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Pastor de Lindsey Graham o lembra como patriota que amava a América

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No último domingo, a comunidade da Corinth Baptist Church, em Seneca, Carolina do Sul, se reuniu para homenagear o falecido senador Lindsey Graham. O pastor Tim Tate lembrou Graham como um verdadeiro patriota que tinha um profundo amor pela América e pela fé cristã.

O que aconteceu

Lindsey Graham, conhecido por sua longa carreira política e por seu compromisso com os valores conservadores, faleceu recentemente, deixando um legado significativo. Durante o culto memorial, Tim Tate compartilhou suas memórias de Graham, destacando não apenas sua dedicação à política, mas também sua devoção à fé cristã. Tate enfatizou que Graham era um homem que não apenas falava sobre patriotismo, mas que realmente vivia esses valores em sua vida diária.

O legado de Lindsey Graham

O pastor ressaltou que Graham sempre buscou orientar suas decisões políticas à luz da fé e dos princípios cristãos. “Ele amava a América e acreditava que a fé deveria guiar a liderança”, disse Tate. Essa visão de Graham como um defensor da liberdade religiosa e dos direitos dos cristãos foi um ponto central nas lembranças compartilhadas pela congregação.

Reações da comunidade

A comunidade da Corinth Baptist Church expressou sua tristeza pela perda de um líder que não apenas influenciou a política, mas também tocou a vida de muitos através de seu testemunho cristão. Os membros da igreja se uniram em oração, pedindo conforto e força para a família de Graham neste momento difícil. A fé compartilhada entre eles foi um lembrete do impacto que Graham teve em suas vidas e na sociedade.

O que esperar no futuro

À medida que a comunidade se adapta à ausência de Graham, muitos se perguntam como seu legado continuará a influenciar a política e a sociedade. A mensagem de amor à América e ao próximo, que Graham defendia, ainda ressoará entre aqueles que o conheceram. A fé e o patriotismo que ele exemplificou servirão como guia para novos líderes que desejam seguir seus passos.

“Ele era um irmão em Cristo que amava a América profundamente.” – Tim Tate



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ECA completa 36 anos entre avanços e desafios para proteger crianças

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O Brasil comemorou nesta segunda-feira (13) os 36 anos da Lei 8.069, que instituiu o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A data abre a semana dedicada à legislação e estimula debates sobre políticas públicas voltadas às crianças e aos adolescentes.

O ECA foi uma das primeiras leis aprovadas após a Constituição de 1988 e consolidou o princípio da prioridade absoluta à proteção de crianças e adolescentes. Em situações específicas previstas na legislação, algumas medidas podem se estender até os 21 anos.

“Por causa do ECA, a gente consegue enxergar crianças e adolescentes como sujeitos de direitos”, resume a assistente social Andressa Ferreira Cândido, que trabalha na Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania do Paraná, onde promove clubes de leitura junto a adolescentes que estão internados no sistema socioeducativo do estado.

Segundo a especialista, há motivos para comemorar os 36 anos do ECA. Desde sua criação, o país reduziu a mortalidade infantil, universalizou o acesso ao ensino fundamental, aperfeiçoou as regras de adoção e estruturou uma rede nacional de conselhos tutelares eleitos pela população.

Conquistas e lacunas

Está incompleta, no entanto, a travessia para que crianças e adolescentes tenham garantidos e respeitados todos os seus direitos, pondera Maurício Cunha, presidente executivo do ChildFund Brasil, ONG com sede nos Estados Unidos e que tem como missão apoiar crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

“Houve grandes avanços, mas quando a gente olha para os desafios, a gente vê que eles também cresceram muito”, lamenta o presidente do ChildFund Brasil.

“Andamos menos que deveríamos. Por exemplo, o tema do orçamento da criança adolescente: não temos o monitoramento do orçamento da criança. Não conseguimos mensurar o quanto que a gente consegue que está sendo investido de fato na criança e no adolescente, porque isso está espalhado em diversas rubricas, na saúde, na assistência social e na educação”, assinala Cunha que é especialista em política pública e defende a ampliação da oferta de creches. “Um terço das crianças ainda não tem acesso a creche.”

Retrocessos e riscos digitais

Para o presidente do ChildFund Brasil, além de faltar alguns passos na efetivação de direitos previstos no ECA, há retrocessos e novos riscos graves como à exposição à violência, ao abuso sexual e ao bullying.

“Tem um tema que eu afirmo que a gente regrediu. É o tema das violências, seja a violência física, psicológica ou sexual. Digo que houve regressão porque houve nesse período o advento da internet. Você tem centenas de milhares de criminosos navegando na rede, criando redes de pedofilia, acessando sites, trocando imagens, se passando por criança.”

Para Maurício Cunha, “o ECA digital, recentemente instituído, aponta caminhos para a melhoria. Ele traz um potencial grande de melhora ao responsabilizar as big techs. Ao impor mecanismos, por exemplo, de verificação de idade. Então, é um avanço significativo.”

Em sua percepção, “o ECA Digital precisa ser melhor regulamentado. Por exemplo, a gente ainda não sabe como vão funcionar esses mecanismos de verificação de idade.”

Maioridade penal

Além dos desafios do mundo virtual, o país ainda enfrenta problemas históricos, como o envolvimento de adolescentes em atos infracionais e a consequente internação no sistema socioeducativo. “O sistema é muito oneroso. Um menino parar nessa condição, chegar a essa condição, é a falência da sociedade”, lamenta.

“Mais importante seria trabalhar com políticas públicas eficazes, com o fortalecimento das capacidades protetivas familiares, e a prevenção para que um menino não precise chegar a qualquer forma de encarceramento.”

Para a assistente social Andressa Ferreira Cândido a “internação” no sistema socioeducativo, sob a responsabilidade do Estado, “tem estrutura de privação de liberdade, que é muito semelhante ao sistema penitenciário.”

Cândido estranha quem defenda a prisão de adolescente e a redução da maioridade penal. Segundo ela, o risco é de serem recrutados por facções criminosas. “Indo para o sistema prisional comum, esse adolescente de 16, 17 anos, ele vai estar em contato com pessoas mais velhas, que vão utilizá-los. Eles vão acabar sendo aviãozinho dentro das penitenciárias.”
 




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Após promessas, supermercados seguem sem ampliar venda de ovos livres de gaiolas, diz estudo

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Ovo caipira, orgânico, convencional e enriquecido: g1 explica as diferenças
A maioria dos supermercados não apresentou avanços na transição para a venda exclusiva de ovos de galinhas criadas fora de gaiolas, segundo o estudo Observatório do Ovo, da ONG Alianima, realizado anualmente.
Desde 2015, grandes empresas dos setores de alimentação e hotelaria passaram a anunciar compromissos públicos para substituir ovos de galinhas criadas em gaiolas por sistemas livres, conhecidos como “cage-free”. (saiba mais abaixo)
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Atualmente, mais de 160 empresas brasileiras já assumiram esse compromisso. As próprias empresas definiram prazos para cumprir as metas, que vão de 2021 a 2030.
Mas, segundo o levantamento, 64% das redes não aumentaram o percentual de marcas de ovos livres de gaiolas ou ainda apresentaram retrocessos. Além disso, 24% das empresas que assumiram a meta não prestam contas sobre o avanço.
O Carrefour é uma das redes citadas no relatório. A empresa assumiu compromisso público com a transição, mas, no último ano, reduziu a participação de ovos livres em seus supermercados, de 21,4% para 20,2%.
A rede também foi apontada como a única entre as que assumiram compromisso de não oferecer ao menos uma marca de ovos livres em todas as lojas.
Outro exemplo é o Pague Menos, que não apresentou evolução.
O g1 entrou em contato com as duas empresas, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem.
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Ovo caipira, orgânico, ‘cage free’: saiba diferenciar os tipos (spoiler: não é pela cor da casca)
O que tem dificultado a transição?
Para o levantamento, a Alianima ouviu redes de supermercados, que apontaram os principais desafios da transição:
as regiões Norte e Nordeste foram classificadas como as mais difíceis para abastecimento de ovos livres;
67% das empresas relataram o alto custo do produto como um obstáculo;
44% apontaram a falta de conhecimento dos consumidores sobre o assunto;
33% afirmaram ter baixa aceitação do produto pelos clientes. No entanto, 78% disseram que a transição provoca uma percepção positiva da marca;
22% afirmaram haver falta de apoio de associações.
Enquanto isso, 33% das empresas afirmaram não encontrar dificuldades na transição.
Saiba mais: Conheça uma grande com sistema “cage free”
Qual a diferença do ‘cage free’?
Cage free: sistema permite que galinhas sejam criadas soltas no galpão
Em muitos sistemas de criação, a galinha é confinada em gaiolas assim que começa a botar. Até 11 animais dividem o mesmo espaço, sem conseguir ciscar, apenas comer e botar ovos.
No sistema “cage free”, isso não acontece e a ave fica livre durante toda a produção.
O Instituto Certified Humane Brasil estabelece normas para a criação com foco no bem-estar animal e concede certificação às empresas que seguem esses padrões.
Por exemplo, as regras estabelecem que o espaço do aviário pode conter, no máximo, de 7 a 11 aves por metro quadrado. Além disso, cada ave precisa de um espaço de 5 cm nos comedouros e 15 cm nos poleiros.
Também é preciso deixar água e comida à vontade para os animais.
Tipos de ovos são definidos pela criação das galinhas
Arte/G1
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Por que a carne não deve ficar mais barata mesmo com a redução das exportações para a China?
Do café ao arroz: El Niño ameaça produção e pode elevar preços dos alimentos



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Porto Velho sanciona lei que permite uso da Bíblia nas escolas

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Uma nova lei sancionada em Porto Velho, capital de Rondônia, permite a inclusão da Bíblia como material de apoio nas instituições de ensino, tanto públicas quanto privadas. A legislação, que visa promover o uso das Escrituras para fins culturais e educacionais, foi oficializada pelo prefeito Léo Moraes.

Contexto da legislação

A Lei nº 3.460, publicada no Diário Oficial, estabelece que a participação dos estudantes em atividades que envolvam a Bíblia não será obrigatória, respeitando assim o direito constitucional à liberdade religiosa. Essa iniciativa é parte de um movimento maior no Brasil, onde diversas cidades têm adotado legislações semelhantes, buscando integrar a Bíblia no ambiente escolar de maneira respeitosa e educativa.

O que a lei determina

De acordo com a nova norma, o uso da Bíblia nas escolas será restrito a contextos culturais, históricos, geográficos, literários e arqueológicos. O texto da lei proíbe explicitamente o uso do livro sagrado para pregação ou evangelismo, assegurando que as atividades relacionadas à Bíblia não farão parte do currículo obrigatório e não servirão para avaliação dos alunos.

As instituições de ensino poderão decidir como e quando utilizar as Escrituras como recurso complementar, de acordo com o planejamento pedagógico de cada escola. Essa flexibilidade permite que as escolas respeitem a diversidade de crenças entre os alunos, evitando imposições religiosas.

Reações à nova legislação

A aprovação da lei em Porto Velho gerou reações diversas. Enquanto alguns celebram a inclusão da Bíblia como um recurso educacional que pode enriquecer o aprendizado dos alunos, outros expressam preocupações sobre a possibilidade de que a Bíblia seja utilizada de maneira inadequada, mesmo que a lei proíba tal prática.

Projetos semelhantes já foram aprovados em várias localidades brasileiras, como Linhares, no Espírito Santo, onde a Câmara Municipal também autorizou a inclusão da Bíblia nas escolas. No entanto, a legislação de Belo Horizonte foi suspensa pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que alegou inconstitucionalidade, argumentando que a inclusão da Bíblia nas escolas invadiria a competência da União em matéria educacional.

O que esperar no futuro

Com a nova lei em vigor, espera-se que Porto Velho se torne um exemplo para outras cidades que ainda discutem a inclusão da Bíblia nas escolas. A legislação pode incentivar um debate mais amplo sobre o papel da religião na educação e a importância de respeitar a liberdade religiosa em ambientes escolares.

Além disso, a possibilidade de projetos que promovam o uso da Bíblia como material de apoio pode abrir portas para discussões sobre valores éticos e morais, contribuindo para a formação integral dos alunos.



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Homem é morto durante ação do serviço de imigração dos EUA no Maine

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Um homem cuja identidade não foi confirmada foi morto a tiros, na manhã desta segunda-feira (13), na cidade de Biddeford, no Maine, nos Estados Unidos. Segundo autoridades locais, o homem foi baleado durante uma ação do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, do inglês).

Em nota, a governadora democrata Janet Mills classificou o episódio como um “tiroteio fatal”. Segundo ela, policiais e representantes de órgãos federais e estaduais se deslocaram imediatamente para o local e estão apurando a ocorrência.

O presidente da Câmara dos Representantes do Maine, o também democrata Ryan Fecteau, usou as redes sociais para assegurar que o caso abalou toda a comunidade. “Estamos com o coração partido por alguém ter perdido a vida”, escreveu Fecteau, cobrando esclarecimentos das autoridades responsáveis pela operação que culminou com o tiroteio e um óbito.

“Merecemos respostas sobre por que a força letal foi usada e por que uma operação estava sendo realizada em nossas ruas”, acrescentou Fecteau, destacando que os imigrantes são “particularmente afetados por essa violência”.

Segundo sites de notícias locais, o homem morto é um colombiano de cerca de 25 anos cujo veículo, aparentemente, foi abordado por agentes de imigração.

O caso ocorre menos de uma semana após um agente do ICE matar, também a tiros, um motorista mexicano identificado como Lorenzo Salgado Araujo, durante uma abordagem, em Houston, no Texas.

A morte da última terça-feira (7) já tinha reacendido os protestos e críticas ao uso da violência estatal desmedida contra imigrantes. A desta manhã suscitou uma nova onda de protestos que, segundo o site Portland Press Herald, do Maine, vem aumentando ao longo das últimas horas.

A senadora republicana Susan Collins usou as redes sociais para pedir uma investigação imparcial dos fatos. “O tiroteio exige uma investigação completa e imparcial do que aconteceu. Pelo que entendo, a polícia de Biddeford garantiu a segurança do local e o FBI está investigando”, escreveu a senadora.

Eleita por Biddeford, a deputada democrata Chellie Pingree afirmou estar “profundamente perturbada e indignada”. Depois, em um segundo vídeo divulgado nas redes sociais, se somou aos que cobram “uma investigação completa e independente”.

“Ainda há muitas incógnitas, mas deixem-me ser clara: agentes federais de fiscalização de imigração não deveriam usar força letal contra ninguém em nossas comunidades — independentemente de seu status migratório ou das circunstâncias que cercam a ‘atividade de fiscalização direcionada’. Ponto final”, escreveu Chellie.



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Mega-Sena pode pagar R$ 25 milhões nesta terça-feira; g1 transmite ao vivo

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Como funciona a Mega-Sena?
O concurso 3.030 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 25 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (14), em São Paulo.
No concurso do último sábado (11), nenhuma aposta acertou os seis números e o prêmio acumulou. Veja os números sorteados: 06 – 11 – 25 – 45 – 48 – 58.
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O g1 passou a transmitir todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.



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Série ‘House of David’ ganha renovação para terceira temporada

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A série bíblica House of David foi renovada para sua terceira temporada, conforme anunciado pela Prime Video. A nova fase da produção irá explorar os anos de Davi como fugitivo, um período marcante na história do rei de Israel.

Contexto da série

A série House of David tem conquistado uma audiência significativa, atraindo mais de 40 milhões de espectadores em todo o mundo. Este sucesso reflete o crescente interesse do público por produções que retratam histórias bíblicas e personagens da fé cristã. A narrativa de Davi, um dos mais icônicos personagens da Bíblia, é especialmente relevante para os cristãos, pois aborda temas como fé, perseverança e liderança sob pressão.

O que aconteceu na renovação

Conforme reportou o The Christian Post, o Prime Video anunciou a renovação da série em 13 de julho de 2026. A nova temporada promete aprofundar a história de Davi durante seus anos como fugitivo, um período em que ele enfrentou grandes desafios e perseguições, mas também onde sua fé e caráter foram moldados. Essa fase é crucial, pois Davi, apesar das adversidades, continuou a confiar em Deus e a buscar Sua orientação.

Reações do público e da crítica

A renovação da série gerou reações positivas entre os fãs e críticos. Muitos expressaram entusiasmo nas redes sociais, destacando a importância de contar a história de Davi de maneira acessível e envolvente. A série tem sido elogiada por sua produção de alta qualidade e por trazer à tona aspectos menos conhecidos da vida de Davi, que são inspiradores para a fé cristã.

Além disso, a série também é vista como uma ferramenta poderosa para a evangelização, permitindo que espectadores de diferentes origens conheçam mais sobre a história bíblica e os princípios da fé cristã. A narrativa de Davi, que enfrenta desafios e se mantém firme em sua crença, ressoa fortemente com muitos cristãos que enfrentam suas próprias batalhas na vida cotidiana.

O que esperar da nova temporada

A nova temporada de House of David promete não apenas explorar os desafios que Davi enfrentou, mas também como ele se preparou para se tornar o rei de Israel. A série deve abordar a importância da liderança servidora e a confiança em Deus em tempos de crise. Os espectadores podem esperar uma combinação de drama, ação e profundas lições de fé.

Com a renovação da série, muitos cristãos esperam que “House of David” continue a inspirar e educar sobre a rica história bíblica, promovendo o anúncio do Evangelho de maneira criativa e impactante.



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Rivalidade entre Argentina e Inglaterra extrapola as quatro linhas

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O confronto entre Argentina e Inglaterra na quarta-feira (15), em Atlanta (Estados Unidos), vale uma vaga na grande decisão da Copa do Mundo de 2026. No entanto, o duelo entre as duas nações separadas por milhares de quilômetros e pelo Oceano Atlântico carrega um peso histórico que remonta a várias décadas. Ele começa nas quatro linhas, passeia por um confronto bélico e volta aos gramados, com uma galeria de momentos emblemáticos em Mundiais. Até por isso, os dois lados sabem que uma vitória na semifinal terá um sabor extra.

São cinco confrontos entre os dois países na história dos Mundiais. Cada um deles ajuda a entender a incomum rivalidade entre nações tão distantes geograficamente. No primeiro, em 1962, no Chile, a Inglaterra bateu a Argentina por 3 a 1, resultado que acabou por eliminar os sul-americanos ainda na fase de grupos daquela Copa. A Inglaterra avançou junto com a Hungria e parou nas quartas de final diante do Brasil, que viria a conquistar o bicampeonato.

Quatro anos depois, a Copa foi realizada em território inglês e os dois países se encontraram nas quartas de final. A partida, além de acirrar os ânimos entre as duas seleções, acarretou uma das mudanças mais importantes da modalidade em todos os tempos. Naquele duelo, vencido por 1 a 0 pelos donos da casa, o capitão argentino Antonio Rattín foi expulso de campo pelo árbitro alemão Rudolf Kreitlein, que se sentiu intimidado pela forma como o jogador se dirigiu a ele fazendo reclamações. Rattín, por coincidência, faleceu no último sábado (11), aos 89 anos. Ele foi homenageado pela seleção argentina com uma faixa de luto no braço direito durante a partida contra a Suíça, que garantiu a classificação às semifinais em 2026.

Sem conseguir entender a ordem do árbitro por conta da barreira linguística, Rattín se recusou a sair de campo, uma confusão que só foi resolvida com a intervenção da polícia. O episódio colaborou para a criação dos cartões amarelo e vermelho, para comunicar de forma mais clara as decisões arbitrais em campo. Eles foram adotados pela primeira vez na Copa seguinte, de 1970, no México. Em 1966, a Inglaterra avançou até o título, o único do país até hoje.

No meio desta rivalidade futebolística, um episódio ocorrido em 1982 colocou os povos inglês e argentino em lados opostos no campo de batalha. A Guerra das Malvinas, que aconteceu entre abril e junho daquele ano, foi o conflito pelo domínio das Ilhas Malvinas, localizadas no Oceano Atlântico próximas à costa argentina. O território havia sido tomado pelos ingleses em 1833 e, em meio à ditadura da Argentina, foi reivindicado como pertencente ao país. A Guerra foi vencida pelos ingleses e acabou com 904 mortos, a maioria deles (649) argentinos.


An Argentinian army soldier stands guard at an air base in Puerto Argentino during the Falkland War (Guerra de Las Malvinas) between Argentina and Britain, May 1982. Some 1,000 people died during the war that began with Argentina's invasion of the disputed islands on April 2, 1982, and ended with their expulsion by British forces on June 14, 1982.  REUTERS/Eduardo Farre  (FALKLANDS ISLANDS)
An Argentinian army soldier stands guard at an air base in Puerto Argentino during the Falkland War (Guerra de Las Malvinas) between Argentina and Britain, May 1982. Some 1,000 people died during the war that began with Argentina's invasion of the disputed islands on April 2, 1982, and ended with their expulsion by British forces on June 14, 1982.  REUTERS/Eduardo Farre  (FALKLANDS ISLANDS)

A Guerra das Malvinas ocorreu entre abril e junho de 1982,  durante a ditadura militar argentina, na época sob comando do general Leopoldo Galtieri, e o governo a primeira-ministra do Reino Unido Margaret Thatcher. O conflito resultou em 904 mortes, a maioria delas (649) do lado argentino – Reuters/Eduardo Farre/Arquivo/Proibida reprodução

Quis o destino que na Copa seguinte os dois países se enfrentassem numa partida que acabou se tornando um dos maiores jogos, senão o maior, da história da competição. Nas quartas de final da Copa de 1986, no México, a Argentina venceu a Inglaterra por 2 a 1 com dois gols antológicos do craque Diego Maradona, por motivos diferentes. No primeiro, o famoso gol da “Mão de Deus”, o camisa 10 argentino subiu para uma dividida com o goleiro Peter Shilton e usou a mão esquerda para marcar, sem que a arbitragem percebesse. O gol foi validado e, pouco depois, Maradona assinou uma obra-prima, driblando metade do time inglês até parar no gol, marcando um golaço. Numa votação realizada pela Fifa em 2002 para escolher o melhor gol das Copas, Maradona venceu com sobras. Aquela partida se tornou o grande marco da trajetória argentina, que acabou bicampeã do mundo. 

Os dois países voltaram a se encarar na Copa de 1998, na França. Nas oitavas de final, um jogo cheio de ingredientes classificou a Argentina à fase seguinte. As equipes empataram por 2 a 2 no tempo normal e os argentinos venceram nos pênaltis. O segundo gol inglês na partida, marcado pelo atacante Michael Owen, ficou em segundo lugar na mesma votação que coroou o lance de Maradona como o gol mais bonito das Copas até 2002. Além disso, os hermanos jogaram boa parte do duelo com um atleta a mais depois da expulsão do astro inglês David Beckham, que se envolveu em uma confusão com Diego SimeonEm um momento em que o jogo estava parado. Beckham – então uma estrela em ascensão no Manchester United – foi visto como o culpado pela eliminação inglesa. A Argentina parou no jogo seguinte, diante da Holanda, nas quartas.


FILE PHOTO: Football - 1986 FIFA World Cup - Quarter Final - England v  Argentina - Azteca Stadium, Mexico City - 22/6/86   Diego Maradona scores for Argentina.  Mandatory Credit: Action Images / Juha Tamminen/File Photo
FILE PHOTO: Football - 1986 FIFA World Cup - Quarter Final - England v  Argentina - Azteca Stadium, Mexico City - 22/6/86   Diego Maradona scores for Argentina.  Mandatory Credit: Action Images / Juha Tamminen/File Photo

Segundo gol de Maradona na vitória por 2 a 1 da Argentina sobre a Inglaterra no Mundial de 1986, no México, foi eleito o melhor gol das Copas, em uma votação realizada em 2002 – Reuters/Juha Tamminen//file photo/proibida reprodução

Quatro anos depois, Inglaterra e Argentina novamente tiveram um encontro na fase de grupos da Copa de 2002, no Japão e na Coréia do Sul. Em mais um desdobramento digno de roteiro cinematográfico, o confronto foi vencido pela Inglaterra por 1 a 0, com um gol de pênalti convertido justamente por Beckham. Assim como em 1962, a Inglaterra passou de fase e a Argentina foi eliminada, um desfecho surpreendente para uma seleção tida como favorita ao título. A Inglaterra foi até as quartas e perdeu para o Brasil, que conquistou o penta.

Aquele foi o último duelo entre as seleções em Copas. O derradeiro confronto propriamente dito foi um amistoso em 2005, vencido pela Inglaterra por 3 a 2. A partir daí, é possível perceber que o craque Lionel Messi, ainda um jovem de 18 anos na ocasião, nunca enfrentou os ingleses em toda a carreira pela seleção. É a única das seleções campeãs mundiais que nunca cruzou o caminho dele. No entanto, cinco titulares da Argentina nesta Copa atuam em clubes da Inglaterra: o goleiro Emiliano Martínez defende o Aston Villa; os zagueiros Lisandro Martínez (Manchester United) e Cuti Romero (Tottenham) também jogam por lá;  por fim, os meio-campistas Enzo Fernández (Chelsea) e Alexis Mac Allister (Liverpool) são jogadores de destaque na Premier League, considerada a melhor liga nacional do futebol mundial.





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Temor de possível super El Niño faz preço do café disparar

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“Estamos falando de um período de baixa oferta, de um estoque mundial mais baixo. E diante de um grande desafio que temos, que é o super El Ñino, que pode prejudicar bastante a safra, isso pode também reduzir a oferta, manter baixa para o mercado e, com isso, mantendo o preço alto nos supermercados”, explicou.



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Rede Batista transforma aprendizado com cultura maker nas escolas

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A Rede Batista de Educação tem promovido uma revolução no aprendizado ao integrar a cultura maker em suas unidades. Alunos estão unindo robótica, empreendedorismo e artes para desenvolver habilidades práticas e reais.

Contexto da Iniciativa

A proposta de integrar a cultura maker nas escolas da Rede Batista visa não apenas a formação acadêmica, mas também o desenvolvimento de competências que serão essenciais para o futuro dos alunos. Essa abordagem inovadora permite que os estudantes aprendam na prática, aplicando conceitos teóricos em projetos que envolvem tecnologia e criatividade.

O Que Aconteceu

Os alunos têm participado de atividades que incluem a construção de robôs, desenvolvimento de aplicativos e realização de projetos artísticos. Essas experiências práticas não só estimulam a curiosidade e o interesse pela ciência e tecnologia, mas também promovem o trabalho em equipe e a resolução de problemas. Os educadores da Rede Batista têm se mostrado entusiasmados com os resultados, destacando a importância de preparar os jovens para os desafios do século XXI.

Reações da Comunidade

Os pais e a comunidade escolar têm recebido a iniciativa com entusiasmo. Muitos acreditam que essa abordagem prática pode ajudar os alunos a se destacarem no mercado de trabalho futuro. Além disso, a integração de valores cristãos nas atividades tem sido um diferencial, reforçando a formação integral dos estudantes. Um dos educadores comentou: “É gratificante ver os alunos se engajando em projetos que não apenas ensinam habilidades técnicas, mas também promovem valores como a colaboração e a criatividade”.

O Que Esperar no Futuro

Com o sucesso inicial da implementação da cultura maker, a Rede Batista de Educação planeja expandir essas atividades para mais unidades. A expectativa é que, ao longo dos próximos anos, mais alunos tenham a oportunidade de participar de projetos que os preparem para um mundo em constante mudança. A iniciativa também pode inspirar outras instituições a adotarem práticas semelhantes, contribuindo para uma educação mais dinâmica e conectada com as necessidades do mercado.



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