que a liberdade de expressão e a liberdade religiosa são direitos fundamentais que devem ser protegidos”.



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Copa do Mundo 2026: morre jogador Jayden Adams, da África do Sul

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Jayden Adams, meia do Mamelodi Sundowns e da seleção da África do Sul, morreu neste sábado (11), aos 25 anos.

O corpo do jogador, que disputou a Copa do Mundo de 2026 pela seleção sul-africana, foi encontrado morto em uma casa em Schotschekloof, um bairro na região central da Cidade do Cabo, na manhã deste sábado (11).

Apesar das circunstâncias da morte ainda não terem sido reveladas, a notícia foi confirmada por familiares e representantes do jogador. A polícia local investiga o caso.

Adams esteve em campo nos três jogos da fase de grupos e, na derrota por 1 a 0 e eliminação da África do Sul para o Canadá, ficou no banco de reservas.




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A experiência do Novo em 2018 e as lições para o Missão em 2026

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A experiência do partido Novo nas eleições de 2018 oferece lições valiosas para o partido Missão, antigo MBL, em 2026, especialmente no que diz respeito à utilização de ferramentas digitais para a evangelização. O Novo, ao lançar João Amoêdo como seu candidato, conseguiu estabelecer um discurso que ressoou com muitos eleitores, algo que o Missão pode replicar em sua jornada.

Contexto: O que aconteceu em 2018

Na sua primeira disputa nacional, o Novo se destacou ao apresentar João Amoêdo como um candidato que defendia princípios liberais e uma gestão eficiente. Em um cenário político polarizado entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, o Novo se posicionou como uma alternativa focada na redução do Estado e na promoção do mérito e da eficiência. Essa abordagem, embora tenha sido bem recebida em 2018, não se sustentou nas eleições subsequentes, levando a uma reflexão sobre como manter a conexão com os eleitores.

O que a Missão pode aprender

Para 2026, o Missão tem a oportunidade de aplicar as lições aprendidas pelo Novo, mas com uma vantagem significativa: a presença de uma máquina digital robusta que não estava disponível em 2018. Essa nova realidade permite que o Missão alcance um público mais amplo, utilizando as redes sociais e outras plataformas digitais para o anúncio do Evangelho.

O uso de estratégias digitais pode ajudar a conectar missionários com comunidades que precisam de apoio espiritual e material. Além disso, a experiência do Novo em 2018 mostra a importância de um discurso claro e coeso que ressoe com as preocupações e necessidades da população.

Reações e expectativas para o futuro

Os líderes do Missão estão cientes do potencial que as novas ferramentas digitais oferecem e estão se preparando para implementar estratégias que possam aumentar a eficácia do trabalho missionário. A expectativa é que, ao aprender com os acertos e erros do passado, a Missão consiga não apenas expandir sua presença, mas também fortalecer a fé e a comunidade cristã em diversas regiões.

“A tecnologia é uma aliada poderosa na evangelização e pode transformar vidas se usada corretamente.”

Conclusão: O caminho a seguir

À medida que o Missão se prepara para as eleições e para o trabalho evangelístico em 2026, é fundamental que os líderes reflitam sobre as experiências passadas e se adaptem às novas realidades. A combinação de um discurso eficaz e o uso de ferramentas digitais pode ser a chave para um impacto significativo na sociedade, promovendo a liberdade religiosa e apoiando a igreja perseguida.



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Exposição O Tempo das Plantas propõe troca cultural e desaceleração

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A partir deste sábado (11), na histórica Casa Pacheco Leão, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, será inaugurada a exposição O Tempo das Plantas, que propõe uma reflexão sobre circulação de espécies, memória, ciência e intercâmbios culturais entre territórios e saberes. A mostra faz parte dos eventos do Ano Cultural Brasil-China. 

Com o chá e o café como condutores, a exposição pretende que o público desacelere e observe o mundo a partir do tempo das plantas.

A narrativa parte das origens da Camellia sinensis, nas montanhas do sul da China, e do Coffea arabica, nas terras altas da Etiópia, do Quênia e do Sudão, para refletir sobre as conexões históricas entre África, Ásia e Brasil. 

Muito antes de se tornarem bebidas globais, chá e café nasceram de paisagens específicas, de montanhas úmidas, florestas tropicais e terras cultivadas por gerações de agricultores que aprenderam a acompanhar os ritmos das estações, da chuva e da luz. Ao longo dos séculos, suas folhas e sementes cruzaram oceanos, transformando economias, paisagens e modos de convivência.

 


10/07/2026 - Rio de Janeiro - Exposição
10/07/2026 - Rio de Janeiro - Exposição

Exposição “O Tempo das Plantas”, na Casa Pacheco Leão, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Foto: Rogério Von Kruger/ Divulgação

Com curadoria do estúdio UM.BA.RA.KÁ, a exposição reúne mais de 200 itens, entre obras de arte contemporânea, documentos históricos, ilustrações botânicas, objetos científicos, utensílios tradicionais, registros fotográficos, instalações sensoriais e conteúdos audiovisuais.

“O percurso articula arte, ciência e memória para abordar temas como agricultura ancestral, circulação de espécies, viagens marítimas, intercâmbios culturais, colonialismo, relações comerciais, biodiversidade e diferentes formas de conhecimento construídas em relação à natureza”, dizem os curadores. 

Segundo a curadora Isabel Seixas, o mundo vive em um tempo acelerado, mas as plantas nos lembram de outras formas de perceber o mundo.

“Ao acompanhar as trajetórias do chá, do café e de outras espécies, a exposição convida o público a refletir sobre como plantas, pessoas e territórios se transformam mutuamente ao longo do tempo. Entre arte, ciência e memória, O Tempo das Plantas propõe um olhar atento para as conexões que unem natureza e cultura e para os conhecimentos que surgem dessa relação”, destaca Isabel.

Além da experiência expositiva, o projeto conta com programação educativa, visitas mediadas, atividades sensoriais, cerimônias do chá e ações voltadas à acessibilidade, buscando aproximar diferentes públicos das discussões propostas pela mostra. 

A iniciativa tem apoio do Ministério da Cultura, State Grid, Banco BOCOM BBM e Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

 


10/07/2026 - Rio de Janeiro - Exposição
10/07/2026 - Rio de Janeiro - Exposição

Exposição “O Tempo das Plantas”, na Casa Pacheco Leão, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Foto: Rogério Von Kruger/ Divulgação

Serviço

O Tempo das Plantas
Local: Casa Pacheco Leão – Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008, Rio de Janeiro/RJ
Abertura: 11 de Julho de 2026
Período de visitação: até junho de 2027
Horário: das 10h às 17h (fechado às quartas)



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Cinco sinais do corpo e como responder com fé e sabedoria

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Em um mundo onde o cuidado com a saúde física e espiritual é fundamental, é importante saber como responder aos sinais que nosso corpo nos dá. Neste artigo, exploramos cinco sinais do corpo e como podemos agir com sabedoria e fé, à luz da Bíblia.

O que são os sinais do corpo?

Os sinais do corpo são mensagens que nosso organismo envia para indicar que algo está acontecendo. Esses sinais podem ser físicos, emocionais ou espirituais. Reconhecê-los e entender suas causas é essencial para manter nossa saúde integral, que abrange corpo, alma e espírito.

1. Cansaço excessivo

Sentir-se cansado pode ser um sinal de que precisamos de descanso. A Bíblia nos ensina sobre a importância do descanso em Êxodo 20:8-11, onde Deus estabelece o sábado como um dia de descanso. Quando o cansaço se torna excessivo, pode ser um convite para refletirmos sobre nosso ritmo de vida e a necessidade de desacelerar.

2. Ansiedade e estresse

A ansiedade e o estresse são problemas comuns na sociedade atual. Em Filipenses 4:6-7, somos orientados a não nos preocuparmos, mas a levarmos nossas ansiedades a Deus em oração. Identificar esses sinais é crucial para buscar ajuda e apoio espiritual, seja através da oração, da meditação na Palavra ou do aconselhamento com irmãos na fé.

3. Dores físicas persistentes

Dores que não desaparecem podem ser um sinal de que algo mais sério está acontecendo. A Bíblia nos lembra da importância de cuidar do nosso corpo, que é o templo do Espírito Santo (1 Coríntios 6:19-20). Buscar um médico e fazer exames pode ser uma forma de honrar a vida que Deus nos deu.

4. Falta de motivação

Sentir-se desmotivado pode ser um sinal de que estamos desconectados de nossa missão e propósito. Em Colossenses 3:23, somos chamados a fazer tudo como para o Senhor. Quando a motivação falha, é um bom momento para reavaliar nossas prioridades e buscar renovação em Deus.

5. Relacionamentos desgastados

Relações que se tornam tensas ou desgastadas podem sinalizar a necessidade de reconciliação. A Bíblia nos ensina em Mateus 5:23-24 que devemos buscar a paz com nossos irmãos. Identificar esses sinais e agir para restaurar relacionamentos é fundamental para nossa saúde emocional e espiritual.

Como responder a esses sinais?

Responder aos sinais do corpo com fé e sabedoria envolve várias ações práticas:

  1. Priorizar o descanso e a recuperação.
  2. Buscar a Deus em oração e meditação.
  3. Consultar profissionais de saúde quando necessário.
  4. Focar na reconciliação e na restauração de relacionamentos.
  5. Reavaliar nossas prioridades e propósito de vida.

Ao tomarmos essas atitudes, não apenas cuidamos de nosso corpo, mas também fortalecemos nossa vida espiritual e nossa relação com Deus.



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Brasil ainda mede mal os impactos do racismo, diz especialista

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Apesar de haver inúmeros estudos sobre discriminação racial no Brasil, o país ainda tem dificuldades para entender como o racismo impacta nas desigualdades raciais. A avaliação é de um grupo de pesquisadores, a maioria deles negra, que criou núcleo que se propõe a preencher essa lacuna de avaliação.

Eles lançaram, no fim de junho, o Dara, Dados e Análises do Racismo e do Antirracismo.

O núcleo é ligado ao Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e formado por 18 pessoas, entre coordenadores, pesquisadores e equipe de comunicação e de tecnologia.

Vinculado à Uerj, o Dara conta com financiamento misto de suas atividades, recebendo recursos de agências públicas de financiamento à pesquisa e de instituições filantrópicas.


Brasil ainda mede mal os impactos do racismo, afirma especialista. Na foto o professor Luiz Augusto Campos. Foto: Dara/ Divulgação
Brasil ainda mede mal os impactos do racismo, afirma especialista. Na foto o professor Luiz Augusto Campos. Foto: Dara/ Divulgação

Professor de sociologia e ciência política, Luiz Augusto Campos é coordenador-geral do núcleo recém-criado. Foto: Dara/ Divulgação

A Agência Brasil entrevistou o professor de sociologia e ciência política Luiz Augusto Campos, coordenador-geral do núcleo recém-criado. Na conversa, ele aponta dificuldade de estudos sobre o racismo.

“É muito mais complexo estimar como o racismo impacta nas desigualdades raciais”, avalia o especialista no acompanhamento de ações afirmativas.

Na visão dele, pesquisas experimentais “ainda engatinham no Brasil”.

Luiz Augusto Campos ressalta que o próprio time de pesquisa é fruto de ações que permitiram maior acesso de pessoas pretas e pardas ao ensino superior.

“Muitos pesquisadores do Dara fazem parte desse processo histórico”, diz Campos, que integra conselhos consultivos de iniciativas voltadas à inovação democrática, políticas públicas e diversidade racial.

O especialista sustenta que ações antirracistas ainda podem ser melhoradas. Confira a entrevista:

Agência Brasil: O que o Dara pode oferecer à sociedade?
Luiz Augusto Campos: O Dara se dedica à produção, análise e comunicação de dados sobre o racismo e o antirracismo. Nós desenvolvemos pesquisas com rigor metodológico e estratégias de comunicação acessíveis para contribuir com o debate público e com a formulação de políticas baseadas em evidências.

Agência Brasil: Há no Brasil diversos núcleos acadêmicos e de organizações da sociedade civil que fazem pesquisas sobre questões raciais. O Dara se propõe a se diferenciar de alguma forma?
Luiz Augusto Campos: De fato, o Brasil assistiu a uma multiplicação de vários centros acadêmicos de pesquisa sobre questões raciais nos últimos tempos. Várias organizações da sociedade civil também criaram setores específicos para a pesquisa. Mas, embora sejam plurais e de grande relevância, essas pesquisas ainda dialogam pouco entre si e utilizam metodologias ainda tradicionais nesses campos.

Vale lembrar que o Brasil é um dos países mais produtivos do mundo quando pensamos em pesquisas sobre desigualdades raciais, mas o mesmo não vale em relação às pesquisas sobre o racismo enquanto mecanismo produtor dessas desigualdades. Apesar da similaridade desses rótulos, é muito mais complexo estimar como o racismo impacta nas desigualdades raciais do que mensurar essas últimas.

Nesse sentido, o Dara pretende trabalhar em duas frentes. Primeiro, nossa intenção é colaborar com os grupos e pesquisas que já existem, ajudando a integrá-los e pensando em inovações metodológicas para expandir a fronteira do nosso conhecimento sobre o racismo e o antirracismo. Segundo, pretendemos aplicar ao Brasil novas metodologias que, aliás, vêm se sofisticando rapidamente no contexto internacional.

Agência Brasil: Nos levantamentos e análises preliminares realizados pelo Dara, há alguma constatação ou fato que surpreendeu os pesquisadores?
Luiz Augusto Campos: Talvez a principal constatação atual que, de certo modo, levou à criação do grupo, seja a de que o Brasil regrediu no seu processamento de dados para compreender o funcionamento do racismo. Não apenas o acesso aos dados oficiais, mas também a interlocução de pesquisas preexistentes é muito falha. Pode-se dizer que, em vários aspectos, o acesso aos dados regrediu no Brasil. Outra constatação importante tem a ver com uma alta concentração das pesquisas brasileiras na mensuração das desigualdades raciais, mas pouca atenção ao modo como práticas racistas produzem essas desigualdades.

Agência Brasil: Há ainda algo sobre o racismo no Brasil que seja impossível medir por falta de dados?
Luiz Augusto Campos: A rigor, o Brasil ainda enfrenta inúmeras dificuldades em mensurar o seu racismo e os seus efeitos. Os efeitos do racismo nas desigualdades socioeconômicas são mensurados de vários modos no Brasil, mas a crescente dificuldade de acesso e integração de microdados oficiais vem reduzindo a capacidade de gerar estimativas sobre seu funcionamento e seus efeitos de médio e longo prazos. Embora tenhamos várias pesquisas de opinião e percepção do racismo, elas dialogam pouco entre si, o que prejudica a comparabilidade dos dados e a geração de estimativas longitudinais. Um dos projetos em curso no Dara envolve justamente a integração dessas pesquisas de opinião.

Finalmente, só é possível mensurar causalmente os efeitos do racismo se incorporarmos as chamadas pesquisas experimentais, especialmente os chamados experimentos de campo. Essas ainda engatinham no Brasil.

Agência Brasil: Vocês citam já no nome do Dara (Dados e Análises do Racismo e do Antirracismo) os termos racismo e antirracismo. Falta à sociedade brasileira o entendimento sobre em que consiste o antirracismo?
Luiz Augusto Campos: De certo modo, o antirracismo avançou e evoluiu muito na sociedade nos últimos anos, mas, ao mesmo tempo, encontra novos desafios hoje. As diferentes políticas de ação afirmativa na educação superior, no funcionalismo público ou nas eleições são consequências palpáveis do sucesso dos movimentos antirracistas em um país que, até pouco tempo, via-se como livre de qualquer racismo.

Por outro lado, existem vários movimentos hoje que buscam conter ou mesmo contestar esses avanços. Vários setores vêm insistindo que tais ações afirmativas já teriam resolvido o problema do racismo, o que mina o avanço de outras políticas antirracistas. Romper essa resistência exige novos dados e análises que não apenas mostrem como o racismo produz nossas desigualdades, mas também como as políticas antirracistas podem ser melhoradas.

Agência Brasil: A maioria da equipe do Dara é negra. Não é coincidência. O que significa essa representatividade majoritária?
Luiz Augusto Campos: A diversidade de experiências sociais também influencia as perguntas que orientam a produção científica. Durante muito tempo, determinados grupos sociais estiveram sub-representados nos espaços de produção de conhecimento. A expansão das políticas de ação afirmativa modificou parcialmente esse cenário, permitindo que novas gerações de pesquisadores chegassem às universidades e à pós-graduação.

Muitos pesquisadores do Dara fazem parte desse processo histórico. A presença de diferentes trajetórias e experiências sociais contribui para que questões, problemas e dimensões da sociedade brasileira que antes tinham menor espaço na produção acadêmica sejam incorporados às agendas de pesquisa.

Isso não significa estabelecer uma oposição entre experiência social e rigor científico. Pelo contrário, a diversidade amplia as perguntas, os objetos e as perspectivas da ciência, enquanto o rigor metodológico permite transformar essas questões em conhecimento sistemático, verificável e aberto ao debate público.

Acreditamos que uma ciência social mais diversa também amplia nossa capacidade de formular novas perguntas e produzir conhecimento sobre a sociedade brasileira.

Quem é

Coordenador-geral do Dara e professor associado de sociologia e ciência política no Iesp/Uerj, Luiz Augusto Campos é doutor em sociologia pela Uerj e bolsista de produtividade em pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

  • Atua em pesquisas sobre desigualdades raciais, democracia, ação afirmativa e produção científica. É editor-chefe da revista Dador e também do Consórcio das Ações Afirmativas e do Observatório das Ciências Sociais.
  • Foi coordenador do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (Gemaa), da Área Temática da Raça e Política da Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP) e do Grupo de Trabalho de Relações Raciais da Associação Nacional de Pós-graduação em Ciências Sociais (Anpocs).
  • Foi pesquisador visitante na Sciences Po de Paris (França) e na New York University (EUA).



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Inverno pode trazer gatilhos para crises de asma e requer cuidados

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Janelas fechadas para se proteger do frio, viroses em alta e o contato com cobertores e casacos guardados são alguns dos gatilhos que podem complicar a vida das pessoas com asma no inverno, principalmente crianças e adolescentes. Para prevenir crises e o agravamento do quadro, especialistas recomendam manter o tratamento em dia, para que a inflamação permaneça controlada.

O coordenador da Comissão Científica de Asma da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Emilio Pizzichini, disse que, no inverno, não é o frio que agrava a asma. Um dos principais fatores que podem engatilhar crises é a maior circulação de vírus no ambiente, que pode acarretar infecções nas vias respiratórias e atacar uma asma que não esteja bem controlada.

“Se a asma não está bem tratada, bem controlada, o resfriado ou a virose adicionam mais uma inflamação na via aérea da pessoa, nos brônquios, e ela pode ter uma crise”, disse à Agência Brasil.

Pizzichini observou que o uso da medicação para o tratamento adequado da asma deve ter atenção o ano inteiro, porque a maioria das asmas precisa ser tratada continuamente. Vacinas contra viroses, como a Influenza (gripe), a Covid e o vírus sincicial respiratório (VSR), também previnem inflamações respiratórias mais graves, acrescenta ele. 

“Quando a pessoa usa a vacina, diminui o risco de ter um agravamento da inflamação da asma, ter uma crise e ser hospitalizada”. 

Emilio Pizzichini descreveu que, no Brasil, existem cerca de 20 milhões de asmáticos que, normalmente, têm uma ou duas infecções respiratórias por ano. 

“A gente não tem um número de especialistas suficiente para atender tudo isso. A infecção respiratória tem que ser tratada na atenção primária, porque as crianças, às vezes, não fazem testes respiratórios para saber se sintomas como o chiado são decorrentes da asma”. 

Risco para crianças e adolescentes

Dados do Departamento de Informação e Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), levantados pela organização sem fins lucrativos Umane, mostram que crianças e adolescentes de 0 a 14 anos responderam por 70,5% das internações por asma em julho de 2024.

Naquele mês, houve 4.034 internações nessa faixa etária, quase o dobro das 2.108 contabilizadas em janeiro.

O Datasus revela ainda que, durante o ano de 2024, o Brasil registrou 52.087 internações por asma, sendo que crianças e adolescentes até 14 anos responderam por 73,7% do total. 

A pneumologista Marcela Marques, do Atendimento Multiassistencial de Saúde da Umane, explicou alguns cuidados que podem minimizar as chances de uma crise de asma:

“A casa deve estar arejada, com o sol batendo, sem mofo ou umidade, com cortinas limpas, sem brinquedos acumulados no quarto da criança, nem bichos de pelúcia. Evitar cobertores e procurar usar mais edredom. E, em vez de ficar varrendo a casa, os pais devem usar um pano úmido, só com água, ou o aspirador”, recomendou.

Outro cuidado importante é evitar a proximidade de fumantes, sejam de cigarro comum, cigarro eletrônico ou narguilé. 

“O fumante passivo é um dos piores aspectos em relação às crises de asma”. 

A pneumologista lamentou que falta orientação dos serviços de saúde para que as famílias iniciem logo o tratamento contra a asma, na primeira internação, de modo a evitar que outras crises aconteçam. Quando o paciente começa o tratamento com a medicação preventiva, novas internações se tornam raras, afirma.

Ela argumenta ainda que, no momento em que a família passa a ser orientada sobre quais são os gatilhos das crises, o que pode ocasioná-las, e o que fazer quando o paciente inicia uma crise, é possível evitar idas frequentes ao pronto-socorro. 

“A família deve ser orientada sobre o plano de crise que deve fazer e, se esse plano não der certo,, se for necessário, a procurar o serviço médico”. 

Aglomeração

O alergista e imunologista Pedro Giavina-Bianchi, do Departamento Científico de Asma da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), acrescenta que, no inverno, devido ao frio, as pessoas ficam mais tempo em lugares fechados, mais aglomeradas, e isso propicia a transmissão dos vírus. 

“Então, realmente, a gente tem um aumento da frequência, que a gente chama de prevalência, de infecções virais, nessa época, e, por consequência, acaba tendo mais crises de asma também”.

Ele recomendou que os asmáticos evitem, principalmente nesta época do ano, o contato com pessoas que tenham quadros de resfriado ou gripe e não deixem de tomar as vacinas.

“Não só a vacina de influenza, mas a vacina pneumocócica também”.

O membro da Asbai sublinhou que o distanciamento social funciona nessas ocasiões, como ocorreu durante a pandemia da Covid-19

 “A máscara previne a Covid e, também, a transmissão dos outros vírus respiratórios, como rinovírus, influenza, entre outros”.



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Flávio responsabiliza governo Lula por tarifas sobre carne bovina

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) manifestou preocupação com as novas tarifas que a China pretende impor sobre as exportações de carne bovina brasileira. Em um vídeo publicado nas redes sociais, ele responsabilizou o governo Lula por essa situação, que pode impactar negativamente o setor agropecuário nacional.

Contexto das tarifas

A China, um dos principais importadores de carne bovina do Brasil, anunciou uma sobretaxa de 55% sobre os embarques que excederem a cota anual estabelecida. Essa medida se soma à tarifa de 12% já aplicada dentro da cota, resultando em uma taxação total que pode chegar a 67% sobre o volume excedente. Essa situação gera preocupação entre os produtores brasileiros, que veem suas exportações ameaçadas.

O que aconteceu

Durante um vídeo, Flávio Bolsonaro questionou: “Será que o Lula também vai dizer que eu sou responsável pelas tarifas da China?” Ele expressou sua indignação com a situação e prometeu lutar contra as tarifas de qualquer país que prejudique o Brasil. O senador participou recentemente de uma audiência pública onde discutiu o impacto dessas tarifas nas exportações brasileiras, especialmente em um momento em que o país busca fortalecer sua presença no mercado internacional.

Reações ao anúncio

A declaração de Flávio Bolsonaro gerou reações diversas. Enquanto alguns apoiadores concordam com sua análise sobre a responsabilidade do governo Lula, críticos apontam que a situação das tarifas é uma questão complexa, que envolve negociações comerciais e políticas internacionais. A comunidade agropecuária, que inclui muitos cristãos e suas famílias, está atenta a como essas mudanças podem afetar não apenas a economia, mas também o sustento de muitas igrejas e projetos sociais que dependem da produção rural.

O que esperar

Com as eleições se aproximando, a questão das tarifas sobre a carne bovina pode se tornar um tema central no debate político. Flávio Bolsonaro já se posicionou como um defensor dos interesses do setor agropecuário, e é provável que continue a pressionar por soluções que minimizem o impacto das tarifas. Para os cristãos e missionários que atuam nas áreas rurais, a situação exige vigilância e oração, buscando a orientação divina em tempos de incerteza econômica.

“A luta contra tarifas que prejudicam o Brasil é uma prioridade para nós.” – Flávio Bolsonaro

As comunidades de fé também podem se unir em oração, pedindo sabedoria aos líderes e proteção para aqueles que dependem do comércio exterior para sua subsistência. A situação atual nos lembra da importância de estar atentos às questões sociais e econômicas que afetam nossas comunidades e a missão da Igreja.



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