Home Blog Page 380

ONU Mulheres oferece formação digital gratuita; saiba como participar

0


A ONU Mulheres Brasil irá oferecer uma formação digital gratuita a mulheres em dez capitais brasileiras. As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 19 de julho.

A formação Mulher + Tech: Conexão para Novos Começos inclui letramento digital e uso da tecnologia no dia a dia, segurança e bem-estar no ambiente digital, direito das mulheres, e empregabilidade e empreendedorismo. As aulas serão em formato híbrido, com atividades presenciais e virtuais.

Além de ser gratuito, o programa oferece apoio às participantes: chip com internet com validade de 12 meses, auxílio para deslocamento e alimentação, estrutura de cuidado para crianças durante encontros presenciais e, para quem concluir ao menos 75% da formação, um aparelho celular ao final da jornada.

Quem pode participar?

Podem participar mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica – incluindo aquelas com baixa inclusão digital, periféricas, em situação de violência, migrantes e refugiadas, e aquelas com dificuldade de acesso a direitos e serviços digitais.

Em Belém, Manaus, Cuiabá, Curitiba, Recife e Rio de Janeiro, serão selecionadas 150 mulheres por cidade. Em Belo Horizonte, São Paulo, Boa Vista e Salvador, 100 por cidade.

A prioridade será de mulheres que enfrentam maiores barreiras de acesso à tecnologia, à formação e a oportunidades de desenvolvimento, considerando aspectos como renda e contexto social informados no momento da inscrição.

Inscrições

O Mulher + Tech é uma iniciativa da ONU Mulheres Brasil, financiada pela Claro e implementada pela Politize!. As inscrições devem ser feitas pela internet, neste link.



Source link

SUS oferta insulina glargina para crianças, adolescentes e idosos

0


O Ministério da Saúde está substituindo gradualmente a insulina NPH pela glargina no Sistema Único de Saúde (SUS). A medida beneficiará pacientes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais diagnosticadas com diabetes tipo 1 ou tipo 2.

Até essa segunda-feira (13), o Ministério da Saúde já havia encaminhado mais de 254 mil tubetes de insulina glargina a 16 estados. Também foram distribuídas 52.350 canetas reutilizáveis para a aplicação do medicamento. Todas as unidades da Federação devem receber o medicamento até o fim de julho.

O acesso ao medicamento ocorrerá mediante avaliação clínica e prescrição médica, com oferta nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o país.

Considerada opção terapêutica mais moderna, a insulina glargina tem ação prolongada e, na maioria dos casos, requer apenas uma aplicação diária. 

Outros esquemas de tratamento podem exigir até três aplicações no mesmo período. 

Segundo o ministério, o uso da insulina glargina proporiona controle mais estável da glicemia e reduz o risco de episódios de hipoglicemia. 

A expectativa é que a mudança proporcione mais segurança e qualidade de vida aos pacientes atendidos pelo SUS.

Acesso

Para acessar a insulina glargina, o paciente deve procurar a UBS mais próxima de sua residência com a receita médica devidamente emitida e carimbada. 

No caso de crianças e adolescentes, pais, responsáveis ou cuidadores também podem pedir a substituição da insulina NPH pela nova opção terapêutica.

Os usuários serão atendidos por uma equipe multiprofissional, responsável por avaliar o quadro clínico e verificar a possibilidade de transição do tratamento. 

Junto com a insulina glargina, será disponibilizada uma caneta reutilizável para aplicação, com validade de três anos, além das agulhas necessárias para a administração do produto.



Source link

Café: da bebida 'do diabo' aos best-sellers de autoajuda cristã

0




Para muitos, o cafezinho é um ritual, um jeito de começar bem o dia ou aqueles minutinhos reservados para si no meio do corre-corre
GETTY IMAGES
Basta uma espiada naquelas estantes cheias de best-sellers das livrarias, bem no ponto em que os livros religiosos tangenciam a autoajuda. Naquele segmento que o jargão editorial costuma classificar como “devocionais”, não faltam títulos com a palavra “café”.
Na esteira do mega-sucesso editorial Café com Deus Pai — cuja primeira edição, em 2023, colocou o pastor evangélico, teólogo e escritor Junior Rostirola como o autor brasileiro mais vendido daquele ano —, outros escritores miram na mesma fórmula. Nas prateleiras, há títulos como Café com Nossa Senhora, Café com Jesus, Café com os Santos, Café com as Mulheres da Bíblia, Café com Deus, Café com a Virgem Maria — e até mesmo Café com Exu, provando que o conceito transcende o cristianismo.
A ideia, que parte de um conceito simples, funciona. No dia a dia, afinal, “tomar um café” pode ser um sinônimo de encontro intimista entre pessoas que se dão bem. Ao mesmo tempo, para muitos o cafezinho é um ritual, um jeito de começar bem o dia ou aqueles minutinhos reservados para si no meio do corre-corre.
Alguns ainda percebem a palavra “fé” como a segunda sílaba de café. Quase uma brincadeira — fruto da síncope, da contração fonética, da elisão comum na língua coloquial em que “com a fé” vira simplesmente “ca fé”.
Mas se a relação entre religiosidade e a bebida quase onipresente nos lares brasileiros — segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), o país é o segundo maior consumidor de café, perdendo apenas para os Estados Unidos — nem sempre foi de amizade. O café já foi demonizado por católicos. E até hoje não é bem-visto por algumas denominações cristãs.
Uma breve história do café
Os mais antigos registros escritos sobre o consumo de café são da segunda metade do século 6º, conforme explica a gastrônoma e historiadora Camila Landi, professora e coordenadora do curso de Tecnologia em Gastronomia da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Trata-se de um relato, com contornos lendários, de que um pastor de cabras na Etiópia teria notado os efeitos, em seus animais, a partir do consumo da planta.
“Há várias versões, mas a maioria apontando para o estudo do efeito da planta nos animais que a consumiam na região”, conta a professora. Segundo artigo sobre a história da bebida publicado pelo Yale Center for the Study of Globalization, o pastor teria notado “um frenesi” atípico no seu rebanho.
Já a torrefação teria sido iniciada bem depois. E já com pitadas de religiosidade. Landi diz que tudo indica que a prática tenha começado no século 14, “quando monges jogaram os frutos no fogo por os acharem muito amargos”. Acabaram se surpreendendo com o aroma.
Esses religiosos, ao que tudo indica, seriam da Igreja Ortodoxa Etíope, uma das mais antigas dissidências orientais do cristianismo.
“Assim teria nascido a bebida, resultante desse fruto tostado em contato com água quente”, pontua Landi. “Naturalmente que histórias são contadas e lendas têm suas versões, portanto coexistem outras similares.”
O cafezinho se espalharia por outras partes da África. No século 15, passou a ser largamente utilizada por muçulmanos sufistas do Iêmen, como um recurso para se manterem acordados durante as longas preces noturnas.
Logo, o mundo islâmico trouxe a bebida para o debate. Os árabes, afinal, já a chamavam de “qahwah” — daí a palavra café, aliás. O termo significa vinho. Justamente porque as propriedades estimulantes do café eram comparadas às de uma bebida alcoólica, cujo consumo é vetado pelos muçulmanos.
Mas os juristas islâmicos daquele tempo entenderam que o café não precisava ser proibido. Porque, ao contrário do álcool, não inebria, não prejudica o discernimento — mantém a clareza mental daquele que o ingere.
Ao que tudo indica apenas no século 16 o café chegaria à Europa, via Turquia — onde os registros mais antigos da presença do café são de 1453. A essa altura, cristãos já viam com maus olhos aquela bebida consumida pelos então adversários de fé do mundo árabe. Se eles a chamavam de vinho, aquilo só poderia ser o “vinho do diabo”, a “bebida do satanás”, detratavam os europeus.
A bebida teria chegado ao mundo ocidental por volta de 1570, em Veneza, importante entreposto comercial da época. Se alguns cristãos experimentaram aquele “vinho” árabe e gostaram, evidentemente que a questão se tornou tema de debate no outrora poderoso mundo católico.
Em uma história que mistura tanto fatos com lendas, efeitos e fés, destaca-se o que se conta sobre o papa Clemente 8º (1536-1605), que comandava a Igreja na virada do século 16 para o 17. Costuma-se dizer que ele “batizou” a bebida que, com isso, perderia o status de ser algo “do diabo” e então pôde ser consumida sem culpa pelos cristãos.
Outras narrativas enriquecem os detalhes da história: em 1600, teriam levado a ele o café, na esperança de seu veredito sobre ser ou não pecado tomá-lo. O papa teria experimentado e achado tão bom que, resignado, exclamou que aquela maravilha não poderia ficar restrita apenas aos infiéis.
Possivelmente essas versões são anedotas a partir do fato real de que a Igreja Católica parou de se opor ao consumo do café, abrindo as porteiras para sua expansão no mundo ocidental a partir do século 17. O artigo do Yale Center lembra que, em um contexto em que as pessoas consumiam majoritariamente bebidas alcoólicas, o papa aprovar o café era uma maneira de ajudar “a manter a sobriedade da população”.
Referência nas sinopses biográficas de sumos pontífices da Igreja, o livro The Oxford Dictionary of Popes, do teólogo britânico John Norman Davidson Kelly (1909-1997), não aborda a querela sacro-cafeeira da gestão de Clemente.
Best-seller Café com Deus Pai deu origem a vários outros livros com temas semelhantes
Divulgação
Proibições
Mas em épocas de extremo controle religioso sobre os hábitos sociais, o café despertava mesmo polêmicas no âmbito religioso. “Existem muitos indícios”, comenta Landi. “O café foi alvo de muitas polêmicas religiosas. Registros históricos apontam proibições e restrições em diversas sociedades.”
“Ainda hoje, existem restrições em algumas religiões ou ocasiões”, acrescenta a historiadora.
Na seara cristã, dois casos destacam-se entre os mais emblemáticos. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, conhecida popularmente como igreja dos mórmons, proíbe que seus adeptos bebam café.
A regra consta do livro Doutrina e Convênios, uma espécie de catecismo da denominação, onde estão as chamadas revelações escritas pelo criador da igreja, o norte-americano Joseph Smith (1805-1844).
Em 27 de fevereiro de 1833 ele escreveu, contrariado pelo fato de que membros da igreja mascavam tabaco durante as reuniões: “condena-se o uso de vinho, bebidas fortes, tabaco e bebidas quentes”.
De acordo com a interpretação dos religiosos, o café, assim como o chá preto, estava banido. Em 2023 o historiador Keith Erekson, diretor de pesquisas históricas e divulgação da igreja dos mórmons, conversou com a reportagem da BBC News Brasil e explicou que a dita revelação é um incentivo para que “as pessoas cuidem de seu corpo físico, a fim de que possam ser saudáveis e receber recompensas espirituais, como sabedoria e conhecimento”. Nesse sentido, o consumo de café estaria dentro de “alguns comportamentos” nocivos à saúde.
Também surgida nos Estados Unidos, a Igreja Adventista do Sétimo Dia tem postura semelhante. Oficialmente, a denominação não proíbe o café — mas orienta que seus adeptos não o bebam.
Diretora associada do departamento de saúde da igreja para a América do Sul, a biomédica Lanny Cristina Burlandy Soares diz que a orientação é clara mas, “para compreendê-la bem” é preciso voltar à Bíblia. Segundo o entendimento religioso, Deus teria criado o ser humano à sua imagem e semelhança, confiando-lhe um propósito. “Nessa visão, o corpo não é um mero recipiente, mas é o templo pelo qual o ser humano exerce sua vocação. Cuidar dele é um ato de fidelidade ao propósito original de Deus”, argumenta Soares.
Daí que os adventistas pregam um cuidado integral à saúde. A biomédica explica que, como a cafeína tem propriedades estimulantes e “com o uso regular, pode causar dependência”, há a recomendação de evitá-la.
Ela relembra episódios do islã e do catolicismo em que o café também foi discutido. “Em 1511, em Meca, setores mais rigorosos proibiram o café com o argumento de que contrariava os preceitos do Alcorão”, contextualiza. “Quando o café chegou à Europa, no século 17, enfrentou resistência semelhante.”
“A Igreja Católica via a bebida com desconfiança por sua origem árabe-islâmica e chegou a ser chamada de ‘vinho do diabo’ por setores do clero”, recorda. “A virada veio com o papa Clemente 8º. Segundo a tradição histórica, após provar o café pessoalmente, o pontífice decidiu ‘batizá-lo’, tornando-o aceitável para os cristãos. Com esse gesto papal, a resistência eclesiástica cedeu rapidamente.”
Café com…
O best-seller Junior Rostirola não é muito afeito a conceder entrevistas, segundo informa sua assessora de imprensa. Ele topou responder por escrito às questões da reportagem.
Rostirola já era muito conhecido pelo seu trabalho como pastor da Igreja Reviver, sediada em Itajaí, em Santa Catarina, quando a primeira versão do Café com Deus Pai explodiu. O livro de mensagens devocionais diárias transcendeu o meio evangélico — acabou caindo no gosto de cristãos de todas as denominações.
Ele gosta de café e explica que o título do livro veio da ideia de um espaço na correria para conversar com Deus. “O café simboliza uma pausa, um momento de conversa, acolhimento e proximidade”, frisa. “A ideia sempre foi transmitir a mensagem de que Deus quer estar presente em nosso dia a dia, não apenas nos grandes momentos da vida, mas também nas pequenas pausas da rotina.”
“Costumo dizer que o sucesso do livro não está na bebida, e sim no que ela representa. O café faz parte da cultura brasileira e geralmente está associado a momentos de conversa, acolhimento e relacionamento. Dentro do projeto, ele se tornou uma metáfora para essa pausa intencional diante de Deus. É um convite para desacelerar por alguns minutos e permitir que Ele fale ao nosso coração. Essa é a essência do Café com Deus Pai”, completa Rostirola.
O teólogo diz ver “com naturalidade” o fenômeno cafeeiro-religioso nas capas de livros. “É um símbolo muito presente na vida das pessoas e remete a acolhimento, proximidade e conversa. É compreensível que diferentes autores utilizem essa linguagem para comunicar suas mensagens”, pontua.
“Fico feliz em ver mais pessoas incentivando a leitura, a reflexão e a vida devocional. No fim das contas, o mais importante é que vidas sejam alcançadas e que as pessoas se aproximem de Deus”, comenta o autor.
Especialista em marketing literário e fundadora de uma agência de divulgação de livros, a jornalista Lilian Cardoso lembra que toda vez que surge um grande best-seller “todo mundo quer saber o segredo, a fórmula”. “E o Café com Deus Pai do pastor Junior Rostirola já vendeu mais de 10 milhões de exemplares”, salienta ela, autora de O Livro Secreto do Escritor.
O pastor da Igreja Reviver Junior Rostirola fez sucesso com seu livro Café com Deus Pai
Divulgação
Para ela, além “da sacada do título”, o sucesso também precisa ser atribuído à fama do autor, “que já tinha sua audiência” e seu público evangélico antes de publicar a obra. Mas ela reconhece que a ênfase no “momento com Deus, essa coisa da leitura diária” constitui a base para que o livro tenha se tornado um sucesso de vendagem.
Os números fizeram com que outros autores e editoras também quisessem abocanhar um naco do segmento. “Outros projetos e outras editoras foram surfando nessa onda dos devocionais. Isso é uma coisa comum no mercado do livro”, analisa ela.
E às vezes a menção nem precisa ser direta. Fundadora da Cabana Church, a bispa Jeiza Pontes, por exemplo, acaba de lançar o livro Doses de Cura. Não tem café no título, mas fala em doses, em goles — porque também traz as mensagens bíblicas em forma de pequenos textos, pequenos ensinamentos.
Como o foco da obra é ajudar quem está com depressão, ela lembra que o título alude ao tratamento. “Dificilmente uma pessoa tem êxito com uma dose única. Imaginei exatamente assim. Não uma promessa de ‘leia isso e pronto'”, explica.
O fenômeno não se restringe ao cristianismo. O psicólogo Rubens Oliveira, por exemplo, buscou nas religiões de matriz africana as reflexões para seu Café com Exu. “A ideia foi preencher uma lacuna editorial: a falta de obras de autoconhecimento e transformação pessoal a partir de referências ligadas a tradições afro-brasileiras”, explica.
Ele diz que buscou no título a união de “dois elementos carregados de significado simbólico muito forte”. O café seria “o encontro, a conversa, a pausa”. Exu, por sua vez, é o orixá associado a “comunicação, caminhos, escolhas, movimento e tomadas de decisão”.
“O título não foi pensado como referência religiosa no sentido tradicional, mas metáfora para uma conversa franca sobre a vida”, resume.
O psicólogo Rubens Oliveira buscou nas religiões de matriz africana as reflexões para seu livro Café com Exu
CRÉDITO, EDITORIAL PLANETA BRASIL/ DIVULGAÇÃO
Cafezinho com fé
O recurso é simbólico, claro. Mas a ideia do café com religião funciona justamente pelo apelo que o momento do cafezinho tem na cultura brasileira.
“O uso da palavra café em livros de espiritualidade não acontece por acaso. Há um significado cultural muito forte que vai além da bebida. Está na socialização, na conversa, na escuta, no encontro e na circulação de ideias”, analisa Oliveira.
Para o psicólogo, nos tempos atuais, marcados pela velocidade e pelo excesso de informações, é sedutora a ideia de um momento de pausa no dia com a sugestão de disponibilidade, de ouvir e de refletir.
Mesmo com a restrição ao consumo de café, a adventista Soares diz que não há problemas com livros religiosos com a bebida no título. Para ela, os adventistas veem “com interesse genuíno e admiração” o alcance que tais obras têm atingido.
“Para entender como os adventistas leem esse fenômeno, é útil separar dois planos. O primeiro é o do conteúdo espiritual: a proposta de uma devoção diária, de pausar para refletir e cultivar uma conversa íntima com Deus está completamente alinhada com os valores adventistas”, argumenta ela.
“Os adventistas têm sua própria tradição de devocionais diários e valorizam profundamente a espiritualidade integrada ao cotidiano. O segundo plano é o da metáfora cultural. O café no título desses livros não é um endosso da bebida, mas uma imagem poderosa de acolhimento e conversa íntima. No Brasil, tomar café com alguém é um gesto de afeto e proximidade. Usar essa metáfora para falar da relação com Deus é uma escolha comunicativa sensível e criativa, que os adventistas reconhecem sem precisar endossar o uso da bebida.”
“Nossa posição é simples: acolhemos com simpatia qualquer iniciativa que aproxime as pessoas de Deus e da leitura bíblica”, resume Soares.
De onde vem o que eu bebo: o café especial que faz o Brasil ser premiado no exterior



Source link

Reação ao racismo contra jogadores negros na Copa vai além do futebol

0


Vídeos nas redes sociais mostram a seleção francesa de futebol treinando em clima de descontração antes de enfrentar a Espanha, em uma das semifinais da Copa do Mundo 2026. A disputa ocorrerá nesta terça-feira (14), nos Estados Unidos, e definirá um dos finalistas do mundial.

Fora de campo, entretanto, jogadores e autoridades dos dois países se unem com seriedade para repudiar declarações racistas contra “Les Blues”, apelido da seleção francesa de futebol.

O time e jogadores têm sido alvo de comentários discriminatórios ao longo do torneio. No domingo (11), veio à tona artigo do ex-primeiro-ministro espanhol Mariano Rajoy, no poder entre 2011 e 2018, afirmando que a França tem um “plantel de altíssimo nível”, mas sem franceses. Ele fazia referência depreciativa à presença de jogadores descendentes de imigrantes, oriundos, principalmente, de antigas colônias na África, o que reflete a diversidade étnica da sociedade francesa.

O comentário de Rajoy foi rebatido tanto por jogadores espanhóis, como Pau Cubarsí e Borja Iglesias, quanto pelo atual primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez. Em sua conta em rede social, Sanchéz disse que a afirmação do antecessor era uma vergonha e declarou: “que vença o melhor e que perca o racismo”.

O diretor-executivo do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, organização da sociedade civil brasileira, Marcelo Carvalho, disse que os comentários refletem o pensamento de grupos sociais alinhados à extrema-direita.

“O momento político do Brasil e do mundo, com ascensão da extrema-direita, faz com que as pessoas se sintam mais confiantes para expressar o racismo”, avaliou Carvalho, que também acredita que a sensação de anonimato das pessoas na internet contribui para os ataques. “Elas acreditam que não serão encontradas”.

Aumento de ataques racistas

Durante esta Copa, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) revelou ter identificado aumento expressivo de ataques racistas. Na primeira fase, foram 89 mil publicações abusivas nas redes, número 13 vezes maior do que na Copa de 2022, sendo 11% de caráter racial, mais do que o identificado na Copa de 2022.

Acompanhando os casos no torneio, Carvalho ressalta que a própria Fifa tem adotado medidas para controlar os atos. Desde o início da competição, lembra o especialista, dois jogadores ─ um do Paraguai e outro do Equador ─ foram expulsos graças ao Protocolo Vini Jr. de combate ao racismo. Eles taparam a boca com as mãos ao discutirem dentro de campo, o que foi proibido para impedir a ocultação de provas.

“Antes, era a palavra de um contra a de outro, e a vítima saía prejudicada”, disse.

Agora, além do apoio dos jogadores, há o das federações e de autoridades, o que, na visão do especialista, “é um movimento que transforma tanto o futebol como a sociedade”.

“Vimos inúmeros atletas sofrendo racismo depois do Vini, mas que não se calaram, denunciaram, porque o Vinícius mostrou um caminho, tanto ele, quanto o [Kylian] Mbappé, que sempre se posicionou”, citou. “Quando a Federação Francesa de Futebol e o governo francês saem em defesa do Mbappé, estão saindo em defesa de todas as pessoas negras e isso está muito além do futebol”, completou o diretor.

Antes de Rajoy atacar a seleção francesa de futebol, a senadora paraguaia Celeste Amarilla dirigiu pesados insultos racistas a Mbappé, logo após a derrota do Paraguai para o time europeu.

Ela foi rebatida pelo próprio Mbappé, que disse que a política é indigna da posição de representante dos paraguaios no parlamento. O jogador recebeu apoio tanto da Federação Francesa de Futebol quanto das autoridades de seu país.

“As declarações racistas feitas pela senadora paraguaia Celeste Amarilla contra Kylian Mbappé são absolutamente desprezíveis e inaceitáveis”, disse a federação, que acionou a Procuradoria francesa.

O órgão abriu um inquérito por injúria agravada e incitação ao ódio e à violência. “Como alguém pode proferir tais palavras? Essas declarações são criminosas e repreensíveis”, completou a federação.

 “Não estamos mais deixando os casos ‘passarem batido'”, finalizou o diretor do Observatório.



Source link

Petróleo sobe quase 4% e atinge o maior nível em quatro semanas após conflito no Estreito de Ormuz

0



Os preços do petróleo dispararam nesta terça-feira (14) e atingiram o maior nível em cerca de quatro semanas, depois que a tensão entre Estados Unidos e Irã voltou a aumentar.
O mercado teme que o conflito prejudique o transporte de petróleo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de energia do mundo.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Por volta da manhã, o barril do petróleo Brent, referência internacional, subia 3,8%, para US$ 86,47. Já o WTI, referência nos Estados Unidos, avançava 2,7%, para US$ 80,29.
A alta acontece após o governo do presidente Donald Trump restabelecer um bloqueio naval ao Irã e intensificar os ataques militares contra o país, apesar de um memorando de entendimento assinado em junho que previa o fim das hostilidades.
Segundo analistas, o mercado passou a incorporar o risco de que o acordo entre os dois países não se sustente.
Por que o petróleo está subindo?
O principal motivo é o temor de interrupções no transporte de petróleo pelo Estreito de Ormuz, passagem marítima entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã.
Antes do conflito, cerca de 20% de todo o petróleo e do gás natural liquefeito comercializados no mundo passavam por essa rota.
Nos últimos dias, a região voltou a registrar episódios que aumentaram a preocupação dos investidores:
os Estados Unidos retomaram o bloqueio à navegação iraniana;
o governo americano propôs cobrar uma taxa de 20% para proteger embarcações que cruzam o estreito;
dois navios-tanque dos Emirados Árabes foram atingidos por mísseis iranianos, deixando um tripulante morto e oito feridos;
o número de petroleiros que atravessam o Estreito de Ormuz caiu ao menor nível em dois meses.
Na avaliação de analistas do ANZ, se as interrupções continuarem, o petróleo pode permanecer entre US$ 85 e US$ 90 por barril nas próximas semanas.
Quando o petróleo sobe, aumentam os custos de combustíveis e de transporte em vários países. Isso pode encarecer produtos e serviços, pressionando a inflação.
Nos Estados Unidos, essa preocupação ganhou força justamente no dia em que investidores aguardam a divulgação dos dados de inflação de junho. O receio é que uma nova alta da energia dificulte o trabalho do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, no controle dos preços.
Além disso, declarações recentes de dirigentes do Fed reforçaram a possibilidade de os juros permanecerem elevados — ou até voltarem a subir — caso a inflação continue acima da meta.
Bolsas asiáticas sobem; futuros dos EUA operam sem direção única
A alta do petróleo também influenciou o desempenho dos mercados financeiros nesta terça-feira.
Na Ásia, as bolsas fecharam majoritariamente em alta. Na China, o índice de Xangai avançou 1,36%, enquanto o CSI300, que reúne as maiores empresas de Xangai e Shenzhen, subiu 2,15%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng ganhou 0,52%.
No Japão, o índice Nikkei fechou em alta de 0,74%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, avançou 0,73%. Em Cingapura, o Straits Times subiu 0,43%. Já em Taiwan, o Taiex caiu 1,42%, e a bolsa australiana encerrou o pregão praticamente estável.
Na China, o bom humor dos investidores também foi impulsionado pelo avanço de 27% das exportações em junho, na comparação anual em dólares, favorecidas pela forte demanda global por chips e equipamentos voltados à inteligência artificial. As ações do setor de energia tiveram destaque, acompanhando a valorização do petróleo.
Nos Estados Unidos, os contratos futuros das bolsas operavam sem direção única. Os futuros do Dow Jones recuavam cerca de 0,2%, os do S&P 500 estavam próximos da estabilidade e os do Nasdaq avançavam cerca de 0,5%.
Os investidores aguardam a divulgação da inflação ao consumidor (CPI) de junho e o início da temporada de balanços dos grandes bancos americanos, como JPMorgan Chase, Goldman Sachs, Wells Fargo e Citigroup. O mercado também acompanha a possibilidade de que a alta do petróleo volte a pressionar a inflação e reduza o espaço para cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed).



Source link

Taxa da Prova Nacional Docente (PND) deve ser paga nesta terça-feira

0


Termina nesta terça-feira (14) o prazo para o pagamento da inscrição para a Prova Nacional Docente (PND) 2026. O valor da taxa é R$ 85.

O pagamento da taxa de inscrição da PND deve ser feito por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança), gerada no Sistema PND.

A guia pode ser paga em qualquer banco, casa lotérica ou aplicativo bancário, por meio de Pix, cartão de débito em conta corrente ou poupança, cartão de crédito, débito em conta corrente ou em poupança.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, o Inep, alerta que “pagamentos realizados por outros meios ou após o prazo previsto em edital não serão aceitos.”

Atendimento especializado

O resultado das solicitações de atendimento especializado também será divulgado amanhã (14), com período para interposição de recursos entre os dias 14 e 16 de julho. O resultado final dos recursos será divulgado em 20 de julho.

A aplicação da prova ocorrerá no dia 20 de setembro. O resultado final está previsto para  o dia 15 de dezembro. Serão avaliadas 21 áreas de licenciatura.

A Prova Nacional Docente é composta por duas partes. A primeira traz 30 questões fechadas (objetivas) e uma questão aberta (discursiva) sobre a Formação Geral Docente. A questão discursiva vai “analisar aspectos como clareza, coerência, coesão, argumentação e domínio da norma-padrão da língua portuguesa”, informa o Inep.

A segunda parte traz é de componentes específicos e tem 50 questões de múltipla escolha voltadas para situações-problema e estudos de caso da área de formação do participante.

A PND tem como objetivo avaliar a formação de concluintes das licenciaturas, futuros professores. A prova também será usada em processos seletivos e concursos públicos realizados nas esferas federal, estadual e municipal, para ingresso na carreira docente da educação básica pública.

A aplicação da prova está prevista na Lei nº 15.344/2026, que Institui a Política Nacional de Indução à Docência na Educação Básica – Mais Professores para o Brasil.



Source link

Irã quer transformar conflito militar com EUA em guerra econômica

0


Kamrava afirma que o chamado “Eixo da Resistência” do Irã — que inclui grupos como o Hamas, em Gaza, o Hezbollah, no Líbano, e os houthis, no Iêmen — está desarticulado, ou pelo menos militarmente enfraquecido, em consequência da guerra. Por isso, o Estreito de Ormuz ganhou importância estratégica para os iranianos.



Source link

Peça no Museu da Bíblia destaca a vida de oração de George Washington

0


O Museu da Bíblia, em Washington, D.C., está celebrando o 250º aniversário dos Estados Unidos com uma nova peça teatral chamada “A General’s Prayer”. A produção destaca a vida de oração de George Washington e suas lutas pessoais durante os momentos mais sombrios da Revolução Americana.

Contexto histórico

A Revolução Americana, que ocorreu entre 1775 e 1783, foi um período crítico na história dos Estados Unidos. George Washington, como comandante do Exército Continental, enfrentou desafios imensos, tanto no campo de batalha quanto em sua vida pessoal. A fé desempenhou um papel crucial em sua liderança e determinação.

O que aconteceu

A peça “A General’s Prayer” é um monólogo que revela aspectos íntimos da vida de Washington, incluindo suas práticas de oração e como sua fé o sustentou em tempos de crise. A produção convida o público a refletir sobre a importância da espiritualidade e da oração em momentos de adversidade. Segundo o Museu da Bíblia, a peça busca mostrar não apenas o líder militar, mas também o homem de fé que buscava a orientação divina em suas decisões.

Reações e impacto

A estreia da peça tem gerado grande expectativa entre os visitantes do museu e a comunidade cristã. Muitos veem a obra como uma oportunidade de relembrar a importância da fé na fundação dos Estados Unidos. “É essencial reconhecer como a oração e a fé moldaram a liderança de Washington e, por consequência, a história do nosso país”, afirmou um representante do museu.

O que esperar

Com a peça em cartaz, o Museu da Bíblia espera atrair mais visitantes interessados em explorar a intersecção entre fé e história. Além disso, a produção pode inspirar discussões sobre como a oração e a espiritualidade continuam a influenciar a vida pública e privada nos dias de hoje.

A peça “A General’s Prayer” é uma oportunidade única para refletir sobre a vida de um dos fundadores dos Estados Unidos e o papel que a fé desempenhou em sua jornada. Com a crescente polarização na sociedade, a mensagem de esperança e fé se torna ainda mais relevante.



Source link

Como o 'novo normal' no Estreito de Ormuz impacta o petróleo e vira pedra no sapato de Trump

0




Trump diz que EUA vão controlar o Estreito de Ormuz e cobrar 20% sobre carga de embarcações
A crise no Estreito de Ormuz criou um “novo normal” para o mercado de petróleo. Ameaças militares, decisões geopolíticas e disputas pelo controle da passagem passaram a afetar preços, transporte e cadeias globais de abastecimento — mesmo sem um bloqueio completo da rota.
A região também se tornou uma importante ferramenta de pressão do Irã no conflito com os Estados Unidos e um desafio para Donald Trump, que enfrenta os efeitos econômicos da escalada às vésperas das eleições de meio de mandato, em novembro. (leia mais abaixo)
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
Nos últimos dias, ofensivas dos dois países colocaram em xeque o cessar-fogo anunciado em junho e reacenderam as preocupações sobre a segurança da navegação na região, pressionando novamente os preços do petróleo.
Nesta segunda-feira (13), o barril do tipo Brent, referência internacional do petróleo, chegou a subir mais de 9%, a US$ 83,04 o barril, após Trump anunciar que os EUA pretendem controlar o Estreito de Ormuz e cobrar 20% sobre as cargas que passarem pela rota.
🔎 O estreito liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e é uma das principais rotas de transporte de energia do mundo. Ao todo, passam por ali cerca de 20% do petróleo consumido globalmente.
Embarcações no Estreito de Ormuz , vistas de Musandam, Omã
REUTERS / Stringer
Nova dinâmica no mercado
No início da guerra, o temor era de que uma interrupção no fornecimento provocasse uma disparada do petróleo. Agora, o novo normal é o sobe e desce, com oscilações mais bruscas nas cotações mesmo sem uma interrupção efetiva da oferta.
“A principal característica desse novo cenário é a volatilidade e a incerteza”, resume Jackson Campos, especialista em comércio exterior.
“Não se trata da falta de petróleo em si, porque isso não tem acontecido. Mas a possibilidade de interrupção faz com que armadores, seguradoras e refinarias reajam de forma preventiva, elevando os custos em um ‘efeito chicote’ mesmo antes de um bloqueio de fato”, acrescenta.
Segundo Campos, o mundo passou a monitorar a rota com maior atenção. Com isso, qualquer declaração política ou ameaça envolvendo EUA e Irã pode provocar uma reação imediata nos preços, incorporando o risco geopolítico ao custo diário do frete e do seguro marítimo.
Evolução da cotação do petróleo.
Arte/g1
O economista Adriano Pires, sócio-fundador e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), afirma que o Estreito de Ormuz se tornou a principal referência para a formação dos preços do petróleo no curto e médio prazo.
Ele acrescenta que os conflitos recentes, incluindo a guerra entre Rússia e Ucrânia, mostraram uma relação cada vez mais estreita entre segurança energética, segurança alimentar e inflação.
“O novo normal vai além do Estreito de Ormuz. Existem duas áreas do mundo que estão passando por processos complicados e que levam a esse cenário”, diz.
Rússia e Oriente Médio são regiões estratégicas para a oferta global de energia e fertilizantes — com papel relevante na produção de petróleo, gás natural e insumos agrícolas.
“A briga atual é quem vai mandar no Estreito de Ormuz. Enquanto isso não for resolvido — o que acredito que irá demorar — vamos viver períodos mais tensos e menos tensos”, acrescenta.
Infográfico – Estreito de Ormuz
Arte/g1
Pedra no sapato de Trump
A volatilidade do petróleo representa um desafio adicional para Donald Trump, que tem defendido preços mais baixos de energia como forma de estimular a economia americana e conter a inflação.
Nos EUA, uma alta do barril tende a chegar rapidamente aos combustíveis, já que o governo não controla os preços da gasolina — diferentemente do que ocorre no Brasil, onde a Petrobras tem papel relevante na formação dos preços.
Para Gunter Rudzit, professor de Relações Internacionais da ESPM, o Irã identificou justamente esse ponto de vulnerabilidade dos EUA: o impacto da energia sobre a economia e o consumidor.
Ele avalia que, ao usar o Estreito de Ormuz como instrumento de pressão, Teerã atinge diretamente um tema sensível para Trump.
“O Irã ganhou a guerra justamente porque entendeu que o Estreito de Ormuz fechado faria com que o preço do petróleo e dos combustíveis subisse nos EUA. Isso afeta o eleitor, atingindo até mesmo a base ‘MAGA’ do presidente Trump”, afirma.
Os preços da gasolina já voltaram a subir nos EUA diante da nova escalada das tensões na região.
Segundo a associação automobilística AAA, a média nacional do combustível chegou a US$ 3,84 por galão em 9 de julho, alta de 5 centavos em um dia — embora ainda abaixo do pico de US$ 4,56 registrado em maio.
O movimento aumenta a preocupação da Casa Branca com a proximidade das eleições de meio de mandato (midterms), em novembro. Além de governadores, os americanos vão escolher as 435 cadeiras da Câmara e 35 do Senado. Hoje, os republicanos controlam as duas Casas do Congresso.
O que esperar à frente
Adriano Pires, do CBIE, avalia que um petróleo acima de US$ 90 por barril seria um problema político para Trump às vésperas das eleições. Por isso, o presidente americano deve tentar evitar que os preços ultrapassem esse nível para reduzir impactos sobre os combustíveis e a inflação.
“Até novembro, acho que não vai ter petróleo acima de US$ 90. Sabemos que terá eleição americana, e petróleo muito caro aumenta o preço da gasolina e dos derivados nos EUA”, afirma.
No auge da crise do petróleo causada pelas tensões no Estreito de Ormuz, entre março e abril, a commodity chegou a encostar nos US$ 120 por barril.
Do ponto de vista do mercado, o especialista em comércio exterior Jackson Campos afirma que a previsão é de adaptação a essa nova realidade.
“A tendência é o mercado se adaptar a essa nova realidade, diversificar fornecedores e buscar contratos mais flexíveis para tentar até fugir de Ormuz enquanto a situação não se estabiliza”, conclui.



Source link

Cabo Daciolo questiona identidade de Lula em entrevista

0


O ex-deputado federal Cabo Daciolo, pré-candidato à Presidência da República, fez uma declaração polêmica ao afirmar que não acredita que Luiz Inácio Lula da Silva seja a mesma pessoa que aparece em eventos públicos. A declaração foi feita durante uma entrevista no podcast Fala Glauber, no dia 2 de julho.

O que aconteceu

Daciolo, que é conhecido por suas posições controversas e por sua forte ligação com a fé cristã, expressou sua desconfiança em relação à identidade do presidente. Ele declarou: “Eu não acredito que esse camarada que está andando pelo Brasil todo falando que é o Lula seja o Lula”. A afirmação gerou repercussão nas redes sociais e entre os comentaristas políticos.

Contexto da declaração

A declaração de Daciolo parece estar relacionada à percepção de que Lula, aos 80 anos, mantém uma disposição física impressionante, realizando viagens e participando de eventos públicos com frequência. Essa observação gerou especulações e teorias da conspiração, que Daciolo parece ter abraçado sem apresentar evidências concretas para sustentar suas alegações.

Reações e polêmica

A fala de Cabo Daciolo provocou reações diversas. Enquanto alguns apoiadores o aplaudiram por sua coragem em questionar figuras públicas, críticos o acusaram de propagar teorias da conspiração sem fundamento. A falta de evidências concretas para suas afirmações também foi um ponto de crítica, levantando questionamentos sobre a responsabilidade de líderes políticos em suas declarações.

“Eu não acredito que esse cara seja o Lula, simples assim”.

— Cabo Daciolo

O que esperar

Com as eleições se aproximando, a retórica de Daciolo pode ser vista como uma estratégia para ganhar visibilidade e apoio entre os eleitores que compartilham de suas dúvidas e desconfianças em relação ao establishment político. No entanto, a falta de substância em suas alegações pode também resultar em um desgaste de sua imagem, especialmente entre os eleitores que buscam propostas concretas e fundamentadas.



Source link